Tudo que um geek deve saber

Tudo que um geek deve saber Ethan Gilsdorf




Resenhas - Tudo que um geek deve saber


13 encontrados | exibindo 1 a 13


NandoFilter 02/05/2021

Interessante mas enjoativo
No começo fiquei entretido com a proposta do livro mas, com a repetição constante de ideias e momentos que eu considerei inúteis, tive que fazer um esforço para continuar
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Davi DooArt 13/12/2016

Rpg como escape
Ora quem joga rpg sabe que suas regras se baseiam na vida mesma. Porem tudo eh controlado, ao contrário da vida, sob a qual temos pouco controle.
Davi DooArt 28/04/2017minha estante
*sobre a qual temos pouco controle.




Lucas Camargo 28/09/2016

Um livro focado no escapismo
Um livro que gostei no começo, mas conforme foi se desenrolando, se tornou muito do mesmo, assuntos nerds, bem nerds, com entrevistas mostrando o quanto essas atividades lhe proporcionam o escapismo que muitos procuram. Em paralelo, a busca do autor pelo seu eu nerd, deixado na infância, não me convenceu no final. Aliás, esperava mais do final...
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Ana Paula 26/08/2016

Tudo que um Geek deve Saber é a narração da jornada de Ethan Gilsdorf de volta ao mundo dos RPG's após cerca de 20 anos de negação da sua natureza. Achei o começo até interessante porque ele conta como o AVC repentino de sua mãe transformou a vida dele e dos irmãos, por deixar sequelas irreparáveis e destruiu a mulher que ele conhecia antes.

Tenho interesse especial por esses dramas e nessa primeira parte ele conta como conheceu o mundo de Dungeon & Dragons (D&D) e como jogar uma vez por semana com os amigos o ajudou a fugir da dura realidade que estava vivendo. Foi o RPG que o ajudou a se encaixar em algum grupo e a levar a vida com mais leveza, mas depois de terminar o ensino médio ele passou a negar sua natureza nerd. O motivo é bem comum para quem já passou por essa fase: para ser respeitado e ter credibilidade ele precisaria deixar de lado esse estereótipo de nerd.

Acontece que 20 anos depois, ele já era um jornalista consagrado e percebeu que algo estava meio que fora de lugar em sua vida. Foi nesse momento que recebeu uma pauta em que deveria revisitar o mundo de O Senhor dos Anéis, pois o lançamento de O Retorno do Rei estava bem próximo.

Ele visita vários lugares icônicos para Geek nenhum botar defeito, vai a terra natal de Tolkien, participa da convenção de D&D e joga uma partida mestrada por um dos criadores do jogo. O único problema é que não eu consegui terminar de ler o livro, já estou com ele a quase quatro meses e não fluiu. Depois de passar três horas com ele em um avião e ler apenas 50 páginas desisti porque já estava me deixando de bode.

Bom, o desencanto começa porque a cada página ele mergulha mais fundo no mundo dos gamers e eu até tentei jogar RPG uma vez, mas percebi que não levo muito jeito para a coisa. Quanto mais se afunda tentando descobrir se ele pode ser um geek mesmo depois de adulto, mais difícil vai ficando a leitura para quem não se identifica com esse mundo.

Li até a página 155 e não foi um tormento absoluto porque o livro é bem escrito, mas não consegui me prender ao livro e aí fica muito difícil manter a identificação. Enquanto ele falou de Tolkien e da mãe eu estava com ele, mas quando ele passou para a parte do RPG algo se rompeu e apesar de me esforçar e ler várias páginas a mais, não rolou.

Confesso que sofro por abandonar um livro, mas depois de conversar com a Jess eu resolvi deixar de lado e partir para outro que me deixe mais feliz. Eu acho importante deixar claro aqui que essa foi a minha experiência. Se você conhece pelo menos o mínimo de D&D e curte vale a pena tentar porque a chance de se identificar com o livro é grande. Foi sofrido para mim ('sofriii, choreeei largaaaadoo'), mas não significa que vai ser para você.

site: http://www.leitorasempre.com/2015/09/resenha-tudo-que-um-geek-deve-saber.html#more
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Marcus 03/07/2016

Poderia ser um livro divertido
Marcado pela doença seguida de morte da mãe, o autor se refugia na adolescência no universo dos RPGs, ou jogos de representação. Já adulto, torna-se jornalista, escritor e poeta, mas não deixa para trás a dúvida se jogos do gênero seriam ou não uma forma de escapismo. E, já aos quarenta, parte para uma jornada de investigação que resulta em "Tudo que um geek deve saber". Participa de encontros que envolvem centenas de pessoas em fantasias e simulações, visita um castelo em construção, entrevista jogadores de videogames com milhões de jogadores, viaja à Nova Zelândia para conhecer os locais em que "O senhor dos anéis" foi filmado.
Assim como o próprio Ethan Gilsdorf, fica a impressão de que muitos dos jogadores são ou viciados ou apenas pessoas tristes, refugiadas em mundos de fantasia. A maior parte apenas de diverte, menos o leitor, que encara um livro chato. Pelo ambiente que se encontra em convenções de fantasia, HQs e ficção cientifica, com pessoas usando fantasias de heróis e personagens de fictícios, poderia ser um texto bem divertido. Mas é apenas desnecessariamente longo e repetitivo.
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Portal JuLund 02/07/2015

Tudo que um Geek deve Saber, Resenha, @Novo_Conceito
Tudo que um geek deve saber é um livro que faz uma viagem na mente e história de um grande fã de fantasia e jogos. Se você gosta de RPG, Senhor dos Anéis e tem uma fértil imaginação vai se identificar com Ethan.

Ethan nos conta como foi introduzido no mundo dos geeks, explica por que um geek é diferente de um nerd. E acima de tudo conta como, mesmo ao passar muitos anos longe dos jogos e realidades alternativas, ele volta a viver dentro de mundos cheios de elfos, fadas, ogros e muitos personagens loucos e divertidos.

Leia a resenha completa em nosso portal!

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/tudo-que-um-geek-deve-saber-resenha-novo_conceito
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phendragon 26/05/2015

NEM TODO VAGANTE É VADIO
Resolvi intitular a resenha assim, com esta frase de J.R.R.Tolkien, pois ela expressa claramente o meu sentimento ao ler esse livro. Não foi uma perda de tempo.

O livro TUDO QUE UM GEEK DEVE SABER me chamou a atenção por seu título, e como nerd/geek, pensei que o livro seria algo como uma "bíblia" para mim. Não foi, embora trouxesse novos conhecimentos sobre grupos e lugares citados no livro, eventos e muitas curiosidades interessantes.

É uma obra autobiográfica da busca de Ethan, pelo passado abandonado na adolescência, o mundo que ele deixou para trás para se "encaixar" na sociedade, não como uma anomalia, mas como mais um "tijolo" da obra. Durante a obra, seus problemas com a mãe doente transparecem inúmeras vezes, mostrando que, esse fato influenciou demais sua vida e suas escolhas. Com 40 anos, ele decidiu que queria encontrar os RPGs e as coisas abandonadas por ele, na tentativa de ser uma pessoa "normal".

Tirando as aventuras muito legais que ele passou, ficou claro pra mim que ele nunca foi um nerd ou um geek. Ele jogou RPG por uns tempos e parou... e seguiu sua vida normal, como uma pessoa normal. Por que afirmo isso? Eu sou um Nerd, sou um Geek.

Passei por todos os preconceitos de uma época em que ser assim, era realmente ser estranho. Não havia internet para eu encontrar os meus pares, então, você que está lendo esse texto, não vai entender claramente como era viver em um mundo onde todas as pessoas adoravam ouvir pagode e samba e eu gostava de ouvir musica gótica, pois elas me faziam viajar pelos mundos que eu imaginava.

Durante todo o livro, o autor busca e repete constantemente o termo "escapismo", no começo, quando as coisas ainda estavam frias, eu fiquei com muita raiva, mas depois percebi que não havia um termo melhor. Nerds e Geeks amam suas coisas pelo "escapismo", para sair da realidade que estão, porém isso não é apenas algo digno de nerds e geeks. Pessoas que buscam a religião tem seu "escapismo" em Deus; pessoas que praticam esportes tem seu "escapismo" na busca de se tornar medalhista, e assim vai, todo mundo quer escapar de alguma forma da realidade dura que vivemos.

Ethan, durante o trajeto rompeu seu relacionamento pois acreditou que "precisava de uma namorada geek para ser feliz". Todo Geek/Nerd quer uma namorada que tenha os mesmos gostos, compartilhe os mesmos seriados, filmes, livros, jogos, quadrinhos, etc. Mas a realidade não é assim. Poucos são os homens que tem essa sorte, pois a quantidade de mulheres assim, é muito baixa, na nossa faixa etária (Ethan tem quase 50 anos e viveu basicamente na mesma época que eu). Em um mundo onde ser nerd era deprimente, nenhuma mulher queria ser assim, todas queriam ser Barbie.

Evidente que o leitor jovem, desta geração, vive uma realidade onde ser geek/nerd é maravilhoso, então há muitas mulheres que curtem ser assim, fazem cosplayer, adoram seriados, filmes, livros, quadrinhos, etc... Todos os dias eu me surpreendo. Mas o caminho que escolhemos para seguir não deve depender exclusivamente da fantasia de encontrar alguém igual a você. A vida depende de você realmente assumir quem é, ser o que deseja ser.

Tolkien estava certo: "Nem todo vagante é vadio", então, toda jornada é valida. Seja para Ethan, seja para mim ou para você. Se escolher ler o livro, tenho certeza que você poderá me procurar para conversarmos sobre tudo que Ethan falou! Boa leitura!

site: http://www.lerparadivertir.com/2015/05/tudo-que-um-geek-deve-saber-ethan.html
Mylena.Leticia 10/10/2019minha estante
Amei a resenha!




Saleitura 28/04/2015

UMA INCRÍVEL JORNADA ÉPICA ENTRE RPG, JOGOS ONLINE E REINOS IMAGINÁRIOS
Tem livros que você lê em que a identificação é tão grande que às vezes você acha que até sua análise vai ficar comprometida. Como o autor, eu sou um nerd/geek, joguei RPG regularmente (D&D e fantasia medieval principalmente), sou fã de histórias em quadrinhos, mangás, animes, etc. Só não sou de me fantasiar (fazer cosplay), não tenho nada contra só não é minha praia e estou na mesma faixa de idade dele. Então deixando para trás o lado fanboy, vamos a análise do livro.

Em seu famoso livro: O Herói de Mil Faces, Joseph Campbell estabelece os 12 passos da jornada do herói, que coloco aqui em forma resumida: 1) Mundo Comum - O mundo normal do herói antes da história começar. 2) O Chamado da Aventura - Um problema se apresenta ao herói: um desafio ou a aventura. 3) Reticência do Herói ou Recusa do Chamado - O herói recusa ou demora a aceitar o desafio ou aventura, geralmente porque tem medo. 4) Encontro com o mentor ou Ajuda Sobrenatural - O herói encontra um mentor que o faz aceitar o chamado e o informa e treina para sua aventura. 5) Cruzamento do Primeiro Portal - O herói abandona o mundo comum para entrar no mundo especial ou mágico. 6) Provações, aliados e inimigos ou A Barriga da Baleia - O herói enfrenta testes, encontra aliados e enfrenta inimigos, de forma que aprende as regras do mundo especial. 7) Aproximação - O herói tem êxitos durante as provações 8)Provação difícil ou traumática - A maior crise da aventura, de vida ou morte. 9)Recompensa - O herói enfrentou a morte, se sobrepõe ao seu medo e agora ganha uma recompensa. 10) O Caminho de Volta - O herói deve voltar para o mundo comum. 11) Depuração - Aqui o herói pode ter que enfrentar uma trama secundária não totalmente resolvida anteriormente. 12) Retorno transformado - É a finalização da história. O herói volta ao seu mundo, mas transformado – já não é mais o mesmo.

E tal como o herói citado o autor faz uma viagem em busca de um hiato em sua própria essência. Nós o vemos no seu mundo comum, onde ele renega o seu passado: a relação difícil com a mãe a fuga para os jogos de RPG, quando um evento faz com que tenha uma reflexão e perceba que é necessário preencher esta lacuna que tanto incomoda. Então começa a sua jornada, indo a Inglaterra, em busca do legado do maior escritor de fantasia medieval (que praticamente definiu o gênero) Tolkien, o seu grande mentor, abandona seu mundo comum indo participar de eventos de RPG (vai a terra natal de Gary Gygax – um dos criadores do D&D) e de comics, participa de jogos de LARP (evento onde os participantes se vestem como personagens de fantasia medieval e vivem como se estivessem na Idade Média por alguns dias), imergindo no mundo dos videogames online, vendo a construção de um castelo de forma arcaica, finalizando sua jornada na Nova Zelândia, onde foi filmado a obra de Tolkien.

Encontrando neste percurso vários aliados, narrando as mais variadas histórias das pessoas que encontra ao longo de sua jornada e sua relação com o elemento da cultura geek/nerd em questão. Tem a maior provação, o rompimento com sua namorada que não o compreende, mas no final consegue o seu maior prêmio: as pazes com o seu passado e aceitação de sua condição de geek, conseguindo unir passado e presente.

O livro desenvolve-se como um documentário, onde cada capítulo trata de um tema específico e são entrevistadas os participantes de cada evento/etapa da jornada. E através destes relatos o autor vai amarrando com a sua própria história e suas reflexões.

Hoje em dia, em meados da segunda década do século XXI, com elementos da cultura nerd/geek/pop em alta: filmes de super-heróis rendendo bilhões de dólares, videogames com verdadeiras superproduções e RPG online com milhões de usuários, tatuagens, camisas, mochilas, etc, com estes temas, é complicando entender o que era ser nerd/geek nas décadas de 70/80, o preconceito contra o RPG, quadrinhos, desenhos animados, considerados por muitos como subprodutos, idiotizantes, corruptores, entre outros. Eram poucos que afirmaram com orgulho sua condição de nerd/geek, ficando em seus próprios nichos, as exceções eram os grandes eventos destinados ao produto que gostavam. A título de curiosidade é interessante ver como foram retratados os nerds no cinema, em comédias como A Vingança dos Nerds (1984) e como o RPG foi retratado em Maze and Monsters (1982), primeiro filme de Tom Hanks.

É um excelente livro para todos os públicos, bem explicativo apresentando os termos de forma clara para os não conhecedores dos temas apresentados, com citações introdutórias em cada capítulo que dão um plus. Mas é claro que os nerds/geeks de plantão vão se identificar mais e se reconhecer nas diversas personagens da vida real apresentadas no livro.

A minha única crítica é a tradução do termo halfling para metadilio, pois nas traduções dos jogos de D&D para português no Brasil, preferiu manter-se o termo original, o que causa estranhamento para um jogador veterano como eu, apenas uma pequena reclamação.

Resenhado por Marcelo Daltro
https://www.facebook.com/marcdaltro?fref=ts

site: http://saletadeleitura.blogspot.com.br/2015/04/resenha-do-livro-tudo-que-um-geek-deve.html
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@APassional 18/04/2015

* Resenha por: Samantha Culceag * Arquivo Passional
Quem nunca quis ser outra pessoa? Quem nunca desejou sair numa aventura? Quem nunca se imaginou em outro mundo, num mundo mais fantástico e mágico? Mas... até onde podemos ir com a nossa imaginação? Onde a fantasia acaba e a realidade começa? É possível viver sonhando? Por que queremos ser diferentes? Por que somos atraídos por ficção científica e fantasia?

Não encontrei uma melhor forma de começar essa resenha a não ser perguntando, afinal, “Tudo que um Geek Deve Saber” está repleto de questionamentos que com certeza, todos os geeks e nerds já fizeram para si mesmos, esse é o diferencial do livro, o autor vai narrando suas descobertas ao mesmo tempo em que você vai refletindo.

“Insatisfeitos com caixas eletrônicos e limites de velocidade, experiências mediadas e o tédio de viver nos subúrbios americanos, quem não preferiria tentar a sorte com uma espada enorme contra uma horda de orcs em vez de pagar as contas do cartão de crédito ou procurar um lugar para estacionar?”

O livro começa com o autor (Ethan) contando a sua história, sua paixão por RPG na adolescência e os problemas que enfrentava, ele conta que, quando ficou adulto, deixou de jogar pois queria se concentrar mais no real. Depois de muitos anos, quando Ethan se depara de novo com seus jogos e anotações de RPG, ele se pergunta se o adolescente que ele foi faz falta e se ele deve ou não, voltar ao mundo Geek. No começo Ethan fica meio hesitante, até que ele decide explorar seu passado de fantasia, ou seja, visitar vários lugares, eventos e pessoas que o lembravam de sua adolescência, experimentar um pouco mais de fantasia e ver se ele iria ou não, se tornar novamente um geek.

Esse livro também traz histórias de outras pessoas que tem algum vício, um livro, um filme ou um jogo (talvez mais de um). O objetivo do autor ao entrevistar e contar a história dessas pessoas foi investigar se a fantasia podia influenciar de alguma forma na vida real, se as pessoas abandonaram suas paixões para viver com os pés no chão ou se a vida delas se tornava melhor com o escapismo. Fiquei emocionada com a história de tantas pessoas, algumas me fizeram rir e outras me deixaram pensando: “Vou seguir esse exemplo.”, mas teve outras que viviam de forma tão insana e divertida que me deixaram sem palavras.

“(...) avistei uma mulher envergando um traje de armadura completo e empunhando uma espada. Quando ela saiu em disparada rumo à batalha, seu irmão de armas a empurrava em uma cadeira de rodas. Para mim, ela parecia uma amazona no lombo de um cavalo.”

Minha parte preferida foram os capítulos que falavam de “O Senhor dos Anéis”, coisas medievais e o capítulo da viagem para a Nova Zelândia, ô lugarzinho lindo!

Quando o livro acabou fiquei com uma sensação de vazio, queria ler mais sobre eventos de fantasia, castelos medievais e MMORPG's, eu adoraria que um novo livro fosse escrito, muita coisa aconteceu desde 2009 (o ano que o livro foi escrito), entre elas está o lançamento dos filmes de “O Hobbit”, Comic Con's, novidades da Marvel (filme 2 dos Vingadores no meio desse ano yeah!), entre outras coisas, sem falar nos milhares de geeks que tem histórias para contar!

“Tudo que um Geek Deve Saber” me deixou ainda mais apaixonada pela cultura geek, me ensinou várias coisas sobre o RPG (tive vontade de comprar um kit de RPG assim que acabei de ler haha), me inspirou com histórias reais, alimentou meu sonho de ir para a Nova Zelândia, me fez questionar sobre o mundo e, acima de tudo, me mostrou que com um pouco de imaginação, você pode fazer qualquer coisa.

“A vida não passa de um jogo. Se conhecer as regras, você passa por ela sem problemas.”

Resenha publicada no Blog Arquivo Passional em 15/04/2015.

site: http://www.arquivopassional.com/2015/04/resenha-tudo-que-um-geek-deve-saber.html
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Fernanda 07/03/2015

Resenha: Tudo que um geek deve saber
Confira a resenha no Segredos em Livros:

site: http://www.segredosemlivros.com/2015/03/resenha-tudo-que-um-geek-deve-saber.html
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Ricardo Brandes 03/03/2015

Uma jornada de descobertas Geeks
Atenção, atenção! Fãs de Senhor dos Anéis, o Hobbit, Dungeon & Dragons e RPG´s em geral, eis aqui uma obra que vai te tirar do labirinto da dúvida, e elevar até o mundo +2 da sabedoria geek!
Tudo que um Geek deve saber, escrito por Ethan Gilsdorf, é acima de tudo uma grande viagem pela cultura aleatória e renegada dos geeks. E vai além.
Mas, para você que não sabe do que se trata o termo Geek, ele (ou ela) pode ser alguém como eu e você, mas com uma dose a mais de paixão por tecnologia, jogos de tabuleiro e RPG, quadrinhos e muito mais além da imaginação.
Nesta obra, o autor descreve sua jornada pessoal (repleta de pesquisas interessantes), em seu país, no mundo (e em outros mundos de fantasia também!). Uma jornada de memórias e relatos de alguém em busca da descoberta de si mesmo, e que tenta entender e explicar o porquê de ser tão fascinado pela fantasia de escapismo. (A questão do vício por jogos chamou muito minha atenção, sendo bem trabalhada pelo autor)
Desde o início, expondo as questões de família e sociedade, o livro é muito bem escrito, e tem agradável leitura. Além de contar também com fotos e ilustrações anexas, que complementam as descrições do autor.
Cabe lembrar que, antes de começar a leitura do livro, tive certa resistência ao tema, pois nunca fui um grande fã de Senhor dos Anéis e O Hobbit (Temas bastante tratados e explorados nesta obra).
Mas o RPG já esteve presente em minha vida, através dos desenhos e jogos de vídeo game que marcaram minha vida infância e juventude. Phantasy Star (Mega Drive), Chrono Trigger (Super Nintendo), Caverna do Dragão (Que assistia na Globo, mas nunca teve um final)... Tudo me fez participar da jornada do autor, e entender o porquê dessa paixão pela fantasia.
Outra coisa interessante: Na capa do livro, percebe-se vários elementos da cultura Geek, como o anel (Senhor dos anéis), machados e armas medievais, dados mágicos de RPG, e uma divertida caricatura Geek do próprio autor.
Este livro foi publicado pelo selo NOVAS IDEIAS da editora NOVO CONCEITO, que traz temas diferenciados aos leitores brasileiros.
Vale a leitura, para Geeks e não Geeks. E para todos que buscam compreender o comportamento dos seres humanos, em seu intimo.
Por Ricardo Brandes / Escritor


site: http://www.amoreselivros.com.br/2015/03/tudo-que-um-geek-deve-saber-ethan.html
Fabi Brandes 03/03/2015minha estante
Muito bom, amor! Te amo




Mari Siqueira 19/02/2015

Sobre geeks, nerds e aqueles que não se encaixam.
Nerd assumida, devorei 'Tudo Que Um Geek Deve Saber' em pouquíssimo tempo. Ethan Gilsdorf é absolutamente mais geek que eu, mas mesmo assim consegui me identificar com grande parte da narrativa. O livro - que é uma mistura de reportagem e biografia -, fala sobre a infância problemática do autor enquanto traça um paralelo entre os hábitos geeks e o escapismo.

A jornada épica prometida na sinopse, de fato, foi alcançada. Para os fãs de Tolkien e jogos de RPG, o livro narra uma verdadeira aventura. Confesso que não sou fã de jogos de interpretação de papéis, mas em compensação sou admiradora da obra de J. R. R. Tolkien. Intercalando o melhor dos dois mundos, o autor nos mostra o resultado de anos de pesquisa. Entrevistando nerds e geeks, Gilsdorf quer entender o que leva esses grupos tão peculiares a se refugiarem em outros universos, como os games, livros ou filmes.

O escapismo, como conclui Ethan, nada mais é do que o ato de fugir da sua própria realidade. Geralmente excluídos da sociedade, esses grupos de pessoas não se identificam com os padrões. Seus gostos peculiares e extravagantes são incompreendidos e suas manias rotuladas como estranhas. Num mundo onde parece não haver espaço para o diferente, os geeks/nerds encontraram uma forma de fugir. Fingir ser outra pessoa ou simplesmente se desconectar da realidade. É o que fazemos quando estamos lendo um livro, vendo um filme ou jogando um jogo em primeira pessoa.

Com certa dose de psicanálise, Ethan Gilsdorf compartilha com os leitores o drama do qual ele escapava quando adolescente: a doença terminal da mãe. O aneurisma que acometeu a mulher que ele mais amava, deteriorou sua família, sua infância e seu mundo. A realidade só trazia sofrimento enquanto um mundo de fantasia parecia atraí-lo cada vez mais: Dungeons & Dragons. O jogo que foi bastante popular nos EUA (antes da Era Digital), mistura imaginação e interpretação, tudo com que o jovem Ethan podia contar naqueles tempos difíceis.

Aos poucos seus interesses mudaram e com mais maturidade, o autor decidiu abandonar esses hábitos considerados 'infantis'. O que ele não sabia, porém, é que a fantasia não é só coisa de criança. Adultos também precisam de válvulas de escape, e ser um outra pessoa por algumas horas pode fazer de você alguém melhor. Em um mundo de estresse, correria e pressão, nós precisamos de tempo para sermos o que sonhamos ser.

Em muitos momentos, percebi que compartilho os pensamentos do autor. Eu também questiono uma sociedade que nos julga por sermos 'viciados' em games ou em livros. Todos temos vícios. É o maior defeito do ser humano, mas se é um vício que não prejudica os outros, qual o problema? Muita gente diz que eu compro livros demais. Eu me pergunto se eles prefeririam que eu gastasse todo o meu dinheiro com drogas, bebida e sei lá com o que mais que os jovens da minha idade costumam gastar.

Ao mesmo tempo, somos levados a nos questionar. Até que ponto viver uma fantasia pode ser saudável? Um pouco de fantasia é essencial para a nossa vida? Escapar da realidade nos torna menos sãos? Recomendo a leitura para geeks e fãs de fantasia, definitivamente esse livro ajuda a entender o nosso mundo incomum e particular. A escrita de Gilsdorf é leve, descontraída, como a de um velho amigo que te mantém informado das novidades. Me senti lendo uma carta de alguém que me conhecia bem e que entendia como é ser assim tão diferente.

"(...) É uma maneira de dar forma ao mundo ao meu redor ao invés de dar forma a mim mesmo em função do mundo." (p. 24)

site: http://loveloversblog.blogspot.com
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