The Game

The Game Anders de la Motte




Resenhas - Trilogia The Game


41 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3


thiago.bonan 16/07/2015

Melhor do que Eu Esperava
Eu não estava muito interessado pelo livro, mas quando vi que a editora era a DarkSide fiquei animado, mesmo tendo ficado tão decepcionado com " Onde Cantam os Pássaros".

A história desse livro começou interessante, mostrando uma personagem diferente do que costumamos ver em livros, Henrik "HP" Pettersson. Ele não liga para nada, arruma McEmpregos ( é assim que o livro descreve os empregos ruins que ele arruma), sai para festas todos dias, falta trabalho,não faz a menor questão se vai ser demitido. Sua vida rotineira é aumentada em alta adrenalina quando um misterioso celular é deixado para ele de uma forma bem esquisita e nos faz desconfiar. Ao longo do livro ele vai fazendo as tarefas de O Jogo que cada vez mais vão piorando, até que coisas inesperadas acontecem. Cada capítulo vamos descobrindo de como esse jogo é complexo e grandioso, de um tal forma que eu não esperava, fazendo diversas relações com acontecimentos reais os quais conhecemos. Com uma narrativa acelerada, The Game de Anders de La Motte com certeza deve ser lido, há alguns capítulos cansativos na metade do livro, aproximadamente ente ás páginas 160-210, mas nada que faça você abandonar o livro, pois nos deixa algumas informações importantes que nos fazem ficar super interessados pelo final como: " Algo grande vai acontecer", " "O Final está chegando", " A última Tarefa", isso me deixou super ansioso e não me deixou sair do quarto enquanto eu não acabasse de ler. No final temos algumas revelações que nos fazem ainda mais, perceber que esse Jogo é fascinante. Anders ( autor do livro) criou uma ótima história com bons personagens, com alguns passados misteriosos que durante alguns capítulos vão sendo revelados, trazendo mais atração a história.

Como eu disse no título da resenha, superou minhas expectativas, se você acha que o livro vai ser cansativo, cheio de tarefas ridículas e com o final que todo mundo espera, está completamente enganado e peço que deem uma chance para esse livro. Em relação a capa, a DarkSide fez um ótimo trabalho e o marcador em forma de um celular ficou muito legal. Estou, agora, esperando pela sequência dessa trilogia que gostei tanto.
comentários(0)comente



Samuel Simões 20/07/2015

EXTREMAMENTE BOM E SURPREENDENTE!!!
Desde quando vi que a DarkSide Books ia lançar esse livro fiquei extremamente empolgado e logo comprei e bem.. As expectativas eram extremamente altas por se tratar de um livro que envolve jogos como outros autores fizeram Ex: James Dashner / Ernest Cline e posso dizer que não me decepcionou em NADA! O livro é maravilhosamente bem escrito com várias reviravoltas e um final MUITO surpreendente do qual eu gostei demais! Enfim, uma ótima estréia do Autor Anders De La Motte. Recomendo DEMAIS esse livro!! E ansioso pelas continuações!!!!
Petrucio.Lamenha 14/03/2017minha estante
undefined


Petrucio.Lamenha 14/03/2017minha estante
Nao


Petrucio.Lamenha 14/03/2017minha estante
null


Samuel Simões 15/03/2017minha estante
kkk eu só li o primeiro, o segundo é muito fraco e o terceiro eu nem quis ler.. decepcionante.. só achei o primeiro bacana..




Clara 21/09/2015

Notas de rodapé!!!
(Nota: 2.5) O enredo chamou minha atenção por causa da vibe de filme de espionagem. O que eu não gostei durante a leitura, creio, pode ser resumido exatamente nisso: tive a sensação de estar assistindo a um filme de espionagem longo demais, com reviravoltas previsíveis, muita backstory e pouca resolução.

Gostei de acompanhar a relação entre os dois protagonistas. Achei que ela foi bastante refrescante e, ainda assim, retratada de uma forma absolutamente natural. O que me leva a: fiquei bastante satisfeita conforme o papel da Rebecca crescia com a história, e eu me via torcendo para que ela acabasse cada vez mais envolvida com a situação do Henrik, ao menos para que eu pudesse acompanhar mais as coisas do ponto de vista dela. Não consegui simpatizar muito com o Henrik em si; mas ele não deixou de ser um antiherói convincente e “real” à sua maneira.

Particularmente, meu maior problema foi com a lentidão da narrativa. Por se tratar de um thriller policial, eu esperava que a ação fosse mais ininterrupta... da maneira que ela foi representada, tive a impressão de que, da metade em diante, aconteciam simplesmente as mesmas coisas de novo e de novo; e nas passagens em que não ocorria nada “mirabolante”, achei que haveria um certo suspense sobre as consequências que o Henrik sofreria por suas ações, mas os pensamentos dele devaneavam com tanta frequência, que mal houve espaço para o jogo psicológico pelo qual eu esperava.

A maioria das “revelações" era bastante óbvia, e me surpreendi que HP nunca previsse nenhuma delas. Eu até entendo que elas tenham sido simplesmente um elemento para prosseguir com a história... e eu aceitaria isso de bom grado se Henrik nunca tivesse sido descrito como “esperto” e “sagaz”, haha.

PRÓS: Adoro notas de rodapé!!!!
CONTRAS: Não peguei todas as referências :( Mais notas de rodapé? AHAHA

Esse livro dificilmente vai entrar para os meus favoritos, mas a história foi intrigante o suficiente para que eu ainda tenha vontade de acompanhar o desenrolar dela. Tenho a sensação de que este volume pecou apenas por ter sido pesadamente introdutório, e tenho a esperança de que o próximo tenha muito menos “flashbacks” e muito mais ação. :)
Samara 24/09/2015minha estante
Adorei a resenha! Finalmente alguém que não vomita elogios em cima desse livro (hahaha). Também o critiquei no meu blog. Se quiser dar uma olhada: http://www.historiaaocontrario.blogspot.com.br/2015/09/trilogia-game-volume-1-anders-de-la.html


Rebeca 20/12/2015minha estante
É incrível como HP parece esperto para algumas coisas e um retardado para outras...Como personagem ele só me conquistou no final kkk
Amei sua resenha! :)




Carla 23/07/2015

Um jogo pra lá de insano!
Confesso que eu esperava um pouco mais desse livro. Talvez eu tenha me deixado levar pela primeira avaliação feita no Skoob que foi de 5 estrelas, ou até mesmo pela capa que está simplesmente maravilhosa. Bom, mas em relação ao que diz respeito a história, fiquei bem "balançada" em alguns momentos, pois o início começou bem interessante e deu uma esfriada logo depois. MAS após alguns capítulos, tudo foi fluindo um pouco mais e quando percebi, já estava emaranhada num jogo TOTALMENTE MALUCO. Dei altas gargalhadas pela tremenda maluquice em que o personagem principal se meteu, e ainda mais pela mente mirabolante e insana do autor. A história foi até bem bolada, mas sabe quando o "criador" estrapola e acaba viajando na maionese em vários momentos? Pois bem, vale a pena ler? Sim, vale, mas não pense que é "A OBRA", porque não é, MAS em pelo menos 2 momentos você vai se surpreender. Estou na espera para ver se a continuação irá alcançar o UP da minha expectativa. Minha avaliação foi de 4 estrelas.

A História gira em torno de HP, ex-presidiário, 30 anos, desempregado, louco por games e tecnologia. Um belo dia, andando de metrô, ele acredita que tirou a sorte grande quando um passageiro desce na estação e esquece seu celular no banco. Um celular TOP como HP mesmo o considera. E é aí que tudo começa, quando o visor apresenta a seguinte mensagem: Quer jogar, Henrik Pattersson? Sim / Não
Daniele 24/07/2015minha estante
parece bom... vou dar uma olhada :)




Rafaela 04/09/2016

HP é um malandro preguiçoso que encontra um celular no trem, mas o bizarro é uma mensagem dirigida a ele o chamando para jogar. Ele aceita e começa receber instruções para atividades como furto, vandalismo e tal, e deve filmar tudo. Mas a graça desse jogo é que existe uma especia de rede social onde os vídeos das tarefas são postados e outros usuários podem postar comentários. E para melhorar tem rank e os jogadores recebem uma bolada de acordo com a dificuldade das missões, tudo isso faz HP ficar muito empolgado com o jogo e fazer tudo que for mandado.

Os capítulos acompanham não só o HP mas também Rebecca, uma guarda costa que é um amontoado de clichê. É uma mulher que sofreu algum tipo de abuso no passado, por isso é fechada e escolheu ser policial, é muito mais focada, determinada e fodona que os outros colegas de trabalho, mas, mesmo assim, sofre com o machismo. Não quer relacionamento, só uma transa casual, mas, no fundo, é frágil, quer encontrar o príncipe encantado e lógico vai se sentir culpada quando acontecer alguma merda no trabalho. Nada novo e falam tao bem dos autores suecos que não esperava tanta mesmice.

A premissa do jogo e todo mistério é fantástica mas os personagens são tao rasos e chatos que tiram toda a graça da história. O HP é um boçal, o pior que o autor escreve todos os pensamentos dele que é tipo deixa eu ir embora antes que a garota acorde porque ela é muito feia, meu amigo se converteu ao islamismo e parece um vendedor de tapete barato, eu sou o maior fodedor do pedaço, meu pau é de ouro, e por assim vai toda a vez que a narrativa foca nele. Da vontade de puxar a orelha dele e da descarga. Ele sofreu na infância e adolescência, foi negligenciado pelos pais, mas, mesmo assim, fica difícil aturar tanta babaquice. Acho que o autor tentou ser engraçado mas o resultado chega ser brega porque tem umas coisas que ele fala que parece ultrapassado, forçado. Mas talvez o pior é que ele é descrito como inteligente, sagaz mas preguiçoso e sem empatia pelo próximo. E durante o desenrolar da história ele parece burro, uma criança que acredita em papai noel e não me refiro a sua linguagem mas as suas decisões, incapacidade de questionar e de enxergar o obvio.

O livro não tem 300 páginas mas a leitura foi super lenta, os personagens são rasos e a história que prometia muito acaba superficial, tenho vontade nenhuma de continuar lendo os outros livros.
Daia 18/09/2016minha estante
Você descreveu exatamente o que eu senti ao ler o livro, principalmente em relação ao HP. Foi bem decepcionante, não tenho vontade nenhuma de continuar a história.




Hedivaldo 12/09/2015

Um Jogo Diferenciado
The Game conta a história de HP Peterson, que acaba encontrando um peculiar celular que acaba radicalizando sua vida. Um jogo altamente viciante é introduzido através do celular e ninguém escapa de suas missões.
Ótimo livro, com uma mistura interessante de mistério com adrenalina que vai prender sua atenção certamente. O único ponto baixo é o uso excessivo de "palavrões" pelo personagem principal, mas ainda assim é uma leitura que vale a pena.
comentários(0)comente



Silvana - Blog Prefácio 06/12/2015

Henrik "HP" Pettersson, está no trem voltando para a cidade. Ele está de ressaca, o calor está insuportável e ele só consegue pensar em quando vai poder retirar seu seguro desemprego. Ele percebe o objeto prateado no assento do outro lado do corredor, logo que o trem deixou a ultima estação. Quando ele chega perto, ele vê que é um celular de última geração. Ele já começa a pensar em quanto vai conseguir lucrar com ele quando a mensagem aparece: Quer jogar? Sim ou Não. Ele aperta não, mas a mensagem continua aparecendo. Ele tenta fazer o celular funcionar, mas só aparece aquela mesma mensagem sem parar. Até que pela enésima vez ele vai apertar o não e percebe que a mensagem mudou, agora junto com a pergunta, aparece seu nome. Ele acha que é um amigo, Manga, zoando com ele e resolve entrar na brincadeira e responde sim.

Ele recebe uma missão teste. Ele tem que roubar o guarda chuva de um homem que acaba de entrar no trem e tem que filmar toda a ação. Como não é a primeira vez que ele rouba alguém, essa é uma tarefa fácil para ele. Ele faz o que foi pedido e é informado que ganhou 100 pontos e que agora ele tem acesso ao telefone. Ele consegue falar com Manga e percebe que não é uma brincadeira do seu amigo. Quando acessa o telefone, ele recebe as regras do jogo. Cada missão que ele cumprir, ele ganha pontos e cada ponto corresponde a dólares norte-americanos. Tudo o que ele fizer, será filmado por ele e por outros jogadores. No final, um vencedor será declarado e essa pessoa receberá um prêmio. E quando ele acessa seu número, ele assiste a ele mesmo roubando o homem, mas o melhor são os comentários que começam a aparecer no vídeo e a sensação é de puro entusiasmo. Mas conforme as tarefas vão valendo mais pontos, esse entusiasmo é substituído por outra sensação, a de que alguma coisa está muito errada.

Enquanto isso, Rebecca Normén, está em uma missão. Ela é uma guarda-costas e no momento está protegendo a Ministra da Integração. E apesar de seus cuidados, eles são atacados e quando tenta correr para seu veículo de fuga, ela percebe que ele não está no local combinado. Mas ela consegue se sair bem e acaba recebendo o convite para integrar o grupo Alfa, a elite do esquadrão de proteção pessoal. Desde que saiu da academia de polícia, ela foi galgando os degraus e finalmente conseguiu chegar no topo onde ela queria. Mas seu passado foi junto com ela, alguém sabe que ela não deveria estar ali. Que ela só está ali na verdade, porque deixou seu irmão mais novo levar a culpa no lugar dela. O que será que Rebecca e HP tem em comum? E quem é o mestre por trás do jogo? Jogo esse que é apenas uma brincadeira ou tem uma razão mais séria por trás dele?

Eu sempre fico de olho nos lançamentos da DarkSide, porque vamos combinar, se tem uma editora que capricha nos livros, é ela. E quando vi esse livro entre eles, e li a sinopse, é claro que já quis ler, ainda mais pela referencia a Stieg Larsson, que amei. Comprei o livro e não me arrependi. A edição, como todos os livros da editora está linda. Capa dura, caprichado por dentro e por fora e ainda veio um marcador em forma de celular. Só tenho uma única ressalva. A narrativa é dividida entre HP e Rebecca, e essa divisão que me fez tirar um livrinho da nota. Fiquei perdida várias vezes porque a divisão da narrativa é feita por penas uma linha entre uma narrativa e outra, e por vezes isso confundia, porque nem sempre o personagem estava em evidencia e não dava nem para se basear também em, a última foi ela, agora vai ser ele, porque as vezes um deles narrava duas partes seguidas.

HP, não me ganhou logo de cara, achei ele bem folgado, que não estava nem ai para nada. Mas depois que ele entra no jogo e sofre as consequências, ele se transforma. Parece que ele levou uma rasteira e só queria dar o troco, mas ao mesmo tempo, eu desconfiava do seu caráter, porque sua intenções não ficaram claras até o final. Rebecca era uma bomba relógio prestes a explodir a qualquer momento, a culpa que ela carrega e tenta esconder de todos, está matando ela aos poucos. E não posso deixar de citar que o autor é um ex-policial e diretor de segurança de informação, então já dá para ter uma ideia dos detalhes que a história contém. Sem mais, eu tenho que indicar esse livro. Se você é fã de Stieg Larsson, você vai gostar muito, e se você gosta de um bom suspense, você vai adora esse livro. E no final, o autor ainda riu da cara do leitor, Quando você ler, você vai entender o que eu quis dizer.

site: http://blogprefacio.blogspot.com.br/2015/11/resenha-o-jogo-anders-de-la-motte.html
Rebeca 20/12/2015minha estante
HP também não me convenceu a princípio. Na verdade eu só fui gostar dele no final kkk




Camila Teixeira 29/09/2015

"Tinha lido em algum lugar que o corpo substitui praticamente todas as células ao longo de um período de sete anos. Mesmo que isso parecesse inventado, lhe atraia a ideia de que ela era literalmente uma nova pessoa depois de tudo que tinha acontecido."
A editora Dark Side mais uma vez surpreendendo! Além das belas edições agora ela nos brinda com um jogo interativo de desafios. E é para cumprir um desses desafios que venho resenhar esse livro incrível para vocês!
Obviamente a editora não criou esse auê na internet baseada apenas na vontade de fazer os leitores sofrerem com as provas (EU AHAHA), tudo é baseado no livro The Game onde o personagem principal precisa cumprir alguns desafios "um pouco" mais difíceis do que esses propostos pela iniciativa #TheGameDarkSide.
Henrik Petterson (A quem a narrativa também se refere como HP, o que fez com que a todo momento eu lembrasse do grande mestre H.P. Lovecraft, desculpem, não consigo evitar.) tem uma vida desregrada, é uma pessoa sem grandes aspirações, que vive de mc empregos (termo usado para designar empregos que não são importantes, como atendente em lanchonetes, o tipo de trabalho que não se mantêm por muito tempo) vai a festas, usa drogas, bebe demais, sai com muitas mulheres... Enfim, HP não é nenhum príncipe encantado. Mas o rumo da história é tomado quando Petterson encontra um celular com a seguinte mensagem:
VOCÊ QUER JOGAR?
SIM NÃO

A principio ele seleciona sempre a segunda opção, pensando sempre em quanto dinheiro ele pode conseguir pelo aparelho, mas quando a mensagem se repete com o acréscimo de seu nome no final, ele passa a pensar estar participando de uma brincadeira e decide aceitar entrar no jogo. Mas podemos ver que as coisas não são tão fáceis assim como ele imaginou que seriam. Ao mesmo tempo em que somos apresentados a Henrik Petterson surge a personage, Rebecca Normém, uma "guarda-costas" da Policia de Segurança (Agencia de inteligencia da Suécia) recém promovida que galga suas aspirações em um meio muito masculino e machista. Rebecca possui um passado nebuloso que ela tenta com muito afinco esconder.
O livro é narrado sobre duas perspectivas diferentes, mas sempre na terceira pessoa, no mesmo capitulos acompanhamos os passos de HP e Rebecca. Isso ajuda a dar aquele mistério ao enredo, pois sempre que rola um climão para algo acontecer o capitulo corta para a visão do outro personagem e nos deixa suspensos quanto aquela cena mais forte que está por vir. O autor sabe muito bem dosar o suspense afim de deixar o leitor ligado, mas não entediado com a visão que ele introduz antes do climax. São poucos os autores que tem essa capacidade.
"Tinha lido em algum lugar que o corpo substitui praticamente todas as células ao longo de um período de sete anos. Mesmo que isso parecesse inventado, lhe atraia a ideia de que ela era literalmente uma nova pessoa depois de tudo que tinha acontecido. Que ela era uma pessoa diferente e muito melhor do que tinha sido até então."
Esse livro é obviamente uma critica/paródia a nossa sociedade atual. A história é recheada de referencias á cultura pop, fala desde alguns filmes mais conhecidos, até redes de fastfood e aplicativos da internet. Com um personagem extremamente egocêntrico e descomprometido com a vida Anders de la Motte faz uma critica clara à maneira como estamos conectados e como interagimos com a internet. HP busca a fama, muitas vezes fica até excitado sexualmente com a atenção que recebe na internet. Esse livro nos passa uma mensagem obvia, nós queremos glamour, nós queremos fama, e não ligamos de passar por situações perigosas ou ridículas por isso. Rebecca é individualista e workaholic, ela possui seus motivos para isso obviamente, mas também tem um perfil claro que representa a individualidade e o pensamento ligado ao "eu" que temos atualmente. É impressionante como o autor consegue ligar em uma teia complexa esses temas. Além disso ainda somos puxados para a temática das conspirações e sociedades secretas, o que é obviamente um prato cheio para o gênero do suspense (Dan Brown que o diga, não é mesmo?). Mais de uma vez acreditei saber para onde a trama iria me levar, e mais de uma vez fui surpreendida e fiquei com o queixo caído não acreditando em como fui tola por pensar que era tão simples. E junto ao suspense a a tensão o autor consegue mesclar a comédia, já que algumas atitudes de HP são tão ridículas e insanas que é impossível não gargalhar com as coisas que ele fala ou pensa ao longo da narrativa, o alivio cômico é bem integrado na narrativa e cumpre lindamente seu papel para dar o tom certo para a história.
Ficou bastante claro depois do lançamento desse livro que devemos ficar atentos a literatura da Suécia, depois de Stieg Larsson, de la Motte vem mostrando que nem só de frio e relógios o país é feito! A literatura de suspense vem crescendo no território e muita coisa boa vem surgindo dai. A editora DarkSide mais uma vez mostrou sua excelência através do capricho e do cuidado com o exemplar físico, a capa dura, as folhas de rosto contendo ilustrações, a costura, tudo é feito de maneira impecável e consegue encher os olhos dos leitores mais aficionados por edições de luxo. Eu posso dizer que fui transportada para uma realidade impressionante junto ao The Game e que nesse momento me encontro já nervosa e ansiosa pelo lançamentos dos livros que encerram a série, fico aqui suspensa, esperando pelo fechamento dessa história que me deixou com as unhas roídas.

site: Essa e outras resenhas você pode ver em www.livrologias.com
comentários(0)comente



spoiler visualizar
Gabi M. 11/09/2015minha estante
SIM




Isa 13/09/2015

the game

o livro “the game” foi escrito por henrik Peterson. E foi publicado no Brasil pela editora Darkside.
o livro é muito bom apesar que, em minha opinião teve seus altos e baixos, mas recomendo.
O protagonista do livro recebe uma mensagem no celular para participar de missões , mas a cada missão completada ele suspeita que a “ brincadeira” esta ficando seria de mais e a cada missão completada o jogo fica mais complexo e perigoso.


site: #thegamedarkside
comentários(0)comente



Gabi M. 11/09/2015

Tem certeza que deseja fortes emoções? SIM (X) Não ( )
Quem não gosta de se sentir no poder, ganhar fãs, dinheiro fácil e ainda se divertir com isso?Foi o que achou HP quando encontrou um celular que havia informações de como participar do jogo mais sedutor e interessante já inventado.Ou será que foi o celular que o encontrou?
Comandado por um mestre,O Jogo seleciona seus jogadores,enviam missões a serem cumpridas e de acordo com a realização de cada uma,pontos são adicionados na conta dos jogadores,acumulando dinheiro,seguidores e admiradores.
Mas parece que o Jogo não é tão simples assim,as missões podem ir de um pequeno furto,até um atentado terrorista.
Tem certeza que ainda gostaria de participar?
HP não tem mais certeza.Sua Irmã,agente federal acaba sendo envolvida no meio dessa história, mas talvez seja tarde demais para ajudar.
Será que existe alguma escapatória? O mestre tem olhos em todos os lugares.Você não pode desistir até ele decidir, e ai será GAME OVER!
De uma criatividade excelente, Anders trás um novo estilo de ficção,envolvendo tecnologias,força,garra e .... Sede de vingança.
Mal posso esperar para ler a continuação e me surpreender com os irmãos mais corajosos que existe.
Quer Jogar ?

site: oi
comentários(0)comente



Talitando 06/10/2015

De perder o fôlego!
Esse livro foi com certeza uma dos melhores do ano!

site: https://www.youtube.com/watch?v=cTAxQnpZVEM
comentários(0)comente



Rafaela 21/09/2015

The Game - Anders de la Motte #TheGameDarkSide
O primeiro livro da Trilogia The Game, escrito por Anders de la Motte e publicado pela Dark Side Books, foi uma grata surpresa.
Conheci o livro através do Desafio #TheGameDarkSide e gostei bastante da sinopse: Uma mensagem em um celular "achado" te convida para um jogo, aparentemente inocente, que pode te trazer dinheiro e o reconhecimento e a adrenalina que você procura e/ou precisa. Mas, no final esse jogo pode se mostrar não tão inocente assim.
E é justamente assim que somos apresentados ao HP, um cara que não quer responsabilidades, quebrado, de ressaca que aceita participar do jogo. Primeiro pelo dinheiro e pela diversao, mas depois ele fica cada vez mais envolvido pela sensação de aceitação e até mesmo fama, dentro do círculo do jogo.
Outra personagem principal do livro é Rebecca, uma guarda costas que é o oposto de HP: super responsável, profissional exemplar, até mesmo compulsiva.
Não é até o caminho dos dois personagens se cruzarem que fica clara a ligação entre eles, embora não tenha sido uma grande surpresa, já que o autor deixa pistas aqui e ali.
E é a partir daí que o livro ficou muito melhor pra mim. O HP começa a perceber que o jogo não é bem o que ele pensava e começa a ir atrás de respostas, e cada vez mais sobre o jogo é revelado. A parte da Rebecca também fica mais interessante, porque até então eu estava achando tudo meio parado, e começamos a conhecer mais sobre o mistério do passado dela.
Já na parte final eu não conseguia largar o livro, querendo saber o que o PJ ia decidir e o qual a ligação da Rebecca com o jogo e foi um clímax e tanto. Então a cena acabou dando uma desacelerada e não foi tão "bombástica" quanto eu pensei, mas acabou levando por um lado inesperado e surpreendente, o que foi muito bom. É claro que, sendo parte de uma trilogia, nem tudo é esclarecido e nos deixa com umas dúvidas pra serem esclarecidas nos próximos livros.
Eu gostei bastante do livro e pretendo continuar com a série. Recomendo para quem gosta de livros, filmes e séries de suspense, ação, espionagem e conspirações. Aliás, o autor faz muitas referências sobre isso, tanto na ficção quanto na realidade.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



adrianoprospero 28/06/2016

Interessante, mas cansativo
A história é até bacana, com uma boa trama. Só que o exagero no suspense e na fragmentação da história, aliado aos depressivos flashbacks, acaba deixando a leitura muito chata, toda hora te dando tesão e te jogando um balde de água fria. Sem falar no monte de nomes de coisas e lugares em Sueco que são impronunciáveis, e a narração escrachada, carregada de xingamentos. Já estava desistindo de continuar a trilogia, mas confesso que o final me deixou curioso... Mas não recomendo.
comentários(0)comente



41 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3