Viagens de Gulliver

Viagens de Gulliver Jonathan Swift




Resenhas - Viagens de Gulliver


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Bell_016 15/02/2010

Gulliver pra gente grande
O livro de Swift, constantemente adaptado e retalhado, ganhou a fama de livro infantil e poucos conhecem além da primeira e famosa viagem à Liliput. Mas o livro é muito mais que isso e seu objetivo é tudo, menos infantil. O narrador, ao descrever os lugares que visita e os povos que conhece, lança uma crítica ao seu próprio país, Inglaterra, e por fim a toda a espécie humana com a qual ele nem mais consegue conviver ao final de suas viagens devido a tamanha aversão desenvolvida. Após a viagem a Liliput onde o caráter dos habitantes é proporcional ao tamanho, conhecemos terras de gigantes, ilhas voadoras dirigidas por reis que ignoram as necessidades de seu povo no chão e estão tão tomados por suas reflexões que precisam de criados a lhes estimular a visão e a audição todo o tempo para lembrarem-se do mundo externo, cidades onde sábios desperdiçam seu tempo em invenções inúteis enquanto a população passa fome, magos necromantes que revivem os mortos, pessoas "amaldiçoadas" com a vida eterna e uma terra onde os cavalos são a espécie racional dominante enquanto os homens, criaturas desprezíveis em tudo, são escravizados. Além das óbvias comparações com a nossa sociedade, com a miséria humana (Swift adora detalhes escatológicos) o próprio texto é uma sátira dos livros de viagem escritos com linguagem rebuscada e muito comuns na época. Vale a pena dar uma pesquisada na internet ou consultar livros que analisem cada capítulo da obra.
Lucas 17/02/2010minha estante
Fiquei curioso para ler esse livro, realmente achava que era um livro infantil, quando na verdade me parece uma obra de um profundíssimo cunho crítico. "Gulliver pra gente grande", muito bem pensada essa frase! Valeu...Bell Abraçãoo


JCTB 01/12/2015minha estante
Também li uma versão não infanto-juvenil que contém todas as viagens. Um livro com muita filosofia e um humor irônico em sua crítica a sociedade e relações humanas. Cinco estrelas e está marcado em meus favoritos.


Nanaa 08/05/2021minha estante
O vontade de usar esse resumo no meu trabalho de literatura...




Cris.Peixoto 17/06/2020

Viagens de Gulliver
Se você gosta de crítica política vai amar este livro. Incrível como um mesmo livro lido na adolescência e depois na idade adulta nos dá outra visão da obra. Excelente!
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spoiler visualizar
Isabela.Lourenco 25/04/2021minha estante
esse livro é espetacular


sarahpalhano 27/04/2021minha estante
Eu também adorei. E no final acha que somos todos Yahoos?


Isabela.Lourenco 28/04/2021minha estante
ah, na verdade acho que isso é relativo. acredito que os yahoos representam a parte ignorante da sociedade, cuja necessita acumular bens que são inúteis (por exemplos aquelas pedras coloridas), além de brigarem entre si e não perceberem que com a união eles poderiam ser melhores que os Houyhnhnms.
seria insensato da minha parte dizer que todos somos yahoos, há pessoas que pensam diferente, que conseguem superar as diferenças em prol do bem comum, porém elas não são as "donas da verdade", porque acredito que para haver harmonia precisamos de yahoos e houyhnhnms.
(faz tempo que li esse livro, mas lembro de concluir mais ou menos dessa forma)


Isabela.Lourenco 28/04/2021minha estante
depois de escrever isso fiquei com vontade de ler de novo, porque agora talvez eu interprete de outra forma... li quando eu tinha 13 anos e agora tenho 15.




Davi.Lima 21/10/2020

Marquem minhas palavras. Um dia acharei o país dos cavalos.
Um ótimo livro com viagens incríveis e msm muitas partes tento foco em narrar o lugar e a cultura, isso ocorre de uma maneira muito elegante de forma q não torna o livro chato ou parado.
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Larissa Pickler 28/09/2011

Se aprofundando na historia.
A fabula que todos conhecem mostra apenas uma das muitas aventuras que Gulliver realizou. Já neste livro, as viagens de Gulliver, Jonathan Swift se aprofunda um pouco mais na historia e vai adiante nas aventuras vividas em diferentes lugares. Onde Gulliver passa por diferentes situações, sendo grande em alguns lugares e pequeno em outros, e no final o autor quis mostrar como seria se o ser humano fosse retratado como um animal irracional.
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Shirlei 24/09/2020

Eu conhecia a historia de gulliver, ja tinha visto dois filmes, quadrinhos e desenhos mas sou obrigada a confessar que nunca tinha lido antes!! ??

Muito boa a história!! Com certeza recomendo!!
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jordanacassiano 24/09/2020

Leve, divertido e de fácil leitura. Trás quatro histórias das aventuras de Gulliver, li todas de uma vez e fiquei com um gostinho de quero mais. Recomendado para todas as idades.
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Aquesia M. Castro 01/09/2020

Infantil? A quem pense...
A quem diga que este livro é infantil, mas nas entrelinhas percebemos que vai além.
O autor nos traz reflexões importantes sobre o comportamento humano, as relações entre as pessoas na sociedade e no mundo. Jonathan Swift aborda temas como o machismo, preconceito, religião e a política durante essas viagens de nosso personagem. Ele também abre espaço para criticar a sociedade inglesa de sua época e há um toque de humor na trama.
É de fácil compreensão e por isso acredito que vá agradar diversos leitores.
Recomendo a leitura.
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Helena 17/08/2020

História bem legal, que se passam em 4 viagens ao longo de 17 anos. Gostei, mas achei que tava para se aprofundar mais, porém acho que isso se deve a eu ter escutado o audiobook, que parece ser menor que a história original.
Null 17/08/2020minha estante
O livro q eu tenho são quase 500pgs




julisianthus 08/01/2021

Um livro para todas as idades.
As aventuras contadas no livro são super divertidas, mas ao mesmo tempo repletas de críticas políticas e sociais. Acredito que em cada fase da vida que a leitura for feita, novos entendimentos vão surgir.

Tudo é feito de uma maneira um tanto quanto sutil, de modo que uma criança certamente amaria as histórias contadas pelo livro. Já um adulto além de se divertir, também tem a experiência de despertar várias reflexões a cerca de temas super atuais.
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Vivi 05/04/2021

Muito bom!
O livro faz diversas criticas sociais impecáveis. Seus detalhes são incríveis. E o cenário é tão bem detalhado, que ao terminar o livro, é impossível que você não tenha criado um filme perfeito em sua cabeça.
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Alexandre Kovacs / Mundo de K 11/06/2020

Jonathan Swift - Viagens de Gulliver
Editora Companhia das Letras - 448 Páginas - Tradução de Paulo Henriques Britto - Prefácio de George Orwell - Lançamento no selo Penguin-Companhia: 2010.

Segundo Italo Calvino (1923-1985), "Um clássico é um livro que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer" (Por que ler os clássicos - 1991), este é precisamente o caso de Viagens de Gulliver do irlandês Jonathan Swift (1667-1745). Lançado anonimamente em 1726, como uma grande sátira política e social, ainda pode ser considerado atual.

Não deixa de ser curioso que um livro com uma mensagem tão amargurada e pessimista sobre a natureza humana, tenha se tornado, talvez por força das inúmeras adaptações simplificadoras, um clássico da liiteratura infanto-juvenil, mas a sua importância para a literatura excede em muito qualquer classificação, seja romance, ficção científica ou aventuras. Novamente uma bem cuidada edição da Penguin-Companhia, com prefácio de George Orwell e tradução de Paulo Henriques Britto, que utilizou apenas o vocabulário já existente na língua portuguesa do século XVII, além de notas explicativas e mapas.

Na primeira parte, após sobreviver a um naufrágio, Lemuel Gulliver chega a uma ilha chamada Lilipute, onde os habitantes, todos com menos de 15 centímetros de altura, o transformam em prisioneiro. Essa estranha sociedade é em tudo igual à da Inglaterra, sendo o efeito da diferença de tamanho dos personagens uma forma que o autor encontrou para ridicularizar o comportamento mesquinho e arrogante presente no comportamento humano. Com o passar do tempo, Gulliver conquista a confiança e simpatia do rei, assim como de toda a sociedade local, ao ajudar a conquistar a esquadra do país inimigo Blefuscu (França). No entanto, depois de manobras políticas na corte, Gulliver é acusado de traição e tem que fugir de Lilipute.

"À medida que a Notícia de minha Chegada se espalhava pelo Reino, um Número prodigioso de Pessoas ricas, ociosas e curiosas vinha me ver; tanto assim que as Aldeias quase se esvaziaram, e a Lavoura e os Assuntos domésticos teriam sido muito negligenciados, se sua Majestade Imperial não tivesse proclamado vários Éditos e Decretos contra tal Inconveniência. Ordenou ele que todos os que já me haviam contemplado voltassem para suas Casas, e que só se aproximassem a cinquenta jardas de minha Casa com uma Licença fornecida pela Corte, o que se tornou uma fonte de Renda considerável para os Secretários de Estado." (p. 101) - Trecho da primeira parte - Viagem a Lilipute

Já na segunda parte, ocorre exatamente o contrário, em uma nova viagem, Gulliver é abandonado pela tripulação em Brobdingnag, uma terra onde os habitantes são gigantes e ele é mantido pela família de um fazendeiro que o exibe em feiras como uma curiosidade até vendê-lo à rainha de Brobdingnag. Nesta narrativa, a diferença de tamanho tende a destacar a pequenez humana e fragilidade de Gulliver (e de nossa própria sociedade). Ao descrever a cultura e história da Europa para o rei, este se surpreende e afirma que considerava "uma sucessão de conspirações, rebeliões, assassinatos, massacres, revoluções, proscrições, os piores efeitos que só podem ser produzidos pela avareza, o sectarismo, a hipocrisia, a perfídia, a crueldade, a ira, a loucura, o ódio, a inveja, a concupiscência, a malícia e a ambição".

"O Rei foi tomado de horror ao ouvir tal Relato dessas Máquinas tremendas e a Proposta que lhe fiz. Muito se admirava de que um inseto tão impotente e vil como eu (tais foram as Expressões que usou) pudesse ter Ideias tão desumanas e descrever de modo tão natural, parecendo nada sentir, todas essas Cenas de Sangue e Desolação que eu lhe apresentava como os Efeitos comuns dessas Máquinas destrutivas, das quais disse ele que algum Gênio mau, Inimigo da Humanidade, decerto teria sido o inventor. Quanto a ele, disse o Rei que, embora poucas Coisas o deleitassem tanto quanto as novas Descobertas na Arte e na Natureza, no entanto melhor seria perder metade do seu Reino do que conhecer tal Segredo, o qual, segundo me disse, se eu prezava minha Vida, jamais deveria ser mencionado outra vez." (p. 221) - Trecho da segunda parte - Viagem a Brobdingnag.

Na terceira parte, Swift avança na imaginação e coloca Gulliver na ilha voadora de Laputa, onde os habitantes vivem dedicados à música, matemática e astronomia, mas são incapazes de utilizar a ciência para qualquer finalidade prática. No reino de Balnibarbi, controlado por Laputa (que tem o costume de subjugar as cidades rebeldes jogando pedras no solo), ele visita a Academia de Lagado onde constata o uso de experimentos completamente absurdos sem nenhum resultado prático, uma sátira contra as atividades da Royal Society inglesa. Na ilha de Luggnagg, ele conhece os estranhos struldbruggs, humanos que nascem com a sina da imortalidade, sem o dom da juventude eterna, eles sofrem com a decadência física da velhice.

"Um outro Professor mostrou-me um longo Rol de Instruções para se descobrirem Tramas e Conspirações contra o Governo. Aconselhava ele que os grandes Estadistas examinassem a Dieta de todos os Suspeitos; a hora em que comiam; de que lado da Cama se deitavam; com que Mão limpavam o Traseiro; que examinassem com Atenção seus Excrementos e, com base na Cor, Cheiro, Gosto, Consistência, Digestão incompleta ou madura, formar um Juízo de seus Pensamentos e Propósitos. Pois os Homens nunca são tão sérios, pensativos e determinados quanto o são no momento de defecar, o que ele havia descoberto por meio de um Experimento frequente: pois quando em tais Conjunturas ele se propunha, apenas por Exercício, a pensar em qual seria a melhor maneira de assassinar o Rei, suas Fezes adquiriam uma Tonalidade esverdeada, porém outra mui diferente quando pensava apenas em fomentar uma Revolta ou incendiar a Metrópole." (p. 287) - Trecho da terceira parte - Viagem a Laputa, Balnibarbi, Luggnagg, Glubbdubdrib e Japão.

Na quarta e última vigem de Gulliver, ele sofre um motim no navio que comandava e é deixado à deriva em um bote, chegando à terra dos houyhnhnms, cavalos que convivem em uma sociedade altamente evoluída e que domina uma raça inferior, grosseira e fisicamente repugnante chamada de yahoos, que logo descobrimos são seres humanos selvagens. Nesta última parte a sátira de Jonathan Swift atinge o ponto máximo de insatisfação com seus próprios semelhantes: "Nunca vi", diz ele, "em todas as minhas viagens, um animal tão desagradável, nem um pelo qual naturalmente tenha concebido uma repugnância tão forte."

"Perguntou-me ele quais eram as Causas ou Motivos usuais que levavam um País a ir à Guerra contra o outro. Respondi que eram inumeráveis, porém mencionaria apenas umas poucas entre as mais importantes . Por vezes a Ambição dos Príncipes, que jamais julgam ter Terra ou Gente suficiente para governar: por vezes a Corrupção dos Ministros, que induzem seu Senhor a fazer Guerra a fim de sufocar ou desviar o Clamor dos Súditos contra sua má Governança. As diferenças de Opiniões têm custado muitos milhões de Vidas: por exemplo, se a Carne é Pão, ou o Pão é Carne; se o Suco de uma certa Fruta é Sangue ou Vinho; Se Assobiar é um Vício ou uma Virtude, se é melhor beijar uma Tábua ou jogála no Fogo; qual a melhor Cor para uma Túnica, Preto, Branco, Vermelho ou Cinza; se ela devia ser longa ou curta, estreita ou larga, suja ou limpa, e muitas outras coisas. E não há Guerras tão furiosas e sangrentas, nem tão duradouras, quanto as que são ocasionadas por Diferenças de Opinião, especialmente quando se trata de coisas sem importância." (p. 347) - Trecho da quarta parte - Viagem ao país dos Houyhnhnms.
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Michel.Nascimento 02/04/2021

Apesar de ser considerado um livro infantil, essa com certeza não foi a intensão do autor. É muito mais um livro crítico ao estado, ao comportamento humano, as nações. Em suas viagens é sempre comparado à cultura, ciência, política daqueles povos com o nosso mundo.
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Luh 03/10/2020

Sempre o livro é melhor que o filme
Recentemente assisti a um filme baseado naa Viagens de Gulliver, e amei o filme. Foi uma mistura de aventura com comédia, com o ator Jack Black (sou muito fã dos trabalhos dele), e descobri que essa história era baseada em um livro, ai pronto, foi pra lista e ja queria ler.

Por sorte este livro esta sob domínio público então consegui uma cópia por ebook rapidinho e fui ler. Gulliver passou praticamente 16 anos de sua vida viajando, e em todas as viagens ele conhecia um povo e uma cultura completamente diferente do que o padrão europeu, e a cada lugar diferente visitado ele aprendia coisas novas, chegando a desejar nem retornar a sua pátria.

Uma verdadeira aventura vivida durante uma vida!
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Físico 25/02/2021

Uma sátira aos costumes, às paixões humanas e à política como nenhuma outra
A obra nos traz as aventuras de Lemuel Gulliver ao longo de cerca de dezesseis anos e sete meses, que após o naufrágio de seu navio, o "Antelope", acorda na terra de Lilipute, onde os homens possuem cerca de 15 cm, possuem língua e política próprias.

Ao longo do livro, Gulliver é chamado pelos liliputianos de "quinbus flesterin" (Homen-montanha) e passa a ocupar uma situação politicamente e socialmente privilegiado junta à sociedade real da ilha de Lilipute. No entanto, posteriormente é traído e condenado à morte.

Em sua segunda viagem, Gulliver é levado a Brobdingnag, uma terra onde os homens são gigantes. Aqui, o autor fica em posse de um lavrador e sua filha Glumdalclitch, que lhe ensina o idioma local e entra para a corte real quando Gulliver é vendido à Rainha, passando a ocupar uma posição privilegiada junto à Sua Majestade.

Na terceira viagem, vai às terras de Laputa, Balnibarbi, Glubbdubdrib, Luggnagg e Japão. Em Laputa, o domínio real é uma Ilha Volante (Voadora) com fundação adamantina onde todos os indivíduos estão sempre absortos em especulações de toda natureza e são versados em astronomia. Em Balnibarbi, Gulliver encontrou uma Academia onde quase todas as pesquisas realizadas são inúteis e infundadas. Na ilha de Glubbdubdrib, a "ilha dos feiticeiros", as atividades necromantes do rei propiciou a Gulliver travar conhecimento com Aristóteles, Homero, Alexandre da Macedônia, César e Bruto. Já em Luggnagg, há uma classe de indivíduos imortais chamados de "struldbrugs". Quanto à sua viagem ao Japão não há pormenor algum.

Em sua quarta e última viagem, Gulliver enquanto capitão de um navio é levado ao país dos Houyhnhnms, onde os cavalos são seres racionais e os seres humanos são irracionais como uma espécie de primata sob o nome de "Yahoo".

São apresentados as formas de viver e os costumes de todas as terras por onde Gulliver passa como das disputas entre as ilhas de Lilliput e Blefuscu por frivolidades e sua divisão política dos cidadãos e da boa política do reinado de Brobdingnag.

Essa obra revela-se uma sátira (crítica) à política, à religião e aos costumes sociais muito bem construída por Swift que nos faz refletir bastante em muitos aspectos de nossa sociedade. Dessa forma, o texto é bem profundo e com linguagem bastante rebuscada nessa versão integral, diferente das versões voltadas para o público infanto-juvenil, mas que não tornou-se maçante em momento algum. Sem dúvida, essa é uma leitura mais que recomendada por nos fazer refletir em muitos pontos sobre nossas atitudes.
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