Minta Que Me Ama

Minta Que Me Ama Maria Duffy




Resenhas - Minta Que Me Ama


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Jeh 14/03/2021

O livro que menciona uma garota de 30anos cansada da sua vida sem graça, que se aventura pelo mundo das redes sociais Twitter, onde tudo é lindo e todos são as pessoas que querem ser. Mas com o desenrolar percebe que sua vida não é tão chata e nem tão complicada como as das demais personagens.

Um romance surpreendente surge com um personagem inimaginável tornando ainda mais interessante a leitura.
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Sofia 10/01/2021

Leitura gostosa, mas que não acrescenta muito
‘Minta Que Me Ama’ é o livro de estréia da irlandesa Maria Duffy e foi originalmente publicado em 2011, mas só chegou no Brasil três anos depois. A história é narrada através de Jenny que decidiu propor um encontro para que ela e outras três amigas que se conhecem apenas através do Twitter se conhecessem pessoalmente. Tinha tudo para ser fantástico se todas tivessem sido 100% verdadeiras sobre elas, a começar pela própria Jenny…

É um livro divertido, do tipo que faz o leitor dar umas boas risadas quando quer uma leitura descontraída, mas eu achei ele terrivelmente longo. Seria ótimo se ele tivesse umas 100 ou 150 páginas a menos e fosse mais direto ao ponto. Pela sinopse eu achei que ele seria mais centrado no Natal, mas a verdade é que se fosse perto do Natal ou da Páscoa não faria diferença. Isso me deixou bastante decepcionada.

Um ponto positivo do livro foi o quanto ele é atual (apesar de ter sido publicado há 10 anos). As redes sociais vieram para ficar e eu adoro livros de ficção que tem isso como plano de fundo, dá uma espécie de contextualização e permite que a obra seja muito mais relevante. Achei legal que toca no ponto de que nem tudo que vemos nas redes sociais são 100% verdade e que muitas vezes ficamos chateados quando comparamos nossas vidas com as de outras pessoas. Em alguns momentos nós não somos justos com a conosco e acabamos sendo cruéis. Tenho certeza que o que eu não gosto na minha vida é algo que outra pessoa adoraria e o contrário também.

Eu preciso dizer que NUNCA vou entender o critério utilizado para quem traduziu o título. O título original é ‘Any Dream Will Do’ (algo como ‘Qualquer Sonho Serve’ em tradução livre) e eu não faço ideia onde acharam que ‘Minta Que Me Ama’ era uma boa ideia de título já que também não há nenhuma relação óbvia com a narrativa.

site: www.instagram.com/perdidonaestante
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Mia Fernandes 04/05/2020

minta que me ama - maria Duffy
Tem sempre aquela história batida: a grama do vizinho é sempre mais verde. Numa era de tantas redes sociais, temos a oportunidade de turbinar a vida, mudar a personalidade, dar uma glamurizada na rotina. Em Minta que me ama Jenny fala em 340 caracteres no Twitter mentirinhas bobas tudo para evitar o marasmo e a normalidade chata que é sua rotina. Entao, sua vida na twittelandia, é empolgante, ali ela tem um grupo de amigas, Zahra, Fiona e Kerry, e num dia onde acabara bebendo demais ela acaba chamando as amigas para passar alguns dias na sua casa antes do natal.

“O mais interessante no Twitter é que às vezes você se sente a pessoa mais importante do mundo. Às vezes há várias pessoas conversando com você ao mesmo tempo e a incluindo em conversas, e você se sente realmente popular e querida. Mas às vezes, como hoje, você fica paranoica”.

O livro mostra o quanto pode ser duvidoso aquilo que lemos em redes sociais. Tendemos a esconder os defeitos, a valorizar coisas e criar uma máscara que não tem nada a ver com a realidade. Jenny, aprende isso na pele. Vemos, como é a sua vida – o quanto ela odeia o seu trabalho – e como tudo se transforma numa montanha russa: a chegada de cada garota, e o quanto a realidade é bem diferente daquela apresentada no mundo virtual.
As últimas semanas foram uma montanha-russa, e eu espero a mesma coisa para os próximos dias. Quem sabe o que acontecerá? Mas é muito empolgante.”

Apesar de não entender o título, a autora soube criar várias cenas hilárias com Jeny, e acabar se identificando com ela. E torcendo por cada personagem, menos Fiona, que realmente essa acabou com o pouquinho de paciência que eu tinha. Jeny restabelece contato com a sua mãe, que passa a ser uma personagem totalmente nova tanto na visão da protagonista, quanto do leitor.

“A demonstração de emoções é tão incomum na minha mãe que quase me sinto incomodada. Este dia está ficando cada vez mais estranho – mas no bom sentido.”

“Criei algumas imagens tendo por base a maneira como ela se parece no Twitter, mas deveria saber que ela é completamente diferente na vida real.

Nada superar conhecer a pessoa face a face, porque ali conhecemos a pessoa, sem mascaras, os seus defeitos. É este a lição do livro. A não substimar a tranquilidade da sua vida, a não acreditar que tudo que é postado na internet é verdade. Que conhecemos os outros realmente ao vivo e a cores. Porque na internet, ela possibilita você ser um camaleão de pessoas, menos a mais importante e única: você mesma.

xoxo
mia fernandes.
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Verasantana 01/04/2020

Minta
Amei achei incrível toda mulher deveria ler
Bem vida real mesmo
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Gabriele Sachinski 17/06/2017

Resenha do Blog Entre páginas e Sonhos
Jenny Breslin está com quase 30 anos, tem um trabalho do qual não gosta e uma vida amorosa quase inexistente. Some a isso o fato de ter apenas duas amigas e um relacionamento complicado com sua mãe. Qual o resultado? Uma vida totalmente sem graça e sem sentido. Pelo menos, essa é a opinião de Jenny sobre si mesma.
Com muito tempo livre, Jenny acaba se viciando no Twitter, justamente porque ele lhe oferece a chance de ser uma pessoa totalmente diferente. Nessa rede social, Jenny pode ter um emprego sensacional, encontros incríveis e românticos e uma agenda cheia de coisas interessantes para fazer. E o melhor: ninguém teria como saber que a sua vida real não era bem assim...
Ou não teriam, caso Jenny não tivesse convidado suas amigas tuíteiras para ficarem um final de semana em sua casa. Agora Zahra, uma maquiadora das celebridades, Fiona, uma mãe e esposa exemplar, e Kerry, uma enfermeira dedicada, chegarão em pouco tempo e descobrirão o quanto a vida de Jenny é chata e sem graça.
Conforme a data da visita das meninas vai chegando, Jenny vai ficando cada vez mais desesperada. Além disso, parece que sua mãe resolveu arrumar um namorado que, por mero acaso do destino, Jenny já tinha dado um bom amasso. Para piorar um pouco mais, seu relacionamento com Tom parece não ir para frente e uma das melhores amiga de Jenny, Paula, acabou de terminar o namoro e vive chorando pelos cantos. Tudo isso faz com que Jen se arrependa amargamente das três taças de vinho que tomou antes de convidar suas amigas para um final de semana divertido em Dublin.
Quando o dia finalmente chega, Jenny já está mais tranquila e confiante, mas as coisas começam a sair de seu controle rapidamente. Isso porque Zahra não se parece em nada com a famosa maquiadora confiante que Jenny imaginou, Fiona trouxe o filho de quatro anos junto e Kerry disse que não poderia vir, pois acabou tendo que trabalhar naquele fim de semana.

“O Twitter era ótimo enquanto estava restrito à Twitterlândia, mas, desde que ele saiu do meu computador e veio me visitar na vida real, as coisas se tornaram mais complicadas que eu imaginava.” (pág. 331)

Junto com essas surpresas, vieram outras. Parece que Jenny não foi a única que andou mentindo sobre si mesma no Twitter. Aliás, comparado com os segredos das outras meninas, as mentirinhas de Jenny são inofensivas e sem importância. Rapidamente, um final de semana que deveria ser tranquilo e divertido acaba se tornando um pesadelo e Jenny não vê a hora de tudo isso acabar. Confesso que enquanto ela sofria, eu dava muita risada de suas trapalhadas (e sentia um pouquinho de vergonha alheia também rs).
Devido ao título do livro, imaginei que a história teria o foco sobre algum romance, mas isso não aconteceu. Na verdade, durante todo o enredo, acompanhamos Jenny resolvendo seus problemas e se redescobrindo. Ao ser apanhada no meio das mentiras das outras tuíteiras, Jenny percebe que sua vida não é tão ruim quanto ela imaginava e que outras pessoas adorariam ser ela. Além disso, ela consegue se aproximar da mãe e, de quebra, recupera um pouco de sua autoestima. Acompanhar esse crescimento da personagem (e rir de suas trapalhadas) foi, para mim, o ponto principal do livro.
Outro ponto forte no livro é a reflexão que ele permite. Por que as pessoas mentem em redes sociais? Por que tentam fingir ser outra pessoa para agradar os outros? Por que acham que ser elas mesmas, com todos os seus defeitos e falhas, fará com que o outro goste menos de quem realmente se é? Talvez, porque sempre esqueçamos que a mentira tem perna curta e que, mais cedo, ou mais tarde, seremos apanhados pela roda viva que nós mesmos inventamos...
A história é narrada em primeira pessoa, na voz de Jenny, o que nos permite acompanhar em primeira mão os dilemas hilariantes da protagonista. As folhas são amarelas e a diagramação é simples. Em alguns capítulos, temos trechos de sonhos/pesadelos de Jenny, o que, para mim, ficou meio perdido na história, já que não acrescentam em nada na narrativa. Outra coisa que, na minha opinião, ainda não fez sentido foi o título do livro, pois até agora não consegui estabelecer relação alguma entre o título e a história.
Apesar desses pequenos detalhes, gostei bastante do livro e recomendo a sua leitura, principalmente para aqueles que procuram algo mais leve e divertido.


site: http://www.entrepaginasesonhos.com.br/2017/05/resenha-do-livro-minta-que-me-ama-de.html
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Sayane 28/05/2017

Jenny e suas maluquices..
Minta que me ama aborda o clássico tema: as aparências enganam. Com uma linguagem simples, o livro conta a história de Jenny que tem uma vida simples e adora bater papo com suas amigas no Twitter. Dentro de alguns dias, Jenny irá conhecer e hospedar suas 3 amigas do Twitter, em meio à euforia e medo que antecedem o encontro, ela não sabe o que esperar e como reagir ao conhecer tais amigas.

O livro é um chick-lit é bem descontraído, quando iniciei a leitura não tinha nenhuma expectativa, a narrativa me prendeu de tal forma que até me surpreendi. Vamos acompanhando os poucos dias que faltam para Jenny conhecer suas amigas twitteiras e quando isso ocorre Jenny percebe que elas são exatamente o oposto daquilo que imaginava, que na verdade as coisas não eram como elas demonstravam ser.
E é exatamente este o ponto do livro, mostrar como as pessoas ocultam ou acrescentam fatos, personalidades ou status por meio das redes sociais.

O que mas me irritou foi a Jenny acabar sempre deixando a Fiona fazer o que quiser sem falar nada. Sério! A pessoa está hospedada na casa dela, se aproveita dá boa vontade dela é ainda dá uma de coitada. Aff até mesmo paciência tem limite...

Foi uma leitura descontraída e por vezes engraçadas trouxe também algumas reflexões relacionadas às mentiras que as pessoas contam pelas redes sociais o julgamento precipitado das pessoas tanto por sua aparência como por suas atitudes e o valor de uma boa amizade.
Apesar de achar a história um pouco fraca e que a autora poderia ter enxugado algumas partes, recomendo a leitura, principalmente se está buscando algo do gênero.

Visite meu insta: https://www.instagram.com/samartesebooks
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Ray - @amorpelaspaginas 27/03/2017

Ganhei esse livro em um sorteio e de cara me apaixonei pela capa. Logo depois tive outra boa surpresa, a autora, apesar de não conhecer antes, é irlandesa e ando com uma quedinha por aquele canto do mundo. (Acho que preciso viajar haha)

O tema do livro é bem atual e resolvi embarcar nessa viagem. Jenny tem uma vida bem monótona com uma mãe ainda vivendo a adolescência, um emprego chato e sem romances. No entanto, sua vida no Twitter é muito mais interessante, ela é feliz e realizada, e tem as melhores amigas do mundo, cada uma com a vida mais perfeita que a outra.

Quando acaba sugerindo um encontro, seu desespero de mostrar quem é de verdade quase a domina mas o que realmente acontece nesses dias não poderia ser previsto. Atrás da vida perfeita da rede social, vemos vários problemas na vida dessas amigas e passar alguns dias juntas torna impossível manter todas as mentiras contadas durante o ano escondidas.

O tema abordado logo me encantou mas a história não flui tão bem como esperado. Achei a narrativa um pouco arrastada. Apesar disso, temos várias partes divertidas. Ah, e no final quando, inevitavelmente, toda a verdade vem a tona, é maravilhoso ver as mudanças que automaticamente acontecem na vida de cada um dos envolvidos.
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Dani 10/12/2016

Resenha (#IDY): Minta Que Me Ama, Maria Duffy
O livro Minta Que Me Ama nos lembra que as redes sociais são, na maioria das vezes, um escape, um lugar para viver mundo completamente do que há no nosso dia a dia. Jenny Breslim sabe bem disso; ela adora seu Twitter e o atualiza quase o tempo todo, comentando sobre seu cotidiano, de forma a deixá-lo mais interessante...
Lá ela tem vários amigos, com uma atenção especial por três mulheres com quem sempre conversa. A primeira é uma luxuosa maquiadora de celebridades, outra é uma mãe dedicada de um filho adorável, com um marido excelente e atencioso. E, por último, uma enfermeira totalmente feliz com seu trabalho, com quem Jenny tem uma proximidade a mais.
Na vida real, no entanto, Jenny não é tão animada quanto seus tuítes mostram. Ela detesta seu trabalho, não tem uma vida amorosa muito legal e anda um pouco solitária em seu apartamento. Durante uma noite de bebedeiras ela acaba convidando essas três amigas, com quem nunca conversou além da rede social, para uma breve estadia em sua casa.
Quando vi qual seria o estopim do livro, esse convite de Jenny para as amigas, fiquei realmente achando um absurdo. Quem convida três estranhas para passar um tempo em sua casa?! E fiquei feliz por essa pergunta aparecer várias vezes durante o livro, sendo feita pelas pessoas ao redor da personagem HAHA
O enredo não é tão chamativo e o começo estava lento para mim, com uma personagem meio forçada mas, assim que comecei a acompanhar a estória, acabei cativada. Jenny é muito divertida, passei a gostar dela mais a cada página, quando a vi tendo tantos pensamentos parecidos com os que eu teria se estivesse passando por tudo aquilo.
Esse tal encontro das amigas tuiteiras demora bastante para acontecer, e então há bastante tempo para conhecê-la com calma e todo seu cenário. Antes do grande conflito são mostradas situações cotidianas da vida de Jenny, todas que terão alguma importância mais tarde.
Foi uma leitura realmente agradável, fácil de ler e que flui bem. Muito diferente como, no início de alguns capítulos, há os sonhos que a personagem teve, uma mais louco que o outro. Eu sou doida por tudo que envolve sonhos, adoro tentar decifrar os meus e os de outras pessoas, então gostei muito dessa parte.
E, quando finalmente acontece o encontro, é realmente louco e divertido demais. Tanta coisa dá errado, tantas situações loucas! Além de claro, o lembrete de que a pessoa que você segue nas redes sociais nem sempre é 100% do que mostra ali.
Não tinha expectativa alguma sobre essa leitura e terminei gostando muito. Aborda algumas questões legais para essa época do ano quando, acredito, ficamos mais sensíveis sobre relacionamentos, amizades e tudo mais.
Não me tocou tanto nem entrou para a lista daqueles livros natalinos emocionantes e cheios de lições que você precisa ler, mas é muito boa dica para quem gosta de chick-lit também. E o romance, apesar de não ser muito desenvolvido por não ser o foco, é fofinho.

site: http://danielabyrinth.blogspot.com.br/2016/12/resenha-idy-minta-que-me-ama-maria-duffy.html
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Vanessa Vieira 05/08/2016

Minta que me Ama - Maria Duffy
O livro Minta que me Ama, romance de estreia da irlandesa Maria Duffy, nos traz um chick-lit divertido e engraçado sobre as facetas que muitas vezes projetamos nos outros, principalmente no mundo virtual. Em meio as quedas e ascensões da vida, acompanhamos uma personagem excêntrica, cômica e de grande coração.

Para muitos, o inverno é uma das estações mais aconchegantes do ano, mas Jenny Breslin não se sente nada confortável. Tudo aquilo que permeia sua vida, como seu emprego monótono no banco e a falta de um grande amor acabam sendo delineados com as festas de final de ano. Ao se imaginar passando o Natal com a sua mãe extravagante e com seu novo namorado, Harry - a quem Jenny conhece muito bem - , ela se enche de pavor. Enfim, o que importa é que tudo isso acontece na sua vida real...

Tuiteira de plantão, é na internet que Jenny consegue escapar por algumas horas da vida sem graça que leva. Entre um diálogo e outro, ela achou que seria divertido florear um pouco mais sobre sua jornada e dia-a-dia. Em meio a uma teia de pequenas mentiras, Jenny acaba assumindo uma identidade totalmente diferente da real. Na plataforma virtual, ela faz viagens fabulosas, tem um namorado maravilhoso e sempre está cercada de pessoas interessantes e inteligentes.

Isso até que não seria problema caso Jenny não tivesse tomado algumas taças de vinho e convidado Zahra, Fiona e Kerry, suas amigas virtuais, para visitarem sua casa em Dublin. As três aceitam o convite prontamente e agora irão descobrir a real e desinteressante vida de Jenny. Correndo contra o tempo para criar o cenário perfeito para recepcioná-las, ela descobre que tudo não passou de uma perda de tempo, afinal, suas amigas também não são exatamente do modo como descreveram e diziam,..

Minta que me Ama se mostrou um chick-lit divertido e cômico, além de nos trazer uma mensagem interessante a respeito daquilo que somos e do que deixamos transparecer para as outras pessoas. Escrito de um modo leve e descontraído, o livro encanta por nos trazer cenas hilárias e sobretudo, as diversas aventuras que permeiam as redes sociais. Narrado em primeira pessoa por Jenny, de uma forma gostosa e fluída, acompanhamos uma personagem maluquinha lidando com todos os percalços do dia-a-dia e, acima de tudo, com seu próprio eu e nos deliciamos com suas presepadas e as dos demais personagens da trama.

"É estranho pensar que conheço alguém que na verdade não existe."

Jenny é uma mulher como qualquer outra que sonha em encontrar um grande amor, principalmente agora que se encontra na casa dos trinta anos. Com um emprego monótono no banco e uma chefe nada simpática apelidada carinhosamente de "cara de tamanco", ela encontra no mundo virtual uma válvula de escape para sua vida atual. Ali, ela idealiza seus sonhos e constrói a imagem que sempre almejou de si mesma, não poupando requintes para isso. Seus tuítes fazem com que logo ela crie um círculo de amizade com Zahra, Fiona e Kerry e, em uma noite, após algumas taças de vinho, Jenny decide convidá-las para passar uns dias em sua casa. Depois que se dá conta do ocorrido, fica em polvorosa com medo de que elas descubram a "Jenny verdadeira" e resolve tenta camuflar a realidade o máximo possível. Porém, nem tudo é como imaginamos e Jenny acaba tendo inúmeras surpresas. Gostei muito da personagem e me diverti bastante com ela e com seu seu jeito despojado de ser. Em alguns momentos, ela me lembrou bastante Bridget Jones e, inclusive, há uma passagem no livro que relata a famosa calcinha da protagonista de Helen Fielding.

"Nos últimos dias, minha vida foi transportada do mundo das coisas triviais para este mundo colorido e louco onde há uma surpresa em cada canto."

Os demais personagens da trama são tão hilários quanto Jenny, especialmente suas três amigas virtuais. Zahra é uma fashionista londrina rodeada de celebridades; Fiona é uma mãe engajada e tem uma família perfeita e Kerry é uma enfermeira apaixonada pela profissão que exerce. Mas, como é de se supor, nada é como o imaginado e muitas surpresas e desastres advém do encontro deste quarteto. A mãe de Jenny é outra personagem hiper engraçada e ri horrores com suas presepadas e aventuras ao longo da história.

Em suma, Minta que me Ama é um livro divertido, cômico e perfeito para curar aquela ressaca literária. O chick-lit de Maria Duffy é hilário, engraçado e nos traz uma mensagem interessante sobre ser ou não ser, com todos os seus sabores e dissabores. A capa é muito fofa e nos traz um clima bem natalino e a diagramação está ótima, com fonte em bom tamanho e revisão de qualidade. Recomendo, com certeza!

site: http://www.newsnessa.com/2016/08/resenha-minta-que-me-ama-maria-duffy.html
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Vanessa Sueroz 04/11/2015

Neste livro iremos conhecer Jenny, uma mulher viciada em twitter, ela vive mais tempo no twitter do que vivendo a própria vida, e para ela, twitter é outra vida, ela pode ser quem ela quiser com a vida que quiser.

Neste mundo conectado, Jenny conhece Zhara, Fiona e Kerry e logo as quatro se tornam grandes amigas e inseparáveis, ou seja, se falam todos os dias pelo twitter.

Após algumas taças de vinho Jenny resolve conhecer pessoalmente as amigas e convida todas para visita-la em sua casa em Dublin e para a surpresa dela, todas aceitam o convite.

Resenha completa:

site: http://blog.vanessasueroz.com.br/minta-que-me-ama/
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sandra 18/10/2015

Minta que me Ama
Acabei me interessando por este livro por causa da capa , não havia lido a sinopse e imaginei que se tratasse de um romance bem meloso , o qual me surpreendi por ser um chick lit , eu lia muito no trajeto ate ao trabalho e as vezes me pegava rindo das situações pela qual a personagem passa na historia .(as pessoas devem ter me achado louca).
Antes de começar á ler vi algumas resenhas negativas em relação ao livro , mas confesso que comigo foi completamente diferente , acredito que pelo fato de não ter esperado muito da historia , por ser iniciante a autora conseguiu me conquistar neste primeiro livro.
Recomendo , achei original e engraçado , e é bem isso mesmo em redes sociais a vida das pessoas parecem ser bem mais interessante , mas na pratica as vezes ....
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The Best Words Br 06/10/2015

The Best Words Br
O romance conta a história de Jenny, uma mulher viciada em twitter e que passa mais tempo conectada do que vivendo sua própria vida.
No mundo virtual, Jenny conhece suas 3 melhores amigas: Zhara, Fiona e Kerry. As quatro se tornam inseparáveis na rede e não há nenhum dia em que elas não fiquem sem dar um tweet para a outra.
Em uma determinada noite, depois de algumas taças de vinho, Jenny tem a brilhante ideia de convidar suas 3 amigas virtuais para passarem o fim de semana na sua casa em Dublin. Jen acreditava que elas não iriam aceitar, pois elas moravam um pouco distante, mas, para sua surpresa, todas resolvem aceitar essa reunião das meninas "tuiteiras"....rs

Daí vem o dilema...Afinal, quem nunca inventou uma mentirinha na internet?
É no meio desse cenário que a trama se desenrola. Jen fica sem saber como agir. Aliás, ela pode ter mentido sobre ter um namorado perfeito, ter feito diversas viagens e sobre estar sempre cercada de gente interessante. Como resolver esse problema? Após o pânico inicial, quando finalmente a reunião acontece, Jen percebe que não foi a única a inventar e omitir certos fatos.

Uma pequena crítica na apresentação da obra resume bem o que esse livro é: “O romance de estreia de Maria Duffy veio para nos fazer chorar de rir, mas também para pensar na imagem que queremos projetar para as outras pessoas – especialmente em se tratando de amizades virtuais. Os altos e baixos da vida nunca foram tão divertidos quanto em Minta que me ama.”

Só tenho uma coisa a dizer: ADOREIIIIIIIIII
Gente, esse livro é maravilhoso, divertido e bastante atual, pois nos remete ao mundo incrível (e, em certas circunstâncias, perigoso) das redes sociais.
Me identifiquei bastante com a personagem do livro, principalmente nessa questão da amizade, pois, graças a Deus, fiz muitas amizades sinceras pela internet, mas devemos ficar muito atentos, pois da mesma forma que há pessoas bacanas na web, existem aqueles que estão ali para prejudicar os outros. No caso de Jen, as mentiras inventadas por ela e suas amigas não acarretaram nenhum mal, mas devemos fiscalizar sempre.

Como vocês sabem, eu sempre procuro, nos livros, algo que tenha a ver comigo ou que eu também curta, e não foi diferente com esse... Em determinado trecho do livro, a personagem principal diz que já "tuitou" várias vezes para os meninos do Westlife. Hahahahaha....Me lembrei da época em que minha amiga e eu tentávamos descobrir o e-mail pessoal e o telefone dos integrantes dos Backstreet Boys.
Outra menção que também é feita é sobre o meu livro preferido: O diário de Bridget Jones, justamente na cena mais engraçada do livro que é quando a Bridget usa uma calcinha enorme no momento em que sai com quem gosta. Já com Jen, sua calçola é revelada no momento em que ela toma um baita tombo e fica de pernas pro ar, ou seja, estabanada assim como eu.
Outra coisa que eu amei foi passear por alguns cenários de Dublin. Ahhh....Adoro essa cidade. Mesmo não conhecendo pessoalmente ainda, acabei me apaixonando pelo lugar depois de ler tanto livros e ver filmes que falam sobre a cidade.

Bom, sem mais delongas, eu recomendo muito essa obra, pois é divertida e nos leva a comparar o enredo com diversas situações do nosso cotidiano.
Se você ficou curioso, corra até a livraria mais próxima e adquira esse belo lançamento da Novo conceito. Tenho certeza de que não irá se arrepender.

Um grande beijinho com sabor de neve....rs
Flay

site: http://thebestwordsbr.blogspot.com.br/2015/01/minta-que-me-ama-maria-duffy.html
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marli.estevams 08/08/2015

Bom para quando não se tem algo mais intrigante para ler.
Não é aqueeele livro, se você for pelo título e procurar um romance, não terá! Aliás não encontrei o "minta que me ama " no livro como amor entre homem e mulher, por exemplo. Não é também uma leitura que te prenda apesar de você sempre querer saber como vai acabar depois do começo da leitura. Você acaba lendo e querendo saber o fim mais por curiosidade.
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Simone Paiva 27/07/2015

Minta que me ama (??????)
Sabe aquele livro chato, que você lê só por honra? Esse é um desses livros. Massante, extressante e sem graça. O que mais me chamou atenção à ler esse livro, foi por ele estar indicado na Veja Rio e também pela autora ser irlandesa (tenho uma queda por autores irlandeses). Foi uma grande decepção. Não recomendo e vou doar o livro.
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Tereza 13/05/2015

Não se deve julgar pelo título.
Achei que o livro seria piegas e arrastado, mas no fim devorei cada página.
Muito divertido e atual.
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