A Joia

A Joia Amy Ewing




Resenhas - A Joia


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Ketilin - @amornapagina 17/02/2017

A joia
Em “A Joia”, primeiro livro da série Cidade Solitária, conhecemos Violet, uma garota nascida e criada de forma humilde no Pântano. A cidade onde vive é dividida da seguinte forma: o Pântano, onde vivem as pessoas humildes; a Fazenda, onde cultiva-se os alimentos; a Fumaça, onde estão instaladas todas as fábricas; o Banco, onde ficam os comerciantes; e por fim a Joia, onde vive a realeza.

As mulheres da realeza são extremamente ricas, porém nenhum dinheiro no mundo é capaz de fazê-las gerar seu próprio filho, ou eles morrem ao longo da gestação, ou nascem com deformidades. Entretanto, as mulheres do Pântano são capazes de gerar seus filhos sem nenhuma deformidade e com muita saúde, porém, as mulheres do Pântano possuem presságios, que são dons raros.

Pode parecer bizarro, mas todos os anos, a Joia realiza leilões a fim de vender as garotas do Pântano para gerar os filhos da realeza. E quanto mais alta a classificação, maior é o seu dom, mais especial será a criança gerada.

E a Violet tinha um presságio muito bom, o que fez com que a garota ficasse em um dos lotes mais altos do leilão daquele ano, e foi '‘comprada’' por uma das mulheres mais influentes da Joia.

Durante o decorrer do livro, que é narrado em primeira pessoa, ficamos chocados com os relatos de como acontece a fecundação, dos testes que são obrigadas a fazer, da dor que passam para realizar um presságio e principalmente pela forma que ocorrem as mortes (sim, têm algumas mortes no livro). Mas nem tudo é tristeza nessa distopia, também vemos um amor florescer, Violet se apaixona por um acompanhante, Ash Lockwood, o que deixa algumas partes do livro muito fofas e mais leve, é aquele momento em que respiramos aliviados.

O final desse livro é de te fazer enlouquecer, você imagina que tudo vai acabar de forma previsível, porém acontece uma reviravolta gigantesca.

Mais do que recomendada essa leitura!


site: https://www.instagram.com/p/BPs454bj-yQ/?taken-by=amornapagina
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Clã 19/04/2015

Clã dos Livros - A Joia
"- A seguir, senhoras, temos o lote 197. Lote 197, por favor em seu lugar. ( ... )
Vejo um X prateado no meio do palco circular. Meus joelhos tremem quando me aproximo dele, e esta caminhada é, sem dúvida, a mais longa de todas as que já fiz hoje. "

Violet Lasting não existirá mais. A partir do momento no qual embarcar em direção à Joia, ela será apenas um número. #197.

Ela cresceu pobre, mas cercada de amor no Pântano, um dos cinco círculos da Cidade Solitária, onde morava com sua família, até descobrirem que era uma das escolhidas. Violet, como poucas, tinha potencial para gerar os filhos da realeza e por isso foi afastada da família e treinada durante anos para aprender a se comportar e desenvolver os presságios.
Só as escolhidas tem o poder dos presságios e eles são úteis na sobrevivência dos fetos.

A realeza deseja manter o sangue real e precisa das escolhidas para isso, já que são incapazes de conceber. Mesmo assim, as moças são tratadas como mobília ou animais de estimação, até gerarem seus bebês.

"Falam sobre nós como se fossemos um animal de estimação ou um cavalo premiado. Como se não pudéssemos ouvi-las. Como se nem estivéssemos ali."

Violet não se conforma com essa condição humilhante e totalmente abusiva, mas não acredita que possa fazer muito para se libertar, até que uma pessoa inesperadamente se oferece para levá-la para longe de todo aquele terror. Mas para isso, ela terá que abandonar sua amiga Raven, que parece estar se abatendo mais a cada dia e também abrir mão de um amor proibido, que nasceu repentinamente quando um rapaz viu nela, a verdadeira Violet e não a substituta #197.

"O que está acontecendo comigo? É só um garoto. Só um garoto incrivelmente bonito que conhece música e conversou comigo por alguns minutos como se eu fosse alguém, me fez vibrar e ..."

"- Qual o seu nome?
Meu coração explode em um milhão de fragmentos cintilantes que se espalham pelo meu peito como fogos de artifício.
- Violet - sussurro.
Ele fecha os olhos e respira fundo como se a resposta fosse um enigma ou uma chave secreta.
- Violet - murmura. Em seguida sua boca toca a minha."

Com um enredo intenso e fascinante, acompanhamos Violet em sua busca por sentir-se dona de si mesma.
Ela sofre muito e vê o sofrimento e morte de outras meninas como ela. A realeza é muito cruel e egoísta e demonstra isso sem o menor pudor.
Ao longo da história, vemos que Violet vai encontrar muitas razões para lutar, mais do que apenas a sua própria liberdade.

A Série, sem dúvida tem características fortes de distopia (AMO) com um pouco de fantasia, já que as substitutas desenvolvem poderes especiais. Algumas mais que as outras.

Me apaixonei por A Joia. Devorei as páginas e fiquei atordoada com as reviravoltas e o final surpreendente. Cruzando os dedinhos para que a continuação saia logo.

"Nossos olhos se encontram, cruzo os dois dedos da mão direita e os coloco sobre o coração, o símbolo de respeito das substitutas do Portão Sul e um sinal de que, independente do que acontecer, eu nunca a esquecerei."

site: http://cladoslivros.blogspot.com.br/2015/03/resenha-joia-livro-1-da-serie-cidade.html
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Monique Neves 10/04/2017

Não é o que parece. É bem melhor!
Sua escrita é bastante envolvente, não dá vontade de largar o livro, é ação atrás de ação. Tem romance mas como uma boa distopia não pode faltar bastante aventura.
A explicação lembra muito a série Divergente pois a Cidade Solitária, uma ilha no meio do nada, é dividida em 5 regiões. O Pântano, a Fazenda, a Fumaça, o Banco e a Jóia, se formos falar de fora para dentro. Essas regiões são separadas por muralhas, construídas pelos primeiros colonizadores e todas as regiões servem a Jóia, onde vive a realeza com todo seu luxo e requinte.
Tudo começa com Violet, uma Substituta, indo para o Leilão, evento que determinará seu futuro. Uma Substituta serve exclusivamente para atender aos nobres, e principalmente para gerar um filho saudável para estes. Elas são selecionadas por um exame médico logo que alcançam a puberdade e enviadas para um internato, a fim de serem preparadas para essa nova vida.
Mas Violet logo percebe o quanto é difícil viver em um ambiente onde a cobiça e a inveja predominam e com ajuda dos seus mais recentes amigos traça um plano de fuga...

site: http://alfarrabiosliterarios.blogspot.com.br/2017/04/a-joia-amy-ewing.html
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Anne 17/03/2017

Uuuuaaaaallllll
Para entender melhor:
“A Cidade Solitária é dividida em cinco círculos, cada um deles separado por uma muralha, e todos, exceto o Pântano, têm apelidos relacionados à sua atividade. O Pântano é o círculo mais afastado, o mais pobre. Não temos atividade, apenas abrigamos os operários que trabalham em outros círculos. O quarto círculo é a Fazenda, onde toda comida é cultivada. Na Fumaça ficam todas as fábricas. O segundo círculo é chamado de Banco, porque é lá que os comerciantes têm suas lojas. E o círculo mais interno é a Joia. O coração da cidade.”

A Joia é a realeza da Cidade Solitária, seus “monarcas” por assim dizer, são o Executor e a Eleitora (equivalente a Rei/Rainha), depois temos as quatro Casas Fundadoras (Duques/Duquesas e Condes/Condessas), e em seguida as Casas da Primeira, Segunda e Terceira Classes (Lordes e Layds).

Em um passado distante, as mulheres da realeza perderam a capacidade de gerar crianças saudáveis, sua linhagem sanguínea estava morrendo quando foi descoberta a salvação. Foi descoberto nos genes de algumas mulheres do Pântano o dom dos presságios.

Primeiro presságio: Cor
Segundo presságio: Forma
Terceiro presságio: Crescimento

“Um: ver o objeto como é. Dois: ver o objeto em sua mente. Três: submetê-lo à sua vontade.”

Os presságios permitem reparar os danos nos cromossomos dos embriões reais, assim como realizar modificações durante a gestação. Essas mulheres são retiradas de suas casas, treinadas e vendidas à realeza para gerarem seus filhos.

Nossa protagonista é a Violet Lasting, mas logo no início do livro ela se torna o lote 197. Violet é vendida para a Duquesa do Lago e aí que o livro realmente começa. As substitutas são tratadas como uma propriedade, algumas inclusive levadas na coleira, são examinadas invasivamente e sofrem dores horríveis para executar os presságios com precisão e gerar crianças perfeitas, mas desta vez é ainda pior. O Executor e a Eleitora acabaram de ter seu primeiro filho e ele deve ser prometido dentro de um ano, sendo assim todas as mulheres querem gerar a menina perfeita para ser a futura Eleitora.

“— Ah, já começou a temporada de caça à substituta? — Garnet pergunta do outro lado da mesa”

Existem dois tipos de pensamentos em relação as substitutas, aquelas que acreditam que só precisam de seus corpos com injeções estimulantes para gerarem os presságios, e aquelas que acreditam que uma substituta com personalidade gera crianças melhores. Para a sorte de Violet a Duquesa do Lago pertence ao segundo grupo, mas nem todas dão essa sorte e substitutas morrem a todo momento.

Com um enredo cheio de suspense A Joia te conquista e deixa de boca aberta com até onde o ser humano é capaz de chegar. Se você pudesse customizar seu filho, você o faria? Garantir não só a aparência perfeita, mas também uma saúde perfeita, você o faria? Violet vai encontrar seu anjo da guarda e consegui salvar aqueles que ama?

site: http://www.fadasliterarias.com.br/2017/03/a-joia-resenha.html
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GiuCalumby 09/09/2015

Resenha A Joia
Comecei a ler o livro sem nenhuma expectativa, li a sinopse na internet e decidi ler. O Confesso que achei o livro um pouco parado, mas nesse caso específico não foi algo que tenha me incomodado, pois este primeiro livro serve para apresentar o universo em que o enredo se desenvolve.
Fiquei surpresa com a personagem principal Violet. Adorei sua ousadia e rebeldia em relação as situações que a cercavam, mas também amei sua inteligência em saber quando se calar. O fato do livro nos apresentar uma sociedade matriarcal também foi extremamente interessante e inesperado, Mulheres poderosas, com opiniões fortes contrastando com personagens masculinos fracos ou pouco explorados até esse momento.
A Joia foi uma adorável surpresa. Uma história muito bem escrita, com bons personagens e um final que faz você desejar ainda mais a continuação. Meu único arrependimento é ter lido o livro agora e ter que esperar até 2016 para a chegada do segundo livro no Brasil.
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Bella Nine 01/12/2015

Simplesmente enlouquecedor
Sabe quando vc pega o livro e lê sem qualquer tipo de pretensão? Pois é, a Jóia surgiu assim na minha vida.
Todo mundo disse que lembrava A Seleção. Nada a ver. É algo totalmente diferente, viciante e que te deixa loucaaaaa enquanto se aproxima da conclusão.
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Amanda 06/03/2018

Uma resenha sob nova perspectiva, ao contrário de estar com o livro fresco na cabeça e vir comentar o que achei, eu demorei mais de três meses para desenrolar essa aqui. Confesso que não lembro de muita coisa (e só se passaram três meses), mas toda vez que eu tentava escrever essa resenha, um tédio supremo reinava sobre mim. Assim como quase metade dos livros que eu leio, eu chego neles meio de paraquedas, ouço uma resenha aqui, um comentário ali, uma sinopse acolá... Toda essa informação cai no submundo do meu inconsciente e, anos depois, eu deixo ele me guiar em alguns impulsos literários, foi assim que resolvi ler "A Jóia".

Se eu entendi (ou lembro) bem, tudo que conhecemos, até agora, está dentro de uma muralha que impede o mar de afogar as pessoas. Para começo de conversa, a autora fez o favor de não contar nada sobre o porquê do mundo estar assim e eles terem que viver dentro de uma bacia cercada por água, mas avaliando logicamente a situação criada, o maior problema que poderia acontecer seria a muralha romper e todo mundo morrer, mas a autora preferiu contar a história da mesquinharia humana brincando de deus, no interior da muralha em vez do problema fora dela. Ela fez qualquer rascunho de ideia e achou que estava bom, sem apresentar quase nada da complexidade social do lado de dentro. Eu não lembro de ler sobre soldados e guardas nas muralhas, por que o povo não pula de um círculo para outro? Por que não se rebelam, se são maioria? Eles trabalham nas fábricas, ou elas não fabricam armas?

Dentro da muralha existem círculos de classes, que está mais para círculos de trabalho, e no centro de tudo o palácio real e seus membros. Outro problema com a livro começou aí, eu acho essa setorização de uma pobreza criativa, que olha... mas tá, depois de engolir a setorização fajuta, começou o meu problema matemático. JURO, que eu parei a leitura e me indaguei na época "mas por que o círculo mais externo não é o da fazenda?" Então gente, por quê? Eu ainda não sei. Penso que precisaria de uma baita área de cultivo para alimentar essa cambada toda, e pela lógica seria mais inteligente colocar esse setor no círculo com maior perímetro, já que não foi o caso, a falta de perímetro tem que ser compensada pela largura, e daí, JURO, eu me indagava durante a leitura "para ter lógica, tem que demorar horas para atravessar esse círculo". Eu era ingênua o suficiente para tentar encontrar uma explicação para as minhas próprias dúvidas (já que a autora falhou miseravelmente) "deve ser para criar uma barreira de espaço entre o povão e as classes altas", mas não né, porque o povão cruza essa barreira todo dia para ir trabalhar, gasta tempo de viagem, gasta recurso de transporte... eu não sei... Aaaahhh, fora que ela diz que o círculo chamado "Banco" é onde estão as lojas, aí se eu quiser comprar um pãozinho eu tenho que me despencar para esse círculo? Ou comprar sacas de farinhas para produzir o próprio pão, tem que ir lá, ou na fazenda? Gente, eu não sei... nada faz sentido!

Continuando, depois da lógica zero na organização espacial, vieram os meus questionamentos sobre os Presságios. Mutação genética. Ok. Mas por que diabos a mutação só afeta os pobres? É uma mutação bem seletiva né? E sobre as mulheres grávidas e não grávidas? SÓ as mulheres da realeza não conseguiam ter filhos. O que? outra mutação que olha para a carteira do indivíduo antes de atacar? Eu ficaria mais feliz se a autora explicasse que a nobreza não quer engravidar para não estragar o corpinho. Realmente espero que venha a "descoberta" da verdade nos próximos livros, mas o legal de vir a explicação certa mais para frente é que você estava sendo convencida e enganada pela explicação errada, assim como todos os ignorantes do mundo ficcional. Eu estou tão puta com tudo, que se vir a verdade, eu vou ficar mais para aliviada do que chocada.

Depois de eu ter problema com quase tudo que serviu de base para o universo ficcional, vieram os personagens... **respira fundo**... e que bela merda hein. Quase todos personagens bidimensionais, sem personalidade e nuances diferentes, embotados com clichê e esteriótipos, a principal quase não se indaga e procura por respostas, qualquer um que dá uma bom dia sem ser de forma ríspida ela já está toda amiga, essa menina não desconfia das pessoas, muitas tomadas de decisões duvidosas... Em nenhum momento da leitura eu me vi torcendo por ela ou por seus objetivos. E o melhor do livro, o instalove. AAAAHHHH, não sei porque ainda não baixaram um lei que proíba o uso deste artifício em livros, até porque o namoradinho dela é outro who que eu não me apeguei.

Enfim, não recomendo, mas livro ruim e chato também tem um propósito no mundo, o de fazer você valorizar os livros bons. Não é só de mel que se alimenta o homem.
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Ingrid Micthell 10/07/2017

Resenhado por Alice
A Joia é uma trilogia que já há algum tempo me chamava a atenção. Quando a V&R Argentina anunciou por aqui a publicação da terceira e última parte da trilogia me animei ainda mais a dar uma oportunidade à essa história, no entanto, admito que não tinha demasiadas expectativas. Em um primeiro momento, seja pela capa, seja pela premissa inicial, se pode notar facilmente a semelhança dessa saga com outra famosa série, A Seleção de Kiera Cass. e era justamente essa semelhança com A Seleção (uma saga que não me encantou completamente embora, admito, tem bons momentos) que me deixava com o pé atrás.
Felizmente, A Joia consegue se afastar bastante da história de Kiera Cass no decorrer das páginas. Amy Ewing soube trazer-nos uma história diferente, com uma sociedade peculiar que apresenta ao leitor à todo o momento revelações inesperadas e segredos, à primeira vista, confusos.

A Cidade Solitária é um território dividido em zonas. A Fumaça, Fazenda, Pantano, O Banco e, finalmente, A Joia, a parte privilegiada, onde vive a nobreza.
Por circunstancias misteriosas, as mulheres da Joia se tornaram incapazes de gerar filhos. A maioria das crianças nascidas da aristocracia, nasceu defeituosa ou, morreu ainda nos primeiros anos de vida. Se tornou impossível aos habitantes da Joia gerar filhos saudáveis.
Curiosamente, fenômeno oposto ocorre no Pantano, a região mais pobre da Cidade Solitária.
Algumas das meninas nascidas no Pantano nasceram com dons especiais, os chamados Auguries e, por meio destes dons são capazes de conceber não apenas filhos saudáveis, mas também perfeitos. Desta maneira, a poderosa realeza descobriu que poderia usar essas meninas como Substitutas, emprestando seus corpos para que possam ser usados para conceber filhos perfeitos para os habitantes da Joia.
Assim, as meninas são submetidas desde tenra idade à testes para descobrir se são portadoras dos Auguries e aquelas que, como Violet Lasting, são portadoras dos dons, são levadas de suas familias, exiladas até atingir a idade fértil e, então, leiloadas aos habitantes da Jóia, que não se importam em pagar preços altos para ter o privilégio de possuir uma substituta que poderá gerar um herdeiro ou herdeira para alguma poderosa familia.
Violet, assim como outras meninas, teve seu nome, sua identidade e seu passado apagado. Agora ela é apenas a garota número 197, e após o leilão, se tornará propriedade. Quando a poderosa Duquesa do Lago a compra, Violet não sabe bem o que esperar da nova vida.
Luxo, riqueza, jóias, vestidos caros e festas glamourosas farão parte da rotina de Violet à partir deste momento porém, Violet sabe que é apenas uma propriedade, usada para conceber um filho e após isso, descartada, sendo enviada à reclusão em uma terra desconhecida.
O grande problema é que durante sua jornada na Joia, Violet descobrirá que nem tudo é tão simples e que há segredos ocultos prontos para sair à luz, revoluções sendo preparadas e, um aterrorizante movimento que coloca em risco não apenas a sobrevivência das substitutas como Violet, mas também divide uma sociedade poderosa que, no entanto, pode estar à beira de um colapso.

Sei que a sensação ao ler a premissa de a Joia é certamente a de um deja-vu. "Ei, eu ja vi isso!" ou "vaya, isso parece com aquele outro livro". No entanto, apesar das semelhanças com algumas outras distopias já lidas e discutidas em diversos blogs, Amy Ewing conseguiu trazer-nos uma história envolvente, com personagens únicos e com muitos pontos originais e imprevisíveis.
Violet, a protagonista, é uma mocinha forte e decidida. Ela não tem medo do desconhecido, e é uma defensora leal dos seus. Há um determinado momento em que a personagem exaspera, pois quer se portar como um modelo de mártir, atitude bastante comum em protagonistas de distopias, porém, em um contexto geral, acompanhar a trajetória de Violet foi bastante interessante.
Há outros personagens que, em principio aparecerem de maneira secundária e aos poucos adquirem importancia, eu realmente gostei da maneira como a autora consegue inserir cada personagem sem permitir que o leitor possa prever de antemão as intenções reais de cada um.
Há muitos segredos para serem revelados e no universo fascinante e perverso criado por Amy Ewing, o inesperado parece ser sempre um fato constante.
A Joia não é um romance. É uma distopia, no sentido mais literal. A ambientação é rica em detalhes, e a narrativa possui um ar obscuro, garantindo sempre um toque de mistério.

Algo que realmente não me convenceu nesta primeira parte foi justamente o romance. Forçado, precipitado e sem sentido. A maneira como a relação de Violet e Ash se desenvolve me pareceu um pouco surreal e apressada, como se a autora não quisesse realmente se focar no casal. O romance, para dizer a verdade, é desnecessário nesta primeira parte e ficou a sensação de que fica sobrando na historia, dando a impressão de ter sido inserido por pura casualidade. Ainda teremos mais dois livros adiante, e pode ser que nos próximos o amor de Violet e Ash termine por me encantar, mas, até o momento, não chega a ser um casal que realmente tenha deixado marca.

Embora não tenha muitas cenas de ação, A Joia é um livro carregado de suspense, que mantém o leitor pegado ás suas paginas justamente por conta do clima tenso e conspiratório que parece prevalecer nas páginas dessa historia.
O final, bastante dramático, me pareceu adequado porém, falta emoção. Os fatos acontecem muito rápido no final e algumas coisas ficam sem explicação. Ainda assim, a autora consegue deixar um gancho interessante para a segunda parte, A Rosa Branca.

Resumindo, A Joia foi muito mais do que eu esperava, e certamente possui o mérito de sua autora conseguir trazer-nos uma historia nova e original apesar das semelhanças iniciais com outra trilogia famosa. Um livro que se lê rapidamente e que apresenta uma sociedade poderosa com ideais egoistas e distorcidos que, por muitos momentos, surpreende o leitor e nos deixa ávidos por descobrir mais deste peculiar universo criado por Amy Ewing.


site: https://resenhaatual.blogspot.com.br/2017/07/resenha-joia-amy-ewing.html
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Camila Garcia 28/07/2017

Gostei!
Pra mim esse livro foi um achado no sebo da minha cidade.
O desenrolar da história é bem leve, o que permite que entremos nela aos poucos. E quando vemos, não dá pra desgrudar do livro.
Enredo interessante, com uma personagem principal (Violet) cativante.
Achei desnecessário o envolvimento romântico dela com o Ash. Cortou um pouco o fluxo da história e não acrescentou nada relevante. Porém, foi essencial para o final do livro nos deixar de boca aberta e ansiosos para continuar leitura.

site: un-loving.blogspot.com.br
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Polyana Pinheiro 03/10/2016

"Fui vendida. Sou propriedade."
Imagine, caso seja menina, que ao "virar mocinha" invadem sua casa e te submetem a um exame. E com o diagnóstico, descobrem que você é uma garota especial, que chamam de substituta e tem de ser levada para um internato longe de sua casa e família contra sua vontade. Esta é a situação pela qual Violet Lasting passou. Mas, após quatro anos presa no Portão Sul, local onde as substitutas são confinadas e instruídas, ela pensa que na verdade as coisas não são tão ruins quanto parecida. Tudo bem, há o quesito estar longe da família, mas também há vantagens: ela recebe uma excelente educação que não conseguiria em casa; pode se vestir como quer; comer quanto e o que quiser; há eletricidade; pode-se dormir até tarde e não precisa trabalhar. Ela é treinada por anos e agora está prestes a embarcar para o Grande Leilão, quando será comprada por alguém da realeza e começará a vida como substituta. Ela sabe que o papel das substitutas é realmente substituir as mulheres da realeza, servindo de "barriga de aluguel" e gerando os futuros herdeiros. Mas há muito mais coisas debaixo dos panos, e Violet não tem noção do que a espera pela frente e das descobertas sombrias que fará. E ela vai desejar, a cada dia mais, nunca ter nascido especial. Nunca ter nascido substituta.

Posso dizer que quando iniciei a leitura, eu estava como Violet: sem saber o que esperar. O livro já começa citando fatos, nomeclaturas e situações que só são explicados posteriormente. Como eu sequer li a sinopse, não fazia ideia do que estava acontecendo ou iria acontecer (e mesmo assim, ela não explica muita coisa). De início me senti perdida, mas depois percebi que durante a leitura, a autora vai soltando os fatos como quebra-cabeças, para tentarmos encaixar. Mas é piscar para perder. Vi muita gente que não entendeu/entendeu errado algum fato ou passagem e creio que seja por esse motivo. Ao mesmo tempo que isso instiga, pode fazer perder o interesse, o que é bem arriscado. No meu caso, só me deixou cada vez mais curiosa para entender tudo e acho que o fato de não ter lido a sinopse pela primeira vez foi mais que profícuo, porque tudo que aconteceu no livro me pegou de surpresa, diferente de quando lemos o pequeno resumo e já sabemos mais ou menos o que esperar.

" Esperança é algo precioso, não é? No entanto, não damos a ela o devido valor até que a perdemos."
"Fui vendida. Sou propriedade. Nunca mais verei minha família, Portão Sul ou o Pântano de novo." (Cap. 6)
"O sonho de fugir é tão sedutor e impossível que algumas vezes penso que não passa disso, um sonho." (Cap. 13)


À primeira vista, Violet me pareceu uma típica personagem de distopias. A pobre, injustiçada e corajosa que busca a mudança. Mas em algumas rápidas passagens ela se mostrou diferente. Sabe, nem a pessoa mais boa do mundo é boa o tempo todo. Somos humanos, nossa mente vai a um milhão e os mais inteligentes sabem que muita coisa que se passa por ela não deve sair pela boca. Temos incertezas, cometemos erros. Por isso, vivi um caso de amor e ódio com a personagem. Infelizmente, ela não amadurece muito durante o livro, como é de costume em livros com personagens dessa faixa etária. Ao mesmo tempo que eu sabia o que ela devia fazer, e ela também, Violet acabava fazendo o oposto, muitas vezes cometendo atos extremamente infantis. Me dava vontade - muita vontade - de entrar no livro e dar um sacode nela. Principalmente depois da metade, quando aparece Ash e eles rapidamente se envolvem.

******** LEIA A RESENHA COMPLETA EM MEU BLOG: ********


site: http://www.desenrolagabriola.com/2016/10/a-joia-amy-ewing.html
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saradealb2 14/09/2015

Livro muito bom apesar de toda polemica
A Jóia é o primeiro livro da série “Cidade Perdida” da autora Amy Ewing. Lá fora, no entanto, já foram lançados outros 2 livros/contos: 0.5 – The Wishing Well, que são histórias conhecidas e contadas para as crianças na Cidade Perdida ; e o 1.5 – The House of Stone ( A Casa de Pedra), a história da Raven. Já o segundo livro da saga, The White Rose (A Rosa Branca), está programada para ser publicado em outubro, apesar de que algumas leitoras sortudas já terem lido!
Pelo que eu pude ver esse é um livro que está gerando muito polemica. As pessoas ou amam ou odeiam. Tem gente que já começa falando que o livro se parece muito com X ou Y. Bom, ao contrário de muitos eu não li a serie de livros "A Seleção" então não posso comparar muito, porém pelo que eu sei, sinceramente não acho parecido. Acredito que sim um pouco da idéia de ter classes sociais muito distintas, com os ricos no poder e mandando em tudo é parecido, mas muitos livros de Distopia são assim.
Falando sobre o livro, desde que eu li a sinopse já estava querendo saber o significado do que era ser uma substituta, porque já da pra perceber que tem alguma coisa por trás de tudo. Afinal de contas se o mundo real não é um mar de rosas (nesse caso violetas) imagina em uma Distopia. E achei muito interessante quando descobri do que se tratava. As mulheres da Jóia necessitam das meninas férteis do Pântamo, mas você acha que ela iam fazer isso de forma boa para todos? Claro que não! Essa parte achei bem interessante. Por outro lado... O que são os homens dessa sociedade? Achei eles uns bobos haha as mulheres que mandam na droga toda! Hahaha

[continua no blog]

site: http://milhasliterarias.blogspot.com.br/2015/09/resenha-do-livro-joia-amy-ewing.html
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Bruna 16/07/2017

Cidade Solitária
Acho que esse livro deveria ser mais popular. Dentro do booktube, dentro da comunidade de leitores... Sinto que ele não teve uma atenção como outras distopias tiveram, uma pena pois é um livro muito bom.
Seria um livro maravilhoso se não fosse o envolvimento do romance na estória. Não acrescentou em nada, foi totalmente avulso e o Ash não me cativou em nada. A autoria tem um puta enredo para mostrar e decidiu colocar romance no meio... Se não fosse por isso eu teria dado 4,5 ou até 5 estrelas. Não me entendam mal, se o romance tivesse sido bem escrito e com desenvolvimento eminente eu teria gostado, agora isso que ela jogou no livro só pra dizer que tem um romance foi uma péssima escolha.
Um coração a mais pela fofa da Annabelle, adorei ela. E o final desse livro me destruiuuuu preciso do próximo, e desesperada por saber que não tem data de lançamento prevista pro último livro! Apesar do romance choxo, gostei muito do livro!!!
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rosanyvieira 20/09/2018

A história trás uma sociedade em um futuro apocalíptico vivendo na chamada Cidade Solitária, a qual é dividida em círculos: quanto mais afastado do centro, mais pobre e vulnerável a população residente de determinado círculo será.

No centro da Cidade Solitária fica a Joia, onde vive a nobreza. As mulheres nobres não podem gerar filhos e para que a linha de descendentes continue existindo, as moças do círculo do Pântano (o mais pobre de todos) servem como ?barrigas de aluguel?. Treinadas durante toda a vida, as jovens substitutas desenvolvem seus poderes (que são chamados de presságios), que influenciarão nas características do futuro bebê.

É nesse cenário que iremos conhecer Violet ? uma substituta que nunca foi capaz de aceitar o seu infeliz destino, de servir para sempre outras pessoas e viver longe da sua família por toda a vida. Mesmo assim, Violet será leiloada e vendida para a Duquesa da Casa do Lago, que possui planos muito específicos em relação ao nascimento da sua segunda filha, exigindo sempre o máximo da jovem, que se vê desesperadamente aprisionada nessa infeliz missão.

Com algum tempo vivendo na Joia e se preparando para engravidar, Violet irá conhecer pessoas perversas e descobrirá como aquela sociedade nobre é suja. Mas uma esperança de escapar de tudo surge na sua vida, além da moça sentir o peso de poder começar uma revolução e salvar várias meninas daquela vida.

Muitos acreditam que A Joia se assemelha bastante à A Seleção, mas embora eu tenha encontrado algumas características em comum, não achei que as histórias são levadas para o mesmo caminho. Amy Ewing trouxe nesse primeiro livro uma narrativa mais voltada para o distópico/fantástico e não para os relacionamentos amorosos, além das críticas sociais serem melhor desenvolvidas. Com um final muito cheio de aflição e instigante, fiquei empolgada para realizar a leitura da continuação, também já lançada aqui no Brasil, A Rosa Branca.
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Bela 01/12/2017

Surpreendente
Ganhei esse e-book em uma promoção da Amazon. Eu simplesmente nunca tinha ouvido falar nesse livro, mas a sinopse me interessou, então acabei por escolhê-lo dentre as opções dada pela Amazon. O enredo me lembrou um pouco das séries Eve e A Seleção, e apesar de eu achar a proposta um pouco confusa no inicio, tudo foi sendo explicado no decorrer da leitura, que terminou com uma leitora desesperada para ter a sequencia em mãos.

As substitutas são responsáveis por gerar os filhos da realeza da Jóia e Violet acabou de concluir o seu treinamento. Ela foi aprovada nos três presságios: cor, forma e crescimento, então, será leiloada para as mulheres da Jóia junto com outras 199 garotas. A Cidade Solitária é dividida em 5 círculos: Fumaça, Fazenda, Pantano, Banco e Joia (onde vive a nobreza). Cada dama da Joia tem direito a ter dois filhos, mas uma anomalia genética as impede de gerar suas próprias crianças. Portanto, foi um verdadeiro milagre descobrir que algumas meninas tinham dons especiais e ainda conseguiam gerar os óvulos das mulheres da realeza.

"-Esperança é algo precioso, não é? No entanto, não damos a ela o devido valor até que a perdemos."

Violet é arrematada pela Duquesa do Lago, uma mulher de personalidade forte e difícil convivência. Ela está determinada a ter sua bebê antes de qualquer outra para que ela possa se casar com o filho do Executor e levar a família de volta a posição de maior poder na Joia. Violet nunca desejou ser uma substituta e trocaria todo o luxo, vestidos, jóias e festas da Joia pela liberdade e pela convivência com a sua família, que ela ama de todo o coração. Entretanto, se verá em meio a um jogo de poder e mentiras, em que as damas da alta nobreza lutam com todas as armas, sejam elas lícitas ou não, para conquistar uma reputação e um lugar de destaque na sociedade. Um arranjo que está muito perto de desmoronar.

Apesar das aparentes semelhanças com outras séries do gênero distópico, A Joia alcança sua originalidade e nos prende do inicio ao fim da leitura. Amy nos surpreende diversas vezes ao longo do livro e eu só não gostei muito do romance que ela criou, na verdade estava esperando que ele acontecesse com uma outra pessoa... O romance acabou surgindo e crescendo de forma rápida e inesperada, mas até que ele me convenceu depois que aconteceu, e eu consegui entender o que os atraiu um no outro, não foi aquela coisa: 'por favor parem, vocês não tem nada a ver um com o outro', foi apenas: 'ok, não esperava por isso, mas ok'.

"Você me faz sentir inteira também. Neste lugar que tira algumas partes de nós, você me faz lembrar de quem eu sou. Quem eu era."

Violet é apenas uma menina de dezesseis anos, mas tudo o que já viveu tem lhe feito amadurecer às pressas, como se nunca houvesse tempo suficiente. Todos parecem ter grandes expectativas a seu respeito e ela não pode evitar se sentir um pouco perdida no meio de tudo isso. Ela é forte e teimosa, mas as vezes parece se sentir frustrada por ser tão pequena e insignificante, e por não poder ser quem realmente é ou fazer o que realmente gostaria de fazer, afinal, ela é uma substituta, ela foi vendida em um leilão e agora é uma propriedade da Duquesa. Por fim, posso dizer que o livro superou todas as minhas expectativas e, como disse antes, estou ansiosa para poder continuar acompanhando a série, ainda mais depois do final bombástico como Amy terminou A Joia.

"A sala a minha volta desaparece e tenho uma incrível sensação de libertação, todo o meu ser se altera quando toco. Eu sou a musica, e as cordas e meu corpo são tão ressonantes quanto o violoncelo. Somos um só instrumento, estamos em um lugar onde ninguém pode nos tocar, onde não há Joia ou substitutas, um lugar onde só existe a musica."

site: http://www.sigolendo.com.br/
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Fabi | @psamoleitura 13/06/2018

{resenha feita no blog PS Amo Leitura}
Um: ver o objeto como é. Dois: ver o objeto em sua mente. Três: submetê-lo à sua vontade. E foi assim que os dias de Violet Lasting chegaram ao fim e agora ela é uma substituta; é o lote 197.

“A Joia” é o primeiro livro da série “a cidade solitária”, escrito por Amy Ewing e nele nós vamos conhecer a personagem Violet Lasting que tem seus dias contados com seu nome. Ela não será mais a Violet que nasceu e cresceu no Pântano, um dos círculos da Cidade Solitária. Ela foi vendida para a Joia e terá que servir para a Duquesa.

O problema que “servir a Duquesa” não é em serviços domésticos, não. Quando as substitutas são vendidas, elas possuem apenas uma única função: ser barriga de aluguel; e nada mais. Por Violet ser fértil, ela é especial e precisa ser separada da família após sua mudança de criança para mulher, nesse caso, ela tem apenas dezesseis anos.

Violet começa a questionar se tudo que ela aprendeu no decorrer da sua vida sobre a realeza é verdade e que muitas informações foram omitidas durante muitos anos. E após um leilão, onde ela foi comprada por milhões de diamantes, sua vida não será mais a mesma. Ela passará a descobrir coisas horripilantes e a crueldade que há por trás de toda beleza que a Joia reluz.

Porém, em todo fim de túnel há uma luz, não é mesmo? Quando Violet acredita que sua vida será completamente destinada a ficar naquele local e conviver diariamente com coisas inaceitáveis, assim como servir para sempre a realeza, uma incrível e improvável amizade aparece em sua vida e irá te mostrar um caminho. Porém, assim como a amizade surge, um intenso e inexplicável amor também. A escolha de seguir em frente dependerá apenas de Violet.

Após concluir duas leituras seguidas e completamente emocionantes, eu precisava de uma leitura que fosse mais leve, que abordasse fantasia e qualquer coisa do gênero e preciso dizer que “a joia” foi uma excelente perdida. Apesar de tratar de assuntos delicados como envenenamento e aborto, a autora soube como colocar isso de uma forma mais leve, o que tornou a leitura bem prazerosa.

Eu já havia lido algumas resenhas deste livro e confesso que algumas até me desmotivou um pouco para ler, mas, como sempre, eu adoro me aventurar em livros que não são tão conhecidos ou até mesmo criticados e preciso dizer: ainda bem que li! O livro apresenta um mundo distópico onde podemos perceber a força que a Joia exerce sobre toda cidade, assim como as pessoas inferiores a ela que acabam sendo suas “subordinadas”.

Começo dizendo que eu fiquei completamente chocada por fazer leilão dessas meninas férteis, assim como também elas são classificadas em lotes, sendo que o lote 200 é o mais valioso. Tudo isso depende da beleza e dos testes realizados quando elas passam para essa fase adulta. Ok, isso me chocou um pouco, mas acho que o que mais me chocou foi o que acontece no decorrer das páginas e tudo que Violet descobriu e presenciou. É incrível como o poder e a necessidade de estar sempre em primeiro lugar é capaz de fazer com as pessoas, não é mesmo?

Mas, saindo um pouco desses acontecimentos marcantes, vamos falar do romance. Acredito que a Amy Ewing explorou o romance na medida certa! Foi algo que aconteceu aos poucos e desencadeou novas emoções e novos pontos de vista na personagem. Claro que se ela não tivesse conhecido o amor, sua vida teria tomado um rumo completamente diferente. De qualquer forma, tenho certeza que isso determinará o rumo da próxima história – o segundo livro da série, já publicado pela editora Leya, é “A Rosa Branca”.

Preciso citar apenas um pontinho que me incomodou um pouco no decorrer da leitura. Em alguns momentos a autora fez algumas repetições o que me deixou um pouco incomodada, mas nada que estragasse a beleza do enredo. Talvez essas repetições fossem necessárias? Talvez. De qualquer forma, o livro vale a pena ser lido e vale a pena conhecer esse mundo abordado por Amy.

O final deste livro é realmente um BOOM de acontecimentos e eu fiquei completamente chateada em chegar na última página, após tudo que aconteceu, e não ter o segundo livro para saber qual será o destino de Violet e todos os outros envolvidos. Tenho a convicção de que o segundo livro dessa série é ainda melhor! Estou aguardando ansiosamente a oportunidade em lê-lo.

Enfim, para quem gosta de distopia, fantasia e livros infanto-juvenil, eu super recomendo o livro “a joia”. Ele vai abordar assuntos polêmicos e ao mesmo tempo vai fazer seu coração aquiescer com o romance. É um livro empolgante, repleto de reviravoltas e intrigas. Um livro que todos deveriam conhecer.

site: http://psamoleitura.blogspot.com/2018/06/resenha-joia-de-amy-ewing.html
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