Legionella

Legionella M. A.Costa




Resenhas - REDENÇÃO


27 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2


Lana 05/04/2019

For um tempo que ganhei esse livro do próprio autor. Não lembro exatamente quando mas foi por conta de uma campanha de divulgação. O gênero não é dos quais eu geralmente leio. Contudo fiquei bastante surpresa e arrependida de não ter lido antes. O livro é bom. Eu gostei bastante mas as repetições em alguns momentos eu achei um pouco irritante. Ainda assim eu gostei bastante. A maneira que ele mostra um futuro e os males que ainda seguem na humanidade é incrível.
comentários(0)comente



AB 24/12/2017

Vou começar dizendo que o livro superou minhas expectativas. Legionella não é aquele tipo de livro que você fica pensando - nossa quando vai começar a ação - pelo fato de tudo no livro ser um mundo novo, não fica monótono, sempre tem algo pra você soltar um "ual".

A história se passa no futuro, século XXVI, narrada em primeira pessoa por Peter Brose, primeiro-ministro da União afro-americana, graduado em Investigação Digital e Psicologia Digital pela Universidade do Brasil. No começo do livro Peter nos conta um pouco da sua vida para nos situarmos e é tudo muito interessante porque é passado em outro tempo, isso já faz com que você não queira parar de ler.

No século 26 a sociedade está muito avançada, com expectativa de vida de 200 anos, as pessoas trocam de emprego e de casamento a cada 40 anos e podem ter apenas dois filhos no decorrer de toda a vida devido ao controle de natalidade. As tecnologias são muitas, tornando a vida totalmente diferente do que vivemos hoje.

Marcelo conseguiu captar a essência da população e transferir isso para o futuro que ele criou, o futuro retratado no livro tem uma base forte no que vivemos hoje, com esse laço feito tudo parece real, parece ser possível que o futuro seja assim, por mais que tenha coisas surreais, Marcelo consegue nos fazer acreditar, se infiltrar na história, viver junto com Peter no futuro. No decorrer do livro também vai surgindo novos personagens e com isso Marcelo nos conta um pouco sobre eles, assim ficamos mais situados logo, isso foi muito interessante.

O mundo está em paz a mais de 200 anos, ninguém podia imaginar que um dia o mundo acordaria cinza. A Guerra Eugênica. Uma bactéria chamada Legionella Pneumophila foi manipulada por um grupo racista para se tornar letal, porém, seletivamente. É aí que se desenrola toda a ação, Peter e sua esposa Mirtes são chamados para ajudar. Peter se envolve na investigação e vai fundo para descobrir quem causou a morte de milhões de pessoas.

"Esta guerra não disparou uma bala. Não foi lançado um míssil. Foi uma guerra silenciosa. E, exatamente por isto, muito mais vil. Muito mais perigosa."

"A história da humanidade muitas vezes se repete."

Essa questão de como o ser humano lida com as mudanças e assim como certos preconceitos são "superados" com o tempo, também surgem "novos", isso é algo bastante retratado no livro. Eu achei ótimo, porque nos dá a oportunidade de analisar as escolhas dos seres humanos e como elas influenciam na vida de todos.

"O mal havia acordado. Após mais de duzentos anos de silêncio. Mas o mal sempre, sempre volta."

Certos aspectos dos seres humanos prevalecem por mais que o mundo evolua e só esperam uma brecha para vir a tona. A humanidade sempre foi complicada e com o decorrer do tempo, com tantos meios surgindo, facilidades, torna tudo mais complicado. Assim como benefícios, a evolução trás grandes problemas.

Redenção nos faz pensar bastante na sociedade, na natureza dos seres humanos, como existem sim pessoas que não mudam, que continuam enraizadas nos seus preconceitos, mas também existem pessoas boas e sim, o bem sempre vence o mal.

Olha só, você consegue refletir e ver tudo isso em um livro incrível de ficção científica, nada chato e muito empolgante.

O livro também fala um pouco da nossa história, sobre o preconceito de Hitler que levou a tantas mortes e dos preconceitos mostrados no decorrer do tempo que só levou a desastres enormes.

Foi uma experiencia ótima ter a oportunidade de ler Redenção Legionella, o primeiro livro da série, de viver um pouco no futuro e de acompanhar a investigação de Peter, de poder refletir sobre nossa sociedade.

Eu estou super ansiosa pra ler o próximo livro porque Legionella nos deixa super curiosos pra saber o que vai acontecer no próximo, me infiltrar mais nesse novo mundo que o Marcelo criou que é cheio de surpresas.

site: http://www.abobrinhacomchocolate.com.br/2016/05/resenha-redencao-legionella.html
comentários(0)comente



Fatima.Belian 30/08/2016

MARAVILHA
Redenção de um cafajeste, conta a história de Arthur Moreno,um tremendo de cafajestão, com sua vida totalmente desregrada ! Rico,lindo e criado pela vó q ainda por cima chama ele de "reizinho"! (se acha a criatura!! kkkk) .Até q coloca os olhos em Maiana e começa a sua obsessão !!
Maiana menina pobre,inocente ,responsável ,mais que não abre mão dos seus valores!A relação dos dois é super hiper mega HOTTTT!!! Até o dia que Maiana descobre o verdadeiro ARTHUR, daí....
Livro lindo!Chorei horrores !!Mais que recomendo!!!Nana como sempre arrasando!!
Daniel 16/12/2016minha estante
Q q é isso, me desculpe mas não vi relação nenhuma com o livro, sua resenha não tem nada a ver com o livro




Jhenna 14/08/2016

Vou começar dizendo que o livro superou minhas expectativas. Legionella não é aquele tipo de livro que você fica pensando - nossa quando vai começar a ação - pelo fato de tudo no livro ser um mundo novo, não fica monótono, sempre tem algo pra você soltar um "ual".

A história se passa no futuro, século XXVI, narrada em primeira pessoa por Peter Brose, primeiro-ministro da União afro-americana, graduado em Investigação Digital e Psicologia Digital pela Universidade do Brasil. No começo do livro Peter nos conta um pouco da sua vida para nos situarmos e é tudo muito interessante porque é passado em outro tempo, isso já faz com que você não queira parar de ler.

No século 26 a sociedade está muito avançada, com expectativa de vida de 200 anos, as pessoas trocam de emprego e de casamento a cada 40 anos e podem ter apenas dois filhos no decorrer de toda a vida devido ao controle de natalidade. As tecnologias são muitas, tornando a vida totalmente diferente do que vivemos hoje.

Marcelo conseguiu captar a essência da população e transferir isso para o futuro que ele criou, o futuro retratado no livro tem uma base forte no que vivemos hoje, com esse laço feito tudo parece real, parece ser possível que o futuro seja assim, por mais que tenha coisas surreais, Marcelo consegue nos fazer acreditar, se infiltrar na história, viver junto com Peter no futuro. No decorrer do livro também vai surgindo novos personagens e com isso Marcelo nos conta um pouco sobre eles, assim ficamos mais situados logo, isso foi muito interessante.

O mundo está em paz a mais de 200 anos, ninguém podia imaginar que um dia o mundo acordaria cinza. A Guerra Eugênica. Uma bactéria chamada Legionella Pneumophila foi manipulada por um grupo racista para se tornar letal, porém, seletivamente. É aí que se desenrola toda a ação, Peter e sua esposa Mirtes são chamados para ajudar. Peter se envolve na investigação e vai fundo para descobrir quem causou a morte de milhões de pessoas.

"Esta guerra não disparou uma bala. Não foi lançado um míssil. Foi uma guerra silenciosa. E, exatamente por isto, muito mais vil. Muito mais perigosa."

"A história da humanidade muitas vezes se repete."

Essa questão de como o ser humano lida com as mudanças e assim como certos preconceitos são "superados" com o tempo, também surgem "novos", isso é algo bastante retratado no livro. Eu achei ótimo, porque nos dá a oportunidade de analisar as escolhas dos seres humanos e como elas influenciam na vida de todos.

"O mal havia acordado. Após mais de duzentos anos de silêncio. Mas o mal sempre, sempre volta."

Certos aspectos dos seres humanos prevalecem por mais que o mundo evolua e só esperam uma brecha para vir a tona. A humanidade sempre foi complicada e com o decorrer do tempo, com tantos meios surgindo, facilidades, torna tudo mais complicado. Assim como benefícios, a evolução trás grandes problemas.

Redenção nos faz pensar bastante na sociedade, na natureza dos seres humanos, como existem sim pessoas que não mudam, que continuam enraizadas nos seus preconceitos, mas também existem pessoas boas e sim, o bem sempre vence o mal.

Olha só, você consegue refletir e ver tudo isso em um livro incrível de ficção científica, nada chato e muito empolgante.

O livro também fala um pouco da nossa história, sobre o preconceito de Hitler que levou a tantas mortes e dos preconceitos mostrados no decorrer do tempo que só levou a desastres enormes.

Foi uma experiencia ótima ter a oportunidade de ler Redenção Legionella, o primeiro livro da série, de viver um pouco no futuro e de acompanhar a investigação de Peter, de poder refletir sobre nossa sociedade.

Eu estou super ansiosa pra ler o próximo livro porque Legionella nos deixa super curiosos pra saber o que vai acontecer no próximo, me infiltrar mais nesse novo mundo que o Marcelo criou que é cheio de surpresas.


site: http://www.abobrinhacomchocolate.com.br/2016/05/resenha-redencao-legionella.html
Daniel 09/12/2016minha estante
Sério q vc não achou chato o início?, achei q melhorou no final da parte 1




Alline 14/04/2016

SENSACIONAL!
Recebi o e-book de Redenção: Legionella quando entrei no Programa de Afiliados do M. A. Costa, autor do livro, e sabia que não iria me arrepender. É, eu acertei haha! Fazia tempo que eu não lia um livro tão extraordinário! Os amantes do gênero Ficção Científica (como eu) precisam e devem lê-lo o quanto antes. Para isso, é melhor conhecer mais sobre a história, certo? Vamos lá!

A narrativa se passa em alguns séculos a frente do nosso tempo, mais precisamente, no século XXVI. E como você pode imaginar, nesse futuro há grandes diferenças tecnológicas, políticas e culturais quando comparadas com os tempos atuais. No âmbito medicinal, por ser extremamente avançada, os seres humanos passaram a viver muito mais, por cerca de 200 anos, a cada 40 anos podem formar uma nova família, ter um novo emprego, uma nova infância, uma nova vida. O cenário político mudou completamente, já que não existe divisão de países, os povos são unidos. E, no plano social, a fome e as guerras foram extintas e o controle de natalidade ficou mais rígido, onde você só pode ter 2 filhos durante a vida inteira. Enfim, a paz prevalece na Terra.

O personagem principal e nosso narrador é Peter Brose, nascido em Arkansas, com 127 anos, graduado em Investigação Digital e Psicologia Digital pela Universidade do Brasil e casado com a virologista e geneticista Dra. Mirtes. Peter nos conta sobre sua infância, seu primeiro e eterno amor, seu trabalho em combater a criminalidade virtual e seu mundo. É um personagem muito bem construído e que transmite todo o conhecimento adquirido pelo autor para criar detalhadamente esta história.

Tudo ia bem até que um grupo de geneticistas extremistas e racistas criar uma bactéria, chamada legionella pneumophila, que consegue matar pessoas seletivamente em menos de 24 horas e o introduz no abastecimento de água de Nairóbi. Mirtes é chamada para fazer parte de uma equipe investigativa, responsável pelo descobrimento de uma cura. Contudo, isso não basta, é de vital importância identificar os culpados por esse terrível ataque o quanto antes.

E é nesse momento que Peter começa a fazer parte da investigação. Um grupo chamado PPP assume a autoria do atentado e ele vai atrás dos tais criminosos. Peter entra em situações extremas e perigosas, correndo risco de vida e contra o relógio, para identificar e prender esses terroristas. O que ele não sabia era que esse ataque era apenas o começo

"Essa guerra não disparou uma bala. Não foi lançado um míssil. Foi uma guerra silenciosa. E, exatamente por isso, muito mais vil. Muito mais perigosa."

Agora, chegou a hora de falar os prós e contras. Pontos negativos: falta de um aprofundamento nos diálogos; um foco muito grande na figura do Peter que acarretou no não-desenvolvimento dos outros personagens; algumas informações desnecessárias para certas cenas (talvez eu esteja enganada e estas sejam importantes para os próximos livros) e poucos, mas alguns erros de digitação/ortografia. Pontos positivos: rico em detalhes, complexidade do universo criado; referências à cultura geek; boa escrita e proximidade com a realidade.

Queria dar destaque para os Metrovinos, um povo que conseguiu sobreviver no subterrâneo após um terremoto de escala 8.1 em Xangai. A criatividade ao criá-los foi imensa, tudo foi pensado em detalhes. Essa sociedade precisou se reerguer, mudaram seus princípios para sobreviver na escuridão. São de grande importância para a história, tanto que ganharam uma para si e você pode adquirir aqui.

Por fim, Redenção: Legionella é um bom livro sci-fi e eu o recomendo. Vale ressaltar que essa bactéria existe e, assim como no livro, pode ser facilmente manipulada. Então, quando falo que o autor teve o cuidado de trazer uma história próxima do real, é verdade. Estou ansiosa pelo segundo livro e, pelo que li no epílogo, vai conseguir prender o leitor e ser uma leitura fantástica assim como foi o primeiro.

site: http://blogdreamon.blogspot.com.br/2016/04/resenha-redencao-legionella-ma-costa.html
comentários(0)comente



Alex 04/04/2016

Muito bom, mas história pouco desenvolvida.
Este livro me impressionou em vários sentidos.
É um livro com uma temática profunda, envolvendo temas como racismo e preconceito.
A linguagem usada pelo autor é de fácil leitura e direta. O futuro descrito pelo autor é interessante, pois não é exagerado, mas sim um futuro não muito distante com elementos bem reais e de fácil entendimento ou veracidade. Nada mirabolante e "viajante demais". Só acho que às vezes essa contagem se perde, algumas vezes, se a gente contar quanto tempo se passou de acordo com a história do personagem, chega-se ao dia de hoje, mas no livro parecia ainda em um futuro muito distante.
A história é bem envolvente também.
No entanto, uma coisa me decepcionou muito neste livro. Para cada personagem que aparece no mesmo, sua história é contada com detalhes. Isso de certa forma é bom, e é muito interessante conhecermos não só sua história, pois isso nos faz ver como o personagem pensa e o porquê de suas atitudes. O problema ocorre quando o livro passa a ficar tomado por essas histórias pessoais (muitas vezes extensa e cansativa) e a história principal, a trama do livro acaba ficando em segundo grau. A história principal é contada rapidamente mas poderia ser muito melhor desenvolvida, com mais detalhes, com mais suspense e ação. Total de 179 páginas (versão digital) que poderiam ser umas 300 se a história fosse melhor desenvolvida.
No final, fiquei com a sensação de: já acabou ? Só isso ?
comentários(0)comente



Bells 02/03/2016

Resenha: Legionella
O livro é narrado em primeira pessoa pelo ponto de vista de Peter Brose, e é usada uma linguagem formal. O autor também demostra domínio sobre muitos assuntos tanto científicos quanto tecnológicos. O livro é dividido em três partes:

A Parte I fala de como o mundo evoluiu no decorrer dos anos, nos apresentando um novo cenário mundial, tanto na economia quanto nos avanços tecnológicos, na medicina, etc. Essa primeira parte possui informações do novo cenário e também a partes falando da vida pessoal de Peter. Eu não gostei dessa primeira parte, vi nela muitas informações desnecessárias, o que tornou a leitura cansativa e lenta pra mim.

A Parte II nos fala do problema de forma mais aprofundada e de possíveis soluções para poder combater a bactéria Legionella Pneumophila. Um grupo de pessoas especializadas vão trabalhando tanto na investigação, pra descobrir quem são os responsáveis por esta contaminando os cidadãos com a bactéria Legionella Pneumophila, como uma forma de combater a bactéria e a criação de uma vacina para a população. Essa segunda parte é repleta de ação e descobertas relacionadas a bactéria e ao possível grupo que é responsável por tal ato. Essa parte o livro é boa, tem muitas cenas de ação e mistério, algo bem investigativo mesmo. Achei essa parte do livro ótima.

A Parte III esta mais voltada para as descobertas feitas em relação a bactéria, o que torna possível a criação de uma vacina e métodos pra combater a bactéria. Essa parte achei ela ótima até certo ponto, depois vi algumas informações desnecessárias, novamente tornando a leitura lenta.

O livro é bom, mas não é ótimo ou excelente. Pretendo ler a continuação em breve e trago a resenha novamente. Apesar de ter achado a leitura lenta em alguns momentos, o livro é repleto de ação.

site: http://mysecretworldbells.blogspot.com.br/2016/03/resenha-redencao-livro-um-legionella-m.html
comentários(0)comente



Carol 29/02/2016

Incrível!
O livro conta a história de Peter Brose, primeiro-ministro da União afro-americana, com 127 anos. Podemos ver o quanto a tecnologia avançou logo no início do livro, permitindo aumentar a expectativa de vida dos seres humanos; assim como é possível saber quem são seus descendentes de 100 anos atrás.

Todo esse conhecimento causa uma crise de identidade, fazendo alguém mal e xenofóbico a criar a bactéria Legionella pneumophila, causando a morte de milhares de pessoas, e é isso que ele e um grupo de cientistas tentam impedir.

Peter narra em primeira pessoa, de sua infância até se tornar primeiro-ministro. (...)

site: http://virandoamor.blogspot.com.br/2016/02/resenha-redencao-livro-um-legionella.html
comentários(0)comente



Tracinhas 29/02/2016

por Phyreon Thrower
Enredo

O livro começa com uma introdução feita pelo protagonista, um sujeito chamado Peter Brose, onde ele fala sobre o Mal, com maiúscula. Disserta sobre o quão transformador o Mal é e como pode assolar toda uma sociedade. E diz um monte de coisas sobre si: foi a pessoa que enfrentou este Mal; que – sabe-se lá como – acabou virando Primeiro-Ministro, depois Presidente. Tá lá, na introdução. Como uma biografia, aliás, o livro é a biografia do Peter.

Até agora, nada de Brown ou Asimov, mas continuei.

Depois vem uma cronologia. Descobre-se aí que o mundo foi dividido em Três Nações, e temos as datas de quando Peter vira Ministro e Presidente. Tudo bem. A leitura de fato começa em seguida.

Primeira linha, já lamentei a junção de duas coisas que abomino: primeira pessoa e presente do indicativo. O primeiro – e, queria eu, último – livro nessa linha que li foi Jogos Vorazes, e foi uma tortura até me acostumar com a narrativa bem ruim da Catnip.

A cena é de ação. Há um chinês, o Peter, uma S&W (sei sobre as Smith & Wesson por causa da mortal e seu livro de western pulp estranho) e sangue, escadas, tiros… Peter matou um desconhecido e ficou assustado, as balas se chamam balins e há uma descrição dos disparos em onomatopeias desnecessárias. A cena acaba em um cliffhanger e somos puxados para o passado de Peter.

Uma dica minha é: pule daí até o capítulo chamado Primeiros Anos. Nada, absolutamente nada do que foi escrito nos dois primeiros capítulos e metade do terceiro foi usado ao longo da história. É uma descrição enfadonha de o que a Terra se tornou, contando onde Peter nasceu, sua infância, como as pessoas viviam até os 200 anos e os impactos sociais disso, vários aparatos modernos, sua função e como funciona. Voltas e voltas e voltas sem chegar a lugar nenhum, apenas descrição de background: infância, adolescência, perdendo o cabaço na Estação Espacial, faculdade, conhecendo o amor da vida dele, casando, etc, etc, etc.

Li esperando que ele pescasse alguma coisa do passado, e ele fez uma vez. Mas não adiantou de nada, porque quando foi remeter àquela memória, ele explicou tudo de novo – prevendo que o leitor tinha esquecido, o que tornava a narrativa daquele fato lá atrás totalmente… inútil.

Depois, somos apresentados a Mirtes, a esposa brasileira de Peter (ele se mudou para o Brasil, e baba ovo do país, assim como brasileiro baba ovo de coisa estrangeira) e então, finalmente, depois de um monte de coisa inútil, começa a história.

Mirtes é especialista em virologia, e foi convocada para encontrar a solução para o problema com a bactéria legionella, que estava matando milhares de pessoas na África. Cabe dizer que o mundo de Peter é perfeito e cor de rosa. Não há nem fome, nem seca, nem guerras, nem câncer e nem Aids. Tudo é lindo e maravilhoso, todo mundo é rico e feliz. Uma utopia que contradiz imediatamente o subtítulo, mas relevei, pois pensava que a distopia viria.

Plot twist: Nunca veio.

Assim, uma epidemia dessas pegou todo mundo de surpresa, afinal, a legionella não matava há… séculos? Então, todo mundo surtou.

Mirtes foi até a África para pesquisar sobre a bactéria, e logo seu marido também foi, já que ele era investigador digital – obviamente, naquela época, o mundo era mais virtual que físico – e procuraria alguma irregularidade, porque parecia que alguém estava jogando a bactéria na água.

Dito e feito: realmente era uma conspiração. Então Peter vai investigar, e… se estrepa.


Narrativa

… ou quase. Bem, ele não se estrepa. Enfim, você vai ter que ler.

A ideia do livro é ótima, mas a execução falha em vários aspectos.

Primeiro, o narrador troca passado com presente a cada parágrafo. Vai contar uma historinha sobre algo que aconteceu em 1234 a.C, no pretérito perfeito, e aí volta ao presente. Depois, de novo. Isso fica mais óbvio no início do livro, onde tem muita historinha.

Segundo: Por que nos infernos, senhor Peter, você está narrando um livro de MEMÓRIAS no presente do maldito indicativo?! Qual é o sentido em narrar algo que já passou no presente? Me explique, por favor, use a seção de comentários para tal. Não que eu seja hater de narrativa no presente, certo, sou sim, mas há uma justificativa para isso: Suzanne Collins, de Jogos Vorazes, narrava no presente para dar ao leitor o benefício da dúvida: será que Katniss vai morrer? Será que não? Se está no presente, você não tem como ter essa certeza, e foi o fiapo de esperança que me guiou até o fim, para morrer na praia. Mas e no seu caso, Pete? A gente sabe que você não morre, Pete!

Terceiro, não é um thriller. Eu soube na introdução que você, Peter, saiu vivo dali e ainda virou presidente! Você não morre, só apanha, e bem pouco. Cadê a surpresa? Cadê a tensão? Cadê o medo de o cara legal se danar?

Não tem.

Quarto, cacei traços de Asimov e Brown o livro todo, não achei nada, a menos que só falar de futuro utópico, botar homens em Marte e separar a Terra em poucas nações seja se tornar um Asimov.

Quinto, há muita ação, sim, claro, mas não há reviravoltas, não há UM plot twist sequer! Tudo é bem encaminhado, seguindo uma linha reta. Isso deixou a coisa monótona.

Sexto, tem muita historinha. Parou um capítulo na metade para falar dos metrovinos, e quando voltou ao assunto de antes… hã? Do que a gente tava falando, mesmo? Há muitas interrupções para contar histórias paralelas, e a única realmente útil foi a dos metrovinos. Todas as outras são facilmente descartáveis, mas disso eu falo na parte sobre os personagens.

Sétimo, no final, Peter vira primeiro-ministro. Isso não é spoiler algum. Então, ele faz um discurso, que é a melhor parte do livro em quesito de narrativa, e depois começa a falar dos anos seguintes, e continua numa narração ótima, muito melhor que o livro inteiro! Mas aí ele fala… e fala… e fala… e eu já comecei a olhar quantas páginas faltava pra acabar… e continua falando… e narra toda uma história… e aí ele vira presidente.

Que? Como assim? Espera! Ele finaliza sobre Legionella. Depois narra outra aventura (que daria um livro inteiro) e então acaba virando presidente… pensei que fosse um livro para cada problema, mas não. Então, deixa um cliffhanger no fim, chamando ao segundo livro!

Espero que o nome desse segundo seja: A Burrice Dos Homens, porque olha… pena que a faca da censura por spoiler está no meu pescoço, pois eu xingaria em caixa alta aquelas pessoas.

A narrativa não é tão ruim quanto eu dissequei aí em cima. Peter é alegre demais, isso me incomodou, mas é característica dele, meu gosto não importa. O autor usa frases curtas demais. Isso é meio chato. Porque você tem que pausar. Toda hora.

E todos, TODOS os há estão grafados como a.

(Confira a resenha completa em nosso site!)

site: http://jatracei.com/post/140190939112/resenha-136-legionella
Daniel 09/12/2016minha estante
Nossa, concordo contigo q a historia ate a parte primeiros anos é desnecessário, neao tem nada de util, é só um enrola enrola e nada muito chato.




Bee 19/02/2016

Futurismo, Ex-machina e fusão metamoro
Uma boa história sempre deve ter, além da ótima narrativa, uma base por trás que se proponha a fazer algum questionamento pertinente, seja ele crítico ou filosófico. É o caso, para ficar com exemplos célebres, de Matrix e Equilibrium. O primeiro tem como premissa a alegoria do mito da caverna, de Platão ─ filósofo da antiguidade grega ─ e questiona se o mundo que termos por real, de fato é a realidade. Já o filme protagonizado por Christopher Nolan se aproxima de um cyberpunk, onde todos os cidadãos tem seu papel ─ ou destino ─ pré-definido na sociedade, e repensa a função desnecessária e prejudicial que tem as emoções no cotidiano e no convívio da civilização moderna.

Redenção, de Marcelo Costa, no começo, parece que vai permear um tema marcante dentro de sua história, ainda que aos trancos, meio-forçado, meio-clichê ("O Mal tem muitas faces, é traiçoeiro… Não me refiro ao mal do dia a dia; o mal com m minúsculo. Esse esbarramos em cada esquina. É a inveja, o roubo, a discórdia. Refiro-me aquele Mal que é transformador. Que impacta uma sociedade profundamente e faz as pessoas perderem a inocência; o prazer em viver"). Mas fica só nisso mesmo. O que vem nas páginas seguintes é um misto de “como é o meu tempo”, com imaginações utópicas de tecnologias futuristas (nada errado, a ficção de Marcelo Costa se passa lá pros idos de 2532, onde até mesmo o ensino de qualidade no Brasil se tornara realidade ─ veja aí o nível da utopia).

E mesmo que as descrições do admirável mundo novo não sejam tão desnecessárias ─ para os fans do gênero ─ entram as contradições aqui e acolá, começando pela abordagem da história, que é narrada em primeira pessoa por Peter Brose ─ especialista em psicologia e investigação digital. Não quero me ater muito nos absurdos de algumas cenas tendo em vista todo o aparato de tecnologia do tempo futuro da história (acho que foram duas ou três, lá no climax do livro), para focar no que ficou indiscreto, logo na introdução do livro.

Nela, Peter Brose conta ao leitor quando começou a escrever o manuscrito, que em suma é a própria narrativa de Redenção: legionella (ainda que os livros físicos já tivessem em desuso naquele tempo, vindo a serem substituídos por experiências imersivas de hologramas), porém, o tom, a forma de contar a história, é como se Peter escrevesse para alguém do passado. Daí essa abordagem emendou muitas partes didáticas enfadonhas para descrever acertos políticos da nova era, tecnologias. “Ah, o mundo se organizou em três grandes blocos de países, não haviam mais fronteiras; ah, o vocábulo de países caiu em desuso” (sendo que no momento seguinte ele afirma ter se formado na Universidade do Brasil ─ ??) “Agora temos carne sintética, elevadores até o espaço, a porra-toda...” sendo que isso tudo poderia ser introduzido de maneira muito mais ágil e eficiente se o autor tivesse tocado o “foda-se” para explicar as regras do novo universo, e só tocasse no assunto quando realmente fosse o caso, por exemplo, quando o personagem fosse usar ou falar sobre tal coisa.

Mas tudo bem, já que abordou a história dessa maneira, pensei, vamos em frente. Vamos lá: essas informações vão ser úteis lá na frente. Que nada! A maior expectativa, ou pelo menos umas das, foi quando Peter conta como se formou em Investigação Digital (“um ramo relativamente novo da ciência, não devia ter 400 anos. A premissa principal era que através da tecnologia e da nossa interação com o mundo digital podemos investigar qualquer assunto e identificar origens, motivos, consequências.”). Daí, o mínimo que o leitor pode esperar é que ele realmente usasse dessas ferramentas de investigação digital, que o personagem realmente tivesse um peso importante dentro do desfecho de “capturar/prender os gelaohui ─ que é tipo uma maçonaria atuante na Xangai do futuro, os neguim tem até aperto de mão secreto. Era pra ter um paralelo aqui, algo como a sagacidade criativa de Sherlock Holmes, voltada pra tecnologia.

Nessa parte sim merecia ter descrições didáticas das tecnologias que Peter usaria para rastrear comportamentos, e prever ações futuras dos gelahoui somente analisando os momentos em que estes se utilizavam da rede de computadores, ou qualquer aparelho eletrônico. Não foi nisso que ele se formou? Bosta nenhuma: a única providência que o cara consegue tomar foi achar uns documentos de pesquisa de um geneticista famoso que, provavelmente estaria por trás da causa da legionella (uma bacteria indestrutível que ataca somente certas etnias), convenientemente jogados na mesa de um partido político extrema direita eugenista ─ o PPP. Isso quando a ordem para os membros da seita era se livrar de qualquer prova ou pista que tivesse ligação com o surto de pneumonia seletiva que tomava conta de Nairobi ─ Quenia (os caras se deram ao trabalho de explodir uma fábrica abandonada, mas não conseguem dar descarga em um simples papel circunstancial).

Dado o devido feito, e sem maiores elocubrações na arte da “investigação digital”, parece que o Peter conseguiu, ao final da história, passar de encarregado chefe da perícia, para assessor de confiança da Casa Branca, político, jurista, vice-presidente dos EUA (novamente: sem que existisse mais países ou fronteiras), presidente dos EUA, e primeiro ministro do bloco afro-americano. Ufa, que carreira meteórica pra quem quase não tem participação decisiva nas tretas futuristas.

Antes de voltar a falar do questionamento, ou da falta dele, que Peter Brose se propõe em seu manuscrito, vamos ainda mais críticos para ver que a própria narrativa de Marcelo Costa mistura as ações nos tempos verbais, ora no agora presente, ora no passado, e ainda tem a nova do seu próprio personagem, que está narrando em primeira pessoa, contar o que pensam ou o que sentem as outras pessoas dessa história. É real, acredita: a própria fusão metamoro do narrador em primeira e terceira pessoa.

Redenção 1: legionella, se propõe a revisar, refletir, ou questionar sobre o Mal que tempos em tempos assola a civilização. Deveria ser uma história “sobre a humanidade, lutas e superações. Sobre a esperança de dias melhores”, mas não tem nada disso. Não há descrições de emoções, de desolação, de desesperança no olhar, de alguma perda profunda que se faça sentir, que faça o leitor a fazer paralelos com sua vida, refletir, se envolver naquele universo, que faça ser marcante. Redenção é apenas um thriller. Um thriller, um mero thriller de leitura rápida, conversa simples e ações explosivas. Gostosa de ler, devo dizer: é próprio do tipo, com toda moleza e superficilidade da construção de cenas. E se falam por aí que Redenção não deixa o leitor esperando e começa com cenas eletrizantes, sinta as partes eletrizantes, sem tirar nem por:

“Nisto, avistamos a fábrica da Coca-Cola. Dois carros com homens da Polícia Federal já estão à portão nos aguardando. E…. bummmmmmmm
Uma grande explosão toma conta da fábrica (...)”

“Um por um, todos voltam ao laboratório de mãos vazias. Nada do dr. Mugabi. Até que…
─ Aiiii.
Ouve-se um grito feminio, abafado, vindo do final do corredor. Todos correm em sua direção. Uma moça, uma das faxineiras, corre para fora de um banheiro feminino e soluça(...)”

Isso mesmo que você leu: nada descreve tão perfeitamente quanto uma boa e velha onomatopéia. Eu não sei se o autor subestima a paciência de seus leitores ou se estava com preguiça de escever mesmo, mas enfim, isso é o que tem no livro do que é comparado com o Asimov brasileiro.

Obs: repare que ainda existe essa profissão de faxineira limpando banheiros no moderno complexo de pesquisa no aquifero de Nairobi, quando até a simples casinha no Arnkansas dos pais de Peter, quando criança, era totalmente autolimpante.

Bonus: Os Metrovinos é um caso a parte da história, que veio a ser contada em um livro de contos, separado da trilogia Redenção. Ela conta sobre um terremoto que teve em Xangai, e que separou os sobreviventes da civilização na superfície por longos 400 anos. Mas isso quando todo mundo, naquele tempo, andava com um tipo de adesivo telefone preso no corpo, que usa a temperatura do corpo como bateria, e sinais eletricos do sistema nervoso como antenas de rádio. Aparentemente ninguém se tocou que poderia dar uma ligada pra superficie e dar um “alô, estamos aqui, venham nos resgatar”, preferindo construir uma nova civilização poligâmica nos escombros das estações de metrô de Xangai, na China. A história aparece quase no final do livro, parece quase feita no improviso pra dar o desfecho do livro 1, mas ganhou seu próprio volume à parte.
comentários(0)comente



meiriellen 11/11/2015

Um nacional digno de prêmio
Gente vim recomendar um livro nacional excelente. A qualidade da edição está excelente também. Quanto a história achei de uma verossimilhança incrível.
O autor escreve fatos num futuro não muito distante e conta-nos como seria cada possível evolução e que mesmo tendo chegado a um conforto muito bom, a humanidade não deixa de mostrar o quanto ainda tem enraizado o preconceito, uns achando melhores q outros e tais, faz com gere uma nova forma de autodestruição.
Este livro eh o primeiro de uma trilogia, que, acredito eu, formará muitos pensadores a respeito de questões como xenofobia, racismo, avanços tecnológicos (para nossa melhora?). Enfim uma história que mostra-nos como eh possível avançar em diversos pontos e continuarmos com defeito em nossa essência, nosso caráter.
Ha esperança? Há, mas devemos primeiro nos moldar e conservar princípios, que por mais que haja avanços consideráveis, teremos a dignidade de vivermos o conforto sem confronto.
Voltando a temática do livro, o achei dinâmico, bem elaborado, construção dos personagens consisa, mas na medida certa, embora tenha poucos diálogos entendo que isso torna a leitura objetiva e compreensiva, visto que eh um sociedade no ano de 2558, aproximadamente.

site: http://leituracomamorecarinho.blogspot.com.br
comentários(0)comente



Giovanna Alba Suppini 06/07/2015

Resenha de Redenção - M. A. Costa
A história se passa a partir do ano de 2030, onde nos mostra um mundo em que acreditamos ser bom, e desejamos ter como nosso futuro. Não existe divisão de países, os povos são unidos, a criminalidade chega a quase zero, não tem fome, não tem discriminação, lutando pelo fato de que todos são iguais.
O avanço da tecnologia e da pesquisa científica transformou o mundo em algo totalmente diferente. Os seres humanos podem viver até 200 anos, onde possuem até 4 vidas, todas as vidas são independentes, em casa vida você pode ter filhos e casar e estudar coisas diferentes.
O personagem principal Peter nos conta sobre sua infância, e nos mostra também que ele só se apaixonou uma vez, em suas outras infâncias ele escolheu não casar novamente pois já tinha se apaixonado. Peter é graduado em Investigação Digital e Psicologia Digital. Com o avanço da tecnologia conseguiram muitas coisas boas, mas também existe o mal. Os crimes virtuais aumentaram drasticamente.
Um grupo de geneticistas extremistas acaba criando uma bactéria altamente mortal que consegue matar em menos de 24 horas, e isso traz muitas mortes por vários lugares. Esse grupo criou a bactéria com o objetivo de eliminar a mistura entre os diferentes povos. Peter tem como objetivo descobrir a cura para essa bactéria, os criadores desse caos e tentar salvar o que resta da população.
O livro é MUITO bom, escrita muito fluída, páginas grossas o que traz um aspecto bem diferente para o livro. Conseguimos perceber que o M. A. Costa estudou muito para nos trazer um conteúdo em perfeito estado. Digno de conhecimento internacional.

Super recomendo a leitura para todos.

site: http://clubedas6.com.br/2015/07/02/resenha-redencao-livro-um-legionella/#more-5190
comentários(0)comente



Sah 16/06/2015

Uma ficção nacional excelente!
Além da introdução, que diga-se de passagem, prende o leitor no primeiro momento, tem uma cronologia de alguns importantes acontecidos no mundo e principalmente sobre Peter Brose, nosso protagonista e narrador, a partir de 2030 (não estamos longe hein rs), no caso, num futuro que nós desconhecemos até chegar no ano de 2580. Eu achei bem bacana, veja bem essa colocação, como se Peter fosse um fato histórico, e de alguma forma vocês verão que sim. Depois disso, Peter conta quem é, e como é a vida no futuro.

Eu vou tentar resumir um pouco do que é apenas o início, por que são muitas coisas num livro só, e não vai dar pra falar tudo.

Com o crescente avanço na área científica, a expectativa de vida é muito maior no atual futuro, quase 200 anos. E por causa disso, a vida é dividida em quatro infâncias. Na primeira infância, você vive uma vida normal, casa, tem filhos, estuda, se forma... quando chega a segunda infância, geralmente os casais se divorciam e tem outro relacionamento, e começam a dedicar sua vida a outras atividades, como estudar outras áreas.

"O mal tem muitas faces, é traiçoeiro. Quando achamos que o domamos, teima em ressurgir."

É praticamente como se vivesse uma outra vida. Mas é claro, que mudar sua rotina, se reinventar não é obrigatório, isso é mais uma questão de cultura que foi passada através dos anos para a sociedade aproveitar da melhor maneira seus anos, porém há aqueles que ainda preservam um pouco dos costumes antigos, como Peter, que decidiu ficar com a mesma mulher para o resto da vida. Não mencionei antes, mas há uma lei que permite apenas dois filhos por humano. Isso significa que você pode ter eles em qualquer uma de suas infâncias, mas em apenas uma delas.

Prosseguindo, Peter então conta um pouco da infância dele e como se tornou graduado em Investigação Digital e Psicologia Digital. Ou seja, ele é um detetive. Mas com o desenvolvimento tecnológico, os crimes virtuais aumentaram também, pois todo crime "real" deixa seu rastro digital, e é aí que Peter entra com seus conhecimentos, seguindo rastros digitais em pistas que o levem ao criminoso. Mas vamos ao que interessa, o tema principal! A guerra bacteriológica.

Depois da "Guerra Cibernética" o mundo acreditava que estava livre de mais uma catástrofe, mas quando um grupo de geneticistas extremistas criam uma superbactéria capaz de matar seletivamente e destruir centenas de pessoas em pouco tempo, a humanidade passa a enfrentar a maior crise da história da Terra. Ou seja, a bactéria escolhia o indivíduo que iria matar! Como é possível???

"Estamos lutando contra uma bactéria altamente mortal. Mata em menos de 24 horas. São centenas de mortos todos os dias."

Acontece que esse grupo conseguiu identificar a linhagem direta até cem gerações passadas, inclusive se houvesse miscigenação. O intuito desse grupo era eliminar a mistura entre os povos. E é a partir daí que Peter, juntamente com sua esposa Mirtes, que é Phd em virologia e genética, são recrutados a fazer parte de um grupo de cientistas para encontrar a resposta e a cura do bactéria Legionella. Mas há muito mais por trás disso do que imaginam, é uma trama tecida especialmente para surpreender o leitor.

Agora o momento mais importante, os prós e os contras rsrs. Em especial, eu gostei de Peter e sua alma antiga. Vou explicar. O narrador expressa sua experiência, como se nós, leitores, fôssemos habitantes do futuro também e ele quisesse nos mostrar que houve um tempo diferente. Nota-se toda sua admiração pela arte e história do nosso passado. Ele faz questão de nos lembrar como a humanidade um dia já foi. Peter também nos deixa muito familiarizados com a atmosfera futurística, embora sejam apresentados muitos nomes diferentes, o que pode confundir um pouco.

Mas não poderia deixar de deixar meus aplausos para o autor, que acredito que tenha se aprofundado em pesquisas para escrever o livro, pois sim, o livro contém muita informação científica. É muito bem construido e informativo. O ponto que mais gostei do livro, foi a introdução dos Metrovinos. Tenho a impressão que só a história deles, daria um livro a parte, sem ligação com o que aconteceu aqui.


"Não á miscigenação.
A Terra está axaurindo.
Viva a limpeza genética.
Assinado: PPP."

E o mais fascinante de tudo, é a maneira como o autor introduz os acontecimentos da humanidade do futuro, liga impecavelmente os pontos e anos em que aconteceram, que realmente parecem fazer parte dos nossos livros escolares de história!! Quase falei para mim mesma: Ei, isso aí aconteceu em tal lugar não é? Se não, está perto de acontecer... rs

O que me incomodou um pouco foi a maneira como a história foi contada. Parece mais um relato, como se estivesse num documentário. Mas nada que tenha atrapalhado da história fluir.
O fato de alguns fatos importantes no relato de Peter serem jogados no decorrer da história quando de repente surgia uma pista nova, me deixou um pouco incomodada também. Tenho a impressão de que aquilo deveria ter sido contado desde o início para que os leitores entendessem melhor. Minhas críticas são somente essas.

Mas tenho uma sugestão. Ficaria feliz se tivesse um glossário para os objetos do futuro rs, já que tem um para os personagens. Fica a dica haha.

Mas de uma forma geral, é um livro incrível, que desperta o nosso lado reflexivo e nos faz pensar no ser humano em toda sua natureza e do que ele é capaz quando movidos pelo ódio. E o mesmo com essas pequenas coisinhas que me desagradaram eu vou dar cinco estrelas, por que a história é muito bem construída.


site: http://zip.net/bgrqqf
comentários(0)comente



desencaixados 14/06/2015

Eletrizante
O livro é narrado pelo nosso incrível e bem construído protagonista Peter Brose, para ser sincero o livro é tipo um caderno de história que Peter já viveu. Ele escreve nesse caderno com o intuito de lembrar-se das coisas boas que já viveu.

Gente eu não irei falar do livro porque estou com um grande medo de soltar uma spoiler. O livro é tão bem escrito que qualquer coisa que eu escrever aqui pode ser uma spoiler.

Eu não gosto de ler ficção cientifica, mas não pude deixar de ler Redenção: livro um: Legionella. O livro é bem escrito e de cara dá para perceber que M. A. Costa estudou bastante para escrever essa maravilhosa história. A leitura do livro pode-se dizer que é saudável para qualquer um, porque assim que eu concluí a leitura percebi que aprendi muito com a história.

Na primeira parte do livro Peter fala sobre sua infância e quando eu comecei a ler essa parte percebi que o autor quis fazer uma crítica. Ele compara a infância das antigas crianças com as crianças de hoje em dia. Mesmo que o livro seja futurista ele consegue encaixar essa crítica perfeitamente para que qualquer pessoa possa perceber. Eu concordo completamente com o escritor porque faz tempo que eu estava questionando sobre as “novas” crianças e depois de ler o livro tirei a conclusão que estou certo kkkk.

Ao passar da história iremos nos encantar com as frases que M. A. Costa deixou para seus leitores em cada parte do livro e tem mais, o designer do livro é perfeito; quanto a capa e os designer da diagramação. Eu fiquei encantado com a qualidade da folha do livro e me encantei mais ainda com um mapa que foi criado para nos ajudar a entender uma certa parte da história.

Enfim, eu recomendo essa obra para todo mundo, mesmo que você não goste de ficção cientifica (como eu) leia, porque vai te fazer bem (lembrando que o livro tem suspense, tragédia e muita ação). Se eu criasse uma tag no blog dos 5 melhores livros que tem uma história bem “inteligente” eu tenho a certeza que Redenção: livro um: Legionella seria o primeiro da lista. Ta esperando o que? Compre agora um exemplar do primeiro livro da trilogia e se encante com a história que M. A. Costa nos conta e, além disso, conheça um pouco mais de Peter Brose, um dos melhores personagens que já conheci.

site: http://desencaixados.blogspot.com.br/2015/06/resenha-redencao-legionella.html
comentários(0)comente



Loves Book 02/06/2015

Resenha do livro Legionella
Minha Sinopse:
O livro se passa num cenário político diferente em que o mundo passou por diversas mudanças, o que inclui os países, diferenças tecnológicas e entre os seres humanos, isso por ele se passar durante o século 28.
Uma grande mudança que ocorre é que os homens não morrem, simplesmente passam a viver suas vidas e depois de mais ou menos 40 anos voltam a uma realidade em que desistem de tudo e mudam completamente, as pessoas podem se casar diversas vezes, pois elas estão em uma "nova vida", além disso elas podem ter um novo emprego, uma nova infância, e afins.
Isso leva a perceber que as pessoas não podiam ter muitos filhos, pois a terra não iria suportar.
O personagem principal se chama Peter Brose, tem 127 anos, é casado, nascido no Arkansas graduado em Investigação e Psicologia digital pela universidade do Brasil, nunca pensou em seguir carreira política, até a Guerra Eugênica (oia Geh, uma guerra sua hahahahaha - não resisti).
A Guerra Eugênica foi o momento de ressurgência do mal, onde um grupo racista maniputa uma bactéria chamada de Legionella e então mata muitas (tipo muitas mesmo) pessoas. É neste momento que Peter se envolve para descobrir quem foi capaz de tal ato.
A partir do seu envolvimento ela percebe o quão difícil será para ele ter essa atitude, e que seria muito difícil de saber quem esta envolvido com tais atrocidades.
Deste modo Peter passa a fazer coisas que jamais imaginou para conseguir salvar a todos.
Mas será que ele consegue? Será que ele descobre e acaba com o mal? Hm... leiam e saberão
Minha Opinião:
Então, eu enrolei bastante para ler esse livro, primeiro por ter alguns atrasados para leitura, segundo por não ser um dos meus gêneros literários preferidos, mas eu percebi que precisava ler ele o quanto antes e então comecei. Leio muitos livros ao mesmo tempo e no dia que eu comecei a ler ele eu estava lendo 6 livros ao mesmo tempo, foi então que eu percebi que precisaria parar para ler cada um de maneira exclusiva, então comecei e sempre Legionella foi deixado para trás, então um dia eu resolvi começar a ler e foi então que eu me encantei pala história e pelo Peter e não consegui mais largar até terminar.
A história me chamou muita atenção por se passar no futuro e tals, e eu comecei a viajar na enredo e simplesmente me encantei. A leitura é super rápida, se você pegar com vontade consegue ler em apenas 4 horas, que foi o meu caso. Então vocês vão gostar.
Acho que uma das coisas que mais me motivou foi quando eu percebi que ele estava entre os mais vendidos da Amazon na parte de distopia e percebi que ele estava na frente de vários livros que eu gosto, isso foi muito bacana.
O livro em si é muito bom, te deixa com vontade de continuar lendo e não parar mais. O Peter é um homem muito inteligente e é sim um herói. É pelo amor que ele demonstra ter por todos as coisas que faz que te prende e claro as várias cenas de ação que te deixam ansioso para saber o que irá ocorrer.
O Marcelo, autor do livro, é um fofo. Adorei mesmo ler o livro e poder conversar com ele. Ele estava sempre disposto a falar comigo e isso é muito bom.
Enfim, eu só gastaria de dizer que o livro me surpreendeu bastante e que eu gostei mesmo de poder ler ele.


site: http://livrosamoremusica.blogspot.com.br/2015/06/resenha-do-livro-legionella.html
comentários(0)comente



27 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2