A Última Estrela

A Última Estrela Rick Yancey




Resenhas - The Last Star


56 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4


Virna 25/05/2016

Doeu.
Eu daria 2 1/2 estrelas, mas como não posso, ainda "arredondei" pra cima.
Esse livro esta me fazendo questionar se o problema são os escritores que querem contar suas historias que realmente não são satisfatórias ou se somos nós, leitores, que esperamos demais.
Eu esperava mais de "The last star".
Eu queria mais. Eu queria amar esse livro, mas quanto mais penso na conclusão, mais amargo tudo fica.
Em termos de escrita, ainda continua muito boa , mas a conclusão de uma historia tao intensa foi... Frustrante. Confusa.
Vou demorar um pouco pra me recuperar desse livro e aproveitar pra refletir se o erro não estava em mim, que esperei demais.
Liny 10/03/2017minha estante
Falou tudo, o erro estava em vc, estava em mim, que esperamos demais


Rebecca com dois cês 09/01/2020minha estante
Nossa, entendo perfeitamente. Também esperava outra coisa do livro. Terminei-o agora e não sei nem o que sinto em relação à conclusão. Tô decepcionada. Acho que criei muita expectativa.




Larissa 29/05/2016

Os 5 estágios do luto pós-TLS:
1. Confusão intensa ("Mas que diabos acabou de acontecer aqui?")
2. Negação ("não é possível que isso aconteceu, qual a necessidade disso??? PRA QUE? PRA QUE, PRA CUME? MATANDO PRA CUME? não aceito")
3. Contemplação melancólica da vida, do universo e tudo mais ("estamos vivendo ou apenas existindo? *insira aqui foto da nicki minaj reflexiva*)
4. Pausa na contemplação melancólica para pensar sobre fatos do livro ("pera, como foi mesmo que aquilo aconteceu? eu vou voltar lá e reler")
5. Aceitação resignada de que você não entendeu foi nada ("desisto, meu cérebro vai fritar se eu pensar mais nisso, siga em frente, olhe para o lado, se liga no mestiço na batida do cavaco")

Vale ressaltar que não cheguei no estágio cinco ainda hahaha Mas sinceramente, foi complexo esse livro. Foi uma das conclusões mais agridoces que li nos últimos tempos, com certeza. Vai ser frustante pra uns, vai ser satisfatório pra outros (pra mim, mais frustante do que satisfatório até o momento, tenho que admitir.) Mas Rick Yancey continua um exímio escritor, cada frase escrita pra emocionar, pra chocar, pra enfurecer, pra encantar e espantar, tudo ao mesmo tempo. Porém, eu acho que ele apressou os acontecimentos cada vez mais, e perdeu de vista o que era pra ser o essencial.
De qualquer forma, estou ansiosa pra ver o que vem aí do Rick. Espero que ele possa se aperfeiçoar nesse sentido de acelerar demais a história e estacar abruptamente, deixando essa atmosfera excessivamente enigmática e confusa. Já tá deixando saudades essa série e esses personagens!
Amanda Mendes 30/05/2016minha estante
CONCORDO COM TUDO!
Quero roubar seu texto pra tentar explicar exatamente o que eu sinto! Posso?


Larissa 07/06/2016minha estante
Claro! hahah




spoiler visualizar
comentários(0)comente



Jaque @blogmalucadoslivros 14/04/2020

Esperava mais
A PREMISSA:

Os outros já estão entre os humanos, já extinguiram mais de 7 bilhões de pessoas, mas ainda existe pessoas como Cassie e seus amigos para eliminar da Terra.


Mas apesar de parecer ser uma tarefa fácil depois de conseguir matar tantos humanos com ondas devastadoras que trouxe doenças, desastres naturais e etc, os outros ainda tem mais um ponto a favor: eles se parecem com os humanos, mas Cassie, especialista e seu grupo não vão desistir de lutar.


O QUE EU ACHEI:

A última estrela é o terceiro e último volume da aclamada série A 5° onda. Eu contei por aqui o quanto gostei dos dois primeiros livros mas infelizmente o terceiro volume me decepcionou, ou talvez eu tenha colocado expectativas demais.


Senti que neste livro o autor deixou mais perguntas do que respostas e apesar da narrativa fluída eu fiquei muito confusa com tudo que estava acontecendo neste livro.


É uma pena porque pra mim, os dois primeiros livros foram muito bons, no segundo senti que o autor estava preparando um desfecho bombástico ou que pelo menos trouxesse as respostas que eu esperava mas isso não aconteceu, infelizmente.


Mesmo assim essa é minha opinião, não deixem de ler e conhecer a série, tirar suas próprias conclusões. Acredito que o autor tem um grande potencial e espero ler outras obras dele algum dia. 
comentários(0)comente



Tamirez | @resenhandosonhos 29/08/2018

A Última Estrela
Chegar ao fim de uma trilogia ou série é sempre um momento de expectativas. No caso da 5ª Onda e das revelações que nos foram dadas no fim do segundo livro, acho que ela estava ainda maior. Nunca antes me senti tão enganada por uma sinopse, como com esses livros. Mas, não de uma maneira ruim, mas sim porque nunca tinha visto ela ser desmascarada dentro do próprio livro, pra compor a história central.

Quando cheguei ao fim do livro encarei seu final com dois corações: o de satisfação, por ter gostado de como algumas coisas caminharam e claro, a finalização de uma etapa; mas também um fiapinho de incomodo, por ter esperado demais de Rick Yancey.

Depois que se lê um número grande de distopias, o leitor é capaz de identificar as fórmulas ou semelhanças entre elas e, dentre tudo que já li, sempre uma coisa me atormenta. No gênero vemos o mundo destruído, mas o “mundo” sempre se resume ao ovo onde a história se passa, raramente indo além, interligando países, culturas ou até mesmo estados. Parece que a catástrofe veio com uma redoma. E sim, tenho em mente que as comunicações sempre são cortadas e coisas assim, mas excepcionalmente quando vemos que há a oportunidade de apresentar esse ângulo e ela é perdida, a frustração vence.

“Sempre foi desse jeito, eu quis lhe dizer. Suportamos o insuportável. Toleramos o intolerável. Fazemos o que precisa ser feito até que nós mesmos nos desfaçamos.”

Sei já que A Última Estrela não vai agradar todos os fãs da trilogia, seu final e a forma como o autor conduz as coisas para os protagonistas pode deixar muita gente super chateada. Eu compreendi. Raramente me apego a personagens ao ponto de sofrer muito com sua partida, a história continua e se for pra ela se engrandecer, que cortem-se as cabeças, sim. Mas sei que os leitores são apegados e ver alguns personagens não terminando a trama aqui vai ser de partir o coração.

Cassie, mais do que nunca estava muito fora de sintonia nesse livro. Não sei se foi porque conhecemos ela tão profundamente no primeiro livro e ela mudou tanto, que quando perdemos seu ponto de vista mais contínuo, acabamos perdendo um pouco do link com ela. A personagem que antes era motivada somente pela busca pelo irmão, aqui também é motivada pelo amor e por salvação para aqueles que ama. Mas, sendo o que for, ninguém pode negar que seja corajosa.

“Essa era a coisa que acontecia entre nós, a coisa que nenhum de nós conseguia identificar, o elo inquebrável entre amor e medo. Evan é o amor. Eu sou o medo.”

Evan tem pouco destaque e só chama verdadeiramente a atenção quando sequer “é ele mesmo”. E seu destino não me satisfez, ao mesmo tempo em que não consigo pensar em outra pessoa pra realizar o que ele decide fazer quando chegamos ao fim. Como eu disse, dois corações.

Em A Última Estrela, mais uma vez, quem toma o centro da história é Especialista. É ela que detém a verdade e o poder de esclarecer ou não e também de matar ou deixar viver. Ver a interação dela com a Cassie, uma personagem que sempre foi muito coração é super interessante. São duas jovens muito diferentes que tem um mesmo objetivo: sobreviver. E ao ponto em que chegamos ao fim do livro, o espetáculo é todo delas.

Quanto a situação onde os personagens se encontram quando as páginas acabam, queria um pouco mais de entusiasmo e luta, queria a busca por mais, pela reconstrução, pelo novo. Também não vamos ai, mas depois de tudo, parece que até mesmo os personagens cansaram de lutar.

Confesso que esperava mais, mas também não foi uma decepção. O autor fechou a história dentro do cenário que criou sem se agarrar às oportunidades de ir além e o leitor, obviamente, vai ter que se contentar com isso. Acho que ter lido essa trilogia me fez ainda mais crítica, principalmente a não acreditar em tudo que nos é apresentado como verdade, até pelo autor. As surpresas em um livro podem vir de todas as formas e acho que o que Rick Yancey proporcionou aos leitores em seus livros foi verdadeiramente um plot twist jamais esperado. Por essa experiência fica minha recomendação e minhas quatro estrelas, encerrando mais essa jornada.

site: http://resenhandosonhos.com/ultima-estrela-rick-yancey/
comentários(0)comente



Rebecca com dois cês 26/02/2020

Confessio culpae
Já li vários livros com finais inesperados ao longo da minha vida, – como “O conde de Monte Cristo”, “O crime do padre Amaro”, “O alienista”, “O cemitério” e muitos outros - entretanto, diferentemente de “A última estrela”, amei cada um deles.

Li “A 5.ª Onda” e “O mar infinito” com uma esperança inefável do último livro da trilogia ser maravilhoso e encantador.

Infelizmente, criei expectativas muito altas. Para alguns, o final pode ser incrível, mas para mim foi decepcionante. Amei cada personagem – com exceção da Especialista, pois a achei muito exibicionista e inconveniente em inúmeras vezes – e desejei um desfecho inesquecível e belo. Pena que só a primeira característica marcou o livro.

Amei o primeiro livro e não gostei muito do segundo, mas o terceiro foi o ápice da indignação. Senhor Yancey, me diga: fez isso por quê? Os leitores têm coração.

A culpa foi minha. Confessio culpae. Criei muita expectativa. Agora só lamento.

De qualquer modo, a escrita e narração do autor são excepcionais e de fácil entendimento, além da estória transmitir um contexto fictício indescritível.
Malu 11/09/2020minha estante
Concordo totalmente! Pensei que era a única que não conseguia gostar da Especialista.


Rebecca com dois cês 17/09/2020minha estante
Poxa, também achei que era a única =') A Esp é vista como um ícone de força, mas é cada guerra fria boba entre ela e a Cassie que cheguei a vê-la principalmente como uma pessoa muito chata.




Thalita | @desabafoliterarioo 07/10/2020

Não fiz uma resenha do livro A última Estrela, pois conteria spoilers do primeiro livro, A 5° Onda. Então optei em falar sobre o que achei do último livro da trilogia. É o meu segundo contato com o gênero ficção científica, não me arrependo de ter saído da minha zona de conforto.

Admiro muito o mundo que Rick Yancey criou, mesmo achando que deveria ser uma duologia, e não trilogia. Em comparação com o primeiro volume, O Mar Infinito e A Última Estrela contém bem menos páginas, sendo que dois volumes seria de bom tamanho. Rick arrasa na escrita. O mundo que ele criou é incrível mas acho que ele se perdeu no caminho da estória do segundo e último livro, pois a estória ficou um pouco confusa.

Em A Última Estrela, o desfecho da trilogia. Rick usa muitas metáforas, isso meio que me deixou confusa, sem entender muito bem o que Os Outros(é assim que eles chamam os alienígenas) querem da terra. Rick sabe muito bem descrever uma cena de ação, é de tirar o fôlego. E como sempre chorei, se eu não me emocionar não é Thalita. Nesse volume eles estão planejando uma missão suicídia, e também estão a procura de respostas e por um fim nos Outros.

Foram altas emoções que sentir lendo o livro. Ainda me pergunto o porquê que não teve o segundo filme, já que tem cada filme fraco que ganhou uma continuação e A 5°onda não teve essa oportunidade, tinha tudo para ser um filme épico.

A 5° onda é o meu preferido da trilogia, talvez mais em breve vou ler novamente kskskks.
comentários(0)comente



Luan 15/07/2016

Com um desfecho menor do que o merecido, A última estrela apenas agrada e deixa uma sensação de frustração
A maior certeza que tive ao terminar de ler A última estrela é que Rick Yancey é um grande escritor. Ele tem o dom das palavras. Agora, se tem o dom de fazer grandes histórias, essa é uma dúvida. No momento, ainda não sei direito o que pensar sobre o desfecho da trilogia, que um dia já foi a minha preferida, e que defendia de todas as formas. Essa sensação também foi compartilhada por muitos leitores, segundo o que andei vendo. O livro não é ruim, mas parece que faltou alguma coisa, talvez a genialidade do primeiro, que sumiu nos dois seguintes.

Não dá pra falar muito da sinopse se não que vai servir como o fechamento da trilogia iniciada lá em A 5ª Onda, e que algumas respostas serão dadas – mas nem tão convincentes assim. Veremos bastante reflexão, assim como teve em O mar infinito, e alguma ação da metade pro fim – que é quando ele melhora relativamente. Não de uma forma clichê, mas também sem inovar ou reinventar a roda, há uma batalha entre o bem e o mal. Basicamente, chega a hora de enfrentar o inimigo, seja ele quem for, frente a frente.

A história inicia praticamente de onde o livro anterior terminou, e daquela forma lenta e um pouco confusa também. Aos poucos, as coisas vão acontecendo e a o livro vai se desenvolvendo. E é aí que está o problema. O desenvolvimento pecou. Pecou, especialmente porque o que vimos nos livros seguintes ao primeiro foi algo diferente do que o autor prometeu lá no primeiro. A ideia de A 5ª Onda e sua realização são espetaculares. Juntou alguns gêneros e deu tudo muito certo. Principalmente contando com uma escrita quase impecável. Digo, sem medo, que ele é um dos meus livros preferidos da vida. Mas desandou depois.

Talvez seja um pouco daquela máxima de que o próprio leitor espera demais principalmente quando se trata de um livro preferido. Mas a real impressão que fica é que o autor tinha uma ótima ideia pra começar e alguma noção de como acabar. No entanto, não sabia como ligar o início ao fim, e aí ficou essa confusão toda. Mas eu preciso dizer que o livro não é ruim, tudo isso falo baseado no sentimento de um leitor que considerava esta a melhor trilogia da vida e que não aconteceu. A última estrela é melhor que O mar infinito – que pareceu tão desnecessário.

Mas vou além. O segundo e o terceiro livros poderia facilmente se juntar e tornar um apenas. Até por que o autor cria várias possibilidades para continuação da história que dariam um possível terceiro livro. E com isso não estou dizendo que ele deixou pontas soltas. Mas ele deixa possibilidades. Mas a história tem mortes, tem dor, tem reflexão. Tem decisões e medos. Algumas descrições - um ponto em que Rick manda muito bem - são pontuais e bastante exatas.

Agora, falando um pouco sobre os personagens. Cassie, que começou como uma das melhores protagonistas juvenis que tenho conhecimento, terminou como uma menina chata e muito mimada, em nada coincidindo com a situação que ela vivia: uma invasão alienígena. Ben permanece da mesma forma desde o início. Gosto dele, mesmo que ele não tenha tido uma função de destaque, a não ser um par para as meninas e um ombro para Sam. Aliás, por falar em Sam, acho que ele foi o melhor personagem ao longo de toda a história. Soube amadurecer muito bem e Rick não perdeu a mão ao escrever ele no terceiro livro. Especialista, que praticamente roubou o papel de protagonista em O mar Infinito, mantém o destaque aqui. Gosto muito dela e de suas atitudes. Uma personagem muito inteligente, coisa que Cassie não soube ser. Sobre Evan, não tenho muito o que dizer. Suas principais menções são spoilers.

Sobre o fim do livro, e algumas atitudes mais ousadas do autor, eu gostei. Gostei sim de algumas decisões e de alguns caminhos tomados. Gosto de atitudes drásticas quando elas são bem embasadas e acrescentam à história e isso aconteceu. Gostei também que, no fim, depois daquele tal combate entre bem e mal, o mundo não virou a maravilha que era antes. Não. Nada disso, pelo contrário, existem ainda todos os riscos, mas de outra forma. Talvez aqui é que more um dos problemas. Ficou tudo muito em aberto. O autor deixou possibilidades que poderia facilmente dar um novo livro ou mais páginas para este desfecho.

O livro tem poucas páginas, é rápido de se ler. A diagramação da Fundamento consegue manter um mesmo padrão em relação aos outros dois. Os capítulos são divididos dentro de uma mesma página, não gostei muito. Mas a leitura é fluida. A escrita é, sem sombra de dúvida, o principal destaque de toda a trilogia. Rick é o mestre das palavras. Apesar de às vezes um pouco confuso, o texto dele é poético, simples, reflexivo. Nos faz pensar, não entrega mastigado. Tudo está nas entrelinhas – lembro que disse isso na primeira resenha da trilogia e chego ao fim não só constatando, mas também confirmando que ele evoluiu. Tirando o fato de que ele pareceu se perder um pouco no meio, o considero um grande escritor e fico ansioso para ler histórias que virão depois dessas, com um Rick mais maduro ainda. Para o livro, nota quatro.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Clara.Fonseca 07/12/2020

Regular pra bom
No início achei esse livro muito fraco, não prendia minha atenção. Talvez eu estivesse sendo muito exigente com ele, já que tinha acabado de terminar de ler uma das maiores obras primas que já li, (Cem anos de solidão). Demorei muito pra ler, mas mais pro final ele até que serve pra passar o tempo.
comentários(0)comente



Lua 07/06/2016

Do céu ao inferno em 3 livros.
Pode conter algum spoiler, mas vou tentar ser o mais sucinta possível.

Tem exatos 9 dias que acabei de ler esse livro, e somente hoje consegui expor meu pensamento sobre o último livro da trilogia A 5 onda. Quem me conhece sabe o quanto eu amei o primeiro livro, acho que o autor teve uma ideia brilhante, e a escrita dele era muito boa, embora algumas vezes confusa. Nos dois últimos livros o autor nos deixou como inúmeras dúvidas sobre "os outros". Na minha opinião, continuou mal explicado mesmo depois de eu ter lido o último livro. Em algum momento da minha vida, quando a decepção ter passado um pouco, eu vou reler toda a trilogia para tentar entender mais.

No início do livro nós temos Ringer escapando depois de Razor/Navalha se sacrificou para que ela pudesse ficar livre. O que eu não esperava era que ela retornaria pro Vosch logo em seguida.
Ben, Megan, Sam, Dumbo, Cassie e Evan estão na casa segura (casa da Graça, silenciadora do segundo livro), e a única coisa interessante sobre isso é que Ben e Dumbo vão atrás da Ringer.

A impressão que tive ao longo da leitura, é que parecia que aconteceu muita coisa, quando na verdade não aconteceu quase nada. O persoangem que mais me impressionou nesse livro foi quem? TAN TAN TAN *música de suspense* Sam Sulivan, você me impressionou garoto, e olha que achava que tu merecia uns tapas no último livro por ser tão chato.

A morte de personagem W não me impressionou, pois eu já sabia bem antes de ler, devido aos tweets do autor. A morte do persoangem X foi tão sem graça que me deu sono. A revelação sobre o persoangem Y foi tão bleh. Meus Deus, que desnecessário!!!! O final de personagem Z foi tão sem graça, acho que não fez jus ao que o personagem.

Conclusão: Não gostei do fim de nenhum dos personagens desse livro, achei que o autor foi preguiçoso sobre o final, tem muitas coisas "viajadas" que o Rick escreveu, não achei muito conclusivo. Na maioria dos finais dos livros de desastres, os autores sempre dão uma ideia de esperança. Aqui não temos isso. Tem mais algum sobrevivente além dos silenciadores? Como a Terra vai ficar?
PS.: Não foi uma resenha, foi mais minha opnião.
PS.2: Gostaria que o livro tivesse ido pro meu altar de favoritos, mas infelizmente passou longe disso acontecer.

Leiam e tirem as próprias conclusões.
Luiza Furtado 27/03/2017minha estante
Concordo com você! Parece q ele ficou com preguiça de pensar num final pros personagens. Achei que ele teve pressa em acabar o livro e ficou tudo muito superficial. Me decepcionou bastante!




Isabella 05/10/2020

A Última Estrela
Não entendi foi nada kkkkk
Primeiro livro perfeito sem defeitos! Segundo livro bom até a metade... e agr esse.. foi só piorando. Podia ter tido só um!
comentários(0)comente



Isadora 24/04/2017

Para que você fez isso?
O autor tinha a faca e o queijo na mão. Ele tinha a história, tinha a escrita, tinha os personagens, tinha um excelente desenvolvimento até o segundo livro. E o que ele faz?

Ele tem uma idéia (idéia idiota), de decidir não explicar muita coisa no fim das contas, deixar para que cada um responda as perguntas que ele mesmo criou. Esse autor gosta de poetizar tudo o que ele escreve, então, se você não prestar atenção, não irá conseguir entender o que ele realmente quis dizer. Ao invés de falar "diretamente" ele enrola e acaba "explicando, mas não explicando".

Ele destruiu a trilogia. Ele quis optar por um caminho que ele com certeza sabia que não iria agradar e sim gerar polêmica. Ele não manteve os personagens. Quase não os reconheci.

SPOILER

Ele deixa personagens insuportáveis vivos e mata pessoas que são as mais importante de toda a história.

Me sinto decepcionada. Vou fingir que só teve o 1 livro, a 5a onda. Esse sim é excelente.
Zal 01/07/2017minha estante
Excelente sua opinião, detestei o terceiro livro e o segundo poderia ter sido melhor, o autor perdeu e estragou uma maravilhosa distopia!


Isadora 02/08/2017minha estante
Realmente, era para ser uma distopia excelente, favoritada. Mas tivemos apenas decepções.


Evy 26/12/2017minha estante
Tenho a mesma opinião que a sua, a 5 onda é meu favorito, vamos fingir que só teve ele :'(




spoiler visualizar
comentários(0)comente



Alika 07/07/2016

leia aqui: https://goo.gl/7ekv82
“Podemos amar o que há de bom em nós e detestar o que há de mal, mas o que há de mal também está em nós. Sem ele não seríamos nós.”

Então, começo elogiando Sr. Rick Yancey: agora os capítulos começam anunciando quem está narrando! UHU! Valeu, Rick! Agora a gente não precisa mais de bola de cristal pra saber quem tá narrando. hahahaha

Mas tenho uma pequena crítica também: ok, muito legal o livro continuar exatamente de onde o outro parou. Mas é bom relembrar um pouco o final do livro anterior, como Ransom Riggs fez em Cidade dos Etéreos. Afinal, quando a gente não lê seguidamente, a gente não lembra exatamente tudo, né?

“Mas sei o que é fé, padre. Sei o que é acreditar em alguma coisa. As luzes se apagam, elas acendem outra vez. As águas da enchente vêm e vão. As pessoas ficam doentes, elas melhoram. A vida continua. Isso é verdadeira fé, não é?”

Mas ok, agora vamos falar de “A última estrela”! haha

Rick Yancey aprimorou mais ainda sua escrita. Eu tenho tantas citações marcadas que, se colar todas aqui, fica um texto imenso. Há tantas metáforas que acho que vou reler essa trilogia pra poder entender tudo.

Tenho medo de falar demais e dar algum spoiler. Esse livro se passa em 4 dias. São os 4 dias contadinhos para o fim do mundo. Afinal, os Outros estão lá fazendo de tudo pra acabar com a humanidade, né?

“Não importa o quanto você acha que conhece alguém, sempre existe uma parte que fica de fora.”

Espere mortes. Espere revelações. Espere reflexões sobre o amor. Espere mais descobertas sobre os Outros. Pode ser que você se decepcione, como vi muitas resenhas de quem se decepcionou…

Eu? Eu gostei, e acho que preciso refletir mais. E reler também. Espero que Rick Yancey escreva mais, gostei muito do que li.
“Porque o amor é a arma mais perigosa do mundo. É mais instável que urânio.”
comentários(0)comente



56 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4