Montanha da Lua

Montanha da Lua Mari Scotti


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Resenhas - Montanha da Lua


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Aisha.Andris 17/10/2018

Sexy e de tirar o fôlego
Foi o primeiro livro que li da Mari Scotti, e já estou encantada com sua escrita, tão fluida, agradável e sexy, que o tempo praticamente voou enquanto estava mergulhada em suas palavras.
O livro tem uma proposta instigante, diferente do que estou acostumada a ver por aí nos romances de época, o que criava um suspensezinho e dava um frio gostoso na barriga. Os protagonistas também são incríveis. Gostei do fato de a mocinha ser um pouco mais velha do que as jovenzinhas que temos na maioria destes livros.
A Mical é uma mulher linda, forte, decidida e que não aceitaria menos do que um casamento por amor, mesmo que tivesse que virar uma solteirona caso não o encontrasse (o que de certa forma aconteceu, até encontrar o mocinho). Já o Octavio é um homem frio, endurecido pelo sofrimento e pelo peso de uma maldição terrível, mas que carrega uma alma generosa e apaixonada dentro de si, que é incapaz de esconder quando encontra a Mical na floresta e a salva de um urso. O amor entre eles se desenvolve rapidamente, mas o medo que o Octavio tem de perdê-la o faz lutar contra o que sente e manter distância dela.
Gostei também da história da tia da Mical, que nos foi mostrada à parte. Achei muito triste, mas curti.
O livro é realmente envolvente e me prendeu do começo ao fim, só dei 4 estrelas porque achei o final, embora satisfatório, um pouco corrido. As coisas se resolveram rápido demais e acho que a questão da maldição não foi tão explorada como eu esperava ali no finalzinho. No entanto, gostei demais e já vou começar o próximo livro da série.
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re.sanrehd 18/02/2018

Apaixonada!
Começo questionando o porquê é sempre mais fácil em nosso cérebro pensar no ruim ou mal do que no bom?

Se alguém se atrasa por exemplo nunca pensamos que parou para comprar flores ou um bom vinho ... Nosso cérebro logo inicia uma busca de motivos: acidente, assalto e por aí vai.

E quando se fala de coisas do passado como uma maldição!?!

Porque simplesmente não ignorar e tentar ser feliz?

Ninguém sabe o dia que vai nascer estando ainda na barriga e muito menos temos como prever a data da morte.

Mas parece que Octávio o duque Hallison discordava veementemente. E temia a maldição com todas as forças.

Isso fez com que tudo se complicasse e muito.

Não sei se acredito que antigamente havia mulheres como nossa Lady Mical. Se haviam ... Certamente eram minoria ou raras.

Mulheres destemidas que enfrentavam a opinião da sociedade mas não se dobravam as regras que não lhes significavam algo.

Tal como casar com quem não se ama para obter status e ser vista como a senhora recatada que era concebida com o único intuito de gerar um primogênito. Isso mesmo! Gerar um varão, ... um homem.

Porque naquela época a mulher era culpada se não conseguisse gerar um menino.

Nossa Lady mesmo após a tristeza de perder os pais muito cedo e criada pela tia que sempre a maltratou nunca aceitou se casar sem amor.

Jamais aceitou ser submissa ou subjugada em prol de parecer boa as vistas das faladeiras da sociedade.

No livro descobriremos que há muitos motivos para a forma como a tia trata a doce Mical e realmente ficaria muito feliz com a remissão e perdão entre elas. Até porque corre muito mais água do que aparenta por baixo desta ponte.

Aos 34 anos ainda era solteira mas tudo muda depois de um passeio em uma noite gelada.

O duque Hallison terá que superar o pavor de que a maldição se concretize realmente destrua tudo o que ele mais ama. E a meiga e doce Mical terá que aprender a perdoar e a confiar no amor de Octávio.

O amor geralmente cura todas as feridas. Mas, ... É forte suficiente para livrar também da morte?

Uma fascinante trama onde a cada linha sentimos o amor e a angustia. Foram tantas as vezes que me peguei torcendo ou rezando silenciosamente para que tudo desse certo quando parecia cada vez mais errado. Em diversos momentos queria me transportar para dentro do livro ajudar.

Nada na vida é fácil mas, mais que nunca, os Hallison descobrirão que amar, VALE A PENA !!!!!
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Ler é Literário 05/01/2018

Olá literários e pessoas apaixonadas por livros em geral!!!
Tudo bem com vocês??

Bem, hoje eu trago mais uma resenha de um livro que desde de que bati o olho nele tenho uma vontade imensa de lê-lo e sim eu já estava de olho nesse livro a um bom tempo.

"Na estante encontrei alguns livros, volumes antigos e bem usados, pois em sua maioria estavam com folhas se desfazendo."

Montanha da Lua é o primeiro livro da Coleção da Família Hallinson, escrito pela autora Mari Scotti e um dos seus livros independentes. Apesar da capa dar a entender que será uma releitura do clássico conto infantil "Chapeuzinho Vermelho", a história em si que é narrada não tem nada de uma garota com um capuz vermelho e um lobo mal.

"A Montanha da Lua possuía este nome, pois em noites de lua cheia ela parecia repousar sobre seu topo. Sempre a admirei de longe e imaginei como seria ver a lua daqui. Talvez descobrisse..."

Mical é uma jovem donzela que já passou da idade de casar-se, porém ela não se importa muito com ser uma solteirona convicta e não se casar apenas com alguém por conveniência ou por causa de suas posses já que esta procura na verdade de casar-se por amor. Porém, isso não é fácil de explicar para sua tia Antonieta que não entende essa necessidade de sua sobrinha e sempre está lhe arranjando pretendentes, aos quais ela sempre dar uma maneira de renunciar a seus pedidos.

"De certo, antes solteirona do que infeliz."

O duque de Bousquet, Octávio Hallinson após a morte de sua esposa resolveu sumir e se isolar da sociedade sem deixar rastro nenhum sobre seu paradeiro, além disso ele parou de responder as suas obrigações em relação ao seu ducado, afinal ele se viu sendo pego pela maldição que cerca os homens de sua família e está respondendo as suas consequências. Porém, ele se ver intrigado com uma jovem moça que acaba salvando de morrer na floresta.

[...]

LEIA MAIS DA RESENHA NO BLOG

site: http://lereliterario.blogspot.com.br/2018/01/resenha-35-montanha-da-lua.html
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Marcelle 01/01/2018

Livro completo
Logo no início do livro, eu já estava apaixonada pela história!! Juro que cheguei a sonhar que estava passando pelo mesmo que Mical (eu vou confessar que demorei para conseguir associar esse nome a uma mulher, mas consegui!). Bem, Mical é o tipo de mocinha que adoro nos livros de época: aquela que está sempre a frente do seu tempo. Que não está nem ai para regras e convenções sociais. Foi morar com seus tios ainda jovem, e se recusou a se casar por se não fosse por amor.

Por conta da sua tendência a fugir das convenções sociais, Mical vai parar na Montanha da Lua e acaba conhecendo Octávio. Por motivos que não posso revelar sem dar spoiler, os dois acabam passando alguns dias juntos, numa simples cabana e eu ri muito com as suposições de Mical e com o humor de Octávio.

Octávio, é um homem atormentado e por muitas vezes quis bater nele!! Ele às vezes, parece um idiota, mas por fim, a gente entende que a questão ta enraizada na alma dele....

Tem um capítulo extremamente emocionante, que me levou às lágrimas, e eu amei. Assim, como tem muita parte engraçada, quente... É um livro completo de emoções!!!

Mical é um exemplo de mulher. Forte, decidida. E olha que ela passa por muuuita coisa no decorrer da história. Uma mulher ciente do seu amor e disposta a tudo para preservá-lo.

Eu simplesmente amei o livro e estou doida pra ler o segundo... Mari Scotti está mais que de parabéns. Escreveu um romance incrível, uma linda hsitória de amor, capaz de nos fazer rir, chorar, amar e sentir raiva...
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Haru 16/12/2017

...
Uma história simples, bonitinha, mas sem nada que faça amar os personagens... Senti falta do desenvolvimento da trama.
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tainan.barbozageneroso 17/10/2017

"Montanha da Lua" é um romance de época escrito pela brasileira Mari Scotti e foi publicado pela Amazon em 2015, sendo o primeiro volume da série da Família Hallinson. A trama gira em torno da maldição dos Hallinson, que, quando casam, suas esposas dão à luz a um menino logo no primeiro ano do casamento e acabam morrendo. Após ficar viúvo, Octávio Hallinson optou por se isolar na Montanha da Lua e levar uma vida simples, apenas caçando para viver.

"A cidade era repleta de histórias sobre como os Hallisons enlouqueciam suas esposas após o casamento, exigindo o herdeiro no primeiro ano de matrimônio."

Octávio me incomodou um pouco, ele teme a maldição mais que tudo e isso o impede de viver e faz com que tome atitudes erradas. Apesar disso, consegui compreender seus motivos.
A protagonista do livro é Mical, uma mulher forte e decidida, que já passou dos 30 anos,  é considerada uma solteirona, mas sempre disse que só se casaria por amor. Apesar disso, sempre desejou ser mãe, embora visse esse sonho como longe de se concretizar.

"Renunciei ao matrimônio sem amor, sou vista com maus olhos pelas senhoras de toda a região."

O encontro dos dois ocorre de forma inesperada por meio de um acidente que Mical sofre, acaba por sendo salva por Octávio e fica aos seus cuidados na Montanha da Lua. Confusa, a princípio pensa que ele é um sequestrador querendo o seu resgate, mas logo vai conhecendo e vendo o seu lado bondoso.
A trama é narrada em primeira pessoa, alternando a narrativa entre o casal protagonista, com direito a capítulos narrados por outros personagens, incluindo um emocionante da tia de Mical. Na maioria das vezes, Octávio conta o que já foi narrado por Mical, mas se engana quem pensa que isso torna o enredo repetitivo, na verdade explica o ponto de vista dele em relação aos acontecimentos, o que faz com que o leitor entenda melhor o enredo e os personagens, que, vale ressaltar são bem construídos.
Devo ressaltar, também que o livro contém cenas hots, algumas até desnecessárias na minha opinião, mas nada que comprometa a brilhante trama construída por Mari Scotti. A leitura é fluida, possui uma linguagem fácil, e o enredo é envolvente, é aquele tipo de livro que quando você vê já está no final e fica com pena de terminar porque é muito bom. Apesar de ter uma continuação, a história termina neste volume, pois o segundo livro trata-se de outro Hallinson.

site: http://www.eucurtoliteratura.com
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AB 15/09/2017

Dizer que me amei a história é pouco...
Começo dizendo que a cada vez mais estou me apaixonando pelos romances de época. As histórias que eu li até agora desse gênero são simplesmente apaixonantes, e essa não foi diferente.

Montanha da Lua é uma história de amor arrebatadora, uma história de passados atormentados, de força, coragem e determinação, de personagens cativantes e complexos.

A história começa com um encontro nada convencional dos personagens. A Mical está voltando da casa de sua amiga e pegando um atalho, mas como era de se esperar de um atalho à noite, pelo meio da floresta, ela acaba se deparando com uma situação assustadora. Ao que parece, ela está sendo perseguida por alguém. Ela corre assustada, mas acaba tropeçando e desmaiando. Quando acorda, ela está em uma casa com um homem que ela nunca viu na vida, ela não sabe como foi parar ali nem as intensões do homem. Ela precisa sair dessa situação o mais rápido possível.

Bem, apesar de isso acontecer bem no começo do livro, acho melhor não comentar muito mais sobre o encontro desses dois personagens, pois acredito que estragaria uma das partes mais divertidas da história. O que eu posso fazer é falar para vocês sobre os personagens.

A Mical, é uma mulher adulta, na verdade, para a sociedade em que ela vive, ela já passou do tempo de arrumar um marido. Mas a Mical não está nem aí pra isso, não está nem aí para o que as pessoas a sua volta acham sobre o que ela deveria fazer, ela é uma mulher determinada, e não vai se casar a menos que seja por amor.

Essa é uma das coisas que me fizeram amar a personagem, ela é uma mulher forte, determinada, com suas próprias convicções e ideias, e não se deixa abalar pela opinião da sociedade a sua volta. Para sua época, ela é uma mulher extremamente madura.

Já o Octávio, bem, eu também gosto muito dele como personagem, mas sempre fico dividida com relação a ele, pois apesar de ser um bom homem, uma pessoa madura, ele também é atormentado pelo seu passado, atormentado por uma superstição passada de geração em geração na sua família, que o faz tomar decisões na história que me faziam querer bater nele.

Confesso, que algumas histórias, como essa, que são difíceis de explicar para vocês, pois são tantos sentimentos que tive ao decorrer da leitura, tantas coisas que gostaria de contar para vocês, que não caberiam em apenas uma resenha, e é claro, também tem o fato de que, se eu falar demais, acabo estragando a leitura de vocês. Então, para resumir as coisas para vocês, vou dizer que recomendo a leitura desse livro, pois é uma história apaixonante. Você vai ficar suspirando de amor, vai sentir raiva, derramar lágrimas e lágrimas, vai ficar preocupada, revoltada, mas no final de tudo... vai ter amado cada página lida, cada sentimento despertado e cada reviravolta da história.

site: http://www.abobrinhacomchocolate.com.br/2017/06/resenha-montanha-da-lua.html
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Nana Valenttine 01/08/2017

Quase morri kkk mas amei
Iniciando a minha maratona de romances de época nacionais, decidi começar por essa história cheia de surpresas da querida Mari Scotti

É a primeira obra que leio da Mari e até então não sabia o que esperar.
Começo ressaltando que é o primeiro romance de época que leio em primeira pessoa e confesso que ho início foi difícil de me habituar mas no segundo capítulo eu já estava completamente imersa na narrativa.

Pra mim, a partir do momento em que um livro me prende, já me ganhou. Eu posso não gostar do resto, posso não gostar do fim, posso não gostar de inúmeras coisas mas se me prendeu, então a autora cumpriu bem o seu propósito. Não foi o caso de Montanha da lua pois eu gostei muito e somado a essa narrativa, tudo apenas colaborou pra que eu amasse o livro como um todo.

Octavio Hallinson Segundo tinha apenas uma convicção na vida: A de que se viesse a amar a esposa, ela morreria. Era assim há gerações e isso acabou por perpetuar a famosa maldição dos Hallinsons. Viúvo e isolado no topo da montanha, ele não esperava se deparar com uma jovem ousada e tempestuosa que aos poucos derrubou suas muralhas.
Apaixonado e confuso entre amar e perder, nosso mocinho se vê frente a frente com fantasmas do passado e seu amor do presente e ao lado de Mical, terá de lutar para afastar a maldição persegue sua família há gerações.

Desde o início na cabana da montanha já era perceptível a atração entre Octavio e Mical e a partir daí as coisas tomam diversos rumos não esperados. Acredito que a mari já deve ter ouvido muito sobre as atitudes do mocinho porque nossa, que vontade de estapear ele. Mas em questão de personagens que não lidam muito bem com as perdas e o que isso faz com sua coragem, bom, disso eu entendo bem ?

Achei a trama muito boa, o desenrolar também, e apesar de me sentir incomodada com certas coisas isso não me fez amar menos. Na verdade isso é muito positivo pois se seu senti raiva, então é porque o negocio é bom kkkk.

Estou muito ansiosa pelo livro do Samuel e muito feliz de ter lido essa preciosidade. Como disse a você mari, fiquei muito angustiada.
Feliz por nosso encontro ter me apresentado a você e as suas obras.
Adorei mesmo.
Um beijo,
Nana.
Desi Lyra \@mixturaliteraria 02/08/2017minha estante
Quase morri kkk mas amei - ME DEFINE COMPLETAMENTE KKKKKKKKK




Monique 23/05/2017

Resenha: Montanha da Lua (Família Hallinson) - Mari Scotti
Antes de começar quero confessar uma coisa: esse foi o primeiro livro de romance histórico que li, então fiquei surpresa com toda a narrativa e também com a história.
Mari conseguiu narrar muito bem os acontecimentos, com muito detalhes, o que me fez conseguir imaginar tudo, inclusive os lugares e as vestimentas da época em que se passa a história. Além de conseguir construir personagens que nos cativam e ao mesmo tempo nos deixam aflitos por causa das decisões que os mesmos fazem.

Uma coisa que me chamou a atenção foi que a personagem principal, Mical (achei o nome diferente, mas bonito), tem uns 30 e poucos anos (não me lembro a idade certa), ou seja, ela já é adulta e sabe o que é certo e o que é errado, mas ao mesmo tempo é ingênua, pois nunca havia namorado ninguém e ainda não havia casado. Isso me chamou a atenção porque sou acostumada a ler livros onde a personagem principal é sempre adolescente.

"- Todos possuímos nossas fraquezas, Octávio, como lidamos com elas é que nos faz vencer."

Sobre o outro personagem principal, o Octávio, o que percebi foi que apesar dele ser retratado como uma pessoa rabugenta e conservada, com o passar da história nos é mostrado que na verdade ele é apenas um homem que sofreu pela perda de algumas pessoas que amava, e que também é sentimental.

Além disso, o livro tem algumas revelações dignas de novela (talvez esteja exagerando um pouco!) o que deixa a trama ainda mais envolvente!

"Não pode viver a sua vida com medo. A morte é algo inevitável com maldição ou não! Eu poderia morrer agora mesmo ou você. Assim é a vida. E privar-se da felicidade por medo é a pior maneira de vivê-la."

Em cada capítulo é narrado do ponto de vista de cada personagem, o que nos deixa ainda mais entrosados com a história. Uma coisa que percebi também foi a formalidade em que os personagens conversam entre si, afinal as famílias dos personagens principais eram nobres e como é um livro de romance histórico o linguajar é um pouco diferente, mas nada difícil de entender.

Como mencionei antes, esse foi o primeiro livro de romance histórico que li, então foi uma experiência diferente, pois saí da minha zona de conforto.
Além disso, o livro tem cenas eróticas, como muitos detalhes, o que me deixou um pouco surpresa no início, pois nunca havia lido algo assim e também porque descobri que não tenho maturidade para ler esse tipo de coisa (risos).

Gostei muito da história. É envolvente, te faz suspirar e te deixa com um gostinho de quero mais!
A autora arrasou no livro, como sempre! Recomendo para aqueles que gostam de um romance que não seja clichê e de uma história bem produzida.

Minha nota:
4,5/5

Resenha postada originalmente no blog Inverno de 1996: https://invernode1996.blogspot.com.br/2017/05/resenha-montanha-da-lua-familia.html

site: https://invernode1996.blogspot.com.br/2017/05/resenha-montanha-da-lua-familia.html
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Eu Pratico Livroterapia 13/05/2017

Montanha da Lua
O livro conta a história de uma mocinha forte, confiante que sabe o que quer, e de um mocinho que sofreu horrores por herdar uma maldição nada agradável, assim o pensa ser pelo menos. Por um acaso do destino eles se cruzam, e depois disso muitas coisas acontecem, inclusive uma paixão mútua.

Mical é uma daquelas pessoas que, quando decidem algo, nada pode fazê-la mudar de ideia. Foi assim que ela conheceu um homem numa floresta ao pé da Montanha da Lua. Já era tarde da noite e ela por ter se negado a dormir na casa de sua amiga Anne, se encontrava sozinha e desprotegida no meio da floresta escura. Esse início de livro me lembra da história da Chapeuzinho Vermelho, rsrs. Ela se acidenta e acaba perdendo a consciência ficando assim por alguns dias. O homem que ela conheceu cuidou dela durante esse tempo, e o pobre infeliz sofreu quando ela acordou e achou que ele fosse algum tarado deflorador de donzelas, kkkkk. Porém ele não era nem de perto alguém assim. Se tratava de um Duque, ou podemos até dizer, um príncipe encantado que surgiu na hora certa para ela.

Eles passam um período juntos numa cabana no alto da montanha e esse tempo foi muito esclarecedor para os dois. Algo surgiu alí, e depois que Mical se recupera e volta para casa, não consegue tira-lo da cabeça, e nem ele consegue tirá-la também. O homem segue todos os protocolos cavalheirescos e a leva sã e salva para casa. E logo se descobre que se trata de um nobre, e o dono do sobrenome mais temido pelas mulheres do lugar, um Hallison. Mas isso não impediu que a tia de Mical fizesse de tudo para casá-los. Primeiro porque ela já tinha trinta e poucos anos, portanto uma solteirona sem futuro matrimonial, segundo porque o homem era o Duque de Bolsquet, maior autoridade do condado. (tia interesseira essa, hahaha).

Eles enfim se casam, e é aí que surgem alguns probleminhas. O homem teme que sua nova esposa sofra a ação da maldição dos Hallison’s, e por causa disso vive fugindo dela. A sorte dele é que ela não é uma mulher molenga, que fica se lamentando pelos cantos, apesar de ter sofrido muito pelos atos covardes do marido. Ela lutou por ele, e no fim consegue algo impensável.
"[...]O que pretende meu lorde? Um gemido involuntário saiu de meus lábios ao ouvir. Ela sabia o quanto me deixava louco ao usar a formalidade comigo. O quanto me instigava a sacrificar suas roupas para vê-la saciada [...]"
Adorei a escrita da autora Mari Scotti, ri, me irritei, chorei, e ri novamente. A historia é uma delícia de se ler, os personagens são bem estruturados e nos fazem pensar estar em séculos monárquicos. Há drama, romance, humor, mistério... E o mais importante, perdão e um felizes para sempre....

Se você curte um lindo romance de época eis uma ótima opção, esse foi meu primeiro livro da autora que leio, e já estou ansiando por ler outros, amei.



site: http://www.eupraticolivroterapia.com.br/2017/01/resenha-montanha-da-lua-mari-scotti.html
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Faby 12/04/2017

Uma boa leitura
Montanha da lua é um romance de época encantador, que conta a história de Mical Baudelaire Nashgan, uma solteirona convicta que renunciou ao desejo de se casar e ter a sua própria família por não aceitar um casamento por conveniência, pois para ela apenas o amor a faria dar esse passo. Certo dia, enquanto voltava para casa, Mical está andando pela floresta aos pés da Montanha da lua quando sente que esta sendo perseguida por alguém. Apesar de seus esforços, ela acaba tropeçando e sem mais conseguir fugir é alcançada por um homem, forte e muito irritado, isso é tudo o que ela percebe antes de desmaiar.

"(...) me casarei se encontrar alguém que seja capaz de me amar como sou. Com o que tenho a oferecer como mulher e não pelo tamanho do meu dote! Se este homem não existir, morrerei solteira e feliz."
Na região há uma lenda que conta a história de um pobre homem, que supostamente ataca donzelas e as seduz, abandonando-as sem seguida, sem nenhum preocupação com sua moral ou reputação. Esse é um dos primeiros pensamentos que Mical tem ao despertar sozinha em uma cama em um quarto masculino, em uma cabana que ela não faz ideia de onde seja.

Apesar do seu medo Mical cria força e coragem para salvar a si mesma e a sua honra do seu algoz, mas o que ela não esperava é que na verdade o homem a estivesse tratando dos ferimentos que sofreu ao cair, enquanto aguarda que ela se recupere para leva-la de volta para casa.

Octávio Hallinson Segundo é o Duque de Bousquet, ou seria se ele não tivesse abandonado todo o convívio social para salvar a todos da sua maldição. Segundo a lenda, sua família sofre uma maldição na qual as mulheres que os Hallinson amam morrem um ano após o matrimônio, e tudo é registrado em diários de família para dar veracidade a história e alertar aos Hallinsons futuros. Depois de perder a sua esposa e confirmar a maldição, Octávio decide abandonar a sociedade e se mantem recluso em uma cabana na Montanda da lua. Mas seu destino está prestes a mudar, quando ela salva uma bela donzela do ataque de um urso e sua beleza e coragem criam raízes em seu coração.


“Ser um Hallinson não era ser um duque ou ter poder acima de qualquer outro nobre de minha província. Para mim, era uma obrigação hereditária que me condenava a aceitar meu destino desde a meninice, de que tudo me era permitido como lorde, exceto o que parecia mais importante: amar."
Quando por fim Octávio decide que é hora de retomar o seu ducado e, gerar seu próprio herdeiro, ele decide se casar, deixando claro que não será um casamento por amor, apenas por conveniência deixando assim a sua futura esposa livre da maldição. O problema é que ele escolhe por esposa justamente a tempestuosa Mical, e depois de um certo esforço ele a desposa.

Mical e Octávio iniciam um relacionamento feliz, ambos, agora apaixonados um pelo outro, mas sem coragem suficiente para revelar, encontram a alegria nos braços e no relacionamento entre eles, até que o medo da maldição os assola e Octávio decide abandonar Mical, três vezes, para que ela viva.
"Posso superar meus medos, sei que vou, com a sua ajuda. Mas não posso viver sem você. Eu a amo Mical, mais que a mim mesmo."
Montanha da lua foi uma leitura muito agradável. Eu estava curiosa por esse romance de época. Não foi a leitura da Mari que mais me pegou, pois até hoje me encontro encantada por seu outro livro O cobiçado (leia resenha aqui), primeiro da autora que li, e que me fisgou completamente.

Gostei bastante da forma como a Mari foi detalhista nesse livro. Seu cuidado principalmente com a linguagem, cenários e tradições da época dão um toque de veracidade à história. Foi uma leitura rápida e fácil, os acontecimentos sequenciados dão leveza a história deixando a leitura agradável e fluida. Em alguns momentos, certos acontecimentos ocorrem de forma muito rápida e o fato de eu não ter conseguido me apegar aos personagens me incomodou um pouco, mas não se preocupem, não tira a beleza da história.

Como eu disse antes, foi o primeiro romance de época da Mari que eu li e me deixou muito ansiosa para a leitura do segundo livro da série, A noiva devota, aguardem resenha em breve.

Por fim, se você curte romance de época ou uma história bem contada, repleta de segredos, e uma pitada de superstição esse livro é para você.

"O amor nunca será maldito. Nós fomos criados por amor, para amar, para sermos felizes."

site: http://www.facesemlivros.com/
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Renata 28/03/2017

Fiquei sem dormir....
Que surpresa....fazia tempo que não engatava dois livros no mesmo dia, não conhecia a autora e esta está de parabéns.Nesse livro estava pensando em dar quatro estrelas de repente pensei ...qual o motivo se gostei tanto?... então vi que foi porque estava com raiva do personagem principal, de seu medo maluco...pera aí .... estava pensando em dar quatro estrelas pois estava com raiva do personagem? O personagem era bem elaborado, construído e o autor tinha colocado a fundo suas sensações que sabíamos o que estava acontecendo ... estava com raiva pois é o tipo de atitude humana que eu não gosto ... não o personagem e sim o homem .... GENTE!!!! estava com raiva de um personagem como se ele fosse real...isso é incrível...a autora fez despertar sentimentos reais em uma história fictícia. Poxa,merece 5 estrelas com louvor. Ainda bem que minha raiva passou no segundo livro (mas isso é outra história). Adorei as cenas "hots". Parabéns Mari Scotti, não conhecia seu trabalho, AMEI, me tornei fã. Quero o terceiro, pois como disse, li o segundo em seguida.
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Veronica 17/03/2017

Apaixonante
Quando eu baixei o A Montanha da Lua, a única coisa que eu sabia sobre ele é que ele é um romance de época, escrito pela Mari Scott. Eu não li a sinopse, algo que realmente eu só faço quando desconfio se irei gostar da leitura, porém como eu já conhecia a escrita da autora pelo Híbrida, não tive a menor desconfiança que iria gostar desse livro.

O que eu não sabia é na realidade eu iria AMÁ-LO.

Eu me surpreendi muito com o enredo, com a personalidade forte dos personagens, principalmente da Mical, que é simplesmente maravilhosa, e se tornou um dos personagens que sempre me lembrarei como um dos meus favoritos, a escrita da autora que eu já achava excelente superou todas as minhas expectativas, pois não é fácil escrever na "linguagem do século 18", e a Mari o fez como se fosse a coisa mais simples do mundo.

Não há uma página desse livro que não te prenda e é bom deixá-los ciente que eu gosto de livros de época, mais romance em si, não é muito a minha praia, então para me prender como ele me prendeu, é realmente para considerá-lo especial.

Eu recomendo muito a leitura, e A Noiva Devota em breve será uma das minhas próximas leituras.
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Larissa 04/03/2017

Blog Por Livros Incríveis
Há séculos, uma verdade acompanha cada herdeiro do ducado de Bousquet: A Maldição dos Hallinson's.
Conta-se que a tragédia os acompanha, levando à morte as esposas em seu primeiro ano de matrimônio. Geração após geração, aprendem sua sina e a regra a seguir para possuir uma união frutífera e longa.
Octávio Hallinson Segundo sofre as consequências de não seguir esses ensinamentos. Viúvo, isolou-se da sociedade, fugindo da responsabilidade de casar-se novamente para providenciar um herdeiro para deu título. Um homem marcado pela dor.
Mical Baudalaire Nashgan sempre foi uma mulher decidida, enfrentandoas ordens de sua tia e negando-se a seguir o protocolo que obrigava mulheres a procurar maridos apenas por posse de títulos e dinheiro e não por amor.
O posicionamento contraditório aos costumes afastou os candidatos, tornando-o uma das únicas solteironas que sua província conheceu. A mais bela dentre elas.
Uma tragédia a coloca frente aos perigos da floresta aos pés da Montanha da Lua e seu futuro torná-se incerto e assustador.
*Sinopse original

"Por que o proibido sempre retorna para atormentar aqueles que se empenham em resisti-lo?"

Sabem quando um livro te ganha pela capa? Esse foi o caso entre Montanha da Lua, sua linda capa e eu. Mais do que qualquer outra coisa, foi atração instantânea por essa moça com capuz à la Chapeuzinho Vermelho que, não faço a mínima ideia do porquê, me remetia a uma fantasia medieval. Pois bem, sabemos agora que o livro na verdade é um romance de época e quem frequenta o blog há algum tempo sabe que esse é um dos meus gêneros literários favoritos, por isso eu não poderia deixar passar a chance de conhecer essa história de amor. E valeu a pena pois mesmo não sendo muito diferente dos usuais romances datados há aqui uma sutil mensagem sobre amar e ser amado que me deu o que pensar.


Mical, que devo dizer é um nome que achei bastante incomum, é uma mulher de 34 anos que, contrariando a sociedade, nunca se casou por preferir permanecer sozinha a enfrentar um casamento sem amor, mesmo desejando muito ser mãe. Ela é uma protagonista forte, decidida, que vai atrás das suas convicções independente do que os outros pensem mas que por isso também é muito teimosa e sua teimosia gera algumas situações inusitadas no início da trama. Apesar disso, pois eu tenho um certo problema com personagens com teimosia em excesso, ela é uma personagem que me agradou desde o início, principalmente pela sua forma de lidar com tudo de cabeça erguida.

Já Octávio, o mocinho em questão, é um homem que vive consumido pela culpa da morte de sua esposa, já que acredita piamente que a maldição que assola os homens da sua família é verdadeira. Olha, eu entendo os motivos do personagem ser e agir da forma como o fazia, afinal a carga que ele carregava não era pra qualquer um, mas em diversos momentos tudo o que eu queria era dar um belo puxão de orelha nele pois ele era tão obcecado pela maldição que não percebia o quanto isso afetava Mical e a relação de ambos, muitas vezes a fazendo passar poucas e boas.

Quem leu a minha resenha de O Cobiçado, sabe que eu me apaixonei pela escrita da autora, que é leve, fluida e instigante na medida certa. A narrativa em primeira pessoa conta a história na visão dos protagonistas, Mical e Octávio, e há alguns capítulos narrados por Antonietta, tia de Mical, e pelo mordomo de Octávio que foram essenciais para ampliar a visão do leitor dos acontecimentos, deixando mais claras algumas situações e atitudes. Aliás, todos os personagens secundários nesse livro foram muito bem aproveitados: seja em tramas secundárias ou em favor da trama principal, todos estão ali por algum motivo.

A trama em si transcorre de forma bastante tranquila e em consequência a leitura flui bem e em uma boa velocidade. O único ponto que não me agradou foram as cenas de sexo que achei que não se encaixaram muito bem na trama, tornarando os capítulos mais lentos e, na minha visão, acabaram se tornando desnecessárias, mas nada que pese ou desvalorize o romance que tem todo um conjunto muito bem elaborado.

"O medo é um dos sentimentos mais impactantes que conheço, assim como o amor. Ambos possuem o poder de guiar um ser humano, levando-nos a atitudes que jamais seguiríamos em um estado normal"

Mari Scotti conseguiu criar (mais) um casal que possui uma química única, bastante própria e que com isso deixa o leitor torcendo desde o início pelo final feliz enquanto acompanha uma história cheia de percalços e mistérios envolventes. Um início muito agradável pra uma série que tem tudo pra ser excelente.

site: http://porlivrosincriveis.blogspot.com.br/2017/02/resenha-montanha-da-lua-mari-scotti.html
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Bru - @umoceanodehistorias 21/02/2017

Antes de começar essa resenha, tem duas coisas que você precisa saber. A primeira é que esse livro é um romance de época e a segunda é que ele é muito bom.

Montanha da Lua, primeiro livro da série Família Hallinson, nos apresenta à história de Mical Nashgan e Octávio Hallinson Segundo. Mical é uma mulher extremamente decidida que foge dos costumes da época e vive enfrentando sua tia, negando-se a se casar. Ela tem em mente que se casará apenas por amor, nunca para agregar fortuna ou títulos. Já Octávio é um homem marcado pelo sofrimento. Ele vive recluso por acreditar que esse é seu destino, uma vez que sobre sua família recai a Maldição dos Hallinson’s.

“Deveria lembrar-me de que sou uma mulher que enfrentou toda uma sociedade para permanecer solteira e não uma donzela em apuros que precisa de um príncipe encantado que a resgate!”

A maldição resulta na morte de todas as mulheres que um Hallinson amar e isso incluí suas mães que morrem logo após dar à luz ao seu primogênito, um menino. Octávio já sofreu uma perda, sua esposa que, mesmo não lhe dando nenhum filho, acabou por enlouquecer e morrer. E isso é prova suficiente de que a maldição existe e que ninguém precisa sofrer com isso.

“A primeira lição que recebíamos: toda mulher que você amar morrerá. Iniciando por sua mãe.”

A vida de ambos ia bem seguindo caminhos separados até acontecer algo com Mical e fazer com que Octávio cuide dela. Depois desse encontro, a vida dos dois poderia ser separada?

Que livro é esse? Quando comecei a ler não pensava que encontraria essa magnitude de sentimentos e essa vontade louca de concluir a leitura torcendo para que Mical e Octávio ficassem juntos.

“O medo é um dos sentimentos mais impactantes que conheço, assim como o amor. Ambos possuem o poder de guiar um ser humano, levando-nos a atitudes que jamais seguiríamos em um estado normal.”

Mical é uma mulher forte, ela me representa muito em suas atitudes e no que fala, pois digamos que compartilhamos dos mesmos ideais. Quando o destino dela se encontra com o de Octávio, pensei, no início, que algo ruim iria acontecer e, depois, cheguei a achar cômico o que ela pensava dele – você vai ter que ler para saber – mas compreendi que, naquela época, as mentes eram “programadas” para pensar daquela forma, apesar de que, até hoje, eu pensaria assim (risos).

“– Todos possuímos nossas fraquezas, Octávio, como lidamos com elas é que nos faz vencer.”

Com relação ao Octávio, me apaixonei por ele assim que percebi como ele realmente era e compadeci de seu medo de sofrer mesmo de uma maldição, entendo que ele queria se afastar de quem ama, conviver com a dor de ver essa pessoa feliz, pois não era capaz de conviver com a dor de perder a pessoa, entretanto, suas escolhas, em determinados momentos me incomodaram um pouquinho.

Gostei muito de uma surpresa que a Mari traz no livro com relação à família de Mical e, juro, em momento algum suspeitei que aquilo havia acontecido, mas só mostra que as piores coisas de nossa vida podem vir das pessoas que mais amamos.

Por fim, para não me estender mais do que já me estendi. Se você gosta de romances de época com personagens fortes e uma trama com surpresas, só tenho a lhes dizer que essa leitura é obrigatória, pois ela mostra como nossa literatura nacional não deixa nada a desejar para os livros internacionais.

“O amor nunca será maldito.”

site: http://mileumdiasparaler.blogspot.com.br/2017/01/resenha-montanha-da-lua-mari-scotti.html
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