Freakonomics

Freakonomics Steven D. Levitt




Resenhas - Freakonomics


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eriksonsr 05/12/2018

Fazia tempo que estava afim de ler esse livro e cheio de expectativas. Hoje, terminada a leitura, posso dizer que o livro atendeu todas as expectativas que tinha! É uma leitura inteligente, interessante e marcante.

O livro apresenta várias pesquisas/análises e conclusões bem polémicos sobre alguns assuntos cotidianos, como por que muitos traficantes são pobres? Aborto impede que futuros criminosos venham a nascer? Professores e lutadores são trapaceiros? Nomes mais "brancos" ou "negros" fazem alguma diferença no futuro de alguém?

O economista Steven Levitt e o jornalista Stephen Dubner conseguem trazer de forma simples e imparcial inúmeras constatações a respeitos de diversos temas polêmicos, tudo sem moralismo e julgamento.

Leitura super recomendada para se enxergar as coisas de forma mais analítica e abandonar o senso comum.
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Franco 28/10/2018

Tipo revista de consultório médico
O livro, ao menos, é sincero: admite não ter propriamente um eixo integrador. Daí que seus capítulos são desconexos e sem um único caminho, parecendo bastante uma revista - dessas de consultório médico.

Não é propriamente superficial na sua abordagem, mas também não chega a ser profundo. Fica, mais ou menos, como uma publicação científica voltada ao público (bastante) leigo.

Sim, o livro é interessante, mas nada fascinante. De notável, mesmo, e algo que você acaba aprendendo com os capítulos, é o modo como as explicações para certos fenômenos podem se dar com causas bem improváveis - é interessante o modo como o autor desenha a linha de argumentação.

Contudo, ao final de cada capítulo, e principalmente ao final do livro, a sensação é de algo que veio e passou, sem deixar muito para trás.

Bom livro para distrair, e não muito além disso.
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Simas 29/08/2018

O que professores e lutadores de sumô tem em comum?
A resposta para tudo já existe. Douglas Adams já sabia disso quando escreveu Guia do Mochileiro das Galáxias. 42.
O difícil é saber a pergunta certa.

Steven Levitt tem as perguntas certas e encontra a correlação entre variáveis aleatórias que ninguém pensava em correlacionar antes. O que professores e lutadores de sumô tem em comum? Em que a Ku Klux Klan se parece com corretores de imóveis? Por que criminosos continuam morando com suas mães?

Os dados não mentem. Levitt, economista excêntrico (daí o nome "Freak") se juntou com seu quase xará Stephen (Dubner) para compendiar e organizar ideias de diversos trabalhos de Levitt (e mais outros tantos autores) e desenvolver, em linguagem simples, essa obra.

Freakonomics é uma leitura/jornada sobre crime, aborto, racismo, educação, honra (em grande parte voltado à cultura norte-americana) com o olhar econômico-social politicamente incorreto, mas necessário. E de um jeito totalmente diferente do comum.

Boa leitura e tome cuidado com a "Sabedoria Convencional".

(e Don't Panic)
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Pedro.Amorim 24/03/2018

Economia aplicada de uma maneira nada convencional.
Steven Levitt não é considerado atoa um dos mais brilhantes jovens economistas do mundo, soube como poucos mostrar aplicabilidade não convencionais a temas fundamentais da ciência econômico, como custo de oportunidade e isentivos, além de que o livro possui uma leitura bem leve e agradável.
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Fernando 24/08/2017

Mandatório
Este livro é a melhor forma para abrir a mente para o lado B de tudo. O autor explora assuntos complexos com uma visão inovadora e deliciosa. Ele é cativante. Recomendo muito a leitura.
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marcelgianni 15/08/2017

Questione o Senso comum!
Não se trata de um resumo ou sinopse do livro (para isso, veja minha resenha completa no link mais abaixo), mas sim de um relato do que me chamou a atenção no livro, e que pode influenciar outras pessoas na sua decisão de lê-lo ou não. Sem o uso de spoilers, faço uma análise sucinta da obra, justificando minha nota atribuída.

Possui 188 páginas em sua edição normal, mas na que li, revista e ampliada, existem mais 78 páginas em um apêndice de extras, totalizando 266 páginas de uma leitura que se inicia fácil e envolvente, mas que termina maçante e tediosa.

Em resumo, é um livro em que um microeconomista extremamente curioso faz a si mesmo um monte de perguntas sobre os mais curiosos, estranhos ou irrelevantes fatos e, utilizando-se dos mais diversos dados, chega a respostas surpreendentes, mas bastante lógicas.

Em sua introdução, os autores atacam o que se conhece por “sabedoria convencional”: alguma teoria, aparentemente óbvia, formulada por algum(ns) especialista(s) e propagada pela mídia, que se torna amplamente aceita pela população sem mais questionamentos.

Levitt, nadando contra a corrente, procura “mergulhar” nas questões já consagradas pela sabedoria convencional e, utilizando-se dos mais diversos dados, em inovadoras e ousadas análises, obtém as suas respostas, que geralmente contrariam o senso comum.

O livro tem seis capítulos que vão se tornando menos interessantes à medida que a leitura começa a perder a sua peculiaridade: a maneira fácil de falar de economia, de uma forma que o leitor não acha que está lendo sobre economia. Além disso, os temas das pesquisas vão ficando cada vez menos atraentes com o decorrer da leitura.

Como os autores explicam no livro, esta é uma obra que não possui um tema unificador, mas diversos assuntos dos mais variados aspectos de nossa vida. Como vamos percebendo, os capítulos são escritos na forma de uma coluna de revista ou jornal.

Não há um tema unificador, é verdade, mas sua mais famosa (e polêmica) teoria é constantemente citada no livro, em diversos momentos, de uma forma até descomunal. Trata-se da relação direta que Levitt descobriu entre a legalização do aborto e a diminuição da criminalidade. Ele explica que as “crianças impedidas de nascer” pelo aborto seriam as mais propensas a se tornarem criminosas quando atingissem a adolescência, e que sua legalização foi a principal causa da redução da criminalidade em diversos pontos dos EUA (ele detalha as outras causas envolvidas nessa diminuição), num momento em que os especialistas e o senso comum esperavam um boom da violência, motivado pelas drogas.

Além deste tema recorrente, no livro há algumas outras conclusões de Levitt; sobre como ele descobriu trapaças realizadas por professores e lutadores de sumô, ou sobre o modo como alguns grupos, como a Ku Klux Klan ou os corretores de imóveis usam e/ou manipulam a informação. Também explica “porque os traficantes continuam morando com as mães”: em resumo, porque a sua grande maioria lucra muito pouco; apenas algumas pessoas no topo enriquecem.

Por isso tudo, o livro me surpreendeu negativamente, já que eu havia criado muita expectativa devido aos diversos elogios e críticas positivas, mas tiro como proveito, além de muitas informações inovadoras – embora algumas nem um pouco relevantes – o fato de o autor estimular o leitor a questionar mais o senso comum, pesquisando e examinando dados, sempre em busca de uma ideia nova.

site: https://idaselidas.wordpress.com/2017/08/14/freakonomics-steven-d-levitt-stephen-j-dubner/
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Filino 24/05/2017

Um olhar diferente sobre os aspectos mais pitorescos do dia-a-dia
O livro propõe questionamentos e investigações sobre assuntos polêmicos e outros não tanto assim - mas tudo isso temperado com argutas observações. Um verdadeiro convite para que pensemos, numa relação de causa e efeito, sobre temas como aborto e violência, corrupção e lutadores de sumô, nome de crianças e sucesso na vida, Ku-Klux-Klan e corretores de imóveis... e por aí vai...

Uma obra curiosa e instigante!
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Alex Souza 26/02/2017

Recomendo!
Outro livro (O Cisne Negro, de Nassin Nicholas Taleb, foi o primeiro) que me deixe feliz usar meu tempo livro para ler ao invés de fazer qualquer outra coisa. Que livro revelador!

É daqueles livros que você começa a ler e não quer parar até chegar ao fim. Sem contar o seguinte: as revelações que ele traz sobre "verdades" que para nós são tão "óbvias".

Enfim, recomendo, leia este livro!

Abraço.
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Daniel.Simoes 25/04/2016

Fala de diversos assuntos abordando uma análise econômica e estatística dos fatos, tirando conclusões que muitas vezes não são óbvias para o senso comum. Muito interessante a análise sobre as causas da queda da criminalidade. Mas o livro decepciona com algumas análises sem pé nem cabeça, como a relacionada aos nomes de crianças.
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Rodolpho 28/02/2016

Péssimo
Começa a 100km/h e na metade morre. Autor se perde nas próprias teorias.
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Rui Alencar 24/04/2014

A economia é, acima de tudo, uma ciência feita para medir...NO final, a economia é isso: uma variedade de informações sobre empregos, imóveis, finanças e investimentos.

A SABEDORIA CONVENCIONAL em geral está equivocada...costuma ser mal fundamentada e muitíssimo difícil de investigar, mas isso não é impossível.

A SABEDORIA CONVENCIONAL deve ser simples, conveniente, cômoda e confortadora - embora não necessariamente verdadeira;

Os Jornalistas precisam tanto dos especialistas quanto os especialistas precisam dos jornalistas. Todo dia há jornais impressos e telejornais exigindo notícias, e um especialista capaz de produzir uma informação de impacto é sempre bem-vindo. Trabalhando em conjunto os especialistas e os jornalistas são os arquitetos da sabedoria convencional.

Os riscos que assustam as pessoas e os riscos que causam suas mortes são muito diferentes.

RISCO = PERIGO + INDIGNAÇÃO (Peter Sandman)
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Alex 19/02/2014

Um ótimo livro, e um dos primeiros que li desse formato. Adorei!
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Kizzy 20/01/2013

Dando férias ao raciocínio comum
Apesar de no início se mostrar demasiadamente parcial e exagerado, com o avançar da leitura você percebe que Freaknomics é uma leitura que vale muito a pena.
Um exercício interessantisímo para sair do censo comum que, mesmo sem perceber, nós estamos treinados a exercitar todo dia. Altamente recomendado para mudar a lógica, ter novas idéias e inovar em todas as áreas da vida!
Vale a pena.
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fsamanta (@sam_leitora) 03/06/2012

O livro começa tão bem, explicando de forma simples e muito boa a distinção entre correlação e causalidade e defendendo um exemplo particularmente espinhoso dessa correlação - a legalização do aborto no início dos anos 70 nos EUA e o declínio da criminalidade no início dos anos 90. No entanto, depois o livro descamba para uma série de exemplos descabidos, praticamente esquecendo o que se disse no começo da distinção entre correlação e causalidade. Acho que o economista precisava de um parceiro antropólogo ou sociólogo para conseguir entender melhor os seus próprios levantamentos.
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Kat Munster 26/08/2011

O lado divertido da economia
Pra quem pensa que economia está restrita à um determinado público e não consegue ver como ela afeta as nossas vidas, este livro é fundamental. Através de números e dados, os Freakonomics conseguem colocar abaixo o senso comum e com perguntas inusitadas, responder as dúvidas que acabam fazendo parte vida em sociedade. Sensacional.
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