Filme Noturno

Filme Noturno Marisha Pessl




Resenhas - Filme Noturno


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Coral Daia 19/10/2019

Eletrizante e criativo
Essa foi uma leitura que eu demorei muito para concluir, mas curti todo e cada momento dela. Lados positivos: a autora é MUITO criativa. A descrição dos personagens é fantástica; dos lugares, totalmente imersiva. É como se você realmente estivesse defronte eles na vida real. Cada prova tem a sua versão impressa no livro (tive de ler pelo celular para poder ampliar porque no kindle ficou horrível), trazendo pedaços a mais desse grande quebra-cabeça que é a trama. Lados negativos: o final é como uma bolha de sabão: estoura e fica por isso. A quantidade de detalhes e referências à cultura pop pode deixar algumas pessoas perdida por não conseguirem acompanhar direito (inclusiva trás spoilers de alguns filmes). Ah, e a representação de pessoas gays: ou Marisha tem algum problema com elas, ou o protagonista é bem preconceituoso. O fato de dois homens poderem se gostar não entra na cabeça do jornalista. Uma pena. Meu personagem favorito foi a Ashley, que nem sequer aparece na narrativa. 4 estrelas.
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Vinicius.Veloso 15/08/2019

O livro é mto engenhoso, uma espécie de quebra-cabeça gigante. A interação proporcionada pela autora, através de recortes de jornais e de entrevistas, é um ponto alto. Também é uma das poucas leituras que me causou uma leve sensação de medo. Recomendadíssimo.
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Gabriel 08/08/2019

Sombrio e macabro
Vocês não tem noção do quanto eu ouvi falar desse livro. Eram indicações de outros amigos leitores, vi vários vídeos de booktubers e textos de páginas litérarias: Todos os lugares o indicam como um dos melhores (se não o melhor) livro do gênero. Era oficial: Eu precisava ler de qualquer maneira. Como comentei no início do texto, não consegui comprar a versão física e eu já estava no meu limite: Precisava lê-lo de qualquer maneira. Optei por fazer a leitura em sua versão digital, mas assim que encontrar, terei o exemplar em minha estante. Em Filme Noturno, iremos conhecer a história do jornalista Scott McGrath que resolve investigar a morte de Ahsley Cordova. Mesmo que todas as evidências indicassem que a jovem houvesse cometido suicídio, o jornalista acredita que ainda existam pontos na história que não foram totalmente esclarecidos a respeito da morte da jovem. Scott não resolve se meter no caso apenas procurando por um furo jornalístico; alguns anos atrás o mesmo se envolveu em um escândalo envolvendo o cineasta que afundou sua carreira. O ocorrido com Ashley desperta o desejo de vingança de Scott e o mesmo acredita que a jovem não cometeu suicídio e o cineasta está envolvido na morte da filha. Logo de cara, eu notei a semelhança de Scott com um outro jornalista que possui uma história semelhante de perda e vingança: Mikael Blomkvist, o protagonista da (MARAVILHOSA) série Millennium. Os dois possuem motivações idênticas, além de terem sido prejudicados profissionalmente por algum escândalo judicial envolvendo uma pessoa poderosa. Felizmente, as comparações com a obra sueca terminam aí e Marisha escreve uma história totalmente nova e supreendente. Aproveitando que estamos falando dos personagens, gostaria de comentar que o trio formado por Scott, Nora e Hopper é espetacular. A jovem é uma aspirante a atriz que trabalha à noite como recepcionista no restaurante em que Ashley foi vista na noite de seu desaparecimento; Hopper é um traficante problemático que possui um passado com Ashley. Juntos os três mergulham nos mistérios envolvendo a família Cordova. Falando do Stanislas em si, o mesmo foi construído de forma quase que mitológica. O diretor é recluso e nunca foi visto em público, além de possuir pouquíssimas fotos e muitos desconfiam de que de fato o rosto nem pertencem à ele. O diretor é responsável por filmes de terror classe B e são tão pesados que se tornaram proibidos por retratarem cenas quase reais contendo as mais diversas mortes e torturas. Suas obras foram banidas e somente os fãs mais árduos de Cordova - chamados de Cordovitas - os possuem. Seus filmes são exibidos em locais escondidos e em rituais quase sagrados pelos Cordovitas que esperam pelo retorno do diretor às telonas. De longe, é a parte mais interessante do livro. Marisha escreve tão bem que mesmo que Cordova não apareça na narrativa, você sente sua força, poder, quase uma criatura onipresente. O diretor comprou uma mansão em um dos locais mais remotos e lá montou os sets de gravação dos seus longas. Todos esses elementos são muito bem explorados durante a narrativa enquanto o trio precisa se aprofundar em toda a obra do diretor, convicto que existem provas da verdade sobre o que aconteceu com Ashley.
O livro é um primor em sua edição. A versão, ainda que não seja ilustrada, conta com inúmeros recortes de jornais, entrevistas, sites, cenas de filmes e muitas outras informações que ajudam a complementar a história. Eu não me lembro de ter lido alguma obra que fizesse a utilização de tal recurso, mas acho que serviu para contribuir ainda mais com a imersão na história criada. Eu juro, em certos momentos achei que estava lendo uma história real justamente pelo uso desses elementos que passam muita verdade e credibilidade. Outra coisa muito positiva é que Marisha consegue desenvolver cada ponto da história de maneira encadeada: O livro, apesar de possuir mais de 600 passa muito rápido, pois a autora não perde tempo com informações desnecessárias. Tudo que está no livro vai servir para algo no futuro, então é preciso estar ligado a qualquer informação e você acaba ficando até meio paranóico tentando decifrar a história.
Filme Noturno traz muitos debates e discute os conceitos sobre "verdades absolutas" e também sobre o conflito entre fé e razão. Nesse ponto, o livro aborda algumas questões envolvendo um lado meio sobrenatural, algo que foi totalmente inesperado para mim, mas que eu gostei. Quanto mais o trio afunda na história, mais eles descobrem a respeito de seitas sagradas, bruxaria, magia negra e outras questões envolvendo a misteriosa mansão dos Córdova. Eu fiquei completamente alucinando e devorando as páginas querendo saber mais e cada vez mais confuso e curioso. Simplesmente fantástico.Como citei mais no início, o livro é altamente visual; alinhado com o uso das imagens, a escrita da autora é altamente detalhada e você praticamente vê a cena se materializando em sua frente. Em um dado ponto da narrativa, Scott visita os sets construídos na propriedade do cineasta e essa cena do livro é um primor de tão bem escrita. Eu achei simplesmente incrível visitar os cenários dos filmes e é realmente impressionante a riqueza de detalhes com que a autora escreve. A sensação que tive é que realmente os filmes existiam e estava me tornando um Cordovita.
O livro é altamente complexo e elaborado; existem diversas tramas e histórias secundárias que vão se entrelaçando que culminam com a resolução final da trama. É aqui que deixo a minha única crítica com relação a Filme Noturno: O final, ainda que seja bom e totalmente coerente com a obra, é demasiado simples e de pouco impacto, quando você compara a obra como um todo. Talvez minhas expectativas estavam muito altas por conta de toda a propaganda que fizeram do livro e eu o li esperando algo ao estilo Por Trás de Seus Olhos e Ninfeias Negras, dois dos meus livros favoritos do gênero e que realmente contam com plot twists de fazer você cair da onde você está sentado e ficar pensando naquilo por dias e dias.
Em uma experiência geral, fiquei muito feliz em finalmente fazer a leitura dessa obra. É uma experiência sensorial e visual que leva o leitor por caminhos obscuros e assustadores, mas que cumpre o que promete. Certamente a autora entrou para o meu hall das favoritas e irei pesquisar outros livros pra ler. No mais, ainda que o final seja simples e pouco surpreendente, ele encerra de maneira coesa uma grande obra do gênero.

"Então seus filmes noturnos eram documentários, horrores vivos, não ficção. Ele era ainda mais depravado do que imaginara. Um louco. O próprio diabo."

site: https://www.startes.com.br/2019/08/filme-noturno-resenha.html
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Vann 12/07/2019

Sombrio e enigmático
?Resenha Rápida? ? FILME NOTURNO - MARISHA PESSL?
? Ficção
?Trhiller
? @intrínseca #intrínseca

Levei um tempo pra ler esse livro. Embora seja muito bom, eu estava assustada com o que estava vindo. Coisas "sobrenaturais" surgindo no livro e eu que não estava muito bem de saúde, estava sendo impactada com isso (hahaha).

A história é bem intrigante e faz com que você a devore rapidamente (por mais que eu tenha levado um bom tempo, repito, por problemas de saúde), ela te pega de jeito e não te solta até que vc a tenha terminado.

O corpo de Ashley Cordova, filha de um famoso diretor de cinema, é encontrado num armazém abandonado. Isso interessa muito ao jornalista investigativo Scott McGrath, que vai a fundo nessa história louca e muito sinistra. Com a ajuda de Nora, que é a última pessoa que teve contato com a Ashley viva e um amigo da falecida chamado Hopper, Scott ficará imerso até o pescoço nesse sombrio universo. Um livro cheio de recortes de jornais e revistas e páginas da internet, relatórios policiais e muita informação. Você terá dificuldade de saber o que é real e o que não é.
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23/05/2019

O livro em que o drogado era a pessoa mais sensata.
Preciso começar essa resenha dizendo que quase sempre tenho problemas com livros de suspense policial e com esse não foi diferente. O livro começa de uma forma muito intrigante em uma velocidade ótima e aí de repente, para tudo. A partir da página 150/200 o livro fica extremamente cansativo e a história não flui, no meu ponto de vista a autora tentou colocar tantas coisas que nos instigasse durante a leitura que depois se perdeu na história que ela mesma criou.

Antes de começar essa resenha eu li várias outras pois assumo que estava com dúvida sobre que nota dar ao livro, afinal esse é um livro extremamente hypado - estou tentando entender o hype até agora - e para mim é um livro que poderia ter ficado na minha estante por uma década que eu não me importaria.

Ashley é uma personagem extremamente cativante e misteriosa. Scott é chato e irritante. Nora parece ser uma princesa dos contos de fadas e Hopper - mesmo sendo um garoto drogado e cheio de problemas - é a pessoa mais sensata desse livro.

É um livro que debate muito a questão da fé e da ciência e no final não sabemos mais o que é certo e o que é errado. Para quem gosta de livros que terminam com as pontas soltas esse é o livro ideal. Para mim, não foi um livro bom exatamente por ter 624 páginas e no final ficarem praticamente todas as pontas soltas.

A escrita é fluida mas com a quantidade de enrolação o livro fica cansativo, as imagens ajudam muito na hora de ler e imaginar mas mesmo assim não é um livro que eu recomendaria. Totalmente decepcionada. Só leia se gostar de livros que terminam cheios de pontas soltas, para mim realmente não deu.
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@dahparra - book galaxy 06/04/2019

Eis que me torno uma Cordovita
Talvez com uma das capas mais lindas da minha estante, “Filme Noturno” foi um livro que me surpreendeu da primeira à última página.

Eu sempre tive curiosidade em lê-lo – principalmente por causa dessa capa tão intrigante, com o título em efeito holográfico e a foto misteriosa no fundo -, e eis que o acho dando sopa em uma vendinha de livros usados no Largo 13.

Porém, “Filme Noturno” se mostrou bom muito além da capa. Gostei também da estrutura narrativa do livro, intercalando a história com recortes de jornais, artigos e outras fontes de informação, que dão profundidade e o contexto necessário à história sem interromper o fluxo narrativo.

As fotos são outro toque interessante também, apesar de às vezes eu preferir imaginar as personagens ao invés de ver fotos delas. Isso se aplica, sobretudo, à Ashley uma personagem que aparece morta logo no começo do livro, mas nos acompanhará ao longo de toda a história.

Usando e abusando dessas referências de certa forma metalinguísticas, a autora conseguiu criar um universo dentro de outro - o universo de Cordova – um pseudo Hitchcock, com toques ainda mais sombrios - dentro do livro. É uma dimensão dentro de outra, o mistério e os acontecimentos se entrelaçando de tal forma que não sabemos o que é real e o que é imaginação.

Uma das cenas foi descrita de uma forma que me lembrou muito Stephen King – conseguiu provocar dentro de mim uma sensação um tanto pesada, porque era exatamente o que a personagem estava sentindo. Eu me senti confusa junto com ela, perdida, como se dentro de um sonho. Quando um livro provoca essa sensação de ‘sonho’ em mim... BAM! Sei que fui fisgada.

Outro ponto alto no livro foi a construção de Ashley, essa personagem onipresente, que mesmo aparecendo morta no início do livro, está LÁ o tempo todo - e criamos afinidade com ela, torcemos por ela, aprendemos a amá-la - ou temê-la?

Também me apeguei muito às personagens protagonistas - Scott, Nora e Hopper, um trio muito heterogêneo e com uma química excelente, que me emocionou e deixou meu coração acelerado em diversas passagens.

O ritmo do livro começa lento, mas vai acelerando loucamente para dar uma ou outra freada brusca, nos deixando sem fôlego e sedentos por mais – o que vai acontecer depois? POR QUÊ isso aconteceu? Quem eram aquelas pessoas? E como esse mistério vai se resolver?

Olha, que aventura! Se a autora aparecesse com mais 10 livros falando sobre Cordova, eu leria sem pestanejar.

site: https://bookgalaxy.com.br/filme-noturno-de-marisha-pessl-resenha/
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Kath 09/03/2019

Livo Incrível, vale muito a pena ler!
"O fato de as pessoas atualmente não aprenderem, serem fracas, medíocres, tão apáticas quanto a esse presente da vida como se tudo não passasse de um mero comercial da Pepsi; não o culpo por se recolher. Você tem visto o mundo atualmente, McGrath? A crueldade, a falta de vínculos? Se você é artista, estou certo de que não pode deixar de pensar para que serve tudo isso. Estamos vivendo mais, estabelecendo laços sociais com as nossas telas, e nosso poço de sentimento fica mais raso. Logo não passaremos de uma piscina formada pela maré, depois um dedal de água e então uma microgota." (Filme Noturno, p. 71)

Me interessei para ler Filme Noturno por causa da chuva de recomendações que o livro tem e não é nada atoa. Na história nós conhecemos o jornalista investigativo Scott McGrath, um homem cujo trabalho está praticamente acabado por causa de um comentário infame sobre um prestigiado diretor de cinema chamado Stanislas Cordova. Isso não lhe rendeu apenas a perda do emprego, mas do casamento e da sua filha Sam que ele só vê em fins de semana programados.

Contudo, a vida está prestes a presentear Scott com uma oportunidade quando a filha de Cordova, Ashley, aparece morta em um galpão aparentemente suicídio embora o jornalista se recuse a acreditar nisso e suspeita que a jovem foi assassinada. Em especial porque, noites antes, Ashley apareceu para ele como um fantasma. Descobrir a verdade sobre a morte da garota prodígio lhe daria a chance de cavar o passado de Cordova e obter de volta a confiança do público que perdeu.

Enquanto usa todos os meios para descobrir os últimos passos de Ashley Cordova, entram no seu caminho Nora, uma garota praticamente sem teto que sonha ser atriz, e Hoper, um garoto problemático que, aparentemente, tem alguma relação com ela, mas se recusa a dar detalhes. Porém, quanto mais avança na investigação com os dois jovens à tiracolo, mais a corda de Stanislas aperta em volta do seu pescoço. Como um carrasco fantasma, o misterioso diretor de filmes de terror parece perseguir e assombrar o jornalista.

Viajando pelos últimos dias da garota, as possibilidades a respeito de Ashley enveredam por caminhos sombrios, envolvendo ocultismo, cultos satânicos, maldições e até mesmo sacrifício humano. Seria possível? O mundo obscuro de Cordova leva Scott a mergulhar em seus filmes e, aos poucos, deixar para trás sua sanidade. O jornalista fica de tal modo obcecado com sua matéria que atravessa o mundo da ficção criada pelo diretor, o ceticismo que outrora guiava seus passos e a realidade que conhecia. Mas em meio a essa jornada, Scott corre o risco de perder muito mais que apenas a razão para conseguir respostas à matéria da sua vida e mesmo apesar disso ele está mais que disposto a ir até o fim.

Eu juro que não sei como falar desse livro. Nada do que eu diga vai chegar nos pés da experiência de lê-lo. Tudo é montado de uma forma tão real que a gente chega a esquecer que é um livro e começa a imergir no filme noturno de Cordova no qual Scott é preso pelas ruas sombrias e sujas de Nova Iorque. A diagramação também é um aditivo que corrobora com tudo isso, foi magistral a concepção da arte desse livro, os documentos e os detalhes tão minimamente planejados influenciam nossa mente a crer que aquela história é real e, vez ou outra, você se pega no google pesquisando coisas que não existem na realidade. O mérito também vai para o poder criativo de Pessl, Cordova foi concebido de tla modo que é impossível não acreditar que ele era apenas fictício, li poucos livros que me puxaram dessa forma para dentro da história.

Se posso dizer algo sobre Filme Noturno é: leia. Apenas adentrando o mundo real de Pessl você vai conseguir entender os limites da criação e a manipulação da realidade de forma tão magistral. Está, com certeza, na lista dos melhores livros que já li. Mais que recomendado.
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Mônica Gonçalves 27/01/2019

Um bom passatempo, leitura fácil, escrita básica. A parte mais legal é ficar imaginando os filmes do Cordova...
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Bruno 22/01/2019

Odiei
Chato. Irritante. Se acha muito mais assustador do que é de fato. Tem muitas pontas soltas. Os personagens são horríveis e babacas. Só de lembrar já me deu raiva. Acho que nunca li um livro tão ruim quanto esse. Pior maneira de começar o ano. Pior livro de 2019 - ainda em janeiro.~

Edição: na verdade, o pior do ano agora é Therese Desqueyroux.
Jéssica Santos 22/01/2019minha estante
Kkkk ri com sua resenha. Meu Deus; vou passar correndo desse livro ?




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Caroline.Rota 08/01/2019

Ótimo mas não como eu esperava
Gostei demais desse livro, mas teve muita coisa nesse livro que me incomodou. Tive a impressão varias vezes que ali já podia ser o final é aí a autora de alguma forma queria reanimar e jogar algumas coisas no ventilador sendo que algumas não eram realmente necessárias. Outra foi que o final, já que já estávamos ali mesmo, não precisava ter sido tão desesperado, por que não contar afinal a conversa do Scott com Cordova?
Tirando isso, foi uma leitura extremamente prazerosa. A autora conseguiu desenvolver um mundo muito interessante esse de Córdova e seus filmes
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Lay 30/11/2018minha estante
Pensei a mesma coisa em relação ao plot. Quando ele menciona que estava dentro de um filme, eu já pensei que era aquela a tacada da autora. E já fiquei imaginando um monte de coisas, mas aí quando o rumo mudou. E ele não estava num filme de fato, fiquei decepcionada. Fiquei decepcionada também pelo final não mostrar a conversa de Scott e Cordova. Ele é um personagem narrado por todo mundo, dizendo que é sombrio, intenso e enigmático. Queria ter essa experiência, ver como é a pessoa, e não ler sobre o que outras pessoas disseram....


Malu Drummond 05/12/2018minha estante
Sim!! Concordo muito com você, acho que mostrar a conversa deles era essencial. Fiquei curiosa sobre Córdova o livro inteiro, o livro acabou e essa lacuna ficou aberta... Infelizmente, pra mim, o fim estragou tudo que tinha pra ser um livro excelente.


Lay 05/12/2018minha estante
Verdade!!! É uma pena, pois tinha tudo pra ser excelente em todos os aspectos




Vivi 13/11/2018

Lido ( 86)
Sinopse: Com uma narrativa ágil, pontuada por recortes de jornal, páginas da internet, relatórios policiais e bilhetes manuscritos, Filme Noturno é um thriller que mantém o leitor preso até a última página.
Em uma noite fria de outono, Ashley Cordova é encontrada morta em um armazém abandonado em Manhattan. Embora a polícia suspeite de suicídio, o jornalista Scott McGrath acredita que exista algo mais por trás dessa história. Seu interesse pelo caso não é gratuito: Ashley é filha do famoso e recluso diretor de filmes de terror Stanislas Cordova, um homem que não é visto em público há mais de trinta anos e que, no passado, teve um papel trágico na vida de McGrath.
Impulsionado por vingança, curiosidade e necessidade de descobrir a verdade, o jornalista é atraído para o horripilante e hipnótico mundo de Stanislas. Da última vez que chegou perto do cineasta, McGrath perdeu o casamento e a carreira. Dessa vez, pode acabar perdendo muito mais.
***** Era pra ser mais um triller, um suspende mas não Marisha Pessl fez muito mais que isso incluiu um terror e muitas outras coisas mais e como resultado .... a vontade de devorar livro.
É uma história que vai muito mais elem do que se possa esperar. Mas não posso negar que quasee la próximo ao final ele desacelera e perde um pouco a pegada mas, o final é muito bacana e responde à todas as questões de uma forma magistral.
Entenderam né, que adorei !!!!
Não dá para escrever muito sobre esse livro você tem que ler e sentir toda a essência que a autora quer nos passar.
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