A Estrela

A Estrela Jennifer duBois




Resenhas - A Estrela


6 encontrados | exibindo 1 a 6


Alan kleber 23/07/2021

A capa engana
A capa parece de uma história Young adult, mas é um livro denso e complexo.

Lily Heyes chega a Buenos Aires para seu intercâmbio, fica encantada com tudo que vê: os prédios, a comida e o garoto bonito e misantropo da casa vizinha. Katy sua colega de quarto, é bela e estudiosa, e também um pouco chatinha, mas Lily não foi a Argentina pra ficar na companhia de outros americanos. Cinco semanas depois, Katy é encontrada brutalmente assassinada na casa que as recebeu, e Lily é a principal suspeita do crime. Mas quem é, na verdade, Lily Hayes? À medida que o caso vai ganhando forma ? revelando dissimulações, segredos e DNA suspeito ?, Lily aparece alternadamente sinistra e ingênua aos olhos dos que a cercam: a imprensa, sua família, o homem que a ama e o que busca sua condenação. Com um humor cáustico e um aguçado insight emocional, A Estrela proporciona uma investigação prismática das formas pelas quais decidimos o que ver. Em A Estrela, obra inspirada livremente no caso real de Amanda Knox, a surpreendente Jennifer duBois apresenta um romance de vigoroso suspense psicológico e rara sutileza moral. Não haverá dois leitores que concordem sobre quem Lily é e sobre o que aconteceu com sua colega de quarto. A Estrela faz com que o leitor fique em dúvida até a última página; e seus questionamentos sobre até que ponto realmente nos conhecemos permanecerão por muito mais tempo.
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Tatiana 30/03/2015

Muita expectativa pra pouco livro...
O livro tinha tudo pra ser bom. Sério!
Podia falar da arquitetura de Buenos Aires, podia ter reviravoltas, podia surpreender.
Mas não surpreende.
Li cada uma das páginas pensando: agora vai! E não foi. Até a última página não foi!
Uma decepção!
A parte legal é ver os vários pontos de vista sobre a personagem principal. E só!
Samara 06/07/2015minha estante
Você tem toda a razão. Também acho que se a Anna tivesse mais destaque o livro seria mais interessante.


Fran Oliveira 30/05/2016minha estante
Estou lendo ele faz tanto tempo, está difícil terminar, não prende atenção... Também estou decepcionada.


Anna 11/10/2016minha estante
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Celia.Malheiros 30/04/2015

A estrela
Comecei a ler o livro hoje quinta feira, trinta de abril de 2015, parece ser bom.
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Renata (@renatac.arruda) 18/07/2015

quatro perspectivas, dois pontos de vista e apenas uma verdade
Em 2007, a morte da britânica Meredith Kercher chamou a atenção dos jornais do mundo todo devido a sua brutalidade e circunstâncias misteriosas. Kercher foi encontrada seminua, claramente devido à violência sexual, com a garganta cortada e mais 47 facadas, no apartamento em que dividia com a americana Amanda Knox havia um mês na cidade de Perugia, na Itália. Knox e seu namorado na época, o italiano Raffaele Sollecito, foram acusados do crime, ao lado do traficante Rudy Guede. Guede foi prontamente condenado ao ficar comprovado ter sido ele o autor do estupro, mas as provas contra Knox e Sollecito apresentaram controvérisas e após duas condenações e um anulamento, a suprema Corte italiana acabou inocentando Amanda Knox neste ano. O caso deu origem a dois filme (Amanda Knox e Face of an angel) e um livro (Waiting to be heard, escrito pela própria Amanda) e o caso segue ainda obscuro. Descartada a hipótese de uma orgia que não deu certo, acredita-se que Knox, Sollecito e Guede tenham preparado uma emboscada para a britânica: drogados, deixaram com que Guede a estuprasse, na intenção de humilhá-la e a mataram para que ela não os denunciasse. Não tenho detalhes sobre o caso, mas me parece que 47 facadas é por demais cruel para se culpar a droga e as circunstâncias. O crime tem ares de ódio e psicopatia.

Com uma realidade cujo enredo mais parece ficção, o crime inspirou a jovem escritora Jennifer duBois a escrever este A Estrela, lançado no Brasil no início deste ano. O livro finalista do Young Lions é um daqueles thrillers capazes se deixar o leitor grudado em suas páginas mas não por artifícios baratos: a escrita de duBois é inteligente, se utilizando de um vocabulário de alto nível, e capaz de tocar em questões políticas (como em seus comentários sobre a América Latina, por exemplo) e sociais ("Andrew achava que tudo aquilo era um pouco demais para uma só vida, embora ele devesse contrabalancear esses reveses com seus privilégios socioeconômicos, sua saúde, o fato de ser do sexo masculino, branco, heterossexual, cidadão americano e por aí vai"), mostrando o quanto a autora não só se preocupa com os debates do seu tempo, como também sabe abordá-los e encaixá-los em seus personagens, como Andrew, o professor de relações internacionais que enxerga Buenos Aires, a cidade onde ocorre o crime da trama, com a superioridade americana, ou Lily, a jovem estudante de intercâmbio "sujeita a uma tendência irritante de tentar aplicar a filosofia à vida diária, em termos bastante puristas e militantes".

Leia mais no Prosa Espontânea:
http://www.prosaespontanea.blogspot.com.br/2015/07/a-estrela-jennifer-dubois.html
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Carolina DC 07/08/2015

Narrado em terceira pessoa e ambientado em Buenos Aires, "A Estrela" é um thriller psicológico cheio de nuances, que desperta a curiosidade do leitor.

Para começar a história não é contada de modo linear. Os capítulos intercalam entre a prisão de Lily e trechos onde descreve como conheceu Katy, a casa onde ficava, seu relacionamento com Sebastien e muito mais. A perspectiva da narrativa também não é única. Quatro personagens são nossos guias nessa história: Andrew, o pai de Lily, que chega à Buenos Aires com a filhinha Anna; Eduardo Campos, o promotor público que está convicto da culpabilidade de Lily, a própria Lily e Sebastien, seu affair.

O modo como a trama foi estruturada aponta para os principais desafetos ocorridos entre Lily e Katy, e também as ações de Lily que causaram confusões em sua vida.

O que atrai na leitura é o comportamento de Lily. As evidências e seus atos a fazem parecer uma psicopata, capaz de ir a um extremo ao outro em questão de segundos. Mas será que isso é o bastante para confirmar com certeza absoluta que ela tirou a vida de Katy?

Em relação à revisão, diagramação e layout, a editora realizou um ótimo trabalho. A capa é interessante, mas não diz muito sobre à trama.

"Nós soubemos, quando vimos a gravação do vídeo de segurança, dela junto dos preservativos - aquele olhar frio e sedutor que lançou para o rapaz, e isso só horas depois daquela pobre garota morrer esfaqueada. Foi quando soubemos que Lily Hayes era culpada. Quando você soube? (p. 55)

site: http://www.viajenaleitura.com.br/
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Lúcio 27/03/2017

Não gostei....
O livro, ao ler-se a resenha da editora, dá uma expectativa ao leitor acerca de um assassinato em Buenos Aires, de uma estudante norte americana, lá residindo, por um programa de intercâmbio. Todavia, além de pobre, muito pobre, no que refere ao estilo "policial" que se seria o proposto, a autora faz, veladamente, críticas à cidade portenha e ao povo argentino. Além do mais, a narrativa é por demais complicada, deixando de lado a simplicidade de termos linguísticos. Não saberia dizer se o uso de expressões complicadas resulta da tradução, ou se é o estilo literário da autora. Acho que o romance, seja ele ou não policial, quando vai ao campo da prosa, não precisa, necessariamente, deixar de usar um vocabulário simples. Ademais, não há narrativa alguma sobre as belezas da capital argentina. Para mim, além da frustração com o livro, ficou a impressão que autora sequer conhece a cidade.
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