A Joia

A Joia Amy Ewing




Resenhas - A Joia


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Pat 06/01/2016

Que livro decepcionante!

O mundo criado até parece ser interessante, mas achei a explicação dada pela autora bem fraca então não consegui entender muito bem como se chegou naquela situação. Sabemos que tem algo que as diferencia pra ter as filhas dos nobres, mas é o que exatamente? No DNA? Não consegui entender.

A construção e o desenvolvimento dos personagens é bem mais ou menos e a maioria deles é estereotipado. O livro é composto por vários clichês que vemos em outros livros, mas que nele não funciona.

Sobre o romance...... duas palavras: insta love. Se tem um plot que odeio e que infelizmente os autores continuam insistindo é personagens se apaixonando à primeira vista. Não é construído um relacionamento e aparentemente eles só se gostam devido que vieram de fora da Joia.

O final tem um mini plot twist, mas sinceramente a leitura foi tão cansativa que nem tenho vontade de continuar com a série - o que é uma pena porque a escrita da Amy Ewing é boa.
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Beta 31/12/2015

gostei bastante
no começo achei o livro uma cópia de outras distopia, mas aos poucos fui me envolvendo com a história e acabei gostando bastante
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spoiler visualizar
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Bella Nine 01/12/2015

Simplesmente enlouquecedor
Sabe quando vc pega o livro e lê sem qualquer tipo de pretensão? Pois é, a Jóia surgiu assim na minha vida.
Todo mundo disse que lembrava A Seleção. Nada a ver. É algo totalmente diferente, viciante e que te deixa loucaaaaa enquanto se aproxima da conclusão.
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Jeh Diário dos Livros 22/11/2015

Hoje é meu ultimo dia como Violet Lasting...
Um livro emocionante e cheio de reviravoltas...
Em A Joia a história se passa na Cidade Solitária onde se é dividida em cinco círculos separados por uma muralha, o quinto circulo é o Pântano o mais pobre de todos, o quarto a Fazenda, o terceiro a Fumaça, o segundo o Banco e o primeiro circulo é a Joia onde nossa protagonista irá viver.
Violet é uma garota de 16 anos que vive no último circulo da cidade, o Pântano, mas o que vocês devem estar se perguntando é:
O que ela tem de especial para ser chamada para viver na Joia?
Violet é fértil.
Por ser fértil, Violet passa a ser muito especial para a realeza, pois eles sempre desejam substitutas para gerar filhos ( herdeiros) saudáveis na Joia. Então Desde criança ela vem sendo treinada com seus presságios ( dons que todas as garotas tem ao momento em que elas se tornam moças) para servir como substituta a essas pessoas.

"Esperança é algo precioso, não é? No entanto, não damos a ela o devido valor até que a perdemos."


" É difícil se lembrar de quem você é quando está o tempo todo tentando fingir ser alguém que não é."

Ao ser levada para a Joia, Violet irá ser apenas um numero de um lote do leilão, ninguém mais saberá quem era ela e nunca mais verá sua família. Só servirá a realeza.
Mas o pior é que Violet não imagina que a Joia é uma rede de ambições onde não se deve confiar em ninguém, e quando seu coração é colocado contra ela mesma Violet irá descobrir coisas que não deveria nem saber sobre esse novo mundo em que ela nunca desejou estar.

"Nossos olhos se encontram, cruzo os dois dedos da mão direita e os coloco sobre o coração, o símbolo de respeito das substitutas do Portão Sul e um sinal de que, independente do que acontecer, eu nunca a esquecerei."

Confesso que quis esse livro no instante em que vi a capa se nem ler a sinopse dele.
Quando descobri que era uma distopia ai me apaixonei de vez pela história.
Vi muitas comparações com a Seleção por causa da capa e do vestido mas digo uma coisa a unica semelhança é que ambos são distopias românticas.
A Joia é um livro totalmente diferente e eu adorei a história, pois não sabemos em quem acreditar ao longo do enredo.
Amy Ewing criou uma história muito boa e tem muito potencial para crescer ainda mais no próximo livro, espero que ela explore esse lado distópico que ela criou nas suas próximas sequências pois tem tudo para ser uma grande série.
Falando um pouco dos personagens tenho que dizer que gostei da personalidade da nossa protagonista decidida e forte, alguns momentos indecisa, mas a gente também estaria na situação dela. Alguns personagens também são fáceis de gostar como Raven, Lucien e o Ash ♥ e é claro que alguns também são fáceis de odiar.
Finalizando por aqui, recomendo esse livro a todos que gostam de uma distopia romântica, e aos que não gostam também ;)


site: http://diarioelivros.blogspot.com.br/2015/09/resenha-joia.html
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Nat 19/11/2015

Violet Lasting nasceu no Pântano, um dos cinco círculos da Cidade Solitária. Separada de sua família desde cedo por ser fértil, ela é treinada e com dezesseis anos, se prepara para ser leiloada a uma das damas da Jóia, casta da realeza. O objetivo: fornecer a sua compradora um(a) herdeiro(a) saudável, isso porque as mulheres da realeza não podem ter filhos e quando os tem, nascem com anomalias ou mortos. Além da fertilidade, Violet e suas colegas apresentam um tipo de poder chamado Presságio que permite modificar a cor e forma das coisas, possibilitando a “produção” de crianças perfeitas. Temerosa de como será sua vida como substituta e com muita saudade de sua família, ela começa a ver o tratamento cruel ao qual as substitutas são forçadas, sendo tratadas como animais de estimação, sem ter noção do destino que as espera após cumprirem seu papel. Sem poder fazer nada, ela se rende... até conhecer o jovem Ash Lockwood, um acompanhante da realeza. Ajuda para se livrar dessa situação também surge de onde menos se espera, mas o romance com Ash pode colocar tudo a perder.

A primeira vez que vi a capa deste livro, duas coisas vieram na minha cabeça: distopia e a série da Kiera Cass. Nem sabia do que se tratava, só pela capa eu já fiquei obcecada. Demorei um pouco pra comprar e fiquei me agüentando para chegar logo o momento de poder ler. Adorei. O enredo é envolvente, para dizer o mínimo. Confesso que quando li a seguinte frase “... e seu único propósito é dar à luz um herdeiro saudável para a Duquesa...” fiquei enojada e ao mesmo tempo curiosa. Comecei a ler e mesmo com essa sensação de repulsa, eu gostei, puramente porque é uma sociedade matriarcal. O homem ocupa o cargo mais importante, mas quem manda é a mulherada, tanto as substituas que tem o poder de engravidar, quanto as damas da realeza, que tem o poder de escolher e determinar que tipos de filhos elas terão. As intrigas são muito bem construídas, o que é só mais um atrativo do livro. E o final... Nada, absolutamente nada, teria me preparado para aquilo, principalmente porque não dei valor para um personagem secundário que aparentemente só faz figuração na história. Ansiosíssima para ler a continuação. Recomendado.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com.br/2015/11/a-joia-amy-sewing-rc-2015.html
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Fran Vila Nova 16/10/2015

Preferia não ter lido
A sinopse é bem interessante, e amei o livro até metade da leitura (bem no meio do livro mesmo) e até aí não houve muito desenvolvimento na história, embora a escrita estivesse ótima, e toda a questão de ser uma substituta fosse a melhor parte, pra mim o que realmente gongou com tudo foi o romance, achei que saiu do nada no meio de um grande nada a ver.

Ash (?) é um acompanhante, o que ao meu ver já dizia tudo por si só, mas ao longo do livro ele explica sua função mais adequadamente, não é bem um prostituto mas chega aos arredores. Mas a autora não soube vender o romance, totalmente sem sal, e Ash não tinha absolutamente nada de atrativo (além de um rosto bonito). Violet é muito infantil e ingênua de doer, e nutre uma paixão maluca (só sei descrever assim) por Ash. O livro tinha TUDO pra deslanchar mas não me "convenceu" com esse romance meia boca.

Já toda a distopia a parte é muito interessante! A duquesa é uma personagem forte e bem construída, Hazel pra mim foi a estrela merecia ser a protagonista, forte, rebelde e determinada. Bom o final? O que foi aquilo? Achei apelação da autora deixar tão inacabado, não fechou o ciclo simplesmente foi interrompido, me senti lendo e lendo e lendo pra nada, ter que esperar um próximo volume só pra entender um pouquinho básico do que interessa é no mínimo desnecessário, ainda mais quando não se pretende continuar (o que é o meu caso). Muita gente aqui amou, 99% eu acho, mas não rolou pra mim.
Franny 03/05/2017minha estante
Finalmente uma opinião compatível com a minha! O romance estragou bastante o livro. Ao contrário de você, eu gostei do livro do início ao fim. Excluindo toda e qualquer parte em que o romance aparece. "Violet é muito infantil e ingênua de doer", exatamente. Só reclama, mas levantar a bunda da poltrona dela que é bom nada. E outra: ela passa de "nunca gostei de nenhum garoto" para "tudo o que eu quero é me entregar pra você" em questão de dias, com um cara que ela mal conhecia, num lugar macabro, onde a vida dela estava constantemente por um fio. E justo quando ela encontra alguém disposto a ajudá-la, ela joga tudo pra cima por causa de um MENINO? Alguém me explica? Tudo bem ela ter 16 anos (a idade da imbecilidade, rs). Mas ter 16 anos no Brasil e ter 16 anos na Joia são coisas diferentes. Ela não teve criação de liberdade, garotos e sexualidade desde nova. Muito pelo contrário! Então eu não entendo esse "desejo ardente" que bate. Não consigo fazer isso entrar na minha cabeça. Enfim, apoiadíssima quando diz que a Hazel deveria ser a protagonista. Seria mais forte que a Violet pelo menos. Infelizmente vou ler os próximos livros porque a trama é boa. Espero que matem o Ash kkkkk




Camila 25/09/2015

Resenha: A Joia (Por Livros Incríveis)
Apesar das semelhanças iniciais com outras tantas distopias que vemos por aí, a série A Cidade Solitária vem para trazer uma proposta extremamente original, coisa que nunca vimos antes. Por causa disso, a estranheza que causa é imensa e me devorar o livro em dois dias.
A Jóia é uma mistura de distopia, fantasia e ficção científica. Me senti lendo uma mistura de A Seleção, ASOIAF e Gossip Girl. Mas não se preocupem porque por incrível que pareça, isso resulta em uma ótima história.

Tentando explicar um pouco sobre o mundo, A Cidade Solitária é um lugar rodeado pelo mar, sendo basicamente uma ilha. Circular, é dividida em 5 partes por muros, da parte externa à mais interna. A Joia fica bem no meio da cidade, e é onde a realeza permanece. Fora isso, ainda temos o Banco, a Fábrica, a Fazenda e o Pântano. Ou seja, dos mais ricos para os mais pobres.
No passado, a realeza começou a ter problemas na hora de ter filhos; todos eles nasciam mortos. Descobriu-se, porém, que na parte mais pobre da cidade, o Pântano, algumas garotas nasciam com “poderes”, sendo capazes de carregar filhos para os mais ricos. Desde então, todo ano garotas com essa “anormalidade”, são enviadas como mercadorias para Joia, onde são vendidas e devem ter um filho para o casal, virando as Substitutas.
É aí que chegamos na protagonista da história, Violet Lasting. Ela possui esse nome porque seus olhos possuem o misterioso tom. Violet é uma substituta e treina em um internato desde os 12 anos. Aos 16, ela finalmente é enviada para A Joia, onde é vendida. O que ela não esperava é que fosse se apaixonar. Algo terminantemente proíbido.

O livro tem uma narrativa fluída, mas cheia de detalhes. O tempo todo lemos a descrição dos vestidos de Violet e como ela se sente ao tocar o seu violoncelo e ouvir música. A trama é irrigada de crueldade, fofocas e boatos. Afinal, estamos numa realeza, onde tudo é status e onde todos querem o poder. A história desencadea-se em mistérios e incertezas, e o leitor se vê torcendo por Violet, perguntando-se qual será a próxima coisa a acontecer com a mocinha.

Por falar na protagonista, não sei como me sinto sobre ela ainda. Torci, e pude sentir cada uma das emoções dela, porque Ewing as registrou magnificamente bem. Mas quando ela vinha em uma sequência de acertos, e eu pensava “ok, gosto dela”, ela tomava atitudes muito erradas ou infantis. É uma garota que amadurece, tornando-se forte e corajosa, mas que permanece sendo infantil.

“Eu sou a música, e as cordas e meu corpo são tão ressonantes quanto o violoncelo. Somos um só instrumento, estamos em um lugar onde ninguém pode nos tocar, onde não há Joia ou substitutas, um lugar onde só existe a música.”

A grande personagem favorita, em minha opinião, é a “dona” de Violet. A Duquesa é possui a personalidade mais complexa do livro. É perversa, inteligente, articuladora e incrivelmente má. Contudo, acho que o leitor não consegue odiá-la, porque em muitos momentos do livro ela demonstra ter sentimentos, e muito rancor do passado. Ela faz tudo por um motivo, e parece bem solitária. Tenta, na medida do possível, agradar a garota, e sabe que o que a protagonista tem que fazer é algo horrível... entretanto, necessário. (Se alguém já leu o livro e discorda de mim, mil perdões! Mas realmente gostei dela haha)
Os outros personagens não são tão bem explorados, além de mostrá-los todos numa grande rede de intrigas, e o pior ou melhor lado de cada um, mas acredito que deve-se ao fato de ser o primeiro livro.

Como em todas as distopias, A Joia aborda alguns problema sociais. No caso, sobre quanto vale a vida de uma pessoa. Até onde vai a igualdade, porque as famílias das substitutas recebem a quantia em milhares de diamantes, podendo ter uma vida mais confortável, mas vivendo sem uma filha e tendo que permanecer em um lugar onde não há condições de vida para ninguém. Os problemas sociais não foram o foco do primeiro volume, e espero que a autora se aprofunde nos próximos livros.

O final do livro é um choque. É previsível até certo ponto, algo que já era certo de acontecer. O que não se imagina é como vai acontecer, e é aí que está o imprevisível; me fez pesquisar na hora sobre o segundo livro da série, mas parece que vou ter que esperar. Ou tentar, ao menos.
História muito recomendada.

Sobre a série:
A Joia é o primeiro livro da série A Cidade Solitária. No exterior, o segundo livro já foi lançado, assim como dois ebooks com histórias extras. O terceiro livro ainda não possui previsão ou título. Aqui no Brasil, o segundo volume deve chegar apenas em 2016.

Leia mais resenhas em:

site: http://porlivrosincriveis.blogspot.com.br/2015/09/resenha-joia-amy-ewing.html?m=1
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Loh 23/09/2015

:D
O que dizer dessa perfeição? Esse livro foi um dos mais emocionantes que já li, magnífico. Violet, mostra sua garra e nos faz ficar junto a ela.
Ansiosa pelo próximo.
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Sandy 22/09/2015

Choque de monstro!
Eu fiquei um pouco confusa sobre onde se passa a história desse livro, afinal é uma distopia, é de época ou é fantasia? Resultado: uma mistura dos dois. Digamos que seja um universo paralelo, onde existem a tecnologia do futuro, os títulos do passado, e o inexplicável da fantasia. Isso é A Joia.

Vamos falar sobre a Violet, uma garota que foi tirada de sua família para aprender o Presságio, algo que somente algumas garotas podem fazer e é dividido em três partes: Cor. Forma. Crescimento. Por isso, que todas as garotas com essa habilidade são ensinadas a controlá-los e quando chegam a maior idade, são vendidas em um leilão para as mulheres da realeza, que as compram para que os seus filhos nasçam 'perfeitos', já que com o que elas sabem fazer, o bebê nasceria de acordo com as suas vontades.

Quando Violet chega a maior idade, ela é vendida para a Duquesa do Lago, e assim que isso acontece, a Duquesa se mostra realmente uma B*TCH DOS INFERNOS! Mas também houve momentos em que tentei entender o lado dela, assim como entendi o lado da Violet, mas mesmo assim, é uma b*tch!

Por isso que quando Lucien - alguém que ela conheceu no Leilão - lhe oferece uma saída daquela vida, ela não pensa duas vezes antes de aceitar a oferta, mas claro que nem tudo dá certo e ela se apaixona. E aí começam as complicações... Que eu não vou explicar, porque senão daria muitos spoilers, então leiam o livro okay?

Até a próxima resenha!

-S.C

site: http://otrezedejaneiro.blogspot.com.br/
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saradealb2 14/09/2015

Livro muito bom apesar de toda polemica
A Jóia é o primeiro livro da série “Cidade Perdida” da autora Amy Ewing. Lá fora, no entanto, já foram lançados outros 2 livros/contos: 0.5 – The Wishing Well, que são histórias conhecidas e contadas para as crianças na Cidade Perdida ; e o 1.5 – The House of Stone ( A Casa de Pedra), a história da Raven. Já o segundo livro da saga, The White Rose (A Rosa Branca), está programada para ser publicado em outubro, apesar de que algumas leitoras sortudas já terem lido!
Pelo que eu pude ver esse é um livro que está gerando muito polemica. As pessoas ou amam ou odeiam. Tem gente que já começa falando que o livro se parece muito com X ou Y. Bom, ao contrário de muitos eu não li a serie de livros "A Seleção" então não posso comparar muito, porém pelo que eu sei, sinceramente não acho parecido. Acredito que sim um pouco da idéia de ter classes sociais muito distintas, com os ricos no poder e mandando em tudo é parecido, mas muitos livros de Distopia são assim.
Falando sobre o livro, desde que eu li a sinopse já estava querendo saber o significado do que era ser uma substituta, porque já da pra perceber que tem alguma coisa por trás de tudo. Afinal de contas se o mundo real não é um mar de rosas (nesse caso violetas) imagina em uma Distopia. E achei muito interessante quando descobri do que se tratava. As mulheres da Jóia necessitam das meninas férteis do Pântamo, mas você acha que ela iam fazer isso de forma boa para todos? Claro que não! Essa parte achei bem interessante. Por outro lado... O que são os homens dessa sociedade? Achei eles uns bobos haha as mulheres que mandam na droga toda! Hahaha

[continua no blog]

site: http://milhasliterarias.blogspot.com.br/2015/09/resenha-do-livro-joia-amy-ewing.html
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GiuCalumby 09/09/2015

Resenha A Joia
Comecei a ler o livro sem nenhuma expectativa, li a sinopse na internet e decidi ler. O Confesso que achei o livro um pouco parado, mas nesse caso específico não foi algo que tenha me incomodado, pois este primeiro livro serve para apresentar o universo em que o enredo se desenvolve.
Fiquei surpresa com a personagem principal Violet. Adorei sua ousadia e rebeldia em relação as situações que a cercavam, mas também amei sua inteligência em saber quando se calar. O fato do livro nos apresentar uma sociedade matriarcal também foi extremamente interessante e inesperado, Mulheres poderosas, com opiniões fortes contrastando com personagens masculinos fracos ou pouco explorados até esse momento.
A Joia foi uma adorável surpresa. Uma história muito bem escrita, com bons personagens e um final que faz você desejar ainda mais a continuação. Meu único arrependimento é ter lido o livro agora e ter que esperar até 2016 para a chegada do segundo livro no Brasil.
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Patricia.Pavie 05/09/2015

Simplesmente Perfeito!
Muitas comparações com A Seleção, mas nada faz com que esperemos essa história. Simplesmente perfeita, Violet surpreende com sua força e paixão. Estou ansiosa pelo próximo livro.
Nota máxima!
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Marjebooks 29/08/2015

Resenha: A Joia - Amy Ewing
"Esperança é algo precioso, não é? No entanto, não damos a ela o devido valor até que a perdemos." Pag. 243

A Joia vai contar a história de Violet Lasting, uma garota de dezesseis anos que vive na Cidade Solitária, que é divida em cinco círculos, nessa ordem: Joia, Banco, Fumaça, Fazenda e por último o Pântano que é de onde a nossa Violet veio. Por ela ser fértil, aos doze anos foi enviada para um internado onde aperfeiçoaria seus Presságios (Por favor tentem não descobrir o que é isso até começarem o livro). Então agora quatro anos depois de deixar sua família (contra a própria vontade) ela é enviada ao Leilão onde será comprada por algum morador da Joia ou Banco, como Violet é o lote 197 (Maior lote é o 200), ela acaba sendo bastante concorrida e no final do Leilão ela é comprada pela Duquesa do Lago, uma personagem que muitos odiaram, mas para mim ela é aquele tipo de vilã com argumentos, que faz aquilo porque tem um motivo, muito bem construída e com um passado que justifica suas ações hoje.

" — Sempre achei... impressionante como uma pequena gota de extrato de planta pode destruir por completo um ser humano. Somos tão frágeis, não somos? Um golinho de vinho, e depois... nada. A vida é uma chama fácil de apagar." Pag. 127

Depois de comprada a história começa a desenrolar-se. Violet como substituta agora tem a missão de ter um filo da Duquesa, já que as mulheres da Joia são incapacitadas de darem à luz a um filho saudável. E o interessante desse livro é que a autora não nos conta nada, ela deixa a história rolar e quem está lendo vai entendendo pela interpretação e o melhor é que isso não deixa o livro confuso, quer dizer a gente fica o tempo todo "O que é isso?" Só que isso deixa os personagens bem mais cativantes, a história te prende mais, isso foi impressionante da parte da Amy Ewing.

" Quando uma pequena fenda se abre, uma centena de outras rachaduras aparecem de repente. E as muralhas que foram construídas com tanto cuidado começam a desmoronar" Pag. 327

Julguei pela capa sim e não me arrependo! Mas é claro que o que aconteceu no livro foi totalmente fora do que eu esperava. Amy Ewing cria uma distopia original com um sistema de governo interessantíssimo, com personagens surpreendente e bem construídos, uma narrativa brilhante com detalhes excepcionais, metáforas incríveis. Esse livro poderia ter sido perfeito. Mas o que aconteceu foi que a autora incluiu um romance ligeiro e bem mal feio, o que eu quero dizer é que depois que Violet o viu pela primeira vez já estava praticamente apaixonada e isso me deixou muito "Gentileza não é paixão!". Se deixarmos esse incomodo de lado A Joia é um livro perfeito com reviravoltas impressionantes e um final surpreendente. Minha nota foi: 4,1/5,0
P.S: Se não fosse pelo romance minha nota teria sido 4,8
P.P.S: Não confie na sinopse, muito menos na autora.

"Meu coração explode em um milhão de fragmentos cintilantes que se espalham pelo meu peito como fogos de artifício" Pag. 247

site: http://marjebooks.blogspot.com.br/2015/08/resenha-joia-amy-ewing.html
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Laura M. Ferreira 19/07/2015

A salvação ou a destruição?
Em um mundo distópico, há uma cidade isolada de tudo. A mesma é dividida em: Pântano -classe mais humilde-, Fumaça -os operários-, Fazenda -agricultores-, Banco -cargos altos- e, no centro de tudo, A Joia -realeza-.

As mulheres da Realeza, por algum motivo desconhecido, não conseguem gerar seus filhos. Ao contrário do Pântano que, além do fato de que todas as mulheres geram seus próprios filhos, algumas são mais férteis e possuem dons especiais. Essas últimas são chamadas de substitutas.

Como a Realeza precisava continuar com a linhagem, a "solução" que encontraram foi o Leilão. A partir de então, todos os anos as substitutas seriam vendidas para as mulheres da Realeza, com o objetivo de que elas gerassem os filhos das madames.

Toda a menina do Pântano, após a primeira menstruação, é obrigada a fazer um exame de sangue, o qual dirá se ela é, ou não uma substituta. Caso o resultado seja negativo, ela volta para casa e continua com sua vida normalmente. Mas se for positivo, a jovem é afastada de sua família e vai viver em um abrigo específico, onde aprenderá a controlar seus dons, denominados de presságios.

Violet Lasting queria não ter nascido uma substituta. Aos 17 anos, ela vai para o Leilão e é comprada, com o lote mais caro, pela Duquesa do Lago, dona de uma das Casas Fundadoras. Há apenas quatro dessas Casas, que são as mais ricas e poderosas de toda a Joia, depois do Palácio Real.

Violet agora pertence à tal Duquesa, e vai descobrir que sua vida na Joia não passa de uma mentira. Ela é tratada como um animal de estimação que, se não obedece sua dona, é punida. Usa coleira e é obrigada a participar de competições contra as outras substitutas, onde perder pode significar sua morte.

No meio de toda essa crueldade, algo positivo acontece com ela: uma grande e importante amizade. É com essa amizade que ela descobre os maiores podres da Joia, que podem acabar com o Leilão para sempre. É com essa amizade que surge a sua única oportunidade de fugir de tudo.

Violet se apaixona perdidamente, mas ambos sabem que é um amor proibido, Porém, eles podem ser a salvação um do outro...ou a destruição. Tal coisa que Amy revela de um modo drástico nas últimas páginas do livro.
Bradley 25/07/2015minha estante
Parece uma ótima aventura, com uma leitura rápida que flui tranquilamente sem grandes dores de cabeça nao é?


Laura M. Ferreira 26/07/2015minha estante
Exatamente




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