Contos Libertinos

Contos Libertinos Marquês de Sade




Resenhas - Contos Libertinos


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Nena 13/02/2016

Primeiro livro q li do Marquês de Sade. Imaginava ele no mesmo estilo, ou pior, q Anais Nin. Mas q nada! Ele fica parecendo um pudico perto dela. Mas para a época em q foi escrito, deve ter sido de fato um escândalo.
Rafael 07/04/2016minha estante
Se procura algo pesado, recomendo 120 Dias de Sodoma, do mesmo.


Nena 22/06/2016minha estante
Tô com ele aqui para ler Rafael, valeu pela dica.




Lúcia Ramos 02/12/2014

Criativa, ousada, muito bem humorada, livre de qualquer tipo de molde, à frente de seu tempo.
Criativa, ousada, muito bem humorada, livre de qualquer tipo de molde, à frente de seu tempo. Tudo isso recende à escrita de Sade, mas não a define, ou limita de maneira alguma. Gostei muito, especialmente do último conto, "Augustine de Villeblanche, ou o estratagema do amor". Há algo de Shakespeare nesse conto, um Shakespeare meio "upside down", imprimindo leveza e bom humor onde antes haveria tragédia. Uma delícia de conto. Não consegui deixar de ler sem imaginar tudo como se fosse em uma peça teatral. A caracterização dos personagens, o figurino, cenários, desenvolvimento, timing, dramaticidade, arrebatamento, paixão, uma boa história, está tudo lá. Tenho certeza de que, se houvesse uma adaptação para o teatro, ou mesmo para o cinema, o sucesso faria parte da receita. Se é que não estou mal informada e tal adaptação já existe. O fato é que, sim, Sade acaba de entrar para a minha lista de autores favoritos.
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Argemiro 04/08/2013

Minha opinião sobre a leitura
Le e achei uma legal, contos que mostram como era a vida naquela época, nada muito diferente de hoje, só que com linguajar mais puritano, leitura fácil e rápida, boa opção para uma tarde livre.
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Teeh 31/07/2011

Cada conto é uma experiência nova, com ótimos desfechos e com uma critica ardente a sociedade.

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Haylane 27/05/2011

O gênio libertino
Literato, ele não é.

Sade impressiona não pela imoralidade contida em seus livros, aliás, imoralidade essa que julgo ser baixa equiparada a depravação do nosso tempo atual.

Donatien Alphonse François de Sade, o marquês amoral!

Aconselho que se abasteçam de humor e sarcasmo para compreender o que esse Divino perverso transmite em seus escritos.

Pra época, era um verdadeiro escândalo tal leitura, ainda mais quando o nosso anti-herói adicionava nomes reais e importantes em seus romances, encaixando em tais personagens sempre o papel mais subalterno, humilhante, bizarro. Seus contos perversos atingiram a instituição Católica em cheio e vitimou até mesmo o próprio Napoleão.
Sob o pano de fundo picante e por vezes grotesco de extrema libertinagem, Sade alfinetava em suas páginas o antigo regime, os revolucionários, os bispos de Roma, e toda classe de aristocrata. Ateu convicto, não por menos chocava também pela sua insinuação contra a imagem do Criador.

“O meu maior desgosto é que Deus, na realidade, não exista, privando-me assim do prazer de insultá-lo diretamente.“

Incompreendido e odiado. Não é a toa que escreveu grande parte de sua obra na prisão, encarcerado para que lhe detivessem a língua, porém que suas mãos nunca pararam de escrever clandestinamente, livros e livros eram publicados e o alvo entregue em páginas para excitação (nossa) do público.

Hastes de lança, falos enrijecidos, nádegas rosáceas, botões e cavidades implorando aos céus para serem explorados... este é o clima que figura ao redor do Marquês.

"Caro leitor..."
Não deixem de aproveitar a crítica contra a hipocrisia mesclada de malícia sexual.
Clio 04/11/2011minha estante
A imoralidade e depravação de Sade atingiram e atingem a população por serem de uma honestidade agressiva, acrescente isso ao deboche da hipocrisia social e você tem tudo o que precisa para transforma-lo num objeto de ódio.




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