Younger

Younger Pamela Redmond Satran




Resenhas - Younger


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Crislaine 24/02/2021

gostei bastante
Li o livro porque acompanho a série, é bem diferente sim, achei corrido, mas ok. Apesar de não deixar claro algumas coisas, gostei do final.
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Sammara 15/01/2021

Simplesmente Perfeito
Uma narrativa fluida em primeira pessoa, através dos olhos de Alice conhecemos tudo e todos os personagens.
Ela uma mulher recém separada, com uma filha de 20 anos que mora em outro Continente e que não tem pretensão de voltar, busca consolo em sua melhor amiga e confidente Maggie para ajudar la em tudo ... Eis que essa mesma amiga decide transforma lá, mudando sua cor de cabelo e suas roupas , na noite de Ano Novo e assim ela conhece Josh que se apaixona por ela e acredita que ela tem 29 anos, quando na verdade ela tem 44 anos. E então que Maggie a aconselha a se passar por essa idade e arrumar um emprego e assim ela volta a uma editora que trabalhou a 20 anos atrás quando ainda não era mãe. E assim se desdobra a narrativa.
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Rhenriquec 01/12/2020

Amei esse livro de uma forma, que quando acabou me senti órfão. Queria que tivesse uma continuação, foi muito bom ver a evolução dos personagens, o romance as conquistas. Foi tão gostoso de ler, que quando cheguie nao final, fiquei procurando mais paginas. Recomendo muito, tanto o Livro como a Série
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Sara 11/11/2020

uma graça
sou fã de carteirinha da série younger desde seu lançamento em 2015, e de lá pra cá eu descobri a existência do livro, mas também que ele era literalmente uma inspiração pra série. Quase todos os elementos do livro são diferentes, desde o nome da protagonista (Liza na série, e Alice no livro), até suas decisões. Mas tudo bem né, se fosse pra ser que nem o livro a série não duraria 2 temporadas haha
Enfim, o livro é super divertido, a autora tem uma linguagem muito natural e fluida e consegue transitar entre cenas um pouco mais dramáticas, com um alto teor de introspecção para cenas de sexo mais divertidas e sensuais. Sua carga dramática não é tão forte assim, apesar de Alice constantemente se questionar sobre suas decisões, as mentiras e seu passado, ela não se aprofunda tanto assim. Mas não é um livro de drama né kkkkkk
Muito bom pra passar o tempo e pra questionar o lugar social da mulher, inclusive sobre o preconceito contra as mães que são full-time e que deixam de trabalhar pra cuidar dos filhos, algo extremamente julgado e recriminado hoje em dia, mas há um bom tempo já.
Incrível, divertido, leve. Estou ansiosa pra ler a continuação que a autora está pra publicar e ouvir o audiobook dele na voz da Sutton Foster (atriz protagonista da série).
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Josy de Paulo 22/09/2020

Lembro que assisti o piloto da série quando saiu e achei legal. Não sabia que era baseado em um livro.
Achei a leitura bem gostosinha. Só esperava um desfecho diferente como crush.
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marjory.schlottag 16/07/2020

"O importante é ter o espírito jovem!"
A leitura desse livro, foi uma leitura bem leve. Foi bem rápido conclui-lo. Esse livro mostra que ainda temos discriminação profissional por causa da idade, isso não é só comum nos EUA. O livro conta a história de de Alice, uma mulher de 44 anos divorciada, sem perspectiva de futuro, já que não consegue emprego justamente por causa sua idade e por ter se dedicado a sua família, grande parte da sua vida. Mas ela consegue dar a volta por cima, mas pra isso ela tem que fingir que é mais nova. A história se desenrola com várias partes engraçadas e desafiadoras.
Vale a pena a leitura.
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TGN 23/02/2020

Resenha escrita por Glauber Oliveira

Com uma proposta de enredo diferente e uma protagonista envolventemente “humana” (uso esse termo para exaltar a simplicidade de criação da personagem), Pamela Redmond Satran nos traz em 'Younger' reflexões e lições para leitores de todas as idades diante do olhar de uma mãe de 44 anos.

'Younger' retrata os acontecimentos da vida de Alice, uma ex-dona de casa de Nova Jersey de 44 anos, que depois de sua separação e a partida de sua filha, Diana, para fazer um intercâmbio na África, não sabe bem que rumos tomar. Para ela, que nos últimos vinte anos, só exerceu a função de esposa e mãe, é uma mudança drástica. Porém, com a separação e a distância da filha, a ex-dona de casa tenta voltar ao mercado de trabalho, mas devido a sua idade, as pessoas não a contratam.

Meses depois de sua separação, em uma noite de Ano Novo em Nova York, Alice acompanhada de sua amiga artista e lésbica (e muito sábia, em minha opinião), Maggie, acaba indo parar no consultório de Madame Aurora e revelando um desejo bastante inusitado: ser mais jovem. Após esse episódio, Maggie decide abrir os olhos de Alice para a sua aparência a fazendo perceber que com algumas mudanças no guarda-roupa, ela conseguiria se passar por uma mulher com menos de 30 anos com facilidade. O primeiro teste desta experiência é feito ainda na noite de Ano Novo, quando Maggie e Alice vão para um bar, onde Alice flerta com um jovem design de games, Josh, que acaba se encantando pela “jovem” e misteriosa mulher que lhe dá o primeiro beijo do ano. Depois de ter a prova que consegue se passar por uma mulher mais jovem, ela volta a procurar emprego e acaba conseguindo a vaga de assistente de Teri Jordan, diretora de marketing da Editora Gentility.

No entanto, todos acreditam que Alice é uma jovem recém-graduada de 29 anos com pouco conteúdo, fazendo com que ela passe a ter que agir como uma jovem garota, porém, por quanto tempo ela vai conseguir manter essa mentira? E quando sua filha voltar da África? Como ela vai explicar para todos que tem uma filha de 22 anos, enquanto todos acreditam que ela tem 29?

Diante de todas essas perguntas sobre o enredo, eu me encontrei maravilhado com as lições que 'Younger' traz para pessoas de todas as idades. Na verdade, a obra de Satran tenta nos mostrar que não há idade para começar, recomeçar, ou até mesmo desistir. Independente do momento cronológico, as mudanças devem ser sempre bem recebidas em nossas vidas, pois a mudança é necessária.

O livro é narrado em primeira pessoa, onde a personagem principal, a Alice, é um ser que transita no universo juvenil com o olhar crítico de mãe. Esse diálogo entre dois mundos/tempos torna a protagonista tão interessante e tão envolvente, pois, percebemos que ela, no início, se prende muito por ser uma ex-dona de casa cheia de pudor, porém, quando começa a se soltar e se permitir, ela acaba fazendo isso demais. A humanidade nos erros da Alice é tão próxima do nosso dia-dia, pois, às vezes pecamos pelo excesso, entretanto, em alguns momentos pecamos pela falta. Tal coisa é tão real na constituição da personagem, pois ela comete erros (como mãe e como jovem de 29 anos) por ambos os motivos (falta e excesso), fazendo com que nós nos aproximemos de sua essência e nos identifiquemos com os seus problemas.

Além disso, relação de Alice com todos os personagens, nos permite que consigamos identificar as diversas facetas que a protagonista possui durante o enredo. Diana, a filha de dela, nos mostra o lado mãe que tenta libertar o filho de suas garras superprotetoras para viver no mundo, por mais que tenha aquele aperto no coração. Lindsay, colega de trabalho, nos mostra uma versão mais jovem da protagonista, permitindo esse diálogo da ex-dona de casa com a sua juventude. Teri, a chefe de, evidencia o sonho do passado da protagonista de trabalhar e conseguir criar os filhos. Josh, o namorado/paquera/”peguete”, nos evidencia o que foi a relação de Alice com o seu ex-marido, os sentimentos dela pelo pai da filha e como ela tem medo de se envolver novamente com alguém. E por fim, Maggie, uma das personagens mais sábias de todo o livro, que parece ter uma visão clara de tudo sempre ajudando Alice com conselhos pontuais (A Verdade Verdadeira), pois, em toda a narrativa Maggie funciona como “a consciência” da personagem sempre tentando manter ela nos eixos.

Todos esses personagens, mesmo, aparentemente, servindo apenas para retratar símbolos da vida da protagonista, possuem a mesma característica humana dela. Na obra de Satran, você não encontra estereótipos de personagens, como: a melhor amiga escudeira, o homem perfeito par romântico da protagonista, a chefe malvada e sem coração, entre outros. Os personagens possuem grande dose de realidade em sua essência, o que torna o enredo com poucas reviravoltas drásticas, porém, o livro é algo instigante de se ler. A narrativa “adolescente” sob a perspectiva de uma mulher de 44 anos é algo que traz para a trama um jeito inovador e diferente de descrever as coisas, pois, em uma única personagem nós temos a “mãe” e a “adolescente” (tal característica da narrativa e do enredo me atraiu bastante).

Sobre a parte material do livro, a capa é interessante, porém, considero um tanto infantil (por mais que seu objetivo seja parecer irônica e reforçar um caráter cômico). A revisão e edição do livro são muito boas, não consegui identificar problemas nesses âmbitos, e a diagramação das páginas segue o padrão comum dos livros, não deixando a desejar.

Minha avaliação do livro será cinco estrelas, pois a obra me trouxe algumas reflexões importantes e aprendi bastante com a Alice em suas aventuras como uma mulher de 29 anos. Indico o livro, principalmente para pessoas que estejam passando por mudanças em suas vidas, pois o enredo do livro lhe carrega durante toda a história lhe trazendo algumas lições e frases de efeitos (que me fez lembrar o livro durante outras atividades de meu dia). Considero 'Younger' ótimo para quem quer refletir sobre a vida e suas mudanças.

site: https://territoriogeeknerd.blogspot.com/
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Emerson Gouveia 28/07/2018

Não se precipite!
Comico, inspirador e verdadeiro, Younger, é um livro simples mas com uma história sobre auto descoberta e aceitação de que existe muito mais no mundo se não nos acharmos limitados e fadados a viver da sempre maneira, olhando sempre para o mesmo ângulo.
Alice achava que estivesse presa a uma realidade pela qual seria apenas esta, e nada mudaria. Mas as vezes é bom que o mundo balance e possamos sair da nossa zona de conforto, olhando com uma perspectiva diferente, sobre pessoas, amores, família, carreira. E principalmente sobre nós.
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Carol Souza 06/03/2018

Younger
Ganhei esse livro de presente, e confesso que amei! Eu particularmente não o compraria.. rs.. mas amei, achei a história muito legal, divertida, e a forma de escrever da autora é muito envolvente.
Não gostei do final.. mas só.. de resto, adorei a leitura! Foi um ótimo presente!
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kleris aqui, @textosdecapa no ig 29/09/2017

Younger é um chick-lit que explora um pouco de tudo do gênero
(Esta resenha teve corte de quotes e imagens do livro; visite o link para conferir)

Desde que soube que Younger, a série, era baseada em um livro, fiquei enamorando-o para ler. Mas fiz um acordo comigo mesma: iria separar impressões da série e livro, para uma melhor experiência. Imaginei que em algum tempo da leitura isso viria por água abaixo, pois já tinha assistido duas temporadas da série, e me veio à mente a lembrança da experiência de leitura de Pretty Little Liars (que não engatei mesmo por tantos conflitos de referências, entre o livro e a série). Colocando a carroça na frente dos bois, digo logo: deu certo.

Em Younger, Alice é uma quarentona recém-divorciada que nasceu virada pra lua – não que ela acredite muito nisso, embora tenha uma quedinha por misticismos: ela chegou na casa dos 4.0 aparentando ter menos de 3.0. Após o divórcio, a morte da mãe e a distância da filha (que está em um intercâmbio na África), ela quer reaver sua vida, recomeçar. Em clima de ano novo, ela sai da sua zona de conforto, que é o subúrbio de Nova Jersey, para a badalada e instigante Nova York.

Vez que Alice tem esse presente da natureza de parecer mais nova do que é, ela e sua bestie Maggie inventam, de brincadeira, um extreme makeover para rejuvenescer. A brincadeira dá tão certo que Alice adota para recomeçar a vida. Além de um trabalho na editora de que é super fã, ela arruma um namorado para balançar suas estruturas. Mas o peso das experiências lhe assombram e as mentiras, que não são poucas, arriscam lhe sufocar. Alice tem apenas um desejo: ser jovem e viver o que há para ser vivido, sem ter sua idade como empecilho.

Younger é um chick-lit que explora um pouco de tudo do gênero: independência da mulher, questões de imagem e idade, malabarismos femininos, jornada de trabalho, exigências sociais, problemas amorosos, sexo, feminismo, etc. Em termos mais específicos, acho que seria um Single City Girl Lit misturado com General Mom Lit.

Apesar de intrigante, Pamela nos entrega uma história bem sóbria – sem grandes reviravoltas, sem melodramas, deslumbramentos ou mesmo um forte humor trágico (clássico do gênero). As coisas apenas... acontecem. Experiências, maternidade, descobertas, encontro de gerações.

Nessa pegada realista, achei bacana que a autora se manteve centrada, não se detendo a explorar mais que o necessário de algumas questões – como o trabalho ou resgatar questões do passado. Por outro lado, pensando bem, seus personagens caem fácil no maniqueísmo, em que ou temos pessoas ótemas ou pessoas saco, e basicamente isso. Senti falta de um algo mais em cena. Talvez por ser um livro pensado para ser único, não haveria como explorar tanto entre um agito e outro.

É uma leitura razoável e rápida com uma trama interessante de se acompanhar, ideal para aqueles momentos em que só se quer uma leiturinha para passar o tempo; você sai com um sorrisinho de canto pelo crescimento da história. De escrita ágil e serena, a história é fechadinha. Pontua bem sobre a juventude ser um estado de espírito e como nós mulheres podemos mais que dobrar nossas jornadas de vida.

Quanto à série, vejo que de fato o livro só deu o pontapé, pois no seriado há bastante espaço para desenvolver os conflitos e personas (e muitos causos do mercado editorial!). As inserções, inclusive, dão um ar mais magnífico pra história. Não houve mudanças drásticas, nem ficou um ar de fanfic do original. É uma excelente adaptação!

Enquanto que no livro a protagonista é uma personagem mais maternal que sugere empatia e compaixão, gosta de pratos limpos e poucos agitos, na série, ela é muito mais ousada, sagaz e de espírito aprendiz. Acho que só o Thad foi feito para ser odiado nas duas versões.

Se você, como eu, fez o caminho inverso de começar pela série, com certeza esse fator do algo muito conhecido vai te guiar por diversas cenas, tornando tudo mais cinematográfico, mas nada que resulte em um conflito de referências entre as mídias da história.

site: http://www.dear-book.net/2017/02/resenha-younger-pamela-redmond-satran.html
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Dear Book 13/03/2017

Younger é um chick-lit que explora um pouco de tudo do gênero
[Resenha com corte de trechos ilustrativos e imagens; confira no link no blog]
Por Kleris: Desde que soube que Younger, a série, era baseada em um livro, fiquei enamorando-o para ler. Mas fiz um acordo comigo mesma: iria separar impressões da série e livro, para uma melhor experiência. Imaginei que em algum tempo da leitura isso viria por água abaixo, pois já tinha assistido duas temporadas da série, e me veio à mente a lembrança da experiência de leitura de Pretty Little Liars (que não engatei mesmo por tantos conflitos de referências, entre o livro e a série). Colocando a carroça na frente dos bois, digo logo: deu certo.

Em Younger, Alice é uma quarentona recém-divorciada que nasceu virada pra lua – não que ela acredite muito nisso, embora tenha uma quedinha por misticismos: ela chegou na casa dos 4.0 aparentando ter menos de 3.0. Após o divórcio, a morte da mãe e a distância da filha (que está em um intercâmbio na África), ela quer reaver sua vida, recomeçar. Em clima de ano novo, ela sai da sua zona de conforto, que é o subúrbio de Nova Jersey, para a badalada e instigante Nova York.

Vez que Alice tem esse presente da natureza de parecer mais nova do que é, ela e sua bestie Maggie inventam, de brincadeira, um extreme makeover para rejuvenescer. A brincadeira dá tão certo que Alice adota para recomeçar a vida. Além de um trabalho na editora de que é super fã, ela arruma um namorado para balançar suas estruturas. Mas o peso das experiências lhe assombram e as mentiras, que não são poucas, arriscam lhe sufocar. Alice tem apenas um desejo: ser jovem e viver o que há para ser vivido, sem ter sua idade como empecilho. 

Younger é um chick-lit que explora um pouco de tudo do gênero: independência da mulher, questões de imagem e idade, malabarismos femininos, jornada de trabalho, exigências sociais, problemas amorosos, sexo, feminismo, etc. Em termos mais específicos, acho que seria um Single City Girl Lit misturado com General Mom Lit:
Single city girl lit, ou literatura das garotas solteiras na cidade grande, é um gênero que envolve: encontros, paqueras, amigos, trabalho, drinks e apartamentos apertados divididos com pessoas legais-estranhas-bizzaras-divertidas. A principal característica é se passar numa grande cidade, geralmente Nova York ou Londres.  
Ex: Sex and the City, Temporada de Caça: aberta, Confissões de uma Ex, Delírios de Consumo de Becky Bloom, A Rainha da Fofoca.

Mom Lit, algo como literatura da mamãe, é um subgênero do chicklit cujas histórias têm a temática voltada para a maternidade, gravidez ou sobre a criação dos pequenos. Normalmente, estes livros tratam desta temática de forma bem humorada, revelando a loucura que pode ser a maternidade. Mom Lit pode ser subdividido em três outras categorias, determinadas pelo período que a mãe está passando durante a narrativa – pregnancy lit, baby lit e general mom lit. (Fonte: Blog Lost in Chick-lit) 



Apesar de intrigante, Pamela nos entrega uma história bem sóbria – sem grandes reviravoltas, sem melodramas, deslumbramentos ou mesmo um forte humor trágico (clássico do gênero). As coisas apenas... acontecem. Experiências, maternidade, descobertas, encontro de gerações. 

Nessa pegada realista, achei bacana que a autora se manteve centrada, não se detendo a explorar mais que o necessário de algumas questões – como o trabalho ou resgatar questões do passado. Por outro lado, pensando bem, seus personagens caem fácil no maniqueísmo, em que ou temos pessoas ótemas ou pessoas saco, e basicamente isso. Senti falta de um algo mais em cena. Talvez por ser um livro pensado para ser único, não haveria como explorar tanto entre um agito e outro.

É uma leitura razoável e rápida com uma trama interessante de se acompanhar, ideal para aqueles momentos em que só se quer uma leiturinha para passar o tempo; você sai com um sorrisinho de canto pelo crescimento da história. De escrita ágil e serena, a história é fechadinha. Pontua bem sobre a juventude ser um estado de espírito e como nós mulheres podemos mais que dobrar nossas jornadas de vida.

site: http://www.dear-book.net/2017/02/resenha-younger-pamela-redmond-satran.html
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Felippe.Paiiva 27/02/2017

...
O livro conta a história de Alice, uma dona de casa, em que aos 44 anos se vê obrigada à procurar emprego, pois seu marido pediu divórcio, e agora ela tem que trabalhar para se sustentar.
Alice não trabalha a mais ou menos 20 anos, pois teve que largar o emprego por causa da gravidez, que era de risco, e depois de ter o bebê, Diana, continuou nessa vida pacata de dona de casa, cuidando da casa e da filha.
Depois do divórcio, Alice passa por um ano bem depressivo, procurando emprego, mas não consegue por ser 'muito velha', e além de tudo sua filha Diana, resolve viajar por um ano.
Mas tudo na vida de Alice muda, na noite de Ano Novo, ela e sua amiga Maggie estão passando na frente de uma vidente, Alice resolve entrar, lá ela é confrontada pela mulher, que a pergunta o que ela mais quer na vida, e pensando muito Alice responde que queria ser jovem de novo, com isso Maggie, tem a idéia de transformar a amiga, a deixando mais jovem.
E ela consegue, então elas resolvem sair para passar a noite de réveillon em uma bar. Neste bar, Alice conhece um jovem chamado Josh, que a confunde com uma moça nova.
Ela e Maggie vêem que a transformação deu certo, e Alice aparenta ser nova. Então Maggie a convence de procurar emprego desse jeito, fingindo ser mais nova, e ela consegue!!!
Alice então começa a trabalhar em sua antiga editora, o que é bem surreal, pois no ano passado ela não só tinha ido procurar emprego lá, mas tinha ido duas vezes!
No 'novo' emprego, Alice da pior maneira percebe a realidade, sua chefe Teri, é uma megera, e não vai deixar a empregada se dar bem com suas idéias para a situação da editora melhorar em vendas.
A editora está passando por problemas financeiros, e por isso Ali propõem uma nova linha com os clássicos da editora - Novas capas, apresentações de escritoras novas sobre os clássicos - para chamar a atenção de novas leitoras. Será que esse plano vai dar certo?!
Enquanto Ali segue com a vida trabalhando no departamento de marketing na editora Gentility Press, resolve se jogar no romance com Josh.
E também tenta conciliar isso tudo, com sua verdadeira vida.

Apesar do romance ser centrado em Alice, temos muitos personagens de apoio, como Maggie, a melhor amiga dela que é uma artista lésbica e a ajuda muito. Maggie sempre viveu uma vida sozinha, namorando um monte de garotas e não querendo firmar uma família, mas do nada ela percebeu que quer ser mãe, Ali tinha a inspirado muito nessa decisão, e é interessante acompanhar a história dela tentando ser mãe através de uma adoção ou inseminação.
Temos Josh, que é o carinha que ela conhece no ano novo e vira o ficante dela e é um amor de pessoa.
Temos Lindsay que é a primeira amiga de trabalho que ela conhece. Essa personagem teve um começo bem chato, ela é típica garota submissa, com um macho meia boca, que faz tudo o que ele quer, mas felizmente, ela com o tempo tem uma bela evolução.
Temos Diana, filha de Alice, que é um pouco chata no começo não dando valor a mãe que tem, mas no final do livro se mostra uma pessoa boa.
E todos esses personagens são maravilhosos.
Mas como sempre nem tudo é um mar de rosas, em contra partida com os personagens bons, temos Thad, namorado de Lindsay, um rapaz mimado e controlador e Teri, a chefe mandona e muito sacana de Ali.

O livro é uma leitura muito boa, leve, e fácil de ser lido, o livro é bem pequeno e dá para lermos em um dia mesmo – o que fiz. A escrita é em primeira pessoa, do ponto de vista da Alice.
Apesar do livro ser meio bobo, e conter muitas coisas surreais demais no meu ponto de vista, o mesmo também aborta MUITOS temas sérios e legais de se discutir, como o tema centra, a senhorita dona de casa, que tenta voltar ao mercado de trabalho depois de muito tempo e não consegue um emprego por ser velha demais, e se vê obrigada a mentir – não sei se eu conseguiria mentir, e você se passasse pelo mesmo que Alice, faria o mesmo que ela?!
O livro também aborta outros temas, como a gravidez/vontade de ser mãe quando é bem difícil ser através da personagem de Maggie. Fora o fato de Maggie ser lésbica e solteira, o que poderia dificultar uma adoção.
E através de Lindsay, uma garota que no começo vive uma vida a favor de um namorado lixo e que não se importa com ela, aborta o tema de uma mulher submissa e que vive só pela vontade desse mesmo namorado lixo e não se importa para ela.
Também temos como temas, o conflito entre gerações, o conflito entre mulheres jovens e mais ‘velhas’ no ambiente de trabalho, e isso tudo de uma forma sutil.
...

site: Resenha no blog http://livroslapiseafins.blogspot.com.br/2017/02/terminei-de-ler-younger.html#more
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Mad28 31/12/2016

3/5*

"Fiquei bastante relutante em começar este livro pelo simples facto de que aqui acontece um romance entre personagens de idades muito diferentes e, se fosse mal explorado, eu iria detestar. No entanto, surpreendi-me bastante pela positiva pela forma como a autora explora esta questão. E foi exatamente a escrita da autora que eu mais gostei no livro, sendo que era tão direta e fluída que ação parecia quase que verídica, apesar de que a idade da protagonistas acaba por deixar uma pessoa de pé atrás relativamente a se esta transformação iria realmente resultar, o que só complicou ainda mais quando algumas personagens começaram a parecer irreais.
Em geral, a história em si é bastante esperada mas o final está muito bem feito.
Não é propriamente um dos melhores livros de sempre mas é um bom livro para quem quer um romance e passar um bom tempo. Vou ver a série, apesar de que não sei como é que eles conseguiram fazer tantos episódios tendo em conta que o livro tem apenas perto de 300 páginas. Em geral, recomendo sim."

Opinião completa em baixo

site: http://presa-nas-palavras.blogspot.com/2016/12/younger-mais-uma-oportunidade-opiniao.html
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Iris Figueiredo 26/09/2016

Inferior à série de TV
“Younger” é o livro que inspirou a série de TV de mesmo nome com Hilary Duff, uma das minhas favoritas. O livro é bem diferente da série, mas também é uma história divertida de acompanhar – embora dessa vez eu precise assumir que achei a adaptação melhor que o original.

Alice acabou de se separar do marido e sua filha está fazendo intercâmbio. Sua vida saiu completamente dos trilhos e ela não consegue um emprego de jeito nenhum. Seu sonho era voltar a trabalhar no mercado editorial, mas parece que todo mundo só quer contratar recém-formadas com roupas descoladas e cortes de cabelo diferentes. Na véspera do ano-novo, sua melhor amiga faz uma mudança em seu visual. Maggie tinge os fios brancos de Alice, muda um pouquinho seu jeito de se vestir e, durante uma noitada em um bar em Nova York, ela descobre que seu novo visual a deixa mais jovem.

Depois de mentir a idade para um garoto que poderia ser seu filho e ele acreditar, Alice resolve mergulhar naquela loucura. Muda algumas informações, omite outras e consegue um emprego em uma editora, onde todo mundo acha que ela é bem mais jovem do que realmente é. Claro que isso não vai dar certo!

A narrativa é bem divertida e fácil de se envolver. Uma das coisas que eu mais gosto na série de TV é a rotina do mercado editorial, que é bem próxima da realidade, mas no livro senti falta disso. Claro que falta espaço para explorar esse lado, pois o foco são os problemas da Alice. A certa altura acabei ficando um pouco cansada, mas talvez por esperar algo um pouco diferente quando comecei a ler.

É um chick-lit bem escrito e rápido de ler. As personagens e os conflitos são bem distantes da nossa realidade, mas ainda assim é uma leitura agradável. Senti que deixou um pouco a desejar, mas a trajetória até a resolução do conflito foi uma boa distração.

site: http://irisfigueiredo.com.br
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