Sejamos Todos Feministas

Sejamos Todos Feministas Chimamanda Ngozi Adichie




Resenhas - Sejamos todos feministas


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Adriana Scarpin 30/09/2014

O problema desse livro é que ele é muito curto, eu poderia ler o que a Adichie escreve com propriedade por centenas de páginas, ela é a Simone de Beauvoir da contemporaneidade.
Mattos Dias 25/11/2014minha estante
Uma pena ser curto mesmo. =/


Lucia 29/11/2014minha estante
Dri, ele só é curto porque é a transcrição de um discurso (acho que este é o termo correto) que a Chimamanda fez numa das conferências da TED (link: https://www.youtube.com/watch?v=hg3umXU_qWc ). Eu gostaria muito de ler mais coisas da Adichie falando sobre feminismo! Ela é ótima e eu amei assistir e ler isto, mesmo que seja curto. Vamos esperar que ela escreva mais coisas deste tipo!
Conheces a obra ficcional dela? Se não, aproveito para indicar "Americanah", publicado no Brasil pela Companhia das Letras. É um romance belíssimo!
Abraço! ^^


Maíra 30/12/2014minha estante
Tbm achei, li ele no kindle e até achei que tava faltando. Ficou com um gostinho de quero mais!!




Jacqueline 07/04/2015

Porque ainda é preciso ser feminista
Porque homens ainda ganham mais que mulheres nas mesmas funções, porque garçons ignoram mulheres, porque muitos ainda consideram imprópria a palavra presidenta, porque os principais chefs do mundo são homens e a maioria das cozinheiras são mulheres, porque mulheres ainda não podem entrar sozinha em alguns lugares, porque muita gente ainda culpa as mulheres pelo assédio que sofrem, porque mulher solteira é mal vista , enfim, porque as injustiças são muitas.
Victória 07/07/2015minha estante
Siiiiiiiiiim!




Rodrigo Soares 12/03/2015

Sejamos Todos Feministas
Livro fantástico, versão modificada de uma palestra de dezembro de 2012 pela belíssima Chimamanda Ngozi na TEDxEuston. Me fez refletir sobre os meus conceitos e pré-conceitos sobre o papel da mulher diante dessa sociedade machista em que vivemos. Acho que todas as pessoas do planeta deveriam lê-lo e pensar a respeito de algo tão importante para nós, principalmente para as mulheres.
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Ricardo Silas 05/12/2015

O debate sobre feminismo não deve excluir os homens, como tem sido feito nas redes sociais. Foi por isso que eu me encantei com o discurso brilhante da Adichie. Ela foi corajosa ao dizer que o machismo não prejudica somente as mulheres, mas também o sexo oposto. No universo masculino, qualquer demonstração de sensibilidade é sinônimo de fraqueza, humilhação e vergonha. Quando temos algum problema a ser resolvido (e às vezes nem é um problema nosso, mas dos outros), muitas pessoas, inclusive mulheres, dizem coisas como: "se vira, você é homem", ou "dê seu jeito! Seja forte, seja macho"... Ninguém quer saber pelo que você está passando, se suas limitações te impedem de reagir da maneira esperada. Nada disso importa: para evitar a rejeição social, resolva os seus problemas. Quando eu me tornar pai, no entanto, meus filhos ou filhas terão uma educação diferente, pois não desejo que eles ajam de acordo com roteiros de gênero criados pela estupidez humana. E o feminismo é o melhor contraponto que podemos fazer ao nosso atual modelo de sociedade. Já vi mulheres dizerem que devo ser um mero coadjuvante do movimento. Bom, é uma novidade saber que Chimamanda Ngozi Adichie discorda muito disso. Para ela, todos podemos ser feministas integrais, sem nenhuma redução da importância que cada um de nós é capaz de ter. Apenas espero agir do jeito certo enquanto mantenho o foco na busca pela justiça e igualdade entre as pessoas, e encontrar a Adichie foi um momento de profunda alegria e encorajamento que recebi nos últimos anos.
Bia 05/12/2015minha estante
É bom?


Ricardo Silas 05/12/2015minha estante
Bia, achei fantástico. O livro é baseado nesse vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=fyOubzfkjXE


Bia 05/12/2015minha estante
Que bom, estava querendo ler mesmo :)
Irei ver o video


Ricardo Silas 05/12/2015minha estante
Espero que goste. Depois pode comentar o que achou.




Camila 12/03/2015

Resenha crítica
Voltando de viagem, uma amiga minha entra no banheiro do aeroporto, e junto com ela entra uma mulher vestida como uma muçulmana. Minha amiga pensa imediatamente: "Tomara que ela não exploda agora".
No exemplo acima, o preconceito da minha amiga foi construído a partir das últimas notícias que são vistas na mídia, assim como pela falta de outras experiências dela com os muçulmanos.
Citei esse exemplo para demonstrar que o preconceito a partir de estereótipos é uma condição inerente do ser humano. Ele vai variar de acordo com cada pessoa. De acordo com a construção da sua visão de mundo, através de suas experiências vividas, lidas, assistidas, culturais, etc.
Chimananda diz: "Seríamos bem mais felizes, mais livres para sermos quem realmente somos, se não tivéssemos o peso das expectativas do gênero". Não discordo do ponto de vista dela, mas acredito ser um ponto de vista estreito, por colocar a questão apenas do gênero como base pra a felicidade. Penso que se não tivéssemos o peso das expectativas de credo, de cor, de posição social, de nacionalidade, de naturalidade, etc., também seríamos mais felizes e livres para sermos quem realmente somos, ou não (a felicidade é muito mais complexa).
Concordo com ela quando diz que "A cultura não faz as pessoas. As pessoas fazem a cultura". Sendo assim, cabe a cada um de nós, de forma individual, respeitar as diferenças e tratar com igualdade as pessoas, independentemente de qualquer expectativa que tenhamos.
Não estou julgando a profundeza de seus sentimentos e nenhum desmerecimento que ela sofreu por causa do gênero, mas cada um de nós é o único responsável por nossa própria sensação de bem estar. Vivemos tentando sempre mudar exteriormente a atitude do outro que nos incomoda, mas não percebo tanta disposição para mudarmos internamente nossas próprias atitudes que incomodam os outros.
Enfim, ficou a vontade de ler seus romances. :)

site: http://blogeuleio.blogspot.com.br/
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Phelipe Guilherme Maciel 09/06/2016

É importante o feminismo. O posicionamento.
Leitura de meia hora, para o intervalo do almoço. Um E-Book gratuito no Kindle, caso você também queira ler. Chimamanda Adichie é uma das escritoras africanas contemporâneas mais prestigiadas. Esta jovem pensadora já escreveu 3 excelentes romances prestigiados e premiados.
Esta pequena transcrição de palestra mostra como uma mulher feminista pensa. Ela quer as mesmas condições que um homem. Quer que ensinem as mulheres a sonhar tudo o que querem ser sem medo de que suas ambições serão minadas no futuro. Que os homens cresçam sabendo que devem ser comandantes quando merecerem ser comandantes, que se sua mulher for mais brilhante que ele, isso não é um problema e sim um privilégio. Que a mulher seja tratada com respeito em locais sociais. Que não seja julgada se não tiver um homem fixo. Que as prerrogativas que os homens possuem, estas também possam ter. Que a feminista pensa no homem como parceiro amoroso, parceiro amigo, parceiro pai, parceiro irmão, parceiro chefe, parceiro subordinado, sempre parceiro. igual para igual. Leitura básica, simples, direta, e muito instrutiva.
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Isabella 02/04/2015

O mundo precisa conhecer esse livro, e essa mulher.
Esse é um daqueles livros que deveria ser lido por todos. Aborda o assunto perfeitamente bem em poucas páginas.
Acho difícil para qualquer mulher, mesmo as que não entendem muito o feminismo, não se identificar com a autora a cada frase, assim como eu fiz.
Logo no fim do livro, Chimamanda nós conta o motivo de usarmos a palavra "feminismo" e não algo como "humanismo". Depois dos inúmeros artigos que eu li, o argumento dela foi o único que eu considerei valido e que me fez entender o que a palavra "feminismo" realmente carrega.
Todos que leram esse livro devem agradecer a autora pela reflexão.
Maria.Gomes 15/09/2015minha estante
Descobrir que sou feminista depois da leitura desse livro muito bom vou divulgar, minhas filhas todas iram ler.




Patricia 24/09/2015

Sejamos todos fãs de Chimamanda Ngozi Adichie
Feminismo, segundo o dicionário, significa "Doutrina cujos preceitos indicam e defendem a igualdade de direitos entre mulheres e homens". Apesar disso, muitas pessoas associam a palavra "feminismo" com mulheres com ódio, ódio de homens, ódio da vida, que odeia ser feminina, é mal-amada, vitimista, etc.

"Ele comentou que as pessoas estavam dizendo que meu livro era feminista. Seu conselho — disse, balançando a cabeça com um ar consternado — era que eu nunca, nunca me intitulasse feminista, já que as feministas são mulheres infelizes que não conseguem arranjar marido. Então decidi me definir como "feminista feliz". Mais tarde, uma professora universitária nigeriana veio me dizer que o feminismo não fazia parte da nossa cultura, que era antiafricano, e que, se eu me considerava feminista, era porque havia sido corrompida pelos livros ocidentais (o que achei engraçado, porque passei boa parte da juventude devorando romances que não eram nada feministas: devo ter lido toda a coleção água-com-açúcar publicada pela Mils and Boon antes dos dezesseis anos. E toda vez que tentava ler os tais livros clássicos sobre feminismo, ficava entediada e mal conseguia terminar). De qualquer forma, já que o feminismo era antiafricano, resolvi me considerar "feminista feliz e africana". Depois, uma grande amiga me disse que, se eu era feminista, então devia odiar os homens. Decidi me tornar uma "feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens". É claro que não estou falando sério, só queria ilustrar como a palavra "feminista" tem um peso negativo".


A autora cita vários casos em que ela e várias outras mulheres foram diminuídas só pelo fato de serem mulheres, como não poder ir a algum lugar desacompanhada, não poder ter um emprego melhor do que o do marido (para não ferir o ego dele), ter que abrir mão de sonhos por serem mulheres.

"Homens e mulheres são diferentes. Temos hormônios em quantidades diferentes, órgãos sexuais diferentes e atributos biológicos diferentes — as mulheres podem ter filhos, os homens não. Os homens têm mais testosterona e em geral são fisicamente mais fortes do que as mulheres. [...] Os seres humanos viviam num mundo onde a força física era o atributo mais importante para a sobrevivência; quanto mais forte a pessoa, mais chances ela tinha de liderar. E os homens, de uma maneira geral, são fisicamente mais fortes. Hoje, vivemos num mundo completamente diferente. A pessoa mais qualificada para liderar não é a pessoa fisicamente mais forte. É a mais inteligente, a mais culta, a mais criativa, a mais inovadora. E não existem hormônios para esses atributos. Tanto um homem como uma mulher podem ser inteligentes, inovadores, criativos. Nós evoluímos. Mas nossas ideias de gênero ainda deixam a desejar".

Acho muito importante que todos façam a leitura desse livro. Única crítica é que poderia ter mais páginas, pois é um texto excelente.
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Nayra 27/10/2015

Sejamos todos feministas
Acredito que esse livro deveria ser leitura obrigatória nas escolas.
A autora fala com tamanha destreza e propriedade do assunto.
Por ser curto, é uma leitura rápida, mas que flui super bem e deixa com gosto de quero mais, e aquela pulguinha na cabeça, que faz pensar sobre como as coisas são, e que o feminismo não é algo monstruoso e mal como muitos falam por aí.
Muito pelo contrário, é algo necessário.
É preciso discutir questões de gêneros.
É preciso ser feminista.
É preciso nos fazer melhores.
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Drika 27/11/2014

Artigo sobre o feminismo
Em uma espécie de artigo, a autora expõe pontos de vista e convida o leitor a refletir sobre a condição da mulher e o que é ser feminista. O texto é curto, mas suscita importantes reflexões acerca do tema. A escrita é fluída e acessível a um amplo público. Muito bom!!!
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Tay 16/12/2015

Alguém dê um prêmio pra essa mulher, façam o favor!
Chimamanda começa o livro falando de sua infância na Nigéria e de como se descobriu feminista. A medida que certos acontecimentos da sua vida vão sendo contatos, a autora define de uma maneira espirituosa o que é ser feminista em sua opinião, e que deveria ser também para as outras pessoas, pois muitos tem um conceito errado sobre o movimento, ainda que nos dias atuais, onde falta de informação não deveria ser um problema.

Em seguida, ela mostra como o machismo está nas pequenas coisas, em todos os povos, e como isso fez sentido antigamente, já que a vontade do mais forte prevalecia, mas como é irracional e apático no mundo moderno, tendo em vista que a criatividade e a inteligência se fazem mais necessárias e que ambos os sexos possuem essa característica.

Assim, autora por meio de sua história e a de conhecidos em situações cotidianas revela o quão necessário é o feminismo no mundo atual inclusive para o gênero masculino. Pois é, para o gênero masculino, pasmem. A mulher realmente manja do que é feminismo!
Suelen 16/12/2015minha estante
Parece interessante! Deu vontade de ler!


Tay 16/12/2015minha estante
Eu li por curiosidade. E também porque tava barato (menos de R$10,00 no Submarino). Mas não me arrependi. Não só entrou para a minha lista de favoritos, como também fiquei com vontade de ler outros livros da autora, para conhecer melhor o trabalho dela :)




Fernanda 20/10/2015

Quero distribuir este livro por aí...
Vinha ouvindo as apresentadoras do podcast Mamilos falarem frequentemente sobte a Chimamanda e por isso fiquei feliz quando encontrei esse silvro de graça na play store.
A leitura é rapidinha, pois o texto te empolga e te prende, abordando questões que deveriam ser de estudo obrigatório pra todo mundo! Se eu pudesse sairia por aí distribuindo esse livro pra ver se as pessoas conseguem finalmente compreender o que é ser feminista!
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Juliana 08/03/2015

RESENHA: Sejamos Todos Feministas - Chimamanda Ngozi Adichie
Adichie conseguiu em poucas palavras me comover, digo em poucas palavras porque através da palestra que foi baseado esse pequeno ensaio, ela conseguiu me fazer repensar sobre o feminismo, sobre o ser feminista, que não tem nada a ver com o que pregam atualmente.

A autora fez uso de todas as suas experiências na sua cultura para demonstrar como os valores ainda estão tão invertidos atualmente, enquanto muitas mulheres lutam por coisas banais ao redor do mundo deturpando a visão que todos tem da mulher feminista, Adichie mostra que a verdadeira luta é em cima de outras coisas.

Desde criança, como uma nigeriana, ela sofre descriminação, simplesmente pelo fato de ser mulher. Mesmo tendo a nota mais alta da sala durante a infância, ela jamais poderia ser a representante de classe, pois era mulher, mesmo sendo uma mulher bem sucedida, sempre é recebida com maus olhos em hotéis de seu país, pois uma mulher sozinha em um hotel só significa uma coisa em sua cultura, prostituta. Ela como mulher não pode participar de reuniões familiares, apenas homens tem esse direito, e por aí vai...

Chimamanda demonstra que falta muito ainda para tratar as mulheres como elas devem ser tratadas, e que o feminismo não pode e nem deve ser tratado como terrorismo, mas também não deve ser praticado como terrorismo, tem que ser praticado com amor, por mulheres e por homens que amam as mulheres como elas são.

Ela se define como uma feminista que ama se cuidar, ama os homens, é feliz, e se sente bem consigo mesma, e que não precisa fazer coisas ridículas para fazer a diferença, e é assim que tem que ser, se todos pensassem dessa forma teríamos um mundo melhor hoje. A autora propõe que ambos os sexos se libertem mentalmente dos ideais impostos hoje, e que acatem a igualdade dos gêneros de forma passiva.

Eu concordei com a Chimamanda do começo ao fim, ela mal sabia o que era ser feminista quando outras pessoas começaram a rotulá-la assim por querer fazer a diferença no meio em que vivia, depois que procurou saber o que significava ser feminista, ela passou a empregar esse termo da maneira correta, e hoje chama todos nós, homem e mulher, para sermos feministas da maneira que convém ser.

O livreto é curto, você lê em uma sentada, e está disponível gratuitamente em várias plataformas que contém e-books. Eu estava em dúvida se comprava algum livro da autora e através dessa obra eu passei a conhecer um pouco a linguagem que ela usa na escrita e me interessei bastante.

Tá aí uma dica pra você que está com muita vontade de ler Americanah e ainda não pode (assim como eu), leia Sejamos Todos Feministas.

site: http://claqueteliteraria.blogspot.com.br/
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Charlenne 25/02/2015

Vamos ler! Disponível gratuitamente na Amazon
Explanação curta mas muito pertinente! Quero ler os romances da autora.
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Beatriz 20/01/2015

Para repensar o feminismo!
Toda temática tem o lado do senso comum e o lado filosófico, mas ainda tem o lado das nossa experiência e como isso conta para realmente compreendermos uma questão em sua plenitude. O livro da Chimamanda Adichie me fez pensar sobre isso, em como o feminismo é muito mais do que fomos instruídos a pensar a respeito. Compreender o feminismo tem como consequência ser feminista, sem dúvidas. O livro é incrível para iniciar debates e reflexões acerca deste tema. A palestra, transcrita no livro, está disponível no youtube e traz como bônus a presença forte e ao mesmo tempo elegante da autora.
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