A Rainha das Trevas

A Rainha das Trevas Anne Bishop




Resenhas - A Rainha das Trevas


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Laura 07/09/2020

"E o Sangue cantará ao Sangue"
A Rainha das trevas; desfecho da trilogia das joias negras, para quem ficou intrigado com os enigmas de Tersa (mãe de Deamon) no primeiro volume, terá um melhor entendimento ao decorrer da leitura.

A proposta foi boa!, apesar de se perder no caminho há muita calmaria antes da tempestade, já começamos o livro com o discurso de Dorothea colocando todo o peso de suas ações no senhor supremo e seus filhos, só vemos a centelha da suposta "Guerra" entre Terreille e Kaeleer no começo da leitura!, também conhecemos as grandes diferenças e, até onde foi a corrupção de Terreille.
Anne Bishop, demostra até onde as ações e ambições levam as pessoas e que a dívida sempre chega à nossa porta pra ser cobrada e, que a "Mãe Noite e as trevas sejam misericordiosa".
Tem muito a melhorar!, às vezes os problemas são resolvidos muito rápido ao ponto de ser jogada aos braços da resolução, algumas coisas ficarão vagas ao ponto de deixar para sua imaginação a resposta... vou nem comentar do final...

"- Já lhe ocorreu que essa pode ser a solução do enigma? Saetan também era
um sonhador intenso. A diferença é que soube reconhecer o sonho, quando ele
finalmente apareceu. - Jaenelle abriu a porta. - Volte para casa, Alexandra. Aqui
não há nada nem ninguém para você."
Aqui vemos até que ponto podemos ser cegos mesmo que lá no fundo já sabemos a resposta, além disso tem a questão da aparência dela ser diferente por causa dos sonhadores.

"Jaenelle se virou. Gabrielle prendeu a respiração. Pela primeira vez,
estavam na presença do sonho sob o corpo. Karla olhou estupefata para as
orelhas pontudas dos Dea al Mon, as mãos de garras retraídas dos Tigre, os
cascos que podiam vir dos centauros, dos cavalos ou dos unicórnios. Acima de
tudo, fitou o pequeno chifre espiralado.
O mito vivo. Os sonhos tornados realidade. Mas teria algum deles
efetivamente pensado em quem eram os sonhadores?".
...
Em síntese, uma ótima leitura, todavia poderia ser melhor é elaborado demais e na hora de interligar(finalizar) falta algo...
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Man 25/07/2020

Que livro, que trilogia, que história!!!!
Amei muito Anne Bishop, essa autora sabe escrever uma trilogia sombria, num mundo totalmente diferente do que eu estava acostumada.
A estória continua com uns diálogos bem divertidos.
Nesse livro voltamos a encontrar Daemon 5 anos após ele sair do mindo distorcido e 13 anos após o acontecimento que o levou ao mundo distorcido.
Daemon aparece numa feira de imigração e é a única vez que eu fiquei super agoniada com o que poderia acontecer.
Jaenele com os seus 25 anos cresceu amadurecei bastante como feiticeira e rainha.
Uma guerra esta por vir e sendo A feiticeira, Jaenele procura uma forma de vencer sem destruir todos que ama. Com a ajuda de algumas pessoas ela consegue dar início ao plano. Com um final surpreendente e de tirar o fôlego a autora nos presenteia com essa maravilhosa trilogia.
Encantada com esse mundo e com todos os personagens que ame conhecer.
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Aline 13/06/2020

Trilogia das jóias negras
Confesso que demorei muito para finalizar a trilogia por medo do fim.
Anne Bishop é perfeita e eu não queria que acabasse.
Fazia muito tempo que eu procurava uma estória de qualidade que fosse sensual e sombria, e eu encontrei aqui, no amor poderoso de Daemon por Jaenelle. Para salvar o reino, sacrifícios serão feitos.
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Geeh 10/06/2020

Leitura fascinante!!
E com esse último livro fechamos essa narrativa surpreendente... E que final meus caros!!
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Julia 23/07/2019

Achei ótimo o livro todo, no fim dei uma enrolada pq não queria que acabasse. Queria mais..
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Minha Velha Estante 24/05/2018

Resenha da Dani
A Rainha das Trevas, volume três, da trilogia As Joias Negras vem para acalmar os corações ansiosos e fecha com chave de ouro.

Após dois anos e meio de espera, ansiedade, nervosismo... e muita esperança. A Arqueiro lançou o terceiro volume. Yuhuuu!


Treze anos após os eventos do livro anterior (A Herdeira das Sombras), temos uma grata surpresa de reencontrar Daemon Sadi, o Sádico, numa feira de escravos.

Bem como seu irmão Lucivar Yaslana,ou Bastardo, o guerreiro eyireno, que está em busca do irmão.

Munido de esperança Lucivar busca por ele, que não faz ideia de que muito do que acredita ser verdade, não passou de intriga.

Anne Bishop criou uma trama com conteúdo forte, com a sociedade matriarcal adepta a escravos sexuais nas cortes, com castigos inclementes e atitudes repugnantes.

Saetan Daemon SaDiablo, o senhor supremo do inferno, embora tenha este título e poderes que lhe cabem bem, é um personagem incrível de acompanhar. Carinhoso, paternal, ama os filhos e os amigos deles. Com uma lealdade e um amor especial pela filha de seu sangue, a temida feiticeira de Ebon Askavi.

Jaenelle cresceu, tem agora vinte e cinco anos, mas ainda assim é chamada de criança-feiticeira, por seu pai adotivo (Saetan). Ainda excêntrica, dona de poderes inomináveis, ela pode destruir toda a cidade, mas tem um coração justo e mesmo contra quem merece ela acaba sendo benevolente.

O reencontro dos personagens é emocionante e ao mesmo tempo frustrante. Jaenelle com sua introspecção e Daemon com seu julgamento errado acabam complicando o relacionamento, tratando-se com cuidado, tal qual se estivessem num campo minado.

O terceiro volume continua repleto de intrigas, e não foca apenas em Jaenelle.

Surreal reaparece e terá um bom destaque, inclusive será de grande importância durante a trama.

Neste livro teremos ainda mais raiva de Dorothea e Hekatah, torceremos para que Jaenelle deixe ser tão cuidadosa e lhes dê o final merecido.

Em meio a uma disputa de poder nossos personagens crescerão, sentimentos florescerão e algumas perdas serão necessárias.

Anne Bishop nos enreda num conto tão criativo, num cenário repleto de magia, com personagens diversos e de diversas espécies, que acabamos por nos apegar.

Um destaque especial para Ladvarian, o parente dos Sangue, que eu gostaria muito de conhecer.

O final do livro fecha as pontas que estavam soltas, nos leva às lágrimas, nos deixa na torcida, com a respiração suspensa.




A Rainha das Trevas vai brincar com seus nervos, num momento serão flores, no outro lágrimas. Um espiral de emoções numa torcida para que o bem vença o mal nesta trilogia tão intensa.

O livro é dividido em duas partes e vocês precisam conferir esta leitura se adoram um bom livro de fantasia.

Venham se apaixonar, descobrir alguns segredos, desvendar uns mistérios, formar alguns casais, torcer por eles, segurar o fôlego em momentos cruciais!


Trilogia das Joias Negras:

A filha do sangue (Daughter of Blood)
Herdeira das Sombras (Heir to the Shadows)
Rainha das Trevas (Queen of the Darkness)

site: http://www.minhavelhaestante.com.br/2017/03/lendo-com-dani-rainha-das-trevas-as.html
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Biblioteca Álvaro Guerra 09/05/2018

Jaenelle Angelline é a feiticeira da profecia e rainha de Ebon Askavi. Agora, o reino das sombras está sob sua proteção. No entanto, membros corruptos dos Sangue continuam à espreita e, em um jogo perverso de política e intriga, pretendem destruir todos aqueles que ficaram do seu lado. Enquanto isso, depois de ter escapado da loucura do reino distorcido, Daemon Sadi finalmente chega a Kaeleer, onde o destino o levará a se reencontrar com Lucivar, Saetan... e Jaenelle. Mesmo após tanto tempo, seu amor continua inabalável. E, sendo consorte prometido da rainha, o poder de sua joia estará a serviço dela, caso Jaenelle assim o deseje. Entretanto, isso pode não ser suficiente para evitar o terrível plano que está prestes a ser executado. Uma guerra está a caminho. E, quando ela chegar, apenas um grande sacrifício poderá salvar o reino.

Empreste esse livro na biblioteca pública

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788580416749
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Adriana 02/10/2017

Um mar de emoções
Se tivesse mais estrelas eu dava!!!!!
Todas as emoções juntas num livro só...
Ela conduz a narrativa de uma forma taão maravilhosa que voce sente todas as emoções no mesmo livro.
muito tudo.....
e prepare o coração para chorar.......
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LOHS 24/05/2017

Anne Bishop é Rainha! <3
Sabe aquela série que você ama com todo o coração e não entende como as outras pessoas não leram/viram ainda?! Então, para mim, assim é As Joias Negras, criada pela maravilhosa Anne Bishop. Caso ainda não conheça, por favor, vá correndo ler os primeiros livros, A Filha do Sangue e A Herdeira das Sombras.

A série As Joias Negras começou com a trilogia principal, que se encerra agora com A Rainha das Trevas. Mas o sucesso foi tão grande que a escritora criou mais quatro livros contando algumas histórias de personagens secundários nos primeiros títulos. E, para nossa alegria, também escreveu mais dois livros com alguns contos extras dos personagens principais da série. Por isso, a saga é completa em nove livros.
Caso não esteja interessado(a) em começar mais uma série grande, a trilogia em si é fechada e não necessita das sequências - só que eu tenho certeza que depois de terminar o terceiro volume irá desejar ler todos os outros. :D

Enfim, devo avisar que essa resenha pode conter spoilers dos dois primeiros livros, então leiam por sua conta e risco. ;)

Em A Filha do Sangue conhecemos o universo complexo, mágico e corrupto criado por Anne Bishop e seus personagens cativantes; em A Herdeira das Sombras, o universo mágico já não é tão complexo assim, nos apaixonamos ainda mais por esses personagens maravilhosos e também acompanhamos o maior desenvolvimento da história, que finaliza com uma imensa abertura para os desastres que poderão acontecer no terceiro livro; agora, em A Rainha das Trevas, teremos o arco final da história.

O livro tem início cinco anos após o fim do segundo livro (A Herdeira das Sombras). Jaenelle Angelline agora é rainha de Ebon Askavi e protege todas as terras de Kaeleer contra os Sangue corruptos de Terreille que seguem ordens das malévolas sacerdotisas Hekatah e Dorothea.

Graças ao forte contra-ataque de Saetan no último volume, as forças de Hekatah foram praticamente extintas. Mas “vaso ruim não quebra” e essa mulher já sabe exatamente o que fazer para virar a situação a seu favor novamente.

Ao mesmo tempo, Daemon finalmente regressou do Reino Distorcido e aproveita para concretizar sua vingança contra a incestuosa Dorothea. E, depois de tantos anos em recuperação, Daemon finalmente seguirá seu caminho para Kaeleer, onde poderá reencontrar seu pai (Saetan), seu irmão (Lucivar) e sua amada (Jaenelle).

Diferente dos primeiros livros, A Rainha das Trevas é dividido em apenas duas partes. A primeira será a maior e tratará principalmente de mostrar o desenvolvimento dos protagonistas quando ficam juntos pela primeira vez.

Finalmente Daemon e Lucivar estão livres das garras de Terreille e Saetan pode enfim conviver com os dois filhos ao mesmo tempo. E Jaenelle, que já sabia como lidar com Saetan e Lucivar, agora terá que aprender a conviver também com Daemon e com os sentimentos entre os dois.
Devido ao trauma sofrido no primeiro livro (A Filha do Sangue), Jaenelle nunca teve interesse em sexo propriamente dito. Só que Daemon nasceu para ser o amante da feiticeira e não irá desistir do seu sonho. O relacionamento dos dois será, sem sombras de dúvidas, um dos pontos altos da obra.

"- Temos ainda de encontrar uma forma de controlar Jaenelle Angelline.
- Com o estímulo adequado, vai se colocar à nossa disposição voluntariamente.
Dorothea resfolegou.
- Que tipo de estímulo a levaria a isso?
- Usar alguém que ela ama como isca."
Dorothea e Hekatah, p. 286

Ao mesmo tempo que a família SaDiablo se reúne e se aproxima em Kaeleer, Hekatah e Dorothea fazem pequenas tentativas - malsucedidas, por sinal - de controlar Daemon e Jaenelle. Até que decidem atacar com força total, tramando esquemas e usando a política de forma que farão com que toda Terreille se volte contra Kaeleer.

"*Más notícias?*, perguntou a grande aranha dourada em sua voz suave.
Jaenelle Angelline afastou o cabelo do rosto e suspirou. Seus perturbados olhos azul-safira se contraíram ligeiramente à luz do sol da manhã, enquanto examinavam mais uma vez os delicados filamentos da teia emaranhada que tecera durante a noite.
- Sim. Uma guerra está a caminho. Uma guerra entre os reinos.
*É possível evitá-la?*
Jaenelle balançou a cabeça.
- Não, ninguém será capaz de evitá-la."
Rainha Aracniana e Jaenelle, p. 26

A segunda parte irá tratar da guerra entre Terreille e Kaeleer que poderá acabar para sempre com todos os Sangue, seja humanos ou parentes. Por isso, Jaenelle terá que fazer uma difícil escolha de como finalizar esse embate. Em qualquer um dos destinos escolhidos pela feiticeira, haverá um grande sacrifício a ser feito.

"A rainha aracniana pairava no ar diante da teia emaranhada de sonhos e visões - a teia que havia ligado àquela tecida pela feiticeira. A estação de frio estava prestes a chegar. Era hora das tecelãs de sonhos se recolherem às grutas e tocas, mas precisava olhar essa teia mais uma vez...
Examinou primeiro a teia emaranhada da feiticeira. Um pequeno fio estava escuro, escuro, escuro. A primeira morte.
Outras viriam. Muitas outras.
Em seguida, examinaria sua própria teia emaranhada. Mas não antes da estação de calor. Até os humanos tendiam a permanecer em suas tocas durante a estação fria.
Pois então. Podia se abrigar em sua própria toca na gruta sagrada, onde repousaria e sonharia os sonhos agradáveis. Quando as estações voltassem a mudar, falaria com o cão de pelo marrom. Ladvarian. Era a ligação entre os Sangue parentes e humanos. Os parentes lhe obedeciam e os humanos o escutavam. E precisava dele para o que tinha de ser feito.
Quando a terra voltasse a se aquecer, precisaria de toda a sua força e habilidade - e de toda a força e habilidade que o cão de pelo marrom conseguisse reunir para ajudá-la - para salvar o coração de Kaeleer."
Rainha Aracniana, p. 244

Uma surpresa será a ação dos parentes. Diferente dos humanos em guerra, eles estarão completamente conectados e alinhados com um único objetivo - que será desconhecido pelos homens. Todos pretendem salvar o “coração de Kaeleer” não vão aceitar uma derrota. A força e o caráter deles tocará fundo os humanos e serão extremamente necessários para um desfecho “feliz”, mostrando assim que não importa a forma do corpo já que todos são unidos pela mesma magia.

"- Os Sangue são os Sangue - prosseguiu Jaenelle. - Duas pernas, quatro patas, não importa. Os Sangue são os Sangue. A dádiva da arte teve uma única origem, que une todos nós."
Jaenelle, p. 299

A Rainha das Trevas finaliza essa trilogia de uma forma tão incrível que, nas duas vezes que li esse livro, fiquei com ressaca literária e não consegui pegar nenhuma outra obra por algum tempo.
Não posso contar todas as maravilhas dessa história, pois abomino spoilers. Mas, acredite em mim, é tudo isso que estou falando sim.

Acompanhamos a vida de Jaenelle desde criança até se tornar a poderosa mulher que é hoje. Assim como alguns dos melhores e piores momentos de Daemon, Lucivar e Saetan. Os três juntos são simplesmente incomparáveis.

Outra coisa, que com certeza é a razão do sucesso dessa série, é que os personagens secundários são tão importantes e carismáticos quanto os protagonistas. Tersa mais uma vez terá um dos principais papéis nessa grande jornada de Jaenelle, embora poucos consigam compreendê-la. E a jovem Surreal rouba a cena com tanta facilidade que não há dúvidas da razão dela se tornar protagonista do sexto livro da série.

Em A Rainha das Trevas haverá reencontros bons e ruins, traições amargas, despedidas difíceis e um grande teste de confiança que abalará todas as estruturas dos amigos de Jaenelle, além de sua própria família (a escolhida por ela e não a biológica, obviamente).

A autora, mais uma vez, utiliza a narração de todos os personagens exceto da nossa protagonista Jaenelle. O que faz, novamente, que a gente descubra os segredos dela apenas quando os outros personagens descobrem também. Anne Bishop tem uma das melhores narrativas que já li, mesmo sendo uma fantasia um tanto quanto complexa no início - pelo menos até o(a) leitor(a) se acostumar com o universo criado por ela e com os diversos personagens presentes.

Como é um dos meus livros favoritos, é muito difícil compreender quem não seria capaz de amar essa história. Por isso, só posso finalizar essa resenha dizendo: LEIAM!! LEIAM!! LEIAM!!

"- Kaeleer vai finalmente entrar em guerra com Terreille? - perguntou.
- Não - respondeu Jaenelle. - Kaeleer não entrará em guerra com Terreille.
Foi a leve entonação que fez com que Karla sentisse um arrepio gelado percorrendo o corpo. Pela forma como o braço de Gabrielle ficou tenso sob sua mão, soube que ela também tinha reparado.
- Então, quem vai entrar em guerra com Terreille?
Jaenelle se virou. Gabrielle prendeu a respiração. Pela primeira vez, estavam na presença do sonho sob o corpo. Karla olhou estupefata para as orelhas pontudas dos Dea al Mon, as mãos de garras retraídas dos Tigres, os cascos que podiam vir dos centauros, dos cavalos ou dos unicórnios. Acima de tudo, fitou o pequeno chifre espiralado.
O mito vivo. Os sonhos tornados realidade. Mas teria algum deles efetivamente pensado em quem eram os sonhadores?
Não admira que os parentes a amem. Não admira que todos a tenhamos amado.
Karla pigarreou baixinho para fazer a pergunta que, de repente, esperava que não fosse respondida.
- Quem vai entrar em guerra com Terreille? Eu - respondeu a feiticeira."
Gabrielle, Karla e Jaenelle, p. 342

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2017/04/a-rainha-das-trevas-as-joias-negras-03.html
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Adriana 12/04/2017

A Rainha das Trevas de Anne Bishop
Depois de mais de dois anos de espera, chega o livro final da serie Joias Negras.
E com um final surpreendentemente e fantástico.

Como se trata da finalização da série, a resenha contem alguns pequenos spoilers ok.

Jeanelle está num momento de tensão e espera, pois as teias que preveem o futuro à avisa que a guerra esta chegando, e que destruição e mortes serão quase inevitáveis.
Em Terreille, o reino comandado por Dorothea e Hekatah, a corrupção, maldade, desordem e crueldade correm solta, contaminando os reinos vizinhos. Mas a feiticeira mais poderosa que os reinos já viram, junto com seu séquito real e seus aliados faram tudo que puderem para evitar que o mal prevaleça.
“Dorothea olhou fixamente para os reflexos das duas no vidro. Em tempos, tinham sido mulheres encantadoras. Presentemente , Hekatah assemelhava-se a um cadáver devorado por vermes...”
A autora permanece com uma escrita bem desenvolvida, marcante e bem humorada, pois apesar da seriedade do enredo, consegui dar boas gargalhadas com os personagens.
A historia esta recheada de intrigas e conspirações. A presença dos parentes (animais que se comunicam por telepatia e possuem joias) são constates e de extrema importância.
E os personagens cativantes e intrigantes dos livros anteriores, como Surreal, Senhor Supremo, Deamon, Lucivar e muitos outros, dão um show nesta sequencia.

Falando em Deamon 💗 ele ficou oito anos no reino distorcido e mais cinco na duvida se deveria ou não tentar descobrir o que aconteceu co Jeanelle. E se vingar de todos que os prejudicaram. Nesse meio tempo Lucivar e Jeanelle (agora com 25 anos) ficaram a sua espera e até mesmo a sua procura.
E o dia desse encontro enfim chegou ...
"Um macho é dispensável. Uma rainha, não. Sobretudo a feiticeira."
Eu fiquei encantada com o romance/enlace desses dois. Pois Deamon já era escolhido como consorte de Jeanelle mesmo antes de sair do reino distorcido. Por outro lado Jeanelle não faz ideia de como agir com um homem e ficam os dois fazendo papel de idiotas, me levando a dar boas risadas e ficar completamente apaixonada com o reencontro desses dois.
"Um jogo sujo e cruel, o tipo de jogo que o Sádico sempre jogara tão bem."
Baixou um espirito meio George Martin na autora, que saiu matando muitos personagem que deixaram saudades. Mas valeu muito a pena, pois isso deixou o final ainda mais impressionante e marcante. Eu amei a serie e a finalização deste ultimo livro.
Não que uma pagina a mais não me agradaria kkkk. Simplesmente perfeito demais.


Opiniões:

“Um final poderoso para uma trilogia fascinante, extremamente sombria.” – Locus

“Se deseja uma dark fantasy de qualidade, com toques de sensualidade, crueldade e pitadas de intrigas políticas regadas a sangue, Anne Bishop pode ser o que você procurava.” – INtocados.com

“Sensual, rico em detalhes, um mundo em que se subvertem todos os clichês do gênero fantástico. Simplesmente genial.” – Library Journal


site: http://www.meupassatempoblablabla.com
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LauraPops 10/04/2017

Sensacional!
Enfim o fim! Depois de três livros maravilhosos temos esse Surpreendente final, superou as expectativas que havia criado, dando um desfecho sensacional para a trama.
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Gisela 09/04/2017

A Rainha Das Trevas - Trilogia das Joias Negras, Vol. 3 [Anne Bishop]
Meu maior temor até há pouco tempo era que a editora Arqueiro não lançasse o terceiro volume da Trilogia das Joias Negras, já que me apaixonei pela trilogia, que considero um tanto quanto diferente do "normal". Anne Bishop deixou as mesmices para trás e criou um novo conceito de fantasia, forte, rica, impactante, sombria e sensual, que te abduz para dentro de sua trama, e ao final, quando somos devolvidos para nossa realidade, precisamos de um tempo para voltar a normalidade.

Sim, os livros mexem com gente, porque tudo é muito intenso. Não é uma leitura fácil, pelo contrário, temos que prestar bastante atenção para entender o que está sendo claramente disposto e o que está subentendido nas entrelinhas, mas garanto que vale a pena. Mesmo que algumas partes sejam um pouco chocantes, de tão maléficas, outros personagens nos aliviam com sua extrema bondade. Contudo o livro não é divido entre o bem e o mal, pelo contrário, o que o torna tão intenso são seus personagens antagônicos.

A Trilogia das Joias Negras se passa num mundo de sociedade matriarcal, castigado por rainhas cruéis e corruptas, que escravizam os machos, que deveriam ser parceiros e protetores, para servirem aos seus malignos desejos. Jaenelle, a Feiticeira profetizada, destinada a transformar este reino de pesadelos, é única rival que poderá pôr fim ao jugo que as maldosas Rainhas Dorothea e Hekatah exercem no Reino de Terreille,

Em A Rainha das Trevas, Jaenelle, agora adulta, é rainha de Ebon Askavi, governa em Kaeleer, auxiliada pelo seu pai adotivo, Saetan, Senhor Supremo do Inferno, e seu irmão de coração Lucivar. Ameaçadas, Dorothea e Hekatah criam intrigas que deverão colocar Terreille e Kaeleer em guerra, com o objetivo de destruírem Jaenelle, sua única rival. Contudo as duas não fazem ideia do poder de Jaenelle.

"- Se Kaeleer entrar rm guerra contra Terreille, não restarão rainhas para curar a terra e manter os Sangue unidos. A carnificina prosseguirá até não restar mais ninguém. As feiticeiras ficarão tão estéreis quanto a terra. O dom que foi oferecido há tanto tempo será a arma que acabará nos destruindo."

E Daemon Sadi, que ficou sumido no livro anterior, reaparece em Kaeleer, reencontra seu irmão Lucivar, que o leva para Ebon Askavi. Perdido em uma corte com regras muitos diferentes daquelas ao qual foi criado, Daemon tem que enfrentar seus sentimentos por Jaenelle e aprender a dominar seus instintos de predador.

Quase toda a história se passa em Ebon Askavi e foi muito prazeroso ver a interação de Jaenelle com os seus familiares e amigos, ao mesmo tempo em que ela é a rainha suprema, é também filha e irmã amorosa. E não deixa também de ser mulher, com todas as inseguranças de uma moça de 25 anos de idade.

"- Desculpem, eu... - Deteve-se quando os viu, e sua desorientação se transformou em precaução. É família ou corte? - perguntou cautelosa.
- Corte - respondeu Saetan.
Fascinado, Daemon observou a mudança sutil de mulher para rainha."

O livro tem muitos personagens, todos com importância dentro da trama, alguns são animais, mas como possuem o poder do sangue, podem se comunicar com os humanos. Há uma forte mistura de sensualidade e poder, amizade e traição, do bem e do mal. Tudo isto torna a leitura ainda mais rica e fascinante.

O Final foi tudo que eu esperava e bem condizente com toda a trama, não podia ter sido melhor. E merece destaque também as belas edições da trilogia, com capas duplas que retratam as três fases da protagonista Jaenelle Angelline.

Só posso recomendar a leitura. É simplesmente imperdível.

site: http://www.lerparadivertir.com/2017/04/a-rainha-das-trevas-trilogia-das-joias.html
Fran 15/05/2017minha estante
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Dhiego Morais | @liemderry_ 04/04/2017

A Rainha das Trevas
Já fazia um bom tempo desde que eu havia lido o segundo volume da Trilogia das Joias Negras, ainda pela editora Saída de Emergência Brasil. Com a absorção do antigo catálogo pela editora Arqueiro, o lançamento de A Rainha das Trevas aproximou-se ainda mais da realidade. Com uma trama original, Anne Bishop leva os seus leitores a uma conclusão entremeada em suspense e intrigas mortais, onde a brutalidade dança junto à sensualidade.

Os fãs de Anne Bishop podem finalmente agradecer. Com o terceiro volume já nas livrarias, a saga ganha uma conclusão satisfatória, de maneira geral.



Se em A Herdeira das Sombras o foco é Lucivar Yaslana, agora os ventos sopram para o outro lado e nota-se um maior enfoque no Sádico, Daemon Sadi. A princípio, poderia não ter sido a minha escolha como leitor, mas, com o desenrolar da história, Bishop leva o leitor a compreender o personagem e a estabelecer um vínculo mais próximo durante a sua jornada.

Jaenelle Angelline é a feiticeira da profecia e a rainha de Ebon Askavi, tndo o Reino das Sombras sob sua proteção. Uma fonte imensurável de poder reside na figura da jovem de olhos e voz de meia-noite; seu odor psíquico é sentido por muitos. Entretanto, membros corrompidos dos próprios Sangue estão alertas, sussurrando mentiras, invejando, desejando e ansiando se não pelo poder da Feiticeira, então por sua queda.

“Às vezes o dever segue por caminhos que não podem ser percorridos pelo coração”.

A trama deste volume se passa quase que inteiramente em Kaeleer. Vez ou outra o foco se desloca para Terreille, onde Dorothea e Hekatah conspiram venenosamente.

De modo geral, a história demora a engrenar em A Rainha das Trevas, e isso se deve em parte a necessidade de Bishop de ambientar as personagens e ligar todas as suas tramas para o clímax. Quando este ocorre, a roda gira com mais fluidez e a leitura avança sem trancos.

Apesar de o livro pedir uma guerra extensa, a ação não ocorre tanto quanto o esperado, porém isso não tira a qualidade da obra de Bishop, que prefere centrar-se em um jogo de suspense e política.

Em A Rainha das Trevas é perceptível que Jaenelle já não é mais a mesma pessoa. Agora, ciente de quem realmente é a Feiticeira, precisará sofrer as consequências de suas escolhas. Sacrifícios são imprescindíveis e toda magia tem suas sequelas. Presa em um turbilhão em que o amor se esconde entre os deveres da Rainha, Jaenelle possuí pouco tempo para tentar impedir a destruição de toda a linhagem dos Sangue.



Acredito que esse livro retém duas personalidades, que muito se diferem. Enquanto a primeira metade é lenta e toda cinza, a outra é brutal e sensual. Uma mistura que traz consigo uma primeira impressão estranha, porém, capaz de equilibrar completamente a história.

No volume final da trilogia das joias negras, Jaenelle, Daemon, Lucivar e Saetan dançam uma última dança com Dorothea, Hekatah, Surreal e todos os parentes. Curiosamente, as personagens coadjuvantes recebem mais atenção do que anteriormente e trazem, a sua própria maneira, a melodia de cada um para escrever a última canção do mundo de sombras de Bishop.

“Sabia que, se você cantar a melodia certa, elas lhe dizem os nomes das que já morreram?”

Arte por AmberStoneArt

Anne Bishop é uma autora de emboscadas, ouso dizer. Quando o leitor tem a certeza de que não é possível mais se surpreender, quando acredita estar em segurança, ela salta das sombras, detrás de uma relva de palavras e ataca a jugular. O que Bishop faz em A Rainha das Trevas é fusão da brutalidade e selvageria; é visceral... é poderoso.

Aos poucos as tramas convergem, encaminhando para um final que dá pouco tempo para que os seus leitores respirem. Feiticeiras quebradas, mentes alucinadas, joias estilhaçadas e venenos em abundância. Raças poderosas despertam para desempenhar papéis vitais para a conclusão da trilogia.

A representação feminina nessa trilogia é um dos fatores que pode agradar muitos leitores e leitoras. Sensualidade e poder quebram o estereótipo de personagem delicada e tradicional.

“A dor veio acompanhada de lágrimas enquanto Jaenelle finalmente desistia das pessoas que uma vez tentara amar”.

Com A Rainha das Trevas, Bishop entrega aos leitores um final de trilogia brutal, em que àqueles que lerem se perderão na dúvida de amar ou odiar algumas personagens.

site: http://www.intocados.com/index.php/literatura/resenhas/906-a-rainha-das-trevas
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