Uma casa no meio do caminho

Uma casa no meio do caminho Barry Martin...




Resenhas - Uma casa no meio do caminho


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Ranny.Borges 08/08/2020

Sou do time que minhas leituras são basicamente voltadas para minha área de atuação, biografias de pessoas as quais admiro ou desenvolvimento pessoal. Mas por conta da pandemia acabei me permitindo ser mais flexível e embarcar em algo mais "lúdico". E que encantadora surpresa me deparei!!! O livro é cheio de ensinamentos SIM, super emocionante... Sim, chooreeeeeeeeei em algumas partes (sempre me sinto uma boba quando isso acontece), mas também sorri em outras delas, mas acima de tudo aprendi e MUITO com essa linda lição de amizade e altruísmo! Foi impossível, pelo menos pra mim que moro com meus avós, não associar a Edith com minha vozinha e refletir o quanto, por mais que queiramos ajudar, em alguns momentos precisamos deixar que ajam por si próprios. Afinal, não deve ser nada fácil trocar de "lado" e após décadas sendo "a pessoa que cuida de alguém" passar a ser o que é cuidado... Enfim, sou grata por essa experiência e recomendo!
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Elaine Miranda 06/08/2020

...uma linda história de amizade.
Esse livro me trouxe um importante aprendizado, no sentido de compreender que, por mais que a gente ame alguém e queira o seu melhor, é preciso respeitar suas escolhas.
Uma linda história de amizade, compromisso e sobretudo de respeito ao próximo.
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Dih Schaberle 31/07/2020

Emocionante
Gostei muito do livro, muito emocionante, só senti falta de mais dialogos com a Edith, gostaria de ouvir mais de suas historias
Mas amei os personagens, a paciência de Barry, a grandeza de Edith, a familia boa e compreensiva de Barry..
Um livro que pode ensinar muito, só não darei 5 estrelas porque não gosto de livros que adiantam o que acontece no final, gostaria que algumas coisas não fossem adiantadas, rs
mas amei
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Nátalin 21/07/2020

Simplesmente lindo
Leitura que me levou às lágrimas, contando a história real de Edith, uma velinha solitária,e Barry, o mestre de obras responsável pela construção em volta da casa de Edith, já que ela se recusou a vende - lá.
Ele iniciam uma linda história de amizade e amor ao próximo, onde por muitas vezes Barry deixou a própria família para cuidar de Edith.
Nos mostra a fragilidade dos idosos, que muitas vezes são esquecidos, e só necessitam de atenção, cuidado e carinho.
A sabedoria, simplicidade e histórias de Edith não só conquistaram Barry mas também os leitores desta linda e comovente história.
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Vaan. 07/06/2020

Vai te fazer chorar
Maravilhoso! Cada detalhe e sensação descrita. Fiquei torcendo que tudo desse certo para o esforçado Barry que cuidou tão bem da velhota Edith (como assim, carinhosamente, a chamava) , e também por todo o amor a / da sua família.
Quantas aventuras relatadas por Edith. Fica aquela dúvida se foram ou não reais...
Quantos aprendizados e amor.
Fiquei realmente encantada, chorei demais....inevitável não pensar em nossos entes queridos e nos fazer refletir se estamos cuidando deles como deveríamos? No final são essas lembranças, de dever cumprido e bons momentos vividos, que ecoarão para sempre na nossa alma. Viva Edith e Barry, lindos!
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Maíra Marques 02/05/2020

Uma história, antes de tudo, sobre amizade e sobre amor. Daquelas que aquece o coração e nos faz pensar em nossa marca no mundo, em se colocar no lugar do outro (empatia com os mais velhos) e como as pessoas deixam um pouco de si em nós. Recomendo a leitura, mas tenha um pouco de paciência com o livro e com Edith.
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Quézia Júlia 15/04/2020

Uma velhinha diferente
Uma história entre um construtor e uma velinha chamada Edith que tinha uma vida cheia de mistérios e nada simples.
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Clara.Helenah 12/03/2020

Amei!
Em uma das vezes que eu estava xeretando os livros por aí, encontrei essa doce historia real que ilustra o amor ao próximo. Uma Casa No Meio do Caminho, foi só R$10,00, pouco, pouquíssimo mesmo, considerando a riqueza do conteúdo.

Uma surpreendente e linda amizade entre uma velhinha pra lá de durona e o responsável por uma grande construção.

Recomendo, claro!
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Pandora 04/08/2019

Acho que podemos ver esta história de duas formas: ou aceitamos o que Barry nos conta e ficamos tocados ou tentamos ler nas entrelinhas e achar algum coelho nesse mato. Como eu não conheço outra versão da história e Edith já morreu, fico com a primeira opção.

A idosa Edith Macefield ficou famosa em Seattle quando se recusou a vender sua casa por 1 milhão de dólares para a Imobiliária Bridge Group, que construiria um shopping no quarteirão. A solução foi, então, construir o shopping em volta da minúscula casinha dela. A fim de explicar-lhe como seria o dia a dia da construção, Barry Martin, o responsável pela obra, apresentou-se a Edith e, movido pela curiosidade em torno daquela senhora com fama de durona, acostumou-se a conversar com ela em frente à casa, até que um dia foi convidado a entrar, foram ficando cada vez mais próximos e por fim desenvolverem uma grande amizade.

Edith é uma mulher misteriosa: ninguém sabe realmente do seu passado; mas ela conta histórias mirabolantes a Barry que incluem: nazismo, um castelo na Cornualha, vários maridos e amigos famosos, entre outras coisas. Verdade ou mentira? Não sabemos. Assim como não sabemos se toda a dedicação e paciência que Barry diz ter tido com Edith são verdadeiras. Mas a mim não importa. Li o livro como uma história sobre amizade e achei bom sem ser extraordinário; algumas situações me fizeram recordar eventos com parentes idosos e/ou com problemas de saúde; gostei da ênfase na questão de que devemos pensar quando fazemos algo pelo outro ou por nós mesmos; e também do respeito que devemos ter por quem envelhece, que merece ter dignidade e opinião e não ser tratado como criança o tempo todo.

Por outro lado, senti que essa história de “fazer o que é certo”, “o que tem que ser feito”, que Barry cita o tempo todo ao longo do livro é um pensamento muito rígido, talvez fruto da educação tradicional que ele teve. Ele é aquele cara que fica incomodado quando alguém fala um palavrão, que é incapaz de responder aos pais, mas que caça por esporte - aliás, sei que não tem nada a ver com o livro, mas isso me incomodou -, atividade que aprendeu com o pai e que espera passar ao filho. Enfim, ele é um homem que “faz o que é o certo” e... o que é o certo? Atirar num veado por diversão? Exibir-se pros amigos ao pegar o maior peixe? Cuidar de velhinhas solitárias?

Algumas pessoas acham que ele cuidou de Edith por interesse, mas eu acho que ele realmente seguiu esse lema de vida de ser correto. Sei lá, ela poderia ter vivido até os 100, como ele mesmo chega a conjecturar. Ele abriria mão de tudo para estar ali para ela? Abandonaria o barco? Faria o que era certo?

“Já fazia tempo que eu não conversava com o papai, mas me dei conta de quanto estava sendo impaciente com ele. Os constantes esquecimentos, o mau humor e seu comportamento em geral me incomodavam demais e eu não escondia isso dele. (...) Mesmo assim, na maior parte do tempo eu continuava bastante paciente com Edith, embora ela não estivesse facilitando isso para mim de forma alguma. Por que somos mais tolerantes com o comportamento de estranhos do que com o de nossos próprios parentes - aqueles que amamos mais e a quem devemos mais? Não tenho resposta para isso, mas acho que nem precisa. A questão é que simplesmente agimos assim, não importa o motivo.
Minha filosofia de vida é muito simples: descubra qual é a coisa certa a fazer e tente fazê-la. Não importa se será pela primeira vez. Não tenho que ir para o divã do psicanalista para chegar a essa conclusão. A questão é que Edith precisava de mim naquele momento, e, se eu não fosse ajudá-la, ninguém mais iria e ela ficaria em má situação. E embora meu pai não precisasse de mim para cuidar dele, ele precisava, na verdade, da minha paciência, e isso era o mínimo que eu lhe devia.”

Conclusão: se Edith tivesse contado esta história ao invés do Sr. Certinho, ela seria muito mais divertida e interessante. ;)

Nota: no Youtube há uma reportagem de Steve Hartman, da CBSN, que é citada à pág. 112 => “The “Up” house is floating away, for real”;
também há um vídeo intitulado “Edith Macefield” (da CredoSquare) que conta um pouco de sua história.
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Brenda Ribeiro - @mia.euamoleitura 02/04/2019

"Você faz o que é preciso porque é a coisa certa a fazer. E com isso espera que seus filhos compreendam e aprendam com seu exemplo."


Um enorme shopping estava prestes a ser construído em Seattle, mas para isso precisavam demolir uma casinha que estava atrapalhando, mas para isso teriam que lidar com Edith, uma velhinha durona que não queria arredar o pé dali.

Barry Martin era o responsável pela obra do shopping e foi conversar com a senhora. Quando todos pensavam que ele iria convencê-la. Mas estavam enganados.

Ambos acabam virando grandes amigos e Edith encontrará em Barry uma pessoa com quem ela pode contar pra todas as barras que enfrentará pelo seu caminho. Ele por sua vez também aprende a como lidar com seu pai.

📌 Uma história verídica que mostra a importância de ouvirmos mais as pessoas. Em como lidar com nossos parentes que passam por alguma doença ou aquelas que já tem uma certa idade e achamos que elas não tem mais direito a fazerem suas próprias escolhas na vida.
Emocionante e cheia de aprendizados
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Daniela 24/02/2019

História linda e real sobre altruísmo e amizade verdadeira
A história se passa em torno de Edith Wilson Macefield, uma senhora durona que luta para permanecer na sua casa, mesmo com o assédio constante de construtores que, a todo custo (oferecendo até dez vezes o valor da casa) querem comprar a propriedade dela para construir um shopping no local. Ela era a única pessoa que não queria vender a casa no entorno, algo que me marcou porque vi um caso parecido perto de onde moro, talvez por isso eu tenha gostado tanto da história, que além de tudo é baseada em fatos reais.

Barry Martin é o superintendente para construção do referido shopping e é do seu feitio falar com os moradores vizinhos à obra, para que entrem em contato caso tenham algum problema, uma vez que ele sempre procura se colocar no lugar dos outros, como descreve nessa passagem: “Se alguém estivesse construindo um prédio na minha rua, gostaria que fizessem o mesmo”. O que ele não contava era ter sido bem recebido pela já conhecida, teimosa e ranzinza, Edith, quando foi se apresentar e comunicar ser o responsável pela obra, como fez com outros moradores da região: “Às vezes, as pessoas não são como nós pensamos.”

O livro permite também que conheçamos um pouco da vida de Edith, através das histórias contadas por ela: “É engraçado como as conversas mais importantes da sua vida – ou as que apenas mais tarde têm seu valor reconhecido – podem parecer, no momento em que acontecem, muito banais”.

Barry acaba ficando admirado por Edith resistir ao progresso e daí acaba surgindo uma bela e duradoura amizade entre eles, que acaba envolvendo até a família dele. É uma história inspiradora, de amor ao próximo, sem querer nada em troca, e que mostra como fazer o bem é gratificante, tanto que Barry descreve que o relacionamento com Edith acabou ajudando mais tarde nos cuidados de uma pessoa importante para ele: “Se não fosse por tudo que aprendi com Edith, não teria sabido como lidar com aquilo e aceitar o que estava acontecendo com ele, nem como ajudá-lo”.
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Jzanella 27/08/2018

Enfim...
Coloquei muita expectativa, a história é até que interessante no começo mas logo se torna entediante e cansativa. Porém gosto não se discuti.
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cris.leal.12 09/07/2018

Lição de fraternidade...
Edith Wilson Macefield, uma senhora de 84 anos, moradora do bairro de Ballard, em Seattle, recebeu atenção mundial depois que se recusou a vender sua humilde residência para uma construtora que planejava erguer um complexo comercial no local. Edith recusou 1 milhão de dólares e a construtora acabou construindo, em 2006, um shopping center em torno de sua pequena casa.

Barry Martin (à esquerda) trabalhava como superintendente encarregado do projeto de construção do shopping center. Ele supervisionava a obra de um trailer que ficava a apenas algumas dezenas de metros da casa de Edith e não demorou muito para que os dois se conhecessem e iniciassem uma bonita amizade. Ficamos conhecendo melhor o altruísta Barry e a durona Edith, através de suas muitas conversas. Edith não só contou para Barry o real motivo de querer permanecer na casa, como narrou detalhes fascinantes e intrigantes da sua história. Aos pouquinhos Barry foi ficando cada vez mais ligado à Edith e preocupado com o seu bem estar. Sempre por perto e à disposição, ele a levava ao salão de beleza, às consultas médicas, comprava seus remédios e preparava as refeições.

Barry cuidou de Edith até ela falecer em 2008. Foram dois anos de dedicação total e em retribuição, ela deixou para ele a tão disputada casa. Barry a vendeu por 300 mil dólares e usou o dinheiro para pagar a educação de seus filhos na faculdade.

Narrado pelo próprio Barry Martin, “Uma Casa no Meio do Caminho” comove por ser repleto de valores humanos reais e necessários, como fraternidade, respeito e amizade.


site: https://www.newsdacris.com.br/2018/07/resenha-uma-casa-no-meio-do-caminho-de.html
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Vanessa 04/05/2018

O cara que escreveu esse livro se acha Deus na Terra!!!! O cara se acha o máximo e o melhor de todos....com isso, o livro fica fraco, com pequenas partes que realmente valem a pena. Esperava muito mais!
Alcione 04/05/2018minha estante
Então nem vou ler.


Vanessa 06/05/2018minha estante
Tente, quem sabe, gosto não se discute, né??? KKKKKKKK!!!!!


Alcione 06/05/2018minha estante
Pois é.


Alcione 06/05/2018minha estante
Rsrsrs




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