Psicose

Psicose Robert Bloch




Resenhas - Psicose


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daniel henrique 21/10/2013

Norman, Norma, Normal <3
A primeira vez que ouvi falar sobre PSICOSE foi na faculdade. Até então, eu conhecia apenas o filme, dirigido por Alfred Hitchcock, com aquela cena icônica do chuveiro, que junta um suspense de tirar o fôlego com uma trilha sonora inesquecível e arrepiante. Não sabia que o filme era baseado em um livro naquela época; e, diga-se de passagem, um livro tão bom.

Bem, devo dizer que, ao contrário do que imaginei que o livro seria ainda naquela ocasião, Psicose foi totalmente diferente: de uma forma impressionante. Não me levem a mal, mas, embora eu ame Drácula de Bram Stocker, Frankenstein, O Médico e o Monstro e Cia, terror não é bem o gênero que me define. Não apreciei muito a leitura de A Volta do Parafuso e O Castelo de Otranto, por exemplo.

Lembro que estudamos um pouco sobre a psicologia que existe nesses contos de horror/terror (algo pelo qual sou fascinado), e Psicose é um dos livros mais psicológicos que já li. É simplesmente fascinante. Eu me senti na mente de um verdadeiro psicopata, e isso foi deliciosamente delicioso. No final, nada, nunca, era o que eu imaginava. Norman, Norma, Normal s2

Se você espera por um livro cheio de sangue, correria, gritaria e sexo, bem ao estilo de O Massacre da Serra Elétrica, Psicose não é para você. Embora, verdade seja dita, ele possui a sua cota (e que cota!).

O livro fala sobre como uma jovem chamada Mary Crane rouba quarenta mil dólares de seu patrão (àquela época, 1959, uma imensa fortuna) e foge para a cidadezinha onde seu namorado, Sam, mora. O caso é que Mary se perde no caminho, e numa estradinha abandonada, sob um temporal apocalíptico, ela se depara com o Hotel Bates.

O lugar onde o demônio reside.

Só posso dizer que nada é o que você espera, e o autor nunca leva a história para o rumo que você esperava. O que te surpreende, por que Robert Bloch acaba te provando que tem mais criatividade que você, e que a mente psicótica dele é mais capaz de elaborar tramas arrepiantes que a sua!

Esse livro merece seis estrelas, mas como só existem cinco, classifiquei-o com cinco estrelas bem merecidas.

O trabalho que a editora DarkSide fez com esse livro merece destaque aqui também: a arte do livro é simplesmente LINDA. É como se você estivesse escondido entre as paredes cheias de segredos do Hotel Bates e ficasse por lá, espiando. Eu me senti ainda mais dentro da história, e isso foi super válido.

Sem dúvidas, esse livro se tornou um dos meus preferidos.
Edu 22/10/2013minha estante
tamanho rol de elogios suscitou minha curiosidade! ^.^




Yuri Hollanda 10/09/2013

Psicose - Robert Bloch
É difícil encontrar uma pessoa que nunca tenha ouvido falar no clássico cinematográfica Psicose, dirigido pelo (por muitos considerados) pai do cinema, Hitchcock.
O que é raro encontrar são pessoas que já leram a obra original, um livro extremamente bem escrito e criativo que deu vida ao clássico do terror, e desencadeou muitas, mas muitas famosas histórias de terror que podem ser vistas hoje em dia.

Escrito por Robert Bloch em 1959, Psicose narra os acontecimentos do pacato Motel Bates, onde um homem de 40 anos chamado Norman Bates (sim, no livro ele tem 40 anos) é atormentado pela sua mãe (se é que se pode dizer atormentado).
Para os que não sabem, esse livro tem um final tão chocante que após Hitchcock resolver fazer a adaptação para o cinema, ele comprou todos os exemplares disponíveis da obra e trancafiou-lhes para que ninguém soubesse do final e a surpresa do filme não fosse estragada. Talvez por isso, a autonomia de Bloch tenha se esvaído, deixando assim a impressão de que Hitchcock criou Psicose.

Pois bem, falando do livro, na nova tradução e edição (incrível) da Darkside Books, é extremamente delicioso de se ler, contando fato após fato numa narrativa que parece não ter cortes, e quando você percebe já está lendo mais da metade do livro num só fôlego.
Ritmo rapido, e como todo bom conto de terror, continua te dando medo mesmo após você já saber a história.

A forma como Robert Bloch puxa o leitor para dentro da mente perturbada de Norman Bates é incrível! Em meio a todos esses enigmas, o leitor vai descobrindo e desvendando os mistérios que rondam a família Bates, e ainda passa um nervoso daqueles!

Finalizando, a escrita de Robert Bloch me encantou muito, não sei se é por causa da tradução mais atual, mas garanto que a tradução não interfere, porque o trabalho de um tradutor é justamente fazer outros públicos lerem ser tirar a essência da escrita original. E partindo desse raciocínio, confesso que fiquei realmente satisfeito com a escrita de Bloch. Com simplicidade, ele descreve e nos leva pelos caminhos sinuosos e sombrios da mente de Norman Bates, até que chegamos ao desfecho mais incrível de um livro de terror que qualquer um pode ler na vida.

Sombrio, aterrorizante e perturbador. Tudo que uma pessoa procura num livro de terror, tem em Psicose.

PS 1: Desculpem Hitchcock, e produção, mas o livro continua melhor que o filme.
PS 2: sinto-me na obrigação de parabenizar a editora Darkside pelas incríveis edições, inclusive essa de Psicose.

Para mais resenhas, visite:

site: www.estantenerd.wordpress.com
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Gláucia 29/09/2012

Psicose - Robert Bloch
O grande problema é ler esse livro após ter assistido ao filme dezenas de vezes. O tempo todo procuramos por Anthony Perkins caracterizado daquele modo, não tem jeito, Hitchcock conseguiu superar Robert Bloch. Gostaria de ter lido antes de conhecer o filme, que impressão teria me causado? Por se tratar de uma obra de suspense, o fato de conhecermos o final estraga muito seu impacto.
Renner 19/05/2015minha estante
Discordo plenamente. O filme mal chega aos pés da obra escrita. A menos, é claro, que você prefira as cenas de suspense, ação, etc, ao invés do estudo psicológico de um exímio psicopata.




Luciano Luíz 06/03/2015

Já fazia um bom tempo que eu não lia um romance tão foda. PSICOSE de ROBERT BLOCH não é apenas um clássico. É literatura de primeira que tem de fazer parte da coleção de quem é apaixonado por uma narrativa de suspense e horror. O filme imortal de ALFRED HITCHCOCK trouxe algumas mudanças que fazem valer a pena ler o livro, já que a película (assim como BEN-HUR) é mais conhecida que a obra escrita.
O livro é mais denso, os detalhes são minuciosos, a cena do banho é rápida, mas extremamente brutal. No filme é facada, no livro é um golpe que te deixa em choque... ainda mais pelo que vem depois...
Norman é um gorducho, careca, de óculos. Enquanto no filme, é um homem alto, atraente e com um olhar perturbador. O mesmo personagem e duas versões que realmente conquistam com vasta facilidade a simpatia de leitores e telespectadores.
O melhor de tudo é o relacionamento de Norman e sua mãe. Ela praticamente o zoa de todas as formas possíveis...
Psicose tem narrativa fluente. O livro de 1959 é um verdadeiro show de como deve ser feito um romance com alto teor de suspense, ansiedade e até alguns sustos, caso você esteja realmente concentrado na leitura e seja pego de surpresa por algum barulho do mundo exterior ou alguém te chamar... Assim como ocorre com o filme...
Livro pequeno, que ficou mais de meio século esgotado no Brasil, e que felizmente está disponível em edição de capa dura e brochura (capa mole, pra quem não sabe). Realmente uma aquisição que compensa cada página. A edição em capa dura é quase uma cópia da primeira edição americana, a não ser pela cor do título que era branco e aqui ficou vermelho.
Diz a lenda que o Hitchcock mandou comprar todos os exemplares disponíveis em 1960 para que ninguém pudesse saber como era o final do filme... Sumindo com os livros, ele poderia chamar a atenção do público de forma assustadora... e pelo visto deu mais do que certo...
Psicose teve continuações e outras versões pro cinema, além do filme original em preto e branco ter sido também totalmente colorido décadas depois. Também foi feita uma série de TV, BATES MOTEL, onde Norman e sua mãe dão as caras... Mas o que realmente se tornou o chamariz, foi o filme de Hitchcock (da mesma forma que O ILUMINADO do KUBRICK que apresentou o livro do KING ao mundo...) e assim quem conferiu na telona correu atrás da obra original também...
Bom, só lendo (e assistindo) para saber o quanto Psicose é fudidamente bom.

Nota: 10

L. L. Santos

site: https://www.facebook.com/pages/L-L-Santos/254579094626804
Tamiris 08/06/2015minha estante
"só lendo (e assistindo) para saber o quanto Psicose é fudidamente bom."

Disse tudo. Gostei muito da resenha!


Claudio.Costa 28/09/2015minha estante
Muito bom. Por mais que se trate de uma ficção, é interessante o modo como a mente de uma pessoa psicologicamente perturbada é retratada em Psicose. Suas contradições e suas justificativas para cada uma delas.




Taty Assis 24/04/2014

Bem-vindos ao Bates Motel!

Mary é funcionária de uma agência, e um certo dia seu chefe lhe confia 40 mil dólares para ela efetuar um depósito, mas ao ver o quanto de dinheiro tem nas mãos e sabendo que com esse valor ela seria capaz de resolver a sua vida, ela então decidi fugir com o dinheiro para casa de seu namorado Sam. Só que detalhe: ninguém, nem mesmo Sam sabia de sua fuga.
Durante a viagem Mary acaba se perdendo da estrada principal, e sob um forte temporal, ela avista um letreiro de motel com vagas. Diante do temporal ela não vê outra saída, a não ser se hospedar no motel, mas mal sabia ela que sua vida estava prestes a mudar.

Bates Motel é propriedade de Norman Bates e sua mãe.
Mary é a mais nova e única hóspede naquela noite no Bates Motel. Norman, com muita gentileza convidá-a para um lanche em sua casa, e é durante esse lanche que ele conta sobre sua mãe e o quanto ela é possessiva por ele.

"Eu acho que todos nós somos um pouco loucos de vez em quando."

Depois de uma conversa nada agradável sobre a mãe de Norman, Mary resolve voltar para seu quarto, e o que era para ser uma noite tranquila, acaba se tornando uma atormentada noite de sangue.

"Não podia ouvir nada além do barulho da água, e o banheiro começou a se encher de vapor.
Foi por isso que não percebeu a porta abrir, nem o som de passos. Logo que as cortinas do chuveiro se abriram, o vapor obscureceu o rosto.
Então ela viu - um rosto, espiando entre as cortinas, flutuando como uma máscara. Um lenço escondia os cabelos e os olhos vidrados a observavam, inumanos. Mas não era uma máscara, não podia ser. Uma camada de pó dava à pele uma brancura de cadáver; havia duas manchas de ruge nas maças do rosto. Não era uma máscara. Era o rosto de uma velha louca.
Mary começou a gritar. A cortina se abriu mais e uma mão apareceu, empunhando uma faca de açougueiro. E foi a faca que, no momento seguinte, cortou o seu grito.
E a sua cabeça."

E assim aconteceu o primeiro assassinato no Bates motel. E Norman como um bom filho sempre se encarregou de acabar com as provas que pudessem incriminar sua mãe, pois ele tem certeza que ela é a única capaz de tal ato.

"Ele não podia chamar a polícia.
Era isso que precisava lembrar. Não devia chamar a ia o policia. Nem mesmo agora que sabia o que ela fizera. Porque ela não era responsável. Era doente.
Um assassinato a sangue frio é uma coisa; doença é outra. Não se é realmente criminoso quando se sofre da cabeça. Todo mundo sabe. Mas as vezes os tribunais não concordam... iriam querer que fosse internada... em um daqueles lugares horrorosos. Uma manicômio judiciário."

"Agora, ele tinha de encarar a realidade. A mãe era mais do que doente. Era uma psicótica perigosa. Ele tinha de controlá-la e o faria."

Mas tudo que acreditamos ser verdade, não passa de uma mente psicótica.



A sinopse que li na Submarino conta mais do que deveria contar hahahaa, então comecei a leitura sabendo o que ia acontecer. Mas chegou em um certo momento que eu realmente acreditei que a sinopse que eu tinha lido era fajuta, porque a forma como o livro foi escrito te levar a crer numa coisa que na verdade não existe. É muito instigante e brilhante!
E como uma amante de um bom suspense, não poderia deixar de amar a leitura de Psicose. O livro é muito BOM! Amei como a trama se desenvolveu, amei cada detalhe do livro (Essa edição está um luxo) e praticamente devorei o livro rsrs
Leitura mais que recomendada!

site: http://aculpaedosleitores.blogspot.com.br/2014/04/resenha-psicose.html
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Leandro Matos 04/10/2013

Psicose | Editora desenterra mais um clássico
Somente ao término do livro Psicose, do autor norte-americano Robert Bloch (1917 – 1994) é possível entender toda a fixação e o interesse que o diretor inglês Alfred Hitchcock (1899 – 1980) teve para com o romance e que por sua vez, tão primorosamente culminou na produção e direção, do mais famoso filme de suspense da história do cinema.

É bem verdade que todo o sucesso que o filme de Hitchcock trouxe, ofuscou um pouco a excelência do livro. Que por sinal, é até compreensível, pois logo após a publicação em 1959, Hitchcock adquiriu os direitos para a adaptação e comprou todos os 3 mil exemplares disponíveis na época para que ninguém tivesse acesso ao final.

Leia mais no acessando o link:

site: http://nerdpride.com.br/psicose-i-editora-desenterra-mais-um-classico/
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Blog MDL 13/06/2014

Norman Bates é um homem de meia idade cuja vida sempre esteve ligada a da sua Mãe. Solteiro e sem nunca ter tido um relacionamento, ele se dedica apenas a cuidar do motel da família que está sofrendo com a perda de clientes após uma estrada alternativa para a cidade ter sido criada. Tendo como única distração a embalsamação de animais, ele luta diariamente com as exigências e a super proteção de Norma. No entanto, a chegada de uma forasteira começa a mexer com a rotina do lugar, bem como, com a cabeça de Bates.

Essa mulher é Marion Crane, uma ex funcionária exemplar que decide roubar quarenta mil dólares do seu chefe para quitar as dívidas do seu noivo Sam e assim ter o casamento que tanto deseja. Não é que ela seja má pessoa, ela só quer ter a oportunidade de ter uma vida ao lado do homem que ama, mas que não pode assumi-la por estar enfrentando sérias dificuldades financeiras desde a morte do seu pai. Pelo menos é esse o discurso que ela tem em mente até o momento em que por um infortúnio do destino ela se desvia da estrada principal e se depara com as luzes da placa do isolado Motel Bates. Em decorrência da forte chuva daquela noite, ela nada pode fazer que não pernoitar no lugar e tentar descansar para enfrentar a viagem do dia seguinte. O que ela não imagina é que aquela noite irá mudar para sempre a sua vida.

Após alguns dias sem notícias de sua irmã Mary, Lily decide que vai dar um jeito de encontrá-la e fazê-la enxergar o erro que cometeu. É claro que ela tinha ido ao encontro de Sam, afinal, para que mais ela roubaria aquela quantia em dinheiro? Mas ao chegar lá, ela se choca com a dura realidade de que o homem não viu Mary. Desesperada para descobrir o que aconteceu, ela e Sam se unem a um detetive particular e tentam refazer os passos da sua irmã, mas para o desespero e horror de todos, a verdade é pior do que eles imaginavam.

“Psicose” é um clássico do terror que foi consagrado através da adaptação de Hitchcock para os cinemas. Inspirando até hoje novas produções, Robert Bloch é considerado um precursor do horror como conhecemos hoje. Admirador da obra de H. P. Lovecraft entre outros autores que tinham como característica colocar o sobrenatural como causa do medo sentido pelo ser humano, seus primeiros contos seguiram invariavelmente essa vertente. No entanto, com o decorrer dos anos ele foi aprimorando sua escrita até que um dia técnica e inspiração se encontraram no mesmo timing.

Era ano de 1957 e o lendário serial killer Ed Gain havia sido preso. Sendo responsável por orquestrar crimes estarrecedores e que chocaram a sociedade da época, ele parecia a inspiração necessária para que Bloch desse vida ao icônico Norman Bates. Quem já assistiu ao filme, já conhece muito da personalidade desse personagem. Entretanto, é apenas com a leitura do livro que temos a chance de conhecer boa parte das nuances psicológicas que permeiam a sua mente. Já que alternando pontos de vista no livro, o autor nos mostra não só os motivos de Norman para ter o comportamento psicótico que tem, como também, a maneira como a mente dele funciona.

Os pensamentos que ele tem são verdadeiramente chocantes e nos mostra que sim, muito do que ele é está ligado a relação estreita que ele mantém com a sua mãe – que parece ser a principal causadora dos seus sérios distúrbios. Isso é tão notório que é nessa relação doentia de Mãe/Filho que o leitor vislumbra o ponto mais alto da construção de Psicose. Pois não contente em ilustrar uma relação de total dependência, onde um homem de quarenta anos de idade não consegue se afastar nem ter vida longe da presença da mãe, Bloch vai além e nos deixa a pensar até que ponto Norman era produto do meio em que vivia e até que ponto ele era mau por natureza.

O teor dos livros encontrados na casa dele sugere que mesmo com os abusos psicológicos que ele sofria, há nele algo maligno e que está aquém de qualquer explicação. Acredito que é por essas e outras que mesmo o personagem parecendo tão comum à priori, ele rouba a cena tanto no livro quanto no filme. Fazendo um breve comentário sobre o que pode ser encontrado nas duas produções, eu aconselho a quem não viu o filme que leia o livro primeiro. Hitchcock não mentiu quando disse que o filme saiu todo do livro, pois com poucas alterações na maneira como os fatos ocorreram, restaria apenas o aspecto psicológico do Norman como fator surpresa no livro de Robert Bloch para aqueles que optarem ver o filme antes desse livro clássico (e surpreendente!).

Com relação aos demais personagens que aparecem na trama, cada um tem o seu papel, a sua importância e as suas motivações. Porém, ao final nota-se que tudo gira em torno do Norman e das ações dele. Ele ofusca tanto os demais personagens que apesar de querermos saber qual será o resultado da busca de Lily, Sam e do detetive Arbogast, queremos mais ainda saber como Bates reagirá diante das descobertas que mais cedo ou mais tarde acabam chegando. Ademais, como vocês puderam perceber, fui totalmente “atraída” para a complexidade da mente de Norman Bates. Tanto que não hesitaria em indicá-lo tanto para os amantes do terror, como também, para aqueles que assim como eu tem curiosidade de saber até que ponto a mente humana é capaz de ir quando empregada para o mal.

site: http://www.mundodoslivros.com/2014/06/resenha-psicose-por-robert-bloch.html
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TatáVasconcelos 04/08/2015

Filme Ou Livro? Um Dilema Psicótico!
Nem consigo calcular a quanto tempo eu estava procurando esse livro. Consegui uma tradução antiga; já houve pelo menos duas reformas ortográficas depois de sua impressão, mas a essência da história ainda estava ali. Toda a obsessão, toda a loucura, o apego insano de Norman Bates pela presença da mãe; sua personalidade doentia; a necessidade de se livrar de tudo o que poderia interferir em sua relação supostamente perfeita com a mãe; uma necessidade que parece ter sido desencadeada pela chegada de Mary Crane (Marion, no filme; talvez tenha sido erro de tradução no livro), a moça que fez aflorar, quem sabe pela primeira vez, algum desejo em Norman Bates. Um desejo perigoso que ele – ou a mãe, ou ambos – precisava castrar.

Reza a lenda, que na época em que rodou o filme, Alfred Hitchcock comprou todos os exemplares do livro em circulação nos Estados Unidos, para que ninguém soubesse o final da história de antemão.

E ele foi essencialmente fiel à obra ao filmá-lo. De uma maneira que eu acredito nunca ter visto em outro filme.

O livro foca em um acontecimento por vez; ora nos levando a acompanhar Norman Bates no motel, ora acompanhando Mary Crane, e depois da morte dela, sua irmã Lila, e o noivo de Mary, Sam Loomis, ou o detetive Arbogast. Cada cena é incrivelmente detalhada, não se perde um único passo dos personagens, e parece ter sido escrito por uma mente verdadeiramente detalhista; tão detalhista como a mente de um psicopata.

Eu penso que não se conhece realmente uma história até ler o livro: até ter contato com a palavra escrita. Porque geralmente muita coisa fica de fora do filme: cenas são cortadas, diálogos reduzidos, frases são trocadas... Sem falar que às vezes a emoção descrita no livro não é a mesma que se vê no filme. Por isso eu prefiro sempre conhecer os dois lados da moeda, para ter a história inteira na minha cabeça.

No caso de Psicose, ambos, livro e filme, tiveram o cuidado de explorar as mesmas emoções – ou ausência delas –, e imprimir tudo de uma forma bem específica, cada um à sua maneira.


site: http://admiravelmundoinventado.blogspot.com.br/2014/03/desafio-3-filme-ou-livro-um-dilema.html
Simone 19/08/2015minha estante
Gostei da sua resenha. O livro é maravilhoso.




Vinny Britto 03/07/2017

Grandes reviravoltas em um grande clássico
Pequenos spoilers.

Nunca tinha visto a nenhum dos filmes da série Psicose, mas certamente como a maioria, já conhecia a famosa cena do chuveiro. Porém imaginava que ela fosse algo lá pro final tipo o clímax do filme/livro e me surpreendi ao ver que é bem no começo e que na verdade é um dos motivos do grande final.

É inegável a qualidade da trama, a narrativa, o suspense e principalmente levando em consideração a época em que foi escrito. Achei legal também o fato de Hitchcock na época ter comprado todos os exemplares do livro para que ninguém soubesse o mistério do filme antes da hora.

Só não avaliei com nota máxima por causa do ato final que achei um pouco corrido demais, ainda assim já faz parte dos meus preferidos. A edição capa dura da Darkside está um estrondo de tão bela.
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Livy 26/08/2013

Sim, eu prefiro o livro!
Psicose é um quadro psicopatológico clássico, onde a pessoa sofre de um estado psíquico no qual perde a noção do real. Podem ocorrer alucinações ou delírios, desorganização psíquica que inclua pensamento desorganizado e/ou paranoide, acentuada inquietude psicomotora, sensações de angústia intensa e opressão, e insônia severa.

Independentemente dos termos técnicos e médicos, a Psicose é assustadora. A mente humana é incrível e imprevisível, e pode se tornar muito perigosa. Quando sua mente torna-se sua maior inimiga, e você perde a noção do que é real e do que é certo, pode-se cometer loucuras. É o caso de Edward Theodore Gein, um psicopata que causou uma grande comoção e terror na década de 50. Robert Bloch se inspirou nesta figura psicopata para criar seu livro: Psicose. Ed Gein ficou "famoso" pela sua mente doentia, principalmente pelo fato de terem descoberto que ele exumava cadáveres de cemitérios locais e fazia troféus e lembranças com eles. Ed Gein (mencionado no livro de Bloch) foi um homicida culpado pela morte de duas pessoas, além de arrombamento de caixões. Além disso, era suspeito no desaparecimento de mais cinco pessoas. Foram encontrados em sua casa crânios humanos empilhados sobre um dos cantos da cama; pele transformada num abajur e usada para estofar assentos de cadeiras; peitos usados como seguradores de copos; Crânios usados como tigelas de sopa; etc.

Enfim, dá para imaginar o horror? Robert Bloch se baseou em todo este horror para criar a mente doentia e psicótica de Norman Bates, o protagonista deste clássico do terror e suspense, o livro Psicose. Você provavelmente já ouviu falar desta história. Sim, ela foi imortalizada no cinema por Alfred Hitchcock. A famosa "cena do chuveiro", onde Mary Crane é assassinada a facadas por uma senhora louca e ensandecida, virou uma das cenas mais famosas e adoradas dos amantes de cinema e de filmes do gênero. Assim que leu o livro de Bloch, o cineasta Alfred Hitchcock se viu fisgado. Ele simplesmente precisava ver aquela história virar um filme: seu filme! A Paramount desaprovou a produção, por achar a história um tanto excêntrica, mas Hitchcock decidiu se aventurar e arriscar sua sorte: iria em frente com a produção. Comprou todas as 3 mil edições do livro, para que ninguém tivesse acesso ao final da trama e assim, se tornasse uma surpresa o final de seu filme. Além disso, arcaria com todas as despesas necessárias para que o filme se tornasse realidade. Tenho que concordar que Hitchcock enxergou muito além e foi visionário. O filme de 1960, estrelado por Janet Leigh, Anthony Perkins, Vera Miles, John Gavin, entre outros, foi um enorme sucesso. Hoje um clássico! Mas vamos deixar claro uma coisa: tudo começou com Bloch. Não fosse sua história, incrível e inovadora demais para a época, o filme não existiria. A verdadeira mente por trás foi a de um autor norte-americano de fantasia, terror e suspense.

E agora, depois de 50 anos fora de circulação no Brasil, este clássico ganhou uma edição caprichada pela editora DarkSide®. Podemos conferir duas versões: uma com capa dura e outra em brochura, as duas igualmente lindas, com uma diagramação impecável. Uma obra para ler e guardar.

Com tudo isto, e depois de assistir ao filme (e regravação), podemos nos perguntar: por que a história de Robert Bloch virou esta enorme obsessão para Hitchcock e o fisgou? E eu lhe respondo: por favor, leia e entenderá! E eu digo isto com toda certeza; se você é fã do gênero, do filme ou estava há muito tempo esperando para poder conferir o famoso livro que deu origem ao filme... não perca tempo!

Para os padrões atuais talvez você torça o nariz para este livro. E claro, se formos comparar com os livros de suspense/ terror que vemos atualmente, cheio de tramas elaboradas e reviravoltas cabeludas, Psicose tem uma história simples. Mas, para os padrões da época, era uma história incrível, inovadora e terrível. Mas eu te digo mais: o que assusta não são as mortes ou o sangue. Longe disto, o verdadeiro terror está na mente fria e doentia que causa isto, e Bloch a descreve com maestria.

Sua história narra alternadamente os fatos que envolvem Mary Crane e o psicótico Norman Bates. Mary foge com 40 mil dólares, confiados a ela pelo seu chefe, e que deveria depositar no banco. Acaba pegando uma antiga estrada na rodovia, e chega ao Bates Motel. Como chovia muito e ela estava cansada resolve ficar por ali mesmo e se hospedar. Ao conhecer o dono do motel, Norman, mal sabia ela que suas horas estavam contadas. Estranhando o desaparecimento da irmã, Lila Crane procura o namorado da mesma, Sam Loomis. Ambos acabam se aprofundando no caso e fazendo terríveis descobertas sobre tudo o que aconteceu.

Eu fiquei fascinada com a história. Tudo bem que não foi novidade nenhuma para mim, que já a conhecia através do filme (que foi bem fiel, em certa medida, ao livro). Mas poder ler, conferir a narrativa de Bloch foi uma experiência incrível. Com apenas uma trama simples, o autor conseguiu passar direitinho o que queria e criou uma mente doentia perfeita.

Me vi quase louca com a psicose de Norman Bates. Oprimido pela Mãe dominadora, Bates acaba se revelando um homem doentio e perverso. E achei interessantíssimo e muito criativo o modo como Bloch desenvolveu este personagem e sua psicose. Com uma terrível verdade que se esconde e só se revela ao final. E o mais "fascinante" é ver como a mente humana é cheia de surpresas; e como as pessoas podem fazer julgamentos errôneos, confiando ou acreditando, ou até mesmo não vendo o que está bem diante de seus olhos... ou bem no fundo da mente. Incrível como funciona! Ou melhor, incrível como, apesar de toda a medicina e psicologia, jamais entenderemos por completo como funciona esta máquina, que é a mente humana.

Quando você começa a especular desse jeito, uma vez que reconhece que ninguém sabe como funciona a mente de outra pessoa, você tem de admitir: tudo era possível. pág. 115


Enfim, eu gostei muito de conferir a história original, pela narrativa habilidosa de Robert Bloch. A mente perturbada e doentia de Norman Bates e seu hotel decadente têm um impacto enorme sobre quem lê. Entrando totalmente na mente deste homem, você entende melhor os traumas, loucuras e crueldades que maquina e pensa, de uma forma que nenhum filme poderia nos mostrar. Me desculpe, mas tenho algo a declarar: sim, eu prefiro o livro! Psicose é uma leitura indispensável.

site: Confira mais resenhas no blog: http://nomundodoslivros.com
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Anderson 03/10/2015

Sensacional!
Sem sombra de dúvidas, este, até agora, é o melhor livro que li este ano. Na verdade, eu não sabia que um dos melhores filmes que já vi era na verdade baseado num livro. como sempre, o livro é bem melhor que o filme. Não quero desmerecer a adaptação, pois, como disse acima, Psicose é um dos melhores filmes que já foi produzido, na minha humilde opinião.
O mais legal da estória do livro é a questão da descrição dos pensamentos de Norman, que são simplesmente sensacionais! Eu aconselho que, se possível, você leia o livro antes de ver o filme. Ou, se você não vive numa caverna, leia o livro e reveja o filme. Com certeza você vai apreciar mais a obra de Alfred Hitchcock.

Abs,
João 18/10/2015minha estante
O que mais gostei no livro foram os pensamentos do Norman também.Ainda não vi o filme,mas já sabia como ia terminar o livro de tanto ler sobre o filme.Ansioso pra ver!
Abraço!


Paulo Roberto 19/10/2015minha estante
O filme é sensacional, apenas tome cuidado para não ver a refilmagem, que é um lixo. Apenas o do Hitchcock vale.




Teeh 06/05/2014

Psicose – Robert Bloch
Era uma tarde chuvosa e resolvi ler Psicose. Engraçado é que o livro também começa com chuva, não tão engraçado é sua luz acabar junto com o primeiro capítulo. O bom foi que, como eu estava sem energia elétrica e sem distrações, consegui ler o livro todo de uma vez (com a lanterninha do celular), algo que deixou a minha experiencia com Psicose mais incrível ainda.

A princípio, o autor conta duas histórias paralelas: a de Norman e de Mary. Norman é dono do motel em que Mary chega depois de vários eventos, pra passar a noite. Esse dois personagens, mais a mãe de Norman, conseguem passar deixar um clima estranho no ar. Robert Bloch sabe usar extremamente bem da ironia (Mary pensou se que seria melhor uma banheira) e manipulação dos seus leitores. Fazendo assim que a história de um psicopata seja algo mais divertido que aterrorizante.

site: http://livrosaquaticos.com/2013/12/18/resenha-psicose/
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Tauami 21/02/2017

Id, Ego e Superego de Norman Bates
Em 1961 chegou às telas brasileiras o filme que seria uma das maiores referências em termos de cinematografia e que mudou o cinema para sempre. Psicose tornou-se um clássico instantâneo. Com seus cortes de filmagens precisos e sua trilha sonora angustiante, além de subverter completamente o status quo da ordem narrativa na metade da projeção, Hitchcock mostrou como o poder da sugestão transforma o terror em algo vívido. Entretanto, devemos a grandiosidade dessa obra à inspiração de um excepcional autor literário. Robert Bloch, responsável pelo livro homônimo que deu origem ao filme, captou em seu trabalho aspectos da mente humana já identificados pelo pai da psicanálise, Freud. Isso deu um gigantesco peso ao seu texto, tornando-o canônico não só para o gênero do suspense e horror mas também para literatura como um todo.

Relançado recentemente pela editora DarkSide com seu famoso tratamento gráfico de primeira linha, a narrativa irá nos apresentar a Norman Bates, um homem de meia-idade que passa seus dias, junto de sua mãe, trabalhando em um motel à beira da estrada. Sem nunca ter saído debaixo das asas de sua genitora opressora, Norman vive se escondendo atrás das páginas de seus livros e dos corpos dos animais que empalha por hobbie.

Temos o gatilho de ação disparado quando a jovem Marion Crane se hospeda no motel. Marion acabara de dar uma guinada em sua vida ao roubar de seu antigo patrão quarenta mil dólares. Com esse dinheiro, ela decide viajar ao encontro de seu noivo para quitar as dívidas que ele possui. Sam, o noivo, nada sabe sobre isso. A vida da jovem, que tinha tudo para ser feliz quando estivesse nos braços de seu amor é completamente modificada no momento em que se encontra com os Bates.

Dias após o desaparecimento de Marion, sua irmã Lily parte em busca de algumas respostas sobre o paradeiro dela. Após encontrar Sam, Lily descobre que ele não a via já fazia algum tempo. A ansiedade decorrida desta descoberta aumenta ainda mais quando um detetive contratado pelo antigo patrão de sua irmã surge e conta sobre o roubo. Mil suspeitas são levantadas, mas não passam de especulações até que o dinheiro seja encontrado. Seguindo uma série de pistas, o detetive, por fim, chega ao motel dos Bates onde acredita que ter encontrado um rastro importante para a sua investigação. Mal sabia ele que também estava fadado ao mesmo destino de sua suspeita.

A relação conturbada entre os Bates mostra o caráter dominador por parte da progenitora logo em suas primeiras aparições. Essa mulher se mostra autoritária e insensível a tal ponto que seu filho chega questionar a sanidade dela. Entretanto, em seus diálogos internos, Norman briga consigo mesmo defendendo sua mãe diante das acusações de loucura que lhe são feitas. Esse ato nos parece uma busca do personagem em manter de sua própria integridade psíquica. Concluir que a mãe é louca ou não tem controle de suas ações seria para Norman o mesmo que alegar sua própria falta de senso, algo aparentemente inaceitável para o sensível sujeito.

O motel e a casa que está construída aos fundos também parecem assumir um importante papel na caracterização de Norman. Os aspectos mais aceitáveis da vida dele seriam representados pelo motel – local de negócios, onde um homem de respeito que luta constantemente pela manutenção da honra de sua família e que vez ou outra precisa de um trago para poder se manter são. Os aspectos mais infantis de Norman se mostram na casa onde passa as noites. Lá, a criança interior pode manter viva sua curiosidade sobre o mundo quando está diante dos livros. Ainda em casa, o porão e o sótão abrigam o monstro que existe dentro daquele ser. Em um desses locais, empalha animais e estuda sobre os segredos da magia e do ocultismo, buscando questionar os limites da vida e da morte. No outro, procura desesperadamente esconder seu maior segredo que repousa em terríveis acontecimentos da vida de sua mãe.

O modo como a história é narrada em terceira pessoa nos aproxima muito da mente de Norman. A contraposição constante de pensamentos parece mostrar a incapacidade da personagem em manter uma linha de raciocínio constante. O ir e vir de assertivas sobre a condição mental da mãe dele e como ele deveria agir diante disso faz com que a prosa soe desesperadora do ponto de vista de Norman. Ele não sabe o que quer - se a liberdade e o distanciamento de sua progenitora ou a proteção de um lar partido. O mundo se mostra aterrorizante para ele, deixando-o confuso e intimidado.

Outro aspecto que deve ser ressaltado sobre o trabalho de Bloch nesse livro é o modo como ele dardeja de um foco narrativo para o outro na transição dos capítulos. Em um momento, estamos imersos na intrincada investigação de Sam e Lily que nada revela e os desespera. No outro, vemos como aquilo que eles tanto temiam de fato ocorreu. Esse movimento torna a leitura fluída e capaz de levar a curiosidade do leitor a níveis impossíveis de serem lidados. Psicose é uma obra escrita para se ler em um único fôlego para que não se perder essa urgência que surge em se chegar a conclusão da mesma. Obviamente, essa não é das tarefas mais fáceis, mas aqueles que se propuserem a executá-la se sentiram extasiados com a grandiosidade da resolução que surge ao final do livro.

Psicose é, sem sombra de dúvida, um livro fabuloso. Não só pelo fantástico modo com que é escrito ou por sua mirabolante história, mas também pela capacidade que ele possui de trazer à tona um mapeamento da mente humana de modo claro e sucinto. Robert Bloch consegue aparar todas as arestas desnecessárias para a sua narrativa tornando-a sufocante até mesmo no modo como somos obrigados a lê-la.

Ficha técnica:
Robert Bloch - Psycho - 1959
Tradução: Anabela Paiva
Lançamento no Brasil - 2013
Editora Darkside Books

site: http://101horrormovies.com/
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Miojo 16/12/2016

Psicose... Super Recomendo!
Confesso que nunca assisti o filme que é um clássico e aclamado pela crítica, apenas a famosa cena do "banheiro" era do meu conhecimento. Fui absorvida pela atmosfera e envolvida pela trama da história. Uma leitura rápida, dinâmica um livro para ser devorado! O autor traça um caminho no qual vc acredita estar certo.... De repente ele muda o desfecho de forma extraordinária! Ótima... Leitura!
Marcos Martins 18/12/2016minha estante
queria ter tido a mesma experiência, mas eu ja tinha visto o filme :/ mesmo assim, o livro é fantástico!




Ana 21/11/2014

Excepcionalmente assustador e surpreendente.
Tudo começa por Norman Bates, um homem no topo do seus 40 anos que vive com sua mãe, Norma Bates, uma mulher total e completamente insana e dominadora. Os dois administram um motel e moram em uma casa atrás do mesmo.
Em um outro lado da história, há Maryann Crane, uma mulher que, na tentativa de se casar com o "amor da sua vida" porém endividado, rouba quarenta mil dólares e foge com o dinheiro. Nessa "fuga", acaba errando o caminho e pegando uma estrada onde dá para o Motel Bates. Como está tarde e muito cansada/excitada com o que acabara de fazer, resolve repor as energias passando uma noite no motel.
O que acaba acontecendo... Só lendo esse clássico de Robert Bloch para saber, um clássico um tanto impressionante, assustador e surpreendente que nos prende do começo ao fim nessa linguagem simples e não tão formal.
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