A Bela e a Fera

A Bela e a Fera Madame de Beaumont
Madame de Beaumont
Madame de Villeneuve




Resenhas - Bela e a Fera


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Renatinha 17/08/2018

MIL VEZES MELHOR QUE A VERSÃO DA DISNEY
Sei que estou atacando um dos maiores estúdios do planeta, mas que adaptação funesta do conto original! A autora que escreveu a Bela e a Fera da à história um soberbo enredo que torna tudo mais interessante! A uma trama fantástica que envolve Bela e sua Fera (o príncipe) e quando pensamos que tudo vai terminar em casamento, descobrimos uma outra realidade sobre a vida da Bela que é a cereja do bolo! POR QUE ainda não fizeram uma série do livro original? É FANTÁSTICO!
Natália 14/09/2018minha estante
Eu concordo: pq n fizeram uma adaptação do livro original??


Renatinha 24/09/2018minha estante
Exato!! Podiam fazer qualquer tipo de adaptação que eu iria amar!!




Camille.Pezzino 24/04/2019

OS SONHOS ENTRE BELEZA E MONSTRUOSIDADE
A narrativa elaborada por Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve é considerada por todos – e assim conhecida – como o conto original de A Bela e a Fera (1740). Ao contrário das demais histórias que se baseiam nesse enredo, parece-me que essa é a versão mais completa e complexa já criada, visto que a maioria das outras narrativas se baseiam na versão resumida feita por Beaumont (1756).

Os detalhes trabalhados nessa trama, que jazem esquecidos pelas demais, são muito elaborados e surpreendentes, sendo um enredo tão bem encaixado que, ao esquecer um detalhe na adaptação, é possível que a narrativa perca o sentido. Talvez também seja por conta disso que a versão de Beaumont seja a mais revisitada, na hora de criar adaptações do conto, do que a de Villeneuve.

O princípio da trama conta a respeito de uma família rica que perde todas as posses e precisa viver no campo, pois não podem mais suportar a cidade, seja pela falta de luxo ou por toda a exclusão social de alguém que deixou de fazer parte da elite. Nesse momento, a obra explora o interesse humano e como as relações podem ser frágeis quando o incentivo se perde, no caso, o monetário.

A história adaptada por Beaumont segue a mesma linha, comentando sobre as invejas das irmãs e a existência de todos esses irmãos que existem dentro da narrativa de Villeneuve. Até esse ponto, todos estão aconchegados e conhecedores o suficiente para saber como se desenvolve.

Entretanto, o resto da narrativa possui aspectos muito distintos do que conhecemos da narrativa, e que são muito importantes para o desenvolvimento da história. Além disso, também são detalhes extremamente simbólicos, como os sonhos.

Bela, assim chamada por sua aparência e por sua bondade, ao se hospedar na casa da Fera em troca da vida de seu pai, que parou lá – ao contrário do desenho animado da Disney (1991) – por roubar uma rosa para presentear a filha, possui diversos sonhos. A cada noite, naquele mesmo castelo em que está aprisionada, ela sonha com um belo homem.

QUER SABER MAIS? ACESSE EM: https://gctinteiro.com.br/resenha-80-os-sonhos-entre-beleza-e-monstruosidade/

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Aida.Carla 28/07/2019minha estante
Olá, acabei de cadastrar uma nova tradução. Talvez você se interesse.




Tinúviel 19/06/2018

Eu cresci lendo, inúmeras vezes, a versão de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont. Até antes de ler esse livro desconhecia a existência de uma outra versão do conto. O filme francês ,com a Léa Seydoux, parece ter bebido mais da versão da Gabrielle-Suzanne Barbot. E eu gostei mais dessa também, foi uma grata surpresa para mim.
Renatinha 16/08/2018minha estante
Finalmente achei alguém que curte a versão francesa (inclusive o filme). Ainda não terminei o livro, mas o conto original é muito melhor e mais amplo!




Renata (@renatac.arruda) 09/04/2017

Por que A Bela e a Fera não é sobre Síndrome de Estocolmo
Trecho:

"Escrita por Gabrielle Villeneuve, e mais tarde adaptada em conto educativo para crianças por Madame Jeanne-Marie de Beaumont, a história original de A Bela e a Fera é um romance voltado para o público adulto. Nela, o príncipe se torna uma Fera não como lição de humildade, mas devido a uma vingança cometida por uma bruxa que se apaixona por ele e não pode desposá-lo. Ele não se torna uma Fera por ser selvagem, mas sim para se tornar um pária da sociedade.

Uma das inspirações da vida real real pode ter sido a historia do espanhol Pedro González, nascido com hipertricose, a chamada "síndrome do lobisomem". Pedro não recebeu educação formal até os 10 anos de idade, quando foi vendido pelo próprio pai ao rei Carlos I da Espanha. Tendo o navio em que viajava sido atacado por piratas franceses, estes o mandaram para o rei Henrique II, da França, como animal de estimação - naquela época, possuir criaturas provenientes de terras distantes era simbolo de status e fonte de prestígio para seus "proprietários".

Nos domínios de Henrique II, o rei francês resolveu submetê-lo a uma experiência para saber se ele poderia ser humanizado. Assim, Pedro ganhou o nome latino de Petrus Gonsalvus, foi vestido com roupas nobres e recebeu educação sofisticada. Surpreendendo a corte, Pedro aprendeu a ler, a escrever, a falar várias línguas e agir com etiqueta - afinal, era um ser humano como qualquer outro. Dessa forma, o rei passou a pagá-lo para que prestasse serviços diplomáticos junto a estrangeiros na corte. Com a morte do rei, a viúva Catarina de Médici resolveu casá-lo com uma bela mulher -- curiosidade era saber se o casal poderia gerar filhos e como eles nasceriam. A noiva, que desmaiou ao avistar Pedro pela primeira vez, acabou se acalmando devido aos bons modos do marido e viveram em uma relação amorosa e um bom casamento, segundo conta a história.

A partir disto, fica mais fácil entender como a Fera é uma metáfora para uma pessoa marginalizada pela sociedade e vista como uma besta, neste caso, devido a uma condição física atípica. Quando a bruxa transforma o príncipe em Fera, ela não o condena a ser mau nem grosseiro, nem ele era nada disso antes da maldição. Ela retira dele as características físicas humanas e ainda o obriga a se mostrar como uma pessoa burra, justamente porque se Bela descobrir que na verdade a Fera é um ser inteligente e refinado, pode se afeiçoar a ele. A única coisa de terrível que a Fera possui é sua aparência e Bela é a mulher predestinada a enxergar o ser que existe além disso, o que ela de fato faz, devido a sua natureza piedosa e compreensiva."

Texto completo: http://prosaespontanea.blogspot.com.br/2017/04/por-que-bela-e-fera-nao-e-uma-historia.html


site: http://prosaespontanea.blogspot.com.br/2017/04/por-que-bela-e-fera-nao-e-uma-historia.html
Ju 10/02/2018minha estante
Já vi uma teoria que A Bela e a Fera é inspirada no mito de Eros e Psiquê também




Ana :) 29/11/2016

Uma história, centenas de alegorias
Já conhecia a versão clássica da Bela e a Fera, mas só fui ler a versão original da história (um breve romance dividido em três partes) nessa edição da Zahar.
Com certeza foi uma das leituras que mais me surpreenderam nos últimos tempos. Não fazia ideia de que a versão original era tão rica, repleta de personagens e enredos entrelaçados. Madame de Villeneuve constrói um universo próprio para sua história (muito antes disso virar moda) e consegue desenvolver uma trama intrincada, com múltiplas possibilidades de interpretação.
Recomendo fortemente que todos aqueles que criticam essa história baseados apenas no(s) filme(s) da Disney ou na versão clássica de Madame de Beaumont não se privem da oportunidade de conhecer o romance que as originou, cujo enredo, ao contrário das adaptações que a ele se seguiram, não é apoiado em sexismo ou preconceitos. Pelo contrário, há críticas e discussões muito claras sobre essas problemáticas.
Uma leitura que era apenas para me distrair e sanar uma "dívida literária" acabou me colocando para pensar...e é assim que deve ser, não? :)
Lua 13/09/2017minha estante
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Caroline 28/12/2016

Interessante, mas ainda prefiro a versão da Disney
A Bela e a Fera é, sem dúvidas, meu conto de fadas preferido da Disney. Sempre me encantei com a transformação da Fera através da bondade da Bela e com a mensagem de que o amor e pequenos gestos de carinho podem mudar as pessoas.

A edição da Zahar traz duas versões do conto e diz, inclusive, que a história pode ter sido baseada em fatos reais, numa suposta fera. A versão mais conhecida e a que deu origem ao desenho da Disney é de 1756, uma adaptação de Madame de Beaumont da versão "original", escrita por Madame de Villeneuve em 1740. A "original" tem cerca de 160 páginas e um linguajar mais adulto, enquanto a chamada "clássica" é bem curtinha, menos de 30 páginas, e claramente voltada para o público infantil.

A clássica é parecida com a história que conhecemos, mas com muitos detalhes diferentes e bem menos românticos. Não temos a mendiga que transforma o príncipe em Fera, não temos Gaston, que enciumado tenta matar a Fera, não temos os objetos falantes e a linda e gigantesca biblioteca não passa de uma estante. As circunstâncias que levam o pai de Bela ao castelo são diferentes da do filme, assim como a que leva Bela a rever o pai e a decidir retornar para a Fera. A Bela, prisioneira da Fera, recebe todas as noites um pedido de casamento, o que deixa tudo muito forçado.

A versão original começa maravilhosamente bem, com um linguajar elegante, rica em detalhes e parecia que ia me conquistar. Mas... não foi bem assim. Até a metade a história vai bem, mas depois se perde em um mar de explicações mirabolantes e uma genealogia confusa. A Bela era uma princesa (e prima da Fera) e a bruxa era uma fada que criara o príncipe; havia ainda uma segunda fada, que comandava os sonhos (muitos sonhos) da Bela para que ela se apaixonasse pela Fera e, assim, quebrasse o feitiço. Ou seja, não há aquela transformação natural que tanto me encantou no filme da Disney. A Bela, simplesmente, do nada, puff, se apaixona pela Fera, que incansavelmente lhe perguntava todas as noites se Bela aceitava "dividir o leito com ela".

Gostei do fato de que as histórias são contadas sem que ninguém tenha um nome próprio. As pessoas são a bela, a fera, a fada, a rainha, o velho, as irmãs. Gostei, no geral, do texto e adorei as ilustrações (coloridas!) da edição da Zahar. No entanto, não senti que a Fera merecia, nem por um segundo, o amor da Bela. Nem tampouco senti que a Bela havia se apaixonado, afinal, nem tinha um porquê!

Não levem minhas palavras tão a sério, não é tão ruim assim, rs, apenas me decepcionei um pouco. [Poxa, cadê o amor da Bela pelos livros?! Cadê a magia?!] Contudo, foi bom conhecer a história original. Nada de extraordinário, apenas interessante.

3/5 corações
3.5/5 estrelas

site: www.historiadepapel.com.br
Andreza 13/03/2017minha estante
Eu estava presa à história até chegar na parte da história da Fera. Viajei daquela parte até o final. haha




Bella 02/04/2017

A Bela e a Fera de Madame de Beaumont
Se tem um conto de fadas em voga esse ano é A Bela e a Fera, do francês La Belle et la Bête que terá um filme de protagonizado por ninguém menos que Emma Watson, com estreia marcada para essa semana. Certamente a lembrança que comumente vem a nossa memória quando citamos esse conto é o filme que salvou a Disney no ano de 1991, mas hoje não vamos falar sobre nenhum dos dois e sim sobre a história clássica que deu origem aos filmes e popularizou o conto.

Em 1756 a escritora francesa Jeanne-Marie Leprince de Beaumont registrou a história mais conhecida da Bela e a Fera. A autora era filha de um pintor de classe média e teve uma vida amorosa movimentada segundo alguns biógrafos, algo totalmente incomum para a época e que talvez possa ter influenciado a sua versão da história, além de ter sido uma famosa preceptora e ter conhecido e mantido contato com ninguém menos que Voltaire, Madame de Beaumont teve inúmeros livros publicados que exerceram influências no comportamento das moças até meados do século XIX.

A história do conto é bem curta se comparada com a versão “original”, não passa de umas 12 páginas de A4, você pode ler em uma sentada, é também uma visão um tanto quanto moralista de alguns valores, que estão bem mais visíveis que no filme da Disney, há uma passagem em que a Bela reflete consigo mesma:

“Que maldade a minha”, disse consigo mesma, “fazer sofrer um animal tão generoso para mim! É culpa sua se é tão feio? E o que importa se carece de inteligência? Ele é bom, isso vale mais que todo o resto. Por que me recusei a me casar com ele? Eu seria muito mais feliz com ele do que minhas irmãs com seus maridos. Não é nem a beleza, nem a inteligência do marido que faz a mulher feliz, são a bondade do caráter e a virtude, e a Fera possui todas essas boas qualidades. Não sinto amor por ela, mas estima amizade e reconhecimento. Vamos, não posso faze-la infeliz! Eu me culparia a vida inteira pela minha ingratidão”.

Dizer que é uma visão moralista não quer dizer que é ruim, ou talvez seja, cabe a cada um pensar sobre isso, é apenas algo que está explicitado ao extremo. Há uma presença muito forte da religião no nome de Deus que é utilizado várias vezes durante a história.

O corpo básico da história é a mesma na maioria das versões: Bela é a filha mais nova, bonita e simpática de um senhor que é um comerciante muito ric
o, ela tem no mínimo duas irmãs geralmente (no conto há irmãos também) que se diferenciam muito dela em questão de caráter e de beleza. O pai perde a maior parte dos bens por conta de naufrágios ou roubos dos navios com as mercadorias e descobre que um navio acaba atracando, com isso ele se dirige ao porto, não sem antes perguntar o que suas filhas desejam que ele lhes traga, enquanto as irmãs pedem roupas, Bela pede apenas uma rosa. Descobrindo que não há muito o que salvar retorna para casa, mas se perde no meio do caminho e vai parar em um castelo vazio, mas com uma mesa farta de comidas e acaba por passar a noite ali. No dia seguinte quando está indo embora passa por um jardim e colhe uma rosa e nesse momento a Fera aparece dando a ele a escolha de morrer ou deixar uma filha sua no castelo e obviamente Bela se oferece para ir. Passa um tempo com a dama no castelo em que toda noite a Fera a pede em casamento e ela se recusa dizendo que não gosta dele além de como um amigo (olha a friendzone aí gente). Um certo dia ela vê seu pai muito triste e sozinho e pede para visita-lo, nisso a Fera lhe pede apenas que volte em uma semana, suas irmãs conseguem fazer com que ela ultrapasse o tempo e com isso a Fera caí em tristeza. Bela se dando conta dessa situação volta ao castelo e diz que o ama, ele vira príncipe e viveram felizes para sempre.

Quem cresceu assistindo a versão animada da Disney vai estranhar alguns elementos, por exemplo: no conto original não há um Gastão, o pai da Bela não é um inventor, a família da Bela vai para uma fazenda quando perdem quase tudo, ou seja, não há tanto contato com os aldeões, Bela não é uma leitora assídua como no filme, apesar de ler. Contudo o essencial da história permanece na maioria das representações e a história que perpassou os séculos continua viva em nossa cultura. Por que ler a Bela e a Fera de Madame de Beaumont? Porque ali está a base da história e conhecer onde tudo começou é essencial para entender como essa história durou tanto tempo sem cair no esquecimento.

site: http://eitacast.com.br/a-bela-e-a-fera-de-madame-de-beaumont/
Juliana 13/08/2017minha estante
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Carol M 19/05/2017

Um velho amigo novas surpresas
Esse livro me chamou atenção pelo motivo óbvio, Bela e a Fera! Eu amo o clássico, mas nunca tinha lido a história original, então atiçou minha curiosidade. O livro em si é dividido em 3 partes. A introdução, onde contam que a história original provavelmente foi baseada em alguns fatos reais (o que eu achei muitoooooo interessante), eu jamais tinha ouvido falar isso, e convenhamos, é difícil imaginar que uma fera pode ter sido baseada em fatos reais não é mesmo? Mas pelo visto foi isso mesmo que aconteceu, já que a semelhança entre a história original e os acontecimentos reais é bem pontual e perceptível. Ainda na introdução fala um pouco sobre as duas autoras que escrevem as versões mais conhecidas, a original, escrita por Madame de Villeneuve e a Madame de Beaumont autora do conto feito para crianças, que acredito que tenha dado origem ao clássico da Disney.

A segunda parte do livro mostra o conto infantil, que na minha opinião é bem curto e sinceramente, muito pobre em detalhes. Entretanto, para um conto daquela época realmente deveria ser inusitado. Já a terceira parte do livro é a história original, a primeira história da “Bela e a Fera” (que convenhamos é o que todos queremos ler quando compramos esse livro).

AAAAH o que falar dessa história? Até certa parte não tem muitas novidades, é mais ou menos tudo aquilo que já escutamos ou vimos. Porém, a história ganha muitooo em conteúdo no final, depois que a Bela e a Fera aceitam seu amor. Eu não fazia ideia de que tinha uma outra história GIGANTE por trás da Bela e da Fera. Vale muito a pena ler o livro inteiro só pra saber, e acho que deveriam fazer um filme contando a história real, seria incrível. Eu encontrei muitas referências dessa versão no clássico da Disney. Além disso tudo é muito legal ver as referências sobre os mitos de fadas, bebes trocados entre outras coisas.

Não dei 5 estrelas porque o livro se torna repetitivo, pois o início dos contos é bem parecido e eu realmente não gostei das ilustrações, toda hora aparecia uma Bela e uma Fera diferentes, não consegui me apegar!

Para mais resenhas link abaixo

site: www.blogcontracapa.com.br
Renatinha 17/08/2018minha estante
Eu acho que a história original dava uma minissérie muito da boa! Principalmente por causa do universo das fadas! E concordo com você sobre as ilustrações!




Amanda @LittleCruella 26/02/2018

A Bela e a Fera por LittleCruella
Nesse livro encontramos algumas histórias sobre a Bela e a Fera, são umas quatro ou cinco histórias não me lembro bem, mas são a mesma coisa, mudam algumas coisas no meio mas é o mesmo conto, achei uma leitura tão chata gente, vocês não fazem ideia do quanto, ler várias vezes as mesmas coisas não é legal como assistir um filme ao qual gostamos várias e várias vezes, a leitura ficou tão chata depois da segunda história que eu comecei a ler empurrado e me cansei.. Fui lendo lendo, quando acabei o livro eu dei um suspiro de ' Finalmente terminei essa coisa ' A capa é linda isso devo confessar, mas gente sério não gastem seu dinheiro com esse livro se não for pela capa e quem goste muito mais muito mesmo da história, por olha ooo leitura mais chata. O primeiro conto eu li bem, gostei até tava achando que o livro prometia bastante, mas ai chegou o segundo conto com a mesma história e pequenos detalhes diferentes, de boa continuei lendo, ai veio o terceiro conto nisso eu fiquei louca, queria desistir mas não fui forte e continuei. Lembrando que essa é a minha opinião..

site: https://www.instagram.com/littlecruella/
Lua 20/04/2018minha estante
Esse livro conta apenas duas histórias, a versão original e a versão clássica, sendo que esta última é bem curtinha.




Brenda 20/01/2019

Clássico!!!
É um livro clássico, como nunca tinha lido, achei um pouco cansativo, mas a bela e a fera é a história que mais amo, então li bem rápido, esse livro tem duas versões da autora, uma mais curta, e a outra mais longa e com mais aventuras dos dois. Amei, gostei de conhecer a verdadeira história de a bela e a fera s2
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Cris 04/04/2017

Um clássico é um clássico!
"Consegue imaginar… eu esposa daquele brutamontes, ignorante?"

A história de 'A Bela e a Fera' não deve ser novidade para ninguém, além do nostálgico desenho da Disney, recentemente uma nova adaptação cinematográfica tocou o coração de milhares de fãs. Mas, você conhece a verdadeira trama por trás de todo encanto que estamos acostumados a ver nas telonas?

Na versão original de 1740 escrita por Madame de Villeneuve, Bela é a caçula de doze irmãos, e, por ser a mais inteligente e doce de todos, tem um lugar especial no coração de seu pai, um comerciante falido que após perder toda sua riqueza, se viu na obrigação de se mudar com todos os filhos para uma cidadezinha perto de uma floresta. Um dia quando decidido regressar a metrópole para conferir se o restante de suas mercadorias haviam retornado com segurança ao porto, todas suas cinco filhas exigiram do pobre presentes caros e totalmente supérfluos, indignada, Bela pediu uma simples rosa, nada mais. A viagem sofreu uma sequência de infortúnios e o comerciante teve de voltar para seus filhos mais pobre do que foi. No regresso acabou encontrando um lindo castelo aparentemente abandonado e viu nele a chance de descansar um pouco antes de voltar para casa. No dia seguinte, ao fundo do castelo encontrou um pequeno jardim e lembrou do pedido de sua filha mais nova, mas, antes que pudesse colher uma única rosa, uma terrível Fera apareceu pronta para matar o comerciante, que pediu misericórdia. A Fera por sua vez aceitou o pedido do homem se o mesmo lhe entregasse uma de suas filhas, especificamente aquela que solicitou a rosa...

Notou alguma semelhança? Um pouco, né? Porém, elas acabam por aí. Ao longo dos capítulos vamos conhecer uma história totalmente diferente e, obviamente, menos romanceada. Madame de Villeneuve me surpreendeu ao revelar o passado de Bela e o real motivo do príncipe ter sido amaldiçoado, quão rica e tão mais marcante é essa história. Claro que eu não contarei os pormenores da trama, no entanto, posso dizer que vocês vão estranhar. Sobretudo gostar.

Já a versão clássica de Madame de Beaumont foi escrita em 1756, a história inicialmente é a mesma, porém seu final em nada tem a ver com a versão original. Na verdade, foi esta quem inspirou o desenho e sucessivamente o filme da Disney. Por ser menor e sem muitos detalhes, acabou caindo no gosto do povo e sendo readaptada inúmeras vezes. Se me perguntassem qual prefiro, logicamente, ficaria com a primeira versão, contudo, analisando a época na qual as duas histórias foram escritas, devo e preciso tirar o chapéu para as duas madames rs!

"As que são as mais difíceis, são as mais doces presas.”

A escrita de ambas autoras é de fácil entendimento e, embora tenha sim uma palavra ou outra desconhecida, em nenhum momento me senti perdida ou receosa por continuar a leitura, posso até dizer que fiquei bem curiosa e encantada com a maneira de cada uma contar essa história que de longe é meu conto de fadas favorito. Levando o contexto geral para um nível metafórico, as entrelinhas de fato emocionam, eternizam e engrandecem o enredo. A Fera que, aparentemente, amedronta e simboliza o que é feio, na verdade guarda dentro de si a maior riqueza da vida: a bondade e a generosidade.

"O senhor é mesmo muito bondoso - disse Bela. - Tanta generosidade me comove. Quando penso nisso, o senhor não me parece mais tão feio.
- Oh, senhorita, é verdade! - respondeu a Fera. - Tenho o coração bom, mas sou um monstro.
- Há muitos homens mais monstros que o senhor - disse Bela -, prefiro o senhor com sua feiura àqueles que, sob a pele humana, escondem um coração falso, corrompido e ingrato."

Não poderia terminar esta resenha antes de parabenizar o excepcional trabalho da editora Zahar, além da edição ser em capa dura e toda ilustrada, temos as duas versões da história. E não somente, também temos a cronologia de vida e obra das autoras. Sem dúvida, este livro é belíssimo, item obrigatório em todas as estantes.
Bem, indico a leitura a todos, nem entrarei nesse mérito.
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Ka 01/03/2017

A história real
Em "A Bela e a Fera" somos deparados com duas versões da história: o conto de fadas como conhecemos desde criança e a história original.

A leitura foi bem impolgante apesar de achar que 240 páginas para a história seria muito massante, mas, ao contrário, a história original traz muitos episódios desconhecidos por mim e que me impressionou muito. Vale a leitura!
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Ana Paula 27/06/2017

Versão original
Adorei a versão original dessa linda história saída das mãos de uma francesa. Os mil e um detalhes de um verdadeiro conto de fadas.
Gostei muito da introdução que explica a origem dessa história, tendo sido baseada em uma história real de um homem peludo da corte de Catarina de Médici.
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Vivi 27/03/2017

Muitas surpresas
Aproveitando o momento que a Disney lançou o novo filme live-action da Bela e a Fera com Emma Watson, o que trouxe novamente a atenção para a história que é um clássico, achei esse livro da Zahar e fiquei encantada. O livro, que tem uma capa linda, traz as duas versões da história, a da Madame de Beaumont e a da Madame de Villeneuve. E antes de apresentar as duas histórias o livro nos traz um pouco da vida que tiveram as duas autoras, as histórias e livros que seguiam a mesma linha e podem tê-las inspirado, incluindo um caso real de um homem chamado Pedro Gonzalez que possuía o corpo e o rosto coberto por pelos.
Gostei bastante dessa introdução e apresentação.
Quanto às duas versões gostei bem mais da que foi escrita por Madame de Villeneuve. Para quem acha que não há surpresas por já conhecer a história por meio dos filmes está enganado. Há muitas surpresas uma vez que essa versão de Madame de Villeneuve é bem diferente, há personagens que não aparecem no filme, bem como situações que foram modificadas e o próprio motivo do príncipe ter se tornado uma fera é bem diferente no livro.
Recomendo!
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