A Joia

A Joia Amy Ewing




Resenhas - A Joia


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Carolina 28/02/2015

"Queria não ter nascido uma substituta."

A primeira coisa que pensei quando vi a capa de “A Joia” foi: A Seleção! Sem nem me importar com a sinopse, quis logo ler esse livro porque achei que seria algo bastante parecido com o mundo “perfeito” de A Seleção. Mas, logo no inicio, percebi o quanto estava errada e o quanto a trama poderia me surpreender – e surpreendeu.

Em A Joia, primeiro volume da série “Cidade Solitária”, nos deparamos com uma cidade totalmente isolada por uma grande muralha que mantém o oceano do outro lado. Essa cidade é dividida em cinco círculos, A Joia –realeza–, O Banco, A Fumaça, A Fazenda e, por fim, o círculo mais pobre, O Pântano. Esses círculos são como “classes sociais” que rotulam cada um dos cidadãos da Cidade Solitária.

As mulheres da Joia, por alguma razão desconhecida, não conseguem ter filhos e, quando os têm, eles nascem com alguma anomalia e acabam morrendo em alguns dias. É por isso que existem as substitutas. É por isso que a cidade possui quatro institutos para treiná-las. As mulheres dos círculos mais baixos são capazes de ter filhos e, no Pântano, algumas delas possuem uma genética diferente e dons que ajudam a definir cor, forma e até mesmo o caráter de “seu” bebê. Essas são as substitutas, são crianças que foram submetidas a se afastarem da família para serem treinadas e vendidas em um evento anual, O Leilão, para as mulheres da realeza. Vendidas para terem filhos que nem serão delas.

O livro é narrado em primeira pessoa por Violet Lasting, uma substituta de 16 anos que acaba de ser vendida para uma das Duquesas da Joia. Ao chegar em sua nova casa, Violet acaba percebendo que a vida na Joia é ainda pior do que ela esperava, cheia de inveja, traições, assassinatos e competições que as substitutas são obrigadas a participar. No mundo da riqueza e do glamour, garotas como Violet são vistas como objetos descartáveis, usadas apenas para gerar a vida de um novo filho da realeza e depois sumir, sem jamais poder voltar para sua família. Além disso, Violet irá descobrir coisas que poderão acabar com O Leilão para sempre e, quem sabe, mudar completamente a estrutura da Cidade Solitária.

Sem dúvidas, A Joia foi o melhor livro de 2015 até agora. Fiquei totalmente apaixonada por Violet que, apesar de ser submetida a essa vida, continua sendo uma garota forte, corajosa e determinada. Logo no inicio do livro soube que ia gostar dela, principalmente porque achei que ela ia ficar de muita choradeira por ter de ser vendida e tudo mais, mas na verdade ela encara muito bem esse fato e isso foi um ponto muito positivo (mesmo depois tento alguns momentos bem depressivos, o que é bem compreensível levando em conta a sua situação).

Adorei a forma que Amy Ewing escreveu e apresentou cada cena do livro. Sinceramente, sempre que achava que algo ia acontecer de um jeito, acontecia de outro. Quando um certo garoto é apresentado na história, logo pensei “nossa, já vi tudo. Eles vão se apaixonar e blábláblá”. Mas depois de algumas páginas e acontecimentos, eu refleti e disse a mim mesma: nunca pensei que ia ser otária. Fui otária.

Amei com todas as forças as surpresas e as reviravoltas de A Joia. Estava um pouco com medo de quando o romance aparecesse, tirasse o foco da situação de Violet como substituta e ficasse só na tecla do romance. Mas não, o romance, de alguma forma, só melhora e fortalece ainda mais a história. E o que dizer desse casal que eu mal conheço mas já considero pakas? A-M-E-I e já shippo com todas as forças.

O único ponto negativo do livro que, no final das contas nem foi tão negativo assim, é que a escritora solta umas coisas que não sabemos ainda o que é, algumas são explicadas ao decorrer do livro e outras não. Isso me deixou um pouco confusa, ou melhor, curiosa. Estou na esperança de que elas sejam explicadas nos próximos livros.

E, por falar no próximo livro: QUE FUKING FINAL FOI ESSE? MEU DEUS DO CÉU, O LIVRO ACABOU E EU FIQUE TIPO “NÃO PODE SER, ISSO NÃO ACABA ASSIM. O LIVRO NÃO PODE TER ACABADO AQUI, GENTE. QUERO MAIS PÁGINAS!”. Amy Ewing já pode escrever o próximo livro pra ontem. Estou aqui tentando descobrir como vou sobreviver até ler o segundo livro de Cidade Solitária e ver o que acontece depois desse final incrível.

site: https://www.facebook.com/LeituraClub
pedrorwho 28/02/2015minha estante
Resenha muito boa, parabéns!


Hiago @sfhuerta 28/02/2015minha estante
Parabéns pela resenha, já quero outras. *-*


Bia 01/03/2015minha estante
Adorei!! Estou louca para ler!


Hellen (@literatucracia) 22/03/2015minha estante
Comprei na quinta-feira esse livro, li só o primeiro parágrafo e decidi parar e concluir minhas outras leituras e depois continuar 'A Joia'. Depois dessa resenha, quero começar a ler hoje. Hahahah


Gabi Moreira 26/03/2015minha estante
Quando vi a capa também lembrei d'A Seleção, mas apesar da sua resenha mostrar que é bem diferente, continuo bastante interessada para lê-lo.


Carolina 28/03/2015minha estante
Hellen, leia o mais rápido possível! Ahahaha
Eu tava com medo de não gostar muito, mais no decorrer da leitura eu fui me apaixonando *-*


Carolina 28/03/2015minha estante
Gabrielle, leia!! Apesar de ser diferente, é ótimo!


Tai 04/05/2015minha estante
Mds,que capa linda de morrer... Adorei,simples assim!Amo distopia,é um dos meus gêneros favoritos! Nossa,super quero essa belezura..haha!! Ótima resenha


Minha Fabulosa Biblioteca 07/05/2015minha estante
Inicialmente me encantei com a capa e tb associei à capa do livro A Herdeira da série A Seleção da Kiera. Depois da sua resenha quero ler o livro já. Muito boa resenha.


Lillica 03/09/2016minha estante
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Kennia Santos | @LendoDePijamas 06/06/2016

Neste lugar que tira algumas partes de nós, você me faz lembrar de quem eu sou.
Violet Lasting não existe mais.
A partir de hoje, é intitulada como Lote 197, o topo do leilão das substitutas.

Vive na Cidade Solitária, que é dividida por quatro círculos:
Pântano: onde os "pobres" habitam, lutando diariamente por seu sustento.
Fazenda: onde ficam os agricultores e há o cultivo de alimentos.
Fumaça: onde localizam-se as fábricas e todo o tipo de indústria.
Banco: onde são organizados todos os quesitos financeiros.

E por fim, porém não menos importante: A Joia. Onde vive a realeza.
Visando o controle de ascedência real, todas as damas cujas ingressam na realeza seja por casamento ou família, são esterelizadas de forma que a impeçam de reproduzir por si próprias um herdeiro para suas riquezas, fazendo-se necessárias assim, as substitutas.
As substitutas são meninas com a possibilidade de fertilidade que são retiradas de suas famílias por cerca dos 11/12 anos de idade e levadas para internatos, onde são treinadas a lidar e manipular os presságios -habilidades que permitem a manipulação através da força do pensamento a alteração de formas reais, podendo ser em tamanho, crescimento ou estética, exemplo, uma planta em estágio de crescimento, se manobrada de forma certa através dos presságios, pode se tornar grande e saudável em questão de minutos-, e a se comportarem adequadamente perto da realeza.

E então Violet completa a idade necessária e, junto com sua melhor amiga Raven -lote 192- é levada ao leilão, onde as dez últimas colocações, ou seja de 190 a 200 são consideradas as substitutas mais preciosas, após um considerável tempo de lances, é leiloada por um valor alto pela Duquesa do Lago.

Quando é direcionada aos aposentos reais da Duquesa do lago, ela não acredita no que vê: um quarto gigantesco, com banheiro luxuoso e um closet que parece infinito, sem contar a diversidade de comida disponível.
Mas nem tudo são rosas...
Ao passar mais tempo com a realeza, Violet percebe o quão horrível a Joia pode ser: as substitutas são tratadas como meros enfeites, meros objetos à disposição de suas senhoras, e com ela não é diferente.
Ela não passa de uma escrava de luxo.

Ash Lockwood é um acompanhante real, utilizado para ensinar as damas a se portarem de forma que agrade o homem e faça-o interessar-se pela mesma, visando uma união entre ambos. Vivendo essa vida que considera fútil há anos, ele não tinha esperança de uma mudança -não quando ele depende daquilo para sustentar a família-. Quando conhece Violet, uma luz parece acender: unidos pelo amor pela música, juntos vão desenvolver sentimentos extremamente proibidos diante das circunstâncias - ele, um acompanhante e ela, uma substituta- mas eles não conseguem ignorar..

Violet, quando vê uma chance de escapar da Joia, não pensa duas vezes antes de aceitar, afinal, apesar de toda a relação com Ash, uma informação lhe é revelada sobre seu futuro e ela acaba não tendo outra escolha. Quando uma circunstância inesperada surge, alguém que ela ama em risco, Violet se vê perante a dois caminhos, a duas prioridades, a UMA DECISÃO.

Qual será o destino de Violet Lasting?


Primeiro de tudo: PRECISO DA CONTINUAÇÃO.
Apesar de ser um livro que demora a criar um ritmo e apontar um objetivo, Amy Ewing escreve meticulosamente bem, e cria uma história muito interessante juntamente desenvolvida a personagens que aos poucos vão ganhando espaço e 'induzindo o leitor a enigmas e possibilidades. Uma surpresa muito positiva, que pode ser SIM, comparada a uma versão "inversa" de A seleção, com detalhes que lembram A rainha vermelha. Recomendo muito, muito.
Repito: PRECISO DA CONTINUAÇÃO.
Segundo a LeYa, o segundo volume dessa série, chamada de "A cidade solitária", sai antes da Bienal (ÊÊÊÊ!) afinal, a própria Amy Ewing já confirmou presença, isso mesmo!

Espero que leiam e apreciem a leitura assim como eu, e se o fizerem, não se esqueçam de vir aqui e deixar a opinião de vocês, até mais!
Ellen 06/06/2016minha estante
eu amei esse livro


Érica 07/06/2016minha estante
Aiinnn eu quero ler! Gostei! Mas quero a continuação pra não ficar desesperada igual a vc! Kkkkkkk


Patricia 07/06/2016minha estante
Ai quero ler tmb, gostei da resenha arrasou :)


Kennia Santos | @LendoDePijamas 07/06/2016minha estante
Obrigado s2
Leiam logo, me surpreendeu


Hemy Gomes 19/06/2016minha estante
The White Rose virar A Cidade Solitária? Ué


Kennia Santos | @LendoDePijamas 23/06/2016minha estante
Quando disse Cidade solitária quis dizer o nome da série, não do próximo livro


Kennia Santos | @LendoDePijamas 24/08/2016minha estante
Sim, ascendência real para que a realeza venham a ter herdeiros, sem as substitutas não há progressão hereditária :)


Ariane.Terrinha 08/09/2016minha estante
Que final é esse???

O livro é surpreendente!! Te deixa presa até o fim com uma história cativante..amei!! Já quero ler o próximo!

=)


Kennia Santos | @LendoDePijamas 27/09/2016minha estante
Pois é, não vejo a hora de ler o próximo *0*




Mi 13/11/2016

"Você é uma menina esperta. Talvez o suficiente pra sobreviver a este lugar "
.A Cidade Solitária é dividida em 5 círculos ( ondem decrescente ):

Pântano - O mais pobre
Fazenda - Onde a comida é cultivada
Fumaça - Onde fica as fábricas
Banco - comércio , lojas.
A jóia - O Coração da cidade. Onde vive a realeza.

Presságios: São habilidades que permitem a manipulação e a alteração das coisas. Podendo ser , desde tamanho, crescimento ou estética.


A história de hoje se passa na cidade solitária, onde a nossa protagonista, Violet Lansting uma substituta , esta a caminho do leilão, o qual vai ser comprada por alguem da realeza, para emfim, começar a desempenhar seu papel de substitua. As substitutas não precisam se preocupar com probeza,com nada. Tem roupas , educação, tudo que se deseja em suas maos. Praticamente tudo que querem , menos liberdade. Que é o que a nossa protagonista mais almeja. Todas as nascidas no Pântano ( como Violet ) tem algo de especial , uma peculiaridade genética, que é capaz de salvar A realeza.

A função de uma substituta , consite em : Substituir as mulheres da realeza , sendo um tipo de barriga de aluguel , para gerar futuros herdeiros. Ser uma incubadora de uma desconhecida.
Aí vem a pergunta:

- Por que as mulheres da jóia (realeza) nao trata-se de gerar seus próprios herdeiros?

Simples. Elas sao estérils. Não podem gerar. E quando geram, essas crianças nascem com alguma deficiência, deformação
As meninas do Pântano, além de fértils , possuem dons (presságio ), habilidades, que geram filhos perfeitos , uma linhagem personalizada e perfeita para realeza.
Não há maneiras de fugir. Todas as garotas passam por um enxame de sangue na puberdade. Quem for pega tentando escapar, a execução lhe espera.

Todo leilão tem um número diferente de substitutas. E todas sao classificadas com algum número ( vilolet : lote 197 ) , as dez últimas (de 200, neste caso) a serem leloadas, sao consideradas as melhores , as de maior qualidade.

"Sinto vontade de rasgar com as unhas a toalha de renda sobre a mesa. Ela fala como se devêssemos estar honradas, como se tivéssemos escolha. Eu não quero ter o filho de ninguém "

Só com esse inicio ja me deixou na bad, uma vontade de chorar com toda essa situação. Da uma tristeza ver o quao pobre é a familia de Violet. A quanto tempo nao se viam. E a situação dela ? Ser tratada como mercadoria. Virar uma propriedade de alguém, sem nem ao menos ter tido a chance de uma escolha. Primeiro perdeu o pai , depois teve que se distanciar dos irmãos e a mãe, agora ser vendida. #Sofrencia
Era o capitulo 2 , o livro mal tinha começado, e eu estava parecendo uma idiota, chorando com a despedida da vilolet com sua família.

"Por favor, saibam que amo muito vocês. Todos vocês - minha voz falha, eu bebo um copo de água. Os olhos de minha mae se enche de lágrimas. Ela cobre a boca com a mão - Se houvesse um jeito de ficar com vocês ,eu ficaria. Eu me orgulho de ser parte dessa família. Saibam disso "

Lote 197.
Vendida
6 milhões de diamantes.
Esse é o "preço " de uma pessoa.
Da vilolet.

"Vendida.
A palavra gravita na minha cabeça, sem fazer sentido.
Vendida (...)
Fui vendida. Sou propriedade.(...)
Nao sei se me senti pior em algum outro momento em minha vida "

A vida de Violet no palácio nao é a maravilha que muitas meninas acham.
Mesmo com algumas mordomias, a Lady do lago nao é nada agradável. É o cão, demônio em pessoa.

Uma , das raras, coisas boas no palácio é a pequena Annabelle. Ela é dama de Violet. Infelizmente, a menina é muda. Porém mesmo com essa "barreira " , nada impede que elas construam uma amizade iminente ( Gente essa menina é uma F-O-F-U-R-A , vocês não tem noção como me apaixonei por essa menina)

E tem Lucien também, uma dama de companhia, a qual ela o conheceu no dia preparação do leilão( ele joga no outro time pessoal.Nao quero alimentar o coração dos pequenos gafanhotos ). Ele se mostrara um grande amigo. Uma esperança.

E é no palácio, que violet parece encontrar sua cara metade. Lady lago contrata o Jovem Ash pra ajudar a sua sobrinha com alguns assuntos ,e por uma coincidência do destino Violet acaba esbarrando com ele no palácio, enquanto tentava fugir de uma situação constrangedora. O gosto musical em comum, despertou o interesse do rapaz imediatamente. So que a condição de substituta, torna Violet proibida.

Mas o amor. ahhhhhh. Não há como controla-lo , doma-lo. Não se é possível faze-lo desaparecer dentro de nós. É algo que se nasce , sem a nossa permissão, a qual não temos nenhum controle. Só somos agraciados de pode senti-lo dentro de nós.

Entre nós. Quando rolou um beijo , a euforia foi tanta kkk eu fiquei tipo: CARALH# ,CARALH# , CARALH# kkkkkk

Violet não aceitará sua condição tão facilmente.
Nesse mundo de aparências.
Onde não há amor ao próximo.
Onde valores estão deturpados.
O status é o que se valoriza.
A amizade
O amor.
Mostraram sua força.

Quem menos se espera, torna-ra um aliado.

Uma coisa é certa sobre esse livro : ele mexeu muito comigo. Serio. Me fez sentir muitas emoções ( Em sua maioria revolta, tristeza). E é algo maravilhoso. Um livro mexer com a gente, com o nosso sentimento, é algo extraordinário.
E é claro que super indico. To querendo matar a autora por ter parado a história naquele momento. Cade a piedade ? Ela é muito do mal :(
Stefani 13/11/2016minha estante
Q resenha perfeita amiga! Parabens! Nossa amiga eu nao consigo ler livro assim q ja sinto uma revolta, sou muito feminista e ver sobre uma sociedade q pensa na mulher como uma propriedade é demais pra minha cabeça, mas a resenha ta incrivel!!!


Mi 13/11/2016minha estante
Nao é a mulher. E sim as garotas moradas do Pântano ( as pobres ) que tem que passar por exame ainda criança/adolescente, pra ser vendida. Escolhida por alguém, pra ser uma barriga de aluguel. Porque as mulheres da Joia ( a releza ) nao pode ter filho. Eu nao me considero feminista. Mas a falta de liberdade e escolha de alguem me revolta. Uma pessoa como um objeto.( Ate uma colheira ela chegou usar ). Obrigada pelo elogoo :) ;)


Mi 13/11/2016minha estante
Nao é a mulher. E sim as garotas do Pântano ( as pobres ) tem que fazer um exame ainda criança/adolescente , pra ser vendida. Escolhida por alguém.pra ser uma barriga de aluguel, pq as mulheres da jóia nao pode ter filhos. A falta de respeito, liberdade, escolha me revolta.( ate colheira ela chegou usar. Tratada como objeto os inferiores ) Obrigada pelo elogio


Fabiana @primeirasimpressoes 14/11/2016minha estante
Eu comprei esse livro pela capa,q é linda,mas quando comecei a ler,a historia me prendeu totalmente. Doida pra ler a continuação q demorou tanto q eu achei q não fossem publicar.


Mi 14/11/2016minha estante
Ainda bem que eu li agora. Acho que eu na aguentaria a espera kkk


Mi 15/11/2016minha estante
To louca pra ler a continuação. #Ansiosa




Andri 15/02/2018

Amooooo
Amei esse livro. ?
Tive vontade de ler só de ver a capa, pois parecia bastante com A seleção. Porem quando comecei a ler vi que não tinha nada que fizesse comparação com o livro da Kiera. Pois a Joia é um livro bem forte. E que as poucos seus personagem vão se mostrando.
Fabi 17/02/2018minha estante
quero ler esta série, mas só qd lançar o último livro.


Andri 17/02/2018minha estante
Poxa nem fala. Não vejo a hora de ser lançado




Sara.Otoni 05/02/2018

Se não tivesse o romance
A proposta do livro é muito boa. Gostei muito da escrita da autora, me prendeu no livro. Agora, o romance cagou tudo. Romance raso e infantil. No final, já tava pulando os diálogos do casal por ser chato demais. Se tirasse o romance e trabalhasse mais no universo e nos outros personagens seria perfeito.
Sophie 14/02/2018minha estante
O romance foi a pior parte do livro, fiquei com raiva da autora ter o incluído.


Sara.Otoni 04/03/2018minha estante
Eu também Sophie! E no segundo fica mais chato ainda o romance. Não to nem com vontade de ler o último de tão irritada que ele me deixou haha




Kah Gessy (@naoeaterradonunca) 18/06/2015

Sabe aqueles livros que você julga pela capa?Pensei que fosse detesta-lo,porém estou extremamente ansiosa pela continuação.
No começo você pode achar que já leu sobre a historia em algum lugar por ter similaridades com outras distopias,séries,o que seja.Mas a forma como autora usou algumas coisas já batidas e rebatidas em outros livros do gênero,é de surpreender.
Violet é uma protagonista de fibra e que embora esteja em uma situação delicada,sozinha em meio ao caos,consegue nos transmitir toda sua força.A historia empolga,nos deixa curiosos,e apaixonados também.
É uma leitura muito agradável que recomendo e muito.Você vai se surpreender,principalmente no final. O que foi aquilo?!
Minha Fabulosa Biblioteca 23/06/2015minha estante
Nossa... também julguei pela capa e achei que seria uma decepção, além de parecer muito com a Capa do livro A Herdeira da Kiera Cass.
Entretanto, tive uma grata surpresa e espero pela continuação.


Fer Kaczynski 04/07/2015minha estante
Outro livro que desconhecia, muito bom ler sobre ele, adorei sua recomendação




Carol Santos 14/04/2018

M A R A V I L H O S O
Gosto demais quando um livro foge totalmente do que é proposto na sinopse. A fuga é de tal maneira que você espera encontrar muito um elemento, e no final vê a importância e o enfoque em outro. A Joia é assim: possui uma sinopse onde aparenta ter somente romance, no entanto a história tem um viés fantástico e político sem igual. Estou até agora de queixo caído!

Violet Lasting não é mais seu nome. Vendida para ser substituta da Casa do Lago — as substitutas tem como única e exclusiva função ser “barriga de aluguel” — ela percebe que nem tudo que aprendeu, nem tudo que soube é a verdade. Violet sempre questionou a vida que teve, sempre contestou o modo como o sistema funciona, e ela se vê mais questionadora quando acaba se apaixonado por Ash Lockwood. Ash é um acompanhante da sobrinha da Duquesa, e por isso o amor vivido pelos dois é proibido. Ela se verá em um dilema onde sua vida é importante para tentar mudar a realidade de várias substitutas, e a Duquesa do Lago parece ter planos específicos para o nascimento do próximo filho. Tendo fantasia inserida — toda substituta possui uma espécie de magia em 3 níveis de Presságios que ajudam a melhorar e interferem no bebê gerado — esta é uma história surpreendente.

Juro que nunca fui tão enganada no resumo — só Os Garotos Corvos vence. O foco descrito com o foco real é uma comparação de água e vinho: são opostos. Enquanto se espera algo voltado mais ao romance, o desenvolvimento se estende para a fantasia/distopia de forma fenomenal. Me senti “enganada”, mas no bom sentido porque os gêneros embasados estão entre meus favoritos. No entanto, o quanto já ouvi de comparação com A Seleção e que faz muita gente fugir me deixa triste, porque em conteúdo eles são realmente diferentes.

Trazendo informações do universo criado de forma gradual na narrativa, lemos as páginas querendo saber mais e mais dos elementos de base daquele mundo, além dos acontecimentos do dia-a-dia da protagonista. Primeiro que muita coisa que a autora traz é única — mulheres como barrigas de aluguel, magia ligada a algo específico, a hierarquia do reino, a forma como o mundo é divido — e isso por si só é um dos motivos que te suga para as páginas; segundo que nossa personagem principal, apesar da pouca idade, tem temperamento que traz tensões pontuais no desenvolvimento; terceiro que ainda temos um romance, que abala muitas situações e dá motivos para outros acontecerem. 300 páginas parece que é muito, entretanto torna-se pouco com o quão maravilhoso tudo é.

"Falam sobre nós como se fôssemos um animal de estimação ou um cavalo premiado. Como se não pudéssemos ouvi-las. Como se nem estivéssemos ali." pág. 97

E temos um final que te deixa ansiosa e louca para o próximo. Amy Ewing sabe fazer o leitor roer unhas. É um fim cheio de ação, cheio de drama que faz jus a tudo lido na trama. Se tem uma dosagem acertada entre fazer a narrativa andar ao mesmo tempo que situa o leitor no ambiente imaginado, é este aqui. É uma forma agradável e que não cansa durante a leitura. Se eu me perguntava o que algo significava, mais a frente tinha-se a explicação necessária.

Em grande número encontra-se plots twists, reviravoltas que mexem com o todo, com o planejado, mudando decisões e atitudes. Teve momentos que eu me perguntava em como algum ponto ia se reverter, se desenvolver e acabava sendo surpreendida. Acho que isso é o que mais me fez gostar da obra: ser diferente de várias coisas que li e por ter uma alta quantidade de revelações. Alguns assuntos são de grande relevância a serem debatidos e que trazem reflexão por trás. Principalmente esse papel da mulher pobre como servir apenas para procriação. Vale uma boa olhada sobre o assunto pois será de suma importância para o andamento da trilogia.

Violet foi uma protagonista que me deixou um pouco em dúvida do que esperar. Ela é inconstante em várias cenas, na iminência de ser irritante em alguns momentos. Atribuo isso a idade que ela foi caracterizada, porém quando começou a entender e a se rebelar contra o que lhe era imposto ficou melhor. Me lembrou um pouco a Katniss de Jogos Vorazes, principalmente quando não entendia a sua importância em função das outras substitutas. É alguém que torço muito para crescer nos sucessores e que se souber moldar, criará uma ótima personagem principal. Ash por mais que dê grande destaque no romance, ainda não mostrou para o que veio realmente. Espero vê-lo mais ativamente nos próximos.

De uma forma geral saio maravilhada com A Joia. Não era uma leitura planejada. Precisava de algo inovador e que me deixasse de boca aberta, e garanto que isto acontece do início ao fim. Fico triste pela pouca divulgação que tem sobre a mesma — cheguei a ir na sessão de autógrafos no Rio de Janeiro onde até o momento que fiquei tinha somente 2 pessoas para autografar — e tenho receios que talvez a editora não lance o terceiro. O que resta é esperar, e indicar a todos os fãs de fantasia/mistério e até os de romance podem arriscar! Não se arrependerão.

"Talvez eu seja egoísta demais para ser uma salvadora de substitutas. Não importa. Fiz uma escolha. Afora tenho que cuidar das reparações." pág. 341

Na parte física é que está o maior problema. A capa ficou comparativa com outra série, A Seleção, fazendo com que o cerne principal se perca. Mais uma vez falo que não se trata somente de um romance, e trazer uma capa que o enfoque é este, confunde o leitor. Eu mesma se não fosse pela vinda da autora não teria comprado. O título tem ligação com o conteúdo, então é bem encaixado. Não encontrei erro de revisão. A narrativa é feita em primeira pessoa pelo ponto de vista da nossa mocinha.

Saio tão maravilha que pretendo emendar no segundo volume. Espero que ele me conquiste tanto quanto o primeiro, e pelo final deixado tem bastante coisa boa pela frente. Ansiosa! Espero que tenham gostado!

site: http://diariasleituras.blogspot.com.br/2018/04/resenha-a-joia-amy-ewing-leya-fantasia-cidade-solitaria.html
Darcilene.Marques 17/12/2018minha estante
O segundo volume foi lançado no Brasil? Qual o título?


Carol Santos 17/12/2018minha estante
Sim foi lançado, e se chama A Rosa Branca :)




Laura M. Ferreira 19/07/2015

A salvação ou a destruição?
Em um mundo distópico, há uma cidade isolada de tudo. A mesma é dividida em: Pântano -classe mais humilde-, Fumaça -os operários-, Fazenda -agricultores-, Banco -cargos altos- e, no centro de tudo, A Joia -realeza-.

As mulheres da Realeza, por algum motivo desconhecido, não conseguem gerar seus filhos. Ao contrário do Pântano que, além do fato de que todas as mulheres geram seus próprios filhos, algumas são mais férteis e possuem dons especiais. Essas últimas são chamadas de substitutas.

Como a Realeza precisava continuar com a linhagem, a "solução" que encontraram foi o Leilão. A partir de então, todos os anos as substitutas seriam vendidas para as mulheres da Realeza, com o objetivo de que elas gerassem os filhos das madames.

Toda a menina do Pântano, após a primeira menstruação, é obrigada a fazer um exame de sangue, o qual dirá se ela é, ou não uma substituta. Caso o resultado seja negativo, ela volta para casa e continua com sua vida normalmente. Mas se for positivo, a jovem é afastada de sua família e vai viver em um abrigo específico, onde aprenderá a controlar seus dons, denominados de presságios.

Violet Lasting queria não ter nascido uma substituta. Aos 17 anos, ela vai para o Leilão e é comprada, com o lote mais caro, pela Duquesa do Lago, dona de uma das Casas Fundadoras. Há apenas quatro dessas Casas, que são as mais ricas e poderosas de toda a Joia, depois do Palácio Real.

Violet agora pertence à tal Duquesa, e vai descobrir que sua vida na Joia não passa de uma mentira. Ela é tratada como um animal de estimação que, se não obedece sua dona, é punida. Usa coleira e é obrigada a participar de competições contra as outras substitutas, onde perder pode significar sua morte.

No meio de toda essa crueldade, algo positivo acontece com ela: uma grande e importante amizade. É com essa amizade que ela descobre os maiores podres da Joia, que podem acabar com o Leilão para sempre. É com essa amizade que surge a sua única oportunidade de fugir de tudo.

Violet se apaixona perdidamente, mas ambos sabem que é um amor proibido, Porém, eles podem ser a salvação um do outro...ou a destruição. Tal coisa que Amy revela de um modo drástico nas últimas páginas do livro.
Bradley 25/07/2015minha estante
Parece uma ótima aventura, com uma leitura rápida que flui tranquilamente sem grandes dores de cabeça nao é?


Laura M. Ferreira 26/07/2015minha estante
Exatamente




Fran Vila Nova 16/10/2015

Preferia não ter lido
A sinopse é bem interessante, e amei o livro até metade da leitura (bem no meio do livro mesmo) e até aí não houve muito desenvolvimento na história, embora a escrita estivesse ótima, e toda a questão de ser uma substituta fosse a melhor parte, pra mim o que realmente gongou com tudo foi o romance, achei que saiu do nada no meio de um grande nada a ver.

Ash (?) é um acompanhante, o que ao meu ver já dizia tudo por si só, mas ao longo do livro ele explica sua função mais adequadamente, não é bem um prostituto mas chega aos arredores. Mas a autora não soube vender o romance, totalmente sem sal, e Ash não tinha absolutamente nada de atrativo (além de um rosto bonito). Violet é muito infantil e ingênua de doer, e nutre uma paixão maluca (só sei descrever assim) por Ash. O livro tinha TUDO pra deslanchar mas não me "convenceu" com esse romance meia boca.

Já toda a distopia a parte é muito interessante! A duquesa é uma personagem forte e bem construída, Hazel pra mim foi a estrela merecia ser a protagonista, forte, rebelde e determinada. Bom o final? O que foi aquilo? Achei apelação da autora deixar tão inacabado, não fechou o ciclo simplesmente foi interrompido, me senti lendo e lendo e lendo pra nada, ter que esperar um próximo volume só pra entender um pouquinho básico do que interessa é no mínimo desnecessário, ainda mais quando não se pretende continuar (o que é o meu caso). Muita gente aqui amou, 99% eu acho, mas não rolou pra mim.
Franny 03/05/2017minha estante
Finalmente uma opinião compatível com a minha! O romance estragou bastante o livro. Ao contrário de você, eu gostei do livro do início ao fim. Excluindo toda e qualquer parte em que o romance aparece. "Violet é muito infantil e ingênua de doer", exatamente. Só reclama, mas levantar a bunda da poltrona dela que é bom nada. E outra: ela passa de "nunca gostei de nenhum garoto" para "tudo o que eu quero é me entregar pra você" em questão de dias, com um cara que ela mal conhecia, num lugar macabro, onde a vida dela estava constantemente por um fio. E justo quando ela encontra alguém disposto a ajudá-la, ela joga tudo pra cima por causa de um MENINO? Alguém me explica? Tudo bem ela ter 16 anos (a idade da imbecilidade, rs). Mas ter 16 anos no Brasil e ter 16 anos na Joia são coisas diferentes. Ela não teve criação de liberdade, garotos e sexualidade desde nova. Muito pelo contrário! Então eu não entendo esse "desejo ardente" que bate. Não consigo fazer isso entrar na minha cabeça. Enfim, apoiadíssima quando diz que a Hazel deveria ser a protagonista. Seria mais forte que a Violet pelo menos. Infelizmente vou ler os próximos livros porque a trama é boa. Espero que matem o Ash kkkkk




spoiler visualizar
Hemy Gomes 19/06/2016minha estante
Eu prefiro beijos sem detalhes, alguém de verdade pensa em alguma coisa enquanto se beija? acho que não




Izandra 02/02/2015

Distopia 5 estrelas
Olá pessoas!

Trago hoje um lançamento recente que me deixou com a cabeça pirada, mas que aconselho vocês a não lerem; ao menos, até a autora lançar o segundo livro, que só está prometido para outubro deste ano. Some o prazo para lançamento em território brasileiro, e vocês terão uma síncope causada pela ansiedade, como eu estou tendo no momento!

Eu havia prometido a mim mesma que não leria mais séries que ainda estão sendo escritas. Não digo nem pelo tempo de lançarem no Brasil – leio em inglês mesmo –, mas pelo autor ainda não ter escrito. Fico nessa espera maldita, sempre lembrando do livro com o passar dos meses, pensando no que acontecerá... E 99% das vezes (o 1% de exceção foi o Rick Riordan), eu me decepciono com a continuação. Parece que o autor não aguentou a pressão e não conseguiu fazer uma boa sequência, sabe? Senti isso com “A escolha”, da Kiera Cass, “Toda sua”, da Sylvia Day, “Divergente”, da Veronica Roth... Enfim, tem uma lista de livros que esperei ansiosa pela continuação e quebrei a cara -.-'

Mas estou divagando. Vamos voltar ao foco: “A Joia”, da Amy Ewing, é um mother-fucking de estourar a cabeça. O livro é uma distopia escrita em primeira pessoa, sob o ponto de vista de Violet, nossa protagonista. Infelizmente não tem troca de POVs, o que é uma pena, mas não tira os méritos da obra.

A autora construiu uma sociedade interessante, onde as mulheres parecem ser o centro de tudo. Vi algo parecido em “Joia Negra” da Anne Bishop, mas enquanto esse segundo era realmente pesado, em “A Joia” as coisas são mais leves – aparentemente.

A autora criou um traquejo social na realeza digno de George Martin em “A Guerra dos Tronos”. Estou usando muitas referências? Está difícil me concentrar em escrever essa resenha, confesso; mas se deixasse para depois, poderia deixar de apontar coisas que considero importantes.

A personalidade de Violet, por exemplo. Ela é muito forte e determinada, e na maior parte do livro eu esquecia que ela tinha apenas dezesseis anos. Daí, quando ela fazia alguma cagada-master, eu tinha que me lembrar que “ei! Ela tem só dezesseis anos, faz parte!”.

E a autora soube construir isso muito bem: as dúvidas e indecisões de Violet, a forma dela de agir.... Tudo foi muito coerente. Até mesmo a liberação das informações essenciais da história foi extremamente importante para a ordem em que as cenas ocorriam, o que deixou o final espetacular (do tipo que, inicialmente, não se previa até saber de determinado fato) e me deixou me remoendo para ler a continuação – ainda não escrita pela autora, repito.


Temos personagens incríveis, como Lucien, a “dama de companhia” da Eleitora (que é a, digamos, a rainha), e Annabelle, uma garotinha muda que é a dama de companhia de Violet. Temos a Duquesa dos Lagos, “dona” de Violet; Raven, melhor amiga de Violet e que também é uma substituta; e temos Ash, o garanhão da parada que arremata sem aviso o coração de Violet. Todos são incríveis, e todos são muito bem apresentados no decorrer do livro, fazendo difícil que os leitores não se afeiçoem a eles.

Mas nada é perfeito; apesar de eu ter dado a maior nota ao livro, tenho críticas a fazer (como sempre). Teve fios soltos – muitos. Daí a esperança de que, em uma continuação, essas informações faltantes sejam acertadas. Mas já avisei no início que perdi a esperança quanto à continuações, não? Pois é. Para dar um exemplo, é bem explicado no livro o motivo de existirem as substitutas – garotas que vão carregar e parir os filhos das mulheres de sangue real –, mas não explica porque não existe nada parecido com os homens, ou se sequer foi tentado. Achei um machismo digno de idade média, onde se culpava a mulher por não engravidar, quando muitas das vezes, a culpa estava na genética masculina... E dado ao arcabouço médico que a autora criou na sociedade do livro, esperava, ao menos, uma explicação de que tentativas e análises haviam sido feitas. Mas enfim...

Tenho a impressão de que não disse nada na resenha, então, me desculpem. Mas com um livro como esse, fica realmente difícil me expressar de forma coerente. O que posso fazer é indicar a leitura e, se o fizerem antes de outubro, saibam que vão ter a mesma ansiedade bizarra que estou tendo no momento, na espera da continuação ;)

Até logo! o/


site: Http://livros-cores.blogspot.com.br
Zizi 09/02/2015minha estante
Concordo com você Izandra, estou desesperada para que a continuação desta distopia não demore séculos para sair, como costuma ser.
Discordo de você em um ponto. Eu entendo porque a autora colocou somente as mulheres para o papel de "parideiras reais". Se você pensar pelo lado que é injetado nelas o óvulo já fecundado, ou seja, a menina passa a ser somente uma barriga de aluguel carregando o gene real masculino e feminino através do óvulo. Se pensássemos em colocar os homens do pântano nessa equação não haveria a oportunidade de juntar o gene masculino da realeza, além do que para homens seria muito menos complicado. Eles iriam somente fornecer o material gênico, sem que tivessem necessidade de serem comprados e viverem com a família real por algum tempo etc...
Mas entendo sua irritação...rs

Vou enlouquecer até achar um outro livro que me faça esquecer um pouco este até o próximo lançamento...rs




Likka 29/11/2018

A Cidade Solitária, onde os fatos ocorrem, é divida em cinco círculos, cada um deles separado por uma muralha. O círculo externo, o Pântano, é onde vivem os operários e as pessoas mais humildes, o quarto círculo é a Fazenda, o terceiro é a Fumaça, onde as fábricas se localizam. Já segundo círculo é o Banco, onde ficam as lojas e o comércio em geral, e o círculo mais interno, a Joia, é o centro da cidade, onde vive a realeza.

Tudo parece muito organizado. Porém, a nobreza passa por um grande problema, porque as mulheres têm dinheiro e muito luxo, mas passaram a ter muita dificuldade para engravidar, o que gerou grande preocupação, já que as famílias queriam deixar herdeiros para ficar com suas riquezas e continuar a linhagem. O estranho é que algumas garotas do Pântano que vivem em extrema miséria têm algumas características que as tornam especiais. Algumas meninas nascem com poderes, chamados de Presságios, e, por conta disso, podem gerar filhos. Então, as garotas que demonstram ter essa habilidade são levadas para um local, onde aprendem a usar e desenvolver seus presságios. Assim, todo ano acontece um leilão, no qual a nobreza escolhe uma jovem que possa gerar um bebê para sua família. Quanto mais alta a classificação de uma jovem, que é dada de acordo com suas habilidades, mais cara ela é.
"A Joia" conta a história de Violet Lasting que foi comprada por uma das mais ricas e influentes mulheres, a Duquesa do Lago. A jovem se torna um bem da Duquesa, a qual promete cuidar bem de Violet desde que ela sem comporte e faça sua determinada função. A garota é muito humilhada pela Duquesa, sofre violência e é exposta para a sociedade como um animal de estimação, mas enfrenta isso tudo e tenta realizar sua função da melhor forma possível. Além disso, Violet tem que lidar com Garnet, filho da nobre, que parece ser meio descontrolado, a sobrinha que nunca consegue casar e Ash Lockwood, o acompanhante da sobrinha, por quem a protagonista acaba se interessando. A única chance de Violet sobreviver a essa confusão parece ser alguns dos funcionários da casa, que podem vir a se tornar cúmplices da jovem.
"A Joia" é narrado por Violet, de modo que conhecemos bem a personagem e seus sentimentos durante o acontecimento de todos os fatos. Além disso, os personagens criados pela autora são interessantes e alguns podem ser muito misteriosos. A leitura demora a ficar dinâmica, mas terminei com muita vontade de já começar a ler a continuação.
10/12/2018minha estante
Oi, tudo bem? Por acaso não teria interesse em trocar esse livro comigo? Faço troca livroxlivro... se tiver interesse, por favor, me chame que conversamos!! Você pode olhar os livros marcados como "lidos" na minha estante e nos marcados como "troco" e também pode me mandar sua lista de desejados para ver se disponibilizo de algum... aguardo seu contato! :)




Tori 10/02/2018

A Jóia só tem um defeito
O único defeito desse livro é o fato de ele não ser popular, ele é muito bom e quase ninguém conhece. Ele me prendeu, a história é muito interessante, pena que pouca gente leu esse incrível livro.
Andri 15/02/2018minha estante
Também acho.




Pamela 19/03/2015

Chatinho.
Danie 24/05/2015minha estante
Chatissimo




LauraaMachado 21/01/2018

Melhor do que eu esperava
Faz tempo já que eu aprendi que a expectativa que o leitor tem para um livro antes de começar a ler sempre influencia no que ele vai achar. Esse foi um livro que eu comprei apesar de ver várias resenhas de pessoas em quem confio dizendo que não gostaram dele. Quando eu mesma resolvi ler, achava que seria uma história boba, sem grandes acontecimentos, só para passar o tempo. Admito que não esperava gostar muito.

E devo reconhecer que o livro não é excepcional, o enredo não é brilhante, os personagens não são complexos e muitos dos detalhes da vida da protagonista são bastante bobos e superficiais, talvez até amenizados para ser uma história para leitores mais jovens. Mas esse é um livro para adolescentes e sua melhor característica é que ele é bem divertido! Não dá para negar que eu adorei a leitura, que quero ler todos os livros da trilogia o quanto antes e ainda mais os contos extras. Talvez eu tenha dado uma nota mais alta do que o livro merece só por isso, só por ter me divertido tanto.

Ainda tenho críticas a fazer é claro, e quero começar pelos nomes dos personagens. Esse foi um detalhe que eu tive que me forçar a relevar, senão poderia ter estragado minha leitura. Na tradução para português, isso talvez nem seja uma questão, mas lendo em inglês é impossível não perceber a escolha da autora de dar a todos os personagens nomes de cores, flores, animais, pedras e outros substantivos, e foi uma péssima ideia. Ameaçou tirar toda a credibilidade da história mil vezes, porque todo mundo tinha um nome ridículo. Se fosse um ou outro personagem, ou sempre nomes que já são usados como nomes comuns hoje em dia (por exemplo, Violet), tudo bem. Mas Cobalt? Cinder? Foi complicado não me deixar irritar com isso.

Outro problema do livro é o romance. A autora demorou tempo demais para introduzir um par romântico para a intensidade de sentimento que ela queria criar entre os dois personagens. Eles se apaixonam completamente rápido demais. Aliás, acho que teria sido muito mais crível e mais potente mesmo a relação dos dois se eles tivessem criado essa relação como aliados antes de chegar a ser algo romântico. Mas o único jeito de fazer isso seria ter feito o carinha entrar na história bem antes. Do jeito que ficou, não deu o menor tempo de eu me apaixonar pelo personagem também, aliás, mal o conheço e não faz muita diferença para mim se eles vão ficar juntos ou não. Essa é a parte mais fraca do livro, infelizmente.

Eu adorei o enredo, achei que tinha sempre algo acontecendo, várias reviravoltas e revelações que me surpreenderam na maior parte do tempo e, mesmo quando não eram tão inesperadas, ainda foram interessantes. Acho que existem alguns pequenos furos em tudo, como o fato de que, se essas mulheres são tão raras e únicas, por que seriam tratadas sempre como descartáveis e fáceis de substituir? Mas eu adorei o final, adorei a última revelação e estou louca pelo próximo livro por causa dela!

Minha parte favorita dessa história é a mágica, que eu nem sabia que tinha. Foi algo que me conquistou de verdade, me fez querer fazer parte desse mundo. Só teria sido melhor se a protagonista fosse mais investida em ser incrível nisso, se ela cultivasse seus poderes e tentasse evoluir por ambição própria. Como eu falei, os personagens do livro não são muito complexos ou têm grandes desenvolvimentos, mas não acho que ela chegou a ser uma personagem ruim ou mal feita. Minha favorita é a Duquesa, mas a Violet tem bastante potencial, e tinha nesse livro também, por exemplo, para negociar mais sua própria vida, para se impor mais. Ela não é tão submissa quanto poderia ter sido, mas eu preferia ter visto mais empoderamento nela.

Eu acho que essa história toda tem bastante potencial e espero que a autora o aproveite até o último livro, porque agora eu estou super animada com a trilogia e quero amá-la até o final!
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