Sniper Americano

Sniper Americano Chris Kyle...




Resenhas - Sniper Americano


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Rafa 27/01/2015

Sniper Americano
Uma biografia perturbadora e ao mesmo tempo intensa e agressiva, através das palavras o ex Navy Seal Chris Kyle relata nos mínimos detalhes tudo que ele viveu dentro das forças armadas.

O leitor vai poder conferir o filme que vai lançar em breve nos cinemas com Bradley Cooper fazendo o papel principal do atirador de elite Chris Kyle.

Intrinseca foi nota dez no trabalho de produção do livro, com bons espaçamentos e tamanho de fonte apropriado para dar uma sensação agradável durante a leitura. Kyle possui uma escrita bem tranquila, apesar de ter muitos palavrões e jargões utilizados nas forças armadas. O autor nos mostra toda sua trajetória até se tornar o mais letal atirador de elite dos EUA que tem em seu currículo mais de 150 mortes confirmados.

O livro também mostra o depoimento da esposa de Chris e nessa parte notamos os altos e baixos de uma família do qual o homem da casa está em campo de batalha ao invés de estar junto com sua família.

Chris procura nos passar tudo sobre o meio militar, o passo a passo para chegar na tropa de elite dos EUA os Navys Seals, o livo é recheado de fotos pessoais e até mesmo no campo de batalha. O leitor vai encontrar relatos fortes e perturbadores com o cenário da Guerra como plano de fundo.

site: http://www.livreando.com.br/2015/01/resenha-sniper-americano.html
Cris 28/01/2015minha estante
Estou bem curiosa com este livro :)


Rafa 28/01/2015minha estante
Recomendo Cris!




Mica 18/04/2021

Bom!
Amei o livro, te prende do início ao fim! Vale a pena cada minuto de leitura!
Nos mostrando a realidade da guerra
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Thiago.Reys 26/02/2015

Sniper americano
Livro totalmente pró guerra! Um militar escroto em q acredita q a guerra é um jogo de video game.
Nao da pra negar q o cara foi absurdamente foda, o melhor sniper do exercito americano, mas o desenrolar do livro é tao futil e fragil q vc se cansa dos argumentos vazios.
Larissa 26/02/2015minha estante
Concordo em gênero, numero e grau.
Queria desistir quando ainda estava na página 20.
Só terminei pra compensar o dinheiro que foi gasto.
O patriotismo e a superioridade excessiva acaba desestimulando a leitura e por fim você perde o foco principal do livro.


NORONHA 21/03/2015minha estante
Também concordo plenamente. O cara fala abertamente que adora matar e tal. Achei ele meio psicopata. Fora esse patriotismo que enjoa.


vinicius aquino 17/04/2015minha estante
Porem se tivéssemos metade do patriotismo que o norte americano tem nosso pais não estaria nestas condições


SERGIO 15/06/2015minha estante
Eu assisti filme, e gostei d+. Vou procurar ler o livro. No entanto, lendo alguma resenhas e comentários, me chamou a atenção quando falam que é um psicopata e gosta de matar......pelo filme mostra ao contrário do comentam. Ele se sentiu muito mal ao matar uma criança, e sendo sua primeira morte. Ele ainda poderia ter matado mais uma criança, porém, com a frieza, esperou o momento certo e não foi preciso atirar.

Como já comentaram, se tivessemos metade do patriotismo que os norte amiricanos tem, nosso pais estava em uma situação melhor.


brubaptista 31/07/2015minha estante
É claro que são pontos de vista diferentes e é claro que só sabemos a versão dele dos fatos. Mas se analisarmos tudo o que ele diz, podemos afirmar que as mortes que causou evitou muitas outras mortes. Não concordo com muitas atitudes dele, principalmente a nível familiar, mas no que diz à guerra é complicado julgar, pois a partir do momento em que está lá ou você mata ou morre. E ele realmente era patriota e acreditava estar fazendo algo pelo seu país. Para nós é muito estranho ver isso porque quase ninguém é patriota nesse nível aqui. Apesar dele ver a guerra como um meio sim de se ajustar as coisas, eu vi mais como um relato do que acontecia e de como as pessoas agem e se sentem estando na guerra do que como um livro pró guerra e pró mortes.




Henrique 09/03/2015

Ruim
Não gostei do livro, porque é um livro:
a) muito repetitivo (as incursões são descritas sempre da mesma forma);
b) não conta com rigor cronológico;
c) ufanista;
d) com permeado arrogância e prepotência.

O que deu pra tirar de bom no livro, no meu caso, foi:
a) ter se familiarizado com termos militares,
b) ter conhecido algumas armas usadas pelos militares;
c) ter conhecido algumas das estratégias de guerra usadas.

Recomendo a leitura deste livro a quem:
a) tem disposição para ficar lendo a velha visão norte-americana de "nós" e o resto;
b) compactua com a visão política conservadora, tradicional, que acredita que a guerra é o meio eficaz para propagar valores democráticos reais e não meramente formais; ou
c) quer simplesmente conhecer o relato de um atirador de elite e sua participação na guerra.

No mais, livro dispensável.
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Luciana 17/06/2020

Mistura de sentimentos
No início do livro fiquei empolgada com a narrativa. O treinamento da marinha até Kyle se tornar seal. Mas quando chega a metade do livro que ele está na guerra por incrível que pareça fiquei entediada. Foram muitas páginas falando de desdobramentos que acabaram virando mais do mesmo. Sem contar minha revolta com a falta de compromisso que ele tinha com a família. Da metade pro final o livro voltou a ficar bom e acabou valendo a leitura. Só não dei 5 estrelas mesmo por esses detalhes repetitivos.
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Raffafust 12/02/2015

Não é o primeiro livro que li sobre os SEALS ( termo utilizado para a principal força de operações da Marinha Americana. SE ( sea-mar) A ( air-ar) L ( land- terra) .Quando Chris Kyle nos apresenta sua história - o livro é em primeira pessoa mas tem muitos trechos da esposa dele nos contando sua visão das coisas, Taya narra praticamente sua visão na mesma época que ele conta determinados fatos - entramos de cabeça na mente de um homem que colocou defender a pátria, nesse caso os Estados Unidos, em primeiro lugar. Todos sabemos como os americanos são patriotas, mas Kyle era ao extremo. No início ele é um adolescente e jovem comum, vive no Texas com sua família, ajuda com cavalos e gados e segue estudando, mas não foi de uma hora para outra que quis se alistar, no entanto, para alegrar a mãe ainda cursou alguns anos da faculdade em Gestão Agrícola. No meio tempo ele cuidava de uma outra fazenda, e sempre se sentiu melhor no meio de animais do que de pessoas. Ele e o irmão sempre foram unidos e estudavam na mesma escola, ambos nunca fugiram de brigas , mas tomavam cuidado para não iniciarem as mesmas, já que seu pai lhe dizia que se defender era aceitável, começar a briga era errado.
Certa vez caiu do cavalo e se machucou feio trabalhando na fazenda, acabou colocando pinos no pulso, quebrando costelas... o que quase o afastou de seu objetivo. Decidido a se alistar, tentou ser da Marinha comum, mas um homem lhe viu e achou que ele tinha porte de SEAL, Kyle se animou mas foi eliminado por causa dos pinos, o que logo,logo , conseguiu mostrar a todos que não fazia menor diferença e enfrentou bravamente o treinamento horrendo que os Seals tem que passar.
Para quem nunca leu nada a respeito, quem se alista e é aprovado tem que passar por um teste chamado de " Semana Infernal", onde os novatos não somente são humilhados como passam pelas piores provações ( exemplo de uma delas é sobreviver em roupa na neve e sonhar com a hora de um deles ter vontade de urinar para que seja esquentado, sim, uns fazem xixi nos outros!).
Alguns trechos mostram o como Chris sempre colocou seu trabalho acima de tudo, na vida dele o que importava era de fato servir ao país, nem muito pra grana ele se importava.
Um belo dia ele conhece Taya, uma santa mulher, que se casa com ele e aguenta todos os sumiços do marido indo para guerra - o que ele chama de desdobramento - mesmo sabendo que muitas se separam, Taya sempre acreditou no amor dos dois, e seguiu casada com ele por mais difícil que fosse.
Chris não parava em casa por causa das guerras, ligava quando dava e quase não acompanhou o crescimento de seus dois filhos. Taya teve partos difíceis, aguentou tudo sozinha e foi fiel ao marido e a família que teve com ele.
As cenas narradas de guerra com ele, são descritas em detalhes, sabemos todos os tipos de armas utilizadas, sabemos como ele matou muitos dos 160 iraquianos - e de outras nacionalidades - em combate e como ele sobrevivia nos 4 anos que ficou indo ao Iraque. Serviu por 10 anos, mas foi no Iraque que ganhou o título de melhor atirador americano. Atirando principalmente em " insurgentes" que eram contra os Estados Unidos e a favor do governo de Sadam Hussein.
Se para o atirador era comum comer com as mãos, atirar em crianças e mulheres, as lágrimas escorriam quando algum amigo combatente era morto, de acordo com sua esposa, única vez que o via chorar de verdade.
Alçado a herói pelos americanos que o apelidaram de " A lenda" , para o povo local ele era " o diabo" , Kyle deu entrevistas se vangloriando de ter matado muito mais do que o número oficial divulgado pelo governo americano, coisa de mais de 250 pessoas ele disse na época. Nem um pouco arrependido e com a ideia de que o fez para salvar seus compatriotas , o então ex Seal teve esse livro na lista dos mais vendidos no seu país por meses.O livro foi originalmente escrito e lançado nos Estados Unidos em 2012, Kyle viria a morrer um ano depois, mas isso não aparece no livro, já que foi após a história ser escrita e lançada. De acordo com os sites de notícia, ele foi ajudar um veterano de guerra com seu trauma e ele o matou sem motivos. No livro a história termina com ele vivo, no filme não sei como farão.
Livro forte, intenso e impactante. Acho uma leitura necessária para saber como vivem e o que pensam quem se arrisca tanto por seu país.

site: http://www.meninaquecompravalivros.com.br/2015/02/resenha-sniper-americano-intrinseca.html
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Brendon.Rios 22/05/2020

Cruel e intrigante
Antes de abrir esse livro eu tinha a ideia equivocada de que seria apenas um relato das mortes do ex-Seal Chris Kyle, entretanto me surpreendi positivamente ao perceber que a biografia é extremamente intrigante e chamativa, apesar de crua e bastante dura ao ponto de parecer uma ficção. Para os mais sensíveis as descrições de mortes bastante detalhadas pode soar meio cruel, não que realmente dê pra sentir como é uma guerra, mas para aqueles de imaginação forte é realmente um prato cheio pela sua riqueza de descrição, com o tempo até passamos a ver os "insurgentes" como se fossem selvagens e nossos próprios inimigos, em determinado momento lembrei do filme "O soldado desconhecido" e a cena onde o soldado fala que não atira em pessoas, apenas em comunistas.
Muito mais do que armas e guerra, também é possível acompanhar de perto os dramas do casamento e a evolução como pai e marido do Chris, e também tirar boas lições até sobre amor, paciência e fé, para aqueles que procuram uma boa biografia é sem dúvida um grande livro.
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Patty 13/03/2015

Intenso
É uma leitura "pesada" onde Chris detalha desde armamentos usados pelo exército americano, bem como seu treinamento para se tornar um Seal e até fatos da guerra do Iraque.
Porém, é interessante ver como o patriotismo e o companheirismo são fortes não só entre os atiradores de elite como em todos os soldados quando estão no campo de guerra.
Não foi a toa que Chris se tornou o maior atirador de elite americano (o mais letal pelo menos), a final. ser um militar foi algo que ele sonhou a vida toda e desde criança gostou de armas! Mas a guerra sempre cobra seu preço (muitas vezes alto) na vida pessoal e com Chris não foi diferente.
Nas passagens escritas por sua esposa, percebemos bem como o combate o afetou psicologicamente e baqueou o seu casamento.
Para quem quer ter uma visão americana da guerra no Iraque, com certeza não pode deixar de ler esse livro!
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Acácia 19/03/2015

O livro é muitoooooooooo bom. Não curto muito o gênero, mas depois que vi o trailer do filme (que não vi ainda) a história me chamou a atenção. Ele foi muito detalhista, o que te prende do inicio ao fim. Alterna com alguns trechos de sua esposa. Da pra sentir a aflição dela e o amor dele pelo que faz. Super indico!!
Vanessa 30/07/2015minha estante
Concordo plenamente!

Também não curto muito o gênero, mas o livro é sensacional!
Conseguimos sentir a dor de sua esposa ao relatar a falta que o marido faz pra ela, e os detalhes que Chris conta faz a gente admirar o patriotismo que alguns soldados têm pelo seu país.

Eu vi o filme quando acabei de ler o livro e sinceramente fiquei muito decepcionada. Não condiz realmente com os relatos do livro e até distorce um pouco a imagem do Chris.

Enfim, o livro é ótimo e indico a todos!!!!!!!!!!




Dayvid P. Joviano 30/06/2020

?
Melhor livro que li nesse ano! Incontestável.
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Laiz 17/03/2021

esse livro me faz pensar naquela publicação que o departamento de defesa dos EUA fez afirmando que sempre que uma produção de hollywood retrata o exército, eles mandam uma pessoa para garantir que a instituição seja representada "da maneira certa"

da maneira certa, vejam bem, não de maneira verdadeira.......

fica aí a reflexão

(tirou muitas dúvidas sobre como é o treinamento de um seal e de um sniper, até que curti essa parte)
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Armando 02/11/2020

Arrastado
Tem muita página para pouca história. E eu consegui me importar com os companheiros que morreram ou se feriram
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Ionas 28/05/2021

O mais letal!
Uma história e tanto!
Enquanto os Sd são tomados pelo patriotismo, os seus comandantes tomam as decisões *(de uma sala de escritório)* pensando na política e não na vida daqueles que estão no campo de batalha.
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Chang Tsai 30/01/2015

A visão através de uma luneta
Chris Kyle é considerado o atirador mais letal de acordo com as estatísticas da Marinha. Como integrante da elite da Marinha, os Seals, participou da Guerra do Iraque e conta em seu livro de memórias, a sua vida antes e depois como atirador de elite. Pela Wikipedia, dizem que o termo sniper surgiu no século XIX com o Exército britânico na Índia. Existia um pássaro pequeno e ágil chamado snipe. Para o atirador acertá-lo ele tinha que ser muito bom e aqueles que tinham êxito eram chamado de snipers (de snipe e killer, na forma contraída). Para os amantes de literatura militar, é um excelente relato sobre a Guerra no Iraque. Para os curiosos, sugiro uma leitura com olhos desprovidos de julgamentos moralistas.
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