A árvore das estrelas vermelhas

A árvore das estrelas vermelhas Tessa Bridal




Resenhas - A Árvore das estrelas vermelhas


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Sinésio 15/01/2010

Acompanhar a história de Magdalena e Marco Aurelio, dois revolucionários uruguaios, durante as décadas de 60 e 70, foi apaixonante.
O Uruguai também viveu os horrores da perseguição política, na época em que a ditadura militar vigorou no Brasil.
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Jéssica (@simboraler) 17/04/2020

Bom em alguns momentos
Quando li a sinopse, fiquei muito animada, porém ao começar a leitura me senti um pouco chateada enquanto avançada. A verdade é que o livro não entrega 100% o que é dito na orelha e na sinopse. Tem muito capítulo de poderia ter sido retirado e que não faria diferença para a história. A amizade entre Maga e Emília, no início tão forte, foi caindo no esquecimento com o decorrer do livro. A parte dos Tupamaros começa a aparecer realmente no lá 5 últimos capítulos. O final real do livro é no final do epílogo, quando paramos de ler o último capítulo ele termina totalmente sem sentido. Me decepcionei não pela história em si, mas com a expectativa que criei baseada no que é dito da contra-capa. O livro é legal, mas não surpreendeu.
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Amanda Salomone 01/12/2020

O amor e a amizade em meio à ditadura uruguaia. Interessante retrato da ação dos tupamaros, grupo de guerrilha urbana socialista no Uruguai dos anos 60/70.
Recomendo o livro.
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Carol 23/01/2021

"Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça"
Enquanto estava lendo, achei que o envolvimento de Magdalena com os Tupamaros (de acordo com a sinopse) estava demorando muito para acontecer, pensei que a história acabaria ficando muito corrida... mas quando aconteceu, entendi o motivo: porque poucas páginas já seriam pesadas e suficientes o bastante para descrever os horrores cometidos pela ditadura militar contra aqueles que ousaram lutar contra ela. As passagens sobre cativeiro e tortura lembram muito os relatos que conhecemos sobre a ditadura no Brasil; inclusive, esse foi um ponto que gostei muito: Tessa Bridal também faz alusões aos regimes militares que ocorreram em outras partes da América Latina, como o Brasil e o Chile.

Gostaria de ter visto mais de Cora, uma das personagens que mais me cativou, e do intercâmbio de Magda nos Estados Unidos, mas no geral é um ótimo livro. Salvei várias citações, a escrita de Tessa Bridal é belíssima, a narrativa da infância e adolescência de Magda, apesar de longa, é deliciosa de se ler. E, claro, é sempre importante relembrar das atrocidades que são intrínsecas de uma ditadura militar, e que vemos acontecendo cada vez mais, disfarçadas de moral e bons costumes atacando as jovens e frágeis democracias que passo a passo vão assumindo ares fascistas.
Para que não se esqueça.
Para que nunca mais aconteça.
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