Boa Noite, Estranho

Boa Noite, Estranho Jennifer Weiner




Resenhas - Boa noite, estranho


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Ju Oliveira 19/02/2015

Boa noite, estranho não foi bem o que eu esperava, mas de qualquer modo, me surpreendeu positivamente. Eu esperava um thriller com ação e mistério, e o que eu encontrei foi uma trama mega engraçada.

Após abandonar sua carreira de jornalismo ao se casar e engravidar, Kate Klein leva hoje uma vida típica de mães classe média alta de Upchurch, Connecticut. Seu tempo é dividido entre levar os filhos, Sophie de 4 anos e os gêmeos de 3 à escola, ao parquinho, às festinhas e eventos beneficentes. Kate não suporta o jeito afetado das outras mães do bairro, sempre impecáveis, vivendo exclusivamente em função de seus filhos super saudáveis e de sua casa metodicamente organizada. Apesar de tentar muito se encaixar nessa sua nova vida, Kate sabe que definitivamente não nasceu para isso.

"Dois diplomas em literatura inglesa, uma carreira na cidade de Nova York, e foi aqui que eu vim parar, na porta de uma quase estranha, num subúrbio elegante e afastado de Connecticut, com os cabelos despenteados e uma sacola de pirulitos para suborno, arrastando três crianças com menos de 5 anos."

Mas o tédio dá adeus à sua vida, quando ela encontra uma de suas vizinhas morta, com uma faca cravada nas costas. Após investigações, a polícia não consegue encontrar nenhuma pista. E aí que entra Kate, que decide investigar por conta própria o mistério da morte da vizinha. Mas isso não vai ser uma tarefa fácil, já que sua vida é tão corrida. Kate vai contar com a ajuda de sua melhor amiga Janie. Juntas conseguem descobrir alguns fatos interessantes do passado da falecida e levantam uma lista grande de suspeitos, que poderiam querer acabar com a vida de Kitty Cavanaugh.

É a primeira vez que me deparo com essa mistura de gêneros, humor e thriller, mas posso afirmar que gostei muito, afinal, são meus gêneros favoritos. Kate é uma personagem hilária, honesta consigo mesma e com seus sentimentos. Faz piada de sua própria desgraça. Quem é mãe certamente vai se identificar com pelo menos uma das situações causadas pelos filhos de Kate. Janie, é sem dúvida uma de minhas personagens favoritas, aquela melhor amiga que todas sonham em ter, fiel, dedicada, verdadeira, descolada e rica :)

Juntamente com o clima de humor e mistério, a autora também acrescentou na história pitadas de romance, entre Kate e seu grande amor, que volta para sua vida inesperadamente, abalando seu casamento já fragilizado. A narrativa é feita em primeira pessoa por Kate, o que dá uma maior impressão de intimidade com a personagem. Me diverti muito com a leitura, tanto com as peripécias maternas de Kate quanto com sua carreira de detetive. Leitura leve e despretensiosa, com muitas risadas garantidas. Recomendo! Leiam!

site: http://juoliveira.com/cantinho/
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Sueli 27/02/2015

Boa Noite, Estranho
É incrível o que um bom título faz com a nossa curiosidade. E, no caso de “Boa Noite, Estranho – Detetive Por Acaso”, de Jennifer Weiner, eu achei o título intrigante.
Antes de começar a leitura, como sempre eu li as orelhas, as críticas e os comentários, o que me fez ficar ainda mais interessada, já que estimulada pelos anos que passei lendo Agatha Christie, a principal formadora do meu hábito literário, jamais consegui abrir mão de um bom livro policial, por isso, foi com grande ansiedade que comecei a ler “Boa Noite, Estranho”.
Se a princípio eu imaginei ler um suspense do tipo Agatha Christie, ao longo do livro percebi que Weiner me lembrou muito Sarah Mason em “Um Amor de Detetive”, um livro que amo de paixão. E, que conquistou até mesmo o meu marido, que costuma detestar tudo que leio atualmente.
Mesmo dando ótimas gargalhadas, “Boa Noite, Estranho” não me conquistou logo de cara... Mas, conforme eu avançava com a leitura, ficou impossível parar de ler, pois Weiner tem um olhar agudo e muito inteligente sobre a natureza feminina e muito pouco gentil com a rotina doméstica que a mulher precisa enfrentar principalmente após a maternidade.
Portanto, eu conheci Kate uma mulher nascida e criada em Nova York, e que foi obrigada a mudar-se para a pacata Upchurch onde não consegue adaptar-se, até que a morte de uma de suas vizinhas faz com que ela saia de seu estado latência e parta em busca do culpado com a ajuda de Janie, sua amiga milionária, e de Evan, seu antigo amor.
O livro é narrado em primeira pessoa, mas nem por isso eu fiquei tentada a vestir a pele de Kate, já que em muitos momentos eu discordei de suas ações e pensamentos, porém, em momento nenhum, eu deixei de me divertir com o livro, que isto fique bem claro!
Se eu desejei algo que Kate possui, confesso que adoraria ter tido uma filha como Sophie. Céus!, o que é aquela criança???? E, os gêmeos Sam e Jack não ficam atrás, não! São as “cerejas” do livro. E, não posso esquecer Janie, a amiga sonhada por todas as mulheres.
Mesmo tendo simpatizado muito Kate e entendido todos os motivos pelos quais ela vai em busca da solução para os eventos que agitam Upchurch, acho que nem sempre ela foi justa ou coerente, o que a torna ainda mais real para mim.
E, caso ela fosse minha amiga, eu sugeriria que ela pensasse com mais carinho na proposta de Ben. Afinal, errar é humano, e os maridos parecem errar mais frequentemente... Aliás, acho que ela é muito inteligente para esquecer isso.
Duas coisas me animaram bastante – Uma foi a forma como o livro termina, então imagino que “Boa Noite, Estranho” seja o primeiro de uma série detetivesca, onde terei o prazer em rever esses personagens adoráveis.
E, a outra, foi nos agradecimentos, quando Weiner agradece ao seu irmão e agente cinematográfico, Jake Weiner, o que me fez concluir que o presente livro deva, em breve, ser adaptado para o cinema. Tomara que caprichem!
Cris.Pimentel 16/05/2018minha estante
precisamos falar sobre o final, eu tô confusa...




Beatriz 29/09/2020

Amei! Esse livro tem uma vibe que eu gosto muito, uma coisa que me lembra muito a série de TV Desperate Housewives, com humor e investigação misturados.
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claudio.louzd 30/09/2020

Fraco Romancezinho Policial de Banca de Jornal
Fraco Romancezinho Policial de Banca de Jornal
Não sei por que teria ficado na lista de Best Sellers do NYT.
Livro fraco, enredo bobo...
Só li porque estava aqui em casa, vindo não sei de onde. Foi só levemente divertido.
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Natasmi Cortez 03/07/2015

Quando seu tempo é perdido....
★☆☆☆☆
Nunca me esforcei tanto pra ler um livro quanto fiz com esse...
Ok, ok não vou exagerar pois certamente já li piores. Ainda assim o sentimento de tempo perdido não deixa de me perturbar. Li ótimas criticas a respeito desse livro e sua nota no skoob está acima da média. Resultado: esperei demais do livro, que infelizmente não alcançou nenhuma das minhas grandes expectativas, na verdade nem as mais baixas. A história conta a história de Kate, uma ex jornalista que vive uma vida pacata e que acidentalmente encontra o corpo da vizinha que havia sido assassinada. Em sua busca por respostas do que teria acontecido ela descobre que o subúrbio onde mora parece ser mais "movimentado" do que parece. O livro promete, grandes reviravoltas, emoções humanas delineadas de forma divertida e um thriller com ação e mistério,mas eu vi somente uma mulher "...oprimida e deslocada, encalhada num subúrbio que ela desprezava" ( nas palavras da própria personagem) que busca desesperadamente um pouco de "emoção" pra fugir de uma rotina que ela claramente detesta, com crianças malcriadas um marido ausente, sexo com "chuveirinho", mãe mais ausente que marido e uma amiga completamente louca que é unica pequena, por assim dizer, diversão da trama. A história é enfadonha, o final embora não seja previsível consegue ser sem sentido com explicações feitas as pressas. O titulo não remete a nada na história, embora a autora tenha utilizado a expressão para mencionar algo no livro uma vez e isso não esteja ligado ao mistério. A edição conta ainda com diversos erros de digitação, que deixam o texto desconexo. Não gostei do livro ( isso ficou bem claro acima hahaha) mas recomendo a leitura para que você possa tirar suas próprias conclusões.
Boas Leituras Sempre 💟💟💟💟


site: https://www.facebook.com/bibliodocoracao
Jessica 03/07/2015minha estante
nossa... tb criei várias expectativas, inclusive é uma das minhas próximas leituras! vamos ver...


Natasmi Cortez 03/07/2015minha estante
Lê e depois me diz... Porque o pessoal que leu esse livro, a maioria gostou então talvez eu tenha me equivocado na leitra de alguma maneira... Depois e conta o que achou


Jessica 03/07/2015minha estante
Conto sim!




Nidia Lysney 17/04/2020

A premissa é interessante e o início é até bonzinho, não gostei do final. A protagonista me irritou em certas partes.
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Dani 17/03/2020

Leitura montanha russa
É um ótimo livro, fantástico em muitas partes, prendeu minha atenção e me surpreendeu muito, porém algumas partes desanimam um pouco, mas o todo é maravilhoso e super recomendado para uma leitura que busca um suspense / mistério empolgante ..
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The Best Words Br 08/12/2015

The Best Words Br
O livro conta a história de Kate Klein, uma mãe de três filhos, moradora do subúrbio de Connecticut, que está infeliz nessa nova cidade com um marido que não está lhe dando muita atenção nos últimos tempos... longe de seus familiares e amigos, tudo começa a parecer pior.

Kate começa a frequentar os playgrounds da região, porém é sempre esnobada pelas supermães de Upchurch.... No entanto, quando uma das mães do bairro é cruelmente assassinada, Kate vê nisso uma oportunidade de se sentir mais útil, ou seja, ela decide investigar o crime por sua própria conta e risco.... Só que ela não imaginava que acabaria entrando em uma teia de mistérios, ciúmes e traições que podem acabar trazendo consequências perigosas para sua própria família.

Essa é uma história envolvente e que nos leva e entrar num clima de investigação e de romance policial.

“À medida que Kate mergulha mais e mais fundo no passado da vítima, ela descobre os segredos e mentiras por trás das cercas brancas de Upchurch – e começa a repensar as escolhas e compromissos de toda mulher moderna ao oscilar entre obrigações e independência, cidades pequenas e metrópoles, ser mãe e não ser.”

Eu curti bastante a história.... não é uma das leituras que me empolgou muito desde o início, mas ela traz um enredo que te prende muito do meio para frente. Assim, você fica preso nas páginas, já que quer muito saber quem é o assassino de Kitty Cavanaugh.

Pra mim, algumas explicações ficaram faltando no livro, como, por exemplo, o que aconteceu com a paixão da juventude de Kate, Evan. Ele não dá mais as caras depois que eles são pegos conversando no carro dele numa cena comprometedora - afinal de contas, Kate é casada...rs... - pelo policial do local. Mas, enfim, fica a pergunta: cadê o Evan?

Outra curiosidade minha que também não foi desvendada pelo livro foi: onde está Lexi, uma das mães do playground que simplesmente desapareceu?? Ok...sabemos que ela sumiu por culpa do assassino, mas o que aconteceu com ela??? Ninguém sabe, ninguém viu...

O livro oscila entre o passado e o presente... e, particularmente, gostei mais do passado, já que é nele que nos é apresentado Evan, que não só volta para deixar Kate mais confusa sobre suas escolhas, mas que também acaba ajudando nessa investigação.

Ah... Achei muito legal também eles mencionarem sobre essa nova moda de Ghost Writer que anda por aí. Para quem não sabe, Ghost Writer é a pessoa que escreve um texto ou uma obra e entrega o escrito para um autor de renome publicar como se fosse seu... Se permitem a minha mais sincera opinião, isso não me agrada de forma alguma, pois se trata de uma coisa que dá status a um autor quando, na verdade, o texto é de outro... Corre a boca miúda que existe um famoso autor da atualidade que publica várias obras ao ano com a ajuda de Ghost Writer. Será, produção???

Bom, preciso dizer então que vale a pena ler essa obra! Ela traz de fato bastante mistério e intriga para nós encararmos junto com a personagem.

Leiam mesmo esse enredo, pois preciso de ajuda para desvendar esses mistérios. Afinal, Quem? Como? Quando? Onde? Por quê? são sempre as perguntas que devem ser respondidas em um crime...não acham???


Espero que vocês tenham curtido essa resenha. Prometo voltar o mais breve possível e já com bastante novidades pra vocês.

Beijokas da Flay!!!

site: http://thebestwordsbr.blogspot.com.br/2015/03/boa-noite-estranho-jennifer-weiner.html
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Diandra 12/10/2018

Enredo interessante, porém, final sem graça
A autora possui uma escrita fluida, interessante e envolvente. A história, narrada em primeira pessoa, tem como protagonista a Kate, uma mulher forte e cheia de personalidade. No entanto, o desenrolar da trama é sem graça e muitos dos pontos levantados pela autora são deixados de lado, não possuindo resolução.
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sandra 27/03/2016

Kate tem uma vida de rotina com tres filhos pequenos. Um dia encontra sua vizinha morta e ai sua vida muda totalmente, começa a investigar o crime e recebe ameaças. No meio disso seu ex amor aparece em sua vida. Um livro rapido com suspense, romance e certas cenas de humor. Muito gostoso de ler!!! E cita um livro que li há muito tempo O Jardim dos Esquecidos - polemico e triste, mas com uma estoria que nunca esqueci.
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Diogo Hilário 29/05/2018

Encontrei esse livro por acaso numa promoção, achei o resumo bem interessante e decidi levá-lo. Eu já esperava por algo clichê( afinal, essas histórias de pessoas comuns inseridas numa investigação em busca da verdade não são tão raras), mas ainda assim achei um pouco instigante por unir o velho drama da mulher casada, mãe - e que vive, exclusivamente, para sua família, e ainda com aquele sentimento de que algo deu errado em sua trajetória, falta de realização pessoal e tudo mais - com o súbito início na investigação criminal, algo até então fora da realidade da personagem. No entanto, não passei do capítulo 3. Kate, personagem principal e narradora da história, apresenta uma densidade psicológica nula, não senti tensão alguma em sua narração ao encontrar o corpo ou quando "confrontada" pelo policial. Eu achei as passagens de humor extremamente forçadas e as de ironia fracas. As personagens são limitadas a uma extensa descrição física e um breve histórico. Não há situações inusitadas, aprofundamento psicológico ou outros recursos para construir um encadeamento complexo para a trama. É aquela coisa, o romance: 428 páginas. Eu li: 40. Posso estar enganado por falsas impressões, mas tem vez que bate aquele sentimento de "li pouco, mas li o bastante".
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Neganadia 13/02/2015

Bom
Galera este foi um livro que comecei a ler mas não fui identificando nem me interessando!! Mas como
Não admito abandonar um livro continue lendo! Me surpreendeu um pouco mas esperava mais! Um pouco maçante de ler!!!
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Fernanda 02/03/2015

Resenha: Boa noite, estranho
CONFIRA A RESENHA NO SEGREDOS EM LIVROS:

site: http://www.segredosemlivros.com/2015/03/resenha-boa-noite-estranho-jennifer.html
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douglaseralldo 09/03/2015

Resenha: Boa Noite, Estranho, donas de casa em desespero.
Com uma narrativa divertida e em grande parte fiel ao gênero dos romances, Boa Noite, Estranho de Jennifer Weiner entre virtudes e percalços é uma obra que reúne elementos que o tornam atrativo e até certo ponto, relevante em uma série de discussões propostas.
Narrado pela voz de Kate Klein, uma dona de casa integrante da elite da sociedade americana, cujo passado de independência feminina parece visita-la constantemente, assim como as lembranças de seu amor do passado, é a partir de uma morte no primeiro capítulo do livro que a protagonista começa mais do que investigar por conta própria o assassinato de sua vizinha, e sim dar vida a uma mãe entediada com o casamento em que o confronto entre o presente e o passado parecem desiguais.
Na verdade, a realidade de mulheres que abrem mão de uma carreira profissional pela família é o grande pano de fundo deste romance e certamente o fator que o torna tão relevante para a leitura, pois através da voz indecisa e cheia de especulações de Kate os leitores vão se deparando com uma rotina de agenda cheia (ainda que com todos os privilégios das classes altas americana) mas sem o devido reconhecimento para seus dias tão atribulados, que com o enxerimento da personagem onde não foi “convidada” torna ainda mais atribulada sua rotina diária.
Por este recorte o livro se torna crível e necessário, e o papel da mulher e das mães na sociedade está em plena discussão na obra, indo de assuntos como a anulação à coragem e à dedicação para com filhos e maridos, e Kate acaba sendo espelho de tais situações.
No entanto não podemos esquecer que trata-se de um livro de detetive, mesmo que por acidente. Neste quesito o livro até que apresenta narrativa desenvolta e cheia de revezes, em grande parte por causa das decisões precipitadas da narradora e protagonista. Com muito ritmo e ação investigativa (para alguns, ações mexeriqueiras) o enredo se sustenta, embora talvez sua conclusão final acabe atacando um pouco a verossimilhança de toda trama, não porque não fosse possível, mas talvez pelos exageros que vão ocorrendo em determinadas situações, ou até mesmo a culpabilidade final que poderia ter ido por outro caminho.
Mas, enfim, num computo geral interessa dizer que Boia Noite, Estranho, mesmo se utilizando de fórmulas já conhecidas tem certo valor agregado, e seu conteúdo se revela bastante interessante, principalmente por submergir num mundo que parece perfeito, mas que no íntimo de seus habitantes está cheio de falhas e questões que poderiam ser diferentes. Kate Klein é a síntese de donas de casas em desespero vivendo intensamente o choque provocado por suas escolhas, o abdicar de uma carreira profissional pela vida de uma dona de casa, mãe, dedicada, e tão imensamente atarefada quanto uma executiva do mundo dos negócios, que nesta trama encontra tempo para se meter em situações perigosas enquanto discute o papel das mulheres na família e no mercado profissional.


site: http://douglaseralldo.com/resenha-boa-noite-estranho-donas-de-casa-em-desespero/
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Andressa 04/11/2020

Boa noite, estranho!
Confesso que pelo título imaginava uma história bem diferente...

É um suspense escrito de uma forma leve e divertida.

Minha frustração se deu, apenas, pelo fato de a autora não esclarecer uma parte importante da vida da protagonista.

Contudo, acredito que vale apena a leitura.
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