A Menina que Contava Histórias

A Menina que Contava Histórias Jodi Picoult




Resenhas -


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Nivea Ceroni 11/08/2015

Surpreendente como todos de Picoult
Melhor livro que relata sobre a 2° Guerra Mundial que li. Os detalhes são tão reais que arrepia, emociona, choca, tudo de uma só vez. Um livro para ser lido devagar, e com certeza jamais será apagado de sua memória. Oriento fazer a leitura da Nota da Leitora e dos Agradecimentos antes de iniciar a leitura, pois trará mais veracidade a história.
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Leitora Viciada 24/09/2015

Resenha para o blog Leitora Viciada
A Verus Editora, do Grupo Editorial Record, me surpreendeu. Li O Mapa de Vidro (S. E. Grove) e fiquei fascinada. Então iniciei mais um título da editora, porém voltado para outro público, e de estilo totalmente diferente. Não imaginei que me apaixonaria tão intensamente por outro livro assim, um atrás do outro, e da mesma editora. Também entrou para minha lista de melhores do ano!
A emoção e admiração tomaram conta de mim enquanto lia A Menina que Contava Histórias (The Storyteller, 2013), da Jodi Picoult. Ela é autora de vários livros comoventes e não havia ainda lido nada dela. Foi através de A Guardiã da minha Irmã que a conheci. Na verdade, assisti por acaso a sua adaptação para o cinema (Uma Prova de Amor, com Cameron Diaz, Sofia Vassilieva e Abigail Breslin) e fiquei interessada pelos livros de Jodi Picoult.
Com este, fui comovida, enternecida e confesso: de repente, chorei. Chorei muito. Bastante. Porém, é aquele misto de sentimento triste e positivo. Triste, porque é ficcional, mas baseado na realidade. Positivo, pois é o tipo de história que a Humanidade jamais deve se esquecer. Não foi determinada cena que me fez chorar. Nem foi culpa de um trecho específico. Foi o acúmulo das páginas, meu envolvimento cada vez maior com a narrativa, meu coração explodindo e meus sentimentos se misturando aos da personagem Minka. Eu me senti totalmente na pele de Minka e isso é raro e arrebatador. Não é leitura apenas para favoritar e se emocionar; é inesquecível, única, devastadora.
O exemplar possui bela capa, (a mesma da americana) dentro do padrão gráfico que a editora mantém para as publicações da autora (como se fosse uma coleção). A diagramação é simples e bonita e a revisão é perfeita. Possui orelhas largas e folhas amareladas.

A narrativa é em primeira pessoa, porém são quatro narradores e não há padrão de revezamento, além de apresentar uma "história dentro da história". São eles: Sage, a padeira ateia; Minka, avó de Sage e judia sobrevivente do Holocausto; Josef, um alemão ex-nazista; e Leo, um advogado que caça criminosos de guerra. A estrutura é dividida em três partes. Embora Sage seja a protagonista, foi a narrativa de Minka que me impressionou. O relato dela é texto único e incomparável. Muito realista, pois a autora conversou com vários sobreviventes para formar a personagem.
O tema é o Holocausto, o genocídio de mais de seis milhões de judeus praticado pelo Estado Nazista, sob o comando de Adolf Hitler. Durante a Segunda Guerra Mundial o Nazismo assassinou mais de 11 milhões de civis de dezenas de nacionalidades diferentes; matou além dos judeus, ciganos, comunistas, homossexuais, deficientes físicos e mentais, prisioneiros de guerra e outras minorias.
A trama é contemporânea e histórica; embora se passe nos anos 2010, retorna através de relatos, a Segunda Guerra.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2015/09/TheStoryteller.html
Fran 07/10/2015minha estante
Um dos melhores livros que li esse ano. Que narrativa incrível!




Cyntia 30/08/2019

De tirar o fôlego!
Preciso começar dizendo que o título não entrega NADA do que vamos encontrar nesta leitura. E que leitura!!! Foi o livro mais impactante, emocionante e visceral que eu li nos últimos tempos. O livro é narrado por quatro personagens diferentes que intercalam seus pontos de vistas as vezes em tempos diferentes, as vezes contando uns para os outros, as vezes em momentos diferentes de suas vidas, e tudo de uma forma super fluída e natural, vamos sendo conduzidos por essa narrativa sendo levados por esse ritmo e nos entrelaçando a vida de cada um. Resumindo acompanhamos Sage, uma mulher que carrega cicatrizes de um acidente de carro que sofreu junto com sua mãe, e no qual esta morreu, e por este motivo se sente culpada se escondendo de tudo e de todos trabalhando como padeira a noite. Ela conhece Josef, um senhor de 90 anos que confessa ter sido um nazista e que pede sua ajuda para morrer. Isto porque Sage é judia e para ele isto seria um ato de misericórdia. A avó de Sage, Minka ainda é viva e sobreviveu ao Holocausto e conta sua experiência para a neta de seu tempo na época da guerra. E por fim temos Leo, um investigador de crimes de guerra, que Sage contatou para prender Josef. Com esse mix de histórias temos tantos sentimentos e provações, não só dos personagens, mas que nos fazem questionar nossos próprios princípios. E as descrições da vida durante do holocausto que a autora trouxe tanto do oficial nazista quanto da sobrevivente são de dar nó no estômago. É uma leitura angustiante, mas extremamente necessária! A única coisa que acho que ficou meio perdida foi o romance da Sage com o Leo, acho que não foi muito necessário pra trama, mas também não atrapalhou, ignorando esse fato o livro é sensacional.
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SMiletic 18/09/2016

Uma tocante história sobre perdão e verdade
Várias histórias dentro de uma história. Sage é uma garota que mora em uma pequena cidade, trabalha a noite como padeira e tem no rosto, em uma cicatriz, a marca de do meu maior arrependimento. Ao frequentar um grupo de luto, após a morte de sua mãe, ela conhece Josef, um alemão que é querido por todos, mas que resolve confessar a ela seu passado. Nazista, ele escolhe uma garota de família judaica para que o ajude a terminar com sua vida e lhe perdoar. Segundo o judaísmo o perdão só pode ser concedido pela pessoa que foi ofendida, então Sage não pode fazê-lo. Mas a avó de Sage é uma sobrevivente do Holocausto que nunca contou sua história. Minka era uma menina quando o terror alemão chegou à Polônia. Filha de um padeiro, ela sonhava escrever livros, já escrevia o primeiro, sobre um monstro que se alimentava de pessoas. O livro é sobre Sage, é sobre o livro de sua avó, é sobre a história de Minka nos campos de concentração.
Jodi Picoult, uma de minhas autoras favoritas sempre, se supera neste livro cuja pesquisa tornou tão rico em detalhes - detalhes que algumas vezes reviram o estômago, em outras nos fazem chorar.
Antes da publicação, Jodi fez um leilão para a escolha do nome de um dos personagens. O dinheiro obtido foi doado a associação Advogados e Defensores de Gays e Lésbicas dos Estados Unidos.
Com certeza um dos livros favoritos pra vida.

site: https://www.instagram.com/p/BJNUv68ho0D/?taken-by=smiletic
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Nina Vinhas 13/08/2019

Intenso, triste e arrasador
Sage é uma jovem padeira que se refugia em seu trabalho para fugir dos olhares das pessoas, pois, por causa de um acidente, seu rosto ficou cheio de cicatrizes.

Josef Weber é um senhor de 90 anos muito amável e que tem o carinho de toda a cidade onde mora.

Um dia, ele vai até a padaria onde Sage trabalha e eles acabam conversando. Aos poucos, eles se tornam amigos, apesar dela sempre afastar todo mundo de si por causa de suas cicatrizes.

De repente, Josef faz uma revelação e um pedido para Sage. Ele foi um soldado nazista e agora quer morrer, no entanto, não consegue, apesar de ter tentado muito. Ele está cansado e acha que, por tudo o que fez, não merece mais viver. E, por Sage ser de família judia, crê que é a pessoal ideal para tirar sua vida.

É então que Sage começa travar uma batalha interna. Ao mesmo tempo que entrega Josef para o Departamento de Justiça, ela não consegue acreditar que aquele doce velhinho é um monstro que matou milhares de pessoas em um campo de concentração. Até descobrir que ele pode ter conhecido sua avó, Minka, uma sobrevivente do holocausto.

Pouco a pouco, Sage se aproxima de Josef para coletar informações e se envolve com o agente federal para quem o entregou e com quem está trabalhando para levá-lo a justiça.

Essa leitura está totalmente fora da minha zona de conforto por 2 motivos:

1- Odeio dramas porquê acabam comigo
2- Odeio livros com capítulos grandes.

No entanto, a narrativa é intensa e o ponto de vista se alterna entre Sage, Minka, Leo e Josef. Além disso, no fim de cada parágrafo somos presenteados com o interessante conto de fadas criado por Mika em sua juventude, o que deixa o livro mais rico e também tem fundamental importância na história principal. A descrição de Minka de tudo o que viveu durante o Holocausto é intensa, triste e acabou comigo. Chorei horrores. Eu conheço a história no geral, mas ler um caso em específico e detalhado é arrasador. Ninguém devia passar por isso. Ninguém.

Esse foi o primeiro livro da Jodi Picoult que li e recomendo muito.
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sandra 25/05/2018

A menina que contava historias
... Uma historia dentro de outra historia....
este livro merece uma resenha decente assim como foi escrita a sua obra, mas não poderia deixar de dar minha opinião sobre o melhor livro sobre a segunda guerra mundial lido por mim.
Na primeira parte da leitura voce se pergunta quando sera que a historia virá , mas a partir da segunda parte a leitura ganha outra proporção se tornando impossivel largar a leitura , foi um livro que apesar de nao ser uma leitura rapida , li avidamente ...
Favorito da vida ... recomendo que leiam os agradecimentos da autora , onde ela conta o ponta pé inicial para desenvolvimento desta linda historia.
Alcione 25/05/2018minha estante
Agora lerei com certeza.Bela resenha. Como não há emogis aqui rsrs.Palmas


sandra 25/05/2018minha estante
Obrigada!! Olha te recomendo mesmo , eu desejei tanto esse livro,e fiquei muito feliz por não ter me decepcionado


Alcione 25/05/2018minha estante
Comprei um dela na pré venda. E recebo amanhã. Estou muito ansiosa. Vou ver se compro esse também.


Alcione 25/05/2018minha estante
Comprei rsrs não resisti. Agora sim. Lerei.


sandra 25/05/2018minha estante
Quais voce comprou ?


Alcione 25/05/2018minha estante
Tempo de partir na pré venda.
E agora nesse instante rsrs
A menina que contava histórias.


sandra 26/05/2018minha estante
Os que eu li dela é gostei muito foram , uma questão de fé , o pacto e este a menina que contava histórias, por ler tenho dezenove minutos


Alcione 26/05/2018minha estante
Desses que citou,li apenas Dezenove minutos. E amei. Virei fã.Meu primeiro contato com ela. Recomendo A menina de vidro,Um mundo à parte.


sandra 26/05/2018minha estante
Boas dicas , com certeza irei ler .


Alcione 26/05/2018minha estante
=)




Gabi 12/04/2019

O que falar desse livro?
Foi uma leitura demorada, mas não por ser maçante, muito pelo ao contrário, mas por, em vários momentos me fazer parar, respirar e refletir.
No final do ano passado foi quando me interessei por histórias que abordam o Holocausto. São sempre livros emocionantes, mas esse, em especial, mexeu demais comigo.
É uma história com idas e vindas, narrado por 4 personagens e todos com sua importância, além de um conto paralelo.
Quanto ódio cabe num ser humano?
O quanto somos capazes de suportar para vencer e viver?
O perdão é possível?
O perdão é necessário?
Apesar de ser um romance, há total realidade escrito nele. E essa realidade, que sim, apesar de ter acontecido a 70 anos atrás, ainda é o dia a dia de muitas nações, dói!
Leiam... pra quem possui o Kindle Unlimited ele está disponível.
Bricio Cruz 15/04/2019minha estante
Dessa autora eu li "Um mundo a parte".


Gabi 15/04/2019minha estante
Bricio, e eu esse e Tempo de Partir. Indico os dois :)


Bricio Cruz 16/04/2019minha estante
Parece muito bom!




Tibúrcio 13/12/2018

Livro Memorável
Gente, que livro incrível! Sempre gostei de ler coisas sobre a Segunda Guerra e este livro, especificamente, me causou sensações que nunca havia sentido lendo um livro com esse tema.
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Sage Singer é uma jovem mulher, com uma cicatriz no rosto, carregada de um passado sobre a morte de sua mãe. Frequenta um grupo de luto e trabalha, à noite, numa padaria. Dessa forma não precisa ter contato com a sociedade. Neste grupo ela conhece Josef Weber, um senhor de 95 anos, e acabam criando um laço de amizade. Mas uma revelação e um pedido de Josef deixará Sage atordoada. Ele se revela um ex membro da SS da Alemanha nazista e a pede que o mate. Em contrapartida, a garota tem uma avó, Minka, sobrevivente do holocausto. Como será que Sage reagirá a essas descobertas e ao pedido de Josef?
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Escrever sobre o Holocausto deve ser uma tarefa difícil, e acredito que quem o faz é um corajoso porque nem sempre se consegue passar, em palavras, o sentimento que existe por traz disso. Judi Picoult fez isso de forma maravilhosa. É um livro de uma carga emocional gigantesca. Há muitas perdas. Há muitos sentimentos. Há muitas sensações.
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Aliás, as sensações que este livro causa são intensas a ponto de nos sentirmos incomodados. Houve passagens que tive dificuldade de ler porque me causou repulsa. Não que a narrativa dela seja forte ou muito objetiva, pelo contrário, é porque Judi consegue te levar para dentro do livro e assistir às cenas se desenrolarem em sua frente.
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A história traz vários pontos de vista dos diferentes personagens. Isso é fundamental na construção narrativa da trama. Essa visão dos personagens ajuda a nos conectar ao pensamento de cada um, descobrindo mais sobre o passado deles e, fazendo entendermos sobre as escolhas no desenrolar da história.
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Picoult tem uma sensibilidade na criação dos personagens. Eles são tão humanos, com suas idiossincrasias e escolhas. Vamos conhecendo-os aos poucos, é como se eles fossem se abrindo para nós num diálogo entre personagem e leitor.
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Em suma, é um livro maravilhoso. Se você é chorona ou chorão, compre lencinhos, OK? Vai precisar mesmo!
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Michele Bowkunowicz 22/12/2015

Resenha de A Menina que Contava Histórias
O romance começa com a personagem Sage Singer, uma jovem solitária marcada com uma cicatriz no rosto e pela morte de seu pai e da recente perda de sua mãe. As irmãs a culpam pela morte de sua mãe. Ela herdou do pai uma padaria, e trabalha durante o turno da noite para fugir do convívio das pessoas. Mesmo após três anos, ela ainda chora a perda da mãe, e a cicatriz em seu rosto a faz se sentir um monstro.

Leia o restante no blog, acesse:

site: http://www.lostgirlygirl.com/2015/10/resenha-640-menina-que-contava.html
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Amanda 29/07/2016

Otimo!
O livro traz uma riqueza de detalhes imensa, capaz de te fazer sentir tudo que Minka sentia no campo de concentração. É capaz de te fazer amar e odiar cada personagem, mostrando o melhor e o pior de cada um deles.
Leo e Sage são como nós: não presenciaram a guerra, não são capazes de dimensionar as implicações e consequências que ela trouxe, mas são afetados de toda forma.
Contudo, acho que a autora pecou em alguns pontos, páginas e capítulos desnecessários poderiam ter sido cortados, mas nada que tire a qualidade do livro!
Pra quem gostou desta história, o livro A Bibliotecária de Auschwitz será uma grande leitura também, com tantos, ou mais detalhes!
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Fernanda 19/08/2015

Resenha: A menina que contava histórias
CONFIRA A RESENHA NO BLOG:

site: http://www.segredosemlivros.com/2015/08/resenha-menina-que-contava-historias.html
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Marcos 11/10/2015

Sage Singer é uma jovem mulher, com uma cicatriz no rosto, que esconde um passado. Ela trabalha a noite em uma padaria herdada de seu pai, o antigo padeiro da região. Escolheu esse turno para poder fugir do convívio em sociedade do dia e usa isso como refúgio de seus problemas. Sua mãe faleceu e lembranças ruins tendem a adentrar a sua mente o tempo todo. Para conseguir lidar com isso, ela participa de um grupo de luto, em que pessoas que perderam entes queridos se encontram na tentativa de buscar forças uns nos outros para continuar a vida. Lá ela conhece Josef Weber, um senhor idoso que logo começa a lhe visitar em sua padaria. Mas o que ela não sabe é o que ele esconde e, pior ainda, o pedido que ele irá lhe fazer.

Ao revelar o seu segredo mais forte, Josef percebe que ninguém conseguirá realizar o seu maior desejo. Ele vê em Sage a pessoa que poderá fazer isso acontecer, mas ela não interpreta desse jeito. Se ela o fizer esbarrará em muitas barreiras não só morais, como também legais e as consequências virão não só para ela, como também para a sua família e amigos.

Em paralelo a isso, conheceremos a história da avó de Sage, uma senhora que sobreviveu ao holocausto. Sua história de vida, triste e forte como a de todos os daquele período, fará com que nossa protagonista enxergue além e, ao fazer ligações, descubra uma situação completamente nova em que acabou inserida.

A Menina que Contava Histórias é o segundo romance de Jodi Picoult que tenho contado. O primeiro dela que li, Coração de Mãe, cuja resenha você confere aqui, não me fisgou tanto assim. Mas, as críticas muito positivas, aliadas á narrativa da autora, que tive o prazer de perceber o quão era boa, me fizeram querer mais livros dela para tirar essa primeira impressão. Foi a minha decisão mais acertada e foi com esse livro que a autora me conquistou.

A história mescla diferentes pontos de vista de diferentes personagens, com um complementando a visão do outro. Esse recurso é essencial para a construção da linha narrativa da trama. A alternância de visões faz com que possamos habitar a mente de cada um e, também, visualizar o seu passado e presente, entendendo as motivações e percebendo, aos poucos, como a história se encaixará, sem, ao mesmo tempo, conseguir prever o seu desfecho maior.

Jodi Picoult tem uma escrita brilhante. Sempre tratando temas delicados em seus livros, ela consegue fazer com que a leitura seja leve e o leitor se sinta tão entretido com o livro que não perceberá o quão já adiantou na história. Mesmo com quase 500 páginas, lhe garanto que esse é um daqueles livros que fazem com que você não consiga largar em nenhum momento.

A construção da trama principal merece destaque. A autora tem sensibilidade para fazer personagens humanos, com suas idiossincrasias e motivações definidas. É como se "descascássemos" cada um aos poucos e fossemos nos aprofundando melhor, conhecendo cada um e descobrindo o que aconteceu para ele ser/ter determinadas atitudes.

O livro é forte. Basicamente todos os que já li até agora que tratam a temática do nazismo tendem a me levar a refletir bastante e com esse não foi diferente. O plot do livro narrado nesse período é de levar qualquer leitor às lagrimas. Incrivelmente tocante e sensível.

Recomendo demais a todos que gostem de livros com essa temática, que gostem de dramas bem escritos de uma maneira geral e que gostaram dos outros livros da autora.

site: http://www.capaetitulo.com.br/2015/09/resenha-menina-que-contava-historias-de.html
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Rafaella @blogancoraliteraria 20/11/2015

Perfeito
Isso não é bem uma resenha, mas gostaria de deixar minha opinião, leiam, um tema difícil de se colocar em cima do muro, mas que Jodi faz com perfeição, trágico, emocionante. PERFEITO.
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Vivi 25/10/2017

Duas histórias se desenrolam dentro do livro. Sendo uma delas sobre o holocausto.
Amei o livro.
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