A Cidade Murada

A Cidade Murada Ryan Graudin


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Resenhas - A Cidade Murada


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Queria Estar Lendo 30/12/2018

Resenha: A Cidade Murada
A Cidade Murada é um standalone escrito por Ryan Graudin – a mesma autora da série Lobo por Lobo. Cedido em parceria pela Editora Seguinte, é um livro visceral sobre força e sobrevivência que merecia mais hype do que tem.

A abordagem da história se dá através de três pontos de vista – Jin, Dai e Mei; os capítulos em primeira pessoa intercalam entre esses protagonistas, dividindo a trama entre suas vivências ao mesmo tempo em que cria caminhos para que se encontrem.

A Cidade Murada estabelece pontos em comum entre esses três sobreviventes. Suas histórias são distintas, mas dá para sentir no tom da narrativa a sensação de que eles estão em busca de alguma coisa. O ritmo é marcado por isso, o que torna todo o desenvolvimento gradual e bem pontuado.

Ryan sabe para onde está caminhando. Sabe em quais trilhas colocar seus protagonistas, quais acontecimentos são essenciais para que eles cresçam e avancem, quais sub-tramas adicionar para tornar todo o plot principal instigante. A sensação crescente da história se permeia do começo ao fim, com a promessa de uma conclusão coerente para tudo que foi apresentado.

Além de Jin, Dai e Mei, que têm suas histórias individuais marcantes e que conduzem a narrativa, a autora fez um grande trabalho ao tornar a própria cidade um personagem essencial. A ambientação é vívida, te coloca dentro dos muros, em meio às ruas e aos problemas que seus moradores vivem. Te apresenta o terror e a violência em suas muitas nuances e faz com que você tema pelo que está por vir.

Junte esse cenário sombrio e desesperançoso a três personagens com uma bagagem emocional perturbadora e adicione um ritmo inquietante e você tem uma leitura impossível de largar.

Para quem já está familiarizado com Lobo por Lobo ou mesmo para quem quer conhecer a escrita da autora, A Cidade Murada é uma ótima escolha. Ryan mostra, mais uma vez, o brilhantismo da sua narrativa e da sua capacidade de entregar uma boa história.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2018/12/resenha-cidade-murada.html
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Samuel.Lobo 08/12/2018

Instigante
Você não quer parar de ler do começo ao fim! Surpreendente! É emocionante !
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Marcella.Martha 02/08/2018

Decepção
A Ryan Graudin escreveu o que é, provavelmente, Harry Potter not withstanding, meu YA preferido de todos os tempos, que é Wolf by Wolf. Tanto WbW quanto a continuação, Blood for Blood, me deram um milhão de feels, me fizeram chorar, me deixaram com uma sensação de perda ENORME quando acabaram.

A Cidade Murada, por sua vez, me fez querer morrer de tédio.

Para não dizer que nada aqui funcionou para mim, a premissa é muito interessante, e é extremamente diferente para o universo YA. Ao contrário do que muita gente vendeu por aí, não é uma distopia. É baseado em um lugar real, Kowloon Walled City, um pedaço de lugar abandonado por Deus e pelo poder público, tomado por facções criminosas, onde milhares de pessoas se amontoavam em construções precárias, vielas apertadas, dividindo espaço com ratos, traficantes, prostitutas, doentes, órfãos, e onde a única a lei que imperava era a lei do mais forte. Não muito diferente do Rio de Janeiro hoje em dia, né. (Ironia)(Nem tanto)

A história é contada a partir de três pontos de vista diferentes: Mei Yee, uma menina que foi vendida pelo pai alcoólatra para um bordel na cidade murada, Jin Ling, a irmã dela, que fugiu de casa e se embrenhou na cidade para tentar resgatar a irmã, e Dai, um playboy que cometeu um erro e depende de cumprir um acordo quase impossível para poder recuperar a vida.

O grande problema é que não existe nenhuma diferença de tom ou personalidade entre nenhum deles. O que quer dizer que nenhum dos três tem personalidade. Mais blank do que uma folha de papel A4. Não me importei com os dramas de nenhum deles, e de fato me peguei torcendo para que acontecessem coisas extremamente drásticas com eles pra ver se animava a história.

O ritmo é extremamente lento da pior forma possível. Eu não senti as coisas sendo construídas e avançando em direção ao clímax. Só se repetindo, over and over and over (o fato de os personagens serem todos iguais só piorou a situação). O final é chato, previsível e totalmente desinteressante.

Mas a minha maior decepção em meio a esse carnaval de coisa chata foi a escrita. Tudo que eu AMEI em WbW, detestei aqui. É floreada demais, cheia de poesia barata e frases de efeito que não fazem o menor sentido. Percebe-se que isso veio antes de WbW, porque houve um salto enorme de qualidade de um livro para o outro (graças a Deus).

Me dói dar uma nota tão baixa para a Ryanzinha, mas foi doloroso demais terminar A Cidade Murada. Só fui até o final por muita consideração pela obra dela.
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Leonardo 10/05/2018

A Cidade Perigo
A Cidade Murada é um livro de ficção, escrito pela Ryan Graudin e lançado em 2015. A história é contada em forma de contagem regressiva, através da visão dos três principais personagens, Mey, Dai e Jin. A história se passa em um antigo forte que se transformou em uma espécie de favela, onde viviam todo tipo de escória, como ladrões, assassinos e prostitutas. É uma “cidade” muito perigosa, precisando andar sempre atento, pois a todo momento está sujeito a tomar uma facada, ou coisa pior. Essa cidade é baseada em um local que já existiu de verdade, a cidade murada de Kowloon, que ficava em Hong Kong, e que foi demolida em 1994.

Dai tem um plano para salvar a sua pele fazendo um trabalho na cidade. Mas pra isso ele iria precisar de ajuda, foi então que ele encontrou Jin, uma garota que vive na cidade disfarçada de garoto. Acontece que a Jin também estava em uma missão, que era resgatar a sua irmã, que foi vendida como escrava sexual pelo seu pai para a Irmandade do Dragão Vermelho, que na prática comandava a cidade. Os dois tem muitos segredos que nesse primeiro momento preferem guardar um do outro.

Achei um livro excelente, que nos faz querer ler cada vez mais, como uma boa narrativa e de fácil entendimento. Com as descrições precisas do local e das situações, ela consegue nos transportar para a cidade, e assim ter noção de como as coisas funcionavam nessa cidade. Uma ótima leitura para quem gosta de drama.
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LiaStroke 10/02/2018

Surpreendente
Conheci o livro através do Victor Almeida do canal Geek Freak, vou confessar que demorei pra ler o livro todo, por motivos desconhecidos (--' fase de ressaca literária complicada).
Sinceramente, um dos melhores livros que já li, consegui me conectar com os personagens e amei a escrita da autora. A forma com a qual descreviam seus sentimentos e até mesmo os cenários pareciam verdadeiramente vindas de asiáticos nativos.
Um ponto importante é a temática abordada, que apesar de ser forte, foi retratada de maneira coerente e finalizada com brilhantismo.
É visível o trabalho que a autora se deu de pesquisar a cultura e as informações a serem tratadas. As cenas de ação foram bem desenvolvidas e os últimos capítulos do livro me prenderam de uma forma que eu prometia que leria só mais um, e acabava pasma com o desenrolar dos fatos, lendo mais e mais. A cada plot twist eu precisava fechar o livro por alguns segundos para respirar fundo, tomar um copo de água e me acalmar (não estou brincando quando digo que me conectei com os personagens, sofri bastante com a história de cada um deles).
O final do livro foi satisfatório, bem desenvolvido, resolvendo todas as questões pendentes. Sem dúvidas, um ótimo trabalho da Ryan Graudin.
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lais.terribile 11/10/2017

A cidade murada
Não tenho certeza do por que mas esse livro me lembrou muito quando eu li memórias de uma gueixa, um livro qual eu amo muito e talvez tenha me ajudado a gostar bastante deste aqui. Mas sem comparações a cidade murada é um ótimo livro, a história é bem breve e simples, sem muito mistério, acho que coloquei expectativas demais sobre o livro, mas ele não me decepcionou, apenas cumpriu seu papel.
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Ingrid Micthell 27/03/2017

Resenhado por- Alice
A história nos remonta à cidade murada de Hak Nam, nos arredores de Seng Ngoi, um lugar que outrora foi um forte militar, protegendo o exército, com seus muros impenetráveis. Abandonada, Hak Nam acabou tornando-se reduto de criminosos, traficantes, gangues de rua, drogados e prostitutas. Um lugar sem leis, em que o próprio governo da nação Seng Ngoi parece querer ignorar a existência.
Hak Nam é um lugar rodeado por becos e janelas com grades, cheiro de mofo e de lixo, desesperança e muita injustiça.
É nesse cenário desolador que conheceremos aos nossos três protagonistas: Mei Yee, Jin Ling e Dai Shing.

Essa foi a minha primeira experiência com protagonistas orientais. Há poucos meses atrás tive a oportunidade de ler um chick lit ambientado em Dubai, mas confesso que talvez por ser um chick lit, ou talvez porque a cultura árabe já se torna mais comum entre nós, não me soou tão diferente.

Jin Ling é uma jovem garota (o livro não especifica a sua idade, mas diversos fatores dão a entender que Jin é uma pré adolescente) que, após fugir de casa, ganha a vida nas ruas de Hak Nam, a cidade murada, praticando pequenos furtos. Em um lugar sem leis, ser uma menina é mais do que uma desvantagem e por essa razão Jin cortou seus cabelos, vestiu roupas largas e se tornou assim a cópia exata de um menino. E fingindo ser um menino, ela consegue sobreviver ao duro dia à dia, sozinha, sem ter em quem confiar.
Jin não está em Hak Nam por acaso. Ela fugiu dos campos de arroz aonde vivia após seu pai, um alcoólatra, ter vendido a sua irmã mais velha, Mei Yee.
Jin sabe que se Mei ainda está viva, há enormes possibilidades de que ela esteja em um dos bordéis de Hak Nam e sua missão é resgatar a irmã, custe o tempo que custar.

Dai Shing está condenado. Condenado em seu país e condenado por sua própria consciência. A culpa consome Dai dia após dia, e voltar para casa parece ser ao mesmo tempo sua esperança e também seu maior temor. Por enquanto Dai está preso em Hak Nam. Ele tem uma missão, algo dificil, quase impossivel, que é entrar na fortaleza de um dos maiores criminosos do lugar, o líder da Irmandade do Dragão, o traficante Longwai. Dai possui um objetivo, e deverá cumpri-lo para limpar seu nome e sair de Hak Nam. Porém, o tempo está cronometrado. Ele tem até o Ano Novo chinês para cumprir sua missão ou estará perdido para sempre.

Quando Dai e Jin se unem, ambos querem ocultar um do outro os seus segredos. Jin precisa entrar no bordel de Longwai, pois esse é o último reduto onde ela acredita que Mei Yee pode estar. E dessa maneira, Jin é obrigada a quebrar uma de suas regras mais importantes e se aliar à Dai, para tornar-se junto à Dai, alguém da confiança de Longwai.

Mas Longwai, apelidado de Dragão, não adquiriu a sua má fama por acaso. Ele é perigoso, e também é inteligente, e enganar esse perigoso criminoso pode ser mais difícil do que Jin e Dai poderiam supor.

Mei Yee já perdeu as esperanças. Seu único contato com a realidade é através da única janela que há em seu quarto e através de seu cliente exclusivo, o embaixador Osamu, um homem bem mais velho, poderoso, que, obcecado pela beleza e juventude da jovem gueixa, exigiu tê-la com exclusividade. Dessa maneira, Mei Yee conseguiu escapar de ser entregue novamente à outros homens, como acontece com suas colegas de bordel, porém, será que ser a amante exclusiva do poderoso embaixador é uma vantagem, ou deixar de se tornar um objeto de vários homens para tornar-se a propriedade de um só senhor pode ao fim ser a ruína da própria Mei Yee?
Quando a esperança aparece sorrateiramente na janela de Mei Yee, ela não pode mais deixar de sonhar com tudo o que um dia ousou desejar e nunca pode ter.

É nesse clima dificil e até mesmo melancólico que Ryan Graudin nos apresenta o dia a dia na dificil Hak Nam. Pra quem não sabe, apesar de estar catalogado como distopia no Goodreads, A Cidade Murada bem pode ser classificada também como ficção histórica já que a cidade de Hak Nam realmente existiu porém, com outro nome. O autor mesmo em sua "Nota do Autor" esclarece que Hak Nam é na verdade a cidade de Kowloon e Seng Ngoi na verdade representa Hong Kong.
O autor escolheu mudar os nomes e inclusive mesclar a cultura do lugar com toques da cultura japonesa e chinesa para transformar a sua obra me mera ficção. Porém, quando se pesquisa sobre a verdadeira cidade e os testemunhos dos que um dia habitaram ali, logo percebe-se que a ficção criada por Ryan Graudin acaba sendo extremamente parecida à própria realidade dessa antiga cidade que hoje, foi totalmente demolida pelo governo de Hong Kong e transformada em um parque.

Os personagens, todos eles, conseguem cativar o leitor com suas histórias duras e trágicas. É dificil não sentir-se transportado para essa atmosfera tão oriental e ao mesmo tempo tão distinta à tudo o que se poderia imaginar à respeito de Hong Kong.
A narrativa de Ryan Graudin é tão impactante e ao mesmo tempo melancólica quanto uma linda canção chinesa e a ambientação é tão carregada de disparidades e nuances que ao fim da leitura o leitor se sente completamente fascinado por essa cultura tão vasta e milenar.

Ryan Graudin soube acrescentar todos os ingredientes que tinha à mão na medida certa. O livro consegue nos apresentar toda a dor e angustia de seus personagens sem cair no drama excessivo, há momentos de ação intensa e também capítulos cheios de intriga, que terminam deixando o leitor extremamente curioso em continuar a leitura até o final para conhecer e desvendar os mistérios de cada um dos personagens. E, para os que não conseguem ficar sem um grande amor, Ryan traz, de maneira secundária, um romance bastante pausado e que consegue ser fofo, sem ser enjoativo ou absurdo.

A Cidade Murada foi tudo e um pouco mais do que eu poderia esperar, e me sinto satisfeita de ter optado por essa leitura, nesse momento. A ambientação diferente, fora do que estou habitualmente acostumada à ler, foi todo um diferencial na leitura, e o fato de saber que aquela inquietante cidade murada existiu em algum momento de nossa história, terminava por aguçar ainda mais a minha curiosidade em conhecer todos os aspectos da vida daqueles personagens que, apesar de não haverem existido realmente, conseguem tornar-se tão humanos e reais ao ponto de abalar o leitor em muitos momentos de seus relatos mais duros.

Fica a dica! Para os amantes (ou não) da milenar cultura asiática, da distopia mesclada à uma inquietante realidade histórica, e para aqueles que gostam de se lançar em uma história diferente e muito original, Cidade Murada é uma opção irresistível.

site: https://resenhaatual.blogspot.com.br/2017/02/resenha-cidade-murada-ryan-graudin.html
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eumarcelo 20/02/2017

Ótimo!
Livro maravilhoso, com um final incrível e bonito. Personagens centrais muito bem trabalhados. Não deixem de ler!
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Munique Neves 04/02/2017

Haja coração!
A história já começa com um linguagem boa de se ler, trazendo personagens que agarram com suas histórias dramáticas.
Sendo narrada do ponto de vista de 3 pessoas, acabei virando as páginas com um entusiasmo que não sentia há muito tempo!
No final, as coisas que vão acontecendo são de tirar o fôlego.
Resumindo, minha gente, tô apaixonada nesse livro
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Jefferson Cavalcante 27/01/2017

A cidade murada é contada no ponto de vista de três jovens e é narrado em primeira pessoa, onde os capítulos vão alternado, unindo a história dos três.
Como a escrita é bem simples e a narrativa fluida o livro passa a possuir uma leitura bem rápida.

Em A Cidade Murada conhecemos Sun Dai Shing, mais conhecido como Dai. No primeiro momento Dai se mostra um jovem cheio de segredos, onde tem que completar uma missão em 18 dias. Ele é um rapaz que se encontra em Hak Nam (Cidade Murada ) por algum motivo que o força a estar ali, algo relacionado com seu passado misterioso, que envolve confusão, sofrimento e morte.

Em Hak Nam também conhecemos Jin Ling, no primeiro contato achamos que é um garoto, mas logo percebemos que é uma menina ( isso não é spolier).
Jin como é conhecida por todos é uma moça que chegou na cidade murada na tentativa de encontrar sua irmã querida e frágil. Na procura pela irmã Jim se passa por garoto, corta os cabelos bem curto e tenta esconder suas características femininas, Hak Nam não é um lugar para moças.

E é em um bordel em Hak Nam que encontramos a jovem inocente Mei Yee, irmã mais velha de Jim Ling, foi vendida pelo pai e comprada pelo mafioso Longwai líder da irmandade que controla a cidade murada. Após ser comprada por Longwai Mei Yee fica aos cuidados de Mama-san e se torna garota de programa exclusiva do embaixador Osamu por imposição de Longwai.

Dai na tentativa de cumprir sua missão em 18 dias observa a habilidade de Jin ling em correr, se esconder e se safar dos pequenos marginais da cidade murada e é então que ele a recruta. Os dois são cheios de segredos, e com o tempo vão se aproximando e deixando de lado a desconfiança e passando a ajudar o outro nas suas missões que possui um obstaculo em comum, Longwai.

A Cidade Murada possui ótimas cenas de ação, elas te prendem, te deixam agitado como se fosse você no livro, isso fica mais forte e evidente próximo ao fim do livro. Contudo a história também possui algumas partes em que pouca coisa acontece, o que dificulta a concentração.

Situada em Hong kong, na cidade de Kowloon, a cidade murada foi considerada o lugar de maior densidade demográfica da terra com 0,3 km² e 33 mil habitantes.
Ela acabou sendo demolida e foi construído um parque no local.



site: miillenium.blogspot.com.br
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Portugal 21/12/2016

Resenha de A Cidade Murada
O livro é narrado do ponto de vista de 3 personagens que vivem na cidade Murada de Hak Nam. Cada personagem possui um motivo específico para estar lá. (Sinopse segue abaixo).


Um livro muito bom, me prendeu do início ao fim. A autora descreve um senário muito interessante e pesado e seus personagens se encaixam perfeitamente à história. Gosto de um livro quando o autor consegue me conectar com os personagens e realmente me importar com o destino deles, esse livro definitivamente fez isso. Também acho interessante que é retratada uma cidade que realmente existiu e problemas sociais que obviamente ainda existem.
Recomendo para todas as pessoas e creio que todos devemos ler esse livro em algum momento de nossas vidas.

A Cidade Murada é um terreno com ruas estreitas e sujas, onde vivem traficantes, assassinos e prostitutas. É também onde mora Dai, um garoto com um passado que o assombra. Para alcançar sua liberdade, ele terá de se envolver com a principal gangue e formar uma dupla com alguém que consiga fazer entregas de drogas muito rápido. Alguém como Jin, uma garota ágil e esperta que finge ser um menino para permanecer em segurança e procurar sua irmã. Mei Yee está mais perto do que ela imagina: presa num bordel, sonhando em fugir? até que Dai cruza seu caminho. Inspirado num lugar que existiu, este romance cheio de adrenalina acompanha três jovens unidos pelo destino numa tentativa desesperada de escapar desse labirinto.
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@plataformalit 11/12/2016

Jin Ling é uma corredora que era muito espancada pelo pai e que se veste de menino para ir atrás de sua irmã Mei que foi levada pelos ceifadores para um bordel. Dai não se considera uma boa pessoa e vem de uma família rica. Ele precisa da ajuda de Jin para invadir o bordel de Longwai e roubar um caderno que o inocenta de um crime. Dor, doença e morte. É o que há lá fora.
Siga sempre as 3 regras: correr, não confiar em ninguém e sempre ter uma faca.
amei os personagens e o amor de Dai por Mei. O livro é narrado em primeira pessoa, alternando entre os 3 personagens.
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Rafael Andreotti 05/12/2016

A Cidade Murada @ Operattack
Uma das melhores surpresas literárias que tive em muito tempo! A história se passa dentro de Hak Nam, uma cidade murada desprovida de leis e habitada por traficantes, assassinos, prostitutas e marginais. Ruas apertadas e imundas desenham o retrato de uma civilização degradada e regida pela criminalidade e pela miséria. A sinopse destaca que existem três regras para sobreviver em Hak Nam: correr muito, não confiar em ninguém e andar sempre com uma faca.

A inspiração da autora para escrever o livro foi a extinta (e real) cidade murada de Kowloon, Hong Kong. Inicialmente construída como uma fortaleza militar, Kowloon teve sua população drasticamente aumentada após a ocupação de Hong Kong pelo Império do Japão durante a Segunda Guerra Mundial. A favela vertical chegou a registrar 33 mil habitantes dentro de um território de apenas 0,3 km² e assim como Hak Nam, também se viu tomada pela pobreza e controlada por organizações criminosas. Durante os anos 1990, o governo de HK demoliu a cidade e construiu um parque em seu lugar, preservando alguns artefatos históricos até hoje.

Leia o restante da resenha no link abaixo!

site: http://www.operattack.com.br/2016/08/a-cidade-murada-de-ryan-graudin/
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Iris Figueiredo 18/10/2016

Uma leitura repleta de tensão e adrenalina
“A cidade murada” é Hak Nam, uma favela vertical cercada por um grande muro. Suas ruas estreitas e escuras são repletas de sujeira, traficantes, prostitutas e ladrões. Para sobreviver nesse ambiente hostil, Jin tem três regras: correr muito, não confiar em ninguém e andar sempre com uma faca. A menina se disfarça de garoto enquanto busca Mei Yee, sua irmã que foi vendida pelo próprio pai para um dos bordéis da cidade. Há apenas um lugar onde Jin ainda não conseguiu entrar para procurar sua irmã e, quando um garoto chamado Dai cruza seu caminho com uma proposta que pode levá-la a resgatar Mei Yee, ela quebra uma de suas regras para cumprir seu objetivo.

Alternando entre Jin, Dai e Mei Yee, a narrativa nos acompanha em três pontos de vista completamente diferentes sobre um mesmo lugar. Com Jin, há a sobrevivência diária, as lutas entre gangues e a incerteza se sobreviverá mais um dia. Para Dai, o tempo corre e seu passado de privilégios não pode poupá-lo de certas coisas, mas lhe concede alguns benefícios dentro da cidade murada. Já para Mei Yee, há a falta de esperança.

Embora Hak Nam seja uma cidade fictícia, ela foi inspirada em uma cidade murada que realmente existiu em Hong Kong. Kowloon foi demolida na década de 1990 e foi uma das maiores favelas verticais do mundo. Apesar de não trabalhar com nomes de cidades e países reais, as referências à cultura oriental são enormes no trabalho de Ryan Graudin.

Se pudesse definir a história em uma só palavra seria “adrenalina”. Enquanto lia, eu conseguia correr pelos becos com Jin, sentir a ansiedade de Dai e o sofrimento de Mei Yee. Eu comprei a causa dos personagens, acreditei e torci por eles. O livro é muito bem escrito e definitivamente merece mais destaque do que recebeu.

A escrita de Ryan Graudin é maravilhosa. Com um ritmo tenso, a autora conseguiu construir não apenas personagens convincentes ou uma teia de poder bem intrincada, mas como uma cidade que se transforma em personagem. Hak Nam é viva em suas ruas sujas e no perigo iminente. Não há, em momento algum, a sensação de segurança, o que é um enorme mérito do livro. Em algumas histórias, você tem a certeza de que algo vai dar certo, mas essa sensação não me acompanhou durante a leitura. Eu passei o livro inteiro tensa e só consegui soltar o ar na última página.

Recomendo demais a leitura! Adoraria que mais pessoas conhecessem “A cidade murada” e se apaixonassem pelo livro, assim como eu.

site: http://irisfigueiredo.com.br
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Letícia 01/09/2016

Que história incrível!
A leitura realmente me transportou pra outro lugar! Um dos meus livros favoritos.
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