Kaori

Kaori Giulia Moon
Giulia Moon




Resenhas - Kaori


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Andy 16/03/2017

Kaori | Por Minha Fuga da Realidade
Kaori se passa em duas épocas distintas, no período Tokugawa, mostrando um pouco de sua vida humana e depois de sua transformação, e nos dias atuais (precisamente em 2008) onde a história centra-se mais em Samuel Jouza (sim, com "J") um cara normal com um emprego peculiar, ele um vampwatcher, um olheiro de vampiros, onde ele observa, anota e reporta ao IBEFF - Instituto Brasileiro de Estudo de Fenômenos Fantásticos. Trata-se de uma organização secreta que estuda e cataloga vampiros e outras criaturas. Ela é tão secreta que Samuel não sabe nem o endereço muito menos quem é o chefão. Ele mantinha contado apenas por email, e as vezes duvidava que existisse uma pessoa real por trás das mensagens. Até que ele conhece Sidnei, um representante do IBEFF. Ele o procura para atualizar Samuel com novos equipamentos e saber o motivo de seus relatórios estarem tão escassos.
Sobre o período Tokugawa, temos a triste história de Kaori, ela sofreu nas garras da Madama Missori, sua inimiga. Missori tinha uma casa de prazeres, e sempre sonhou que Kaori trabalhasse para ela. Kaori, a bela garota com perfume natural hipnotizante. Mesmo séculos depois ela continua assim. Ainda sofrendo com os fantasmas do seu passado. Ao menos ela tem um amigo imortal, Takeso. Ele é como um pai para ela. A relação dos dois é muito fofa de se ver.
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A primeira vez que tive contato com a escrita da Giulia Moon foi com o conto "Sangue de Lúcifer" na antologia Crepúsculo - Despertar dos Vampiros, e gostei de seu jeito de escrever, sua versão mitológica dos vampiros. Caçadores da noite, refugiados do dia.
Ela explica apenas o necessário e ainda assim descreve bem os detalhes, sem deixar a narrativa cansativa. Os capítulos são intercalados entre o presente e o passado, os acontecimentos de um entrelaçado com o outro, suas revelações vão indo lado a lado.
Minhas partes preferidas foram do período Tokugawa, acompanhar a vida de Kaori e os conhecer um pouco sobre os costumes japoneses foram ótimos.
Ao escrever esta resenha eu já estava devorando Kaori 2, para vocês verem como a escrita dessa mulher vicia. Bem, e também tem vampiros, né?! Meu ponto fraco. Dela ainda pretendo ler outros contos e Kaori e o Samurai sem Braço.
A edição está linda! A capa roxa em dois tons com enfeites vermelhos, com o stencil de um dragão ao fundo. Por dentro o mesmo trabalho bem feito, com folhas amarelas, bom espaçamento e ótima diagramação. E cada capítulo é marcado no começo com o dragão.
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Se você é um apaixonado por vampiros, como eu, não deixe de conferir as obras da Tia Giu. Tenho certeza que irão adorar.
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site: http://minha-fuga-da-realidade13.blogspot.com/2017/03/resenhando-kaori-perfume-de-vampira.html
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vortexcultural 06/08/2016

Por Hatake Diogo
Cada capítulo do livro reserva uma surpresa, mínima, mas sempre presente. A própria disposição dos capítulos é diferenciada, pois temos um capítulo tratando do presente, outro, do passado (dezoito capítulos marcados em numerais arábicos [presente] e mais dezoito marcados em numerais romanos [passado], somando prólogo e epílogo, nas 371 páginas do livro), com um final, na minha opinião, bom, mas não tanto quanto eu esperava.

Mais algumas considerações: personalidade de cada ser vivo ou ‘não morto’ bem trabalhada, exceto de um que é somente mais explorado no final; localidades bem assimiladas transportando assim o leitor para o lugar, ou mesmo, o fazendo imaginar, sentir, ”respirar” a paisagem; acho que faltaram algumas doses de comédia com alguns personagens e/ou situações; senti muita falta da situação que deveria envolver (não pensem besteira) Takezo e Samuel.

[Resenha completa no site abaixo]

site: http://www.vortexcultural.com.br/literatura/kaori-perfume-de-vampira-giulia-moon/
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Leitora Viciada 22/08/2014

Sabem quando termina uma sessão no cinema e o filme foi tão empolgante que boa parte do público não resiste à brega tentação de aplaudir, como se estivesse num teatro ou show musical? Eu mordi minha língua ao dizer que nunca faria isso e praticamente fechei Kaori: Perfume de Vampira e tive de controlar o impulso de bater palmas para o livro! Loucura, não é?
A cada nova leitura finalizada, uma reação. Algumas mais intensas que outras... essa foi marcante, nova para mim. Não sei explicar exatamente, mas li as últimas linhas pensando em como fui sortuda em aproveitar esse livro tão bom.
A primeira vez que soube do livro, foi às vésperas do lançamento da continuação: Kaori 2: Coração de Vampira. Pesquisei na internet sobre Kaori, o lançamento do livro 2 e a autora Giulia Moon. O mínimo que alguém pensa ao ler a sinopse é que deve ser um livro fantástico bem exótico. Porém garanto: é isso e muito mais!
Tive o imenso prazer de conhecer a Giulia na XV Bienal do livro no Rio, tivemos um papo bem agradável e eu ganhei o livro da própria Giulia. Não imaginaria que agora, eu seria uma fã de carteirinha. Fã da Kaori e fã da Giulia. Faço parte do KaoriLovers no Facebook! Então, se eu já a tinha achado uma simpatia de pessoa, agora pensar que estive pessoalmente com ela é emocionante! Sem enrolar mais, explicarei o porquê de minha euforia:
A capa é perfeita, não tenho nada a declarar. Linda, elegante e poderosa - como a Kaori. (E eu vi o Kaori 2 e a capa é ainda mais bonita e luxuosa, mantendo o mesmo padrão). Livro mais bonito em mãos que em foto na internet, garanto.
A diagramação e toda a qualidade gráfica são ótimas. Cada capítulo tem uma imagem de dragão oriental ricamente detalhado como uma marca d'água. O livro possui um sumário e a Giz Editorial está de parabéns pelo trabalho!
O livro é gostoso de ser lido, pois a narrativa única da Giulia flui, instiga, convida página a página. Há uma boa mistura no livro.
Temos um pouco de terror e horror, afinal o livro traz vampiros de todos os tipos, além dos famélicos e outros seres fantásticos, incluindo os misteriosos seres do folclore japonês. A aura de realismo é fascinante, mesmo sabendo que aquelas criaturas não existem, Giulia te engana com perfeição, quando você esquece da realidade e abraça o mundo de Kaori.
O livro tem um pouco de paixão, seja carnal, com altos níveis de sedução; ou seja paixão misturada com amor ou devoção. Apesar do amor existir, não pense o leitor que irá encontrar algo semelhante a romances melosos ou entediosos.
Encontramos também doses de melancolia ou tristeza, personagens que sendo vampiros ou não, possuem desejos, anseios e dúvidas em relação à sua existência.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2011/10/kaori-perfume-de-vampira-de-giulia-moon.html
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Leitora Viciada 06/10/2011minha estante
+ resenhas em http://www.leitoraviciada.com




Kaya 25/02/2014

Uma das melhores obras de autores brasileiros atuais
Achei esse livro por acaso quando estava passando por uma livraria, me apaixonei pela capa, porque parecia ter bem a cara de livro que eu ia gostar. Comprei e não consegui parar de ler. A história é ótima, te leva a dois universos diferentes, a Giulia sabe o que faz na hora de escrever maravilhosos livros.
Tassy 30/12/2015minha estante
Verdade
è uma história que te prende e faz você devorá-lo como se a qualquer momento o livro fosse desaparecer(foi assim que me sentir, certo!), Kaori é uma vampira magnifica, em momentos que ela me lembra um dos vampiros do escritor André Vianco... Giulia soube realmente fazer um livro de vampiros... parabéns a ela e que venham mais livros de vampiros, lobisomens




Francine 13/11/2013

Aos amantes de terror, romance e vampiros
Kaori – Perfume de Vampira foi um livro que comprei por indicação de uma amiga. Procurava algo distinto com estes seres sobrenaturais e sua sinopse me interessou, especialmente quando soube ser de uma autora brasileira.

A narrativa em terceira pessoa é original, sendo intercalada entre capítulos que se passam no Japão, a partir de 1647, e no Brasil, em 2008. Essa maneira de estruturar o enredo tornou-o bastante dinâmico e por vezes tive que me conter para não pular um capítulo e ver a sequência do que ocorreria num determinado contexto histórico.

O que o Japão Feudal e o Brasil contemporâneo têm em comum? A protagonista, Kaori. Inicialmente humana e ingenuamente submissa às dificuldades de sua vida pobre, no Japão Feudal, Kaori ajudava seu pai no humilde comércio que ele possuía. Àquela época, era comum que as proprietárias dos bordéis fizessem propostas para comprar belas jovens. Missora era uma destas proprietárias, senão a mais fria e importante delas, e estava muito interessada em Kaori. Ela fez injuriosas propostas ao pai da garota para comprá-la, mas a decência do homem não cedia. Notamos, então, que a leitura será repleta de violência quando Missora não mede esforços para obter o que quer.

A vida de Kaori torna-se infernal sob a maldosa autoridade de Missora. Ao mesmo tempo, entre os capítulos intercalados, somos apresentados à Kaori atual. Uma vampira que ostenta a beleza imortal de sua juventude, mas carrega consigo as marcas de um passado repleto de sofrimento e que moldaram sua personalidade ao ponto de perder a doçura. Ela é constantemente observada por Samuel Jouza, um vampwatcher (ou "olheiro de vampiros") que trabalha para o Instituto Brasileiro de Fenômenos Fantásticos (IBFF) e possui como principal função registrar todas as atividades destes seres sem nunca interferir. Samuel não sabe realmente para quais fins suas informações são utilizadas, também não conhece outros que atuem na mesma área. Ele apenas caminha nas ruas de São Paulo à procura de vampiros para registrar o fato.

Qual não seria sua surpresa, no entanto, quando em uma de suas discretas observações é atacado por outros seres inumanos que sequer sabia existir? Os vampwatchers estão sendo mortos por famélicos, seres sobrenaturais que agem como cães, comendo e limpando os restos mortais das presas dos vampiros. Samuel teria perdido sua vida para os famélicos se não fosse salvo. Aliás, ser salvo é o que mais acontece em sua perigosa profissão desde que cruzou o caminho de Kaori.

Kaori – Perfume de Vampira é um livro com suas peças meticulosamente amarradas, compondo incríveis cenários com a mitologia japonesa e ocidental. Giulia Moon criou vampiros cruéis e sua habilidade em descrever abusos físicos e psicológicos causa impacto no decorrer da leitura. Amores egoístas e doentios movem as ações dos personagens, tornando-os tão passionais que seus impulsos surpreendem com frequência.

É válido dizer que este livro se originou de um conto, no qual Kaori e Samuel se conhecem. Não li o conto e, portanto, posso afirmar que isto não prejudica o entendimento do livro. Particularmente, gostei do livro por sua originalidade, conteúdo e estrutura, mas a violência que ele carrega em alguns momentos me pareceu desnecessária. Sua atmosfera sombria certamente será apreciada pelos que gostam dos gêneros terror e romance. E ouso dizer ser um livro que merece ser conhecido por qualquer leitor que aprecie vampiros.

A caracterização dos personagens também merece destaque, pois foi cuidadosa e nos vemos envolvidos por cada um deles. Infelizmente, apesar do seu sofrimento, Kaori não me cativou como gostaria e essa foi a única expectativa frustrada que tive como leitora. Talvez por isso ainda não tenha adquirido sua sequência, Kaori 2 – Coração de Vampira, embora permaneça entre os meus livros desejados.

A capa é maravilhosa e a arte gráfica merece aplausos. É um livro lindo.

*Resenha extraída do meu blog literário: My Queen Side.

site: http://myqueenside.blogspot.com.br/2013/11/resenha-12-kaori-perfume-de-vampira.html
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JuTorres 28/01/2013

Há duas linhas narrativas simultâneas, aonde os capítulos vão se alternando entre passado e presente, ora no Japão Feudal do Séc. XVII, ora nos dias atuais em São Paulo, sendo cada capítulo destinado a um deles. Esse recurso é muito bom e normalmente é usado em filmes, mas geralmente nos deixa mais interessados numa história que na outra; isso não aconteceu nessa leitura: quando estava no passado, ficava angustiada ao ver que as páginas estavam terminando e que iria visitar outro personagem do futuro, mas essa sensação logo passava e me via envolvida com a história, e novamente angustiada por ter que abandonar o enredo do futuro e voltar ao passado.

Leia o resto da resenha em:
http://portal.julund.com.br/resenhas/kaori-perfume-de-vampira-resenha
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Gwydiion 25/11/2012

Kaori e um otimo livro para quem gosta de Suspense, Terror e romance em, um unico livro.
A autora consegue passar a história por 2 epocas e 2 paises diferentes ao mesmo tempo, com toda uma história de tirar o folego.
Este e um livro que eu comprei indicado por uma amiga na Bienal do livro de SP e que por sorte eu consegui autografado pela Guilia Moon, eu aproveitei e conversei com a propria autora sobre o livro por uns 30 minutos durante o evento e confesso que sai da Bienal lendo o livro.
Agora so estou contando os dias para a entrega do Kaori 2 para continuar esta maravilhosa historia que me surpreendeu desde a primeira pagina.
Guilia Moon, parabens por esta bela obra.
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RLeitora 19/11/2012

Resenha RLeitora - Kaori, Perfume de Vampira
A história começa em 1647 no Japão e “termina” em 2008 no Brasil.
Os capítulos estão estruturados de uma maneira original: Há o capítulo I que começa em 1647, e o capítulo 1 que começa em 2008 (um seguido do outro). Aí volta para o capítulo II em 1647, e o capítulo 2 em 2008 – e assim, distribuídos em algarismos romanos e arábicos, sucessivamente. Não, o leitor não se perde. Na verdade esta estrutura ficou muito bem organizada, visto que podemos saber como aconteceu a transformação de Kaori em vampira e sobre sua vida noturna 361 anos depois.
Vamos às personagens:
Samuel Jouza é um vampwatcher, um olheiro de vampiros, da IBEFF (Instituto Brasileiro de Estudo de Fenômenos Fantásticos). Seu emprego lhe paga mal, mas ele faz algo que gosta. Seu trabalho é catalogar os vampiros de São Paulo. Homem de meia idade, gosta de viver sozinho.
Kaori é uma menina que trabalha em uma taverna de seu pai, assando dangôs (bolinhos japoneses recheados com feijão doce) para os viajantes que ali passam. Por ser de origem pobre e muito bela, Missora, a dona do bordel da região, propõe ao pai que venda a menina. Ele não aceita, mas ela consegue o que quer.
Inclusive Missora é um caso a parte! É vampira e em determinado momento ela perde a língua. O que ela faz? Bem, ela pega a língua de outro ser (vivo ou recentemente morto) e a implanta em sua boca para que possa falar. Depois que passa o tempo de decomposição normal de um tecido morto, ela se desfaz da língua antiga e consegue outra.
Também merece destaque especial a bióloga Beatriz Semper. Assim como Samuel, trabalha para o IBEFF, mas estuda os famélicos. Espécie de lobisomens – e já vamos falar sobre eles.
Coloquei as personagens que ganham maior destaque durante a narrativa, apesar de quase todas serem fundamentais para a composição do texto. De forma geral, as personagens são bem estruturadas, os detalhes são colocados de forma que são identificáveis em seres humanos, realmente. Nada fora do comum. Os sentimentos conflitantes são bem estimulados e trabalhados.
Os vampiros de Giulia Moon são mais parecidos com os tradicionais: queimam ao sol, implantam memórias e, apesar de beberem sangue de animais para sobreviver, preferem o sangue humano, que contém mais nutrientes para eles.
Giulia traz também outros fenômenos além dos vampiros, como os famélicos – seres semelhantes aos lobisomens e são considerados inferiores aos amigos sugadores de sangue. Fazem a limpeza, já que comem os corpos que os vampiros deixam para trás. A autora também traz o Nekomata, que é uma assombração criada com as energias humanas acumuladas. Originalmente em forma de gato de duas caldas, consegue tomar o corpo de um morto e o utilizar por tempo indeterminado – o Nekomata é próprio do folclore oriental.
O primeiro encontro entre Samuel e Kaori se dá em um conto do livro Amor Vampiro, mas isso não impede a interpretação deste volume – apesar de o leitor entender com mais facilidade alguns detalhes da trama após ler o conto.
Trata-se de um livro mais denso, carregado de cultura e turbulências. E exatamente por isso, demorei em ler o texto – às vezes precisava de uma leitura mais fluida para espairecer um pouco. O vocabulário é extenso, o que acaba sendo uma experiência memorável.
Uma coisa me incomodou: em vários momentos, os acontecimentos demoravam a incidir. E isso cansava, já que eu ficava querendo saber o que iria acontecer e nada de interessante ocorria.
E tenho que dizer: gamei na tatuagem da Kaori! Um dragão vermelho e reluzente em sua coxa (sim, sou doida por tatuagens!). Quem fez foi o brasileiro Calixto, na década de 1850, utilizando sangue em sua mistura para que fixasse, já que somente a tinta não impregnava no corpo da vampira.
Interessantíssimo como a autora vai colocando elementos da cultura nipônica ao longo do texto. A história do Japão colocada é concisa de acordo com as datas escritas. Além de expressões, costumes, superstições. E isso de forma leve, sem forçar a leitura.
Pontos Negativos: Alguns diálogos são rasos, não convencem o suficiente (acredito que pelo fato de alguns diálogos requererem orações mais simples. O emprego demasiado de palavras que não utilizamos em nosso dia a dia não gerou credibilidade – para mim). E o fato de o texto ser bastante denso, me deixou um pouco cansada durante a leitura.
Pontos Positivos: A descrição das personagens e dos momentos de luta. Perturbadores e ótimos. Kaori é uma personagem única. Diva!
A analogia que a autora faz com uma das personagens do livro com a personagem principal do filme “Laranja Mecânica” é fascinante! É claro que eu não vou contar como aconteceu, já que esta foi umas das partes que mais marcou para mim. A estrutura mental descontrolada ficou visível neste capítulo.
Maior atenção aos momentos finais (especificamente 50 últimas páginas)! É de ler em um fôlego só, sério. Ninguém é o que aparenta ser, você pensa que é um personagem aleatório, mas é alguém fundamental. Gente, um escândalo!

De modo geral, posso afirmar que é um livro interessantíssimo. Se você curte vampiros, não deixe de ler Kaori. Não vai se arrepender!
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Lilo 04/11/2012

Delicioso de ler
O que me chamou atenção:
A mistura entre vampiros e a mitologia japonesa tão presente nos animes e mangás que conhecemos.

Resenha em poucas linhas
Leitura obrigatória para fãs do gênero, um livro que se passa em dois tempos e mistura sabiamente a SP de hoje e o Japão feudal. História bem construída, diálogos bem cuidados, escrita limpa. É notável a pesquisa que foi feita para criar cada passagem. Personagens cativantes tendo uma mocinha que é ousada, atrevida e delicada (tudo ao mesmo tempo) e em contraponto temos uma vilã sádica, doentia e tão perversa que nos dá aquele gosto amargo na boca enquanto lemos. Há belas passagens e passagens bem cruéis. O livro é tenso e permeado por maldades tão loucas que eu parei inúmeras vezes durante a leitura pensando se teria coragem de passar pro papel palavras tão fortes, mas Giulia Moon o fez e fez com maestria. Ainda vou ter que comer muito arroz com feijão pra escrever como ela.
Super Recomendo. Leitura adulta, com pitadas de sexo, muitas maldades e reviravoltas. Suspense, terror, ação e romance nas medidas certas.
Adorei
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Bartolotto. 29/10/2012

Muito bom.
Um bom livro. Não é muito extravagante. Já tinha lido 'Amor Vampiro', um livro de contos onde ocorre o encontro de Kaori e Samuel pela primeira vez. Tinha gostado muito e foi ótimo ler a história toda. Tem muitos termos em japonês, o que faz com que você se sinta muito como se estivesse indo pro Japão. Quando eu ia ler, pensava, 'vou abrir a janela e viaja pro Japão'. Por que me sentia lá dentro. Os detalhes são muito bons, a história, a ideia do livro é ótima e acredito que a autora conseguiu passar pro livro tudo o que tinha em mente. Gostei muito e recomendo.
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Wolff 23/08/2012

Existem inúmeros livros que abordam o tema VAMPIRO, porém são poucos os que privam pela qualidade de história e escrita e Kaori - Perfume De Vampira é um desses livros raros. Suspense, ação, maldade, sedução, romance sofrido e um enredo original, único, é o que prezo em histórias vampirescas e Kaori tem tudo isso. Se tem uma coisa que me incomodou nesse livro foi o fato de tê-lo adquirido no início do ano passo e só agora que fui saboreá-lo. A principio, pensei que seria só mais uma história sem graça, como tantas por ai, tendo como inspiraçao a saga Crepúsculo, oh, mas como estava enganado... Me detestei por não tê-lo lido muito antes. O livro me prendeu tanto que por vezes perdi o onibus do trabalho porque não conseguia parar de ler.
Esse com certeza foi um dos melhores livros de ficçao que li até hoje, e olha que não foram poucos. Se compara a obras inesqueciveis como Drácula de B.S e As Cronicas Vampirescas de Anne Rice, pela seduçao, brilhantismo e originalidade.
Ah... e o que é melhor ainda: Pelo visto as aventuras de Kaori nao param por aqui.
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Virus 17/08/2012

Eu só tenho a dizer que é completamente maravilhoso. A história narrada em dois tempos diferentes, contando o antes e o agora é extremamente perfeita, porque no final uma coisa se encaixa a outra e você acaba ficando boquiaberto com o acontecido. A história pro si só lhe prende em um clima de suspense, você fica aflito, chega até mesmo sentir uma agonia com o que está sendo descrito ali, e por um momento você pensa "Uau, mas e se ele fizer tal coisa? Não, ele poderia fazer isso!" e no final das contas você fica com um pensamento de quem não acredita. Eu amei a forma que as coisas são descritas, um único personagem ali chega a mudar totalmente o clima da história por exemplo. Mimi, é um dos casos, ele consegue lhe arrancar um pequeno riso numa cena totalmente desesperadora. Você adquire sentimentos. Raiva por uns, dó de outros, paixão, ódio, atração. Enfim, esse livro consegue afetar você em todos os sentidos, você chega a pensar até que ponto você sentiria dó de um ser humano? Daria a vida por ele? Arriscaria perder a vida no lugar de outra? Uma ficção em dois países, duas raças diferentes, que ao se juntar formam a beleza do conteúdo. O melhor de tudo, é a forma que os personagens foram colocados, bastou meia palavra, por simples que fosse, e sua mente sai daqui e se transporta diretamente para o ambiente. Você está de repente entre Kaori e Samuel. Uma bela vampira de lábios carnudos e bem desenhados, o rosto doce e belo, sem que precise de ilustrações você a imagina como a mais perfeita mulher, de uma beleza que cega seus olhos. Eu acho que é isso que tenho a dizer, não precisa de esforço nem de uma pausa para pensar, no meio da leitura as imagens começam a se formar. Detalhe por detalhe, o vento frio, o ambiente, os personagens logo a sua frente, você projeta as vozes, se tornam tão realistas que você consegue ter afeto. O que quer que seja, palavras não são o bastante para descrever a perfeição que esse livro trás dentro de si. Sendo assim, eu o recomendo para que possam tirar suas próprias conclusões.
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Dark-Arcueid 23/07/2012

Resenha Kaori
Conta a história desta bela jovem do período feudal, de como virou vampira e como veio para o Brasil e conheceu o outro protagonista deste livro Samuel Jouza um observador de vampiros. Uma história envolvente e com bastante ação.
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Literatura 21/06/2012

Sangue e perfume
O que nos fascina nos temas vampíricos?
Não são os amores que parecem superar o tempo ou o romantismo exacerbado, que parecem rondar os nossos livros atuais.
O vampiro seduz por aquilo que desejamos e não podemos ter. É a inversão dos valores, onde cedemos ao nosso lado mais negro e só ganhamos com isso. Ler um verdadeiro livro de vampiro é se perder em sexo e sangue, luxuria, desejo e fome. Ter beleza e sensualidade à flor da pele por toda a eternidade, sem ficar doente ou velho, sempre foi a antítese de nossa derradeira humanidade.

E Kaori, nossa amada vampira oriental, é tudo isso e muito mais... Criada no Japão Feudal, a heroína de Perfume de Vampira de Giulia Moon (Giz Editorial, 371 páginas), com cara de anjo e desejos insaciáveis, é a perfeita realização da criatura da noite que gostaríamos de ter ao nosso lado.
Bela, fogosa e mortal, ela transcende através dos séculos entre alegrias, vinganças e desilusões, tentando abafar os poucos resquícios de humanidade que ainda insistem em habitar sua alma (se ela existir).

Desde cedo, Kaori (Perfume, em japonês) sempre chamou a atenção, pelo seu rosto de boneca e seu aroma natural, carregado de desejos incontidos. Vítima da ganância de Missora, a cruel dona do prostíbulo que a queria para si a todo custo, a jovem perde o pai e é obrigada a trabalhar como cortesã da maléfica mulher.
O destino, porém, dá muitas voltas. E os desejos também... Cega por vingança, Kaori se transforma em uma vampira sedenta por vingança. E isso é apenas o começo da sua trama de loucura e redenção.
E olha que Kaori, com todos esses nuances é a mocinha da história. Missora, a cruel cortesã, é o sumo da maldade, correndo pelos nossos olhos tanta depravação e devassidão que nossos olhos não conseguem simplesmente se desgrudar das letras...

Veja resenha completa no Literatura:
http://bit.ly/MljE3r
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