Annie

Annie Thomas Meehan




Resenhas - Annie


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Jaine.Rosa 04/02/2020

Annie é foi deixada no orfanato ainda bebê com um bilhete e a metade de um medalhão, pelos seus próprios pais, após 11 anos ela ainda aguarda ansiosamente que eles retornem e assim se tornem uma família feliz.
O livro é passado em um período complicado de depressão e muitas pessoas sofrendo com isso, mesmo assim Annie resolve fugir do lar que tem lhe acolhido e bem ou mal tem uma casa e comida, porém os maltratos da dona é algo que a deixa mais para baixo.
Nossa pequena orfã embarca numa aventura intensa na procura de seus pais, enfrentando, noites mal dormidas, fome, frio, conhecendo oportunistas e fazendo amizades, Annie encanta a maioria das pessoas com quem se relacionou até mesmo um amigo de quatro patas.
A ruivinha é tão apaixonante, que nosso outro protagonista Oliver se encanta ao tentar fazer um ato de "caridade" ao querer conhecer uma das crianças do orfanato para depois passar o natal em sua linda mansão e então o AMANHÃ chega, começa então uma real busca por seus pais liderada por Oliver, com oficiais do fbi e investigados, apesar de muitas pessoas querendo tentando se passar por seus pais depois de ser oferecido dinheiro acaso eles se apresentassem na mansão.

É uma leitura leve, fácil, e gostosa, aquece o coração e alma.
Apesar de ser um livro previsível, mostra a todos o poder da energia positiva, o poder da pessoa sendo alguém do bem... o quão importante é nosso caráter e nossa essência, o quanto isso reflete na nossa vida.
É um livro para ler em um final de semana, sem muita expectativa, é doce e inocente.
Vale a pena para tirar tudo que é de ruim a nossa volta.

OBS: Como bem sabemos LIVRO x FILMES é algo que sempre é comparado e citado então só vou dizer que a essência do livro até esta um pouco no filme(2014). Alteraram muitas coisas, como pequenos detalhes e o fato de tudo que a protagonista sofreu.
Lembrando que Annie tem tambem outro filme de 1982 e um músical pensando pelo autor.

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Trecho que resume bem o livro:

"Bem, eu acho que, quando a gente pensa nas coisas boas que podem acontecer amanha em vez de pensar nas ruins que estão acontecendo hoje, a gente pode começar a fazer essas coisas boas acontecerem - disse Annie."
pag. 167
Chellot 04/02/2020minha estante
Annie foi o primeiro filme que assisti de madrugada e legendado. Eu me apaixonei por essa ruivinha. Quero ler o livro e ver o que há de diferente.


Jaine.Rosa 04/02/2020minha estante
Sim ela é um doce e mesmo nos momentos ruins e na dificuldade ela sempre tenta pensar positivo e ficando cada vez mais forte.
Achei o filme bem diferente ate as descrição dos personagens e o que de fato acontece na caminhada dela, mas um pouco da essência tem.
Mas confesso que quando assisti o filme esperava uma ruiva mesmo de olhos claro, ja que o autor descreveu ja que vi o filme de 2014 e nao o de 1982 (quero mto ver esse parece mto fiel.)


Chellot 04/02/2020minha estante
Eu vi o de 1982.


Jaine.Rosa 04/02/2020minha estante
ah então creio que vais ver a alma do filme nesse livro, é mto doce




@AmandaMNunes 19/09/2020

Já vi os os filmes adaptados de Annie. Mas foi muito bom ver de uma forma mais detalhada uma história que tenho tanto carinho.
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Sergio 31/01/2015

Melhor leitura de 2015
Escrito por Thomas Meehan e publicado no final do ano passado pela Editora Intrínseca, Annie nos trás uma história de superação e positividade. Annie, aos seus dois meses de idade, foi deixada em uma cesta de vime em frente a um orfanato de Nova York, no ano de 1921. Com ela, estava um bilhete — dizendo que os pais voltariam para pegá-la assim que possível — e metade de um medalhão de prata, para que eles a reconhecessem quando voltassem.

Entretanto, a primeira aparição da protagonista no enredo acontece somente onze anos depois, em uma noite de ano novo. Cansada de ser maltratada pela cuidadora do orfanato, a Srta. Hannigan, e por se frustrar ano após ano esperando a volta dos pais, a jovem garota decide se jogar no mundo em busca dos seus progenitores. É aí que, após bolar um plano mirabolante, a garotinha foge e consegue andar livremente pelas ruas de Nova York. Após um ano, sozinha e passando por situações deploráveis, a jovem acaba encontrando por sorte (ou por destino) o homem mais rico de todo os Estados Unidos, e a partir daí todo um laço amigável começa a ser construído entre os dois.

Mesmo estando no ano de 1932, durante o decorrer da narrativa o autor nos mostra o cenário nacional pós-crise de 29 (para quem não lembra, a crise surgiu através da quebra da bolsa de valores de NY), e conseguimos perceber o quão arrasado o país se encontrava. Com esse pano de fundo, a história se desenvolve de maneira triste e ao mesmo tempo intensa, já que em cada nova página algo de ruim acontece com a protagonista. Esse lado "sofrível" da obra faz com que nos apeguemos cada vez mais a Annie. Nos parcos momentos de alegria, choramos junto à garotinha.

Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi o cunho positivista da obra como um todo. Mesmo estando em desgraça, Annie nunca abaixou a cabeça em todo o enredo. Seu lema era: “O sol vai sair amanhã. Pode apostar seu último centavo nisso". Acreditem ou não, questionei-me sobre como ando levando minha vida e decidi adotar o padrão Annie de ser.

Embora o livro seja um clássico, não tive em momento algum dificuldade no entendimento — nem da escrita, nem do enredo. As páginas fluem rapidamente e a linguagem usada é trivial. Todos os personagens são muito bem explorados e construídos. Conseguimos detectar o ponto fraco de cada um deles, além de suas angústias e mágoas, bem como seus pontos fortes e expectativas futuras.

A edição da Editora Intrínseca ficou impecável. Não consegui detectar nem um tipo de erro, seja gramatical ou de pontuação. Além disso, a editora fez uso de materiais de excelente qualidade (como sempre!) em seus exemplares do título em questão. Sendo bem franco com vocês: não há como ler esse livro e não se apaixonar por ele. Cinco estrelas e favorito é pouco para quantificar a magnificência dessa obra.

Adaptação cinematográfica:

A adaptação cinematográfica de Annie está prevista para estrear dia 12/02/2015 em todo o Brasil. Dirigida por Will Gluck (Amizade Colorida e A Mentira) e com Quvenzhané Wallis como a protagonista, o filme contará também com os atores Jamie Foxx (como Benjamin Stacks), Rose Byrne (como Grace) e Cameron Diaz (como Miss Hannigan).

Vocês já devem ter percebido que uma das mudanças mais notáveis é a troca do pano de fundo na refilmagem. Notei logo nos primeiros segundos do trailer que o filme está o mais atual possível, como se se passem nos tempos modernos. Ainda não sei se isso é bom ou ruim. Outro ponto que fiquei bastante curioso foi a mudança na escolha da personagem principal, já que no livro ela é uma ruiva e, no filme, uma negra. Só sei de uma coisa: tem filminho bom vindo por aí! Espero não me decepcionar.

site: www.decaranasletras.blogspot.com
Nai 13/10/2016minha estante
No fim das contas, o filme (musical) foi bem a cara de sessão da tarde.




Valéria 15/05/2020

Encantador, eu comprei esse livro em promoção sem nenhuma expectativa, e acabei descobrindo uma historia linda, divertida e emocionante, aquele toque de infância e otimismo que deixa o coração quentinho ?
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Lorraine.Gomes 15/10/2020

Meu favorito
Annie foi um livro que a princípio vi a capa e achei muito simples sabe, mas qm vê capa não vê conteúdo... O tipo de escrita realmente é simples, a história tmb, mas é um simples de uma forma boa sabe. A diagramação tmb ajudou muito, esse livro me surpreendeu em tantas partes, pra quem quer um livro pra ler em uma sentada recomendo Annie. Tem 206 páginas mas vc nem percebe como o tempo passa com esse livro. Perfeito tudo, os personagens, a história, me emocionou em várias etapas, parabéns para esse autor "Tomas Meehan"
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Lorraine.Gomes 15/10/2020minha estante
Vc descreveu tudo que eu senti ou ler esse livro. Virou meu favorito




Ana Carolina P. Anjos 03/12/2014

Valente Annie
Annie, uma história de superação, coragem e principalmente esperança; o escritor escreveu de maneira delicada sobre os mais tristes dramas humanos: a miséria e a fome.
Ambientada em uma época que o mundo estava em crise, o livro nos mostra de maneira muito verdadeira a luta pela sobrevivência de pessoas que perderam subitamente tudo que tinha, mostra também o mundo dos ricos e a generosidade de uns e a crueldade e frieza de outros.
Uma história muito bem estruturada tem drama, suspense e amor. Nossa heroína valente luta sem parar e sempre acredita que “Seja com for, o sol vai nascer amanhã. Aposte seu último centavo nisso”.
A cada nova palavra a historia me encantou, me fez torcer por essa menina e sonhar que no final conseguiria ser feliz e que finalmente poderia ser simplesmente criança.
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Hester 15/01/2019

É um livro curto, de leitura fácil, mas muiiito chato, tolo, uma estória inverosímel. Tem tantos outros similares e bons, melhor não perder tempo com este.
Alcione 16/01/2019minha estante
A querida navalha. 8 ou 80. Adorei. Grande abraço.




De Cara Nas Letras 12/03/2015

Annie - Thomas Meehan
Escrito por Thomas Meehan e publicado no final do ano passado pela Editora Intrínseca, Annie nos trás uma história de superação e positividade. Annie, aos seus dois meses de idade, foi deixada em uma cesta de vime em frente a um orfanato de Nova York, no ano de 1921. Com ela, estava um bilhete — dizendo que os pais voltariam para pegá-la assim que possível — e metade de um medalhão de prata, para que eles a reconhecessem quando voltassem.

Entretanto, a primeira aparição da protagonista no enredo acontece somente onze anos depois, em uma noite de ano novo. Cansada de ser maltratada pela cuidadora do orfanato, a Srta. Hannigan, e por se frustrar ano após ano esperando a volta dos pais, a jovem garota decide se jogar no mundo em busca dos seus progenitores. É aí que, após bolar um plano mirabolante, a garotinha foge e consegue andar livremente pelas ruas de Nova York. Após um ano, sozinha e passando por situações deploráveis, a jovem acaba encontrando por sorte (ou por destino) o homem mais rico de todo os Estados Unidos, e a partir daí todo um laço amigável começa a ser construído entre os dois.

Mesmo estando no ano de 1932, durante o decorrer da narrativa o autor nos mostra o cenário nacional pós-crise de 29 (para quem não lembra, a crise surgiu através da quebra da bolsa de valores de NY), e conseguimos perceber o quão arrasado o país se encontrava. Com esse pano de fundo, a história se desenvolve de maneira triste e ao mesmo tempo intensa, já que em cada nova página algo de ruim acontece com a protagonista. Esse lado "sofrível" da obra faz com que nos apeguemos cada vez mais a Annie. Nos parcos momentos de alegria, choramos junto à garotinha.

Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi o cunho positivista da obra como um todo. Mesmo estando em desgraça, Annie nunca abaixou a cabeça em todo o enredo. Seu lema era: “O sol vai sair amanhã. Pode apostar seu último centavo nisso". Acreditem ou não, questionei-me sobre como ando levando minha vida e decidi adotar o padrão Annie de ser.

Embora o livro seja um clássico, não tive em momento algum dificuldade no entendimento — nem da escrita, nem do enredo. As páginas fluem rapidamente e a linguagem usada é trivial. Todos os personagens são muito bem explorados e construídos. Conseguimos detectar o ponto fraco de cada um deles, além de suas angústias e mágoas, bem como seus pontos fortes e expectativas futuras.

A edição da Editora Intrínseca ficou impecável. Não consegui detectar nem um tipo de erro, seja gramatical ou de pontuação. Além disso, a editora fez uso de materiais de excelente qualidade (como sempre!) em seus exemplares do título em questão. Sendo bem franco com vocês: não há como ler esse livro e não se apaixonar por ele. Cinco estrelas e favorito é pouco para quantificar a magnificência dessa obra.

Adaptação

A adaptação cinematográfica de Annie está prevista para estrear dia 12/02/2015 em todo o Brasil. Dirigida por Will Gluck (Amizade Colorida e A Mentira) e com Quvenzhané Wallis como a protagonista, o filme contará também com os atores Jamie Foxx (como Benjamin Stacks), Rose Byrne (como Grace) e Cameron Diaz (como Miss Hannigan).

Vocês já devem ter percebido que uma das mudanças mais notáveis é a troca do pano de fundo na refilmagem. Notei logo nos primeiros segundos do trailer que o filme está o mais atual possível, como se se passem nos tempos modernos. Ainda não sei se isso é bom ou ruim. Outro ponto que fiquei bastante curioso foi a mudança na escolha da personagem principal, já que no livro ela é uma ruiva e, no filme, uma negra. Só sei de uma coisa: tem filminho bom vindo por aí! Espero não me decepcionar.
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Line 26/07/2020

A doçura de uma criança
Em Annie conhecemos uma órfã determinada e valente que por meio de suas aventuras nos mostra o verdadeiro valor da amizade e o amor.
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Ianaa0 05/07/2020

Foi o primeiro livro que li na vida e é um dos melhores. Não lembro tudo direitinho, li com 11 anos, mas sei que ele é incrível e apaixonante. Não é entediante, tem uma leitura muito fácil e a história é impressionante. Para quem nunca leu um livro eu recomendo ele como um começo.
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Fabi Brandes 17/03/2015

Annie
Olá pessoal, hoje venho falar a vocês de um dos livros que li recentemente, o clássico Annie. De longe, é um dos melhores livros que li, pela simplicidade e lição encantadora que ele me deu. Desde crianças a adultos, sei que esse livro irá tocar o coração do leitor.

Primeiramente, o livro caiu na minha mão por pura sorte, pois meu marido o ganhou em um sorteio das Livrarias Curitiba. Cabe dizer que a Intrínseca comprou os direitos do livro pois o mesmo acaba de ter seu filme homônimo lançado, que inclusive, recebeu indicações ao Oscar.

A época do livro é na grande Depressão, do ano de 1922 para frente, e o livro foi escrito nos anos 80. Hoje, esse clássico ganha notoriedade após ser visualizado como uma leitura popular na américa e ter virado também um musical muito famoso na Broadway, e claro, depois de virar filme. É uma pena que no Brasil ele tenha demorado tanto a chegar, pois o livro é realmente maravilhoso.

Trata-se da história da pequena Annie, uma garota de 11 anos que foi abandonada num orfanato quando tinha somente alguns dias de vida, porém, ela não é orfã, e com uma positividade incrível, ela crê que em uma noite de ano novo, seus pais irão voltar, como escrito no bilhete que foi deixado junto dela. A história me lembrou bastante de Pollyana, embora Annie seja bem mais triste. Vivendo na perigoda e derradeira Nova Iorque dos anos 20, a pequena garota tenta sobreviver aos maus tratos da tutora do orfanato, que inclusive explora as crianças através do trabalho infantil. Para Annie, não existe tempo ruim, em tudo podemos enxergar um lado positivo das coisas, e ela está certa!

Certo dia, já que sua sorte parece não querer mudar, ela foge do orfanato e vai viver nas ruas, e lá, ela conhece um lado ainda pior da sociedade, mas mesmo assim, Annie nunca perde a fé na humanidade, sempre achando que o amanhã chegará, e com ele, o sol e o calor de um novo dia.
Tanto que minha fase favorita é:

pag. 207

- Olha Sandy - disse a menina abraçando o cachorro - O amanhã chegou!

Daí por diante, há uma série de fatos que não posso contar, porém, ela começa a ter mais sorte quando ela conhece um emrpesário bilionário que precisa melhorar suas relações públicas, ficando assim com Annie por um período. Seria a menina capaz de tocar o coração do turrão sr. Warbucks?





Leiam e descubram! Narrativa excelente, rápida e diagramação 100% da editora Intrínseca!
Vale a pena dedicar seu tempo para conhecer essa história de amor!

Por hoje é só, pessoal! Até breve!

site: www.amoreselivros.com.br
Ricardo Brandes 18/03/2015minha estante
Excelente resenha, amei! P.s. Para Annie, não existe tempo ruim, em tudo podemos enxergar um lado positivo das coisas, e ela está certa!




Barão 30/12/2016

Lindo!

"(...) quando a gente pensa nas coisas boas que podem acontecer amanhã em vez de nas ruins que estão acontecendo hoje, a gente pode começar a fazer essas coisas boas acontecerem". - pág 167

Década de 20, New York, uma criança é deixada na porta de um orfanato em uma noite fria de fim de ano, enrolada apenas em um cobertor, com metade de um medalhão e um bilhete "Por favor, cuidem bem da nossa menininha. O nome dela é Annie e nós a amamos muito. Ela nasceu no dia 28 de Outubro. Logo vamos voltar para buscá-la. Deixamos metade de um medalhão em torno do pescoço dela e guardamos a outra metade, pois, assim, quando voltarmos, saberemos que ela é a nossa filha."

Porém em onze anos eles nunca voltaram, e Annie cresceu na esperança de que um dia eles voltariam. Ruiva, bonita, com personalidade forte ela se tornou uma criança inteligente e cheia de vida, que sempre via o lado bom das coisas, brigando com as outras órfãs do orfanato ou sofrendo nas garras da diretora do orfanato, mas, sempre defendendo as amigas das outras crianças na escola.

Quem terá deixado Annie no orfanato? Será que realmente foram os pais, como Annie acredita? Porém, quando eles vão voltar?

A história se passa no período da grande Depressão dos Estados Unidos, onde grande parte da população não tinha trabalho e nem do que viver. Em uma noite de ano novo Annie decide não esperar mais pelos pais e bola um plano para fugir do orfanato e ela mesmo ir procurar por eles, porém, a vida de uma garotinha que nunca andou por New York pode se tornar muito pior que os dias que ela passou no orfanato, ou talvez não, pois o destino guarda muita aventuras para a pequena Annie.

"O sol vai sair amanhã. Pode apostar seu último centavo que o sol vai sair amanhã". - pág 70

Awm leitores, a última leitura de 2016 com certeza foi para ENCERRAR COM CHAVE DE OURO. Que livro encantador, alegre, sincero e tocante! Annie é uma garotinha que realmente encanta à todos. Thomas Meehan tem uma escrita tão fluida, leve e alegre que esse livro da para ser lido em um dia (eu que não li, porque queria ficar mais na companhia da Annie hahahaha.)
Karina.Maringonda 15/03/2017minha estante
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KayChristie 14/05/2020

Eu havia assistido as duas versões cinematográficas e ao ler o livro descobri que embora parecidas o bastante, a história foi suavizada para a telinha e a pobre Anne, no livro, sofreu ainda mais do que eu esperava.

Porém, manteve sempre sua esperteza, sua personalidade forte e batalhadora (o triste é: nenhuma criança devia ser definida como batalhadora).
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