Pecar e Perdoar

Pecar e Perdoar Leandro Karnal




Resenhas - Pecar e Perdoar


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Joao.Pedro 03/05/2021

Melhorar como pessoa
Não é somente um livro que aborda e nos mostra os pecados, é muito mais que isso. Leandro Karnal, o belo escritor e historiador que é, consegue nos mostrar não só passagens bíblicas, mas inúmeros fatos extras. Um livro esplêndido, faz-nos melhorar como pessoas, fazendo com que nos enxerguemos não mais por fora como o século XXI pede a todo momento, porém para o nosso interno. O intuito dele não é somente mostrar quais são os pecados e suas histórias, consiste também em nos fazer melhores como seres humanos, desempenhando um papel extraordinário para que consigamos nos conhecer melhor e saber onde estamos pecando.
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Olgashion 11/02/2021

Interessante saber os pressupostos utilizados para discernir o que é pecado e como perdoar já que todos erramos.
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Dally 18/01/2021

Car@s leitor@s, me perdoe desde já, somos pecadores...
Confesso que demorei para finalizar, fugi algumas vezes, mesmo sendo fã do Karnal. No início a estrutura de frases curtas e períodos de apenas uma frase me cansaram, mas logo retomei à ideia de imaginar e vê-lo falando o texto e foi ficando mais interessante. Ele é super referenciado, faz jus ao estudo que faz, ao preparo, super aprofundado. Faz uma abordagem que por alguns momentos achei que dava pra resumir um pouco, kkk. Mas Karnal é simplesmente contagiante, leve, irônico, versado, e outras tantas características que usa para nos fazer viajar pelos conceitos, origens e impactos de cada um dos pecados capitais e seus perdões. O teor de desculpas para não afastar o leitor tb achei demasiado, mas entendi justamente como uma das ideias do livro, pecar e perdoar. Recomendo.
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Jéssica Machado 30/12/2020

Reflexivo!
Amo a escrita do Karnal, ele aborda temas com bastante embasamento teórico com muitas referências literárias, nesse livro não foi diferente. Mesmo considerado ateu ele entra no tema bastante neutro e usando termos em na qual qualquer religioso não sinta sua fé desrespeitada. Excelente livro com uma leitura muito fluída. Recomendo.
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delicadas.leituras 22/12/2020

"-Você não presta, mas eu gosto de você! Com amor, Karnal"
O autor não professa qualquer religião, mas possui estudo profundo sobre, sendo esta, tema de suas pesquisas e palestras. Assim, ele é figura carimbada em diversos meios, e talvez por isso não me entusiasme a princípio. Seu estilo de escrita é o mesmo de sua oralidade, pode parecer óbvio um erudito se expressar corretamente, no entanto, ele possui alguns vícios de linguagem, mas talvez essa peculiaridade torne suas obras e palestras concorridas. Confesso que não estou imune, acabo sempre me rendendo e aprendo muito. Esta obra, claro, trata da experiência religiosa como um todo, e ele como historiador possui profundo conhecimento sobre judaísmo, islamismo, cristianismo e afins. Com paixão fala sobre como o pecado e o perdão são dependentes um do outro, e como estas são palavras repetidas exaustivamente pelas religiões, principalmente as cristãs, como o catolicismo, que se banqueteia com o rito pecar-perdoar 'ad eternum'. O título da resenha é uma brincadeira da relação pesquisador-objeto de estudo, ele já declarou esse amor de várias maneiras.
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Rubens.Ricardo 20/12/2020

Interessante
Para aos que como eu acreditam que toda religião tem o poder de mostrar a cultura de um povo o livro é de fato bastante interessante.
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Cris.Aguiar 19/11/2020

Karnal...
Para quem gosta da escrita do Karnal, seria redundante eu dizer que esse ó outro livro muito bom do historiador.

Apesar de em um ou outro momento eu não conciliar minhas idéias com as dele, é um livro muito bom para religiosos (que se permitem pensar) e não religiosos (que sabem a importância da religião para a história e construção social). Leia sem preconceitos, vale muito a pena.
Tanto pelo vasto conhecimento, quanto pelos insights filosóficos e comportamentais.

RECOMENDO MUITO!
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erbook 26/08/2020

Livro não religioso e bem humorado
“Viver em sociedade é submeter-se a ritmos distintos, visões distintas, aparências e tons de voz distintos. Viver fora da ilha de Robinson Crusoé é concordar que meu ‘eu’ não reine soberano. Conviver é sempre abrir mão de elementos de minha liberdade, esperar que os outros abram mão da liberdade deles e, juntos, possamos achar um ponto onde o ‘nós’ seja possível”.

Leandro Karnal, historiador brasileiro e não religioso, aborda com profundidade e até com humor irônico que lhe é peculiar os sete pecados capitais e a essência do perdão.

Embora o autor não seja religioso, estudou em colégios católicos e é profundo conhecedor histórico da vida dos santos. Talvez por isso, Karnal mostra diferentes versões das histórias bíblicas, incluindo as descritas nas tradições hebraicas.

O autor menciona, ainda que de forma sucinta, algumas distinções entre as visões judaicas e cristãs acerca da bíblia, sendo o judaísmo “uma religião da hermenêutica”. O fato é que “as ideias judaicas, cristãs e islâmicas de pecado embasam quase todo comportamento moderno, inclusive dos não religiosos”. Com essas considerações, Karnal sustenta que a base da teologia moral continua até a modernidade, pois a humanidade que criou os sete pecados capitais é a mesma de hoje, só que com mais aparelhos tecnológicos e problemas diferentes.

De forma bem inteligente, Karnal faz alusões à obra de Dante Alighieri (A divina Comédia) ao longo do texto, o que enriquece nosso conhecimento.

A leitura é bem tranquila e agradável!
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drygo 30/07/2020

Reflexão
"Pecar e perdoar. Atos inevitáveis para o cresci mento do ser e que servem de condução para uma boa convivência consigo, com o outro e com o(a) Deus(a) ou Universo, varia conforme a crença."
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DIEGO JUVINIANO 19/06/2020

Interessante demais
Um livro que aborda o pecado fazendo contra ponto com o perdão. Visantando os sete pecados capitais envolvido com capítulos da bíblia.
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Káh 24/05/2020

Deus e o homem na história
Ótimo livro para entender como se dá o homem religioso na construção da história. É algo inegável que o nosso mundo é permeado de costumes e crenças religiosas, inclusive para quem não é religioso.
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Biblioteca Álvaro Guerra 11/03/2020

O comportamento moderno, mesmo em esferas não religiosas, ainda se vale de ideias elaboradas milênios atrás, nos primeiros textos judaicos, que deram origem às principais religiões monoteístas do presente. Talvez pela própria característica fluida e multifacetada do mundo atual, o pensamento religioso continua pertinente e relevante, não importa a crença de cada um. É a partir dessa constatação que Leandro Karnal constrói as argumentações e reflexões contidas em "Pecar e perdoar". Com exemplos que vão de Noé ao apóstolo Paulo, o autor passa em revista noções vitais fundamentais, como a luta pela superação, a angústia da dor e o senso de dever e valor, demonstrando que velhas metáforas teológicas falam de questões muito atuais.

Empreste esse livro na biblioteca pública.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788595080461
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Marcos 03/05/2019

Deus perdoaria Lúcifer?
Primeiro veio o pecado, depois a ordem.
Karnal fala sobre pecar e perdoar de uma forma bem simples, vindo desde o inicio dos tempos até o mundo atual, partindo da primeira família pecadora, Adão e Eva, até os dias de hoje. A mulher que ouve o diabo, o homem que a segue, o filho assassinado, o filho assassino. A bíblia é um livro sobre transgressões, mortes, mentiras, negações, um livro de proibições conforme os atos. Deus manda matar, alagar, queimar, isso quando o próprio não o faz, hoje em dia tudo isso é pecado, isso torna Deus um pecador? Lendo o livro você vai levantando esses questionamentos.
Se o pecado original veio de Adão e Eva, o que Lúcifer é? Foi invejoso, egoísta, vaidoso, não aceitável que os humanos fossem a criação perfeita demais cheios de falhas, sendo que ele era o primeiro, a luz. Lúcifer começa uma guerra que sabia que ia perder, por puro orgulho, vingança.
Não seria Lúcifer o criador dos pecados originais e não Adão e Eva? Pecamos até em querer nos aproximar da dor de Cristo, que os digam os que se autoflagelam.
Esse livro me fez pensar ainda mais sobre o dilema do ovo e da galinha. Quem veio primeiro, Deus ou o Homem? Quem foi criado a imagem de quem? Tudo é categorizado, para Deus existe perdão parcial ou total, para Cristo tudo pode ser perdoado. Se eu perdoo de coração é bom, se não perdoo verdadeiramente estou pecando ainda mais, ninguém é como Jesus que perdoou até a adúltera, hoje em dia até matamos quem comete adultério, dependendo da região do mundo. Matar é pecado, matar por causa de um pecado não.
Hoje em dia os pecados são outros, os mesmos nomes, milhões de formas distintas de cometê-los.
Perdoar é assumir-se humano, aceitar que também é falho, pecar é humano, perdoar é divino. Será que Deus perdoaria Lúcifer pelos seus atos se ele apenas pedisse perdão?
Na igreja católica funciona, peça perdão pelos seus atos ao padre, não precisa pedir para quem você ofendeu, ao padre já basta para você ter sua redenção e um lugar no céu.

As falhas da fé, da religião, de Deus.
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Kaique.Nunes 25/03/2019

Neste livro o autor aborda os 7 pecados capitais para falar sobre o ser humano. Karnal é um ateu, então essa não é uma obra religiosa, apesar disso Karnal mostra o quanto a civilização está fundada na concepção judaico-cristã. Este livro tem uma próximidade com o livro de Luiz Felipe Pondé, Os Dez Mandamentos (+ um). Por mais que a estrutura e a escrita sejam diferentes, existe uma consonância quanto ao conteúdo. A diferença na escrita está no fato de que Pondé adere uma abordagem aforismática, ou seja, é uma escrita bem sucinta e que geralmente não te dá todas as respostas, são incitações.

Os capítulos do livro do Karnal são divididos em relação aos pecados (em sua grande maioria), porém, seria inevitável que ele não comentasse sobre os mandamentos. Enquanto os capítulos do Pondé são divididos em relação aos mandamentos, e da mesma forma seria inevitável que não falasse sobre os mandamentos. Desta forma são simplesmente complementares, indico até que sejam lidos juntos.

O maior motivo para a leitura conjunta desses autores seria o benefício de se ver que, até mesmo duas personalidades conhecidas com posições políticas tão diferentes, uma hora ou outra podem concordar com algo. Creio que essa atitude seja positiva para qualquer um, independentemente de sua posição.

As reflexões mais memoráveis são entorno do orgulho e da inveja. Mas nem tudo é sobre pecado, o grande protagonista deste livro é a “natureza humana” (lembrando que o autor é ateu), e não poderia faltar o aspecto mais admirável que é o conceito de perdão. Perdoar é uma das coisas mais difíceis de se fazer no mundo. Como diria Chesterton “perdoar significa perdoar o imperdoável, do contrário não seria virtude”.


site: https://www.instagram.com/kaiquekhan/
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Didi 02/01/2019

Pecar e perdoar.
Muito bom para vermos que tudo é relativo e que ainda somos muito influenciados pelos dogmas religiosos, principalmente católicos. A culpa muitas vezes é uma criação histórica -cultural, insuflada nas mentes dos cidadãos, como instrumento de manobra para um comportamento políticamente correto, que atende aos anseios dos poderosos.
Angelo 16/02/2019minha estante
Boa análise




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