When Marnie Was There

When Marnie Was There Joan G. Robinson




Resenhas - When Marnie Was There


9 encontrados | exibindo 1 a 9


Cho 19/06/2021

Remarkable
The story begins with Anna being sent away to Norfolk. Her doctor had said it would make her feel better ? to take some fresh air, since she had had asthma. Therefore we don't know anything about her background or what led her to get sick, except she lives with her auntie ? Mrs Preston ? and will spend her holiday with the Peggs.

The Peggs are very kind, so is everyone around Anna. Even though, Anna feels out of place. She believes there is an invisible magic circle where some are "inside", and she's "outside".

She insists in put on her ordinary face to not be noticed, and everyone seems to think she is "not even trying". Anna neither feel talking with any other children nor making any friend. She likes doing nothing better than anything.

At Mrs Pegg's cottage, she settles down in her new bedroom. "There was a picture over the bed, a framed sampler in red and blue cross-stitch, with the words Hold fast that which is Good embroidered over a blue anchor." She didn't understand it, but occasionally she will.

Anyway, Anna spends her days near the creek that comes across The Marsh House ? which catches her attention at the first sight. It seems no one lives there, though. So she enjoys her loneliness lying in a sandy hollow, listening to the seabirds that sound like "pity me".

It goes on until the day she meets Marnie ? a girl who lives at The Marsh House. As they get to know each other, they become best friends. And a great love grows up.

I don't want to spoil the story, but if you had seen the movie that Studio Ghibli made based on this book, you will understand how angry I got because of the plot twist. However, in this book I couldn't feel the same way I did with the movie, because I felt all Anna's feelings. I went through everything she had gone, and when she got over it, I did too.

Clever writing and has deep meanings, I'd strongly recommend this book for everyone who feels lonely.

"It was raining harder now and she was beginning to get wet, but it did not matter. She was warm inside. She turned and began running back along the dyke, thinking how strange it was ? about being ?inside? or ?outside?. It was nothing to do with there being other people, or whether you were ?an only?, or one of a large family ? Scilla, and even Andrew, felt outside sometimes; she knew that now ? it was something to do with how you were feeling inside yourself."
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Lorena 24/06/2020

me deixou com o coração quentinho
nossa que livro mais fofo. amei muito descobrir quem é a marnie de verdade, amei a atmosfera meio fantasiosa que autora criou pro livro, amei que a anna achou amigos de vdd nos lindsay, amei que no final ela conseguiu se aproximar mais da mãe adotiva nela.
na vdd a unica coisa que eu nao amei... foi a parte que a marnie tava presente como melhor amiga da anna. achei um pouco entediante, e a personalidade da marnie não foi algo que me agradou mto. gostei mais das partes antes da marnie: a solidão da anna, a relação com a mãe adotiva, a ida e chegada no interior; e das partes depois da marnie: a anna conhecendo os lindsay e se sentindo acolhida por eles, ela e a auntie se entendendo. mas no final tudo valeu a pena, e tudo se revelou de uma forma incrível, me emocionei mto com a história. achei um livro escrito de forma mto sensível e singela, algo que me cativou bastante.
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Paulo 11/06/2017

Algumas obras tendem a falar com o mais profundo de nossos corações. Elas de alguma maneira fazem com que a gente pense quem somos, como somos e como nos relacionamos com o próximo. A protagonista da história se parece um pouco como nós: fragilizada, encerrada em si mesma e incapaz de sentir. Até que ela encontra alguém que a escute. No fundo, tudo o que precisamos na vida é de alguém que nos escute, nos dê um pouco de carinho, nos faça companhia. When Marnie Was There é uma linda história de uma menina que tudo do que ela precisava era de companhia.

Anna é uma menina que sofre de asma. Não bastasse seu problema respiratório, Anna foi adotada por uma mulher que ela chama de Tia que a ama. Mas, Anna não consegue retribuir o amor da Sra. Preston. Ela se sente incapaz de retribuir por achar que a Sra. Preston a cria por obrigação e até recebe dinheiro por isso. Os estudos de Anna não seguem e a Sra. Preston decide enviar Anna para o interior onde ela será acolhida pela família Pegg. Em um espaço mais aberto, talvez a asma de Anna melhore e ela seja capaz de se abrir mais. Nesta bela cidade do interior, Anna segue até uma praia onde é capaz de sentir a brisa do mar. Mas, seguindo a linha da praia existe uma casa em uma espécie de pântano. Durante boa parte do dia é possível chegar até a casa a pé, mas à noite a maré cobre toda a casa. Anna vê o reflexo de uma menina no ponto mais alto da casa. Durante suas explorações e suas visitas até a Casa do Pântano, Anna conhece Marnie. Marnie será a primeira grande amiga de Anna. Mas a estranha menina de vestido branco e cabelos loiros esconde segredos que irão se chocar com a vida de Anna.

When Marnie Was There segue o ritmo de um conto de fadas. Levando em consideração que a autora escreveu sua história na década de 1960 e seu público girava no infanto-juvenil, a história é coerente com a sua proposta. O enredo coloca aquela pitadinha de magia necessária para tirar a história do lugar-comum. Impossível não comparar o enredo do livro com a animação japonesa que se baseou no livro. Aqui vemos que a autora preferiu manter mais o pé no chão. Enquanto que na animação do studio Ghibli, Hiromasa Yonebayashi preferiu abrir asas à imaginação, Joan G. Robinson procurou estabelecer desde o primeiro momento que a história é sobre Anna. Marnie é apenas um instrumento literário para fazer o enredo andar. Existe sim os elementos estranhos e mágicos, mas eles quase não estão presentes na história.

Ficamos então com a protagonista. Achei a protagonista mais verossímil aqui no livro. O comportamento da protagonista me incomodava um pouco na animação. Ela era sofrida demais; aqui vemos apenas uma menina que tem dificuldade de se relacionar com as pessoas. Ao conhecer Marnie ela encontra alguém com quem pode conversar e expor seus sentimentos e angústias mais profundas. Marnie funciona como um remédio para a timidez de Anna e expõe suas fraquezas através de seu jeito puro e simples de pensar. Anna se sente acossada pelas perguntas de Marnie, perguntas essas que ninguém era capaz de fazer à menina.

Se eu não tivesse visto o filme antes, não teria imaginado aquele final. A animação fornece elementos que fazem com que a gente desconfie de que Anna e Marnie possuem algum tipo de relação. Aliás, Joan G. Robinson usa um argumento bem plausível para a história que ela apresenta: Marnie poderia ser apenas Anna em algum tipo de delírio. Os Lindsays desconfiam disso, mas, claro, trata-se apenas de uma possibilidade. A personagem da pintora que age como alguém que conta a história foi modificada na animação. Achei a opção de Yonebayashi acertada. Gillian funciona como o detetive Poirot de Agatha Christie: ela serve para ligar os elementos dispersos na história e contar alguma coisa plausível. Esse recurso literário me incomoda um pouco. Acho ele desnecessário... isso porque é interessante quando o próprio leitor é capaz de ligar os pontos.

Os demais personagens funcionam mais como satélites orbitando ao redor da protagonista. A família Pegg age mais como personagens reais. Enquanto na animação, a família é banalizada servindo apenas como um lugar onde Anna dormia, no livro vemos uma participação maior da família. Eles possuem sentimentos e chegam a se incomodar um pouco com as reações de Anna. O mesmo eu posso dizer dos Lindsays. Adorei a maneira como eles aparecem no momento em que Anna está com seu coração mais aberto. Depois do contato com Marnie, Anna agora estava capacitada a voltar a se relacionar com as pessoas. Foi essa a mensagem deixada por Joan G. Robinson.

A história tem muito impacto emocional. Não possui um enredo estupidamente complexo e consegue entregar ao leitor tudo o que ele precisa. Os capítulos são curtos, ou seja, a história acaba passando bem rápido. A autora não perde muito tempo com os pensamentos da personagem, passando diretamente às suas reações emocionais ao que lhe acontece ao seu redor. When Marnie Was There não tem restrições de público e na minha edição digital foram incluídas várias ilustrações bonitas representando algumas cenas.

site: www.ficcoeshumanas.com
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Vorspier 06/12/2015

When Marnie Was There
Fiz uma resenha um pouco extensa sobre este livro no meu blog (endereço abaixo).

Em resumo, posso dizer que é um livro delicioso e aconchegante, que começa num ritmo lento e vai ter um final surpreendente. Se possível, leiam o livro e assistam ao filme animado, que foi lançado recentemente pelo estúdio Ghibli.

Anna é uma menina com dificuldades para se entrosar com as demais crianças de sua idade, o que preocupa sua mãe adotiva, a Sra. Preston. Depois de uma crise asmática e duas semanas longe da escola, Anna é mandada por sua mãe para Norfolk, onde a menina irá passar algumas semanas no chalé do casal Susan e Sam Pegg. Lá, Anna ficará intrigada com uma velha casa no pântano, que passa a sensação de que é muito familiar.

Depois de muito sondar os arredores da velha casa, Anna encontra a moradora do local, uma menina solitária chamada Marnie, que não é quem aparenta ser. As duas logo viram grandes amigas e compartilham seus segredos dolorosos. Mas um dia, para tristeza de Anna, Marnie vai embora da casa do pântano sem dar maiores explicações. É após a partida de sua amiga que Anna descobre, enfim, quem é Marnie e qual segredo está por trás da casa do pântano.



site: http://orienteliterario.blogspot.com.br/2015/12/resenha-when-marnie-was-there.html
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Mira 09/07/2021

essa história se tornou muito muito muito importante para mim, desde o livro até a adaptação
tudo nesse livro, na história da anna e da marnie (e dos outros personagens) me emociona e me toca de um jeito especial. é como se eu me sentisse próxima, como algo individual
agora, é um dos meus livros favoritos
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Cho 05/09/2021

Striking
Anna lives with her foster parents in London. One day she is sent to Norfolk, a small village by the sea, to spend the summer with an elderly couple, because her doctor had said that a fresh sea air would do her some good.

On page 9, she says she doesn't have "best friends at school like all the others", and that things like that "were fine for everyone else, because everyone else was 'inside' - inside some sort of invisible magic circle. But Anna herself was outside."

She spends her days on the beach with only the birds for company, listening to them crying "pity me!". They seem to match the way she feels. There she becomes very interested in what appears to be an abandoned house, which faces straight on to the creek, called The Marsh House. "It seemed to Anna as if the house had been expecting her, watching her, waiting for her to turn round and recognise it."

Anna strongly believes that house is occupied, but it is not clear if it is just her imagination. Although Anna wanted to know "about" the family who lived there, she didn't want to know them, because she would lose control over them, and they would lose interest in her.

One evening, when she was coming home, Anna spots a fair-haired girl having her hair brushed in one of the upper windows of the Marsh House. Soon they start a secret friendship. Marnie looks like the character out of some fairy story.

As they get to know each other, we find out Anna feels lonely because her parents and her grandmother had died and she can't help blaming them for it. She thinks everyone she loved had abandoned her or lied.

We also find out that Marnie is afraid of the windmill. And this is the place where the story unfolds on a different path. After that, everything will change, we will know Anna's background and the mystery that surrounds Marnie.

It is about friendship, love, family and hold fast that which is good. Clever writing and has deep meanings, I'd strongly recommend this book for everyone who have ever felt lonely.
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Lua 19/10/2021

muito bom
gostei muito mas prefiro o filme do ghibli
ficou um pouco cansativo depois que chegaram aquelas várias crianças, até pulei um capítulo. O jeito que os adultos tratam a anna também é bem grosseiro, por isso prefiro os do filme.
fora isso eu adoro o mistério em relação a marnie, no filme dá a impressão que ela sabe que é só um fantasma mas no livro parece que ela não sabe e pra ela a anna é tão estranha (por conta da diferença das épocas) quanto a marnie é estranha pra anna.
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