O Primeiro Telefonema do Céu

O Primeiro Telefonema do Céu Mitch Albom




Resenhas - O Primeiro Telefonema do Céu


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Maurinho 19/11/2014

O céu é de verdade
"O primeiro telefonema do céu" é uma história relativamente curta, mas muito envolvente. Acho que pode ser encarado como um drama, com alguns toques de suspense, impossível de largar até o seu final. Isto porque o tema diz respeito a todo e qualquer ser humano que habita este planeta: Existe vida após a morte? podemos nos comunicar com os entes queridos que já partiram? Por outro lado, muitas questões importantes são abordadas: culpa, penitência, relações familiares, e principalmente, o papel da mídia e das redes sociais na vida moderna.
Dito isso, destaco que não se trata de um livro de auto-ajuda, muito antes pelo contrário. É um romance que destaca as relações familiares, e como a vida de uma cidade pequena se modifica através de um acontecimento fantástico e sobrenatural.
Luciano 12/07/2020minha estante
Livro excelente! Dá a sensação de que estamos caminhando junto a Francisco. Quero ler novamente.


vicki4you 21/02/2021minha estante
Olá ,
como você está? Meu nome é Vicki, vi seu perfil hoje e fiquei interessado em você, quero que envie um e-mail para o meu endereço de e-mail privado (vdickson200@gmail.com) porque tenho um assunto importante que quero compartilhar com você




Carolina DC 10/01/2015

Emocionante!
A história se passa na pequena cidade de Coldwater , uma cidadezinha que fica no norte do Canadá, próxima do lago Michigan. Narrada em terceira pessoa, o enredo apresenta uma premissa diferente e apaixonante: e se nós pudéssemos conversar com as pessoas que amamos mas que já faleceram?
Em Coldwater isso é possível. Através de um simples aparelho de telefone, seja ele doméstico ou um celular, alguns moradores estão tendo a oportunidade de escutar em primeira mão o que acontece no céu.
Katherine Yellin e sua irmã Diane eram inseparáveis até que Diane morreu. Depois disso, Katherine continuou seguindo a sua vida, mas sem o entusiasmo de antigamente. Até o momento em que o antigo celular de Diane toca e a voz que ela acreditou que nunca mais ouviria novamente enchem os seus ouvidos.
Tess Rafferty perdeu a sua mãe após passar anos tomando conta dela. Mesmo sendo uma filha dedicada, ela ainda tem alguns arrependimentos em relação a como poderia ter lidado com algumas situações. Agora é possível escutar sua mãe conversando novamente e seu coração enche de alegria.
O chefe de polícia Jack Seller perdeu seu filho Robbie muito cedo. Robbie era um soldado que morreu em ação e a vida de seus pais nunca foi mais a mesma após a sua perda. Jack precisa decidir se irá agir como um homem da lei ou um homem da fé para lidar com a população de Coldwater e os inúmeros visitantes atraídos.
É graças a Amy Penn, uma jornalista da emissora Nine Action News. Amy tem 31 anos de idade e que mais do que o trabalho em uma emissora pequena oferece. Convocada para cobrir uma notícia que inicialmente acredita ser uma grande besteira, Amy terá seus sonhos tornados realidade. A questão é: o que ela vai sacrificar por isso?
Sullivan Harding é um homem amargurado. Preso injustamente, ele perdeu o funeral de sua querida esposa Giselle e agora precisa retornar para Coldwater, pois seus pais estão ajudando a criar o seu filho Jules de quase 7 anos de idade. Sem perspectivas para o futuro (era um piloto condecorado e agora tem no currículo uma passagem na prisão), ele precisa encontrar um emprego e uma forma de criar o filho sozinho. A situação se agrava quando o filho começa a criar esperanças de que Giselle entrará em contato com eles através de uma ligação telefônica. A partir daí Sullivan irá investigar se as tais ligações são realmente um ato divino ou a armação de alguém muito maldoso.
"O primeiro telefonema do céu" é um livro que fala de fé, de amor e esperança. O enredo é delicado e intrincado. Os capítulos alternam as perspectivas da história e cada um dos personagens acredita em determinada explicação. Independente disso, todos tem algo em comum: a necessidade de encerrar a história com a pessoa amada e conseguir ter paz no coração.
Uma linda história que deve ser lida com carinho e que deixará o leitor emocionado!

"Foi nesse dia que o mundo recebeu seu primeiro telefonema do céu.
O que aconteceu depois depende do tamanho da fé de cada um." (p. 10)

site: http://www.viajenaleitura.com.br/
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Telma 21/02/2015

O Primeiro Telefona do Céu
Imagine receber um telefonema dessa pessoa dizendo que está num lugar muito lindo... que está bem. Essa mesma pessoa tem a voz que você conhece tão bem e sabe de fatos que apenas vocês sabiam.

Até aqui já é difícil o bastante, não é? (e curioso o bastante!)

Nessa nossa vida onde acreditamos só ser real o que pode ser provado em laboratório (Ciência), como reagiríamos se algo assim acontecesse? Creríamos? Acharíamos estar alucinando, enlouquecendo?

Mitch Albom nos coloca nessa situação quando retrata a vida de uma sociedade numa cidade pequena (Coldwater) onde isso acontece com vários habitantes, e uma delas declara abertamente na Igreja o que anda acontecendo. Pronto! A mídia fica sabendo e a cidade entre em polvorosa!

Daí pra frente a bagunça é total e irrestrita: o oportunismo, o ceticismo e a fé brigam entre si, da mesma forma que as personagens e nosso envolvimento cresce, bem como nossas reflexões.

Todos querem receber a tão falada ligação do além... até que uma das habitantes, Tess, afirma que sua mãe disse que "É melhor do que em nossos sonhos", mas também fala de uma abertura que não vai durar muito tempo e soma-se aos outras ações e sentimentos um outro: o desespero!

Sobre a morte, os pensamentos de Sully (personagem fofo que perdeu a esposa):

"É preciso começar de novo. É o que todos dizem. A vida, no entanto, não é um jogo de tabuleiro, e a perda de uma pessoa querida nunca é como 'recomeçar um jogo'. É, acima de tudo, 'continuar sem'."

Depois de muitos acontecimentos. De saber da vida dos personagens e de se enternecer, de torcer com eles e por todos eles (de querer receber uma ligação também), ou seja, de muito envolvimento que o autor soube colocar de sobra na trama, ele termina o livro de uma forma que deixa TUDO A DESEJAR.

Poxa, o final foi realmente decepcionante!!!!... mas, a história vale a pena.

Talvez meu "tom" esteja um pouco deprê agora porque agarrei no livro até o final, justamente pelo final e o final, pra mim, foi frustrante. (são 2h23 da matina - levem isso em consideração, porque eu levo)

Vale a pena lê-lo, ainda que com um final frustrante (veja bem, frustante no meu ponto de vista, o seu pode ser diferente)? A resposta é sim!

Eu adoraria teter o pescocinho de Mitch Albom para torcer com todas as minhas forças até que ele reescreva o final? A resposta também é SIM! :)

A premissa é mais do que interessante! A história é bem elaborada e bem alinhavada. As personagens são críveis e me fez lembrar da série "Resurrection" (pela qual sou apaixonada). Fiquei presa na história e tive a música abaixo na minha cabeça o tempo todo (Detalhe: Não sei se a música é do Lenine, com o nome de O Que Você Faria ou se é do Paulinho Moska, com o nome O Último Dia)... minha cabeça cantava enquanto eu lia...

De qualquer forma, eu leria o livro e recomendo-o, mas... já aconselho: espere muito da criatividade da história e pouco da conclusão.

Deixo vocês com a música que povoou minha cabeça durante toda a leitura (porque o livro, dá mesmo a impressão de um fim do mundo):

Meu amor
O que você faria
Se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria
Ia manter sua agenda
De almoço, hora, apatia?
Ou esperar os seus amigos
Na sua sala vazia
Meu amor
O que você faria
Se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria
Corria pr'um shooping center
Ou para uma academia?
Prá se esquecer que não dá tempo
O tempo que já se perdia
Meu amor
O que você faria
Se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria
Andava pelado na chuva?
Corria no meio da rua?
Entrava de roupa no mar?
Trepava sem camisinha?
Meu amor
O que você faria?
O que você faria?
Abria a porta do hospício?
Trancava da delegacia?
Dinamitava o meu carro
Parava o tráfego e ria?

site: http://surtosliterarios.blogspot.com.br/
Renara 26/10/2018minha estante
estou na metade e achei que ta faltando conteudo, a historia está repetitiva, vim pesquisar pra ver o que outros leitores acharam, e me identifiquei com tua resenha... confesso que desanimei, vou terminar o livro pq de fato isso irá ocorrer, mas já esperando bem menos.




sarinha 29/07/2020

Já li outros livros do Mitch Albom que achei mais interessantes. O livro é bom, mas achei que a história se arrasta em alguns pontos. A leitura é leve e boa.
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Márcia G. Ribeiro 06/04/2020

3/3
Começou com uma premissa boa.
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Renara 26/10/2018minha estante
Mitch Albom é uma leitura maravilhosa, ele sabe mesmo prender a atenção, te indico As cinco pessoas que vc encontra no ceu, e a ultima grande lição.




Alessandra 17/09/2020

Arrastado
Sinceramente esperava mais do livro. Começou bem, mas a partir do meio fica bem arrastado. Foi com esforço que terminei.
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Mari | Triplo Books 12/01/2015

Uma leitura bem gostosa
Eu divido o livro em dois blocos que se vão se subdividindo ao longo do livro de forma gradativa. Um deles envolve as pessoas que receberam o telefonema dos mortos, a cidade e toda a reação em cadeia gerada a partir do momento em que uma dos escolhidos, Katherine Yellin, afirma para a igreja e para a imprensa que sua falecida irmã havia feito contato e que mandou espalhar para todos que existe uma vida além dessa.

O outro bloco seria o de Sully, morador de Coldwater e ex-piloto das forças armadas que fora preso após não ter provas de sua inocência depois de uma colisão com outra aeronave já que todo os registros . No mesmo dia sua esposa sofrera um acidente de carro que resultou no fim de sua vida. Sully sofre muito com a morte da esposa e agora cuida de seu filho, o pequeno Jules, na medida do possível. E quando Jules passa a desejar que sua mãe ligue para ele, Sully, resolve, por conta própria investigar o que de fato está acontecendo.

O Primeiro Telefonema do Céu teve, para mim, um bom enredo, bons personagens, uma história bem interessante e o autor conseguiu contar de uma forma que me prendesse ao livro. Como os capítulos são pequenos e subdivididos em pequenas partes de cada personagem, é possível entender um pouco de cada coisa, cada um em seu tempo.

Apesar de eu ter gostado da leitura e da forma do livro ser desenvolvida, achei que a conclusão que o autor deu para o caso (a investigação do Sully em relação à origem dos telefonemas) foi um pouco sem sentido. Eu poderia até dizer que foi conveniente demais para ele fazer do jeito que foi feito.

No mais, gostei do jeito ambíguo do final. Deixando para o leitor decidir no que acredita, bem como diz uma frase nas primeiras páginas da história:

"O que aconteceu depois depende do tamanho da fé de cada um."

site: http://www.triplobooks.com/
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Annelyse.Diamante 16/06/2020

Nossa... Que dificuldade foi pra terminar de ler esse livro. A história não rende, páginas e páginas falando a mesma coisa... Esse livro é cansativo demais!! Particularmente, não recomendo!
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Haydée Navarro 14/06/2020

Para aqueles que creem e para aqueles que não creem
Não precisa ter nenhuma religião para ler e gostar. Eu perdi meu pai exatamente um mês antes e o título me chamou a atenção (tudo o que eu queria e ainda quero é uma ligação dele). O livro nos traz uma boa reflexão nesse sentido, sem forçar nenhuma crença.
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Jo 03/04/2015

Crer ou não crer? Eis a questão.
De repente, o celular toca e, na linha, uma pessoa querida (ou não!) que, literalmente, está do lado de lá, ligando para dar notícias sobre a "nova vida" e sobre o quanto é bom viver na luz (lembrei da Caroline, de Poltergeist). Melhor ainda se o "fantasminha camarada", de quem você sempre teve saudade, passa a telefonar toda semana, nos mesmos horários.
Lembra aquela frase, que está sempre pipocando no face, sobre como seria bom se no céu tivesse horário de visitas? É mais ou menos assim que a história se desenrola na pequena cidade de Coldwater, Michigan/EUA, onde sete pessoas, dentre elas, o delegado, começam a receber ligações de entes queridos que já partiram dessa para melhor. Seja do filho, irmã, esposa, mãe, ex-sócio e até ex-funcionário, esses telefonemas, ao serem trazidos a público, causam grande impacto não só na vida daqueles que foram "escolhidos", mas na vida da cidade e do mundo, gerando comoção, protestos, brigas e desconfianças.
Os tais "escolhidos", cada um com sua religião, crença ou falta das duas, cada qual com seus medos, inseguranças e incertezas, viram pessoas abençoadas e passam a ser assediados diuturnamente pela imprensa e pelas outras pessoas, que também buscam o alento para suas dores em telefonemas do céu.
Romaria, trânsito, restaurantes e hotéis lotados, movimentam a cidade. Imóveis e terrenos no cemitério são disputadíssimos por pessoas que querem se mudar para lá e, quem sabe, também se tornarem "escolhidos" por seus mortos.
Em meio a isso tudo, Sully, um ex-fuzileiro, que ficou viúvo recentemente, tem que lidar com a ansiedade do filho que espera, a todo custo, uma ligação da mãe. Descrente, com a vida alquebrada, vivendo uma situação financeira difícil, ele não medirá esforços para provar que os tais telefonemas não passam de uma farsa.
Mitch Albom coloca o dedo na ferida e aperta fundo, mexendo com a crença das pessoas na vida após a morte, na existência de Deus, na fé inabalável e muitas vezes, cega e capenga, na culpa que muitos carregam e principalmente, na fragilidade do ser humano diante da morte.
Faz pensar!
Marta Skoober 03/04/2015minha estante
Jo, por que só três?


Jo 04/04/2015minha estante
Marta, é que sou chata, mesmo, kkk. Reservo 04 e 05 para aqueles q eu amoooo. Gostei desse livro. Eu imaginava que seria uma história chata, um tipo de auto-ajuda, mas me surpreendi. Valeu a pena, sim, mas não se tornou um dos meus preferidos.




Mel 05/04/2015

Sou grande fã do Mitch Albom. Dos livros que li dele, esse foi o "menos preferido", mas não deixa de ser uma boa história.
A vida de algumas pessoas muda depois de receberem telefonemas de pessoas muito próximas que já se foram. Todas moram na mesma cidade, que começa a receber uma atenção especial da mídia e a visita de vários religiosos e pessoas esperançosas de receber também algum tipo de ligação.
Porém, há quem desconfie do chamado Milagre, e investigações começam a ser feitas no sentido de descobrir o que realmente está acontecendo.
Renara 26/10/2018minha estante
concordo... o menos preferido... expectativa foi grande nesta leitura, mas ....




Deh Souza 02/07/2020

Uma boa leitura
Bom, vou começar dizendo que estou surpresa com o enredo da história, pelo título eu esperava que o autor fosse esfregar religião na cara de todo mundo e isso não acontece. Fiquei um pouco decepcionada com o desfecho, mas em geral, foi uma boa leitura. O personagem Sully foi o único que me prendeu ao livro, mas em geral, novamente, foi uma boa leitura.
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Sam 13/12/2015

"o medo é o que nos faz perder a vida...um pouco de cada vez...O que damos ao medo, retiramos...da fé."
Tantas vezes afastamos as vozes mais próximas de nós...Mas quando elas estão longe, as queremos de volta..
E isso acontece o tempo todo nessa história, Mitch narra uma vivência de dúvidas, erros,ganância desmedida,... atitudes tão humanas que beiram ao desespero, ele traz aqui também um pouco sobre arrependimento, sobre esperança,os mistérios da existência humana e fé...
Inicialmente temos uma ideia não muito atrativa no início desta história, mas isso tudo porque o melhor esteve guardado para os últimos capítulos, onde nos sentimos sugados dentro dessa trama de acreditar ou não acreditar, e por vezes bate um desânimo, mas no fim fica a ideia central de que para acreditarmos no céu não são necessárias manifestações, é o simples acreditar de coração, fazer um oração com fé de que algo ou alguém esteja te ouvindo e quem sabe se os céus realmente não estarão a te observar?....
De todas as formas, nosso mundo é um caos e muito disso é relatado aqui, portanto, para alguns talvez seja preciso pra não dizer imprescindível, esse momento de sossego, de recolhimento e que ninguém atrapalhe ou sequer censure, pois fé não se julga, não se coloca em uma balança de certo e errado....Fé é simplesmente o ato de agir com otimismo na crença de um novo amanhã...
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