The Game

The Game Anders de la Motte




Resenhas - Trilogia The Game


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Scriptoriumm 01/09/2017

The Game
Em específico, a pseudo-semelhanças para com a narrativa de Millennium, que foi o maior sucesso internacional da literatura sueca. Nesta história também ocorrem investigações e relação importante com a tecnologia. O caráter também é investigativo e há várias narrativas e pontos de vistas no decorrer dos livros.


site: http://scriptoriumm.com/2016/10/o-jogo-volume-1-resenha/
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Jaqueline.Ferraz 16/06/2017

Eletrizante
Um livro com várias reviravoltas, eletrizante e bem escrito.
Eu achei a personagem de HP bem chata e da Rebecca bem forte. A construção da ligação dessas duas personagens é aprofundada, e a loucura que é o jogo.
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Gabby 23/03/2017

Foda pra caralho. ??
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Thaís Gomes Gonçalves 01/03/2017

Tinha tudo para ser um bom livro, mas...
Estava ansiosa para ler esse livro. A premissa dele é incrível, porém a história não é tão envolvente. Não me senti tocada pelo personagem HP, e a explicação do Jogo não me convenceu. Larguei a leitura com pouco mais de 55%, com muita insistência.
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Natalia.Goncalves 13/01/2017

Fraco
O livro conta a saga de HP que ingressa em um jogo no qual deve cumprir tarefas informadas pelo celular. A medida em que vai evoluindo, as tarefas se tornam mais ousadas e perigosas.
O texto foi escrito há tempos, quando os smartphones estavam começando no mercado. Para quem goste de teorias da conspiração talvez se interesse por esse livro, contudo, não tive nenhuma surpresa com o enredo. Pensando se irei continuar a série.
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Alê 28/12/2016

The Game - Outro Garoto Lendo
The Game conta a história do ‘HP” (não é o Harry Potter.) Henrik Petterson, um cara falido, sem perspectiva de vida e com um caráter muito duvidável, que encontra um smartphone dentro de um trem em Estocolmo, e o aparelho o convida para participar de um misterioso jogo. Depois de aceitar ele tem que realizar algumas tarefas, que vao desde roubar um guarda-chuva numa estação de metrô, até coisas um tanto mais… perigosas. Com o decorrer do Jogo, Hp percebe que ele pode estar se envolvendo com coisas muito importantes.

O livro te prende da primeira linha até a última. O Anders faz o melhor jus a escola Sueca de literatura, que conta com nomes como Stieg Larson, autor da trilogia Millenium. Com uma trama super envolvente que me deixou sem ar em determinados momentos, personagens tão bem construídos que fazem você querer abraça-los, ou até mesmo mata-los, esse é um dos melhores livros de 2015.

site: https://outrogarotolendo.wordpress.com/2016/12/27/resenha-the-game-o-jogo-vl-01/
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joao199_ 04/12/2016

Não foi um dos melhores.
O livro é ótimo, história legal e tudo mais. Só não foi tão bom para me deixar com vontade de começar a ler o resto da trilogia.
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Wellington 21/09/2016

"Nerve" ou Trilogia “The Game”!?
De um lado temos a trama da tímida Vee DeMarco (Emma Roberts), uma garota comum, prestes a sair do ensino médio e sonhando em ir para a faculdade. Após uma discussão com sua até então amiga Sydney (Emily Meade), ela resolve provar que tem atitude e decide se inscrever no "Nerve", um jogo online onde as pessoas precisam executar tarefas ordenadas pelos próprios participantes.

De outro lado, temos a trilogia “The Game”, publicada no Brasil pela Darkside Books, onde Henrik “H. P.” Peterson, ao aceitar um convite anônimo, via celular, ingressa em um jogo repleto de missões inusitadas pelas ruas de Estocolmo. Ocorre que, a cada tarefa cumprida, e devidamente compartilhada na rede, ele tem a sensação de que a brincadeira está ficando séria demais. Seria paranoia? Ou será que "H.P" está realmente ingressando em uma poderosa rede de intrigas, com conexões que poderiam chegar aos responsáveis pelo assassinato do primeiro ministro sueco em 1986 ou até mesmo aos ataques do 11 de setembro?

Pois é, amigos, poucos perceberam que a trama de “Nerve” é MUITO semelhante à da trilogia “The Game” (com poucos minutos de filme, eu já tinha percebido), mas na trilogia de livros (que, vale ressaltar, já foi totalmente publicada pela Darkside), a profundidade da trama – e dos personagens – é muito maior. Dito isso, enquanto que o filme foca em um contexto mais adolescente (com situações e cenas despojadas), os livros, que, vale frisar, “em tese”, não inspiraram a película, apostam em uma trama mais adulta e sombria (a profundidade dos personagens (bem como o cotidiano que os envolve) é muito maior). O “jogo”, ao longo dos três livros que constituem a série, assume consequências muito mais sérias que as vistas no filme.

Se vale uma dica, recomendo a leitura da trilogia publicada pela Caveirinha e, adiante, - por que não? - o filme.

site: http://tomosetelas.blogspot.com.br/
Sam Xavier 09/12/2016minha estante
Eu também reparei na semelhança! Mas vale ressaltar que Nerve é livro também, viu ^^




Polle 05/09/2016

Nada além de decepção
Recebi boas referencias a respeito desse livro, comecei a ler com uma ideia montada: "livro maravilhoso, com história empolgante e personagens envolventes". Acabou que senti nada além de decepção. Leitura longa e cansativa, por mais que o livro seja narrado de forma frenética, a sensação a cada virada de página era que aquilo nunca iria acabar. Quando sei que um livro faz parte de uma trilogia, fico extremamente ansiosa para finalizar e já começar o próximo livro. Nesse, assim que terminei de ler a última página, além da sensação de alívio, surgiu um desespero e o questionamento: "Se o primeiro livro já foi tão ruim... imagine os outros dois".
Quando minha decepção profunda, diminuir darei uma chance para o livro 2. Enquanto isso, fico aqui refletindo, "como um livro com a temática tão legal, conseguiu ser passado de uma maneira tão ruim?".
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Rafaela 04/09/2016

HP é um malandro preguiçoso que encontra um celular no trem, mas o bizarro é uma mensagem dirigida a ele o chamando para jogar. Ele aceita e começa receber instruções para atividades como furto, vandalismo e tal, e deve filmar tudo. Mas a graça desse jogo é que existe uma especia de rede social onde os vídeos das tarefas são postados e outros usuários podem postar comentários. E para melhorar tem rank e os jogadores recebem uma bolada de acordo com a dificuldade das missões, tudo isso faz HP ficar muito empolgado com o jogo e fazer tudo que for mandado.

Os capítulos acompanham não só o HP mas também Rebecca, uma guarda costa que é um amontoado de clichê. É uma mulher que sofreu algum tipo de abuso no passado, por isso é fechada e escolheu ser policial, é muito mais focada, determinada e fodona que os outros colegas de trabalho, mas, mesmo assim, sofre com o machismo. Não quer relacionamento, só uma transa casual, mas, no fundo, é frágil, quer encontrar o príncipe encantado e lógico vai se sentir culpada quando acontecer alguma merda no trabalho. Nada novo e falam tao bem dos autores suecos que não esperava tanta mesmice.

A premissa do jogo e todo mistério é fantástica mas os personagens são tao rasos e chatos que tiram toda a graça da história. O HP é um boçal, o pior que o autor escreve todos os pensamentos dele que é tipo deixa eu ir embora antes que a garota acorde porque ela é muito feia, meu amigo se converteu ao islamismo e parece um vendedor de tapete barato, eu sou o maior fodedor do pedaço, meu pau é de ouro, e por assim vai toda a vez que a narrativa foca nele. Da vontade de puxar a orelha dele e da descarga. Ele sofreu na infância e adolescência, foi negligenciado pelos pais, mas, mesmo assim, fica difícil aturar tanta babaquice. Acho que o autor tentou ser engraçado mas o resultado chega ser brega porque tem umas coisas que ele fala que parece ultrapassado, forçado. Mas talvez o pior é que ele é descrito como inteligente, sagaz mas preguiçoso e sem empatia pelo próximo. E durante o desenrolar da história ele parece burro, uma criança que acredita em papai noel e não me refiro a sua linguagem mas as suas decisões, incapacidade de questionar e de enxergar o obvio.

O livro não tem 300 páginas mas a leitura foi super lenta, os personagens são rasos e a história que prometia muito acaba superficial, tenho vontade nenhuma de continuar lendo os outros livros.
Daia 18/09/2016minha estante
Você descreveu exatamente o que eu senti ao ler o livro, principalmente em relação ao HP. Foi bem decepcionante, não tenho vontade nenhuma de continuar a história.




AndyinhA 30/07/2016

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Começando mais uma série aqui no blog e essa, confesso, fiquei com um pé atrás para ler, pois o autor é sueco (eu ainda não consegui me acostumar com esse jeito meio arrastado de narrar deles) e outra, porque li muitos comentários positivos e sempre que isso acontece, eu acabo achando o livro meio porre e acho que só eu não achei que era esse babado todo.

Mas o livro me surpreendeu e quero ir para o segundo livro da série (que é uma trilogia), ele trata de um tema interessante e que em qualquer vídeo/ideia de teoria da conspiração já passou o assunto; e se a gente não tivesse livre-arbítrio e na verdade a gente fosse direcionado para algo? Algum tipo de jogo, onde a gente tem algumas escolhas, mas as linhas gerais já estão definidas?

Uma pegada meio Matrix, né? Não diria exatamente, mas durante o livro a gente tem um pouco dessa sensação. Os fins justificam os meios? Vale tudo para ‘bombar’ em algum lugar? Seja rede social, seu meio ou coisas do tipo? Até onde a gente vai por isso? Perdemos o nosso caráter? Nossa essência?

O livro é o ponto de vista de dois personagens; um é alguém que irá se tornar um Jogador, um zé ninguém, com passagens pela polícia, baixa autoestima que precisa ser aplaudido para se fazer funcionar, sem muitos amigos. O outro narrador é uma policial com um passado meio obscuro, que tenta de tudo para negá-lo e quer subir na carreira, mas por ser mulher sabe que precisa provar mais duramente. Eles demoram para se encontrarem, então os acontecimentos nos parágrafos são narrados em terceira pessoa e cada momento a gente sabe um pouco o que acontece com a vida do outro.

A narrativa com certeza é o grande problema, os autores suecos têm esse lance com uma narrativa arrastada que eu ainda não sei explicar, todos os livros que li foram assim, a história custa a engrenar e muitas vezes a gente acaba desistindo/quer desistir por conta disso. E aqui, serei honesta, precisa insistir pelo menos até o capítulo 5 (ou seja, ir quase até a página 60 da história) para começar a ver que enredo doido e intrigante que o autor quer nos mostrar, antes disso é bem confuso.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2016/01/poison-books-game-vol1-anders-de-la-mote.html
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adrianoprospero 28/06/2016

Interessante, mas cansativo
A história é até bacana, com uma boa trama. Só que o exagero no suspense e na fragmentação da história, aliado aos depressivos flashbacks, acaba deixando a leitura muito chata, toda hora te dando tesão e te jogando um balde de água fria. Sem falar no monte de nomes de coisas e lugares em Sueco que são impronunciáveis, e a narração escrachada, carregada de xingamentos. Já estava desistindo de continuar a trilogia, mas confesso que o final me deixou curioso... Mas não recomendo.
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Rafael 23/06/2016

O jogo começa agora.
Desde que a sinopse de The Game - O Jogo foi divulgada pela DarkSide, fiquei extremamente curioso para lê-lo, só que pelo fato de ser um livro um pouco caro por conta da qualidade na fabricação, sempre adiava a compra por outros que também me despertavam interesse. Mas ao ver uma promoção, foi impossível não comprá-lo. Infelizmente, ao finalizar a leitura a sensação de decepção foi maior.

O plot principalmente do livro - o Jogo - é realmente bem interessante, mas as narrações de HP e Rebecca não. A única que me despertava interesse era a de HP e exatamente por ser ela que movimentava a trama da história, diferente da de Rebecca que, antes de unir-se à HP, só tratava de seus problemas pessoais por conta de um relacionamento do passado. Confesso que a personagem tem um certo crescimento com o passar da história e fica mais fácil compreendê-la - assim como sua narrativa melhora -, mas ainda assim não me identifiquei muito com ela. HP, como eu disse, tem uma narrativa mais interessante por ser o que acompanha o Jogo de dentro e é fácil torcer por ele, mesmo que no começo ele seja um personagem bem narcisista.

Alguns plot twists foram bem óbvios, como o que unia HP e Rebecca; mas Anders de la Motte conseguiu me surpreender em um, além de enganar o leitor com o famoso "nem tudo é o que parece". Essas conexões que o autor fez em volta de todos os personagens apresentados foi bem interessantes e é um ponto comum em livros, filmes ou séries do gênero.

Mas O Jogo realmente é o ponto alto da história e é ele que carrega a grande mensagem da obra: até onde as pessoas estão dispostas a ir por fama e dinheiro? Muitas pessoas querem ambas coisas, e não se importam por quais situações devem passar para conseguir, seja algo perigoso ou ridículo - situação que vários jogadores, inclusive HP, vivem. Por ser o primeiro livro de uma trilogia, é óbvio que vários pontos ficarão abertos, mas introdução do jogo foi bem feita, apesar do autor repetir inúmeras vezes que tudo pode ser uma grande conspiração mundial, o que já fica sub-entendido para o leitor na sinopse do livro e na primeira vez que isso é mencionado na narrativa.

Apesar disso, foi uma leitura extremamente difícil. Em vários momentos, me desconectava da história e quando via, precisava voltar vários parágrafos porque não estava entendendo nada. E mesmo sendo um livro curto - 262 páginas - levei mais de uma semana para finalizá-lo. No geral, esse volume foi decepcionante e apesar de ficar curioso para saber mais sobre O Jogo, acredito que minha experiência com a trilogia acaba aqui, o que é uma pena.

site: http://crushforbooks.blogspot.com.br/
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LT 15/06/2016

Eletrizante é a palavra certa para definir esse livro, repleto de cenas de ação e mistério. Henrik "HP" Petterson nem sequer imaginava que sua vida mudaria tanto simplesmente por encontrar um celular na rua.

“Quer jogar, Henrik Petterson?Sim? Não?"

O que vocês fariam se um celular desconhecido de repente lhes mostrasse essa pergunta, e com seu nome completo? HP pagou pra ver (para nossa felicidade :p), desesperado por estar desempregado, ele viu no “jogo” uma forma aparentemente fácil de conseguir dinheiro e ser famoso na internet. Com o avanço no jogo HP se vê obrigado a fazer coisas cada vez mais complicadas (e até suspeitas), mas para ele, o reconhecimento e o dinheiro valem a pena.

Do outro lado temos nossa segunda protagonista, a guarda-costas Rebecca Normén, encarregada da segurança da ministra da Integração da Suécia. Missão que quase não acaba bem, pois sua equipe sofreu um atentado. Fica a questão no ar, quem são os responsáveis por isso?

Alternando entre os dois protagonistas, o autor conduz a história de forma que queremos sempre saber o que vem pela frente, deixando “ganchos” para as próximas partes, um dos quais vai afetar ambos os personagens (não vou contar, seria um enorme spoiler, vocês terão que ler :p).

Mais à frente na história, HP começa a se perguntar quem está por trás do “jogo”, e procura a ajuda de seu amigo Magnus Sandström (também chamado de Manga)– ou Farook Al-Hassan, como gosta de ser chamado agora que se converteu ao islamismo. Ele possui uma lojinha de equipamentos para computadores e entende tudo de informática, então HP tenta conseguir com ele informações sobre o misterioso celular, e o “jogo”. Manga dá um certo tom cômico nas partes em que aparece, pelo seu jeito desleixado de ser, vivendo no meio da bagunça que é sua loja.

“Bem-vindo ao jogo, HP! Nesta página você será informado sobre as regras básicas e o regulamento para os participantes. Recomendo que leia com atenção e reflita antes de decidir se deseja ou não continuar. Entendeu? Sim? Não?”




Conforme você avança no jogo, as missões se tornam mais difíceis, tornando o jogo cada vez mais perigoso, e novas regras são apresentadas ao participante (a desobediência delas traz consequências), e a pontuação ganha por cada missão completa aumenta, e também o dinheiro.


E é em meio às missões de HP, às investigações de Rebecca e à ajuda de Manga, que Anders De La Motte nos conduz por esse ótimo thriller policial (que me prendeu do início ao fim), cujo final vai surpreendê-los bastante (o que acontece na última página me tirou o fôlego) e fazer com que queiram a continuação, também já lançada no Brasil pela Darkside.

Resenhista Júlio César.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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