Carry On

Carry On Rainbow Rowell




Resenhas - Carry On


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Lucas Carty 10/05/2019

É igual Harry Potter sim. Mas o livro é maravilhoso por si só e não tem de ser comparado!
Em primeiro lugar: Vamos parar de comparar TODOS os livros com tema de magia e jovens com Harry Potter. J.K. Rowling é e sempre será a autora que revolucionou o mundo com sua historia e que criou um Universo que chegou até a se tornar mitológico para nós. Mas o mundo literário ta aí para continuar recebendo novos autores e autoras com novas histórias maravilhosas para nos inserir no Universo deles. E não é porque tem magia ou aventura com adolescentes que o livro já precisa ser divulgado como "igual Harry Potter". Então vamos tratar as histórias com mais individualidade e apreciar a obra da maneira única que ela se apresenta.
Falo tudo isso, pois as pessoas fazem muito isso com esse livro e todos os livros do mesmo tema. O próprio marketing dos livros já faz isso e é bem triste.

Bom, todos tem falado que esse livro saiu de uma fanfic de Harry Potter, mas isso não foi a intenção da autora diretamente. Mas fica como uma boa divulgação, não é mesmo?
Eu achei maravilhoso o fato da autora ter escrito no próprio livro um pouco de seu processo de criação e suas intenções com essa obra. E é com base nisso também que escrevo essa resenha.
Ela diz nesse espaço, que ela lia muito os livros com Universo de Magia e ela queria encontrar um jeito de construir seu próprio. Uma tarefa difícil em meio há tantas histórias assim já existentes.
O resultado me agradou demais e vejo que a muitas pessoas também. Carry On se tornou um dos meus livros favoritos. Mesmo muitas pessoas tratando o livro como uma releitura de Harry Potter.
Também temos uma explicação dela sobre os personagens desse livro terem saído de seu outro livro Fangirl.

O enredo principal do livro é: Dois garotos, aprendizes de magia, são colegas de quarto e rivais na Escola de Magia de Watford. E dessa rivalidade irá nascer um grande amor.
Então temos o ponto do Universo Mágico - que eu achei bem interressante a aproximação do mundo dos "Normais" como é descrito no livro.
A relação "entre tapas e beijos" do casal principal que é tão delicadamente descrita e nos faz vibrar com a relação linda dos mesmos.

Tenho que admitir que temos partes arrastadas sim. São necessárias para a história. Mas muitas também, são partes que estamos tão empolgados com um acontecimento e de repente, parte para outro assunto. Então acaba tendo um contraste.

Mas no geral, uma história extremamente envolvente, empolgante, divertida e fofaaaa!
Eu ainda estou vivendo esse livro!
Rainbow Rowell merece todos os créditos por esse livro que nos envolve dessa maneira!
Morrendo de ansiedade para o próximo volume que já vai sair! Só vem Wayward Son!
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Felipe 22/03/2019

"The front seat is for people who've never been kidnapped by bloody numpties."
Bom, vamos lá. Carry On, de Rainbow Rowell. Aparentemente, esse livro tem como grande parte de seu público alvo leitores de outros livros da autora, já que os personagens aqui existiram em Fangirl antes de terem um livro próprio. Também parece ser destinado a fãs do que provavelmente já é um ramo independente dentro das fanfics: as histórias de Draco com Harry. Acredito que com isso em mente, podemos analisar de forma clara se Carry On presta para o cargo que se candidatou.

Ao começar esse livro, vê-se de forma óbvia o amontoado de referências diretas ao mundo de Hogwarts, em todos os quisitos: personagens, lugares, acontecimentos, questões existenciais, aventuras e até mesmo a configuração e as relações dos personagens principais. É interessante como Rowell recria a história, mas ao mesmo tempo continua tudo como era no universo de Rowling, nos últimos três livros da saga de Potter. Carry On, portanto, difere apenas na relação de Simon (Harry) com Baz (Draco) e na ameaça do Insidious Humdrum (Voldemort).

E essas são as duas linhas narrativas que se seguem por toda a história: é o desenvolvimento dessas duas questões que acompanharemos durante todo o livro, junto com umas questõezinhas... secundárias, que ao mesmo tempo são principais. Há um determinado mistério e uma determinada guerra em jogo, que aparentemente movem a trama, mas eu ouso dizer que elas se perdem no meio do caminho. Ao chegar no final do livro, elas serviram mais pra criar uma investigação que unisse os personagens e servir de pano de fundo para um relacionamento amoroso bem no estilo de Romeu e Julieta. E então desaparecem, com toques de mágica da autora.

É interessante e estranho ao mesmo tempo como as questões do livro se desenvolvem: a linha narrativa dos problemas no mundo mágico ocupa praticamente todo o espaço do livro, pelo menos da metade em diante, e o relacionamento que é vendido como o foco tem bem pouco espaço depois da longa introdução. Sim, sinto decepcionar, mas se você está buscando um romance focado inteiramente na dinâmica do casal e nos sentimentos que eles têm, está no lugar errado. A tensão passional entre Simon e Baz é existente e visível, mas perde muito espaço pra todos os outros personagens e assuntos que são contados em Carry On. Passa a ser uma das questões secundária da história, mesmo tendo começado como a predominante. Os sentimentos de um pelo outro só movimentam a trama no primeiro quarto do livro, e depois se diluem entre dilemas políticos e batalhas contra um inimigo.

Os personagens aqui não são exatamente marcantes ou originais, também. Os diálogos que eles têm são ótimos, sem dúvida, mas eles em si são mais do mesmo. Tirando Baz, é todo mundo uma sombra de seus equivalentes no mundo de Harry Potter. Ou, no caso de Agatha, uma sombra sem graça de ninguém que não vai pra lugar nenhum.

O maior problema de Carry On é se perder exatamente onde poderia ser um diferencial. Não em relação a outras fanfics de Draco com Harry, mas em relação à própria obra que se preza a parodiar. Se esse livro fosse apenas um romance entre Baz e Simon e tivesse as questões do mundo mágico como pano de fundo, ele estaria prestando para o que se propôs e então poderíamos analisar com base nisso. Ele teria uma boa desculpa para existir, de certa forma. Mas do jeito que é, Carry On é mais do mesmo. É a história de Harry Potter recontada. Trata-se de outro livro contendo guerra no mundo bruxo, um inimigo em comum ameaçando a escola de magia e amigos adolescentes com questões internas tentando impedi-lo. E Baz + Simon é um detalhe que ocupa menos que a metade dos capítulos.

O livro também tem frases ótimas que realmente soam incríveis quando citadas fora de contexto. Por exemplo: “You were the sun, and I was crashing into you.” Parece ser um símbolo de algo incrível que aconteceu com Baz e Simon, um troço muito intenso. Mas são só as frases mesmo, porque o que realmente acontece entre os dois é bem menos que isso.
Lucas 22/03/2019minha estante
Interessante... Não sabia que era uma "fanfic", embora suspeitasse da influência de Harry Potter. Talvez eu ainda leia... bem no futuro.




Laris @larisreads 03/06/2018

"You have to carry on like you will; otherwise, you can’t carry on at all"
Sabe quando você sabe que o livro vai ser bom porque você gosta do (a) autor (a), mas aí ele acaba sendo melhor do que você imaginou, e você fica num estado de ânimo inexplicável porque o livro foi além das expectativas? Foi assim que eu fiquei depois de terminar Carry On.

Eu achava que esse livro seria um pouco previsível (porque já dá para ter uma ideia de como é Simon Snow e sua história quando lemos Fangirl), mas a Rainbow trouxe algo totalmente novo e conseguiu me surpreender do início ao fim, eu tomei várias rasteiras enquanto lia.

Foi uma mistura perfeita de romance, mistério, aventura e humor. Sem falar que tem um mundo da magia completamente diferente de tudo o que eu já li (usar letras de músicas para fazer magia? SEN-SA-CIO-NAL!) Baz entrou pro top 10 de personagens, gente eu só queria um Baz na minha vida. Rainbow mostrou, mais uma vez, como ela é mestre em criar personagens marcantes, além do Baz, eu adorei a Penny (melhor amiga do Simon), ela é absolutamente incrível.

Eu terminei Carry On desejando que a Rainbow escrevesse mais sobre Simon e Baz, eu leria uma série inteira sobre eles. Cath, eu te entendo agora.

"I know Simon and I will always be enemies...
But I thought maybe we’d get to a point where we didn’t want to be"
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Laura Machado 13/09/2017

Apaixonante e viciante!
A versão que eu li desse livro tinha 517 páginas. E eu li 407 no mesmo dia. Acho que isso já dá pra deixar bem claro o quanto esse livro é divertido e viciante, né?

É muito estranho pensar que ele praticamente veio do livro Fangirl, já que eu gostei mil vezes mais dele! Quer dizer, o livro não é perfeito. Na primeira parte, que tem 150 páginas, parece que ele não está realmente indo para lugar nenhum. Não tem ainda um enredo certo, é mais uma super apresentação. Mas, mesmo quando ainda parecia não ter um sentido para a história, eu queria de qualquer jeito chegar até o primeiro capítulo pelo ponto de vista do Baz. E, depois que cheguei nele, não parei mais.

Sim, todos os personagens são divertidos, até mesmo o Simon! A Penelope é Hermione o suficiente para eu não ter me decepcionado, mas eu tinha que admitir que passei a história inteira correndo atrás dos pontos de vista do Baz, porque ele é o melhor. Ele é um sonho de personagem sarcástico, mal-humorado, arrogante e metido que é apaixonado secretamente pelo inimigo. E a melhor parte é que a Rainbow conseguiu manter a personalidade dele até o final, principalmente o jeito dele de "reclamar" do Simon. Sério, não teve um único capítulo dele que eu não amei! O Baz e a interação dele com o Simon fizeram o livro para mim. Esse ship valeu toda a história e me fez colocar Carry On na minha lista de favoritos. E o Baz na de personagens mais amados.

Depois da página 150, a história vai ganhando de pouco em pouco mais enredo. Desde o começo, dá para saber qual o propósito do livro, até, mas os acontecimentos não se focam nessa direção, então isso nem parece importar muito até começarem a aparecer peças importantes para a resolução. Já falei que adoro a interação de todos os personagens e me derreto pela do Baz com o Simon? Sério, eu não conseguia parar de ler esse livro, não porque queria ver como eles resolveriam tudo, mas só porque queria ler mais e mais cenas dos dois juntos.

O final foi muito bom, a autora soube explicar tudo e, apesar de ser um livro de fantasia, ainda me deu a sensação de estar lendo algo leve e contemporâneo. Não me decepcionei nem um pouco. É até engraçado lembrar que eu estava com um pouco de preguiça de ler, já que eram 500 páginas, e acabei em dois dias (e isso só porque eu precisava acordar hoje cedo, senão teria terminado ontem fácil!). Achei tudo bem explicadinho, até um pouco lúdico no começo, com o toque de paródia necessário, mas ao mesmo tempo bastante original! Simplesmente adorei o livro, me diverti horrores, shippei demais e fico tão, mas tão feliz de ter decidido ler!

Recomendo para todo mundo que está disposto a se apaixonar e mergulhar em um mundo de bruxos um pouco diferente do normal. E passar o livro inteiro sorrindo que nem bobo.
Andréa Araújo 13/09/2017minha estante
Ai que bonitinho! Acho suoer interessante ela escrever o livro que outra personagem dela fez! Sério, só pela ideia ja merece a leitura. E com essa resenha então, só me faz pensar em todo os livros da Rainbow !




Marina 14/08/2017

Dos três livros que li da Rainbow Rowell, este foi o que eu menos gostei. Acho que eu caí naquele problema das expectativas altas demais. Muita gente falou super bem desse livro e eu estava esperando demais dele.
O romance entre o Simon e o Baz é super fofo, mas até o Baz aparecer no livro eu estava achando bem chato porque a obsessão do Simon e seus chiliques por conta do Baz eram irritantes. Ok, depois o livro melhora, mas ainda assim, esse mundo de magia (óbvia alusão a Harry Potter) me cansou também.
No fim, o livro foi divertidinho, mas gosto bem mais dos outros títulos da autora.
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Max | @maxwelllalex 15/04/2017

Simon & Baz
Depois desse, (que é o quarto livro da mesma autora que leio) Rainbow Rowell com certeza entra na minha lista de autores favoritos. Claro que David Levithan é o meu soberano amado.
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Falk | @desfalkblog 22/03/2017

A fantástica inspiração de Rainbow Rowell
Não sei vocês, mas eu fico bem confortável quando percebo referências de um autor na obra de outro autor que estou começando a conhecer. Confesso: tinha um pouco de preconceito com Rainbow Rowell, porque eu sempre fico de rabo de olho quando chega um autor novo no mercado editorial e essa pessoa faz um sucesso desgraçado.

Mas, depois de saber que Carry On surgiu de uma fanfic de Harry Potter dentro de outro livro da Rainbow, isso me chamou muita atenção e meu inconsciente ficou gritando: VAI ATRÁS DE LER ESSA CARALHA AGORA.

Eu sou cauteloso com novos autores, principalmente autores que escrevem pra um público jovem – do infantil ao jovem-adulto. Tenho lá minhas razões pra isso, do tipo sentir que perdi tempo e dinheiro em determinados livros. E livro é caro e a gente precisa de vida social, então, sim, vou ser cauteloso sempre.

Com Rainbow Rowell não foi mesmo diferente. Depois de ouvir falar de Eleanor & Park, Fangirl e Ligações, eu fiquei com aquela cara de quem chupou limão, pensando “Hum, isso num é pra mim não!” Mas isso durou só até eu, enfim, ver alguém do booktube falando de Carry On: um romance LGBT com magia na contemporaneidade convivendo com tecnologia e dramas adolescentes. Basicamente, o sonho de qualquer fã gay de Harry Potter em poder ver alguma representatividade REAL na saga.

Passei alguns meses em breve desespero interno corroendo minhas tripas, perdendo várias meias horas do dia em sites nacionais e internacionais acompanhando o preço do livro em inglês. Isso porque a edição em português – Carry On: Ascenção e queda de Simon Snow – só chegou no Brasil pela editora Novo Século em junho de 2016, e ele já vinha correndo pelo mundo desde outubro de 2015. Acabei lendo em inglês e foi uma ótima experiência junto do audiobook, nada muito complicado de entender.

Resenha completa no Desfalk.

site: www.desfalk.com.br/a-fantastica-inspiracao-de-rainbow-rowell
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thaythaycool 07/02/2017

Surpreendente
Eu sabia que ia gostar, mas não sabia que ia gostar tanto!

É muito legal a forma que a mágica é descrita e feita, os personagens principais (menos a Agatha, ela é uma chata de marca maior). Livro maravilhoso! Primeira vez que eu tenho que me segurar pra não ler tudo de uma vez só é poder ficar mais tempo nessa história. E adorei a forma como foi desenvolvida a história de amor, passou bem longe do clichê.

Acabei de ler agora e já quero mais!

? Baz & Simon ?
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Dani 26/01/2017

Gostei bastante!
Quando li fangirl, não gostei das partes da fanfic. Então iniciei a leitura de "Carry on" já com um pé atrás, mas ao mesmo tempo com uma certa expectativa, já que havia visto muitas resenhas positivas. Acabei gostando bastante.
Achei o inicio bem confuso e arrastado.Tinha a sensação que estava lendo o terceiro livro de uma série sem ter lido os 2 primeiros , mas ao mesmo tempo, parecia que nada acontecia.
A construção de mundo é bem fraca e a forma como a magia é usada é bem bobinha ( para o meu gosto, pelo menos). Entretanto, quando pego um livro da Rainbow Rowell para ler, não estou esperando um grande livro de fantasia, então dei um desconto. A autora é famosa pela sua escrita fluida, pela construção de personagens e narração de seus relacionamentos, e isso, ela entrega muito bem. Adorei Simon, Baz e Penny, os personagens secundários também são bem cativantes. Apenas Agatha não me agradou.
Um outro ponto positivo é que esse foi o primeiro livro da autora em que fiquei bem satisfeita com o final. Já havia reclamado nas outras leituras que ela sempre termina tudo muito em aberto para o meu gosto, mas em "Carry on", finalmente tive o final que eu desejava.
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mardem michael 11/11/2016

Simon e Baz. Meu casal favorito da literatura.
“[...] Você ainda é Simon Snow. Ainda é o herói desta história.”
Rainbow Rowell conta nesse livro, a história de Simon Snow, um bruxo que estuda em Watford, uma escola de magia. Uma profecia coloca Simon como o escolhido, que irá exterminar o grande mal que assola o mundo magia. Simon odeia ser o escolhido. Baz, bruxo e vampiro, é seu colega de quarto e seu inimigo declarado. Baz também é gay. Até quando essa inimizade irá durar? Carry on é um misto de fantasia e romance muito bem construídos com uma narrativa cativante, comum nos livros da Rainbow. Sim. Este livro tem clara inspiração em Harry Potter o que pode incomodar no início, mas com o decorrer da história percebe-se uma autenticidade da obra. Amei a leitura!
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gabrielmarr 23/07/2016

CARRY IT ON ME
Tô no chão.
De longe um dos livros mais divertidos que eu já li.
Divertido de rir mesmo, muitas vezes parei a leitura para rir alto feito um idiota. (Não é um livro indicado para ler no trabalho. Não façam isso, crianças).
Foi uma delícia essa história. Uma fantasia tranquila, super leve, super natural. O livro acontece todo sem pretensão nenhuma, exceto talvez a profecia do escolhido. Mas até isso é tratado de um jeito maravilhoso porque todo mundo acha essa coisa de profecia meio sem noção, incluindo o escolhido. E mais uma vez, um final deliciosíssimo de ver, que mesmo que não tivesse sido tão bem escrito, valeria a pena só pela cara de pau de chegar lá e dizer: Quem disse que o final não pode ser esse? Quem disse que eu não posso fazer assim?
A coisa mais maravilhosa de tudo, a dinâmica incrível entre os personagens, que é a característica que eu mais aprendi a amar na Rainbow Rowell. Fale o que quiser, mas a bicha sabe escrever diálogo e sabe construir relação. Shippei muito, sem medo de ser feliz. Mais uma vez, é um livro em que fica muito claro o carinho que ela tem pelos personagens que ela cria. É muito bom ver isso.

Estou felicíssimo.
Beijos.
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Camille Moraes 13/04/2016

Rainbow é mágica! Carry On, Simon!
Simon Snow é pior dos "escolhidos" que o mundo já viu. Ele ama a mágica, mas não sabe como controlá-la e por ser considerado o mágico mais poderoso dos últimos tempos, ele vive um conflito. Quando criança, Simon, órfão, foi encontrado pelo diretor da escola de mágica de Watford e há 7 anos, lá é o seu lar - menos nas férias, pior época do ano para ele, que sente falta de tudo em sua escola, incluindo a melhor amiga Penny. De quem ele não sente falta é de Baz, seu maior inimigo e com quem divide o quarto.

Baz é de uma das famílias mágicas mais tradicionais e é filho da antiga diretora de Watford, que foi assassinada quando ele ainda era menino, em circunstâncias ainda misteriosas. Baz é um dos alunos mais populares de Watford e um dos motivos das brigas entre ele e Simon é o fato de Simon acreditar que ele é um vampiro e querer mostrar isso para todos - o que seria uma vergonha para Baz.

A comunidade mágica está passando por várias guerras, a principal delas sendo contra um poderoso e misterioso inimigo que ameaça toda a comunidade, o chamado Humdrum. Mesmo contra a vontade e o ego de alguns, eles acreditam que Simon é a única arma que têm. Simon também é o principal alvo dessa criatura.

Simon e Baz acreditam que serão inimigos para sempre e que o destino deles é uma batalha onde só um sairá vivo, porém, as coisas começam a mudar quando o espírito da mãe de Baz aparece para Simon com uma missão que coloca os dois em uma trégua enquanto buscam resolver esse mistério e ajudar a comunidade mágica na luta contra o Humdrum - com a ajuda valiosa de Penny, claro!

Nessa busca, eles vão desvendar segredos muito bem escondidos, enfrentar perigos e descobrir fatos inesperados sobre eles mesmos.
.

Carry On é mais uma história sobre um escolhido, sobre pessoas e criaturas mágicas e uma escola de magia, sim, mas aqui temos também o talento da Rainbow para criar personagens que não podemos não amar, diálogos inteligentes, situações inusitadas e feitiços engraçados. Também tem humor e um romance de fazer suspirar. Gostei do final e da sensação de conclusão da história, apesar de que eu não seria uma das pessoas a reclamar de uma continuação. Amei!

site: https://www.instagram.com/liecurti/
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Rachel C. 28/02/2016

Esse livro tem 5 estrelas não por que foi o melhor e mais bem escrito livro da literatura mundial.
Ele tem 5 estrelas por que me pegou, me conquistou e ó, vou amar esse livro durante muito tempo.
Esse livro é, pra mim, o cowboy bebop do romance YA.

Em um passado remoto eu curtia muito anime. Anime era algo tão difícil de conseguir, que qualquer um que aparecia era lindo e maravilhso. Eu amava todos!
Isso aconteceu até Cowboy bebop aparecer.
Cowboy bebop era tão superior a todos os outros, que tudo virou lixo automaticamente.
Passei alguns vários anos sem assistir anime graças a maravilhosidade de Cowboy bebop.

Carry on tende a ser o meu cowboy bebop de YA.
(Ok, vamos ser justos aqui. Rainbow Rowell é meu cowboy bebop.
No meu coração, tudo que ela escreve está vários níveis acima dos outros romances YA)

Gostei tanto do livro que precisei parar em várias partes por estar bom demais, e eu não me sentia suficientemente confortável (e preparada) pra aproveitar toda aqueles sentimentos bons de forma plena.
Gostei tanto do livro, que estou revendo todos os livros que eu dei 5 estrelas e fazendo um downgrade.
Gostei tanto do livro que o meu (ex)predileto dessa autora passou de "meudeus que super maravilhoso" pra "eh, just ok. Tem umas partes maravilhosas, mas de resto é apenas ok"

Pra falar do que se trata Cary On eu preciso falar primeiro de Fangirl, outro livro da autora (mas você não precisa ter lido Fangirl para ler Cary on)
Fangirl conta a história de Cath, que é uma garota tímida e anti-social que passa os seus tempos livres fazendo uma fanfic (chamada Cary On) da maior série de fantasia da atualidade: Harry Potter Simon Snow.
O oitavo e último livro da série está pra sair, e Cath corre pra finalizar sua fanfic.
No Simon Snow "original", Simon termina com sua namoradinha, e seu maior inimigo, o Draco Baz, é derrotado.
Na Fanfic da Cath, o Simon e o Baz se apaixonam.

Cary On não é a fanfic da Cath, mas conta o final de uma saga épica no qual o The Chosen One e o seu maior inimigo se apaixonam enquanto precisam acabar com o grande mal que ameaça a comunidade mágica.
Os primeiros 30% do livro são um tanto cansativos. A Rainbow Rowell precisa fazer toda uma construção de mundo e nos contar tudo que aconteceu nos anos anteriores ao livro.
O começo é uma grande comparação com Harry Potter. Quando tudo começa a engrenar e começamos a absorver todo esse mundo, a história da umas engasgadas porque caimos em mais outra comparação com Harry Potter.
Essas comparações vão ficando cada vez mais espaçadas até o ponto que o livro da uma guinada, ganha vida própria, as comparações com Harry Potter acabam e vira um genuino livro da Raibow Rowell. É quase como aprender a dirigir.
No começo você mal consegue ligar o carro, depois ele pula bastante, c tem umas frustrações e em algum tempo você está dirigindo em estradas. (a diferença é que cary on é melhor que dirigir)
O Forte da Rainbow Rowell são os personagens defeituosos (e reais), suas descrições maravilhosas de pessoas, e a construção e evolução de relacionamento entre personagens (seja amoroso ou amistoso).
Nesse livro ela deu o seu melhor em todos esses três itens.
O desenvolvimento do relacionamento entre o Baz e o Simon é muito bem feito e é fácil se apaixonar por ambos.
O Amizade entre o Simon e a Penny também é muito bem escrita. Costumamos a ver sempre o desenvolvimento de relacionamentos amorosos primorosos, mas uma amizade sólida é algo raro de encontrar.
Não consigo dar outra nota além de 5. Nesse momento estou voltando pra reler os capitulos favoritos
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Vitor 23/01/2016

Surpreendente!
Personagens que saíram de outro livro, que nele é uma fic de uma história que é "paródia" de outro livro.Confuso, mas funciona! No começo tudo parece meio ridículo, até porque não esperava muito coisa. Nem dei atenção para a fic da Cathy quando li fangirl. Principalmente por causa das comparações que você faz com Harry Potter. No entanto, a história vai tomando forma e se distanciando da sua fonte. Tanto de Harry Potter quanto de Fangirl. Acaba se tornando uma desconstrução do gênero (daqueles histórias com "o escolhido" e até mesmo de histórias com magia) que eu sinceramente achei brilhante. É mais ou menos como Madoka Magica é uma desconstrução do gênero mahou shojo (desculpa aí a comparação Otaku, mas precisava fazê-la!). Enfim, amei. Amei os personagens. Amei a ideia. Ameia a narração. Amei o romance. Rainbow não é uma escritora de ação, mas ela se sai bem. O livro não precisa de mais ação. Melhor livro da Rainbow, sem dúvida. Espero que ela decida escrever uma continuação porque preciso mais de Simon e Baz (e Penélope) na minha vida.
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Gabriella 22/01/2016

Favorito dos favoritos!
Tem como colocar esse livro como o favorito dos favoritos? Tem magia, personagens divertidos e mesmo sendo um livro sobre guerras e ter uma pegada dark é o MAIS DIVERTIDO QUE EU JÁ LI.
Se você já leu algum livro da Rainbow Rowell, sabe que esta é a primeira fantasia da autora. Uma coisa tenho que dizer, esse livro se entrega que é dela. São personagens daquele bom e velho estilo Rowell, jogados em um mundo mágico e essa combinação não podia funcionar mais!

Eu pessoalmente não curtia os trechos Simon Snow em Fangirl. Na maioria das vezes passava os olhos pra ver se tinha algo interessante. Quando terminei, até jurei que não leria Carry On. Porém, é algo totalmente diferente nesse livro. Em Fangirl temos Simon Snow do jeito Cath e Gemma, mas nesse temos o jeito Rowell. (e AIMEUDEUS como eu amo o jeito Rowell!)
Acho que teria sido legal ler Carry On antes de Fangirl, mas, de qualquer jeito, são livros TOTALMENTE independentes.

Coisas que mais gostei:
- Os pontos de vista muito bem desenvolvidos. Não é daqueles que parece a mesma pessoa falando.
- Os relacionamentos pré existentes e como, ao longo do livro, é mencionado coisas sobre a amizade do Simon e da Penny anos antes, como o Fulano conheceu o Cilicano e tudo mais... Coisas que já eram de tal jeito e de tal jeito continuaram.
- O mundo mágico e seu sitema. Nunca vi alguém desenvolver algo tão diferente e novo em um único livro.
- Os personagens divertidos, reais e que entram no seu coração e parecem que nunca vão sair.
- A pegada Harry Potter no começinho até existe, mas o livro toma um caminho totalmente diferente.

Quando a Rainbow anunciou esse livro no twitter ela disse que seria uma história de amor. Foi uma das coisas que me fizeram torcer o nariz, mas, eu juro, tudo se complementa. Para mim foi mais que só uma história de amor. Foi uma história sobre amor e guerras, política, amizades e sobre ser adolescente.

Admito que as primeiras cento e poucas páginas não fluíram pra mim tão bem quanto o resto do livro, mas, não consigo dar a Carry On menos que 5 estrelinhas brilhosas.
Simplesmente amei, adoraria poder falar sobre outras coisas, mas... SPOILER

Apesar de não estar disponível em português ainda, a Novo Século já anunciou que o lançamento de Carry On no Brasil acontece esse ano! UHUL

Divertido, cativante e que realmente nos faz entender como a Cath se sentia! Virou um favorito pra toda vida
Vitor Pitta 27/01/2016minha estante
Eita, favorito dos favoritos é um título em tanto. Interessei kk




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