Por Trás da Máscara

Por Trás da Máscara Flavio Morgenstern




Resenhas - Por Trás da Máscara


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Marcelo.Centenaro 04/08/2015

O melhor livro do ano
Para mim, o melhor livro do ano é, sem dúvida, Por Trás da Máscara, de Flavio Morgenstern. Sou amigo e grande admirador do Flavio. Encontrei-o pela primeira vez no lançamento do Guia Politicamente Incorreto da América Latina, de Leandro Narloch e Duda Teixeira, em 2011. Abordei-o na fila. Flavio disse que não costumava ser reconhecido em filas. Muita coisa mudou de 2011 para cá.

Estivemos juntos contra os comunistas que impediram que Yoani Sanchez falasse, em fevereiro de 2013. Estivemos juntos na manifestação de 15 de março contra Dilma. Estivemos juntos em inúmeros eventos em livrarias. Gosto muito de seu estilo e da sua técnica de esgotar os argumentos sobre o assunto de que trata. Invejo sua capacidade de produzir e seu talento. OK, ele é são-paulino. Ninguém é perfeito.

Li Por Trás da Máscara com o mesmo prazer com que aprecio seus artigos. Trata-se, na verdade, de um artigo um pouco mais longo que o habitual. Mas essas quase 600 páginas são sucintas demais.

O mês de junho de 2013 foi particularmente doloroso para mim. Meu pai sofreu um acidente em 31 de maio e faleceu em 2 de julho de 2013. Não pude prestar muita atenção nas manifestações, embora tenha sofrido as conseqüências delas, como todo mundo. Enquanto lia o livro, procurava relembrar o que fiz em cada um daqueles momentos. O detalhismo do Flavio compõe com clareza cada evento daqueles dias conturbados.

O livro começa analisando o que foi o Occupy Wall Street, o movimento de protesto que se instalou no Parque Zuccotti, em Nova York, entre 17 de setembro e 15 de novembro de 2011. A partir de um grupo inicialmente pequeno, composto exclusivamente por militantes, o protesto cresceu enormemente por causa de uma mentira, o boato plantado por um dos organizadores de que haveria um show do Radio Head no parque. Com uma quantidade suficiente de pessoas, realizou-se um ato de caos planejado, a marcha na ponte do Brooklin, que isolou a ilha de Manhattan do restante da cidade. Apesar dos esforços da polícia de evitar ao máximo o enfrentamento, o movimento acabou conseguindo o que queria: imagens de confronto entre policiais e manifestantes. Manipulando as narrativas, conquistou o apoio popular e permaneceu perturbando os cidadãos nova-iorquinos por dois meses. A tática era não declarar qual era sua pauta, quais os seus objetivos. Funcionou.

O principal argumento para o uso da força para desalojar os acampamentos foi a sujeira que produziram. Os manifestantes defecavam em todos os lugares…

Flavio expõe as origens do Movimento Passe Livre, formado por militantes do partidos de extrema esquerda: PSTU, PSOL, PCO e PCB, informação que não se acha na imprensa. Esses grupos não precisam de uma pauta de reivindicações, mas de pretextos para protestar e adquirir poder, forçando o aumento do papel do Estado em supostamente resolver problemas reais ou inventados. Qualquer coisa serve: racismo, ciclo ativismo, LGBTXYZ, liberação da maconha, o que for. Os transportes são um grave problema real das cidades brasileiras e se encaixaram perfeitamente nas necessidades dos militantes extremistas.

A dinâmica das manifestações é descrita com todos os detalhes relevantes. Desde os primeiros atos, houve um grau de violência assustador por parte dos militantes, o que colocou a imprensa e a população contra eles, num primeiro momento. Então, aproveitando-se de alguns erros cometidos pela polícia, exatamente como aconteceu em Nova York, os organizadores conseguiram atrair a simpatia da opinião pública, explorando imagens de confrontos. As pessoas naturalmente tendem a dar razão a quem parece mais fraco.

Flavio lembra de alguns cartazes dos manifestantes, como “Me chama de Copa e investe em mim!”, “Pelo fim do funk alto no busão”, “Só paramos quando o Kinder Ovo voltar a ser R$1,00” e “Vendo Palio 98”. O mais simbólico de todos foi “The jiripoca is going to pew-pew”. São frases auto-referentes que não dizem nada, só expressam o vazio de idéias dos protestos. Flavio propõe mais algumas: “Estou aqui pela mesma coisa do cara do meu lado”, “Piquet foi melhor do que Senna”, “Subsidiem o que eu gosto, proíbam o que eu não gosto” e outras 18 que você encontra no livro.

Um evento chama a atenção na narrativa: a invasão do prédio do Itamaraty, em 20 de junho. Uma multidão havia cercado o Congresso Nacional. De lá, passou pelo Palácio do Planalto e pelo Ministério da Justiça e seguiu, direcionada por empurrões estratégicos, para o Ministério das Relações Exteriores. A segurança desse prédio não é feita por policiais, mas pela Marinha. Os organizadores queriam um confronto contra as Forças Armadas. Diz Flavio Morgenstern:

“Se um único agente das Forças Armadas fosse flagrado dando um croque na cabeça de um manifestante, qual seria a narrativa nos jornais do dia seguinte? Algo melhor do que ‘Exército vai às ruas para reprimir manifestação pacífica’? Nosso país poderia ter-se tornado completamente diferente caso apenas um vidro a mais fosse quebrado. O primeiro que conseguisse se apresentar como liderança do protesto, então, conseguiria ter poderes muito maiores do que os outorgados pelo AI-5.”

Foi esse o risco que corremos em junho de 2013.

O último capítulo trata do assassinato do jornalista Santiago Andrade, atingido por um rojão disparado por dois black blockers, em fevereiro de 2014. Houve muitas mortes causadas pelos protestos, mas essa foi a primeira que claramente partiu dos manifestantes.

Além da narrativa precisa e da análise das causas e conseqüências do movimento, o leitor é brindado com explicações preciosas sobre o pensamento de Elias Canetti, Ortega y Gasset, Eric Hoffer, Ayn Rand, Kuehnelt-Leddihn, sobre a experiência Milgram e sobre a oposição entre os significados originais das palavras democracia e república. Só esses trechos já valeriam o livro.

Senti falta de uma bibliografia no final. Também seria muito útil um índice onomástico (que imagino que aumentaria muito o número de páginas e talvez o custo do livro).

É curioso que, embora tenha sido publicado agora em 2015, o texto certamente estava pronto há mais ou menos um ano. Não há menção aos protestos contra Dilma, que começaram em 1º de novembro de 2014.

Já tem o seu? Não? O que está esperando? Corra para comprar Por Trás da Máscara!

site: http://marcelocentenaro.blogspot.com
erreve 05/08/2015minha estante
Em minha opinião, o livro é leitura obrigatória por todos que desejam evitar ser manipulados pela mídia ou pela academia esquerdistas que hoje dominam o cenário midiático e educacional do Brasil, colocando-se em minha opinião, no mesmo nível de dos escritos do professor e filósofo Olavo de Carvalho e do jornalista Reinaldo de Azevedo.

Explora um assunto pouco conhecido e, menos ainda, divulgado ao leitor comum, esclarecendo muito sobre os interesses escusos de minorias radicais que usam os movimentos de massa para conseguir alcançar objetivos que jamais atingiriam numa democracia representativa como a nossa.




Ricardo 04/08/2015

A partir de estudiosos decentes de fenômenos de massa e cientistas políticos como Elias Canetti, Ortega y Gasset, Eric Hoffer e Kuehnelt-Leddihn, Flavio Morgenstern destrincha os protestos de Junho de 2013 e explica porque estivemos a um passo de um regime totalitário, faltando somente um carismático líder.

É preciso entender o que é um movimento de massa. Trata-se de mobilizações abertas, aparentemente espontâneas, sem propósitos claros, contra tudo que está aí, calcadas em slogans genéricos, ideais abstratos e irrealizáveis. É muito óbvio: caso sejam feitas tentativas de definição de objetivos, a própria massa se dispersa em suas diferenças. O importante é ter todos bovinamente marchando juntos, numa mesma gelatina de “povo”. Além disso, não é o descontentamento que cria a massa, mas ideais genéricos.

Mas como gerar uma massa? Não basta ter somente o descontentamento, o “Sentimento Difuso no Ar”. Para fazer as pessoas se juntarem, é preciso utilizar do infowar, a guerra de narrativas. Mostrar notícias ou eventos desconexos do contexto, como o caso da polícia reagindo (sem mostrar o porquê reagiram, ou seja, para evitar depredações, essas que aconteceram já nos primeiros protestos e que não foi mostrada).

Entidades como o Fora do Eixo e Mídia Ninja estão aí exatamente para fazer a guerra de narrativas, ou “pautar a imprensa”. Criar absurdos como “movimento pacífico e minoria de vândalos”. Vândalos esses que faziam parte do MPL.

Afinal, como surgiram os primeiros protestos massivos? Foram a partir de erros da polícia, que exagerou na contenção e permitiu a criação das tais narrativas contra a “polícia fascista”. O movimento Occupy Wall Street também se aproveitou de um confronto gerado na Brooklyn Bridge para fazer o mesmo (sendo que antes do confronto com a polícia eles reclamavam que a polícia não os atacava).

Tentaram inclusive uma outra oportunidade de narrativa com a invasão do Itamaraty (e não do Ministério da Justiça que estava no prédio em frente). Escolheram o Itamaraty pois é protegido pela Marinha, e um confronto com as Forças Armadas seria tudo que eles precisavam mostrar.

Quase 100% das pessoas apoiavam o quebra-quebra de Junho. Só não viramos ditadura porque não conseguiram canalizá-los a uma tomada de poder, embora tenham tentado, com as propostas de “constituinte exclusiva”. A própria História mostra que não raro massas que se revoltaram contra injustiças acabaram ampliando-as, como Revolução Francesa, Russa, etc.
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pedrocipoli 03/07/2017

Guerra de narrativas
Um livro grande, denso, escrito pelo dono do portal Senso Incomum. Vale a leitura tanto para entender realmente o que ocorreu com as famosas "marchas de Junho" (que nada tem de "espontâneas", como diversos veículos e "intelectuais" tentam convencer) quanto para entender como funciona a construção de narrativas.
Infelizmente, o público acredita que o jornalismo atual é isento. O fato, porém, é que diversos jornalistas, intelectuais e progressistas, de forma geral, possuem uma agenda, tentando vender a sua visão do mundo como verdade. Na maioria das vezes, trata-se de uma visão contaminada, impregnada de ideologias destrutivas que tenta moldar a realidade à teoria, não elaborar uma teoria para descrever a realidade.
Pouco importa se você gosta ou não do Flavio Morgenstern, se ele é, para você, um direitista, olavete, fascista e blá blá. Leia o livro. Entenda o que ele tem a dizer. Discordar sem ver o que o alguém tem a dizer é coisa de gente imbecil. Talvez a "realidade" não seja exatamente o que autores "progressistas" tentam fazer o público acreditar.
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Rafael 11/07/2016

Não era por 20 centavos.
Morgenstern traz uma reflexão sobre as manifestações que tomaram o país em 2013. Foi um momento histórico confuso para o entendimento da população. Assim Morgenstern, através dos grandes teóricos dos movimentos de massa - tenta explicar os objetivos que estavam camuflados nas manifestações.

Primeiramente, um movimento de massa consiste em três características: uma certa quantidade de pessoas, que estejam com os ânimos exaltados e que apoiem várias pautas, como: a melhoria na saúde, na educação, no transporte. Essa é a ideia, uma manifestação genérica com o intuito de ocultar os seus objetivos. Diferente de uma manifestação legítima que tem uma pauta clara.

Assim, com essa realidade difusa em 2013, Morgenstern vai estudar o assunto com profundidade, e através dos grandes teóricos como: Ortega Y Gasset, Elias Canetti, Eric Hoffer, ele nos traz uma reflexão no tocante aos movimentos de massa, o comportamento “sine qua non” para compreendermos a realidade histórica em que estava vivendo o país.

As manifestações começaram com o tal “passe livre”, mas, na verdade, não importava a pauta dos protestos, o objetivo, através de partidos de esquerda aliados aos “movimentos sociais” era um meio para criar o caos, a desordem, a violência - para uma possível mudança de regime: o socialismo. E, assim, alguns partidos ainda acreditam na tomada do estado pela violência, enquanto outros cultivam a revolução cultural gramsciana.

Por fim, as manifestações de 2013 não foram espontâneas. E quem “estava por trás da máscara” eram os partidos políticos e os “movimentos sociais” que cooptavam jovens (seu alvo mais fácil) a fim de uma visão utópica da sociedade, através da violência. Portanto, precisamos ficar atentos – pois o objetivo desses partidos é aumentar o poder do estado e, com isso, podar a liberdade individual da população. O “homem massa” segue acreditando em ideologias que vendem a liberdade, mas que sempre acabarão em escravidão.

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Matheus.Cuglieri 20/01/2021

A realidade, sem recortes
Excelente leitura dos acontecimentos ocorridos nas Jornadas de Junho, que assolaram o país, em um misto de esperança e espanto, nos anos de 2013 e 2014. A cronologia destacada, pautada pela análise de movimentos mundiais análogos e obras de reais especialistas em movimentos de massa, geram uma publicação substancialmente superior a qualquer interpretação de "especialistas" da grande mídia. Nada como alguém desprovido de filtros ideológicos torpes para enxergar a "real realidade", e não um recorte, ingênuo ou macabro, do que se passou naqueles meses no Brasil
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Scalon 28/04/2016

Fundamental para entender o Brasil e o Mundo das Massas
Você pode ler esse livro por alguns motivos:
- Você não entendeu direito os protestos de 2013. Ou acha que entendeu ( nesse caso, provavelmente você entendeu errado...)
- Você quer entender por que diabos um pequeno grupo do MST, MSTT, CUT, PSOL ou qualquer outra sigla consegue parar uma cidade.
- Você quer saber a diferença entre Totalitarismo x Autoritarismo
- Você não se sente representado na política e na imprensa. O que chamam de "opinião pública" raramente bate com a sua opinião sobre diversos assuntos.
- Você quer conhecer um dos expoentes do novo pensamento liberal no Brasil.
- Você gostaria de conhecer autores do Brasil e do Mundo que falam verdades que te ajudam a se posicionar na vida. Nenhum deles jamais foi mostrado a você na Faculdade.
- Você quer entender um pouco o que é Infowar, como as narrativas terminam sendo mais conhecidas que a realidade. às vezes importa menos o que aconteceu e mais o que saiu na mídia.

Eu não lembrava direito da cronologia de 2013 (acho que quase ninguém lembra) e o livro traz um relato detalhado de como os acontecimentos se desenrolaram. Com muitas referências e bem amarrado no contexto mundial ( não amiguinho, nesse caso não é jabuticaba brasileira, os "protestos espontâneos" estão sendo cuidodasemente planejados e deflagrados no mundo todo), mostra um retrato bastante completo de um processo que começou a décadas e que não parece ter fim à vista.

As massas tomaram as ruas, as praças, os governos. E isso pode ser bem perigoso, pois a massa não pensa, geralmente é burra e violenta.

Parabéns ao Flavio pelo livro !! Seguimos lendo ele no seu blog, SensoIncomum.
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deborap 03/01/2016

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Resenha no link abaixo.

site: https://medium.com/@DeboraP/n%C3%A3o-foi-por-vinte-centavos-f199f2d5eec7#.ynnsiwhg7
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Cristiano.Santos 20/07/2017

Cômico e trágico
Por trás da máscara, muitas vezes cômica, vemos a trágica face em sua expressão maliciosa, sem disposição para produzir, senão por destruir e reivindicar.
Neste livro fiquei conhecendo a fundo o que aconteceu naquele ano marcante de 2013. O gigante acordou mesmo? O brasileiro finalmente resolveu arregaçar as mangas e lutar por uma nação melhor? Será que o povo entendeu tão bem sua situação como cidadão quanto entende do seu time de coração?
Flávio Morgenstern responde estas e muitas outras perguntas, desmascarando de fato o "gigante".

site: http://crissantosinfo.blogspot.com.br/
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P. H. de Aragão 04/05/2021

Por trás da máscara de quem desmascara
“Em vez de mostrar fatos nas ruas que precisam ser conhecidos, sua intenção é ter uma narrativa pronta, apenas para encaixar os vídeos, fotos e postagens que conseguir juntar nesse processo. É como ir para a rua com o esqueleto de uma notícia, e filmar apenas o que caiba nesse esqueleto. Qualquer fato novo ou diverso é limado e ignorado. Tudo o que é feito nessa narrativa é voltado para fazer as pessoas tomarem não apenas um posicionamento, mas uma atitude política baseada em ‘vídeos, posts, associados a hashtags, tweets e memes online’ ”.

Essa é a descrição que o autor faz de uma organização de notícias da qual não gosta (sendo “não gosta” um eufemismo). Mas também é a descrição de seu próprio livro.

A obra é de 2015 e, de lá pra cá, todos os atos e métodos políticos que o próprio autor condena já foram e continuam sendo utilizados de forma devastadora por ele mesmo e pelos partidários do governo ao qual apoia.

Antes de encarar as quase 600 páginas de Por Trás da Máscara, recomendo que leia qualquer texto mais curto do Flavio “Morgenstern” (o autor se esconde por trás de um sobrenome pomposo, renegando o seu próprio). Se gostar do conteúdo, este livro serve para reafirmar as opiniões que você já tem. Mas se tiver bom senso, salve seu tempo e passe longe.

P.S.: O livro usa a fonte tipográfica “minion pro regular”, e não sei se isso é uma piada fabricada ou uma piada pronta.

Nota 1/10

site: https://www.instagram.com/phdearagao/
Jim 04/05/2021minha estante
gostei da resenha,exatamente isso.


P. H. de Aragão 05/05/2021minha estante
Valeu, Jim!
Foi uma tarefa muito ingrata ler este livro. Mas achei que ele precisava de uma resenha mais crítica, em relação às outras aqui do Skoob.




Dissensão e Tréplica 12/11/2017

link
link

site: https://dissensaoetreplica.wordpress.com/2017/03/14/conheca-por-tras-da-mascara/
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Reuel 04/01/2021

Flávio Piadista
Com o aquecimento das manifestações “pacíficas com uma minoria de vândalos” e sem “líderes” mas lideradas pelo blacklivesmatter, eu decidi dar uma chance para esse livro e não me arrependi.

Eu era um daqueles garotos nas ruas em 2013 que odiava o governa então fui a manifestação pedi mais estado.

Livro muito engraçado, flavio é um piadista. Pena que muito link citados se perderam, sites que não existem mais como o implicante.org/

Se vc tem algum apreço por slavoj zizek não leia porque você ficará muito contrariado huahua

Por curiosidade fui pesquisar como está o fora do eixo hoje, e encontrei um video do seu líder falando que ainda existe algumas “casas” e com a epidemia o que já era regime opressor se radicalizou ainda mais, com a desculpa que se vc sair da casa pode contaminar os outros as pessoas estão no nível de comunidade Jim Jones. Inclusive a ideia é abrir essas casas na zona rural agora.
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