A Ascensão das Trevas

A Ascensão das Trevas Morgan Rhodes




Resenhas - A Ascensão das Trevas


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Alessandra 21/12/2019

Motivações duvidosas.
Para o cruel rei Gaius a conquista de Mítica não foi suficiente. Ambicioso e sanguinário, ele agora anseia pela Tétrade, um poder de cristais milenares capaz de grandes feitos.

Entretanto, em meio as rebeliões que assolam seu mundo, também precisará enfrentar inimigos maiores vindos de fora para conquistar seu objetivo, fazendo com que todos se tornem suspeitos.
.
Nessa confusão, alianças improváveis serão formadas e sentimentos impossíveis acordarão. Uma jornada de descobertas e escuridão está prestes a ascender.

Neste volume a autora desenvolve o relacionamento de diversos personagens que já conhecemos desde o primeiro livro. Os estratagemas começam a tomar forma, apesar da imaturidade de todos os envolvidos.

Embora cativante e de leitura rápida, temos uma queda de qualidade nesse tomo, pois conhecemos as verdadeiras motivações da grande vilã do momento que se mostram fracas e deixam a desejar. Confesso que esperava mais de uma mente supostamente tão perversa e dissimulada.

Quem menos evolui é Jonas, o líder rebelde, que continua trocando os pés pelas mãos na hora de tomar boas decisões. Dentre as várias visões da narrativa, minha personagem preferida é a princesa Cleo, que usa de todo o seu sangue frio para se adaptar aos horrores que enfrenta e buscar uma reivindicação ao trono roubado pelo pai de seu marido.

Uma série de fantasia que faz jus ao gênero e merece uma chance do leitor. Não vejo a hora de me aventurar pelo próximo volume e descobrir os caminhos que essa história vai percorrer.

site: https://www.instagram.com/euamolivrosnovos
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Emanuel 11/07/2019

É visível assim que se começa a ler o quanto a escrita da autora evoluiu, os pensamentos e ações dos personagens estão muito mais naturais, a narrativa mais fluída e continuada. Se antes eu ia lendo como se por partes, frase por frase e tentando juntá-las na minha cabeça, agora eu já leio automaticamente, na imaginação.

Muitas coisas inesperadas ocorrem nesse livro, e história toma rumos que eu não poderia imaginar quando comecei a conhecê-la. A leitura é muito rápida e assim que finalizei já estava ansioso para o próximo. O que a autora está criando é algo muito grande e surpreendente, esse universo se apresenta cada vez maior e mais cheio de possibilidades. Posso dizer que ela está suprindo minhas expectativas, e em alguns pontos, até superando-as. Só devo confiar que os últimos livros da série serão ainda melhores.


Jeh Diário dos Livros 07/05/2019

Intenso
A Ascensão das Trevas é o terceiro livro da série A Queda dos Reinos da Morgan Rhodes, e assim como o seu anterior, o livro foi bastante satisfatório, algumas respostas respondidas e crescimento dos personagens ao longo da trama.

O Rei Gaius conseguiu quase tudo o que queria, conquistou os reinos de mística e agora comanda com seu punho de ferro, mostrando medo aqueles que se opõe a ele e mostrando o quanto ele é poderoso. Mesmo que algumas pessoas não acreditem na ‘’bondade’’ que Gaius tenta mostrar para o resto da população, ele não podem fazer muita coisa já que são minoria, mas tem alguns rebeldes que mesmo em poucos querem fazer alguma diferença e um deles é Jonas Agallon.

Jonas perdeu a maioria de seus rebeldes na última tentativa de assassinar o rei, e agora que Gaius está mais recluso no castelo enquanto seus subordinados trabalham para ele na estrada, fica cada vez mais difícil de Jonas atacar, mas com algumas verdades descobertas ele sabe onde pode acertar Gaius e o que fazer para acabar com seu reinado, mas para isso ele terá que sacrificar muitos e ter muita sorte no caminho que ele vai seguir.

“ Levante. Repetidas vezes. Tem gente que quer empurrar você na lama e rir. Eles queriam ver lágrimas. Queriam ver derrota, porque isso fazia com que se sentissem melhor a respeito de sua própria vida triste. Mas às vezes era difícil levantar. Ás vezes a lama endurecia e ficava tão grossa que não havia saída.’’

Já no castelo Lucia está desperta e lutando contra a escuridão de seus poderes que ameaçam sucumbir qualquer bondade dela e ela precisará aprender usar melhor sua magia se quiser ajudar seu pai com seu plano, mas quando algumas novas coisas surgem com seu querido Ioannes, seus planos mudam e ela parte em uma jornada em busca tétrade para salvar o mundo, mas o problema é que muitos próximos a ela estão apenas a usando e logo Lucia descobrirá em quem poderá confiar de verdade.

Magnus está cada vez mais convencido que não deve acreditar em todas as verdades de seu pai e que precisará escolher seus aliados com mais cuidado agora que muitos sabem da busca pela Tétrade e logo com sentimentos conflituosos ela terá que entender o vale a pena lutar ou não.

Já Cléo conseguiu descobrir muitas informações e logo ela sabe o que deve fazer para conseguir chegar próximo a Tétrade e tentar tomar seu reino de volta para si, ainda mais com a ajuda de Jonas que pode ser muito favorável para ela. Mas Cléo logo precisará fazer escolhas difíceis quando descobrirem a verdade por trás dela e ela terá que correr se quiser vencer essa batalha.
Juntos Cléo, Magnus, Jonas e Lucia partem em busca de respostas sobre a magia do mundo deles, e aquilo que parecia ser uma simples lenda, pode ser muito verdadeira e algo que mudará o destino de todos eles.


site: http://diarioelivros.blogspot.com/2018/11/resenha-ascensao-das-trevas.html
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Stefânia 13/04/2019

Estou insistindo pq sempre espero mais
Minha saga com essa série até agora foi a seguinte: decepção com o livro 1. Daí resolvi dar uma chance pro 2 e foi maravilhoso. Já o 3 foi um meio termo. Apenas nas 100 últimas páginas é que realmente algo de interessante se desenvolve. Estou interessada em ler o próximo livro mas já com uma preguiça de ser mais encheção de linguiça considerando que ainda faltam mais 3 livros para finalizar.
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Amanda Thais 14/09/2018

Está sendo frustrante para mim, ficar recapitulando os acontecimentos dos livros anteriores, já que vou lê-los tudo antes de um ano.

Tem um personagem aqui que já devia ter morrido mais tempo. Chatooo!

Quero Lúcia brilhando nos próximos livros.
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Tamirez | @resenhandosonhos 19/08/2018

A Ascenção das Trevas
Eis aqui a evolução que eu tanto aguardei desde que comecei a ler essa série. A Ascensão das Trevas foi um livro que me deixou empolgada a acompanhar o restante da trama, que ainda contém mais três livros. Finalmente tivemos acontecimentos importantes desenvolvidos e a evolução tão desejada dos personagens.

Lucia é de longe a personagem que mais ganhou peso aqui. Ela entende muito mais do poder que possui e passa a não só ser guiada cegamente pela mão do “pai”, mas também a tomar suas próprias decisões e entender o quando é poderosa. Esse tipo de noção pode lhe conceder autonomia, mas também é muito perigosa, pois a personagem pode tomar rumos que não estamos esperando, diminuindo essa euforia.

Cleo também cresceu. Ela está bem mais esperta aqui. Finalmente parece ter entendido que antes de se preocupar com suas relações amorosas, ela precisa tramar planos e garantir sua sobrevivência e a restauração do poder aos Auranos. Há também uma “evolução” engraçada da relação dela com Magnus, o que acaba por gerar alguns momentos bem interessantes, principalmente no final do livro.

Jonas começa esse livro completamente sem chão. Suas ordens foram as responsáveis pela morte de muitos rebeldes e seu grupo foi dizimado. Parece que finalmente ele também compreenderá que suas ações tem peso e consequências e que é preciso pensar um pouco mais sobre elas. O tom de sua relação com Cleo também da uma mudada, e passou a me incomodar menos.

Magnus ainda é o personagem mais sem chão. Ele segue querendo agradar o pai, mas já entendeu que precisa trilhar seu próprio caminho se quiser chegar em algum lugar. E isso pode muito bem representar que ele precisa passar por cima desse Rei para conseguir tal façanha.

Esse é um livro onde todos caminham em direção aos cristais mágicos e perdidos. Há uma ânsia enorme para chegar primeiro, pois quem por as mãos em cima deles terá um poder enorme ao seu dispor. E, por mais que cada um os queira para si, o objetivo principal acaba sendo não deixar que o Rei Sanguinário ponha as mãos neles antes de qualquer um deles.

“Limeiros cheirava a gelo. Paelsia, a terra. Mas Auranos cheirava a rosas.”

O legal é que não ficaremos somente com esses personagens que já conhecemos, mas novos jogadores entram no tabuleiro. Os príncipes de Kraeshia desembarcam em Mítica com alguns objetivos ocultos, e jogarão estratégias ambíguas para conseguir as informações que precisam. Porém, não só isso, eles também representam uma ameaça, já que possuem um poderoso exército que poderia marchar sobre eles com facilidade.

A Ascensão das Trevas é um livro com bem mais desdobramentos, mortes e surpresas. Aqui, comecei a sentir mais firmeza sobre a trama e também a ter mais fé nos personagens e em suas motivações, que sempre haviam sido um problema pra mim. O 4º livro, Maré Congelada, já está disponível e será uma das minhas próximas leituras, pois estou ansiosa para saber o que vai acontecer em seguida.

site: http://resenhandosonhos.com/ascensao-das-trevas-morgan-rhodes/
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Benditos livros - Luana 09/07/2018

Ainda tenho minhas reservas....
Agora que terminei o livro #3, posso dizer que,realmente, a história de Mythica cativa a gente.
O desenvolvimento desse volume foi bem interessante, e gostei mais dele que do volume antecessor. Eu inclusive curto o fato de que a autora não tem piedade e continua matando personagens importantes!

Mas ainda acho que a série não é lá tudo isso que dizem. Os personagens são muito imaturos/em momentos, até pouco inteligentes. Por tudo que já aconteceu até aqui, eu esperava um pouco mais de tenacidade desses protagonistas. Eles são facilmente enganados e, para mim, isso atrapalha demais a historia.
Ainda quero saber como termina esta saga, e por isso continuo lendo. Espero
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Nat 27/06/2018

Gaius conquistou Mítica inteira, mas ele ainda não está satisfeito. Agora ele está em busca da Tétrade, um conjunto de quatro cristais cuja magia torna quem os tiver no ser mais poderoso do mundo. O que ele não sabe é que seus filhos, Magnus e Lúcia também querem os cristais. Nessa corrida pela Tétrade, Lúcia ainda está aprendendo a lidar com seus poderes, enquanto Magnus não consegue mais se entender quando está perto de Cleo. A princesa também começa a vê-lo com outros olhos, mas o ódio e desejo de vingança pela família ainda são muito fortes. Outro que não sabe o que sente é o rebelde Jonas Agallon, dividido entre a princesa e a amiga Lysandra. Traições, mortes, amores, tudo está entrelaçado nessa busca por poder e vingança.

Peguei esse livro num dos raros momentos em que eu não tinha mais nenhum outro a vista para o tema. Não lembrava mais nada do segundo livro da série (esse é o terceiro), mas consegui me situar depois de poucas páginas. A história segue o mesmo ritmo das primeiras, a ação não para. Eu vibrei com a mudança entre Magnus e Cleo, estava torcendo fazia tempo por eles. Algumas coisas me surpreenderam, outras me deixaram com muito ódio (não posso falar que coisas para não dar spoiler, esse é umas das leituras em que isso acontece, não posso alongar a resenha se não escrevo mais do que devo). Não vejo a hora de ler os livros seguintes.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com/2018/06/a-ascensao-das-trevas-morgan-rhodes.html
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Ju Zanotti 07/06/2018

Quando terminei de ler "A Primavera Rebelde", segundo livro da série "A Queda dos Reinos" eu já havia formado uma opinião bem mais segura do que ao terminar o primeiro livro, a evolução da autora de um livro para outro é nítida e foi bom descobrir que ela tinha muito mais a contar e explorar do que a personalidade inconstante que deu aos seus personagens em um primeiro momento. Com "Ascensão das Trevas" foi um pouco diferente, pois senti que a autora caiu em um vórtice e não evoluiu muito na trama, o que não tornou o livro ruim, apenas com uma trama sem muito desenvolvimento para o geral da história.



É nítido lendo a série que a cada livro a autora se propõe focar em um personagem e desta vez o centro do livro foi Lucia, uma personagem que estava apagada na trama até agora. Com os acontecimentos que se desenrolam durante os livros a personagem chega a um impasse, agora que compreende melhor seus poderes e consegue controlá-los está muito claro que isso pode afetá-la de forma não tão positiva, principalmente em se tratando de sua humanidade. Entre deixar-se cair nas trevas e se manter na "luz" Lucia precisa tomar uma importante decisão. Mas infelizmente a personalidade desta personagem não é muito agradável, no início da série eu a achava apenas insossa, agora que ela está mais desenvolvida a acho intragável. Suas atitudes não são ponderadas, Lucia é uma personagem que se deixa levar facilmente por influenciadores externos sem pensar muito por si mesma e suas escolhas não são lá muito corretas.

"Para aceitar o bem, você também tem que aceitar o mal. Se continuar combatendo essa verdade, ela vai acabar com você."

Em se tratando dos outros personagens a autora soube manter o desenvolvimento gradual de cada um, bem como o mistério necessário em relação a alguns deles (leia-se Magnus). O irmão de Lucia continua sendo uma incógnita. Magnus por vezes confunde o leitor com seu senso de dever e honra, duas características que rivalizam quando o assunto é o personagem. Ainda assim há sinais ainda mais fortes de que ele é muito melhor do que quer demonstrar e a cada livro ele se torna ainda mais interessante aos meus olhos. A interação entre ele e Cleo é outro ponto importante do livro, alias, ela continua a crescer como personagem, apesar de ser algo mais gradual, ao compararmos a personagem a suas "versões" anteriores percebemos o quanto ela evoluiu, com certeza é uma protagonista forte e bastante inteligente que fará a diferença no decorrer da trama.

"Não há bondade dentro de mim, princesa, então por favor não perca tempo fantasiando que possa haver."

Em meio a todos eles temos Jonas, as atitudes tomadas por ele nos livro anterior acabaram por deixá-lo sozinho, sua única companhia é um rapaz não muito confiável e Jonas aprende que a impulsividade que o guiava antes não é o melhor caminho. Apesar disso seus planos não continuam dando muito certo, a meu ver a impulsividade do personagem vem de confiar demais, Jonas é muito crédulo e não consegue pensar muito a frente, mesmo quando compreende isso parece que não entendeu direito. Foi o personagem que menos evoluiu na trama até agora, mas ainda espero muito dele.

"- O guarda só estava dizendo o que queríamos ouvir. Não temos como saber se meus amigos de fato estão no calabouço do palácio.
- Não existe nenhuma garantia nessa vida, apenas grandes possibilidades. Isso basta para mim."

Também temos a presença de novos personagens que de início não deixam suas intensões muito claras, mas que no entanto aparentam o perigo que representam. Não dá para dizer que foram muito bem explorados, nem mesmo Melenia a vilã por trás das informações do sanguinário rei Gaius, há muita falta de química nas relações da história, algo até que contornável mas que deixaria os planos e relacionamentos (não amorosos) mais consistente se fossem bem explorados.



Enfim, como disse no início com relação a trama a autora acaba caindo em um vórtice e não desenvolvendo muito a história que acaba por enrolar em pontos desnecessários, porém é gostoso acompanhar o caminho dos personagens e onde suas decisões os levam na trama. Assim como o livro anterior eu devorei a história e não pude deixar de começar logo em seguida o próximo livro, que devo dizer foi o melhor até aqui, mas isso fica para uma próxima.
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Queria Estar Lendo 28/12/2017

Resenha: A Ascensão das Trevas
Em a Ascensão das Trevas, lançado pela Editora Seguinte que enviou um exemplar para a resenha, Morgan Rhodes mostra o poder em cada personagem que criou e a direção épica em que a história se encaminha.

É visível assim que se começa a ler o quanto a escrita da autora evoluiu, os pensamentos e ações dos personagens estão muito mais naturais, a narrativa mais fluída e continuada. Se antes eu ia lendo como se por partes, frase por frase e tentando juntá-las na minha cabeça, agora eu já leio automaticamente, na imaginação.

É no início desse terceiro volume que começo a compreender Jonas e sua vontade insaciável de vingança e de se rebelar contra o Rei e todos aqueles que contribuíram para tanto sofrimento em sua vida e de outros do reino onde morava, Paelsia, também o mais pobre dos três reinos do continente de Mítica. Ele perde tudo, a vida que tinha, simples mas boa, seu irmão, seus pais e agora, lhe resta muito pouco a não ser a própria motivação e a força que faz para seguir em frente todos os dias, criando um possível plano, mantendo em mente o que precisa fazer para libertar a todos.

"Mas os fatos era inegáveis – e Lucia tinha sido criada para valorizar fatos e verdades acima de tudo. Apenas duas pessoas além dela mesma conheciam a localização do cristal da terra antes de descobrirem que havia sido roubado."

Também entendi algumas das ações anteriores do personagem, como ele estava tão cego e louco pela raiva e desejo de vingança que não conseguia pensar direito em mais nada além de matar o Rei Gaius, Lorde Aron e Magnus a todo custo, mesmo que isso o levasse à morte. No segundo livro, Lysandra era quem o refreava com a ajuda de Brion, agora que uns estão mortos e outros presos no castelo, não sobrou muito para Jonas, a não ser um aliado muito improvável, mas que é tudo o que ele tem. Assim, ele pareceu adquirir uma calma maior, um poder de pensar e refletir antes de agir, sabendo que é a única maneira de salvar seus amigos e a todos. Por causa disso, passei a gostar muito do personagem, pois nesse terceiro livro ficou mais claro de compreendê-lo e enxergar suas motivações e sentimentos.

Já Cleo, antes uma princesinha mimada e metida, agora uma futura rainha muito inteligente e estrategista. Ela é muito, muito esperta e isso reflete em todas as suas ações, falas e planos para o futuro. Ela está usando tudo o que tem, mesmo que sejam máscaras que cria para andar pelo palácio e tentar passar despercebida. Se tornou uma personagem muito forte, na qual sinto orgulho facilmente.

Magnus também demonstra uma boa evolução, pois antes era o príncipe herdeiro sofrido e com um amor não-correspondido e que queria superar as expectativas do pai para si, mas não conseguia. Com o tempo ele foi se tornando mais inteligente e calculista, agora sabendo de verdades sombrias sobre o próprio pai e tendo mais noção de si mesmo e daqueles que o cercam. Muitas coisas acontecem com Magnus e ele passa a enxergar mais claramente, se tornando mais destemido e ambicioso.

É nesse livro que o lado sombrio de Lucia, mostrado já no segundo volume, começa a se alastrar. No segundo, vemos a menina adquirindo esse lado, lutando contra ele mas sem saber ao certo como controlá-lo. Em A Ascensão das Trevas, Lucia já sabe mais sobre seus poderes, a profecia que gira em torno dela e o quanto os elementia estão afetando seu lado humanizado. Ela está cada vez mais poderosa e também, percebendo que nem todos que estão ao seu lado são seus amigos. Lucia se tornou uma personagem muito, muito interessante, em nada com a princesa doce e ingênua do primeiro livro. E essa é uma das coisas que mais gosto na autora, ela está sabendo lidar com a transição dos personagens de forma natural e não forçada como em muitas outras histórias.

Muitas coisas inesperadas ocorrem nesse livro, e história toma rumos que eu não poderia imaginar quando comecei a conhecê-la. A leitura é muito rápida e assim que finalizei já estava ansiosa para o próximo. O que a autora está criando é algo muito grande e surpreendente, esse universo se apresenta cada vez maior e mais cheio de possibilidades. Posso dizer que ela está suprindo minhas expectativas, e em alguns pontos, até superando-as. Só devo confiar que os últimos livros da série serão ainda melhores.

Ainda assim, é fácil ver que a autora tem mais facilidade com os personagens antigos, pois nos novos percebo que ela comete alguns erros que já cometeu com esses antigos, o que dá a entender que precisa de um pouco de prática para saber mais sobre sua própria criação e sua maneira de agir. Outros personagens, novos no segundo livro, como Lysandra e o ponto de vista do Rei Gaius, já estão bem melhores.

A cada volume as capas surpreendem mais! Esse tom de roxo com o dourado deixou ela muito bonita e chamativa, sem falar que sempre há algo relacionado à história. Como em A Primavera Rebelde, a narrativa é super fluída e rápida, e você lê o livro rapidinho (e pede por mais). Agora, estou no aguardo dos próximos volumes para saber o futuro de Mítica e desses personagens que estão cada vez melhores.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2017/12/resenha-ascensao-das-trevas.html
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Luiza Helena (@balaiodebabados) 29/11/2017

Originalmente postada em http://www.oquetemnanossaestante.com.br/
A Ascensão das Trevas é o terceiro livro da série A Queda dos Reinos. A cada livro vou percebendo que os títulos combinam perfeitamente com o que vai ser apresentado.

A Ascensão das Trevas começa exatamente onde terminou A Primavera Rebelde. A rebelião de Jonas não deu certo (ô novidade!) e ele é um dos poucos sobreviventes. Com a ajuda de um misterioso forasteiro, Jonas parte em busca de resgatar Lysandra.

Em Auranos, está todo mundo atrás da Tétrade. O rei Gaius quer encontrá-las para se tornar o homem mais poderoso do mundo. Cleo, ainda motivada pela vingança contra o homem que matou sua família, se aproxima de Lucia com o mesmo propósito. Assim como o pai, Magnus também quer a Tétrade para si. Pra completar, temos os herdeiros do reino de Kraeshia - Ashur e Amara - bastante interessados nos elementia lendários.

Depois de dois livros sendo praticamente esquecida no churrasco, finalmente Lucia teve mais destaque. Depois de três livros, nunca entendi por que a Morgan preferiu dar destaque para Jonas (que quase nunca seus planos dão certo) do que na personagem que está intrinsecamente ligada ao elemento de maior importância na trama. Felizmente, a autora sobre compensar bem a personagem. Assim como temos uma Lucia forte, preparada e decidida a aprender usar sua magia, ela também tem medo do que sua magia pode ir para o lado negro da força. Todos esses conflitos internos só pioram quando ela percebe que todos ao seu redor querem usá-la como uma espécie de bússola para encontrar a Tétrade. Depois daquele final, tenho certeza que a feiticeira está com sangue nos olhos.

Cleo sempre foi uma das minhas personagens favoritas aqui. Ainda com seu plano de conquistar o trono de Auranos de volta, Cleo é dissimulada e um tanto manipuladora em certas ocasiões e adorei isso na personagem. Ela ainda possui sua integridade, mas sabe que é preciso jogar sujo algumas vezes caso queira que sua vingança se realize.

Desde A Queda dos Reinos, Magnus é um personagem complexo. Por conta do pai, Magnus põe a máscara de pessoa fria, mas no fundo ele sabe que não tem nada em comum com o Rei Sanguinário. E o pior pra ele é que Cleo é a única pessoa que consegue enxergá-lo por baixo dessa fachada. Assim como havia altos conflitos internos por conta do que sentia por “sua irmã”, agora Magnus se vê confuso em relação à Cleo e quem realmente ele é. Fora que ele descobre alguns fatos sobre sua vida que deixa qualquer tema de Casos de Família no chão. (Sério, o programa perde feio pra tanta treta que rola nessa série)

Pra mim, Jonas ainda é o mais flopado da história. Acho que ele ainda continua vivo mesmo pra comandar os rebeldes. Ele ainda é um personagem um tanto estagnado, mas teve um certo crescimento desde A Queda dos Reinos. Ainda bem que temos Lysandra para salvar o plot porque ela sim é a voz da razão que faltava na vida de Jonas

Nesse livro, temos uma maior participação do príncipe Ashur (que apareceu primeiramente em A Primavera Rebelde), acompanhado de sua irmã Amara. Claramente também estão interessados na Tétrade (como qualquer outro personagem da série), mas com motivações diferentes. Os dois foram de grande importância nos acontecimentos finais do livro. Junto com os herdeiros, também somos apresentados a Félix, um misterioso jovem que se junta a Jonas depois de salvar sua vida.

Assim como nos outros livros, Morgan não poupa no sangue e matar pessoas. OK que aqui até que rolou menos mortes, mas uma em especial partiu meu coração. É como dizem: não se apegue a nenhum personagem, que não seja os principais. Como seus anteriores também, o livro começa meio morno, preparando o terreno para tiro, porrada e bomba à medida que a história vai avançando.

A edição da Seguinte segue padronizada, com as páginas amareladas e fonte bem confortável aos olhos. No início, ainda contamos com o mapa de Mítica e uma lista de personagens que, ao meu ver, vai diminuindo a cada livro.

A Ascensão das Trevas terminou com um gancho impactante sobre o destino dos personagens, o que me deixou mais animada para Maré Congelada.

Leia mais resenhas em http://www.oquetemnanossaestante.com.br/

site: http://www.oquetemnanossaestante.com.br/2017/11/a-ascensao-das-trevas-resenha-literaria.html
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steph (@devaneiosdepapel) 16/11/2017

A Ascensão das Trevas
Depois de ter uma ótima experiência com A Primavera Rebelde, é triste admitir que A Ascensão das Trevas não foi uma leitura tão boa quanto eu esperava.

A história deste terceiro volume dá continuidade à busca da Tétrade e a algumas outras subtramas que já vínhamos acompanhando nos dois primeiros livros. Pela sinopse, acho que A Ascensão das Trevas tinha um grande potencial, mas que pecou muito na execução e acabou caindo na “maldição do segundo livro” já conhecida em diversas trilogias. Ou seja, o livro acaba sendo pura encheção de linguiça.

Pra ser bem sincera, eu tenho bastante dificuldade de continuar a escrever essa resenha porque não sei o que falar sobre a obra. Há poucos acontecimentos marcantes, pouco desenvolvimento dos personagens e muita enrolação em cenas desnecessárias. A escrita de Morgan Rhodes continua fluida e gostosa de ler, mas é nítido que nem a própria autora sabia muito onde queria chegar e preferiu enrolar com a busca da Tétrade (que no fim das contas também nem foi assim tão ~emocionante).

Magnus continua sendo meu personagem favorito e o único que se destacou positivamente na obra, apesar que gostei bastante de Lysandra também. O restante evoluiu muito pouco, como Jonas, Cleo e Lucia. É incrível como esses três seguem tomando as mesmas decisões, caindo em um looping que não decai e nem melhora.

No geral, A Ascensão das Trevas é um livro morno, sem nada que me faça dizer que adorei ou detestei. Alguns problemas foram resolvidos de maneira bem preguiçosa e rápida, perdendo as características narrativas que vi nos primeiros livros. Não sei o que esperar da continuação, mas é uma pena que após esta leitura eu não esteja nem um pouco empolgada.

site: http://www.devaneiosdepapel.com.br/2017/11/resenha-ascensao-das-trevas.html
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Alika 09/11/2017

https://goo.gl/UQPKrH
“Alguns procuravam vingança contra seus inimigos mortais pela ponta de uma espada. Seu plano de vingança começava com a ponta de um sorriso.”
Esse é o terceiro livro da série “A queda dos reinos”. Já falei do primeiro, com o mesmo nome da série, e do segundo, que é A Primavera Rebelde.
A Tétrade é uma lenda que no início parece meio desconhecida, mas depois a gente vê que todo mundo conhece, e quer pegar o poder pra si: Rei Gaius, seu filho, Cleo e até os visitantes de Kraeshia. Parece que só Jonas não tá nem aí pra essa lenda, mas é por nem acreditar em magia, mesmo. 
Eu preciso dizer que tenho sentimentos conflitantes com essa série, agora. Eu tô curtindo muito certas partes da história, mas tem coisas que me incomodaram. Não curti muito o final desse livro aqui.
É revelada a motivação de Melenia. E eu achava que precisava ser algo mais forte do que aquilo. Também tiveram mortes que não curti.
Mas, sim, já estou continuando a leitura da série. A escrita de Rhodes prende a gente de um modo incrível, então eu continuo mesmo discordando de algumas coisas. hahaha
“Para aceitar o bem, você também tem que aceitar o mal. Se continuar combatendo essa verdade, ela vai acabar com você.”

site: https://goo.gl/UQPKrH
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Amycolaco 04/07/2017

Nem tudo está perdido...
Foi com esse pensamento que iniciei essa leitura, depois de aceitar a minha frustração com o segundo livro, tentei não criar muitas expectativas, mas nada como os recomeços não é mesmo? E o que começou bem terminou ótimo.
Nesse livro existe uma consistência maior na trajetória dos personagens, algo mais definido. Diferentemente do anterior, aqui conseguimos acompanhar capítulos com histórias mais completas e embora tenha pequenos erros o livro é legitimamente bom.
Preciso destacar que o romance de Cleo e Magnus é algo que me arranca um sorrisinho despretencioso, eu amo casais relativamente incompatíveis e amo ver a forma como a autora desconstrói o amor ditado.
Devo confessar que também apreciei a morte (pasmem) de Ioannes, mas, isso abriu caminho para o crescimento de Lucia nos próximos livros, já que no segundo ela foi ofuscada e nesse terceiro romantizada ao excesso.
Enfim, gostei do livro, gostei dos desfechos, reconheço o crescimento da autora e chega de falácias; vamos ao quarto!


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