A Menina que Contava Histórias

A Menina que Contava Histórias Jodi Picoult




Resenhas -


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Camila Melo (@a_bookaholic_girl) 10/06/2020

Não li a sinopse e me surpreendi com o rumo da história
Esse foi o primeiro livro que li do catálogo do Kindle Unlimited, peguei indicação da Pam Gonçalves. Eu comecei a leitura sem ler a sinopse, estava super entretida com a protagonista fazendo pão (muito eu nessa quarentena) até que a narrativa muda completamente. O livro traz as memórias dos campos de concentração nazista durante a Segunda Guerra Mundial e é muito triste e pesado. Adorei a escrita da autora Jodi Picoult, que eu não conhecia ainda, mas preciso de um tempo para me recuperar.
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Nivea Ceroni 11/08/2015

Surpreendente como todos de Picoult
Melhor livro que relata sobre a 2° Guerra Mundial que li. Os detalhes são tão reais que arrepia, emociona, choca, tudo de uma só vez. Um livro para ser lido devagar, e com certeza jamais será apagado de sua memória. Oriento fazer a leitura da Nota da Leitora e dos Agradecimentos antes de iniciar a leitura, pois trará mais veracidade a história.
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Leitora Viciada 24/09/2015

Resenha para o blog Leitora Viciada
A Verus Editora, do Grupo Editorial Record, me surpreendeu. Li O Mapa de Vidro (S. E. Grove) e fiquei fascinada. Então iniciei mais um título da editora, porém voltado para outro público, e de estilo totalmente diferente. Não imaginei que me apaixonaria tão intensamente por outro livro assim, um atrás do outro, e da mesma editora. Também entrou para minha lista de melhores do ano!
A emoção e admiração tomaram conta de mim enquanto lia A Menina que Contava Histórias (The Storyteller, 2013), da Jodi Picoult. Ela é autora de vários livros comoventes e não havia ainda lido nada dela. Foi através de A Guardiã da minha Irmã que a conheci. Na verdade, assisti por acaso a sua adaptação para o cinema (Uma Prova de Amor, com Cameron Diaz, Sofia Vassilieva e Abigail Breslin) e fiquei interessada pelos livros de Jodi Picoult.
Com este, fui comovida, enternecida e confesso: de repente, chorei. Chorei muito. Bastante. Porém, é aquele misto de sentimento triste e positivo. Triste, porque é ficcional, mas baseado na realidade. Positivo, pois é o tipo de história que a Humanidade jamais deve se esquecer. Não foi determinada cena que me fez chorar. Nem foi culpa de um trecho específico. Foi o acúmulo das páginas, meu envolvimento cada vez maior com a narrativa, meu coração explodindo e meus sentimentos se misturando aos da personagem Minka. Eu me senti totalmente na pele de Minka e isso é raro e arrebatador. Não é leitura apenas para favoritar e se emocionar; é inesquecível, única, devastadora.
O exemplar possui bela capa, (a mesma da americana) dentro do padrão gráfico que a editora mantém para as publicações da autora (como se fosse uma coleção). A diagramação é simples e bonita e a revisão é perfeita. Possui orelhas largas e folhas amareladas.

A narrativa é em primeira pessoa, porém são quatro narradores e não há padrão de revezamento, além de apresentar uma "história dentro da história". São eles: Sage, a padeira ateia; Minka, avó de Sage e judia sobrevivente do Holocausto; Josef, um alemão ex-nazista; e Leo, um advogado que caça criminosos de guerra. A estrutura é dividida em três partes. Embora Sage seja a protagonista, foi a narrativa de Minka que me impressionou. O relato dela é texto único e incomparável. Muito realista, pois a autora conversou com vários sobreviventes para formar a personagem.
O tema é o Holocausto, o genocídio de mais de seis milhões de judeus praticado pelo Estado Nazista, sob o comando de Adolf Hitler. Durante a Segunda Guerra Mundial o Nazismo assassinou mais de 11 milhões de civis de dezenas de nacionalidades diferentes; matou além dos judeus, ciganos, comunistas, homossexuais, deficientes físicos e mentais, prisioneiros de guerra e outras minorias.
A trama é contemporânea e histórica; embora se passe nos anos 2010, retorna através de relatos, a Segunda Guerra.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2015/09/TheStoryteller.html
Fran 07/10/2015minha estante
Um dos melhores livros que li esse ano. Que narrativa incrível!




Nina 02/03/2020

Livro muito bem escrito, vale a pena a leitura
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CALINE 30/03/2020

Há algum tempo esse livro está na minha lista de futuras leituras, tudo porque a nota dele no Goodreads é bastante alta e no Skoob também.
As expectativas estavam muito altas e agora posso dizer que a história conseguiu fazer jus a elas, pelo menos em parte.
Como toda história que fala sobre a Segunda Guerra Mundial e o holocausto esse é um livro doloroso. A autora fez um trabalho incrível alternando passado e presente.
Confesso que a parte do passado foi a que mais me agradou e Minka me conquistou logo de cara.
Meu único real problema com a história foi o final. Lá pelo meio do livro eu tinha ideia de para onde a autora estava querendo ir. Meu instinto de leitora dizia exatamente qual era o desfecho que ela daria a história. A revelação de toda a verdade foi muito bem estruturada, o problema é que logo depois que isso aconteceu o livro acabou. Fiquei incomodada com a forma abrupta como isso aconteceu. Minha sensação foi: "tá faltando alguma página aqui?".
Enfim, tirando esse pequeno detalhe do final (foi pequeno mesmo em comparação com todo o resto da história) é um livro que realmente vale a leitura. Jodi Picoult sabe escrever um bom drama.
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Leeh 24/03/2020

Maravilhoso!!
História incrível, te prende do início ao fim.
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Neiva 07/07/2020

Fazia tempo que um livro não me fazia chorar mas geralmente os que abordam a segunda guerra mundial sempre conseguem.

*spoiler de trecho do livro*

Além de toda história mostrada creio que o mais importante se detém em saber o que é o perdão, e que como diz um trecho "a única pessoa que sofre quando você guarda dentro de si todo esse ódio, é você mesma"
E também
"Perdoar não é algo que se faça pelo outro. É algo que se faz pra si mesmo"
Gostei da reviravolta e a narrativa da autora é muito boa! Vale a pena a leitura.
Ana 07/07/2020minha estante
Nossa, eu amei esse livro




Aline Juliany 07/09/2020

Gosto muito de ler histórias sobre a Segunda Guerra Mundial. Mas essa superou todas as que eu já li. Que história forte!
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Raquel.Euphrasio 25/03/2020

Essa autora tem uma escrita tão emocionante, ela tudo de uma maneira tão fascinante que é impossível não sentir tudo que os personagens sentem. Foi dóido, chorei, ri, me encantei... mas fechei a ultima página dessa história certa de que não sei o que eu faria, sendo eu qualquer um desses personagens. Luto e perdão são assuntos presentes na nossa vida, mas são eles também, os temas que menos discutimos,. refletimos... pensamos, e é sobre eles que lemos em cada palavra desse romance.
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Sara 22/04/2020

A menina que contava histórias
Sage faz o possível para ser invisível. Ela trabalha numa padaria durante a noite, adormece durante o dia, ama uma pessoa que não pertence a ela e frequenta um grupo de luto (durante muito tempo).
Nada parece mudar quando um senhor conhecido na comunidade começa a frequentar o mesmo grupo e mostra interesse na amizade de Sage, até que ele revela seu segredo e faz um pedido.

Acompanhamos quatro histórias diferentes que se encontram e se complementam durante a trama.
Sage vive seu próprio drama, com a culpa pela morte da mãe e sua marca, mas Josef a arrasta para o drama dele e o de Minka (que é a narrativa mais intensa durante a trama, em minha opinião). A história contada em paralelo, como um conto dos irmãos Grimm, assume um papel importante conforme conhecemos melhor os personagens.
Enquanto Josef e Minka contam histórias sobre dor e medo, vamos enxergando a dor de Sage não como menor, porém mais tratável.
Além disso, a trama trabalha a questão do perdão e como é complicado tanto pedir quanto receber.
Apesar de se tratar de uma obra ficcional, senti muito cuidado da autora pelo tema e pelas vidas tocadas.
O final talvez tenha me impressionado pouco porque eu já imaginava, o que não diminuiu a sensação causada pela resolução.

"Meu pai me confiou os detalhes de sua morte. "Ania", ele dizia, "nada de uísque no meu funeral. Quero o melhor vinho de amoras. Nada de choros, preste atenção. Só danças. E, quando me baixarem no chão, quero uma fanfarra de trombetas e borboletas brancas.""
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Cyntia Bender 30/08/2019

De tirar o fôlego!
Preciso começar dizendo que o título não entrega NADA do que vamos encontrar nesta leitura. E que leitura!!! Foi o livro mais impactante, emocionante e visceral que eu li nos últimos tempos. O livro é narrado por quatro personagens diferentes que intercalam seus pontos de vistas as vezes em tempos diferentes, as vezes contando uns para os outros, as vezes em momentos diferentes de suas vidas, e tudo de uma forma super fluída e natural, vamos sendo conduzidos por essa narrativa sendo levados por esse ritmo e nos entrelaçando a vida de cada um. Resumindo acompanhamos Sage, uma mulher que carrega cicatrizes de um acidente de carro que sofreu junto com sua mãe, e no qual esta morreu, e por este motivo se sente culpada se escondendo de tudo e de todos trabalhando como padeira a noite. Ela conhece Josef, um senhor de 90 anos que confessa ter sido um nazista e que pede sua ajuda para morrer. Isto porque Sage é judia e para ele isto seria um ato de misericórdia. A avó de Sage, Minka ainda é viva e sobreviveu ao Holocausto e conta sua experiência para a neta de seu tempo na época da guerra. E por fim temos Leo, um investigador de crimes de guerra, que Sage contatou para prender Josef. Com esse mix de histórias temos tantos sentimentos e provações, não só dos personagens, mas que nos fazem questionar nossos próprios princípios. E as descrições da vida durante do holocausto que a autora trouxe tanto do oficial nazista quanto da sobrevivente são de dar nó no estômago. É uma leitura angustiante, mas extremamente necessária! A única coisa que acho que ficou meio perdida foi o romance da Sage com o Leo, acho que não foi muito necessário pra trama, mas também não atrapalhou, ignorando esse fato o livro é sensacional.
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Karina 08/06/2020

Lindo, rico em história e nos faz pensar
Senti-me totalmente dentro da história. Se você gosta de histórias da Segunda Guerra Mundial em detalhes minuciosos, certamente irá aprovar esta leitura. Gostei do plot twist, gostei dos personagens, amei o casal. Sem mais. Apenas leia.
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SMiletic 18/09/2016

Uma tocante história sobre perdão e verdade
Várias histórias dentro de uma história. Sage é uma garota que mora em uma pequena cidade, trabalha a noite como padeira e tem no rosto, em uma cicatriz, a marca de do meu maior arrependimento. Ao frequentar um grupo de luto, após a morte de sua mãe, ela conhece Josef, um alemão que é querido por todos, mas que resolve confessar a ela seu passado. Nazista, ele escolhe uma garota de família judaica para que o ajude a terminar com sua vida e lhe perdoar. Segundo o judaísmo o perdão só pode ser concedido pela pessoa que foi ofendida, então Sage não pode fazê-lo. Mas a avó de Sage é uma sobrevivente do Holocausto que nunca contou sua história. Minka era uma menina quando o terror alemão chegou à Polônia. Filha de um padeiro, ela sonhava escrever livros, já escrevia o primeiro, sobre um monstro que se alimentava de pessoas. O livro é sobre Sage, é sobre o livro de sua avó, é sobre a história de Minka nos campos de concentração.
Jodi Picoult, uma de minhas autoras favoritas sempre, se supera neste livro cuja pesquisa tornou tão rico em detalhes - detalhes que algumas vezes reviram o estômago, em outras nos fazem chorar.
Antes da publicação, Jodi fez um leilão para a escolha do nome de um dos personagens. O dinheiro obtido foi doado a associação Advogados e Defensores de Gays e Lésbicas dos Estados Unidos.
Com certeza um dos livros favoritos pra vida.

site: https://www.instagram.com/p/BJNUv68ho0D/?taken-by=smiletic
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juragni 28/09/2020

Excelente autora
Conheci a Jodi Piccoult em outro livro: Coração de mãe. Naquele livro fiquei muito impressionada com a personagem principal, logo no começo a narrativa nos faz pensar o que será que ela fez para merecer ter de espiar o filhinho de fora de casa... Mas esse livro agora... Superou todas as expectativas, é muito pior que o outro em drama e sofrimento dos personagens, por isso a história é muito melhor... Os personagens da Jodi encontram uma encruzilhada e poderiam escolher o caminho certo, e o fariam se não fossem seres humanos, se não fossem imperfeitos, se não carregassem o peso do que lhes aconteceu no passado e os marcou para sempre... Uma história de humanidade e compaixão.
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