Eu só queria ser uma mulher normal

Eu só queria ser uma mulher normal Debora Rubin




Resenhas - Eu só queria ser uma mulher normal


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Keruska 21/01/2015

Quem nunca se achou nesse titulo do livro "Eu só queria ser uma mulher Normal"?
Leitura de um final de semana, livro leve e descontraído pra fazer "aquelas mulheres" q chegam aos "30" cheia de questionamentos e acham (como diz o título) que todas as mulheres do mundo são "normais" menos nós mesmas, Nessa história agente observa e se identifica com alguns pensamentos da personagem e vê que tudo só depende do nosso ângulo de ver as coisas ;)
Quando agente fica bem com agente mesma tudo flui ;)

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Carol 09/06/2015

Muita normalidade
Sinopse

Cecília acabou de fazer 30 anos e está divorciada, desempregada, morando com a mãe e acabou de levar um pé na bunda. Como uma forma de expurgar todo esse 'carma' que a acompanha, resolve voltar a cidade natal de sua família para uma pequena investigação: descobrir se a 'anormalidade' feminina é algo que corre nas veias da família.

eu so queria ser uma mulher normalOpinião

Percebi que leio pouco os autores nacionais, então esbarrei com este livro na Saraiva e decidi dar uma chance a ele. Já adianto que me arrependi.
Não gostei de algumas coisas do livro, mas vou começar com os pontos positivos por uma questão de educação e otimismo.

A leitura é fluida e consegui ler o livro em dois dias. A personagem principal é verossímil, na verdade, todas as personagens são bastante reais e tudo o que acontece com elas é bastante possível, para não dizer, comum. Achei que esse "excesso de normalidade" da história chega a ser engraçado, se formos pensar no título do livro.

Quem conta a história é Cecília, de uma forma que lembra um diário. A moça está em busca de uma revelação que possa ter grande impacto em sua vida e, embora essa descoberta aconteça, não há nada que impressione o leitor. Senti falta de conflitos na trama e um final surpreendente, mas só encontrei um enredo linear com muitas descrições sobre muitos personagens que aparecem por 2 ou 3 parágrafos e vão embora sem acrescentar nada.

Li na orelha do livro que Débora Rubin já publicou um livro infantil e , às vezes, tive a impressão de realmente estar lendo um texto para crianças. Uma pena. Acho que para aumentar o meu repertório de autores nacionais, vou mergulhar nos clássicos que deveria ter lido na escola, mas fiquei com preguiça.



Nota: 2,0/ 5,0

site: www.sanduichedepapel.com
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Mia 24/03/2015

Mas afinal, o que é ser uma mulher normal?
Dizem que a vida começa depois dos trinta. Será verdade?
Aos trinta anos Cecília se encontra solteira (depois de dois relacionamentos lindamente complicados), sem filhos, sem emprego fixo e morando com a mãe. Mas não era assim que ela se imaginava com essa idade. Quem se imagina?
Cecília colocava a "culpa" de todos seus problemas no fato de não ser uma mulher normal. Desconfiava que essa anormalidade era uma herança das mulheres da sua família. Decide então mergulhar em histórias de família e visitar o passado para se reencontrar e entender a si mesma.
Esse livro é o primeiro romance de Débora Rubin.
A leitura é leve e divertida. Dá para ler em um dia e dar algumas risadas, além de pensar um pouquinho na vida.
tanara 20/10/2015minha estante
De modo geral, eu gostei do livro.
Estava na Saraiva, esbarrei com ele, li a sinopse e resolvi comprar porque me identifiquei com alguns dos dilemas da personagem principal, Cecília. NÃO! Não tenho 30 anos, tenho só 24, mas já estou numa crise sobre qual rumo tomar na vida. xD :'(
Achei algumas partes do livro meio bobinhas, tipo essa fixação dela em saber o passado da família, viajar até as quebradas pra descobrir sobre isso, mas enfim. Gostei do final por não ser previsível!
Acho que vale a pena a leitura. Talvez não vale você comprá-lo, mas se uma amiga emprestar com certeza leia! :)




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