Condão

Condão Giordano Mochel Netto


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Resenhas - Condão


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Vinicius 02/09/2015

Apenas ao acompanhar um noticiário na TV percebemos que nossa sociedade está começando a ficar cada vez mais envolvida com a política, deixando de ser assunto apenas dos mais velhos e sim, também, dos mais jovens. Protestos, paralisações e greves estão ocorrendo cada vez com mais frequência, Por quê? Creio que a sociedade atual não esta deixando-se cegar-se em relação a situação de nosso país. Reclamar pelos erros do congresso deixou de ser um tabu e sim um direito, uma obrigação. E como urram os protestantes: "Chega de corrupção".

Corrupção. Como acabar com ela? E como seria viver sem ela? São questões como essas que são abordadas no livro Condão, de autoria do Giordano Mochel.

O livro é ambientado em um Brasil futurístico, onde todos os erros como a corrupção, analfabetismo e a fome são resolvidos. O país é controlado por um software de justiça, o Condão. O programa foi criado por Jeremias, um jovem prodígio que deseja a justiça a cima de tudo, e foi com essa ambição que ele criou o Condão, o programa foi adotado pelo país e com isso foi responsável por acabar com qualquer tipo de corrupção, colocando todos políticos corruptos na cadeia.

Jeremias atingiu o status de lider e disseminou tudo de errado no país. Criou escolas, novas tecnologias de transporte, enfim, transformou o Brasil inteiramente, pra melhor. Essa era de paz e progresso passou a ser conhecida como "Era do Ouro"

Continuar lendo:

site: http://decidindose.blogspot.com/2015/09/condao-resenha.html
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Stephanie Raiany 27/11/2015

Brasil Futurístico.
A história começa no Rio de Janeiro, no ano de 2060. Em um mundo totalmente tecnológico, onde os drones acabaram substituindo a função de algumas pessoas, por exemplo, os policiais, são os drones que tomam conta da segurança da cidade.

Edwardo (Ed) um programador de sucesso e com um dos QI mais alto estava tranquilamente fumando (algo que não era permitido) quando ele percebe alguns drones se aproximando, ele rapidamente apaga o cigarro e se esconde. Os drones chegam perto de dois rapazes e os matam algo que não é aceito pelas regras de Condão (nome que foi dado à organização que criou as tecnologias super avançadas) e é aí onde tudo muda.

Ed tenta fugir, tendo em mente que poderá ser punido caso os drones o identifique no local, ele vai direto para a casa de Jânio (Jan) seu amigo, e os dois tentam descobrir o que aconteceu. Sílvia, namorada de Ed e também amiga de Jan entra nessa incrível busca, e os três vão atrás de informações, algo que os ajude a descobrir o que realmente aconteceu.

No meio dessa busca, o trio conhece várias pessoas que estavam escondidas e se juntam a eles, e todos saem em busca de respostas.

Jeremias é um jovem prodígio que está criando algo terrível e que poderá colocar todas as pessoas (humanos) em extinção, será que vão conseguir pará-lo e fazer com que ele esqueça esse plano de vez? Ou não vão conseguir chegar a tempo?

Condão é uma ficção junto com distopia (dois gêneros incríveis) que se passa em um Brasil futurístico, onde é completamente dominado por robôs, a história aborda tecnologia (as mais avançadas) e também Direito. Eu achei incrível o desenrolar da história, com certeza o autor pensou muito bem nos mínimos detalhes.

Claro que não poderia faltar ação, não é aquela história cansativa, que as coisas demoram a acontecer, é ação do começo ao fim. Só as partes que falava sobre tecnologia (e usava algumas palavras que eu não entendo rs) que eu acabava não entendendo muito bem, mas nada que dificulte entender o que se passa, quais são os planos e o desfecho da história.

Um ótimo livro que recomendo para todos, qualquer idade, vocês vão adorar.

site: http://poeliterar.blogspot.com
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Lids 23/04/2016

[Resenha] Condão
O livro tem uma premissa MUITO interessante, é sobre um futuro em que não existem advogados, promotores ou algo do tipo, e toda a justiça é executada e calculada por máquinas, inclusive tem drones que andam pela cidade fiscalizando e impondo a lei. Isso por si só, já é inovador e me conquistou logo no início. O tema evolui muito durante o livro e o mundo vai ficando ainda mais complexo conforme lemos e descobrimos mais sobre o mundo.

A narrativa é bem explicativa, o autor não se detém muito a descrever todos os aspectos físicos dos ambientes, e sim explicando como as coisas funcionam, seja por meio de diálogos ou por meio de lembrança dos personagens. Acho que isso demonstra o quanto o autor tem certeza desse mundo e já pensou em vários cenários e possibilidades dentro dele.

Por ele ter uma narrativa mais explicativa, algumas partes do livro ficam cansativas e perdem o ritmo, tudo é muito explicado e com grandes parágrafos, aí quando acaba a explicação a gente está meio perdido sobre onde a história estava, antes da explicação histórica.

O foco nos personagens mudam de acordo com os capítulos, tem capítulos que são focados no Edwardo, Jânio e Silvia, os cientista que acabaram descobrindo essa trama dos robôs, tem outros que é focado na Resistência; outros em integrantes do Governo, como o Comandante, Jeremias e seu principal aliado o robô Crasso.

Aliás, os personagens são muito bons! Edwardo é um cientista, que acabou testemunhando um abuso de autoridade por parte do robôs, aí ele procura seu amigo Jânio, que também é um cientista que estudou o funcionamento da programação dos robôs, então eles buscam a ajuda de Silvia, uma biogeneticista e namorada de Edwardo. Crasso é um robô super potente que trabalha para o Governo. Celeste é uma personagem que aparece no decorrer do livro e ganha muito destaque, sendo uma das principais integrantes da Resistência. Eu adoro o fato das mulheres serem inteligentes e habilidosas nesse livro, e às vezes elas são as primeiras a entender o que está acontecendo *-*-*

Além disso, a relação entre os personagens é legal, mas poderia ser mais dinâmica, e com mais desenvolvimento. A maioria dos personagens já se conhecem e até tem uma explicação para como Edwardo e Silvia se conheceram e como o relacionamento deles se desenvolveu, mas a interação entre eles poderia ser mais dinâmica e real. A maior parte da conversa entre eles é sobre o que está acontecendo com o mundo, eles não conversam muito sobre como eles estão se sentindo no meio disso tudo, por isso, parecem pouco humanos. Silvia teve que largar sua pesquisa/seu emprego para fugir com Edwardo e ajudá-lo, e isso parece não afetá-la, porque tudo que ela queria era formar uma família com ele Isso me parece pouco realista.

Dei o exemplo da Silvia, mas isso aconteceu com todos os personagens. Ok, que eles tem pouco ou nenhum contato com a família, até porque faz parte da cultura deles: ter poucos amigos e não manter relações próximas com muitas pessoas. Mas e o trabalho? Tudo bem simplesmente largar tudo mesmo? Não sei.

De um modo geral, é uma leitura muito interessante sobre a humanidade, para onde nossa sociedade está indo. Principalmente no que diz respeito à prática jurídica. O autor tem experiência nas área de Contábeis, Direito e Ciência da Computação, e acho que isso enriquece muito essa perspectiva de mundo e de funcionamento de todas essas áreas, por isso, que a parte científica de como funcionam as máquinas e a execução das leis são bem explicadas e críveis.

Recomendo aos que gostam daquela ficção científica clássica, de raiz, estilo Isaac Asimov e Arthur C. Clarke.

site: https://cacadorasdespoiler.wordpress.com/2016/04/23/resenha-condao/
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jeeeh.carool 09/01/2016

Resenha Love Book S2
O livro de hoje é um tanto diferente de todos os que eu já li ate hoje, por ser um livro de ficção cientifica , como vocês sabem eu costumo ler mais estórias com seres sobrenaturais e mocinhos, então quando eu vi a tecnologia robótica e pude imaginar ele detalhadamente por causa dos cards que o Giordano me mandou no kit do livro e também com os detalhes que envolvem a estória eu fiquei super empolgada!
Confesso que ao ler esse livro não pude deixar de imaginar o mundo vivendo dessa maneira. Seria bom por um lado, pois os casos de corrupção e violação de crimes seriam mínimas, por que alguém iria subornar um robô? Mas por outro e se tentassem usar essa tecnologia para uma coisa destrutiva? Não iria dar muito certo...
A leitura é super envolvente e cheia de ação, entra bastante na área de direito quem não esta acostumado com a linguagem pode estranhar um pouco alguns termos usados no livro, mas o Giordano pensando nisso colocou a explicação no rodapé das paginas por eu cursar Administração não tive muito problema, pois tenho bastante aula de Direito.
Enfim, a experiência foi maravilhosa e recomendo a leitura pra quem quer conhecer um universo totalmente futurístico e inovador!


Condão se passa no ano de 2060 na cidade do Rio de Janeiro, em um Brasil totalmente diferente onde a tecnologia toma conta de quase tudo ao nosso redor, até em algumas funções as pessoas foram substituídas por robôs, como por exemplo, os policiais, que agora são os Drones que cuidam da nossa segurança.
Tudo começa quando Edwardo estava em cima de um telhado fumando (algo que não era permitido pelas regras) e ele percebe a aproximação dos Drones, para não se encrencar ele apaga correndo o cigarro e deita para se esconder, deitado ele observa os Drones se aproximando de dois rapazes e os matam (coisa que não é aceita pelas regras de Condão), é ai que Ed percebe que tem algo errado, pois a programação dos Drones não permite que eles descumpram o regulamento e com medo de ser punido Ed tenta fugir o mais rápido possível de lá.
Com medo de ser identificado caso os Drones chegassem ao local ele vai para a casa de seu amigo Jânio, e conta o ocorrido com os Drones, Jan achando estranha a atitude deles resolve ajudar seu amigo a descobrir o que esta acontecendo, nessa busca por respostas eles contam com a ajuda de Silvia que é namorada de Jan.
O que eles nem imaginam é que nessa busca eles iam conhecer varias pessoas que iam ajudar eles á encontrar as respostas e a encontrar Jeremias um jovem prodígio que tinha em mente um plano terrível que podia colocar toda a humanidade em risco.
Será que esse grupo de amigos ira conseguir chegar a tempo de salvar a humanidade?
Com uma escrita impecável e envolvente Giordano nos faz sonhar com um mundo totalmente novo onde a lei é igual para todos.

site: http://www.lovebooks2.com.br/2016/01/resenha-condao-giordano-mochel-netto.html
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Lígia Colares 29/01/2017

Resenha de Condão
Se a tecnologia evoluísse até o ponto da nossa imaginação, como seria o mundo?

Para Giordano, tudo começa quando uma mente brilhante, inicialmente desconhecida, elabora um equipamento que faz a análise imparcial das leis, de forma a não poder ser manipulada. Assim, no Brasil, um cartel de políticos e servidores corruptos finalmente são julgados de forma correta, apresentando ao país uma nova realidade, em que políticos não são corruptos porque o sistema irá condená-los. Mas esse foi só o primeiro passo, porque essa criação abriu portas para a tecnologia robótica, com a inclusão de robôs em varias funções e utilização de tecnologia nas mais variadas rotinas, obtendo maior qualidade de vida para os cidadãos, e colocando o Brasil no ápice do desenvolvimento tecnológico. Nesse contexo, Edwardo, programador, está habituado a todo conforto, porém, em um dia que parecia normal, ele vê dois robôs cometendo assassinato por um motivo muito estúpido! Ele poderia achar que era ilusão, se logo em seguida não estivesse sendo ele o perseguido!

Não contarei mais nada quanto à história, mas posso prometer que ela é repleta de planos megalomaníacos, aplicações incríveis da tecnologia, ideias geniais e muita ação. Edwardo corre em busca de um amigo para conseguir mais informações, e quanto mais ele descobre, mais insatisfeito fica. Será que toda a informação que ele recebe é verdadeira? Até onde confiar na tecnologia? E assim conhecemos personagens secundários que são verdadeiras fontes primárias de informação, e nos vemos cada vez mais envolvidos nesse plano maluco que eles criam, indo atrás de algo que nem eles, e muito menos nós, conhecemos!

O contexto por si só é um deleite a parte. Enquanto acompanhamos Edwardo, visualizamos um Brasil no auge do desenvolvimento tecnológico, com ruas que são esteiras, metrô a vácuo com alta velocidade, lentes para acesso à internet, otimização de energia elétrica e captação de esgoto para melhor qualidade de vida… Um Brasil dos sonhos, em que a corrupção não é mais permitida, e que todo o dinheiro pode ser investido na população. Um mundo que se preocupa com a qualidade de vida de seus iguais na China e na África, de forma a ocorrer um desenvolvimento igualitário no mundo todo… Eu consigo sonhar com o futuro de Giordano, ao menos essa parte! Hahaha!

Eu consegui identificar alguns defeitos no livro, que acho interessante pontuar: alguns parágrafos são muito extensos, algo que não me incomodou mas que também não havia necessidade e sei que muita gente não gosta. Além disso, algumas cenas acontecem rápido demais, imagino que pela necessidade de enxugar um livro que poderia ser facilmente dividido em dois. Quanto a isso, prefiro as cenas curtas à espera de um segundo volume!

Resumindo, o livro te coloca em um Brasil futurista, te envolve em um plano mirabolante e em informações confidenciais, coloca seu pensamento cada vez mais adiante sobre até onde tudo pode chegar, para ao final, quando finalmente acontece o desfecho, você ficar com saudades daquele Brasil que você não viu, daqueles personagens tão singulares, e principalmente, pela esperança de um mundo melhor. Giordano, parabéns pela obra!
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Sthefania.Martins 02/03/2016

Condão
A obra conta a história de Edwardo, um jovem programador virtual, que vive numa sociedade ultratecnológica, onde robôs auxiliam os humanos em diversos trabalhos da rotina humana. Edwardo leva uma vida tranquila até que numa noite atípica ele testemunha robôs assassinando dois jovens. Edwardo foge para que os robôs não saibam que ele estava presente na cena, porém os andróides começam uma caçada para que a testemunha não espalhe o ocorrido. Edwardo corre direto para a casa de seu melhor amigo, Jânio, um professor de História Moderna, que tenta auxiliar Edwardo a desvendar o que poderia ter ocorrido para robôs começarem a atacar humanos. Porém, antes de tudo, eles precisam comunicar a namorada de Edwardo, Sílvia, a brilhante biogeneticista, para que ela fique segura, caso os andróides descubram que Edwardo foi a testemunha do assassinato.
Sílvia de imediato decide ajudar o namorado e o amigo, entretanto, antes de conseguirem desvendar o que poderia estar acontecendo, precisam salvar suas próprias peles, para que os robôs não os capturem. Com isso eles começam uma fuga sensacional e, ainda, tentando juntar informações do que está ocorrendo fora dos limites da cidade.
Na fuga, um grupo de rebeldes os ajuda a ficar longe das vistas robóticas e esse grupo conta a eles o que realmente está acontecendo com o governo e com os robôs, que a população não está ciente.
Contudo, nem todas as informações Glauco, Arnoldo e Celeste, os líderes do grupo rebelde, podem fornecer, por isso o trio, juntamente com os novos amigos, resolvem se deslocar pelo Brasil para desvendar o que estaria levando tais atitudes. Descobrem então, que os preços para se chegar ao atual desenvolvimento fornecido à sociedade foram muito altos e resolvem lutar para que toda a população conheça a verdade e se os verdadeiros culpados paguem por suas atitudes.
Um livro sensacional! Os 5 primeiros capítulos são bem nerds (rsrs), pois neles a base da sociedade é descrita, mas uma obra que não consegui desgrudar os olhos e a todo momento traz surpresas e desafios para os protagonistas. Vale muitíssimo a pena a leitura, super indicado por nós, uma obra nacional que merece ser traduzida pra outras línguas e também adaptada para o cinema.

site: https://www.instagram.com/p/BCa1sqTqK2Y/?taken-by=sisviciadasemesmaltes
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Jorge Henrique 24/01/2016

Um Brasil tecnológico e sem corrupção...
Em um Brasil futurístico dos anos 2060 e muito tecnológico, considerado o maior produtor de tecnologia do mundo (WHAT?), bem mudado, com leis severas, robôs fazendo a varredura e vista grossa nas ruas, um país, longe de tudo que estamos vivendo. Sem pobreza, sem fome, sem bandidos pelas ruas, e tudo isso por causa de um único líder político e sua inteligência, Jeremias, que desenvolveu um plano para tornar o Brasil melhor, mais desenvolvido e sem desigualdades sociais. Mas como nem tudo são flores...

O sonho de todo o brasileiro acaba quando Edwardo, um carioca, e programador, se depara com uma cena um tanto trágica. Com as novas leis, ficou proibido fumar nas ruas, se alguém for pego, é multado, e tem que ir pagar sua divida na delegacia mais próxima, o problema é que, em uma das vistas grossas que os drones faziam na rua, encontraram dois jovens fumando, Edwardo observou que ao invés dos robôs multarem eles, os mataram.

Em meio a isso, ele que ir em busca de respostas, quer saber o porquê disso estar acontecendo, e resolve investigar, junto com seu amigo Jânio e seu interesse amoroso, Silvia, mas ao decorrer deste processo ele acaba sendo procurado pela polícia, e os três terão que se juntar a equipe do capitão Glauco, para descobrir todos os podres que Jeremias colocou na legislação e na sociedade brasileira.

O livro é repleto de críticas sociais, ao governo e também às pessoas em geral. A trama é muito bem trabalhada, detalhe por detalhe, e tudo de diferente que envolva o mundo da tecnologia é explicado para o leitor que não tem muito contato com a profissão nas notas de rodapé, que não deixa a leitura ficar cansativa, tendo que procurar no google alguns significados.

"Então tudo parou. Homens, drones, androides. O próprio tempo pareceu parar. O ar, a água do rio. Tudo. Sentiram a mente invadida. Começara."

Para quem gosta de Ficção Científica, Distopia e Literatura Nacional, este livro talvez seja uma ótima pedida, eu falo talvez porque, gosto dos três gêneros, mas a leitura não funcionou bem para mim. Pode até ser que seja aquela famosa frase, o livro certo na hora errada, então, sim, futuramente darei mais uma chance para Condão e tirar as minhas conclusões finais.

Apesar de ter Ficção Científica e Distopia como gêneros principais, não é só sobre isso que Giordano vai nos trazer em seu livro, teremos uma pitada de humor, amor, drama e amizade, que equilibra os pratos da balança na trama.

A edição do livro está perfeita, sério, o autor teve todo o cuidado de mandar o livro em uma caixinha, com alguns cartões ilustrando alguns personagens da história, permitindo imaginarmos os personagens da mesma maneira que o autor o fez quando estava escrevendo sua obra. Já aproveito o espaço, para agradecer o Giordano Mochel Netto, pela parceria e envio do livro.

Mesmo não tendo gostado muito da história, eu recomendo o livro para vocês, pois alguns amigos meus da blogosfera também leram e amaram (Jorge, o diferentão), então se você se interessou pela sinopse, e de tudo que falei nesta resenha, dê uma chance para o livro, sem levar muito a minha opinião a sério, porque como todos sabemos gosto é gosto.

site: http://diurnosleitores.blogspot.com.br/2016/01/resenha-49-condao-giordano-mochel-netto.html
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Barão 17/11/2015

Mais uma resenha de parceria!

Tenho que começar essa resenha avisando a vocês, queridos leitores, que eu tenho medo das minhas palavras não fazerem jus a esse livro do nosso parceiro Giordano Moche. Aqui, o autor criou uma trama muito bem pensada e (tenho que afirmar) muito bem escrita. Meus parabéns, Giordano, seu livro é espetacular!

O livro Condão é uma distopia (muito bem trabalhada) que se passa num Brasil futurístico, coisa que eu amei. Tudo começa logo após um adolescente prodígio, chamado de Jeremias, desenvolver um software que é capaz de auxiliar o sistema judiciário a trabalhar com mais justiça (okay, até ai blz!). Só que o nosso querido patriota decide aperfeiçoar esse software, criando assim uma nova Era de ordem, erradicando a corrupção, pobreza e fome no Brasil e no mundo, levando-o, com o passar dos anos, a se tornar o líder da nação.

A aventura começa com o jovem Edwardo, um programador de sucesso, que estava aproveitando seu tempo em um velho telhado de um porto, quando presencia dois drones (no tempo atual, a segurança e quase tudo é feita por robôs) assassinarem dois jovens misteriosamente. Porém, isso não é aceito pelas regras do Condão Co, nome dado à organização que criou tais tecnologias futurísticas. Ao presenciar essa violação, Ed fica imediatamente confuso e tenta fugir, pois acredita que ele pode ser punido caso os drones o identifiquem no local. A sua fuga o levará até seu amigo Jânio, com quem ele tentará descobrir o que está acontecendo.

Sendo perseguidos, Ed e Jânio são obrigados a fugir, levando consigo a namorada de Edwardo, Sílvia, que possui uma grande parcela de culpa no que está acontecendo com eles. E é nessa fuga que os personagens acabam descobrindo que nem tudo o que pensavam sobre o líder da nação, Jeremias, e o Condão é realmente a verdade (existe muito mais por baixo dos panos kkk!).

Acho que se eu falar mais alguma coisa estragará a leitura de vocês! (tenho esperança de que após essa resenha vocês irão procurar esse livro para lerem). Afinal, há muitas revelações interessantes no livro, é muito legal acompanhar os personagens em suas descobertas sobre o universo em que vivem. O Giordano dá as explicações gradualmente ao leitor, respondendo na medida certa as dúvidas que a história levanta, sem deixar nenhuma ponta solta (aleluia!).

Tenho que falar que é justamente aí que se encontra o ponto alto desse livro: a escrita e a contextualização. Os detalhes que nos são entregues são tão completos e desenvolvidos que fica difícil não imaginar esse Brasil futurista dominado pela tecnologia e pelas máquinas, sendo o maior exportador de softwares do mundo (é muito bem pensado!).

Porém, não vá achando que a leitura de Condão é tão leve quanto a de outras distopias teens que se encontram por aí, as descrições citadas servem para posicionar muito bem o leitor, mas, em alguns momentos diminuem o ritmo da leitura, já que em várias cenas ocorrem explicações detalhadas, sem que haja muita ação dos personagens (tenho que falar que para ler esse livro, você tem que estar disposto mesmo!).

Eu adorei cada personagem criado pelo Giordano, porém me identifiquei mais com o professor de história, Jânio, o melhor amigo do protagonista. Ele tem uma preferência por objetos e hábitos “antigos”, o que em um mundo futurístico é bem legal. Também tenho que falar que eu amei as invenções criadas pelo autor nesse Brasil evoluído, eu amaria ter um computador com no mínimo um petabyte (não sabe do que estou falando? Tá, posso lhe explicar!). Um petabyte equivale a um milhão de gigabytes, então isso é tipo: Uaaau, quanto espaço! Isso é uma das muitas coisas bem pensadas pelo autor nesse livro que eu adorei.

Concluindo aqui a minha resenha, Condão é uma obra que eu ainda estou absorvendo (me deixou com uma tremenda ressaca literária, não é para menos). Se por um lado gostei muito da história e dos caminhos que a obra tomou, por outro, senti que a leitura se tornou um tanto quanto carregada pelo vocabulário exigente. Sendo assim gente, eu recomendo a leitura desse livro para aqueles fãs de ficção científica que estejam atrás de uma obra bem escrita e bem ambientada, mas que possam ler esse livro sem pressa, e de maneira compenetrada, para que as informações que a história desperta possam ser realmente bem aproveitadas.

site: meninoliterario40.blogspot.com.br
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gustavo 11/11/2015

Perfect
Gente, tenho medo de minhas palavras não fazerem jus a esse livro. Ele perfurou minha mente como uma bala e me deu um soco no estômago.O livro tem ação o tempo todo. No início, tem um teor mais explicativo, para nos introduzir naquele Brasil futurístico. Mas depois de uns sete capítulos, a ação não para uma página sequer.A história conta sobre Edwardo, um jovem que vive em um Brasil futurístico e desmasiado avançado. Toda a segurança é feita por drones, e um dia, Edwardo vê drones assassinando dois jovens, o que é proibido pelo Condão.Vou explicar melhor o que é o Condão. Antes desse Brasil tecnologicamente avançado existir, um garoto chamado Jeremias desenvolveu um software capaz de resolver qualquer caso criminal e que exigia um julgamento. E isso fez o Brasil enriquecer MUITO e se desenvolver rapidamente.Continuando com a história... Edwardo então pede ajuda a seu amigo Jânio para tentarem descobrir o que está por trás daqueles assassinatos cometido pelos drones. Eles, junto com a namorada de Edwardo, Sílvia, embarcam pelo território brasileiro atrás de respostas e descobrem muito mais coisas do que esperavam.Bom, lá para a metade do livro estava achando que iria ser aquelas distopias que falam a mesma coisa, mas descobri-me enganado. As reviravoltas foram acontecendo tão rapidamente que foi quase impossível não desgrudar do livro enquanto bão terminasse. Giordano criou mais do que uma simples distopia, criou um retrato fascinante de um Brasil opressor e avançado. Uma bela de uma ficção científica.Os personagens criados pelo autor são bastante fortes, não desistem fácil, além se serem muito bem construídos. Sério, os personagens são a alma deste livro e o enredo, o corpo.A linguagem de Condão é mais rebuscada, e as descrições do autor, maravilhosas. Você realmente se sente no lugar em que os personagens estão, ajudando a descobrir as verdades daquilo tudo.Giordano Mochel, além de me fazer rever meus preconceitos com livros brasileiros, ganhou meu respeito ao criar esta obra.Recomendo Condão a todos aqueles fãs de uma boa ficção científica! E também a todos os amantes de uma história bem escrita e bem trabalhada, e diferente destas distopias jovens que têm por aí. Condão está entre meus favoritos.


ACESSE: www.cidadedosleitores.blogspot.com
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GETTUB 29/09/2015

Ficção de primeira
Através de um software que, inicialmente, teria como função o aperfeiçoamento do sistema judiciário brasileiro, Jeremias, um jovem prodígio da informática, foi além do planejado e revolucionou todo o país. Através do Condão, nome dado ao programa desenvolvido por ele, erradicou a fome e a pobreza, melhorou o sistema de saúde, criou drones que cuidam da limpeza e segurança, e definiu novas leis para todos no Brasil. Tornou-se o líder da nação.

Sem problemas, as pessoas passam a acreditar nas propagandas do governo e, aos poucos, ficam alienadas a ele. As relações humanas são abolidas, como o namoro, casamento, fidelidade, a criação de famílias estruturadas. Deixou-se de viver em coletividade, para viver individualmente.

"Nesse momento, Jan teve um sobressalto e seu coração disparou. Ficou com vontade de gritar que não era estéril, mas na verdade não sabia. Fora os encontros em simuladores, teve apenas três namoradas, uma delas no colégio. De resto, só encontros esporádicos. Nunca engravidara nenhuma delas. Mas não deixaria que a raça humana fosse extinta. Tentaria. Imploraria, se precisasse."

Isso, até que Edwardo, um programador, está fumando no telhado de um edifício e presencia o assassinato de dois jovens por drones, o que contraria a programação dessas máquinas, bem como as leis do Condão. A partir daí, inicia-se uma perseguição frenética, que envolve o melhor amigo de Edwardo, Jânio, um professor de história, e Sílvia, uma biogeneticista que namora Edwardo.

Conforme o trio tenta escapar, descobre as brechas que levam o sistema atual do governo para uma trama complexa engendrada por mentes mais inteligentes do que as deles. Toda a perfeição do sistema é colocada em dúvida, bem como o custo que a população está pagando pela suposta perfeição em que vivem.

Existe uma crítica voraz por trás da obra, que aponta para como as pessoas são facilmente manipuladas, e em como todo o bem tem seu preço. Aquele ditado que afirma que o poder consegue corromper, e o poder total, consegue corromper totalmente, é perfeitamente exemplificada quando chegamos ao final do livro.

"Então tudo parou. Homens, drones, androides. O próprio tempo pareceu parar. O ar, a água do rio. Tudo. Sentiram a mente invadida. Começara."

Às vezes, as boas ações, por melhores que sejam, ou por melhores intenções que tenham sido executadas, podem cobrar um custo demasiado alto. Não só pelo que abrangem, mas, também, pela forma como o resultado corrompe quem as executa. Não existe o bem total, nem o mal total. Tudo no universo existe em equilíbrio, do contrário, um lado exterminaria o outro. É uma lei da natureza. Quando algo se sobressai, ela compensa. Da mesma forma são as decisões humanas. A curto ou a longo prazo, o que fazemos de bom ou de mau, retorna para nós.

A distopia futurística criada por Giordano Mochel Netto é minuciosa, muito bem escrita e curiosa, por se passar em um país que necessita demasiado de um Condão, caso este não tivesse seu lado perverso, que corrompe todo o sistema e a população de uma forma bem mais sutil e perigosa do que o branco e preto de nossa sociedade atual.

site: http://thehouseofstorie.blogspot.com.br/2015/09/resenha-condao.html
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Desenhando em Letras 28/01/2016

O mundo que poderá ser real
Conforme observado na sinopse, a trama se inicia após um homem, Edwardo, se deparar com o assassinato de dois jovens por drones responsáveis pela segurança pública. Nos dias de hoje, contudo, seria natural se o homem não fizesse nada, sequer tentasse esclarecer o que se passou no local, mas, no futuro, com o avanço em relação à identificação de suspeitos e, também, com a chegada de uma nova tecnologia capaz rastrear qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo, Edwardo percebe que a sua vida está em perigo. Em primeiro lugar, por ter usado de uma droga, a ColdCo, que supostamente foi o estopim para que os drones assassinassem os rapazes. E, em segundo, por ter sido testemunha ocular do crime.

Diferente de outras obras do gênero, embora mantenha aspectos comuns à ficção científica apresentando reflexos principalmente de Admirável Mundo Novo, Condão se destaca pela abordagem política, explorando, dessa forma, as muitas facetas do sistema Judiciário, Legislativo e Executivo.

Traçando de forma verossímil parâmetros que culminaram na construção de um novo planeta Terra, onde a população não mais vive sem os avanços tecnológicos, o autor, Giordano Mochel Neto, nos introduz a um mundo completamente plausível, pontuando de forma crível o porquê das diversas intervenções da tecnologia, elucidando conscientemente as falhas humanas que precisaram ser aprimoradas e, sobretudo, fazendo-nos questionar se o presente é mesmo o nosso porto seguro ou se precisamos com urgência desses reparos que foram citados.

Não haveria o que se discutir diante da visão de um futuro tão impecável se não fosse um detalhe que está presente na maioria dos livros de ficção científica: as máquinas evoluíram demais. E é certo que, em uma sociedade onde todos se acomodaram com o conforto fornecido por drones, metrôs ultra velozes e outras dezenas de parafernálias, a população se torne refém das máquinas mal-intencionadas.

Bacharel em Ciência da Computação, é evidente que o Giordano Mochel Neto apresentasse ao público uma obra aceitável em aspectos tecnológicos; no entanto, em Condão, percebemos que o cuidado do autor não está voltado somente a esse detalhe, mas também em todos as questões linguísticas, que foram respeitadas e mostraram, assim, que o livro de estreia é não apenas um prato cheio para os amantes dos livros futuristas, como mais uma excelente opção de leitura àqueles que não querem se preocupar com excessos de pronomes e tampouco se a vírgula está mal empregada em determinada oração. Com a criação de personagens marcantes, totalmente particulares e independentes, o enredo tornou-se uma aventura constante. Enfim, Condão apresenta as suas singularidades na medida certa e respeita as características que há muito acompanhamos escritas nas páginas de um livro ou estampadas nas telas do cinema.

site: http://desenhandoemletras.weebly.com/blog/resenha-condao
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Izabel Wagner 21/01/2016

Confira a Resenha Completa no Estante Diagonal !!!
"Outro aspecto que me alegrou muito, foi a quantidade de informação apresentada durante toda a narrativa. Talvez, devido a formação do autor; por sua curiosidade por vários temas apresentados nessa história; ou ainda pela união desses dois motivos, percebemos um ótimo embasamento durante todo o livro. Aqui observamos um maravilhoso exemplo de como é possível integrar informação e fatos a uma história fictícia e ainda trazer algo empolgante, cheio de ação e aventura. É verdade que em certos aspectos essas informações podem ser um pouco confusas, principalmente para aquelas pessoas que, assim como eu, não estão familiarizadas com os temas abordados, mas, conforme a leitura flui, toda aquela informação é posta em prática e ganha um lugar na história, permitindo o entendimento do leitor."

site: http://www.estantediagonal.com.br/2015/12/resenha-condao.html
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Jonas 20/12/2015

Resenha Condão - Giordano Mochel Netto.
Bom pessoal se tornou um pouco difícil pra mim continuar a leitura do livro pelo simples fato de querer que tudo aquilo, ali dissertado, fosse realidade.
A história se passa no Rio de Janeiro no ano de 2060, onde humanos e drones dividem o mesmo espaço. Os drones são robôs que tem a capacidade de fazer as mesmas funções humanas, entretanto com mais afinco e seriedade. Mas até que ponto eram comandados pelos humanos ? Um surto acontece e os drones começam a cometerem delitos, entre eles, são os assassinatos.
Edwardo acaba presenciando, sem querer, duas dessas tragédias, e resolve se abster, brevemente, do que via.
Ed, Silvia e Jânio vão em busca de resposta e nessa jornada acabam encontrando outros "rebeldes". A humanidade estava ameaçada pela tecnologia, até que ponto a inteligência humana seria capaz para destruir tudo aquilo que construiu com tanto afinco ?
O livro tem muita ação o que ajuda na dinâmica da narrativa, outro ponto que favorece é a ordem dos fatos, que lembra uma rebelião. Tem como base a ficção científica, mas a distopia anda junto ao seu lado.
Achei muito interessante e fiquei esperançoso para que um dia, não só o Brasil, mas o mundo como um todo, seja da mesma forma como o autor trabalhou, um mundo sem desigualdades, onde todos caminham juntos.
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Amanda Molina 25/02/2016

Incrivel
O livro já começa mostrando como vai ser sua história: cheia de ação e aventura. Edwardo, um jovem programador, estava fumando no telhado e próximo dele estavam dois jovens, quando, dois drones responsáveis pela segurança pública, se aproximam e ao invés de usarem o protocolo padrão, as maquinas aparentemente assassinaram os jovens. Ed sabe que isso não é aceito pelas regras do Condão, por isso tenta se esconder, e é perseguido pelos drones.

Com medo, ele foge para a casa de seu amigo Jânio e descobre que há alguma coisa errada com o sistema, ainda sendo perseguido, agora junto com o amigo, é obrigado a fugir levando sua namorada, Sílvia. E nesta fuga acaba descobrindo que vivem em uma teia de mentiras.

Condão é uma tecnologia criada pelo grande líder Jeremias, essa tecnologia substitui tudo o que conhecemos como justiça. Drones são responsáveis pela segurança, limpeza e inclusive pelas leis, por serem considerados imparciais . Juízes não são mais necessários. Tudo é muito avançado e, até então, muito utópico.

Os personagens presentes no livro são todos muito inteligentes, mas têm a mente "fechada" para algumas questões.

“Os moradores da cidade vivem em um estado de alienação constante, voltados para o próprio mundo. Fechados para tudo que acontece no exterior. Se contentam apenas com o que veem na mídia. Mas toda ela é manipulada. Os dados importantes são fabricados.”
Um ponto muito interessante nessa sociedade futurística é que o governo incentiva a população a não criar laços.

O livro é narrado em terceira pessoa - o que é muito bom, pois não ficamos presos em um único ponto de vista. Ele mostra um Brasil desenvolvido, com uma sociedade muito inteligente, onde a fome, corrupção, pobreza e analfabetismo foram extintos. E inclusive mostra a partir de vários pontos de vista, como foi ocorreu a evolução no país. Esse período de transformação ficou conhecido como "A Era de Ouro".

Condão nos faz refletir muito sobre os dias de hoje, questões como mídia, política, saúde e justiça - mesmo se passando em um futuro distante. A trama é muito elaborada e desenvolvida. Os detalhes que Giordano nos dá são impressionantes, ele explica tudo o que é citado no decorrer do livro.

Super recomendo o livro a todos e especialmente para os amantes de uma boa Ficção Cientifica.

site: http://blogdameninaquele.blogspot.com.br
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