A Costureira de Dachau

A Costureira de Dachau Mary Chamberlain




Resenhas - A Costureira de Dachau


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Kellynha 20/04/2018

Esperava mais da história
Consegui terminar de ler o livro na segunda tentativa... na primeira parte do livro adorei! Sofri cada momento com a Ada, admirada por sua força e fé por tanto sofrimento. Porém na segunda metade, desgostei tanto da narrativa quanto da história, pelo rumo que levou. Mas valeu a leitura!
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Maria Eliete 11/04/2018

Ótimo livro. Uma história repleta de muita tristeza e com um final igualmente triste. Mas vale a pena ler.
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MF (Blog Terminei de Ler) 26/03/2018

Quando uma personagem principal antipática limita o prazer literário de uma obra com boa premissa
Nota inicial: resenha com spoilers.

"A costureira de Dachau" da escritora e historiadora britânica Mary Chamberlain. A obra traz a história de Ada Vaughn, uma jovem e talentosa costureira, que trabalha em um modesto ateliê, com o sonho de se tornar uma estilista famosa. Com o trabalho, ela ajuda no sustento da casa, onde vive com os pais e irmãos mais novos. Prestes a eclodir a Segunda Guerra Mundial, Ada conhece um homem por quem se apaixona, mesmo sem conhecer muito da vida do sujeito. Ela resolve viajar escondida com ele para Paris e, a partir daí, a guerra e a mudança do comportamento de seu companheiro a colocarão em situações complicadas.

O livro possui algumas limitações. A principal delas é o desenvolvimento da personagem principal. O excesso de ingenuidade de Ada incomodam muito a leitura. Sim, reconheço que existem pessoas ingênuas e que não aprendem com os próprios erros. Contudo, nesse caso, beira ao inverossímil. Tal característica prejudica o processo de geração de empatia pela personagem principal. Essa ingenuidade, inclusive, irá influenciar, diretamente, certas decisões de roteiro que mudaram o foco da história, de um 'romance histórico' para, em determinado momento, 'história de tribunal'.

Não me soa como demérito, contudo, tais alterações de foco de narrativa. Digo isso pois o principal ponto positivo da obra é ressaltado nessas alternâncias: a misoginia. Por ser historiadora a autora soa como plausível as situações vividas por Ada, principalmente na região alemã de Dachau, onde ela interage com membros da aristocracia nazista. Em Dachau funcionou um dos campos de concentração daquele período (o primeiro construído por Adolf Hitler), onde teriam sido aprisionados mais de 188 mil pessoas, tendo sido mortos mais de 30 mil (números nazistas - na realidade, pode ter sido mais).

Pode-se afirmar que o principal tema que permeia toda a narrativa é a misoginia, característica da sociedade europeia durante as décadas de 30 e 40. Isso se mostra claro em diversos momentos da história. Entretanto, perde-se a oportunidade da personagem principal assumir uma postura mais "moderna" e/ou "feminista", por exemplo, quando ela se defronta com a prostituição. Mesmo aqui, a constante é a ingenuidade de Ada, que persiste com o passar dos anos, mesmo tendo sofrido horrores, o inclui a perda de um filho.

É possível que Mary Chamberlain tenha construído sua personagem para nos mostrar que a guerra pode ser implacável com pessoas ingênuas e puras. Talvez, para a autora, a resiliência seja a qualidade principal da personagem. Entretanto, o que se vê é uma ingenuidade totalmente passiva e que destrói, completamente, a dignidade. A incapacidade de aprender com os próprios erros dificulta a conquista de empatia pela personagem e faz com que, seu destino, pós-julgamento, soe crível, embora desumano em essência.

Não fica claro para o leitor se a autora falhou em gerar empatia ou se a personagem Ada foi desenvolvida de forma crua, sem essa preocupação. Se fosse a segunda opção, talvez, minha nota fosse melhor... mas isso não fica claro para mim. No final, Ada ate soa um "grito de revolta", silenciados por um juiz impassível... mas é tarde, tanto para a personagem, quanto para a autora, numa possível tentativa de tornar a personagem menos passiva.

O livro se mostra interessante ao abordar a disparidade entre a rotina da elite nazista, em concomitância com os horrores que ocorriam em Dachau. Mas isso fica numa camada superficial, com um aprofundamento na personagem principal, que se mostra, como dito, ingênua, imatura, passiva e incapaz de aprender com o sofrimento, diante de um período tão terrível da história. Com uma personagem cativante, o livro talvez ganhasse em prazer literário. Desconsiderando-se essa empatia, soa como um relato frio, não gerando muitas reflexões pós-leitura, ainda que premissas interessantes sejam levantadas durante a obra.

P.S.: Caso tenha gostado do que escrevi, visite https://mftermineideler.wordpress.com/
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Manuella Dames 25/02/2018

Protagonista fraca
Apesar de todos os dissabores pelos quais a protoganista passa, foi impossível -pelo menos pra mim- simpatizar com ela. Ada começa como uma menina tola e ingênua e com o desenrolar da história se mostra apática, interesseira, sempre se achando melhor e mais esperta do que todos ao seu redor.
Além disso, não há nenhum personagem que marque ou encante. Devido a minha antipatia pelo conjunto da obra, não achei o final ruim.

No geral, só posso dizer que esperava mais desse livro e fiquei decepcionada.
Uma pena.
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Mistica 14/02/2018

A costureira de Dachau
História linda.. intensa e muito triste.
Mostra como foi a vida de uma pessoa enganada na 2 guerra Mundial , tendo que se virar para sobreviver .
Gostei bastante.. surpreendi.
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Érika Oliveira 06/01/2018

Gostei do livro. Apesar da personagem principal ser muito ingênua, ela sofreu muito, foi incompreendida em uma sociedade machista. A vida para ela aconteceu quase que sem controle, foram surgindo vários acontecimentos e acidentalmente ela se metia em problemas.

Leia a resenha completa que fiz em https://arteculturaespiritualidade.blogspot.com.br/2018/01/resenha-costureira-de-dachau.html

site: https://arteculturaespiritualidade.blogspot.com.br/2018/01/resenha-costureira-de-dachau.html
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Vivi 30/11/2017

Extramamente Marcante
Essa historia me marcou tanto, que só consegui escrever uma resenha basicamente uma semana depois de le-lo.
No começo achei q ia se tratar de um livre sobre um romance clichê, com uma história rasa e sem graça.... doce engano meu!!!!

Li o livro sem saber absolutamente nada sobre ele, tenho em ebook, mas sinceramente esse livro merece uma edição fisica de colecionador pq essa história é pra levar pra vida!!!

A cada página me doia o coração, eu me coloquei no lugar da personagem e senti seus medos, sua dor e sua angústia. O final só terminou de me quebrar em pedaços e me sentir um pouco descrente na humanidade e nas pessoas em geral!!!!!

Sinceramente é um livro forte, sobre uma mulher forte, vivendo uma época difícil!!!!!!!!
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Prado22 26/09/2017

A costureira de Dachau
Odiei! Péssima história, personagem fraca. Perda de tempo.
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Ticiane 16/08/2017

A história da personagem desse livro é bem fraquinha, apesar de se passar nos terríveis cenários da Segunda Guerra Mundial. Comprei esse livro por que achei que fosse uma história verídica. Como eu gosto muito de histórias sobre a Segunda Guerra, essa me decepcionou nesse sentido.
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Juliana.Almeida 08/07/2017

Estranho
No início estava amando a leitura, depois ficou tudo tao ruim, e o final decepcionante ! Tinha tudo para ser bom, mas... Deixou a desejar. Fiquei triste com a leitura e achei chata em alguns momentos.. Cansativa. Sem palavras ! Um livro que me deixou assim:, Ah, sei lá. Rsrs
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mila 02/06/2017

um bom livro
achei muito interessante ler uma historia que fala de uma costureira em meio a uma guerra. recomendo a leitura. triste, mas profunda história.
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Ed 24/04/2017

Fascinante
Eu nem saberia o certo como definir esse livro. Estou completamente apaixonada pela escrita, me vi tanto na Ada que foi impossível não solidarizar com suas perdas, com seus devaneio e sua luta.
Esse é um daqueles livros que vale muito a pena ler. Li em dois dias porque não me aguentei de ansiedade.
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Michelle.Danielle 09/09/2017minha estante
Que bom que gostou. Li este livro, mas não consegui simpatizar com os personagens. Na vdd eu nao goatei muito. E olha que adoro ler sobre a segunda guerra




Bruna.Batista 10/02/2017

As voltas da vida!
Ada Vaughan, londrina, 18 anos, costureira, um futuro promissor, quem sabe uma modiste. As coisas mudam com o surgimento de Stanyslau, em sua vida. Aquele que poderia ser o seu amado, seu marido e pai dos seus filhos acabou levando Ada a uma ponte onde do outro lado ela só encontrou dor e sofrimento. Era a guerra, os nazistas. Ela se tornou uma prisioneira de guerra, sofreu, passou fome, foi maltratada, mas mesmo assim sobreviveu. Sem Stanyslau, nem seu filhinho Thomas. Mas a vida da voltas, e numa dessas ela reencontrou Stanyslau e teve a chance de se livrar dele para sempre. Ela conseguiu, mas a que preço. Sua própria vida.
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