Matando Borboletas

Matando Borboletas M. Anjelais




Resenhas - Matando Borboletas


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Mad Lil'Duck 21/11/2020

Terminei de ler agora e preciso de uns dias pra assimilar tudo que li. Foi doloroso e tão cru tudo que Cadence e Sphinx fizeram e sentiram ao longo de todo o livro.
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Pâm 21/11/2020

Livro maluco
Comecei esse livro sem ler a sinopse, achei o começo bem legal, te prende, a forma como a autora escreve é bem boa, simples e fácil de entender. Porém já de início achei que fosse ser um romance dramático com problemas e essas coisas. Mas não poderia estar mais enganada, não tem nada de romance, até da pra ver que a mocinha é apaixonada pelo mocinho( que nesse livro essa descrição de mocinho está tão longe da verdade, o candence é o ruim, e é mais vilao que mocinho) então tem o desenrolar da história, o tal Candence é um sociopata, ele não sente nada, e é muito cruel com todos( eu o odiei) qd fala que ele está morrendo doente de câncer, sério pensei, que bom! Menos uma pessoa ruim no mundo. Mas aí tem a mocinha com nome estranho, que quer tentar salvar ele mesmo depois dele ter torturado ela qd criança e ter ferido ela fisicamente a deixando com uma cicatriz no rosto, ela quer salvá-lo, no começo achei que ela era apaixonada por ele, mas ao decorrer da estória você começa a ver que é uma obsessão por salvá-lo. Amo não nasce de coisas ruins, e tudo que o tal Candence faz é ser um embuste, ele não sente nada. E todos ao redor ficam tentando ajudar. É um livro triste, pesado, você fica o tempo todo querendo que esse tal Candence se vá logo, ou a mocinha de nome estranho, o deixe, mas nada disso acontece, e quando acontece é bem chato, não sei o que esperei do final, mas me senti frustrada. Todas as estrelas que dei pra esse livro, foi com certeza pela escrita da autora, ela te transporta para dentro do livro. E você sente tudo, todas as coisas são bem esclarecidas, porém a estória é terrível, e no final é decepcionante. Não sei se recomendo. É um livro psicológico, dramático, não tem romance (apenas uma pequena indução a isso e nada mais).
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Suh Oliveira 28/10/2020

Que livro foi esse? Gostei muito. É um livro que me chamou a atenção pela capa no início. Nunca tinha ouvido falar sobre ele ou sobre a M. Anjelais. Foi uma grata surpresa. Um enredo muito interessante. Queria chegar ao final logo pra descobrir o que ia acontecer mas quando chegou fiquei triste por ter acabado. Este não será um dos meus livros favoritos mas eu o indicaria com certeza!
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Cah 06/08/2020

Muito interessante
Esse foi verdadeiramente um livro que me marcou muito. Li quando estava no ensino médio, e com certeza considero uma obra muito bem escrita e igualmente bem desenvolvida em questão de enredo.
Os personagens possuem personalidade, marcando presença. E Cadence em minha opinião, é um personagem super bem construído, verdadeiramente psicopata e demonstrando uma frieza esmagadora.
Minha nota não foi cinco, porque ao mesmo tempo que acontecem coisas interessantes, deixa um gostinho de "quero mais", do qual não acontece. São momentos de tensão, mas nada é encerrado completamente, com reviravoltas e surpresas.
O livro conta com um final bom/médio, que ao meu ver, não foi clichê. Não é uma obra para ser romantizada, isso fica óbvio, mas é sempre bom lembrar.
Resumindo, vale a pena a leitura.
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Diana 30/06/2020

"Um último esforço para sentir alguma coisa."
É um livro lindo, gostei bastante, estava com muita vontade de lê-lo pela capa que é lindaaaa.
É um livro bem forte psicologicamente falando, ele meche com vc, apesar disso, ele é emocionante pra mim, indico sem ressentimentos.
Ele tem uma parte tediante, mas que dá pra ler, pois quando passar esse tédio, se apresenta uma ansiedade sem igual ...
Sinta o livro.
Leiam, por favor
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Rk 25/05/2020

Recomendo
Tem uma leitura dinâmica, uma escrita boa o suficiente pra te fazer gostar de um personagem detestável (sabemos o poder da escrita quando isso acontece) e uma história cativante e emocionante. Tinha tudo pra ser um romance água com açúcar clichê, mas foi uma história sobre uma vivência dolorosa e cheia de camadas. Você enxerga uma história cheia de cores sem nem precisar vê-las. É uma linda dor.
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Renata 23/05/2020

Cada página, uma aflição.
Sarah e Leigh, são amigas desde a infância e fizeram um "pacto", de amizade, jamais se afastariam uma da outra, e quando tivessem filhos, estes se casariam, tornando-se um dia uma família.
Na fase adulta, ambas conseguiram alcançar suas metas, Sarah teve uma menina, Leigh um menino, porém as coisas não saem da maneira tão perfeita e sonhadora como foi planejado.
Sphinxie, filha de Sarah, menina boa, mas ingênua que se deixa ser manipulada por Cadence filho de Leigh, menino que por trás do rosto angelical, e olhos gélidos não mede esforços para prejudicar quem cruzar seu caminho.
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Maygeek7 24/02/2020

Enfim o fim
Um tema de doença mental. Cadence é uma peste, uma pessoal muito ruim, mas ele é doente. Sphinx faz tudo que ele quer, é uma boa e boba pessoa, mas também é forte. É ela que conta a história e achei que ficou bom assim. Recomendo!
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sweetillusionss 16/04/2019

Um livro arrastado e melancólico que estudantes e profissionais de Psicologia mais exigentes se entediaria lendo
O que me fez ler esse livro - apesar de ter sido indicação e que, facilmente, me deu o acesso direto a ele e um interesse prévio na leitura - foi a capa que caracteriza, de forma romantizada e confusa, o teste psicológico de Rorschach que permite identificar a personalidade inconsciente de um indivíduo. É uma sacada interessante pois se perceber com mais atenção, existem duas faces dispostas nas laterais superiores de cada asa da borboleta, as faces dos protagonistas Sphinx e Cadence, simbolizando a união fantasmagórica, intrigante e ao mesmo tempo libertadora de ambos.

A narrativa deste livro é quase um laudo psicológico minuciosamente feito. São explicações, análises de fatos e situações a todo instante - legal pois é um livro que aborda o universo patológico mental de forma acessível, porém com erros. O protagonista da história, Cadence, é descrito como sendo um sociopata, embora inicialmente eu tenha tido minhas suspeitas de sua condição narcisista. Cadence pode vir, sim, a ser um sociopata, mas suas ações são estudadas e precisas demais para configurá-lo como um. Além do que, um sociopata é construído, ele não nasce conforme o livro afirma. A história foi criada por uma pessoa jovem, que claramente inseriu a primeira pesquisa que encontrou na internet sobre sociopatia no livro.

Sphinx, uma das protagonistas, é uma vítima das próprias crenças, um receptáculo vazio de decisão, um baú enferrujado e lotado de vidas e sentimentos que não são dela. Tudo isso a torna uma pessoa melancólica e ansiosa por culpa e detalhes - é possível ler mais de 10x o mesmo sentimento, com as mesmas palavras. Para ter-se uma ideia, consegui acabar com 100 páginas em 10 minutos pois o que teve de descrições repetidas e irrelevantes para a história... Já o Cadence é um tremendo imprudente. Aprendeu a copiar Sphinx em todos os aspectos, desde sensações até ações. Sua esperteza em manipular é assustadora e típica de um sociopata "feliz", sua frieza é deprimente. Sua sociopatia é duvidosa demais para mim. A autora deveria explorar essa condição com mais cuidado e sabedoria, pois existem muitas confusões psicológicas envolvidas na história que alguém sem preparo poderia facilmente imergir ou se aproveitar da maneira errada. De qualquer forma, a precisão com que explicou os sentimentos de Sphinx em relação a Cadence e deste em relação a Sphinx foi válido e detalhisticamente rico.

É um livro que eu não leria novamente pelos detalhes apresentados, e também por ser em primeira pessoa pois acho que a história acaba se perdendo em detalhes em vez de se concentrar nas ações, que foi o que aconteceu parcialmente com o livro "Matando Borboletas".
Diana 28/06/2020minha estante
Muito difícil de entender sua resenha do livro




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Tatiane.Colling 31/08/2017

Opinião
Livro bom, que faz pensar em várias circunstâncias e fica com medo do desfecho da história.

Mas o final foi bom...
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Ca Agulhari @literario_universo 04/02/2017

Uau
Fiquei ansiosa o livro todo, com medo do desfecho. Vale a pena ser lido!
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Iris Figueiredo 27/09/2016

Perturbador e desconfortante
Se pudesse definir esse livro em uma palavra seria “perturbador”. A história de “Matando Borboletas” é sobre Sphinx e Cadence, dois opostos que a vida tratou de juntar. As mães deles são amigas desde muito novas e fizeram uma promessa ainda na infância – criaram um plano de vida, imaginaram como seriam seus filhos e projetaram um futuro para eles. Tudo estava saindo como o combinado até que Cadence, ainda criança, machuca Sphinx com uma faca. Naquele momento, tudo muda.

Cadence e Sphinx seguem vidas separadas por um oceano. Ela, nos Estados Unidos. Ele, na Inglaterra. O comportamento estranho do menino se agrava, mas Sphinx ainda pensa nele. Até que, anos depois, recebe um pedido: que vá até a Europa reencontrar aquele a quem chamava de amigo na infância, que agora tem uma doença terminal e vai morrer.

“Matando Borboletas” é um romance Young Adult que fala sobre psicopatia. Narrado pela ótica de Sphinx, a menina demonstra como é difícil amar alguém que não demonstra sentimento algum e faz as coisas mais assustadoras para conseguir sentir alguma coisa. É um livro denso e acompanhar tudo que Cadence faz ao longo do livro é doloroso.

Como se sente uma mãe que jamais saberia o que era ser amada pelo filho? Como convivem as pessoas ao redor de alguém que não consegue ser contrariado?

É uma história polêmica. Todo o fio da narrativa deixa o leitor preso em uma tensão e desespero pelo que está por vir. Eu temi por Sphinx e senti pena de Cadence, que sequer sabia o que era pena. Nem mesmo diante da própria morte eminente ele conseguia sentir alguma emoção como reação.

Alguns atos de Cadence me deixaram perturbada. E, confesso, em alguns momentos perdi a paciência com Sphinx, que parecia buscar que as situações acontecessem com ela. Mas a autora é hábil em mostrar como um psicopata consegue emular emoções e pode ser persuasivo. Como conheço pouco sobre psicopatia, não sei dizer se o retrato traçado pela autora é mais ou menos parecido com a realidade. Mas como obra de ficção, a história me prendeu e me causou desconforto, de um jeito que os bons livros costumam fazer.

site: http://irisfigueiredo.com.br
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Amy 26/08/2016

Viciante
Matando borboletas é daqueles livros que você não prega os olhos sem antes terminar a estória.
Um livro mágico, interessante, e detalhista. Fala de transtorno psicológicos e como eles podem dar alusão à uma paixão.
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