O Príncipe dos Canalhas

O Príncipe dos Canalhas Loretta Chase




Resenhas - Lord of Scoundrels (Título provisório)


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Rascunho com Café 26/04/2015

Originalidade imprevista em um romance comum
“O Príncipe dos Canalhas” como a capa sugere é o romance de época vencedor de prêmios de Loretta Chase que será lançado em maio pela editora Arqueiro. Em primeira mão vamos deixar vocês com ainda mais ansiedade pelo lançamento, já que, sem dúvida, é realmente um dos melhores livros do gênero.

Já devo ter falado algumas vezes que originalidade é um conceito relativo, como muitas coisas já foram criadas é difícil criar algo do zero, então a aposta é escrever um clichê que seja, de alguma forma, diferente e Chase conseguiu o feito com muito sucesso.

Mas o que “Príncipe dos Canalhas” tem de diferente? Vamos começar pela linguagem. O livro é descrito em terceira pessoa, mudando de lado quase ao modo “Crônicas de Gelo e Fogo” para que o leitor fique mais próximo dos dois protagonistas Jessica Trent e Lord “Belzebu” Dain, mas sem se aproximar tanto a ponto de não conseguir ver todos e qualquer lado. Por vezes alguns outros personagens secundários também recebem sua parte descrita, apenas para que você compreenda não apenas suas motivações mas como as situações chegam a se suceder. Chase não se limita a apenas expor os pensamentos de seus personagens, ela escreve com um certo cinismo, como se dissesse “a vida é assim, gostou?”. Assim, instigando você, leitor, a sentir todos os tipos de emoções. Uma das melhores partes para descrever essa sensação é ainda no prólogo, quando a história de vida de Dain é contada, ou seja, logo no começo você não mal aguentará para saber o que se sucedeu e no que o marquês se tornou.

Outro ponto positivo é a personalidade forte dos personagens e a forma como Chase os utiliza sem se desfazer de qualquer característica. Dentre esses personagens, não tem como não destacar Jessica. Por ser protagonista é natural não inserir certa ênfase ao personagem, mas ser protagonista está longe de ser uma das suas melhores qualidades. Jessica é uma feminista além de sua época, não uma ativista, ela luta pelos seus próprios interesses e se sai bem por escapar não apenas dos padrões da época e sim ir além do esperado, acrescentando diversas vezes o elemento "surpresa" - não querer se casar é apenas uma circunstância. Ao mesmo tempo não tem como não identifica-la como uma mulher "comum", com interesses "comuns" como se apaixonar por alguém aparentemente proibido. Ela me lembra uma certa fala de Harley Quinn no quadrinho de "Injustice" quando ela prossegue uma conversa com Zatanna em que afirma que Constantine era um homem bonito. Zatanna diz que ele é perigoso, o qual Harley responde: "agora ele é mais bonito ainda".

Mesmo personagens secundários com pouco destaque, como Bertie, irmão grosseiro de Jessica, são bem desenvolvidos por terem um propósito na história, eles não apenas existem. A escrita de Chase é direta e não faz rodeios para levar o leitor aonde ela quer.

Embora haja clichês previstos no gênero, voltamos ao que disse mais acima, Loretta Chase os descreveu como coadjuvantes a uma história tão sedutora quanto o narigão italiano (a la Adrien Brody) de Lord Dain.

Se você gosta de livros de época, não apenas vai gostar de "Príncipe dos Canalhas", você vai suspirar... como eu.

site: www.rascunhocomcafe.com
Boo 29/04/2015minha estante
estou amando o livro


Nida.Fraser 29/04/2015minha estante
Quero ler com certeza!!! Vou comprar


Mari 29/04/2015minha estante
Gostei muito da resenha. Deu até vontade de ler o livro. Ansiosa para tê-lo em minhas mãos.


Boo 20/05/2015minha estante
os diálogos são ótimos!!!


sankdeepinside 21/05/2015minha estante
Um dos melhores romances de época que já li, a Jéssica é uma personagem feminina ímpar, super ativa e super maluca, do jeito que eu gosto. Eu devorei esse livro, deu até vontade de reler


Carol 08/06/2015minha estante
Descreveu perfeitamente o que senti e pensei.
O livro é maravilhoso, o melhor de época que já li, sem dúvidas!!




May Tashiro | @slcontagiante 15/04/2015

|Resenha| O príncipe dos canalhas, de Loretta Chase
Caros leitores¹,

Gostaria de informá-los que esta resenha segue o padrão de nossa querida protagonista, Jessica “Jess” Trent, e está recheado de impropérios, segundo Dain “lorde Belzebu”, contra o intelecto masculino. Senhores, não se sintam ofendidos. Não mais do que sua pobre lógica possa elucidar…

Com carinho,

Lady Tashiro

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¹ É interessante que ao indicar esta nota, também nós mulheres devemos subjugar-nos a um substantivo masculino para generalização, isso somente comprova que esta regra foi lamentavelmente criada por um homem com problemas de ego.
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Não pense que esta é uma estória comum, uma estória onde os cavalheiros se assemelham a príncipes e as senhoritas são damas recatadas, à espera da oportunidade de preencher seus cartões de dança. Nem que há uma sincronia perfeita entre o casal protagonista e que seu felizes para sempre acontece no momento em que dizem “eu aceito” na igreja. Sinceramente, que graça há nisso? Cadê a emoção? O sangue, o suor e as lágrimas? E, principalmente, a diversão?

Em maio de 1795, nasceu Sebastian Ballister, marquês de Dain, filho de um nobre com uns oito nomes e de mãe italiana. Sebastian era visivelmente parecido com a linhagem de sua mãe – a única prova de que era mesmo filho de seu pai é um sinal de nascença em uma das nádegas –, mas seu pai pode jurar que o menino é a cria do diabo. Além das feições italianas, Sebastian também herdara o temperamento explosivo. Sempre fora rejeitado por seu pai, e até os oito anos recebera o pouco carinho de sua mãe como se fossem presentes de Natal. Além do fato de que sua aparência lhe rendera muita humilhação quando passou a estudar; comparações e apelidos que o seguiram até a vida adulta.

“Ele se levantou e tocou a sineta, e um dos lacaios levou o garoto dali. Mesmo com a porta do escritório fechada, mesmo quando descia rapidamente as escadas, os gritos na cabeça de Sebastian não paravam. Ele tentou tampar os ouvidos, mas a gritaria continuou, e tudo o que conseguiu fazer foi abrir a boca e soltar um berro longo e terrível.”

— Sebastian “Dain” Ballister

Bem, você achou que ele seria um ser reprimido? Okay, vamos dizer que ele tem um pequeno problema que eu apelidei d’A Síndrome do Patinho Feio. Porém, Sebastian de modo algum aparenta ser um homem fraco. Ele crescera e aprendera a conviver com a repulsa das pessoas, a lidar com o fato de que possui a aparência do demônio em pessoa: alto demais, ombros largos demais, pele com um tom escuro e um nariz grande (que por tudo ser grande deve se encaixar perfeitamente na minha concepção). Sem poder contar com o pai, ele aprendera cedo a lidar com os negócios e fazer seu dinheiro se multiplicar. Também aprendera como ganhar jogos de azar, contratar prostitutas, beber até cair e a participar de festas escandalosas com seus amigos. E ele adora sua vida depravada e quer continuar assim, mas um dia ele conhece uma mulher que pode fazê-lo ajoelhar e implorar…

“Aquela criatura linda e louca – ou cega e surda – anunciara isso com a mesma frieza com a qual alguém pedia para passar o saleiro, e sem perceber que o eixo da Terra havia acabado de virar de cabeça para baixo.”

— Dain

Jessica Trent é uma mulher inteligente, bonita e divertida, além de uma excelente atiradora. Mesmo aos 27 anos e ainda solteira, poucos a chamariam de solteirona. Pretendentes não lhe faltam, mas para os padrões de Jess não há nenhum que se encaixe. Jess é uma mulher muito à frente de seu tempo, compreensiva – até demais – que os homens realmente necessitam de álcool e prostitutas, do mesmo modo que os animais devem caçar para comer. Não há tabus, peças indecorosas e nem propostas que possam lhe causar rubor. Não o rubor da timidez, mas há um homem que pode aquecer a face de Jess com a raiva. Principalmente, quando esse homem está acabando com a vida do paspalho do irmão dela com sua má influência. E este homem, lorde Dain, não poderia ser baixo e gordo, tinha que ser um deus romano em carne e osso.

“— Você não devia usar esse charme masculino – disse ela, com a voz sufocada. E tocou na manga da camisa dele. — O que eu fiz de tão imperdoável?”

— Jessica “Jess” Trent

É óbvio que assim que eles se conhecem há uma química entre ambos, mesmo com a língua afiada de Jess. Enfeitiçado por sua beleza e inteligência, Sebastian se vê criando situações para poder vê-la. E, como uma bala, aquele fascínio se torna obsessão de ambos os lados começando um jogo de vingança entre os dois que os levará para a única coisa que nenhum deles quer: o casamento e a perda de suas independências. Os insultos de Jess se tornam uma grande chave para o nosso divertimento na estória, assim como Sebastian acrescenta drama com suas inseguranças. O enredo se desenvolve em cima desse casal que vive uma guerra de amor e ódio, insultos, incertezas e cenas avassaladoras. Mas o que fazer quando ambos têm personalidades tão fortes? Quem terá de se curvar? Jess dará a obediência cega que as mulheres devem proporcionar aos seus maridos ou Dain entenderá que a lógica feminina é imbatível?

“(…) Mas você não me escuta! Porque, como todo homem, você só consegue pensar uma coisa de cada vez. E ainda pensa errado.”

— Jess

Loretta Chase vai romper sua mente, e seu coração, e te mostrar que a perfeição está na imperfeição. Porque só uma mulher louca gostaria de ter como marido o príncipe dos canalhas, além de um macho alfa de carteirinha! E só uma mulher inteligente e autoritária poderia fisgar o coração desse verdadeiro cafajeste. E, por fim, o livro foi muito bem escrito, o enredo pode parecer comum, mas não seus personagens, eles dominam esse espetáculo à precisão. Quer apostar comigo que você irá amar?
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Aos senhores que se sentiram insultados e querem defender a honra masculina,

Convido a todos para o Encontro de Romances de Época que acontecerá dia 30 de maio, na Saraiva Manauara Shopping, às 15h.

Atenciosamente,

May.
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P.S.:Gostaria de agradecer a editora Arqueiro por ter disponibilizado a prova deste livro. Vocês são demais! O livro lança em maio, meninas!

site: http://wp.me/p2bY3h-CH
Ivi 15/04/2015minha estante
Acho que é o mesmo Abandonada em Seus Braços (Lord Of Scoundrels) da Série Canalhas.


Renata 17/04/2015minha estante
Eu já amo esse livro, li e reli várias vezes em e-book. Vida longa a editora Arqueiro!


Susyane 22/04/2015minha estante
Excelente resenha, já fiquei curiosíssima :)




Zana 25/06/2015

No frigir dos ovos...
Comentários e resenhas positivas elevaram muito as minhas expectativas e o meu desejo de ler “O Príncipe dos Canalhas’. Devo dizer então, que essa circunstância não configura muito recomendável diante do meu senso crítico implacável (chata mesmo, confesso). Assim, comecei a leitura dispondo cinco estrelas para tão elogiada obra, mas como era previsível, todas elas não resistiram até o final. Restaram apenas três delas, o que não deixa de ser um bom conceito no frigir dos ovos.

O “Príncipe dos Canalhas’ faz uma analogia ao conto de fadas “A Bela e a Fera”, resguardando-se os devidos três-pontinhos, é claro. O livro é bem gostoso de ler, prendeu minha atenção de forma tal que acabei o livro em dois dias. Para um livro de época Loretta Chase traz personagens ousados e divertidos. A imperfeição dos caráteres dos personagens é revigorante, os diálogos e embate entre os protagonistas da trama é épico. No entanto, por se tratar de um romântico histórico e não uma fábula, acredito que Loretta Chase errou a mão ao pintar alguns personagens com tintas um tanto quanto carregadas, tanto na parte física, quanto na emocional.

O marquês de Dain, Sebastian Ballister, denominado lorde Belzebu por exemplo, não precisava ser incessantemente descrito como: “uma coisa verde e enrugada com grandes olhos negros, braços e pernas desproporcionais e um nariz grosseiro e exagerado”, “olhos negros e taciturnos sobre um nariz monstruoso em forma de bico”, “mãos monstruosas e morenas” para mais tarde ser tido como: “Dain era grande, moreno, bonito e cheirava a fumaça, vinho, água-de-colônia e homem”.

Tudo bem que a frase exemplificada foi refletida pela mulher que estava apaixonada pelo dito cujo e todos sabemos que ‘quem ama o feio bonito lhe parece’, mas as pinceladas da autora foram tão fortes que tentar vendê-lo mais adiante como bonitão, másculo e sensual ficou um tanto quanto prejudicado. Ela não poderia ter idealizado o personagem de uma maneira mais normal e menos caricata?! Tipo um homenzarrão de nariz grande, feio mas gostoso, feito um Gérard Depardieu jovem, quem sabe?

Pecou ainda no lado intelectual e emocional, não soube ilustrar de forma condizente e embarcou novamente em metáforas aborrecíveis. As conduta de Dain quase sempre pareceu acriançada. Por mais rude que seja, a crueza vulgar com que percebia as mulheres de modo geral também não caiu bem para um protagonista, tendo em vista princípios novelesco do gênero. Bertie, o irmão da mocinha, um homem de capacidade intelectual não muito elevada, ou seja, meio burrinho, estaria dentro de qualquer normalidade, mas nas tintas carregadas da autora ficou demasiadamente parvo, parecendo um “imbecil perturbado”.

Diante dessas minhas implicâncias e considerações não configuro o “Príncipe dos Canalhas’ merecedor de cinco estrelas, nem mesmo designaria o prêmio RITA para Loretta Chase (que por sinal foi conquistado pela autora, seja lá o que isso represente) por essa obra específica. Conceito bom e só!
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Bia 27/06/2015

Expectativas
O Príncipe dos Canalhas de Loretta Chase conta a história do marquês Dain (conhecido também como Sebastian ou lorde Belzebu) e Jessica Trent. A trama inicia-se quando Jessica é chamada para salvar seu irmão Bertie das "garras" de Dain que envolveu o inocente e inexperiente moço em apostas e prostitutas. Com a intenção de colocar juízo na cabeça do irmão, Jessica o acompanha até a loja de "quinquilharias" da qual Sebastian é o dono e é nesse primeiro encontro que os problemas aparecem. Jessica é considerada uma verdadeira "solteirona", pois está próxima dos trinta anos de idade e nunca se casou. Seu desejo é abrir uma loja de antiguidades para poder se sustentar e viver independente. Enquanto Dain também não demonstra nenhum interesse no casamento, o marquês é fã declarado dos jogos de aposta e das cortesãs da época. Nutre certa aversão pelas damas da sociedade e pode ser facilmente encontrado em ambientes impróprios para qualquer mocinha recatada. Seu apelido de lorde Belzebu, faz uma analogia ao seu comportamento e aparência.
Logo no início nota-se a recriação da história "A Bela e a Fera". O mocinho feio e com temperamento complicado encontra a beldade da cidade, uma dama pura e educada segundo os padrões da sociedade. Como fã dos contos de fadas e filmes da Disney, O Príncipe dos Canalhas aparentava ser o melhor romances histórico do ano, porém devo admitir que ele foi decepcionante.
Até as 100 primeiras páginas estava adorando a escrita de Loretta Chase. Os diálogos bem elaborados e a perfeita construção dos personagens (especialmente Dain, cuja autora realmente se aprofunda em suas características e problemas pessoais) me deixaram inicialmente empolgada e ansiosa para ler o desenrolar do romance, porém foi justamente no romance que a autora conseguiu me decepcionar.
Ao ler romances históricos eu realmente adoro aquelas históricas de puro amorzinho, onde tudo é lindo, perfeito e cor de rosa. O mocinho que se desdobra para conquistar e seduzir a mocinha, os encontros escondidos no meio de bailes ou eventos sociais para roubar um beijo ou despertar o interesse do outro fazem meu coração feminino se encher de alegria (por isso que adoro todos os livros da Lisa Kleypas, mas isso fica para outro post).
O que aconteceu nessa história foi totalmente o oposto do que eu gosto ou estava esperando, achei a criação do romance entre Jessica e Dain mal elaborada e cheia de clichês que já não mais me emocionam. Confesso que odiei o amado Sebastian, pouco simpatizei com Jessica e detestei o relacionamento baseado unicamente em quem mandava mais ou quem cedia primeiro na relação. Questões simples de serem resolvidas, foram transformadas em verdadeiras batalhas devido ao temperamento difícil dos personagens.
Esperava que Dain fosse o típico libertino que tem um passado problemático e depois de conhecer Jessica, iria se comunicar com ela e juntos eles iriam encontrar "uma luz no fim do túnel" para viver felizes para sempre, porém tentar conversar com lorde Belzebu era realmente um inferno. Admiro a mocinha por insistir tanto com esse homem, pois Jessica foi a principal responsável pelo desenvolvimento do relacionamento entre ambos, tendo que resolver tudo por conta própria e tomando todas as iniciativas para o entendimento e a conclusão feliz dessa história de amor.
Uma personagem intelectual como Jessica, tinha tudo para crescer na narrativa e infelizmente acredito que seu envolvimento amoroso com Dain causou um tipo de regressão para a mocinha que aparentou perder todas as sua ambições pessoais, para focar-se apenas nos problemas de Sebastian.
O final do livro incomoda um pouco. A entrada de um novo personagem importante na história foi pouco explorada e a autora deixou alguns pontos soltos como o próprio irmão de Jessica que some da narrativa.
Talvez o meu desgosto quase que completo com esse livro aconteceu devido as expectativas criadas antes de iniciar a leitura e também ao fato de que ainda estava em uma pequena ressaca literária devido à leitura do último livro da série "Os Hathaways" de Lisa Kleypas.
Fiquei realmente decepcionada de não ter gostado desse livro, mas acredito que eu realmente não seja fã de histórias nas quais as mocinhas devem se desdobrar em mil pedaços para fazer o amor acontecer. Prefiro ver o herói resgatar a heroína, ou então um companheirismo igualitário entre ambos, já que uniões unilaterais não fazem meu coração feminino se encher de alegria.

+ Para mais resenhas entre no blog abaixo .)

site: http://beahreads.blogspot.com.br/
Camila 03/01/2016minha estante
Estou lendo o livro (já estou quase no final) e concordo plenamente com a sua resenha. É exatamente como me sinto!!! Acho que criei muitas expectativas e as mesmas não foram atingidas....
Boa resenha!!!


Bia 03/01/2016minha estante
Criar expectativas é um dos piores problemas, principalmente quando a obra não atinge tudo aquilo q esperávamos .\ Apesar de não ter gostado muito desse livro acabei comprando "O último dos canalhas", o outro livro dessa série, para ver se a autora me surpreende positivamente .)




Caro - só troco livro por livro 19/05/2015

Primeira leitura em 15/05/2015

Já começo dizendo o tanto que essa capa me encantou desde que vi pela primeira vez!
Quando peguei na mão, alisei, beijei (eu sei, eu sei.... é muita loucura por um livro), tive a certeza que a Editora Arqueiro ganhou meu coração.
No prólogo, dei uma desanimada, por que sinceramente, não imaginava que teríamos um lorde delícia, porém feio para alguns padrões...
Ok, li e percebi que teríamos uma recontagem de "A Bela e a Fera", ownnnn amo tantooo!
Lord Belezebu, ou Lord Dain, é a própria definição do coisa ruim, do capeta, ardiloso, lúcifer, O príncipe dos canalhas, que eu procurei na internet e me deu uma definição exata do que Lord Dain é: safado, aproveitador, sem-vergonha, vagabundo, mau caráter, sacana, garanhão, comedor boêmio, safo, cínino, pilantra, biltre, cafajeste.
Tadinho gente, esse homem sofreu muito quando pequeno, e não sabe ser de outro jeito. Na verdade, ele ser assim, é uma defesa do mundo, das pessoas, uma defesa para o seu grande coração de pedra!
Ele vivia uma vida de esbórnia, tendo prostitutas a vontade, jogando, rindo, bebendo e sem se importar com ninguém! Até que encontra lady Jessica Trent, irmã de um de seus amigos idiotas.
Ai danou-se foi tudo! Nada, mas nada mesmo ia do jeito que o Belzebu queria... nada era como planejado...
Também ele não tem ideia do que pensar, e como atacar é a melhor defesa, é exatamente isso o que ele faz.
Mas Jess é porreta gente, pensa em uma mulher, que seria solteirona por opção, muito bonita, educada e muito, mas muito inteligente, e quando ela vê um brutamontes daquele, a única coisa que a bichinha pensa é que ele pode erguê-la com uma única mão!
É muito engraçado a relação dos dois... eles se xingam, se amam, se odeiam, querem vingança, mas não se largam de jeito nenhum!
Ponto alto do livro é que na hora do "vamovê", ele fala em italiano... aí eu morro e vou para o céu!
Amei o livro e estou mega ansiosa pelos próximos!

Segunda leitura 06/12/2016
Terceira leitura 07/11/2017
Fabiane 19/05/2015minha estante
Um amante que fala italiano?!?!?! Morri


Caro - só troco livro por livro 19/05/2015minha estante
Fabiane ele fala menina!


Silvia 19/05/2015minha estante
vou adorar então... A Bela e a Fera, é meu conto de fadas favorito... furando a fila...


Camila 20/05/2015minha estante
é realmente Maravilhoso


Ray 06/12/2016minha estante
AMOOO


Danila 07/12/2016minha estante
Amooooo de paixao




Fernanda 25/04/2015

Resenha publicada no blog Caçadora de Livros
Boa noite, caçadores!
Tudo bem com vocês?
Gente, tenho uma ótima para contar.
Todo mundo já percebeu que vai ter encontro de fãs de Romances de Época né?



Pois bem, como mediadora recebia a boneca (ARC) do lançamento O Príncipe dos Canalhas e gente, que casal divo esse! Sério! Como um casal foi ser tão bem bolado assim? É muito amor envolvido! Sério! E não pense que é cheio de mimi, dengos e etc. Aqui os dois, tanto o Lorde Belzebu (Sebastian Ballister) quanto Jéssica Trent são inteligentes, decididos, objetivos e fazem uma dupla explosiva como há tempos não olhava no gênero. Tanto é, que a Arqueiro fez um vídeo super fofo e ele é o livro que fez o núcleo do roteiro. Se você não viu, basta clicar aqui.


Skoob
Compare & Compre
Média do Skoob: 4.7
Classificação do Blog: 5 Lupinhas

Lorde Belzebu, ou melhor Sebastian Leslie Guy de Ath Ballister (Sebastian Ballister) teve uma infância complicada. A sua mãe, Lucia Usignuolo de 17 anos casou com o seu pai, o Lorde (Dain) Dominick Edward Guy de Ath Ballister de 42 anos, porém o comportamento nada tradicional de Lucia fez com que lorde Dain a evitasse, o que culminou na fuga da mesma com um rico comerciante, deixando o seu filho de oito anos para enfrentar a fúria do pai.


Sinceramente eu não culpei a mãe do Sebastian, pois viver com o Lorde Dain era a visão do inferno. Pelo pouco que ele aparece, minha gente, eu não sei como ele se suportava. Que babaca! Ele era um babaca!

Bom, voltando ao Lorde Belzebu: Sebastian foi considerado uma criança feia por todos da casa, porém ele só não era aquele rosto tradicional, aqui já é abordado o bullying, algo que Sebastian sofreu e muito! Quando o seu pai (que mais parecia um monstro) enviou Sebastian para Eton (internato), Lorde Belezebu foi forjado e ai meus queridos, a trama ganha corpo, ritmo e fatos mais do que interessantes.

- Ele logo se tornou o melhor amigo de Wardell. E então, é claro, não houve mais nenhuma esperança para ele.
p. 13.

A criança franzina se transformou em um homem forte, destemido, inteligente e um gênio para os negócios. Tais características ajudaram e muito, pois o Lorde Dain além de morrer fez questão de transformar o dinheiro da família em dívidas, as quais foram sumariamente quitadas pelo filho.

Mas, como nem só de negócios, festas e outros itens se faz um livro, aparece Jéssica Trent. Jéssica é irmã do cabeça de vento Sir Bertram Trent. Jéssica tem 27 anos, linda, solteira e inteligente. Possui um olhar clínico, o que lhe ajudou a obter uma ótima peça, por um pequeno valor e que se revelou ser um objeto precioso.

O mais interessante é que quando você vê a entrada de Jéssica na história, você já analisa que o encontro dela com Lorde Belzebu vai ser inevitável e explosivo, não pela análise que vocês estão fazendo, mas pela raiva latente de Jéssica, afinal o seu irmão está lotado de dívidas, pois quer acompanhar Sebastian em todas as paradas de sucesso.

Aqui eu achei Jéssica bem possessiva, pois vamos combinar: a inteligência da família foi pra ela, o irmão é um zero, não sabe de nada, é lento, lerdo, chato e só serve para atrapalhar. A autora foi feliz com a caracterização desse personagem, pois ele é o contraste de tudo pelo qual Jéssica e Sebastian são formados. Por isso, você torce por eles, pois apesar do comportamento explosivo dos dois, eles se completam de uma forma, que minha gente é lindo de ver!

Mas, se vocês pensam que é só romance, pode parar por aí, muita coisa vai rolar nesse livro, inclusive fatos do passado de Sebastian, que surgem para atribular o casal.

E depois disso tudo, eu não contei nem 10% da história! Há várias surpresas durante as 287 páginas.

A capa é linda, mas a minha caracterização do Lorde Belzebu é bem diferente, achei ele parecido com o The Rock.
Já a Jéssica me lembrou a atriz que faz Outlander.

Não posso analisar a diagramação, pois recebi a boneca, mas tenho quase certeza que vocês, quando comprarem, irão receber um livro com páginas amareladas, letras médias e detalhes entre os capítulos.

E conteúdo é ótimo!
Muito amor envolvido!


Por isso, o livro recebeu cinco lupinhas!


Gostaram?
Aguardo os comentários.
Até a próxima!


site: http://www.cacadoradelivros.com/2015/04/o-principe-dos-canalhas-loretta-chase.html
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Cris Paiva 09/06/2015

Eu li essa história muitos anos atrás, quando ela foi traduzida pelas meninas do Projeto Romances, com o título de “Abandonada em seus braços”, e foi paixão à primeira vista. Lí o Prólogo e fique totalmente arrebatada pelo feiosão grandalhão de nariz descomunal descrito pela autora. Foi o melhor prólogo de livro que já li na minha vida, posso dizer isso com toda a certeza!

Sebastian, o Lord Dain, também conhecido pela alcunha carinhosa de Lord Belzebú, nunca teve uma boa imagem de sí mesmo. Ele ainda se enxerga da mesma forma que na infância e adolescência: um homem moreno demais para os padrões ingleses (herança de sua mãe italiana), com um nariz grande, braços e peitoral maiores que os de seus colegas nobres e muito alto para a média. Está mais para um ogro metido em roupas finas.

Jessica está tendo problemas com o seu irmão descabeçado. Bert, o tolo, se meteu com o bando do Lord Belzebu em Paris e está sendo arrastado para uma vida de orgias, jogatinas e beberragem que está além de seu poder aquisitivo. E ela está disposta a enfrentar o diabo e tirar o irmão desta vida desregrada. E ela é bem capaz de fazer isso e muito mais.

O primeiro encontro dos dois se dá em uma loja de antiguidades e eles ficam caidinhos um pelo outro, embora não admitam. Jessica fica impressionada com aquele homem poderoso, moreno, de ombros grandes e mão fortes, e ele fica caidinho com a mocinha metida e de língua afiada. Eles formam o típico casal de “A Bela e a Fera”.

Daí por diante os dois se enfrentam em embates ferozes praticamente pelo resto do livro, mas a autora soube dosar muito bem e não fica arrastando a mesma situação pelo livro inteiro. As tramas se sucedem rapidamente; Jessica tentando salvar o Bert; Jessica dando lição de moral em Dain, Belzebu agarrando a mocinha no meio da rua e dando um beijão daqueles embaixo de chuva; Jessica sendo desgraçada em uma festa; Dain se recusando a assumir o “prejuizo”... E por aí vai! Quando você pensa que não tem mais de onde inventar situações hilárias e comprometedoras a autora tira mais um coelho da cartola.

É situação demais para as menos de 300 páginas da obra. Dava para a autora esticar calmamente para umas 450 que não ia ficar cansativo. Recomendo ler em casa, tranquilinha na sua caminha quentinha, ou em outro lugar livre de curiosos, porque você vai rir e até chorar com o casal cabeçudo, e é melhor fazer isso em paz, sem gente avulsa te olhando estranho.
Rita L. - 09/06/2015minha estante
;)


Ana Carolina 09/06/2015minha estante
;D


Silvana Barbosa 09/06/2015minha estante
Ah , livro maravilhoso! Amo .


Marilda 09/06/2015minha estante
Adoro esse livro.


Paty 09/06/2015minha estante
senti tudo isso lendo o livro, tanto que o meu marido ficou curioso e toda hora perguntava "o que tinha de tão bom nesse livro que eu não parava de ri "... adorei !!!


maya 10/06/2015minha estante
Por que voce faz essas resenhas boas assim hein? minha pilha aumenta cada vez mais.
Sei como é ler livro que não consigo parar de rir...povo acha que to ficando doida


Palas Atenéia 25/08/2015minha estante
Li a versão traduzida. Quando vi que foi lançado no Brasil, não pensei duas vezes antes de comprar. Já li e reli. Livro muiiiito bom!


Neide 19/03/2017minha estante
Melhor romance histórico pra mim! Adorei!




Marina 24/06/2015

Mil corações por este livro!

"O príncipe dos Canalhas" é um histórico apaixonante que foge totalmente dos padrões do romance. É o tipo de livro sem "mimimis", não que não ocorram conflitos internos pelos quais os personagens passam, pois o próprio protagonista é repleto deles. Mas o personagens resolvem as pendências e seguem em frente, são orgulhosos até o último grau, então não perdem tempo se lamentando, lidam com a situação. Essa característica foi o que mais me encantou no livro.

Inicialmente, somos apresentados ao Marquês de Dain, a própria encarnação do Belzebu! Desde a infância, Sebastian fora rejeitado e humilhado por sua aparência pouco convencional e desproporcional. O que leva a conclusão de um homem de baixa alta estima. Mas como dito, o Marquês não perde muito tempo se lamentando e se não pode ser amado, decide ser temido. Como nada que o Lorde Belzebu faz é pela metade, ele se torna muito poderoso e imensamente temido por todos. O que o leva ter uma legião de seguidores.

A fim de resgatar o irmão das garras do Príncipe das Trevas na Terra, Jessica Trent marcha rumo a França. Mas apesar de todos os comentários que circulavam o misterioso Marquês, Jess não estava preparada para o que viu. Um corpo de deus grego e um rosto de príncipe médice. A atração foi imediata e ardente, e mesmo muito segura de si mesmo a destemida mocinha se vê perdidamente encantada com todas as faces do temido Marquês.

Jessica é fabulosa. Se ela quer, ela resolve. Pisou no calo dela, ela atira. É a prova viva de que "Toda ação tem uma reação". A última palavra para defini-la seria passiva. Como Dain logo reconhece se trata de uma autêntica femme fatale.

A jornada para encontrar o coração do Príncipe dos Canalhas é longa, pois o homem se reverteu de armaduras para se proteger. E no decorrer da leitura percebemos toda sua sensibilidade e lógica tão auto depreciativa. Os personagens são imensamente cativantes. E no final do livro me resta a dúvida se o temido Marquês de Dain era um homem realmente tão feio, e consequentemente "o amor é cego" ou apenas um menino desproporcional na infância que cresceu com a pior imagem de si mesmo!

Eu super recomendo! Ótima estreia de Loretta Chase em minha estante!
Cris Paiva 24/06/2015minha estante
Lindo!! Meu livro preferido de todos os tempos, indico pra todo mundo!


Semiramis 24/06/2015minha estante
Amei tb!!!!


Marina 24/06/2015minha estante
Ainda estou suspirando por ele! *-*




Anna 28/11/2015

Confuso e previsivel
Livro chato, previsível, confuso... Abusa do erotismo vulgar, para sustentar uma história sem pé nem cabeça, que jamais ocorreria na época que se passa.
Mimi 17/12/2015minha estante
Como isso ganhou prêmio,eu me pergunto até hoje.


30/12/2015minha estante
Já comecei várias vezes,mas não me prende?!


Andrea 04/01/2016minha estante
E, ainda por cima, eu tive nojo do "mocinho". Tão feliz de saber que não sou a única...




Café com Texto 11/07/2015

Resenha de O Príncipe dos Canalhas

Título: O Príncipe dos Canalhas

Autora: Loretta Chase

Editora: Arqueiro

Páginas: 288

Classificação: 2/5 estrelas





Eu tenho que dizer o quanto sou fã dos romances de época, e depois de esperar ansiosamente por esse livro estrear aqui no Brasil, coloquei todas as expectativas possíveis nele, e infelizmente, acabei me decepcionando.

O livro conta a estória de Sebastian Ballister, marquês de Dain, conhecido também como Belzebu. Logo quando criança, foi abandonado pela mãe e desprezado por seu pai devido sua semelhança com a mãe e sua feiura anormal. Foi mandando para um internato e cresceu longe de tudo o que lhe era familiar, sofrendo diversas formas de humilhação, até aprender a lidar com isso da forma mais violenta possível. Anos depois, com a morte de seu pai, Sebastian retorna a sua cidade e se torna um homem de negócios de sucesso, apesar de sua má reputação.


Conhecido por ser ranzinza e bruto, Sebastian fica intrigado ao dar de cara com uma moça inteligente, bonita e tão entendedora de artes quanto ele. Ao descobrir que Jessica Trent é irmã de seu amigo, as coisas mudam, as provocações começam e sentimentos desconhecidos insistem em aparecer.

Jess é uma solteirona, mas não por falta de pedidos de casamento. Teimosa, fala o que quer e não segue as convenções de sua época, sendo assim alvo de fofocas o tempo todo. Uma protagonista forte e destemida, chega a cidade decidida a livrar seu irmão Bertram da má influência de Sebastian, tentando ao máximo não se deixar levar pelas garras afiadas e artimanhas de Lorde Belzebu.

“— Comece a rezar, Dain.
— Jess – sussurrou ele.
Ela puxou o gatilho.”

A autora criou um cenário bem criativo, um escrita fluida, divertida, com muitos clichês, cheias de altos e baixos, levando o leitor a ficar cada vez mais curioso quanto ao desfecho do livro. Entretanto, os últimos capítulos do livro ficaram um pouco confusos e corridos. A autora incluiu personagens na trama que surgiram de uma hora para outra, tornando-os o ponto alto da estória e depois resolve as questões rapidamente. O pior de tudo é que não houve surpresas, foi muito previsível.

O romance foi forçado demais, não teve aquela conquista do mocinho e da mocinha que acontece em romances de época, não consegui me envolver nem acreditar no romance dos dois. Sebastian foi descrito de uma forma muito imatura, sempre agindo com birra a respeito de certos assuntos e rude em outros, o que me deixou frustrada. Muitas perguntas não foram respondidas e alguns dos personagens sumiram no decorrer do livro sem qualquer motivo aparente.

Como eu disse anteriormente, talvez eu tenha criado muita expectativa quanto ao livro e não correspondeu, nem chegou perto de ser o que eu imaginava. Eu passei o tempo todo procurando o que fez os leitores gostarem tanto deste livro, mas não encontrei.

site: www.cafecomtexto.net
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Leandro 28/06/2015

Resenha postada no blog "Palavras ao Vento".
Há um bom tempo eu não tinha lido mais romances de época. Motivo? Nem eu mesmo sei. Apenas fui lendo outras histórias e não me dei conta que estava quase esquecendo o quanto amava os livros do gênero. Até que a editora Arqueiro (lindíssima e maravilhosa) publica “O Príncipe dos Canalhas”. Como nunca li nada da autora e não havia lido livros do gênero por um longo tempo, dei uma chance a Loretta Chase. FOI A MELHOR COISA QUE EU FIZ! Este romance, com toda certeza, merece todos os comentários positivos que vem recebendo e vocês saberão o motivo.

Sebastian, o grande “canalha” da história, tinha a fama de Lord Belzebu dos dois lados do canal da mancha e ao contrário de todos, faz questão de que tal adjetivo dado a si tenha real significado; ele pouco se importa com o que dizem a seu respeito. Jessica, representa o oposto das mulheres da sua época. Ela definitivamente não quer casar. Sendo criada de forma atípica por sua avó Genevive, ela quer abrir uma loja mesmo que para isso tenha de enfrentar os protestos do seu irmão Bertie.

Quando Sebastian e Jessica se conhecem, tudo muda na vida de ambos. Um desejo irrefreável surge e aquela famosa frase “os opostos se atraem” ganham total coerência na história. Ambos representam uma divergência de personalidade absurda! Mas isso, com toda certeza, não será empecilho para que um sentimento surja entre eles e boas risadas sejam garantidas.

"‒ Eu quis ser sensata ‒ prosseguiu ela. ‒ Não queria aborrecê-lo. Sabia que isso causaria problemas. Mas não consegui. Você é tão... Viril. Tão homem. Você é grande e forte e pode me levantar com apenas um braço. Não consigo descrever essa sensação extraordinária."
Pág.: 196

Eu realmente preciso esclarecer o quão maravilhoso este romance é! Ele consegue envolver do início ao fim de uma maneira incrivelmente deliciosa. Não há aquele romantismo forçado na história e nem muito menos protagonistas comuns, enfadonhos e repetitivos. Muito pelo contrário! O clichê está presente, mas não parte dos protagonistas. Estes, por si só, protagonizam ótimos e divertidos momentos. É possível rir deles, sentir aquela interessante tensão sexual entre ambos e ainda torcer para que tudo se acerte no final (ou não).

Jessica é aquela personagem que eu quis abraçar durante toda a leitura. Ela é totalmente atípica e muito à frente das mulheres da sua época, o que fez com que eu a adorasse desde o início. Muito me agrada quando alguns autores não caem na mesmice e desenvolvem protagonistas comuns. A Loretta Chase conseguiu grandes feitos ao fugir de disso. É impossível não gargalhar em muitos momentos com a imposição da protagonista quando algumas personagens queriam oprimi-la.

O tal canalha é o típico protagonista viril, másculo, rústico e amável que tantas anseiam para si. A forma como ele vai se encantando pela Jessica é uma delícia de acompanhar! Sem esquecer que boa parte dos momentos divertidos são protagonizados por ele também. Se você espera momentos hot, mas nada muito explícito ou vulgar, terá. E sim, todos são iniciados e comandados pelo Sebastian. Ele sabe ser aquele homem que muitas pessoas adorariam ter em casa por vários motivos.

A narrativa discorre de forma maravilhosamente agradável, fluída e na terceira pessoa do passado, o que dá oportunidade para a autora explorar seus protagonistas de forma bem mais elaborada e acima de tudo, melhor. Nada acontece de maneira solta ou incoerente na história. De forma alguma! A Chase é uma escritora maravilhosa e ganhou meu “difícil” coração. Eu meio que já necessito de mais histórias dela. Please, Arqueiro!...

Concluindo, se você é aquele típico(a) romântico(a) de plantão como eu, DEVE ler este livro! Não hesite e se jogue. Possui personagens cativantes e bem desenvolvidas que divertem e envolvem durante toda a leitura. Busca diversão? Então este é a minha indicação. Eu buscava isso e encontrei de forma maravilhosamente inesperada, eu diria. E se for fã de romances de época, é quase uma ordem ter que ler este livro. O canalha ainda vai deixar muitas pessoas apaixonadas... Tenho certeza.

RECOMENDO!

site: www.leandro-de-lira.com
beanaclara 30/06/2015minha estante
Léo vi que vc nao gostou mt de uma curva no tempo trocaria por bonequinha de luxo? Aguardo um retorno


beanaclara 30/06/2015minha estante


Silvana Barbosa 01/07/2015minha estante
Agora é esperar , e torcer , pra Arqueiro publicar , pelo menos , o livro do amigo dele , o Vere .




Carla Solayne 29/06/2016

Nada de mais!!
Depois de ouvir várias pessoas falarem super bem, ter ganhado prêmios e tal, sinceramente, achei mediano... É bom? É...mas sabe aquele livro que não foi exatamente tudo o que a gente espera? Não gostei tanto assim do casal de protagonistas, a história não me empolgou muito, apesar de ter alguns pontos engraçados. Não sei porque isso aconteceu, mas acho que é questão de gosto mesmo...No geral daria nota 5. Podem me matar agora....kkkkk
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Blog MDL 07/02/2016

Deus sabe que Sebastian nunca foi amado. Ele também sabe que não havia nenhuma alma viva em um raios de mil quilômetros que ficaria ao seu lado por algum desejo que não fosse relativo a sua conta bancária. Abandonado pela mãe quando era apenas um garotinho de oito anos, o terrível Lorde Belzebu era o tipo de homem que havia aprendido que tudo na vida tinha um preço, principalmente se o que estivesse em jogo fosse o carinho de uma mulher por ele. Tido como um homem grotesco, sua falta de beleza enojará o seu próprio pai que preferiu lhe mandar para uma escola distante ao invés de cuidar dele. Pelo menos o abandono lhe serviu para aprender que não deveria esperar ser amado por ninguém, muito menos por uma mulher boa e respeitável. Entretanto, quando ele conhece Jessica os desejos pueris que ele teve um dia voltam com força total e ele tem que decidir se irá fugir daquilo que nunca conheceu ou se irá mergulhar nesse sentimento sem medo de se afogar.

Jessica perdeu os pais em um acidente quando era jovem e foi a ela que coube a tarefa de cuidar do seu irmão nenhum pouco inteligente. Quando um fiel funcionário da sua família lhe escreve contando as últimas aventuras de seu irmão na cidade de Paris, ela decide prontamente que irá ver de perto o que o tolo estava aprontando. Acompanhada de sua avó, ela chega à cidade Luz com a certeza que para tirar o seu irmão dos vícios teria que afastá-la do marquês Dain, ou como era melhor conhecido, do Lorde Belzebu. Ela já imaginava o que aconteceria quando encontrasse o patife, mas ao conhecê-lo na loja de penhores fica claro que não era ódio o que o seu coração sentia e sim uma poderosa atração. Sem saber o que fazer para que a sua mente voltasse a funcionar da maneira habitual, ela decide que não refrearia o que sentia e daria uma chance para que as coisas acontecessem entre ela e o odioso aristocrata. Ela só não contava com a resistência dele em ser seduzido por uma dama honrada.

Loretta Chase foi uma das melhores surpresas que eu poderia ter tido nesse ano. Com uma escrita leve, poderosa e extremamente divertida, ela conseguiu me arrebatar da primeira a última página. Em "O Príncipe dos Canalhas" consegui encontrar tudo o que eu admiro em um livro de romance histórico. Isso quer dizer que há uma mocinha determinada, um cavalheiro extremamente sedutor e muitos encontros e desencontros até que ambos alinhem as suas vontades. Escrito em terceira pessoa, o leitor passeia por entre a vida e os pensamentos de cada um deles de modo que o sofrimento é algo quase que certo durante a leitura. Nunca vi personagens tão cabeças duras! Se por um lado temos Jessica, uma garota forte e que não se abate diante de um desafio, do outro temos um homem com feridas profundas cujo desejo era uma piada não só para ele quanto para todos aqueles que o conheciam.

No meio dessa batalha de personalidades, nós temos um amor tão lindo que chega a doer quando lemos cada diálogo e pensamento de Sebastian e Jessica. Apesar de parecer ser o diabo em pessoa, o lorde é um homem de sentimentos tumutuados, complexos e inabaláveis. A partir do momento que ele coloca os olhos em Jessica, ele percebe que mesmo ela sendo tudo aquilo que ele evitou, ela correspondia em medidas exatas o que ele mais gostaria de ter. Ver o quanto ele luta para afastá-la é uma verdadeira tortura, ainda mais quando sabemos de tudo o que ele passou. Para torná-lo ainda mais irrestível, a autora explora a ascendência italiana dele com muitas frases de partir o coração em italiano qua fizeram não só a Jess, como eu também, ficar de pernas bambas. A bem da verdade, mesmo que o coração dele parecesse negro e peludo a maior parte do tempo ele era carente e pronto para fazer qualquer mulher sensata cair aos seus pés. Isso foi uma contradição e tanta do personagem! Ainda bem que Loretta explorou com perfeição esse aspecto do livro.

E o que falar de Jessica além de elogiá-la por ser uma mulher à frente do seu tempo em tudo, desde os seus pensamentos até os seus gostos? Certamente foi uma das personagens femininas que eu mais admirei. Confesso que o que contribuiu para isso foi o modo linear que ela apresentou durante todo o livro. Nem por um momento ela hesita diante do que quer, tampouco pensa duas vezes em tomar as medidas necessárias para obter o que deseja. Essa postura me deixou com um toque de orgulho, já que costumo sentir admiração por pessoas que fazem o mesmo. Afinal, se quem quer não batalha para conquistar, quem fará isso no seu lugar, não é mesmo? Fiquei muito feliz por a autora tê-la recompensando por sua ousadia em acreditar naquilo que todos imaginavam ser apenas um desastre prestes acontecer. Diante de tudo isso não tive muitas alternativas a não ser me apaixonar perdidamente por essa história e torcer para que assim como o marquês Dain, todos que já foram machucados possam se recuperar um dia e conhecer a felicidade.

site: http://www.mundodoslivros.com/2015/12/resenha-o-principe-dos-canalhas-por.html
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Beta Oliveira 24/05/2015

LIVRO BÃO!!! LIVRO MAIS QUE BÃO!!! LIVRO ÓTIMO!!! E se prepare pra ver gente inteligente se apaixonando e fazendo a gente se divertir muito enquanto isso.

Confira no Literatura de Mulherzinha, o texto completo sobre este lançamento da Editora Arqueiro

site: http://livroaguacomacucar.blogspot.com.br/2015/05/cap-1032-o-principe-dos-canalhas.html
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Jessica A. 21/10/2015

Ah, canalha... tô gamada!
A-M-E-I!!! ♥♥♥♥

Este foi o segundo romance histórico que eu leio e já posso dizer, viciei e me apaixonei! E juro, mereço demais um forte peteleco, sou muito lesada e anta!

Os personagens são magníficos, Jessica e Dain são sem sombra de dúvida um dos meus casais favoritos. O digníssimo Belzebu é arrogante, porém simpático, charmoso, porém uma ‘besta’, um verdadeiro canalha. Já minha xará... ah Jess, amei muito essa mocinha, além do nome, tem uma personalidade porreta, ela é das minhas, não leva desaforo pra casa, ela é uma mistura maravilhosa de inteligência, independência, perspicácia, força e charme. A química entre eles é explosiva, a forma que ela lidou com o complicado Dain, e de como ela conseguiu domar a besta foi maravilhoso, e como ambos perceberam que apesar das desavenças, um não vive sem o outro. :’)

Não posso esquecer a avó da Jess, Genevieve, foi uma personagem secundária, porém totalmente bem elaborada e necessária, senti falta dela do meio para o final, lembrei muito da minha própria avó, da nossa parceria e cumplicidade. ♥

E ele falando italiano?! MEUU GZUIS! GAMEI!

O enredo é totalmente envolvente do começo ao fim, a escrita apesar de ser rebuscado é fluída. “O Príncipe dos Canalhas” é divertido, espirituoso, quente, comovente, e com personagens incríveis.

Se recomendo?! SUPER!!! Favoritaço! ♥
Nota: 5 ♡♡♡♡♡

Paula 21/10/2015minha estante
Que bom que você gostou, Jessica! Aaaah, eu fico tão feliz quando gostam desse livro, amo demaissssss!


Patrícia 21/10/2015minha estante
Esse livro é top!!!


Janna 22/10/2015minha estante
Esse foi o primeiro romance histórico que eu li. É muito bom mesmo ?


Paty 22/10/2015minha estante
Tb Amei !!!


Kelly 22/10/2015minha estante
Eu já estava doida para ler esse livro, mas depois da sua resenha, preciso dele HOJEEE !


Jessica A. 23/10/2015minha estante
Paulinha, eu amei! MUUUUUITO OBRIGADA pela a indicação! :D

Pati, nem fala! Mto apaixonante *-*

Janna, esse foi o meu segundo, e fiquei apaixonada! A minha xará é mto doida, tenho certeza que vc vai adorar! Depois me conta se gostou! :D

Paty, eu tbm :D

Kelly, leiaaaaaaaaaaa!!! Ultra recomendado! Minha xará é aquela mocinha inesquecível! Depois me conta se gostou! :D


Janna 23/10/2015minha estante
Nossa meu comentário ficou todo confuso hahaha. Na verdade era um coração no final mas não sei pq acabou mudando pra um ponto de interrogação kkkkkkkkk


Kelly 23/10/2015minha estante
sim sim.. fui ontem na Saraiva comprar, mas não achei. Vou ter que pedir pelo site, assim que chegar começo a ler. :)


Jessica A. 24/10/2015minha estante
Janna, agora eu entendi kkkkkkkkkkkkkkkk pensei que tu não tinha lido mulher!

Kelly, isso! Tu vai amar, tenho certeza! ;D


Paty 24/10/2015minha estante
Ficando mais doida.... saindo o segundo canalha... dia 03/11.


Jessica A. 24/10/2015minha estante
Simmm Paty :DDDD


Irtes 20/10/2016minha estante
Ah, canalha... tô gamada!
A-M-E-I!!! ????
Somos duas!!!




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