O Primeiro Telefonema do Céu

O Primeiro Telefonema do Céu Mitch Albom




Resenhas - O Primeiro Telefonema do Céu


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Maurinho 19/11/2014

O céu é de verdade
"O primeiro telefonema do céu" é uma história relativamente curta, mas muito envolvente. Acho que pode ser encarado como um drama, com alguns toques de suspense, impossível de largar até o seu final. Isto porque o tema diz respeito a todo e qualquer ser humano que habita este planeta: Existe vida após a morte? podemos nos comunicar com os entes queridos que já partiram? Por outro lado, muitas questões importantes são abordadas: culpa, penitência, relações familiares, e principalmente, o papel da mídia e das redes sociais na vida moderna.
Dito isso, destaco que não se trata de um livro de auto-ajuda, muito antes pelo contrário. É um romance que destaca as relações familiares, e como a vida de uma cidade pequena se modifica através de um acontecimento fantástico e sobrenatural.
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Telma 21/02/2015

O Primeiro Telefona do Céu
Imagine receber um telefonema dessa pessoa dizendo que está num lugar muito lindo... que está bem. Essa mesma pessoa tem a voz que você conhece tão bem e sabe de fatos que apenas vocês sabiam.

Até aqui já é difícil o bastante, não é? (e curioso o bastante!)

Nessa nossa vida onde acreditamos só ser real o que pode ser provado em laboratório (Ciência), como reagiríamos se algo assim acontecesse? Creríamos? Acharíamos estar alucinando, enlouquecendo?

Mitch Albom nos coloca nessa situação quando retrata a vida de uma sociedade numa cidade pequena (Coldwater) onde isso acontece com vários habitantes, e uma delas declara abertamente na Igreja o que anda acontecendo. Pronto! A mídia fica sabendo e a cidade entre em polvorosa!

Daí pra frente a bagunça é total e irrestrita: o oportunismo, o ceticismo e a fé brigam entre si, da mesma forma que as personagens e nosso envolvimento cresce, bem como nossas reflexões.

Todos querem receber a tão falada ligação do além... até que uma das habitantes, Tess, afirma que sua mãe disse que "É melhor do que em nossos sonhos", mas também fala de uma abertura que não vai durar muito tempo e soma-se aos outras ações e sentimentos um outro: o desespero!

Sobre a morte, os pensamentos de Sully (personagem fofo que perdeu a esposa):

"É preciso começar de novo. É o que todos dizem. A vida, no entanto, não é um jogo de tabuleiro, e a perda de uma pessoa querida nunca é como 'recomeçar um jogo'. É, acima de tudo, 'continuar sem'."

Depois de muitos acontecimentos. De saber da vida dos personagens e de se enternecer, de torcer com eles e por todos eles (de querer receber uma ligação também), ou seja, de muito envolvimento que o autor soube colocar de sobra na trama, ele termina o livro de uma forma que deixa TUDO A DESEJAR.

Poxa, o final foi realmente decepcionante!!!!... mas, a história vale a pena.

Talvez meu "tom" esteja um pouco deprê agora porque agarrei no livro até o final, justamente pelo final e o final, pra mim, foi frustrante. (são 2h23 da matina - levem isso em consideração, porque eu levo)

Vale a pena lê-lo, ainda que com um final frustrante (veja bem, frustante no meu ponto de vista, o seu pode ser diferente)? A resposta é sim!

Eu adoraria teter o pescocinho de Mitch Albom para torcer com todas as minhas forças até que ele reescreva o final? A resposta também é SIM! :)

A premissa é mais do que interessante! A história é bem elaborada e bem alinhavada. As personagens são críveis e me fez lembrar da série "Resurrection" (pela qual sou apaixonada). Fiquei presa na história e tive a música abaixo na minha cabeça o tempo todo (Detalhe: Não sei se a música é do Lenine, com o nome de O Que Você Faria ou se é do Paulinho Moska, com o nome O Último Dia)... minha cabeça cantava enquanto eu lia...

De qualquer forma, eu leria o livro e recomendo-o, mas... já aconselho: espere muito da criatividade da história e pouco da conclusão.

Deixo vocês com a música que povoou minha cabeça durante toda a leitura (porque o livro, dá mesmo a impressão de um fim do mundo):

Meu amor
O que você faria
Se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria
Ia manter sua agenda
De almoço, hora, apatia?
Ou esperar os seus amigos
Na sua sala vazia
Meu amor
O que você faria
Se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria
Corria pr'um shooping center
Ou para uma academia?
Prá se esquecer que não dá tempo
O tempo que já se perdia
Meu amor
O que você faria
Se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria
Andava pelado na chuva?
Corria no meio da rua?
Entrava de roupa no mar?
Trepava sem camisinha?
Meu amor
O que você faria?
O que você faria?
Abria a porta do hospício?
Trancava da delegacia?
Dinamitava o meu carro
Parava o tráfego e ria?

site: http://surtosliterarios.blogspot.com.br/
Renara 26/10/2018minha estante
estou na metade e achei que ta faltando conteudo, a historia está repetitiva, vim pesquisar pra ver o que outros leitores acharam, e me identifiquei com tua resenha... confesso que desanimei, vou terminar o livro pq de fato isso irá ocorrer, mas já esperando bem menos.




Carolina Durães 10/01/2015

Emocionante!
A história se passa na pequena cidade de Coldwater , uma cidadezinha que fica no norte do Canadá, próxima do lago Michigan. Narrada em terceira pessoa, o enredo apresenta uma premissa diferente e apaixonante: e se nós pudéssemos conversar com as pessoas que amamos mas que já faleceram?
Em Coldwater isso é possível. Através de um simples aparelho de telefone, seja ele doméstico ou um celular, alguns moradores estão tendo a oportunidade de escutar em primeira mão o que acontece no céu.
Katherine Yellin e sua irmã Diane eram inseparáveis até que Diane morreu. Depois disso, Katherine continuou seguindo a sua vida, mas sem o entusiasmo de antigamente. Até o momento em que o antigo celular de Diane toca e a voz que ela acreditou que nunca mais ouviria novamente enchem os seus ouvidos.
Tess Rafferty perdeu a sua mãe após passar anos tomando conta dela. Mesmo sendo uma filha dedicada, ela ainda tem alguns arrependimentos em relação a como poderia ter lidado com algumas situações. Agora é possível escutar sua mãe conversando novamente e seu coração enche de alegria.
O chefe de polícia Jack Seller perdeu seu filho Robbie muito cedo. Robbie era um soldado que morreu em ação e a vida de seus pais nunca foi mais a mesma após a sua perda. Jack precisa decidir se irá agir como um homem da lei ou um homem da fé para lidar com a população de Coldwater e os inúmeros visitantes atraídos.
É graças a Amy Penn, uma jornalista da emissora Nine Action News. Amy tem 31 anos de idade e que mais do que o trabalho em uma emissora pequena oferece. Convocada para cobrir uma notícia que inicialmente acredita ser uma grande besteira, Amy terá seus sonhos tornados realidade. A questão é: o que ela vai sacrificar por isso?
Sullivan Harding é um homem amargurado. Preso injustamente, ele perdeu o funeral de sua querida esposa Giselle e agora precisa retornar para Coldwater, pois seus pais estão ajudando a criar o seu filho Jules de quase 7 anos de idade. Sem perspectivas para o futuro (era um piloto condecorado e agora tem no currículo uma passagem na prisão), ele precisa encontrar um emprego e uma forma de criar o filho sozinho. A situação se agrava quando o filho começa a criar esperanças de que Giselle entrará em contato com eles através de uma ligação telefônica. A partir daí Sullivan irá investigar se as tais ligações são realmente um ato divino ou a armação de alguém muito maldoso.
"O primeiro telefonema do céu" é um livro que fala de fé, de amor e esperança. O enredo é delicado e intrincado. Os capítulos alternam as perspectivas da história e cada um dos personagens acredita em determinada explicação. Independente disso, todos tem algo em comum: a necessidade de encerrar a história com a pessoa amada e conseguir ter paz no coração.
Uma linda história que deve ser lida com carinho e que deixará o leitor emocionado!

"Foi nesse dia que o mundo recebeu seu primeiro telefonema do céu.
O que aconteceu depois depende do tamanho da fé de cada um." (p. 10)

site: http://www.viajenaleitura.com.br/
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Renara 26/10/2018minha estante
Mitch Albom é uma leitura maravilhosa, ele sabe mesmo prender a atenção, te indico As cinco pessoas que vc encontra no ceu, e a ultima grande lição.




Mari | Triplo Books 12/01/2015

Uma leitura bem gostosa
Eu divido o livro em dois blocos que se vão se subdividindo ao longo do livro de forma gradativa. Um deles envolve as pessoas que receberam o telefonema dos mortos, a cidade e toda a reação em cadeia gerada a partir do momento em que uma dos escolhidos, Katherine Yellin, afirma para a igreja e para a imprensa que sua falecida irmã havia feito contato e que mandou espalhar para todos que existe uma vida além dessa.

O outro bloco seria o de Sully, morador de Coldwater e ex-piloto das forças armadas que fora preso após não ter provas de sua inocência depois de uma colisão com outra aeronave já que todo os registros . No mesmo dia sua esposa sofrera um acidente de carro que resultou no fim de sua vida. Sully sofre muito com a morte da esposa e agora cuida de seu filho, o pequeno Jules, na medida do possível. E quando Jules passa a desejar que sua mãe ligue para ele, Sully, resolve, por conta própria investigar o que de fato está acontecendo.

O Primeiro Telefonema do Céu teve, para mim, um bom enredo, bons personagens, uma história bem interessante e o autor conseguiu contar de uma forma que me prendesse ao livro. Como os capítulos são pequenos e subdivididos em pequenas partes de cada personagem, é possível entender um pouco de cada coisa, cada um em seu tempo.

Apesar de eu ter gostado da leitura e da forma do livro ser desenvolvida, achei que a conclusão que o autor deu para o caso (a investigação do Sully em relação à origem dos telefonemas) foi um pouco sem sentido. Eu poderia até dizer que foi conveniente demais para ele fazer do jeito que foi feito.

No mais, gostei do jeito ambíguo do final. Deixando para o leitor decidir no que acredita, bem como diz uma frase nas primeiras páginas da história:

"O que aconteceu depois depende do tamanho da fé de cada um."

site: http://www.triplobooks.com/
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Sam 13/12/2015

"o medo é o que nos faz perder a vida...um pouco de cada vez...O que damos ao medo, retiramos...da fé."
Tantas vezes afastamos as vozes mais próximas de nós...Mas quando elas estão longe, as queremos de volta..
E isso acontece o tempo todo nessa história, Mitch narra uma vivência de dúvidas, erros,ganância desmedida,... atitudes tão humanas que beiram ao desespero, ele traz aqui também um pouco sobre arrependimento, sobre esperança,os mistérios da existência humana e fé...
Inicialmente temos uma ideia não muito atrativa no início desta história, mas isso tudo porque o melhor esteve guardado para os últimos capítulos, onde nos sentimos sugados dentro dessa trama de acreditar ou não acreditar, e por vezes bate um desânimo, mas no fim fica a ideia central de que para acreditarmos no céu não são necessárias manifestações, é o simples acreditar de coração, fazer um oração com fé de que algo ou alguém esteja te ouvindo e quem sabe se os céus realmente não estarão a te observar?....
De todas as formas, nosso mundo é um caos e muito disso é relatado aqui, portanto, para alguns talvez seja preciso pra não dizer imprescindível, esse momento de sossego, de recolhimento e que ninguém atrapalhe ou sequer censure, pois fé não se julga, não se coloca em uma balança de certo e errado....Fé é simplesmente o ato de agir com otimismo na crença de um novo amanhã...
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Mel 05/04/2015

Sou grande fã do Mitch Albom. Dos livros que li dele, esse foi o "menos preferido", mas não deixa de ser uma boa história.
A vida de algumas pessoas muda depois de receberem telefonemas de pessoas muito próximas que já se foram. Todas moram na mesma cidade, que começa a receber uma atenção especial da mídia e a visita de vários religiosos e pessoas esperançosas de receber também algum tipo de ligação.
Porém, há quem desconfie do chamado Milagre, e investigações começam a ser feitas no sentido de descobrir o que realmente está acontecendo.
Renara 26/10/2018minha estante
concordo... o menos preferido... expectativa foi grande nesta leitura, mas ....




Jo 03/04/2015

Crer ou não crer? Eis a questão.
De repente, o celular toca e, na linha, uma pessoa querida (ou não!) que, literalmente, está do lado de lá, ligando para dar notícias sobre a "nova vida" e sobre o quanto é bom viver na luz (lembrei da Caroline, de Poltergeist). Melhor ainda se o "fantasminha camarada", de quem você sempre teve saudade, passa a telefonar toda semana, nos mesmos horários.
Lembra aquela frase, que está sempre pipocando no face, sobre como seria bom se no céu tivesse horário de visitas? É mais ou menos assim que a história se desenrola na pequena cidade de Coldwater, Michigan/EUA, onde sete pessoas, dentre elas, o delegado, começam a receber ligações de entes queridos que já partiram dessa para melhor. Seja do filho, irmã, esposa, mãe, ex-sócio e até ex-funcionário, esses telefonemas, ao serem trazidos a público, causam grande impacto não só na vida daqueles que foram "escolhidos", mas na vida da cidade e do mundo, gerando comoção, protestos, brigas e desconfianças.
Os tais "escolhidos", cada um com sua religião, crença ou falta das duas, cada qual com seus medos, inseguranças e incertezas, viram pessoas abençoadas e passam a ser assediados diuturnamente pela imprensa e pelas outras pessoas, que também buscam o alento para suas dores em telefonemas do céu.
Romaria, trânsito, restaurantes e hotéis lotados, movimentam a cidade. Imóveis e terrenos no cemitério são disputadíssimos por pessoas que querem se mudar para lá e, quem sabe, também se tornarem "escolhidos" por seus mortos.
Em meio a isso tudo, Sully, um ex-fuzileiro, que ficou viúvo recentemente, tem que lidar com a ansiedade do filho que espera, a todo custo, uma ligação da mãe. Descrente, com a vida alquebrada, vivendo uma situação financeira difícil, ele não medirá esforços para provar que os tais telefonemas não passam de uma farsa.
Mitch Albom coloca o dedo na ferida e aperta fundo, mexendo com a crença das pessoas na vida após a morte, na existência de Deus, na fé inabalável e muitas vezes, cega e capenga, na culpa que muitos carregam e principalmente, na fragilidade do ser humano diante da morte.
Faz pensar!
Marta 03/04/2015minha estante
Jo, por que só três?


Jo 04/04/2015minha estante
Marta, é que sou chata, mesmo, kkk. Reservo 04 e 05 para aqueles q eu amoooo. Gostei desse livro. Eu imaginava que seria uma história chata, um tipo de auto-ajuda, mas me surpreendi. Valeu a pena, sim, mas não se tornou um dos meus preferidos.




Vivi Martins 16/03/2015

Quando algumas pessoas começam a receber ligações de entes queridos já falecidos, a pequena cidade de Coldwater se transforma de forma impensável e imprevisível, mas nem todos acreditam nestas ligações do céu e vão fazer de tudo para desmascarar as falsas ligações.
Um livro no estilo de Mitch Alboim, que nos faz refletir e reavaliar valores.
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Kamila 26/01/2017

O Primeiro Telefonema do Céu nos apresenta a interiorana cidade de Coldwater, estado americano de Michigan. Katherine Yellin, uma corretora imobiliária, ainda não superou a morte da irmã, por aneurisma. Até que, numa manhã, Katherine recebe uma ligação de Diane. Sua irmã. Morta há dois anos. Tess Rafferty, que perdera a mãe recentemente, também recebe uma ligação. De Ruth. A mãe. O policial Jack Sellers também recebeu uma ligação de seu filho Robbie, morto no Afeganistão.

Tess, Katherine, o policial Jack e alguns "escolhidos" receberam ligações de seus entes queridos. Até que, durante o culto na Igreja batista da cidade, Katherine traz o que ela chama de "boa-nova". E essa notícia vai chegar à imprensa.

Do outro lado, Sully Harding acaba de sair da prisão, acusado de um crime que cometeu, mas não cometeu - sim, é estranho, mas quem ler vai entender. Ele é um ex-militar que, recentemente, perdeu a esposa e tinha acabado de reencontrar seu filho, de sete anos. Ele ouve a notícia de Katherine e acha um absurdo.

As ligações se repetem. Sempre às sextas-feiras. Em mensagens curtas, os mortos dizem que não há dor, há paz e que espalhem a boa-nova, que Deus está na dúvida e coisas assim. Amy, uma jornalista de uma cidade maior, vai até Coldwater para investigar essa trama. Ela sonha com um emprego melhor, com um salário melhor, longe de sua atual empregadora, a Nine Action News. Mas Coldwater a transformará profundamente.

Diversos veículos de comunicação chegam à pequena cidade na busca de conseguir mais informações sobre os "telefonemas do além". Amy vai precisar driblar todos eles se quiser alguma exclusividade - e melhorar de emprego. Tess, Katherine e outros só querem ouvir seus entes queridos do outro lado da linha. Sully quer provar que tudo é mentira e que não há nada do outro lado, mas seu filho anda com um telefone de brinquedo, esperando uma ligação da mãe. Um verdadeiro exercício de fé.

Quando eu fiz a solicitação de novembro da Arqueiro, me lembro perfeitamente de ter pedido outro título, mas talvez por erro ou por falta do solicitado no estoque, mandaram O Primeiro Telefonema do Céu, fazendo dobradinha com As Cordas Mágicas (resenha aqui). Talvez essa troca não foi a toa. O livro fala de fé e esse sentimento anda em falta na minha vida, devo confessar. Até ler As Cordas Mágicas, não fazia ideia de quem era Mitch Albom. Agora, leio tudo o que ele escrever. Obviamente, não conhecia esse livro, mas agora virou um de meus favoritos.

Devorado em um dia, basicamente, você terá uma opinião absoluta ao fim da leitura: acredite no que achar melhor. Durante a leitura, você toma uma lado da situação: ou acredita ou não. Conforme a história vai se desenvolvendo, você mergulha totalmente em Coldwater. Você está lá, manifestando sua opinião. É praticamente impossível se confundir com os fatos, aliás, o jornalismo (marrom) está lá, fazendo seu papel - programas do tipo Datena, Marcelo Rezende e Sonia Abrão não sairiam da cidade.

Pra quem gosta de história real (oba!), aqui também tem. Em paralelo aos acontecidos de Michigan, o narrador (onisciente) conta a História do telefone, de como Alexander Graham Bell supostamente roubou a ideia de outro, apresentou-a a Dom Pedro e depois à Rainha Vitória. Aliás, tem várias curiosidades sobre o inventor do telefone: tanto sua mãe como sua esposa eram surdas e, indiretamente, contribuíram para o desenvolvimento do produto.

Esse livro é tão especial que até seu formato é diferente. Ele é menor em relação ao padrão de tamanho que a editora usa em seus títulos. Talvez seja o tamanho certo para guardarmos no coração essa preciosidade. Dizer que a capa é linda e não encontrei erros de nenhuma ordem durante a leitura é só um pequeno detalhe. A mensagem desse livro pode resumida a: tenha fé. Não necessariamente em Deus, mas em que dias melhores virão.

site: http://resenhaeoutrascoisas.blogspot.com.br/2017/01/resenha-o-primeiro-telefonema-do-ceu.html
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Vanessa Castro 17/06/2018

Resenha “O Primeiro Telefonema do Céu” de Mitch Albom
Quem já não perdeu um ente querido ou um amor e não gostaria de ouvir sua voz mais uma vez, ou apenas um “Estou Bem?”. Talvez apenas para abrandar a dor da perda ou até por curiosidade, imaginem receber o primeiro telefonema do céu!!! Foi essa realidade que Mitch Albom narrou neste romance impactante.
O livro “O primeiro telefonema do céu”, demostra que sempre vai existir cético e sempre haverá crentes, mas ao ler o livro percebi que a dor da perda aumentam a ideia de que existe “um lugar melhor”. Entretanto o primeiro telefonema do céu recebido Tess Rafferty trás uma multidão para a pequena cidade Coldwater, em Michigan, EUA. Todos com a esperança de participar do corredor de comunicação entre o céu e o mundo mortal.

Mitch Albom com certeza conseguiu dividir os leitores com base em sua posição de cético ou crente, no meu caso (Cética) fiquei sempre imaginando que tinha uma armação dos moradores para atrair popularidade (me enganei rsrsr) .

Albom conta a historia de personagens que sofreram perdas irreparáveis. Katherine Yellin, a agente imobiliária que está de luto por sua irmã e se torna o foco da atenção da mídia. Jack Sellers, o chefe de polícia local que perdeu seu filho no Afeganistão, e Sullivan Harding, um ex-piloto da marinha que está lutando com seus próprios demônios. Sua esposa morreu em um acidente de carro no dia em que ele caiu de um avião e ele se culpa, entre outros.

O interessante dos personagens é que todos nos já conhecemos ou já ouvimos falar em uma pessoa que sofre por uma perda parecida e isso nos faz querer que seja real, ler sobre reação de cada personagem ao receber a ligação que promete que o fim não é o fim e que seu ente querido está a sua espera, abranda o coração.

No dia em que o mundo recebeu seu primeiro telefonema do céu, Tess Rafferty estava desembrulhando uma caixa de saquinhos de chá.
Drrrrnnn!

Ela ignorou o anel e cravou as unhas no plástico.

Drrrrnnn!

Ela arranhou seu dedo indicador através da parte irregular do lado.

Drrrrnnn!

Finalmente, ela fez um rasgo, então tirou o embrulho e apertou-o na palma da mão. Ela sabia que o telefone iria para a secretária eletrônica se ela não pegasse antes de mais uma

Drrnnn –

“Olá?”

Muito tarde.

“Ach, essa coisa”, ela murmurou. Ela ouviu a máquina clicar no balcão da cozinha enquanto tocava sua mensagem de saída.

“Oi, é Tess. Deixe seu nome e número. Eu voltarei com você assim que puder, obrigado.

Um pequeno bipe soou. Tess ouviu estática. E depois.

“É mamãe. . . . Eu preciso te contar uma coisa.”

Tess parou de respirar. O receptor caiu de seus dedos. Sua mãe morreu há quatro anos

A pequena e calma cidade Coldwater, se vê de repente no frenesi da mídia, e os canais de TV disputam os personagens para apresentar essa história incrível. Mas Sully não acreditando em “milagres”, em que as vozes do além conversam com seus entes queridos, começa a investigar os telefonemas e temos um final nada menos que surpreendente.

Com uma narrativa em terceira pessoa, envolvente e dinâmica. Albom nos apresenta uma história repleta de mistérios e dramas.



site: http://www.i9vadore.com/2018/06/10/o-primeiro-telefonema-do-ceu/
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cris.leal.12 30/06/2017

Milagre ou brincadeira?
Em certa manhã na pequena cidade de Coldwater, em Michigan, os telefones de alguns moradores começam a tocar e as vozes de pessoas que já morreram dizem que estão ligando do céu. Enquanto cada chamada é recebida de forma diferente: com amor, com zelo religioso e até com medo, Sully Harding, um pai de luto, com um filho curioso e esperançoso de receber uma ligação da mãe falecida, toma para si a tarefa de descobrir se o que está acontecendo na cidade é o maior de todos os milagres ou uma brincadeira cruel.

"O Primeiro Telefonema do Céu", de Mitch Albom, é uma história de suspense e, ao mesmo tempo, uma reflexão sobre a crença (ou descrença) na vida após a morte. Para onde vamos quando morremos? O céu existe? O fim é mesmo o fim?

site: http://www.newsdacris.com.br/2014/12/eu-li-o-primeiro-telefonema-do-ceu.html
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Giancarlo 08/08/2016

Ideias simples para uma excelente história
Uma ideia simples. Coisa que qualquer um poderia ter pensado ou que muitos já pensaram, mas que, colocado sob uma redação de qualidade, empresta uma bela e cativante história que nos leva a refletir sobre nossas relações interpessoais. A obra não faz apologia religiosa. Fiquei surpreso pela falta de apelo religioso, o que só aumentou minha consideração pela obra.
Trata-se de uma história que acontece numa cidade pequena dos EUA e que muitos não acreditam. Delírio? Fraude? Temos bons personagens, conflitos emocionais, perdas e até ações militares. Não é um "livro bobo" como muitos podem querer julgar ao ler o seu título. Vale a pena a leitura.
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Drica 01/10/2015

"Como você se sentiria se um dia recebesse uma ligação de alguém que ama muito, mas que já se foi"?
Com um tema muito intrigante, esta história nos prende do início ao fim. Bem construída e conduzida, com capítulos curtos, alternando entre as pessoas que foram agraciadas com os telefonemas e algumas peculiaridades sobre a invenção do telefone e seu inventor, a leitura flui com muita rapidez..
Embora o desfecho tenha sido um pouco aquém das minhas expectativas, motivo pelo qual não ganhou 5 estrelas, recomendo a leitura.
Sam 02/10/2015minha estante
Uauuuuu..choquei! !!


Drica 02/10/2015minha estante
Sam, não sei se vc irá gostar, sou um pouco suspeita pois adoro o tema...


Sam 06/10/2015minha estante
Adoro estes temas tbm Drica...tudo a ver com meu estilo de vida..




Dressa Oficial 06/01/2015

Resenha O Primeiro Telefonema do Céu
Página 13
As notícias da vida são transmitidas por telefone. O nascimento de um bebê, um noivado, um acidente trágico em uma estrada tarde da noite... Quase todos os acontecimentos marcantes da jornada humana, bons ou ruins, são anunciados pelo toque de um aparelho telefônico.

Olá, tudo bem com você?

Eu já li alguns livros deste autor, então quando saiu a lista de lançamentos da editora Arqueiro com esse livro, fiquei bem curiosa com a leitura pois todos os livros deste autor passam mensagens de reflexão e que sempre valem a pena serem lidos.

Esse livro em particular eu achei o mais diferente que já li, o livro conta a história de vários personagens e confesso que no começo foi um pouco difícil assimilar quem era quem de tanto personagem que surgiu nesta história.

A história se passa na pequena cidade de Coldwater localizada em Michigan, e logo somos apresentados ao personagem Sully um homem que perdeu a esposa logo depois que saiu da prisão, agora precisa lidar com a liberdade e tentar cuidar do seu filho ainda muito pequeno.

Desde que saiu da prisão e perdeu sua esposa Sully perdeu a fé em Deus e agora segue sua vida sem acreditar em forças superiores.

Página 17
É preciso começar de novo. É o que todos dizem. A vida, no entanto não é um jogo de tabuleiro, e a perda de uma pessoa querida nunca é como "recomeçar um jogo". É acima de tudo, "continuar sem".

Katherine teve uma irmã que morreu a cerca de 2 anos e recebe uma ligação no seu celular dizendo se tratar de sua irmã, Katherine frequenta uma igreja evangélica e decide compartilhar essa notícia com todos os fiéis.

Tess perdeu a mãe a mais de um ano e também afirma receber ligações de sua mãe e por frequentar uma igreja católica também decide expor os telefonemas para todos saberem.

O livro é narrado em terceira pessoa e conta um pouco da vida de todos os personagens antes de perderem seus entes queridos e como chegaram a receber as ligações de seus parentes.

Jack é o delegado da pequena cidade de Coldwater e também está recebendo ligações do céu, de seu filho que já morreu a algum tempo , porém por Jack ser o delegado da cidade ele decide manter essa informação em segredo.

A notícia se espalha rapidamente pelo mundo todo e várias pessoas se mudam para Coldwater para também serem abençoados, todos querem receber noticias das pessoas queridas que já partiram dessa para uma melhor.

A cidade vira uma loucura, Katherine, Tess, e outras pessoas são procuradas por jornalistas, tem a sua vida invadida por outras pessoas querendo saber mais noticias sobre esse fenômeno e Sully parece ser a única pessoa que não acredita nesse milagre e acha que tudo não passa de uma armação.

Sully vê seu filho pequeno acreditando nesta história e desejando que sua mãe ligue para ele também em seu celular de brinquedo, então depois deste fato Sully vai em busca de provas para desmascarar todo esse milagre.

Página 89
Os vivos não podem falar com os mortos. Se pudessem, não achariam que eu também falaria? Acham que eu não trocaria o ar que respiro por uma única palavra de minha esposa? Isso não acontece. Não há Deus que faça algo assim. Não existe milagre nenhum em Coldwater. É algum tipo de truque, uma trapaça, uma fraude, um enorme embuste.

A leitura flui muito rápida, as páginas são amareladas, porém a letras são bem pequenas e o fato de ter muitos personagens confunde um pouco. Porém por outro lado descobri muitas coisas sobre como foi inventado o telefone, quem inventou e quais outras pessoas também dizem ter inventado.

O mais interessante de tudo isso é que Alexander Graham Bell o inventor oficial do telefone não pôde escutar a voz da sua mulher amada no telefone porque ela era surda, como uma coisa assim hoje mudou o mundo todo e faz até muitas pessoas se tornarem dependentes dessa tecnologia.

O final é bem inusitado e eu gostei bastante do livro, mas poderia ter tido um final melhor, por isso não dei nota máxima.

Até que ponto somos capazes de fazer algo para receber notícias de pessoas que amamos e não está neste mundo?

Vale a pena ir em busca de noticias sem ao menos saber se é certo, se existe de fato? E se existisse uma maneira de quem morreu conseguir se comunicar com você isso seria bom ? Seria estranho?

Convido você a ler esse livro e descobrir o que de fato é verdade ou não.

Página 108
O medo nos faz perder a vida... um pouco de cada vez...O que damos ao medo, retiramos...da fé.

*Esse foi o sétimo livro lido na maratona de férias.

Beijos

Até mais...

site: http://www.livrosechocolatequente.com.br/2014/12/resenha-o-primeiro-telefonema-do-ceu.html
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