Uma casa no meio do caminho

Uma casa no meio do caminho Barry Martin...




Resenhas - Uma casa no meio do caminho


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Nátalin 21/07/2020

Simplesmente lindo
Leitura que me levou às lágrimas, contando a história real de Edith, uma velinha solitária,e Barry, o mestre de obras responsável pela construção em volta da casa de Edith, já que ela se recusou a vende - lá.
Ele iniciam uma linda história de amizade e amor ao próximo, onde por muitas vezes Barry deixou a própria família para cuidar de Edith.
Nos mostra a fragilidade dos idosos, que muitas vezes são esquecidos, e só necessitam de atenção, cuidado e carinho.
A sabedoria, simplicidade e histórias de Edith não só conquistaram Barry mas também os leitores desta linda e comovente história.
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Dih Schaberle 31/07/2020

Emocionante
Gostei muito do livro, muito emocionante, só senti falta de mais dialogos com a Edith, gostaria de ouvir mais de suas historias
Mas amei os personagens, a paciência de Barry, a grandeza de Edith, a familia boa e compreensiva de Barry..
Um livro que pode ensinar muito, só não darei 5 estrelas porque não gosto de livros que adiantam o que acontece no final, gostaria que algumas coisas não fossem adiantadas, rs
mas amei
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SakuraUchiha 21/01/2015

"Às vezes as pessoas não são quem você acha que elas são."
A história é brilhante. Um livro agridoce sobre a amizade e altruísmo, bondade e lições de vida.
Ele fala sobre um relacionamento que se desenvolve quando os planos para um novo grande shopping tem que ser alterado quando a proprietária idosa da última casa ainda de pé recusa uma oferta de milhões de dólares por sinal, para sair do local, o que os força a construir em torno da casa dela.
O autor deste livro, Barry Martin, foi o supervisor de construção para a empresa de construção do shopping. Quando um dia ele decidiu fazer uma visita de cortesia a dona do imóvel, Edith Macefield de 85 anos, ele estava prestes a embarcar em uma improvável amizade que se tornaria uma mudança de vida, passando os meses seguintes, gastando grande tempo lhe ajudando, muitas vezes à custa de sua própria família.
Ele acha a senhora Macefield uma mulher notável. Mesmo em sua idade avançada, ela é mal-humorada, feroz e independente, mas conforme sua saúde deteriora-se, ela se torna cada vez mais dependente de sua amizade recém-encontrada.
No começo, ele simplesmente oferece sua companhia, mas logo se torna muito mais do que isso, ocupando tarefas como sendo seu motorista, cozinheiro, mordomo e cuidador. Ele fica intrigado também pelo seu passado; ela fala de seus parentes e sobre ser o amor de um famoso tenor austríaco, e suas façanhas na Segunda Guerra Mundial, tudo dito com uma tenacidade que faz parecer um roteiro de um filme de Hollywood. Sobre a autenticidade de suas ' histórias'? Difícil de dizer.
É comovente ver o quanto Martin oferece a essa mulher em seus últimos momentos de vida um pouco de felicidade. Me senti honrada com tal leitura, e com certeza vou comprar um exemplar para ter sempre em mãos quando quiser reler.
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Vaan. 07/06/2020

Vai te fazer chorar
Maravilhoso! Cada detalhe e sensação descrita. Fiquei torcendo que tudo desse certo para o esforçado Barry que cuidou tão bem da velhota Edith (como assim, carinhosamente, a chamava) , e também por todo o amor a / da sua família.
Quantas aventuras relatadas por Edith. Fica aquela dúvida se foram ou não reais...
Quantos aprendizados e amor.
Fiquei realmente encantada, chorei demais....inevitável não pensar em nossos entes queridos e nos fazer refletir se estamos cuidando deles como deveríamos? No final são essas lembranças, de dever cumprido e bons momentos vividos, que ecoarão para sempre na nossa alma. Viva Edith e Barry, lindos!
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Quézia Júlia 15/04/2020

Uma velhinha diferente
Uma história entre um construtor e uma velinha chamada Edith que tinha uma vida cheia de mistérios e nada simples.
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Maíra Marques 02/05/2020

Uma história, antes de tudo, sobre amizade e sobre amor. Daquelas que aquece o coração e nos faz pensar em nossa marca no mundo, em se colocar no lugar do outro (empatia com os mais velhos) e como as pessoas deixam um pouco de si em nós. Recomendo a leitura, mas tenha um pouco de paciência com o livro e com Edith.
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Ranny.Borges 08/08/2020

Sou do time que minhas leituras são basicamente voltadas para minha área de atuação, biografias de pessoas as quais admiro ou desenvolvimento pessoal. Mas por conta da pandemia acabei me permitindo ser mais flexível e embarcar em algo mais "lúdico". E que encantadora surpresa me deparei!!! O livro é cheio de ensinamentos SIM, super emocionante... Sim, chooreeeeeeeeei em algumas partes (sempre me sinto uma boba quando isso acontece), mas também sorri em outras delas, mas acima de tudo aprendi e MUITO com essa linda lição de amizade e altruísmo! Foi impossível, pelo menos pra mim que moro com meus avós, não associar a Edith com minha vozinha e refletir o quanto, por mais que queiramos ajudar, em alguns momentos precisamos deixar que ajam por si próprios. Afinal, não deve ser nada fácil trocar de "lado" e após décadas sendo "a pessoa que cuida de alguém" passar a ser o que é cuidado... Enfim, sou grata por essa experiência e recomendo!
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Larissa @laridallabrida 11/03/2015

Emocionante, leve e lindo
"Querida Edith,
pelo Deus que a criou,
você é um homem melhor
do que eu, Gunga Din!
Com amor, Barry."










Minha primeira leitura de fevereiro foi esse livro maravilhoso e emocionante, e posso dizer que me apaixonei pela história, talvez seja porque tenho um amor incondicional pelos meus avós, e o livro me ajudou a compreender e enxergar muitas coisas além do que eu estava acostumada.

Já assistiu "Up, Altas Aventuras" ? Sabe a casinha do filme? Foi baseada nesse livro ;)
[Continue a ler a resenha no blog quatrosentidos]

site: http://www.quatrosentidos.com.br/2015/03/uma-casa-no-meio-do-caminho.html
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Suelen 26/11/2015

Ao fim do caminho: uma lição.
O que encontrar nesse livro? Uma grande lição. Baseado em fatos reais, o que me encanta muito, a história real me emociona. Barry Martin é um supervisor de projetos de construção e é chamado para construir um shopping em Ballard, um bairro pacato e tradicional na cidade de Seattle, WA, EUA, que começava a receber as mudanças dos grandes empreendimentos. O desafio era erguer o shopping em volta da casa de uma velhinha que nunca aceitou vender sua casa para a imobiliária dona do empreendimento, apesar de todas das propostas e o assédio aumentarem cada vez mais.

Por algum motivo Barry tenta diversas vezes a aproximação com Edith Macefield, dona da casa e de uma personalidade tão forte que fazia muitas pessoas até fugirem ao serem recebidos aos gritos em sua casa. Edith queria apenas ficar em paz em sua casa, porém, sua atitude de não querer sair do seu canto e fazer o engenheiros pensarem em um projeto diferente de modo que seja construído em volta de sua casa, acaba chamando muita atenção da mídia e curiosos, onde ela vira símbolo de força e perseverança.

Aos 82 anos, na época, Edith era muito independente e muito ativa na medida do possível, onde estava sempre a limpar a casa, e o pátio, nesses momentos que estava pra fora de casa Barry aproveitava para conversar com ela, mas já conhecia a fama da idosa de ser muito ranzinza, porém de forma muito inteligente e sutil ele se aproxima dela, só não imaginava que se aproximaria tanto.

Barry de forma muito perspicaz entendeu que existiam limites na aproximação com ela e ele respeitou todos, mas conforme o tempo foi passando e a amizade deles aumentando e a necessidade que Edith tinha de que alguém a cuidasse aumentava cada vez mais. E ele logo começará a ajudar Edith em suas atividades diárias, tudo começa quando ela pede para ele levá-la ao salão de beleza para dar um trato nos cabelos. Barry fica muito feliz e lisonjeado por ter recebido aquele pedido e vai sem titubear.

A partir de então de maneira muito altruísta Barry estará cada vez mais envolvido em cuidar de Edith. Paralelo ao seu trabalho da construção do shopping ele fará seu café da manhã, depois seu almoço e logo está lá preparando seu jantar, lavando sua louça, cuidando dos seus remédios e horários do médico.

No entanto, a convivência não é nada fácil considerando o temperamento forte de Edith e ele passa por situações bem desgastantes com ela. O que podemos compreender é a personalidade extremamente sensível de Barry que aceita e compreende todos os ataques que a velhinha tem, mas Edith fica cada vez mais dependente de Barry e agora ele disponibiliza também seus finais de semana no cuidado com ela.

Sua esposa, seus dois filhos adolescentes e seus pais nunca reclamaram de sua ausência enquanto cuidava de Edith. Inclusive podia contar com a ajuda da esposa e da filha para tomar conta dela e algumas vezes até limpar sua casa. Que exemplo de pessoas!

Em meio ao convívio com Edith, Barry descobre muitas historias sobre a vida dela e muitas vezes fica se perguntando se era verdade mesmo ou era só fantasia da cabeça dela. São história muito incríveis e realmente difíceis de acreditar, Edith teria tido um vida com passagens de cinema. Com a toda a dúvida que permeava os contos, Barry sempre achava algum vestígio que o levava a notar que aquelas histórias de fato eram reais.
Barry passa quase três anos dispensando cuidados a Edith e nos últimos tempos com a descoberta de uma doença séria, que levará Edith a morte, ele passará cada vez mais envolvido. Falar isso não é spoiler por que logo nas primeiras páginas ele já narra o momento em que está na casa de Edith pensando no que fará com as coisas (ela o inclui em seu testamento).

O livro nos passa essa singela e simples história de um homem que percebe a necessidade de cuidar de outro alguém e principalmente como lidar com pessoas que necessitam de cuidados especiais e idosos, muito mais do que o fato de Edith não querer vender e se manter firme em sua decisão, na realidade essa situação fica em segundo plano quando sabemos tudo que Barry faz para manter essa senhora o mais confortável possível e o modo como ele é grato a ela por ensinar isso a ele. O que ele utilizará no trato com seu pai que descobre que tem Alzheimer, e ter vivido esse tempo com Edith contribuiu para que ele tivesse um tato maior com ele.

Enfim, é uma narrativa simples, mas com profunda mensagem. É conhecendo essas historias que nos faz ter ainda fé no homem e sim, pessoas como Barry existem, isso é um privilegio.


site: http://vivalivraria.blogspot.com.br/2015/11/uma-casa-no-meio-do-caminho-barry-martin.html
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Clara.Helenah 12/03/2020

Amei!
Em uma das vezes que eu estava xeretando os livros por aí, encontrei essa doce historia real que ilustra o amor ao próximo. Uma Casa No Meio do Caminho, foi só R$10,00, pouco, pouquíssimo mesmo, considerando a riqueza do conteúdo.

Uma surpreendente e linda amizade entre uma velhinha pra lá de durona e o responsável por uma grande construção.

Recomendo, claro!
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Mar 19/03/2016

Leitura leve, cotidiana e reflexiva
Mais do que uma história sob a persistência de uma casa que se ofuscou perante a construção de um shopping center, é a história de Barry Martin, que ficou totalmente transformada após o encontro com a velhinha Edith Wilson Macefield. O livro traz um emaranhado de situações cotidianas. Por se tratar de uma história real, a leitura em muitos pontos tem ritmo pacato e apesar de ser leve, traz boas reflexões. Boas questões são levantadas a partir da valorização das relações interpessoais: até que ponto é possível ajudar um idoso sem atentar contra sua independência, dignidade e individualidade? Barry Martin traçou essa linha algumas vezes enquanto lidava com uma velhinha impetuosa, rabugenta e... doente. Outra questão que traz grande reflexão é o altruísmo. Nessa história intrigante a convivência de B. Martin com a velhinha inicialmente desconhecida chegou a ser maior do que com a própria família. Durante três anos o autor abdicou da convivência com os filhos, dos jantares com a esposa, dos cuidados com o pai que tinha Alzheimer para que pudesse se dedicar inteiramente à relação com a senhora Edith Wilson Macefield. A leitura desse livro com certeza acrescenta uma outra visão sobre o mundo, sobre as pessoas a sua volta e, especialmente, sobre o tratamento aos idosos.
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Letícia 09/08/2016

O livro Uma Casa No Meio do Caminho foi escrito por Barry Martin e Philip Lerman, publicado no Brasil pela editora Sextante no ano de 2015 e é uma espécie de autobiografia. Para quem gosta de animações, este livro serviu como inspiração para uma campanha de divulgação do filme Up - Altas Aventuras.

Eu disse que é uma espécie de autobiografia porque, ao mesmo tempo em que Barry conta sua vida ele faz a biografia de Edith Wilson Macefield, uma senhora de 85 anos que mora há anos no bairro de Ballard, um bairro na cidade de Seattle que mistura área industrial e residencial e que está em decadência.

Uma construtora compra no bairro de Edith um terreno muito grande para construir um shopping. Só há um problema nessa compra: Edith não quer vender sua casa e ela está no meio da construção.

Apesar de muita insistência e preços muito altos, a Srta. Macefield não aceita a venda. Acaba tornando-se então um símbolo na mídia, que condena a construtora por tentar tirar a pobre velhinha cheia de princípios de sua casa, e um empecilho para os construtores.

É aí que Barry entra na história: ele foi contratado para ser o responsável pela construção e acaba conhecendo Edith. E é aí que descobrimos que, de "pobre velhinha", ela não tinha nada! Ela era uma senhora bastante resoluta, firme, independente e rabugenta quando precisava. E conseguia ser um amor de pessoa também.

Barry deixa seu cartão com Edith, para o caso de ela se incomodar com algo na obra e quiser reclamar para ele. Alguns dias depois ela liga para pedir que ele a leve no cabeleireiro. E então, aos poucos, começa uma grande amizade entre os dois. Em algum tempo Barry está a levando também ao médico, fazendo suas compras, marcando suas consultas, fazendo suas refeições e ouvindo suas histórias.

Em um ato muito tocante e nobre, Barry passa a cuidar de Edith e faz tudo ao seu alcance para evitar que ela seja levada para uma casa de repouso. E ele aprende muitas coisas com a Srta. Macefield também. Ele passa a ter paciência com os idosos, algo muito útil em sua vida posteriormente, e uma lição excelente para nós também. Além disso, Edith tem uma história de vida surpreendente que, tenho que confessar, em boa parte do livro, acreditei que fosse invenção dela.

A relação entre os dois claro que não é um mar de rosas. Edith é bastante geniosa e, em algumas partes, você chega a sentir raiva dela. Apesar disso é uma amizade linda, um amor puro e sincero, que é tocante de presenciar, mesmo através da leitura. Edith é uma mulher ímpar, notável e Barry um homem incrível.

O livro é uma leitura rápida, fácil e muito gostosa. Com toda a lição que ele passa, ainda te faz rir, ficar triste ou com raiva em questão de páginas. É inspirador, cativante, emocionante e uma super lição de vida! Recomendo que todos leiam, deem de presente, indiquem para amigos e parentes...

site: http://madminds.weebly.com/blog/resenha-uma-casa-no-meio-do-caminho
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Elaine Miranda 06/08/2020

...uma linda história de amizade.
Esse livro me trouxe um importante aprendizado, no sentido de compreender que, por mais que a gente ame alguém e queira o seu melhor, é preciso respeitar suas escolhas.
Uma linda história de amizade, compromisso e sobretudo de respeito ao próximo.
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Nana 28/11/2017

Não me convenceu muito...
Inicialmente quero dizer que o que vou colocar aqui é somente uma "opinião pessoal", pois vi que os comentários abaixo são todos elogiando as atitudes do autor e estou sendo um pouco mais crítica nas minhas observações.
Este livro conta uma história simples e bonita, mas que me fez parar e pensar: até que ponto o Barry se dedicou a Edith por compaixão e bondade? Será que não foi um pouco por interesse financeiro e reconhecimento público?
Entendo que o que ele fez foi muito digno, ao cuidar por dois anos de uma senhora idosa totalmente desconhecida e ainda com um temperamento bem difícil de tratar. Acredito também que com o passar do tempo ele tenha realmente se afeiçoado a ela.
O que me incomodou nesta história foi o fato dele aceitar que ela mudasse seu testamento deixando tudo pra ele, principalmente a casa. Com isso, me deu a impressão de que estava sendo recompensado pelo bem que fez. Além disso ele ganhou fama, entrevistas e até um livro.
Enquanto ele cuidava da Edith , seu pai foi diagnosticado com alzheimer, sua mãe estava sobrecarregada tratando sozinha do pai, e ele mesmo conta que, neste período, poucos vezes procurou a família e que não tinha paciência nenhuma com o pai..
Então eu parei para refletir e me perguntar o porquê, que a maioria das pessoas, costuma ser gentil e atencioso com estranhos e tem bem menos paciência e tolerância com os parentes próximos? Será que é porque com os estranhos temos um "reconhecimento" e com os parentes não é nada mais do que nossa "obrigação"?
Sei lá, não quero ser injusta, mas para mim ele se aproveitou um pouco da situação. Acho lindo que se faça o bem, desde que não se peça nada em troca. Quando se faz de coração aberto e por bondade, não fica legal aceitar bens e se aproveitar da fama pra ganhar dinheiro.
​Como diz o ditado: " Fazer o bem sem olhar a quem!"
Jeanne 28/11/2017minha estante
Nana, quando li esse livro pensei o mesmo que você!


Nana 28/11/2017minha estante
Ebaaa, pelo menos alguém pensa como eu! Já estava me sentindo muito má por ver as opiniões todas favoráveis ao Barry, enquanto eu não consegui sentir esta verdade nele.


Jeanne 28/11/2017minha estante
Eu também dei só 3 estrelas, justamente, por causa disso. Achei interesse puro!




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