A Bela e a Fera

A Bela e a Fera Madame de Beaumont
Madame de Beaumont
Madame de Villeneuve




Resenhas - Bela e a Fera


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Ka 01/03/2017

A história real
Em "A Bela e a Fera" somos deparados com duas versões da história: o conto de fadas como conhecemos desde criança e a história original.

A leitura foi bem impolgante apesar de achar que 240 páginas para a história seria muito massante, mas, ao contrário, a história original traz muitos episódios desconhecidos por mim e que me impressionou muito. Vale a leitura!
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Tinúviel 19/06/2018

Eu cresci lendo, inúmeras vezes, a versão de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont. Até antes de ler esse livro desconhecia a existência de uma outra versão do conto. O filme francês ,com a Léa Seydoux, parece ter bebido mais da versão da Gabrielle-Suzanne Barbot. E eu gostei mais dessa também, foi uma grata surpresa para mim.
Renatinha 16/08/2018minha estante
Finalmente achei alguém que curte a versão francesa (inclusive o filme). Ainda não terminei o livro, mas o conto original é muito melhor e mais amplo!




Ana Paula 27/06/2017

Versão original
Adorei a versão original dessa linda história saída das mãos de uma francesa. Os mil e um detalhes de um verdadeiro conto de fadas.
Gostei muito da introdução que explica a origem dessa história, tendo sido baseada em uma história real de um homem peludo da corte de Catarina de Médici.
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Renatinha 17/08/2018

MIL VEZES MELHOR QUE A VERSÃO DA DISNEY
Sei que estou atacando um dos maiores estúdios do planeta, mas que adaptação funesta do conto original! A autora que escreveu a Bela e a Fera da à história um soberbo enredo que torna tudo mais interessante! A uma trama fantástica que envolve Bela e sua Fera (o príncipe) e quando pensamos que tudo vai terminar em casamento, descobrimos uma outra realidade sobre a vida da Bela que é a cereja do bolo! POR QUE ainda não fizeram uma série do livro original? É FANTÁSTICO!
Natália 14/09/2018minha estante
Eu concordo: pq n fizeram uma adaptação do livro original??


Renatinha 24/09/2018minha estante
Exato!! Podiam fazer qualquer tipo de adaptação que eu iria amar!!




Vivi 27/03/2017

Muitas surpresas
Aproveitando o momento que a Disney lançou o novo filme live-action da Bela e a Fera com Emma Watson, o que trouxe novamente a atenção para a história que é um clássico, achei esse livro da Zahar e fiquei encantada. O livro, que tem uma capa linda, traz as duas versões da história, a da Madame de Beaumont e a da Madame de Villeneuve. E antes de apresentar as duas histórias o livro nos traz um pouco da vida que tiveram as duas autoras, as histórias e livros que seguiam a mesma linha e podem tê-las inspirado, incluindo um caso real de um homem chamado Pedro Gonzalez que possuía o corpo e o rosto coberto por pelos.
Gostei bastante dessa introdução e apresentação.
Quanto às duas versões gostei bem mais da que foi escrita por Madame de Villeneuve. Para quem acha que não há surpresas por já conhecer a história por meio dos filmes está enganado. Há muitas surpresas uma vez que essa versão de Madame de Villeneuve é bem diferente, há personagens que não aparecem no filme, bem como situações que foram modificadas e o próprio motivo do príncipe ter se tornado uma fera é bem diferente no livro.
Recomendo!
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Cacau 04/04/2017

Crítica A Bela e a Fera
Crítica: Olá gente!!!! Como eu acho que todos vocês já sabem está passando no cinema a nova versão do filme da Disney "A Bela e a Fera" e eu fiquei maravilhada com o resultado quando fui ao cinema, e pretendo assistir mais algumas vezes para conseguir absorver quanta beleza e felicidade algo tão simples como um remake da minha infância pode me trazer. Eu acho que esse é o conto de fadas preferido de muita gente por aí, então quando saiu ano passado a notícia que o filme seria lançado em março desse ano eu fiquei animada para assistir, quando eu soube, então, que a Emma Watson faria o papel da Bela, aí eu fiquei morrendo de ansiedade. Quando a Zahar lançou esse livro, eu o comprei imediatamente, para poder entender um pouquinho mais desse universo.
Como vocês viram na sinopse, esse é um livro composto por dois contos, um bem curtinho escrito em 1756 por Madame de Beaumont e que é bem próximo da versão que conhecemos da Disney, ele foi escrito para crianças. Já o segundo conto é bem mais longo, escrito em 1740, 16 anos antes do anterior, por Madame de Villeneuve que é a primeira e original versão desse clássico, é um conto claramente voltado para adultos.
Mas para mim, a parte mais interessante do livro foi a introdução, nela Rodrigo Lacerda compara os dois contos, nos trás uma breve biografia das duas autoras e nos conta uma provável inspiração verídica para essa história.

Os contos de fadas escritos por mulheres muito frequentemente enalteciam os ideais do amor, da fidelidade e do tratamento justo entre os dois sexos, denunciando a realidade que viviam e refletindo sonhos de uma vida melhor.

Na versão da Madame Villeneuve eu consegui entender muitos pontos que antes eram de difícil compreensão para mim, além de conhecer também a versão do que aconteceu sobre o olhar da Fera, e termos uma visão mais ampla sobre a família de ambos. Esse conto é muito mais que um caso de amor, ele é sobre vingança e arrependimentos. Vocês não vão se arrepender de ler!

Agora o que falar sobre o filme: EU AMEI!!!! Me senti uma criança de novo, cantei todas as músicas, quase chorei quando caiu a última pétala da rosa e aplaudi quando o filme acabou!!!!! E já estou programando de assistir mais uma vez antes que ele saia dos cinemas. Eu achei a arte do filme incrível, não entendo muito de cinema, mas se tem uma coisa que posso dizer, é que esse é um filme bonito de se ver!!!

Beijos e até a próxima gente!!!!

site: http://floraliteraria.blogspot.com.br/2017/03/critica-bela-e-fera-de-madame-de.html
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Morgana 18/01/2019

Impossível falar sobre contos de fadas e não se lembrar da doce infância, da suave voz contando tais histórias e da tão inesquecível imaginação que nos carregavam para lugares incríveis e nos tornava princesas, ou para quem tinha um desejo peculiar, em bruxas, por que não?

Confesso que meu conto favorito é o da Branca de Neve, mas Bela sempre teve um espaço especial em meu coração, por todas as suas características e pela grande mulher que conhecia dos livros da Disney.

Até então, nunca havia lido a versão original desta história, quando finalmente me deparei com a edição de luxo da Coleção Clássicos da Zahar. E para quem gosta de colecionar livros de capa dura e sonhar, essa foi uma oportunidade incrível.

Numa linguagem rebuscada, essa obra nos apresenta duas variantes deste conto, a primeira por Madame Villeneuve que narra a primeira e original história da ?Bela e a Fera? de forma descritiva e extensa, sendo considerada puramente um romance. A segunda por Madame Beaumont, mais singela e direta, numa versão mais clássica.


O livro ainda traz uma novidade de como teria originado a ideia desse conto, através de um caso verídico de Pedro Gonzalez que apresentava uma doença chamada "Síndrome do Lobisomem?, o que ocasionava um crescimento anormal de pelos em todo o corpo, com exceção das palmas das mãos e dos pés.

Os dois contos são semelhantes com exceções de alguns detalhes, mas sem dúvida o da Disney supera todos eles, mas ambos são muito bons, com um conteúdo muito rico e detalhes sequer imagino por nós.
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Thalita Branco 06/09/2017

Resenha ~ A Bela e a Fera - Jeanne-Marie Leprince de Beaumont/Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve
O livro possui duas histórias, sendo que a de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont é, a grosso modo, um resumo da versão original da Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve. Portanto, vou me focar na história mais longa.

Nela, Bela e seus seis irmãs e irmãos já foram prósperos, mas os negócios do pai sofre um abalo e a família é obrigada a se mudar para uma região mais simplória. As irmãs ficam bastante irritadas uma vez que agora não possuem mais luxos e nem grandes pretendentes e se ressentem da humildade de Bela, que aceita a nova situação com tranquilidade.

Até que o velho pai recebe a notícia que um navio dado como perdido apareceu. As filhas pedem que ele traga inúmeros artigos de luxo da cidade, enquanto Bela pede apenas uma rosa. No fim a viagem se tornou infrutífera e no retorno o pai se perde e vai parar num castelo. Se surpreende com a hospitalidade invisível que lhe é conferida, se alimenta e passa uma noite tranquila. No outro dia se lembra do pedido da Bela e colhe uma rosa no jardim do castelo. Eis que surge a Fera, totalmente ofendida e enfurecida com o roubo da rosa.

Fera diz ao velho para ir embora e retornar após um mês, ou sozinho, ou com uma pessoa que se ofereça para trocar de lugar morar no castelo o fim de seus dias. Claro que Bela se oferece e passa a viver em companhia da temida Fera.

Tão acostumada com a animação da Disney, tive dificuldade em aceitar vários aspectos da história original. Ao invés de utensílios mágicos, Bela é servida por macacos e pássaros sonoros e as janelas de seu quarto são capazes de lhe transportar a outros países, permitindo que a jovem assista a espetáculos nos mais diversos lugares. A presença da Fera é mais contida, sendo que esta aparece apenas nos jantares onde trocam poucas palavras. Para quem sempre ficou na curiosidade, o livro também se estende, até demais, ao contar a história do príncipe.

Só no livro senti o que alguns falam sobre a Bela ser acometida pela Síndrome de Estocolmo. Ao mesmo tempo que reclama da vida no castelo a moça também mostra sentimentos pela Fera. O problema é que a Fera aqui não tem o mesmo carisma e é difícil romantizar a situação.

Ainda que não tenha simpatizado com a história, A Bela e a Fera é boa leitura e foi bom conhecer a obra original. Como alguns outros clássicos, a leitura não é de todo fluída, mas também não é difícil. Apenas a passagem sobre o príncipe se estende mais que o necessário e se torna cansativa. A edição da Zahar possui ilustrações coloridas e conta um pouco sobre autoras e todo o contexto por trás da obra. Uma boa pedida para quem gosta de clássicos ou tem curiosidade em saber mais sobre a história original de A Bela e a Fera.

site: www.entrelinhasfantasticas.com.br
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Leisiane Peloi 08/09/2017

Diferente, mas encantador!
❝As que são as mais difíceis, são as mais doces presas.❞

O conto A Bela e a Fera fez parte da minha infância, assim como a de vocês, acredito eu. Meu primeiro contato com a história foi através da animação, depois em filmes adaptados, até chegar ao live-action lançado pela Disney esse ano, estrelado por Emma Watson. Neste pequeno livro vamos encontrar a versão original do clássico, com diversas diferenças em alguns pontos da história, mas nunca mudando o foco principal.

O enredo de “A Bela e a Fera” vai muito além de uma jovem que se casa com uma Fera que no final se revela um lindo príncipe preso sob um feitiço. Nessa edição bolso de luxo da Zahar, o leitor vai encontrar duas versões da mesma história.

A versão clássica, escrita por “Madame de Beaumont” em 1756, que conta em resumo a história que conhecemos e inspirou quase todos os filmes, e adaptações. E a versão original, de “Madame de Villeneuve” que foi publicada em 1740, e é de uma riqueza espantosa, que traz pontos diferentes das histórias e a própria Fera dá a voz ao monstro para que ele mesmo narre seu destino.

É uma leitura fácil, rápida e apaixonante! Ambas as autoras tem escritas caprichadas, bem elaboradas, chegando até algumas frases se tornarem poéticas. Um clássico que vale a pena ler e conhecer sua versão original, sem falar na explicação no início da leitura, dizendo que “A Bela e a Fera“, pode ter sido baseado em um caso verídico. A edição é toda ilustrada, em capa dura, e conta com uma perfeita tradução do premiado André Telles, uma apresentação reveladora e instigante assinada por Rodrigo Lacerda.

Estou muito acostumada com a animação da Disney, então em alguns momentos durante a leitura da versão original, tive dificuldade em aceitar algumas diferenças, por exemplo, ao invés de utensílios mágicos, Bela é servida por macacos e pássaros, as janelas de seu quarto são capazes de lhe transportar, permitindo que a jovem assista a espetáculos em diversos lugares. O lado bom das diferenças, é que a trama se estende ao contar a história do príncipe. A Fera é um pouco mais contida, se resumindo suas aparições somente na hora do jantar, porém é notável o quão boa ela é. Outra diferença que achei ótima, é que a noite, Bela tem sonhos com um jovem e uma mulher misteriosa que dá um toque de suspense no enredo.

Ainda que eu continue preferindo a animação da Disney ao clássico original, a Bela e a Fera é uma boa leitura, adorei saber detalhes do original, a história que pode ter sido baseado em um caso real, e a versão estendida do drama do príncipe. A edição da Zahar está impecável, em capa dura e contém ilustrações da época, além de falar um pouco sobre as autoras e todo o contexto por trás da obra. É um excelente presente para que ama livros clássicos.

Melhor Quote:
❝Tudo pode ser corrigido – orgulho, raiva, gula e preguiça -, mas a conversão de um coração mau e invejoso é uma espécie de milagre.❞

site: https://amanhecerliterario.wordpress.com/2017/09/08/resenha-a-bela-e-a-fera-madame-de-beaumont-e-madame-de-villeneuve/
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Laryssa.Pinheiro 15/06/2017

Bela é a mais nova de doze irmãos, humilde e bondosa é a menina dos olhos do pai, um rico comerciante que acaba por ter seus bens confiscados e na pobreza precisa se mudar com toda a família para o campo, em uma viagem para recuperar algumas de suas posses ele acaba se deparando com um castelo sombrio, aonde se abriga do frio e do perigo iminente dos lobos. Na saída do castelo ao tentar levar uma rosa para sua amada Bela, ele é preso por uma Fera abominável. Em uma última chance de se despedir, o pai volta para casa e conta sua sina para seus filhos, é então que Bela resolve tomar o seu lugar como prisioneira pela eternidade.

A história de fato foi feita para jovens moças (que na época não eram exatamente “estimuladas” intelectualmente), por isso as personagens de certa forma são simples, se caracterizam por no máximo dois adjetivos e dificilmente são marcantes, Bela é o exemplo da pureza, bondade e humildade, A Fera contrasta gentileza e impulsividade (além de agressividade, é claro). Entre outras personagens que se destacam, o pai de Bela é muito passivo e as demais filhas extremamente egoístas.

Capa, Diagramação e Escrita: As capas da Zahar são maravilhosas, de capa dura e edição de bolso a Bela e a Fera traz cores femininas e atraentes. A diagramação é simples, mas a fonte é grande e as ilustrações são cativantes – rústicas inclusive, mas de uma forma adorável. Amei o texto explicativo no início do livro, a escrita era fluida e didática. A escrita da autora é prática porém superficial, a leitura não é envolvente mas é interessante e as imagens ajudam na ambientação.

Concluindo: Preciso admitir que como sonhadora é estranho ver as versões menos “cintilantes” de meus contos de fada favoritos, mas ao mesmo tempo sua leitura se torna um “agregado de conhecimento” gratificante, que torna os meus sonhos ainda maiores.

site: http://trechosdelivros.com/resenha-a-bela-e-a-fera-jeanne-m-l-beaumont/
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Sanoli 29/03/2017

http://surteipostei.blogspot.com.br/2017/03/a-bela-e-fera.html
http://surteipostei.blogspot.com.br/2017/03/a-bela-e-fera.html

site: http://surteipostei.blogspot.com.br/2017/03/a-bela-e-fera.html
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Gabriela 21/06/2017

Mais uma bela edição de bolso da Zahar. Volta e meia estes clássicos de bolso da Zahar entram em promoção, então acho que vale a pena comprá-los para ter um livrinho bonito, capa dura, com papel creme e ilustrações coloridas. Esta edição contém duas versões da história da Bela e a Fera, além de uma introdução que fala sobre as possíveis origens da história e um pouco da vida das autoras das versões apresentadas.

A primeira versão, a de Madame de Beaumont, é mais curta, como um conto mesmo, é a que acabou popularizando este conto de fadas e, provavelmente, a mais usada como base para adaptações. Já a versão de Madame Villeneuve é maior, está mais para o tamanho de novela ou romance, e traz detalhes que, pelo menos para mim, não são muito conhecidos. Nela, o príncipe descreve bem o contexto que o levou a ser amaldiçoado e também conhecemos mais sobre a própria Bela.

Eu, que só era familiarizada com a versão da Disney e a do filme francês de 2014, gostei bastante de conhecer estas versões mais clássicas da história. A versão da Disney é a que mais se distancia das apresentadas no livro, nelas não existe Gastão, nem o povo sai atrás de matar a fera, nem muito menos têm utensílios domésticos animados. A versão do filme francês se inspira mais na de Madame Villeneuve, mas modifica completamente a história anterior do príncipe.

Resumindo, é um ótimo livro para quem gosta de ler variadas versões de contos de fadas em uma linda edição de bolso.

site: https://bibliomaniacas.blogspot.com.br/
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Roberto.Azem 22/07/2018

O Clássico e o Original
Nesse livro pocket da Editora Zahar, somos presenteados com as duas versões de a Bela e a Fera, a versão clássica e a original. A versão clássica somos apresentados uma versão mais curta, com a narrativa e o desfecho sendo bem focados em mostrar a ideia do amor pela gratidão e pelo coração e não pela beleza física. Na versão original temos uma história maior, onde podemos ver de forma alegórica uma certa crítica para a forma como os casamentos eram feitos naquele período, onde a moça era entregue a uma vida sem amor, sem prazer, sem alegria. Vemos o surgimento desse amor sem se amparar nas características físicas, e sim pelos atributos do coração e da bondade.
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chayaleluia 26/04/2017

A edição da Zahar traz duas versões do conto, a versão mais conhecida e a que deu origem ao desenho da Disney é de 1756, uma adaptação de Madame de Beaumont da versão ?original?, que foi escrita por Madame de Villeneuve em 1740. A ?original? tem um linguagem mais adulto, enquanto a ?clássica? é bem curtinha, e uma linguagem mais fácil.

A clássica é parecida com a história que conhecemos, porém com muito mais detalhes e bem menos romantismo. Nessa não existe a mendiga/bruxa que transforma o príncipe, não temos Gaston, nem os objetos falantes. Nessa a Bela é pedida em casamento todas as noites e o motivo dela ficar presa no castelo é bem diferente do que conhecemos.

Já a versão original tem uma linguagem sofisticada, ela é bem confusa pois tem vários detalhes surreais, um desses é o fato da Bela ser uma princesa e prima da Fera, não temos uma naturalidade com a transformação do Príncipe como foi na animação, foi meio forçado e rápido o amor deles no livro (a Fera pedia todas as noites para a Bela dormir com ele, até que um dia ela aceita).

Esse livro me conquistou pela as ilustrações e pela edição maravilhosa que a Zahar fez, porém pela primeira vez ainda prefiro as animações do que o livro. Pretendo assistir ao filme que foi muito bem elogiado e comprar os outros dois livros desse universo da Bela e A Fera, depois da leitura deste livro achei que a história da Serena Valentino foi mais natural.

Recomendo os dois livros pois cada um tem seu acerto, erro e delicadeza ao contar as histórias.

Instagram Literário: @readinglover
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