O Último dos Guardiões

O Último dos Guardiões João Paulo




Resenhas - O Último dos Guardiões


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Renato.Vasconcellos 22/02/2018

Tive a oportunidade de conhecer o autor na CCXP em 2017 e comprei o livros com a dedicatória diretamente, um homem muito inteligente e simpático. O livro é em sua maior parte divertido e leve. Os problemas são resolvidos tão rápidos quando surgem, o que pode tornar alguns capítulos tediosos. O personagem principal é bem desenvolvido e convence a o leitor a acreditar no monocromatismo de sua personalidade. Faltou um pouco de desenvolvimento dos personagens secundários e o estabelecimento de um vilão mais carismático, que pouco aparece ou interfere na história. Em resumo, é ma leitura agradável e divertida e uma excelente estréia para o João Paulo.
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Acervo do Leitor 31/01/2018

O Último dos Guardiões – Insurreição #1 | Resenha | Acervo do Leitor
Não há nada mais prazeroso do que mergulhar nas páginas de um livro, este brinquedo feito com letras. E poucas leituras nos proporcionam tanta diversão como uma boa Fantasia. Histórias cheias de ação, magia, batalhas, seres infernais, amor e redenção. Essa obra é um convite a esse encanto. É a história da vida de um homem que carrega o peso de uma família, um clã e um reino sobre seus largos ombros. Esmagado pelo dever e por tristezas do passado ele tem um sonho e uma missão a cumprir. Qualquer um cederia em seu lugar, mas ele não é um homem qualquer, ele é um Guardião… e o último.

“A inspiração divina fala em nossos corações. Não espere conselhos de outros que também os buscam.“

Existe um frágil equilíbrio que sustenta o reino. Quatro clãs que formam uma união perfeita. Formados por quatro castas divididas entre combate, defesa, magia e cura que sustentam a humanidade em harmonia. Mas não há nada mais forte e infinito que a ganância humana. O desejo por terras e ouro devasta a paz. Clã contra clã, homem contra homem. O ódio que cega a todos abre olhos que não deveriam ser despertos. Uma antiga força demoníaca é conjurada para acabar com a guerra. Almas são vendidas, pactos são selados a lua se tona vermelha e sangra. Demônios e mortos voltam a andar e a humanidade quase encontra seu fim. Em meio a lágrimas, uma sombra e resquício do que foram as castas protetoras se reunem para a construção de uma Cidadela que se torna o último baluarte da humanidade. Em meio a esse triste episódio da história, uma casta sofreu mais que todas, a casta responsável pela defesa do reino, a casta dos Guardiões. Sobrou apenas uma criança prometida. Um homem que mudaria o mundo, sobrou apelas Galaniel.

“Eu sou a ponta da espada,
A magia que transcende,
A aura que repara,
O escudo que defende.”

O tempo passou e Galaniel não é mais o mesmo. Apegado a solidão, tristeza e um bom vinho tinto ele é uma sombra do que já foi. Outrora um Guardião respeitado, agora vive pelas tavernas e pelas tabelas. Há algo que ele não aceita: o armistício feito entre a humanidade e os demônios as custas de um sacrifício humano de cinco vidas a cada cinco anos para aplacar os desejos das sombras. Dos sacrifícios brotaram feriadas que o tempo não consegue curar. Galaniel estava quieto, mas não estava morto. Uma família de vendedores entra em sua vida para trazer o que estava quase esquecido por ele, esperança. O afeto e o brilho nos olhos de uma criança trouxeram batimentos ao coração de guerreiro ferido. Mas não há paz que dure onde impera covardia. E mais uma vez ele se vê impotente diante dos homens que possuem o coração mais negro do que o dos demônios. Mais uma pessoa que ele ama é tirada de sua vida… mas agora Galaniel chegou ao seu limite. O tinto do vinho que outrora o consumia agora pulsa em suas veias cheias de ódio. É melhor morrer em pé do que viver de joelhos. Galaniel está cansado de covardes e de demônios. É tempo de restituição. Tempo de tomar o que foi perdido, honra, coragem e vidas, mas para isso ele precisa contar com seu antigo bando, Os Oito. Eles estão chegando, e a pohada vai comer para geral!

“Com o tempo verá que nenhuma morte é gloriosa, meu amigo. Morte é apenas morte e se você puder, deve escolher bem o momento, pois cada vida tem seu valor e não devemos nos entregar à morte levianamente.”

SENTENÇA

João Paulo nos entrega uma obra “clássica” de Fantasia. Clássico não quer dizer datado, sim eterno. Confesso que estava sentindo falta do heroísmo e altruísmo que banham essas páginas. Muitos escritores na ânsia de escreverem apenas sobre personagens “cinzentos” acabam borrando mais a história que deixando-as reais. Aqui temos uma realidade e certeza de caráter que, infelizmente, está em extinção em nosso dias. Galaniel chega chutando a porta, derrubando demônios e roubando nossos corações. Com uma escrita segura e ágil o autor não perde tempo com floreios, corta logo a carne e entrega um livro conciso, muito divertido e rico em detalhes. O primeiro volume da série “O Último dos Guardiões” foi um dos últimos livros que li este ano mas com certeza figurará entre os primeiros que indicarei.

site: http://acervodoleitor.com.br/o-ultimos-dos-guardioes-insurreicao/
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allanfrancis.salgado 23/01/2018

MAIS UM SUCESSO NACIONAL
SINOPSE
Um Reino em paz...
A sociedade é governada por um conselho igualitário...
As guerras há muito tempo terminaram...
Mas quando a cobiça pelo poder fala mais alto... Eclode uma batalha sangrenta, como nenhuma outra antes.
Uma guerra que durara vinte anos fora vencida por um feitiço arcano, libertando um mal hediondo na terra. Milhares de vidas foram sacrificadas para que a ânsia de poder de alguns fosse saciada. Uma cidadela fora erigida para treinar novos guerreiros e fazer frente à ameaça.
Após anos de batalha um guardião veterano acredita que poderá enfim deixar a frente de batalha, mas um acordo doentio destrói suas esperanças.
Conseguirá este guardião se reerguer, combater o poder instituído e ainda ajudar seu povo a erradicar os exércitos infernais?
RESENHA:
Primeiro queria me desculpar com o autor, pois há muito li seu livro e estava devendo esta resenha.
O último dos Guardiões é o primeiro livro de uma trilogia baseada em um mundo divido em castas, onde as diferenças da sociedade são latentes e servem de pano de fundo para a trama.
Um fator que, chamou muito minha atenção no livro, foi justamente o embate do protagonista Galaniel consigo, um herói, que não sabe seu valor e que luta com o vício do alcoolismo, enquanto enfrenta os perigos e armadilhas de sua jornada.
Confesso que esta pegada me surpreendeu. Assim, de cara fui lendo para saber o que mais se passaria com ele, e muitas reviravoltas, ações e decisões foram se sucedendo, uma após a outra, foi incrível! O livro traz aspectos marcantes de RPG, não é atoa, que o próprio autor tem um site e um aplicativo sobre o livro, além de vários itens para venda em seu site.
A trilogia de Galaniel combatendo o mal, quando todos cederam é uma jornada do herói típica e que encanta seu público. As vezes, me pegava pensando, será que ninguém mais percebe que ele esta certo? E você via o herói lutando contra tudo e todos até reunir seu grupo de amigos para combater o mal.

CONCLUSÃO:
Para quem curte, livros em que você tem bem delineado os lados, a luta constante contra os perigos internos e externos, O último dos Guardiões é uma aposta boa, de fácil leitura, com isso quero dizer sem MIMIS desnecessários e com um clamor forte para RPG, nem preciso dizer o quanto amo RPG.
Enfim, estou ansioso para ler os dois próximos livros da trilogia e desejo todo sucesso a nosso amigo João Paulo.

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Paulo 17/10/2017

É tão bom poder ver uma história que me recorda dos meus tempos de jogador de RPG. Campanhas perigosas, batalhas terríveis, o companheirismo inerente. Já havia sentido um pouco desse espírito ao ler o livro Os Portões do Inferno, escrito por André Gordirro. E pude sentir o mesmo ao ler O Último dos Guardiões, um trabalho exemplar deste autor que não é apenas um talento, mas alguém que merece a sua atenção.

Me agrada demais poder ver um trabalho lapidado e bem redondinho como este livro. Aqueles que trabalham com novos autores nacionais como eu e outros blogueiros sabem como nos deparamos com inúmeros livros cujas editoras ou os próprios autores (quando publicam de forma independente) não cuidam de aspectos simples como uma boa revisão ou um copidesque. Tal não é o caso aqui. Livro bem escrito, coerente e que não vai causar ao leitor uma incompreensão. O autor toma cuidado ao apresentar uma narrativa de fácil compreensão, direta ao ponto, apresentando tramas e subtramas de forma competente. A narrativa é posta em terceira pessoa, do ponto de vista de Galaniel, nosso protagonista, apesar de no começo termos Galator como protagonista.

Os diálogos são bem construídos e a gente percebe a troca de momento entre as falas de personagem. Temos aquela fala mais estoica e austera, típica de soldados se relacionando durante sua vida militar e aqueles momentos mais informais, da mesa de bar, da troca de bravatas. João Paulo delimita isso muito claramente. Até mesmo a forma como Galaniel se relaciona com sua família ou com sua esposa é diferente e os diálogos se adaptam bem a esses momentos. Destaco esse ponto porque nem todos os autores conseguem fazer bem essa transição entre espaços de relação diferentes e aqui fica muito harmônico. A única vulnerabilidade na escrita é quando o autor faz algumas mudanças súbitas de cena ou decide colocar flashbacks no meio de um capítulo. Falta separações entre estes momentos. Bastava colocar uma subseção ou asteriscos embaixo separando o momento X do momento Y. Esse recurso é usado bastante nos primeiros capítulos quando Galaniel está na casa da família de Melina e ele se lembra de momentos específicos do passado. Ou uma cena que lhe desperta uma memória. Esses momentos são súbitos demais e acabam prejudicando ligeiramente a compreensão do que está acontecendo ou como que se passou de um momento para o outro. No final também há uma situação semelhante quando o autor apresenta um epílogo mostrando o estado das coisas após o clímax.

Sem dúvida alguma que os Oito são a principal atração da narrativa. A maneira como o autor constrói as ligações entre os membros do grupo é incrível. Nos sentimos parte daquele grupo. Seja nos combates, muito bem apresentados ou nos momentos de descontração, a amizade e o companheirismo entre os membros é ressaltada. Todos do grupo são apresentados em suas características e peculiaridades e é interessante como eles são bem distintos entre si. Não temos personagens estereotipados ou semelhantes; cada um tem sua individualidade. Pelo que eu pude perceber a ideia do autor é explorar o laço de amizade entre os membros do grupo em outras histórias, o que é muito legal porque eles são a cara do livro.

A relação de Galaniel com sua família é bem explorada. As dificuldades que Galator e Eushaniel tiveram para terem Galaniel, os momentos de penúria, a chegada de Boldar e por fim o laço inexorável entre Galaniel e seu pai. Essa exploração dá um aspecto muito humano à figura do protagonista. Ele não é apenas um guerreiro famoso, mas um filho amoroso. Esse é outro aspecto diferenciado que o autor acertou: a relação com a família. Na maior parte das vezes vemos autores de livros de fantasia fazendo com que seus protagonistas sejam órfãos ou não existe o trabalho com a mãe ou o pai. Fazer esse pano de fundo não é tão simples quanto parece. Ao mesmo tempo, esse foco com a relação familiar é um ponto fraco. Isso porque (não é spoiler... aparece nos capítulos iniciais) o grande objetivo de Galaniel é encontrar sua esposa Nirmiriel, vítima do ataque dos demônios. Mas, a relação entre Galaniel e Nirmiriel só é explorada mais adiante na história. Não consegui comprar bem essa obsessão da parte de Galaniel em resgatar Nirm. Quando alguns eventos acontecem mais à frente, eles não surtem o mesmo impacto. Por exemplo, a pessoa capturada poderia ter sido Eushaniel ou até Inara. Isso já que o autor explorou mais o lado familiar. A relação com Nirm poderia ter sido mais trabalhada ao longo da jornada alternando passado e presente, usando as duas temporalidades para reforçar os laços de amor entre os personagens.

Outro ponto pouco falado entre os comentários feitos acerca do livro é que o protagonista no começo é gordinho. E ele precisa trabalhar o seu íntimo para superar a si mesmo e aquilo que os outros falam dele. Temos então um personagem que precisa superar barreiras desde o começo de sua aventura. Para piorar ele se torna um Guardiao, uma casta que sofre com preconceito das outras. Gostei da maneira como o autor trabalha o personagem que sente preconceito em ser Guardião no começo da história e como ele faz para superar isso.

O livro é construído com capítulos que se alternam: um no presente, outro no passado. Dessa maneira, ele vai construindo um pouco da narrativa e dos acontecimentos da história que convergem para criar uma história bem coerente mais adiante. Como eu disse no começo da resenha, não há muitas dificuldades para se compreender o mundo e como ele funciona. Ou até mesmo do que se trata a história. O sistema de magia é coerente e me lembrou mesmo um RPG com as castas se equilibrando entre si. Aliás, vale destacar que o autor criou um aplicativo no qual é possível saber a sua casta ou até ver outros detalhes acerca do mundo. Mais um autor que está ligado em como os recursos digitais podem construir uma experiência mais completa para o leitor. Senti falta de uma construção maior de mundo. Boa parte da ação se passa em Kolpor, a cidade natal do protagonista e depois na Cidadela. Quando eles saem de Kolpor, são dados poucos detalhes acerca de como as cidades se relacionam, qual a situação em outras cidades, algumas localidades surpreendentes. Faltou esse entorno ao mundo de Galaniel, algo que o autor começa a construir no começo da história, mas que ele acaba precisando deixar um pouco de lado para se dedicar ao desenvolvimento dos personagens.

O Último dos Guardiões é um livro incrível de um autor que eu passei a apreciar demais o trabalho. Uma pessoa dedicada que percebemos nas linhas de seu livro a maneira como ele lapidou o seu livro, como ele pesquisou a respeito das táticas de guerra e estratégias empregadas na Idade Média. Fica aqui mais um destaque para as incríveis sequências de batalha no meio da história. São bem verossímeis e o emprego de formações de batalha dá um aspecto muito legal aos combates, sem parecer chato ou confuso. Os Oito são, sem dúvida, os personagens da história, mas o leitor vai encontrar na relação do protagonista com a sua família e sua esposa outras razões para apreciar a história. Deem uma oportunidade ao João Paulo e sua série, que já tem dois livros publicados.

site: www.ficcoeshumanas.com
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Letícia 02/10/2017

Resenha blog Mundo de Fantasias
Insurreição é o primeiro livro da saga O Último dos Guardiões, escrito por João Paulo Silveira, que nos transporta para um mundo completamente novo, cheio de ação, aventura, perigo e muitos demônios.

Vamos começar explicando o universo. Neste livro temos quatro castas de guerreiros, os avantes (ataque), mentales (magia), biontes (cura) e guardiões (defesa). De cada casta, dois eram selecionados para fazer parte do Alto Conselho, e um dentre eles para ser o Potar, o líder. Tudo estava indo bem, até que os avantes e o mentales decidem tirar os guardiões da jogada, iniciando uma guerra. Mas nosso grupinho estava perdendo para os guardiões, então chamaram um senhor demônio para acabar com os guardiões, e o que aconteceu? O demônio acabou sim, em um piscar de olhos com os guardiões, mas levou mais almas com eles, incluindo o grupo que o convocou, e acabou ficando na terra (por que não? Um lugar tão lindo, cheio de almas) e causando um baita caos.

Todos os guardiões foram eliminados, exceto os que estavam para nascer, mas destes, apenas dois chegaram ao mundo, uma mulher e um homem. Juntos tiveram Galaniel, nosso protagonista. Vocês já devem imaginar que o senhor demônio tocou o terror por tudo, não é mesmo? Até que um dia ele faz um acordo, toda vez que o sol nascer vermelho, as cinco cidades restantes, deveriam entregar cinco humanos para eles, e a paz seria mantida. Nada de ataques as cidades, nada de mortes, só paz e harmonia. E o Alto Conselho aceita isso, fazendo um sorteio para escolher os sortudos… Bem, não tão sortudos assim, não é mesmo? E adivinha quem foi uma das primeiras escolhidas? A esposa de Galaniel.

Continue lendo http://www.mundodefantasias.blog.br/resenha-o-ultimo-dos-guardioes-insurreicao/#more-6893

site: www.mundodefantasias.blog.br
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Marci 19/08/2017

INSURREIÇÃO - Coragem e Honra
A história é protagonizada por Galaniel e a aventura começa logo no início. Um personagem forte e disposto a ajudar quem estiver precisando dele, sendo essas as características mais marcantes do protagonista de "O último dos guardiões". Conflitos e lutas são apresentadas logo no início, nos fazendo ficar curiosos pelo que está por vir nessa aventura.

Cidadela é o local onde se formam os guerreiros que ficam divididos em 4 castas: Biontes, Avantes, Mentales e Guardião que são definidos por meio de um evento denominado Molodok, cada uma das castas tem um papel importante dentro das batalhas, e antes de entrar em combate e se tornarem verdadeiros guerreiros, passam por treinamentos de formação. Ocorrem batalhas entre o bem e o mal contra os denominados demônios/espectros que por uma acordo, de tempos em tempos levam alguém consigo, sem se importar com idade do escolhido.

Na linguagem do livro nos deparamos com várias expressões brasileiras que não encontramos em livros traduzidos, como "seu cabeçudo" e "balofo", nos lembrando o quanto é bom ler um livro em sua linguagem original.

A aventura é impressionante e a narrativa é intercalada nos capítulos, entre o começo da história com o Molodok e o presente, anos depois quando "os 8" se reúnem já mais velhos, mas com os mesmos propósitos de fazer a justiça.
A leitura é de fácil entendimento, embora o contexto de toda a história seja complexo, os guerreiros medievais são vistos num extremo de aventura empolgante e surpreendente.



site: www.instagram.com/corujanasentrelinhas
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Bruno Marukesu 13/08/2017

[Resenha] O Último dos Guardiões - Insurreição
INSURREIÇÃO é protagonizado por Galaniel que diga-se de passagem é um grande homem tanto na estatura como no espírito. No mundo criado pelo autor João Paulo Silveira, as pessoas são dividas por castas que desempenham papéis fundamentais no campo de batalha contra as forças de um mal chamado Balkatar.
É fácil gostar de Galaniel e ele se mostrou um personagem que não teme morrer, que defende os indefesos, que é fiel e honra o que promete; é o primeiro a se sacrificar para salvar os seus amigos. Mas ele não é perfeito, é um herói que tem fraquezas. A sua liderança é louvável e mesmo o achando em algumas ocasiões um porre foi um personagem que gostei bastante de acompanhar.
Cada integrante do grupo conhecido pelos Oito tem características próprias e anseios, juntos formam um grupo completo, forte e inesquecível. Entretanto, senti falta de uma abordagem do passado de cada um deles, de fazer um retrospecto das suas vidas, vi muito enfoque em Galaniel e pouco nos outros, mas é compreensível visto que esse é o primeiro livro de uma série.
Com narrativa em terceira pessoa, INSURREIÇÃO possui uma escrita fácil de ser compreendida, mas que em vários pontos se devaneia seja na descrição das batalhas como no detalhamento de cenários. Isso não impede o brilho que a obra tem para o gênero da fantasia medieval nacional.
A questão das castas no Reino de Kor é um ponto extremamente realista para o enredo pois suas rixas demonstram o quanto a humanidade é imperfeita até na ficção.
Uma dificuldade que senti na leitura foi em aceitar o Deus que tantos personagens louvam. Associei o tal Deus ao do cristianismo, mas só perto do fim do enredo que compreendi a definição dele no reino de Kor.
Há um mapa logo no começo da obra que torna fácil nos situar no reino e por onde nosso protagonista passa. Acredito que mapas são itens fundamentais em fantasias medievais e agradeço pelo autor João Paulo ter tido esse cuidado.
Possuo a 1ª edição da obra. Logo, desconsiderei as diversas estruturações confusas dos diálogos que me rende alguns momentos tentam entender quem falava o quê.
A fonte das letras são grandes possibilitando uma leitura sossegada e sem agressão aos olhos mesmo com as páginas sendo brancas. A capa é linda retratando o imperfeito herói Galaniel em sua majestade no combate contra os demônios da força de Balkatar.
Recomendo INSURREIÇÃO a todos aqueles que gostam de enredos que contenham heróis humanos, forças malignas e cenas de luta pura.

site: http://www.refugioliterario.com.br/2017/07/resenha-o-ultimo-dos-guardioes.html
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Nilton Alves 12/07/2017

Coragem e Honra
O Último dos Guardiões é um livro de Romance Medieval e Fantasia, nele o autor João Paulo Silveira criou um mundo aonde temos uma sociedade dividida em castas:
Avantes, Mentales, Biontes e Guardiões.
De acordo com suas habilidades você é designado para uma dessas castas.

Por causa da ganância por poder uma guerra começar e um feitiço liberta um Demônio.
Várias vidas foram sacrificadas e uma cidadela foi erguida para treinar novos guerreiros que faram frente ao exército do Demônio.

O livro tem uma narrativa bastante envolvente e dertalhista. É narrado em terceira Pessoa.
Temos como personagem principal Galaniel que aparentemente achamos que não passa de um cara Velho e bêbado, mas não ele está em depressão por perder sua esposa. Ao logo da leitura do livro vamos descobrindo o que aconteceu com Galaniel.

"A inspiração divina fala em nossos corações. Não espere conselhos de outros que também os buscam. Galtanion."

"Apenas faça aquilo que sabe que deve ser feito. Galator."

Galaniel é o último dos Guardiões de linhagem pura pois seu pai Galator e sua mãe Eushaniel ambos eram guardiões. aconteceu uma miscigenação pois após a guerra não havia mais homens guardiões. Somente famílias da casta esperavam filhos na época e apenas duas crianças nasceram Galator e Eushaniel.

É uma história linda.
Eu gostei da escrita da autor e da maneira como ele foi desenvolvendo todo o enredo e os personagens. Os capítulos vão alternando entre presente e passado nos mostrando as lutas que Galaniel vive e revivendo sua preparação para tal.

Acontece uma coisa durante a história que faz Galaniel ter de voltar o sentido da vida. O livro também falar sobre Amizade.

Existe um Alto Conselho que aceita um pacto que a cada cinco anos eles oferecem cinco humanos de cada uma das cidades em troca do Demônio Balkatar não atacar as cidades mantendo assim uma falsa paz e lógico que Galaniel é contra esse pacto.

No livro temos batalhas e magias onde guerreiros e demônios lutam a eterna luta ente o Bem e o mal.

Não conseguia parar de ler até saber o que iria acontecer no próximo capítulo. Gostaria de agradecer ao autor por mim confiar sua obra e pela ótima leitura que tive e dizer que este livro tem continuação e estou louco para terminar de ler e saber o que irá acontecer com Galaniel e seus amigos. Dou 5 estrelas para esse livro e recomendo a leitura desse livro para vocês.
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Carol 14/02/2017

Coragem e Honra
A história se passa no reino de Kor onde a sociedade é dividida em castas: Avantes, Mentales, Biontes e Guardiões. Onde cada um possui sua função em frente a guerra contra os infernais.
Galaniel é o último dos Guardiões e a trama se passa ao redor de sua história e de seus antepassados, como tudo começou e as consequências das escolhas gananciosas daqueles que estão no poder. Sacrifícios são feitos pela gana do poder e do conforto.
Até onde você iria por amor e honra? Galaniel ira até o inferno por justiça.
Um belo romance de aventura fantástica, O Último dos Guardiões tem uma leitura fluída e de fácil entendimento. Momentos de tensão e descontração fazem você fazer "caras e bocas" durante a leitura. A descrição dos locais faz "viajar" no reino de Kor e com a ajuda do mapa que vem no inicio do livro fica fácil se localizar na história.
E pra quem adora se envolver nas histórias, o autor ainda nos brinda com um app disponível para download onde você pode ter seu nome no dialeto da trama, faz sua "certidão de nascimento" e ainda descobre a qual casta você faz parte.
(Só pra constar, faço parte dos Mentales, adorei.)

Venha e transforme-se no Nono integrante do grupo de elite e lute com Coragem e Honra.
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Alex.Godoi 08/02/2017

Um livro para quem gosta de romance e aventura.
Conheci o autor na CCXP 2016 e lá trocamos nossos livros autorais.
História desta obra: Sem comentários, muito legal. João Paulo criou um reino e personagens que são ligado por uma trama muito bem feita. A cada página lida a vontade de continuar lendo até descobrir os segredos contido na obra.
No início conhecemos o guardião em seu estado lamentável e no decorrer da história, descobrimos quem de fato ele é. Afinal como diz o ditado popular, as aparências enganam.
Li e recomendo a todos leitores de fantasia e amantes de RPG.

Aproveitando o ensejo, gostaria de fazer-lhe um convite para também conhecer minha obra literária "Os lendários heróis de Green Wood" volume 01 (Os guardiões do cálice de fogo).
Acesse:
https://www.skoob.com.br/livro/561286ED563010 ou www.portalgreenwood.blogspot.com

Saudações Literárias.
Alex Godoi

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Amante dos Livros 13/11/2016

Romance de história medieval incrível!
Um romance de fantasia medieval repleto de aventuras!
A história é vivida no Reino de Kor e é contada intercalando momentos do presente e do passado.
Logo no primeiro capítulo, conhecemos o guerreiro Galaniel - Protagonista - , onde ao ajudar um jovem trabalhador das lavouras, acaba se metendo em uma briga que por pouco não tira sua vida, se não fosse por uma família simples que o acolheu e cuidou dos seus ferimentos por um longo tempo, fazendo com que se tornassem pessoas especiais... sua nova família.
Galaniel estava levando uma vida tranquila, fazendo parte da família do peixeiro, mas não conseguia apagar da sua mente, os sofrimentos do passado. E a cada noite, os pesadelos tomavam conta do seu sono, o fazendo sofrer ainda mais à perda da sua esposa - Nirmiriel -, uma tragédia do passado, que o fez afundar-se durante anos na bebida.
E logo agora, por ironia do destino - ou talvez por uma armação de um inimigo antigo - a mesma convocação proveniente de um antigo acordo entre os conselheiros das Cidadelas e os demônios que eram ameaças constantes, iria tirar da vida do Galaniel outra pessoa importante... a pequena Melina.
Porém dessa vez o guerreiro faria até o impossível para não permitir que as forças infernais se apoderassem da vida da criança, e faria algo além... partiria em busca da verdade, sobre o sacrifício da sua esposa e para isso reuniu seus amigos: Relfer, Rion, Pelokir, Meneol, Codaino e Hrothgar - antigos companheiros da equipe dos oito - para lutar até o fim, contra o exército dos infernais.

Resenha completa com imagens no blog

site: http://amantedoslivrosmercia.blogspot.com.br/2016/11/o-ultimo-dos-guardioes-resenha.html
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Khrys Anjos 08/12/2015

Uma guerra épica entre o Bem e o Mal. Um Guardião guiado pelo amor é nossa última esperança
Esta aventura acontece no Reino de Kor. Um lugar onde guerreiros são treinados nas artes de luta com armas e com magia (a união de dois temas que adoro: Era Medieval e magia).

Conhecemos então Galaniel o último dos Guardiões. Acompanhamos toda a sua trajetória até se tornar o grande guerreiro destemido por muitos e como acabou vagando pelas tavernas para afogar suas mágoas.

Gala é filho de uma união proibida no reino: um Guardião com uma Guardiã. Por este motivo precisa manter sua ascendência em segredo.

Ele era um jovem gordinho e sofreu com os apelidos que recebeu. Porém este foi mais um incentivo para aprimorar suas técnicas de luta e se formar com honras na Cidadela.

Se casa com a sua companheira do grupo de elite Os Oito Nirmiriel e leva uma vida tranquila e feliz até o dia que sua esposa é "escolhida" na Convocação para ser "sacrificada" aos espectros. A partir deste dia ele deixa sua antiga vida e passa a se embebedar todas as noites para tentar esquecer o ocorrido.

Mas o "destino" o coloca novamente diante de uma perda eminente e desta vez Gala resolve ser mais rápido ao resgatar as oferendas reiniciando assim a guerra.

E agora ela será ainda mais sangrenta pois além das oferendas Gala também decide tentar descobrir o que realmente aconteceu com sua amada esposa.

Assim ele e mais cinco companheiros do grupo de elite - Relfer, Rion, Pelokir, Hrothgar e Codaino - partem rumo a Fenda para desvendar este mistério.

No caminho têm batalhas ferozes com os espectros e precisam usar todas as técnicas de defesa e ataque que conhecem para chegar ao seu destino. Mas infelizmente um dos guerreiros não sai vivo desta empreitada (fiquei muito triste ;( pois era o que eu mais gostava).

Esta história tem muitas lições a serem transmitidas: a amizade verdadeira transforma pessoas em irmãos, por amor somos capazes de ir até o inferno se for preciso para salvar aqueles que amamos, quando a ganância fala mais alto trair se torna uma opção banal, compaixão deve ser exercida até mesmo com quem nos decepciona, o Mal se alimenta da energia pura do Bem, nosso futuro depende das escolhas que fazemos no nosso presente, permitir que um erro continue dominando nossa vida só nos levará a destruição.

Galaniel se tornou um líder não por impor ordens ou medo em seus subordinados mas por saber aprimorar as qualidades de cada um dos companheiros.

Durante a sua "ressurreição" teve uma ajuda especial afinal a luta é contra seres do mal. A Luz teve que intervir pois contra as Trevas é necessário uma dose extra de energia.

A narrativa do João é tão marcante que transforma o leitor no Nono integrante do grupo de elite. Os detalhes sobre os locais e as batalhas são extremamente realistas. Para quem tem o costume de deixar a imaginação flutuar durante a leitura fica fácil visualizar cada cena.

Dois pontos super importantes é que no início tem um mapa do Reino de Kor nos deixando ambientados com o lugar e no final tem 3 apêndices que nos mantêm atualizados sobre os acontecimentos e principalmente quem é quem na história.

Desta maneira podemos entender melhor o desenrolar da trama sem ter que ficar voltando na leitura caso esqueça algum nome. Amei pois mostra o quanto o autor quer interagir com o leitor.

O Gala conquista o leitor com sua liderança e com a força do seu amor pela Nirmiriel. Quer demonstração maior desse sentimento do que ir até o "inferno" lutar contra seres trevosos para tentar trazer sua amada de volta?

Agora é aguardar ANSIOSAMENTE a continuação desta história. Nossos guerreiros precisam encontrar as Armas Primevas para poderem acabar com o reinado de Balkatar. Espero não ver a queda de nenhum outro dos meus meninos.

site: http://minhamontanharussadeemocoes.blogspot.com.br/2015/09/resenha-o-ultimo-dos-guardioes.html
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Carolina Durães 17/10/2015

Conforme a sinopse explica, a trama se passa em uma sociedade que vive em paz. Um acordo foi selado para conter Balkatar e seus demônios. Cinco almas são oferecidas a cada cinco anos. O sacrifício de poucos para salvar muitos. Não pensem que é um acordo realizado com o objetivo do bem maior. A verdade é que a cobiça e a inveja fizeram as castas voltarem-se umas contra as outras.

A história é narrada em terceira pessoa e apresenta ao leitor momentos do passado e do presente. O foco é em Galaniel e o leitor vai acompanhando sua trajetória e a de seus amigos. A vida de Galaniel é repleta de perdas e desilusões e por um tempo, observamos um protagonista afundando em suas mágoas.

Mas a perda de mais uma pessoa querida faz com que ele chegue ao ponto de ruptura e junto com outros personagens acaba tendo como objetivo resgatar pessoas e dessa forma, lutar contra os demônios.

Na trama, a sociedade é dividida em castas: Guardiões, Mentales, Biontes e Avantes. É uma prática comum no Reino de Kor, onde os jovens são precocemente separados de suas famílias e precisam se juntar ao treinamento.

Essa divisão de castas é muito importante na trama, pois define o status social de cada uma. E por conta dela, vemos alguns personagens tramando e traindo por motivos mesquinhos.

Galaniel é um protagonista carismático. O leitor consegue simpatizar com ele devido sua história pessoal e anima-se ao ver o personagem tentando mudar a sociedade.

Os cenários criados pelo autor são intrigantes. Existem várias cenas de batalhas, deixando claro que a jornada de Galaniel é uma aventura fantástica.

A escrita é boa, mas poderia ser um pouco mais fluida. Existem alguns trechos onde as descrições são excessivas, tornando o ritmo da leitura lento.

Em relação à revisão, diagramação e layout a editora realizou um bom trabalho. Foram encontrados alguns erros, mas nada que interfira na compreensão do texto. O livro contêm alguns detalhes adicionais que enriquecem a obra, como um mapa, que permite ao leitor visualizar bem o local onde se passa a história.

site: http://www.mixliterario.com/
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Daiane Menezes 01/10/2015

Bacana!
Este é o primeiro romance de João Paulo Silveira, foi escrito em terceira pessoa, alternando entre acontecimentos do passado e do presente e nos apresentando uma fascinante história medieval na qual descreve aventura, coragem e como não poderia faltar, uma grande história de amor.

O autor foi extremamente cuidadoso, pois logo nas primeiras páginas, desenhou claramente o mapa do Reino de Kor e assim, você – assim como eu – pode voltar várias vezes durante a leitura para se situar nas cidades circunvizinhas ao pequeno vilarejo, facilitando seu entendimento sobre a visão dos personagens.

No Reino de Kor, desde muito jovem, a população é separada da sua família. Homens e mulheres são levados para o campo de treinamento onde serão treinados e definidas suas castas: ataque (Avantes), magia (Mentales), cura (Biontes) e defesa (Guardiões). Todos unidos contra as forças malignas de Balkatar e seus demônios. Nos campos de treinamentos são treinados por cinco anos e logo depois enviados para frente de batalha para assim enfrentar os exércitos inimigos. Porém, um acordo declarou um período de paz. A cada cinco anos cinco almas eram oferecidas aos demônios apara que estes dessem em troca cinco anos de paz.

Durante a leitura, vamos acompanhar a vida do guardião Galaniel. Um jovem guerreiro que vem de uma linhagem de guardiões (o que significa menos prestígio dentre seu povo), que nunca conheceu seu pai, pois o perdeu enquanto ainda estava no ventre de sua mãe e como se não bastasse, ainda perde por duas vezes pessoas a quem tem grande afeição durante a vida. Durante um longo período da sua existência, ele vive afogando suas mágoas na bebida e em tavernas de reputação duvidosa. Mas num determinado momento, resolve juntar seu velho grupo dos tempos de treinamento e correr atrás de tudo que foi perdido. Não aceita o acordo feito entre o alto escalão do seu Reino no qual consistia em oferecer aos demônios cinco vidas voluntárias por cinco anos de paz. Para Galaniel, do que valia o sofrimento das famílias que teriam que perder seus entes queridos por covardia dos demais guerreiros?

É a partir daí que a aventura começa!

Você vai se deliciar com a descrição bem feita de cada batalha, cada detalhe sangrento entre um guerreiro e um espectro. O autor consegue nos levar para o campo de batalha e nos prender de forma excepcional.

Dentre o grupo que luta ao lado de Galaniel podemos nos deparar com inveja, lealdade, compaixão e outros sentimentos nobres e não tão nobres assim.

Se você curte uma boa historia onde existe magia, demônio, anjos etc., este é o livro ideal. Tenho certeza que enquanto você não terminar o livro, não conseguirá dormir da mesma forma. Pois foi assim que eu me senti. Rsrs

Já estou super ansiosa para leitura do próximo livro!

*Em parceria com o Arca Literária.

Boa leitura!
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Arca Literária 13/08/2015

leia a resenha no link http://www.arcaliteraria.com.br/o-ultimo-dos-guardioes-joao-paulo-silveira/

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