Razão e Sensibilidade

Razão e Sensibilidade Jane Austen




Resenhas - Razão e Sensibilidade


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Arcanjo 26/05/2019

Não achei nada demais.
Minha resenha será breve diante uma leitura que finalizei rapidamente com grande entusiasmo, a fama de Jane Austen me levou a ler este primeiro livro dela e de inicio fui cativada pela escrita envolvente e uma riqueza de descrição que nos leva a se sentir transportado para a história, fora isso nada mais me cativou na leitura.
Tenho que admitir que é um livro que deve-se considerar o contexto da época e isso Jane Austen é muito feliz pois transmite de forma clara as convenções sociais da inglaterra naquele século. Entretanto, apesar disto o enredo em si não apresentou grande riqueza em especial em seu desfecho, o final da história apresentou reviravoltas que me pareceu um tanto apressadas considerado o tempo que a autora levou para nos ambientar com o cenário e personagens que a próposito não são poucos.
É um livro interessante mas talvez pela grande expectativa que tive não me surpreendeu muito.
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Luh Monteiro 22/05/2019

Um clássico que não pode faltar a sua estante.
Primeiro romance de Jane, publicado em 1811, conta a historia das irmãs Elinor e Marianne, onde sofrem perdas, amores, desilusões, amizades e esperança. As irmãs vivem em uma sociedade dominada pelo dinheiro e interesses, cheio de regras e injustiças, e são obrigadas a aceitarem um destino infeliz por não terem dinheiro e um bom dote. Mesmo assim tentam amenizar os sentimento com a razão e não perder a esperança de um final feliz.
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💬 O que dizer desse livro? Ele foi o meu clássico escolhido do mês, conforme minha meta do @skoobnews, e meu segundo contato com a escrita de Jane e adorei o livro.
O livro é contado alternadamente entre as irmãs Elinor e Marianne, sobre a forma como se apaixonam e como lidam com a desilusão.
Elinor é sensata, honrada, sensivel, altruísta e benevolente, a forma que ela guarda o próprio sofrimento para ajudar sua irmã a lidar com o dela eterneceu o meu coração. Marianne é intensa, apaixonada, impetuosa e verdadeira, apesar de na época ter todo um decoro, Marianne não se importa muito com que os outros pensam, e não tem muitas papas na língua.
Novamente é citado a superficialidade humana, o culto ao dinheiro, a beleza exterior, onde você vale aquilo que tem no bolso, e a negligência familiar.
Imaginei vários finais para esse livro, queria que aparecesse um príncipe no cavalo branco e as salvassem daquelas desilusões, mas Jane sendo Jane, mostrou que a felicidade depende apenas de você, que o sofrimento vem e vai, assim como os amores, mas que só depende de você se entregar ou erguer a cabeça e buscar ser feliz.
Ainda bem que ele entrou para minha lista de metas no ano.
A leitura e indicada para todos que apreciam um bom clássico, e um romance maravilhoso.

site: https://www.instagram.com/p/BxxIpHmAi0N/
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Annie - @queriaseralice 06/05/2019

Tão lindo...
“Não me importa quem saiba que estou arrasada. O triunfo de me ver assim pode ser distribuído a todo o mundo. (...) os que sofrem pouco podem ser tão orgulhosos e independentes quanto quiserem, podem resistir ao insulto ou devolver a humilhação... mas eu não posso. Tenho de sentir... tenho de estar arrasada... e sejam eles bem-vindos para apreciar a consciência disso...”⠀

Elinor, Marianne e Margaret Dashwood são irmãs com personalidades bastante distintas: a primeira é a mais sensata, discreta, sensível e gentil; a segunda é a mais sonhadora, intensa, romântica e imprevisível; e a última, por ser a mais jovem, é a mais enérgica, irresponsável, aventureira e tímida.⠀

Razão e sensibilidade tem como foco a vida das irmãs mais velhas – Elinor e Marianne.⠀

Após a perda de seu pai, a família Dashwood teve de sofrer com algumas mudanças, e talvez a mais significativa delas foi a escolha de um novo lar, o Chalé Barton – localizado em Devonshire, bem distante do condado de Sussex e da propriedade de Norland.⠀

Lá, ambas precisam lidar com sentimentos um tanto intensos e conflituosos. Elinor deixou para trás Edward Ferrars, um rapaz que ela não tem certeza se a corresponde amorosamente. E Marianne, por sua vez, conhece um rapaz chamado John Willoughby ao mesmo tempo em que é cortejada pelo coronel Brandon.⠀

A narrativa é intercalada entre o desenrolar dos fatos relacionados a Elinor e Marianne, mas é possível conhecer e mergulhar na vida de todos os outros personagens – tanto a mãe das meninas quanto o passado do coronel Brandon, por exemplo.⠀

Como toda obra da Jane Austen, possui momentos de calmaria e outros de êxtase, o que acabam por tornar a leitura extremamente agradável e emocionante.⠀

Razão e sensibilidade foge da minha zona de conforto – um tanto fantasiosa 🦄👽👾 – mas possui algo que eu amo e admiro muito: protagonistas fortes, corajosas, inteligentes, sonhadoras e singulares. 💙⠀

Gosto cada vez mais da escrita impecável da Jane Austen e da sua previsibilidade um tanto imprevisível! 😆 Portanto, recomendo muitíssimo a leitura! ✨

site: https://www.instagram.com/p/BvDKLuPDiTz/
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Talia 14/04/2019

Depois de ter lido Saramago eu entrei em uma breve ressaca de livros trágicos. Fui a livraria em busca de algum romance clássico e encontrei essa edição maravilhosa de Razão e Sensibilidade. Não poderia ter escolhido um livro melhor para aquele momento. A história no começo é um pouco confusa pelo excesso de personagens, mas no final, você conhece todos e parecem até que são membros da sua própria família. Vi em Elinor um pouco de mim, ou de uma parte de mim que tento superar todos os dias, e por isso me apaixonei pela personagem. Marianne me pegou pelos diálogos, todos carregados de uma sinceridade muito a frente da época e isso é encantador. Enfim, achei o livro muito gostoso de ler, singelo e irresistível. Vale cada página.
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Rafaela (@exlibris_sc) 12/04/2019

Um clássico obrigatório da literatura inglesa!
Jane Austen nasceu em Steventon, Hampshire, na zona rural da Inglaterra, no dia 16 de dezembro de 1775. Com 17 anos escreveu seu primeiro romance, “Lady Susan”, uma paródia no estilo sentimental do escritor Samuel Richardson. Em 1797 já havia escrito mais dois livros, “Razão e Sensibilidade” e “Orgulho e Preconceito”, que foram rejeitados pela editora, mas publicados em 1811 e 1813 respectivamente, com o pseudônimo de “A Lady”. As obras se transformaram em clássicos da literatura inglesa. Faleceu em Winchester, Inglaterra, no dia 18 de julho de 1817.

Ao tratar do cotidiano das pessoas comuns com uma aguda percepção psicológica e um estilo de uma ironia sutil, dissimulada pela leveza da narrativa, Jane Austen mostra porque suas obras são clássicos obrigatórios da literatura inglesa. Logo nas primeiras páginas, presenciamos uma conversa – de base essencialmente egoísta e manipuladora – entre John Dashwood e sua esposa, a respeito da morte de seu pai e uma promessa que não será cumprida devidamente. O vai e vem das conversas, afetos e personagens é uma característica da autora, que usa e abusa deles com genialidade sem perder as belas descrições dos ambientes e suas peculiaridades.

Vivenciamos a vida que varia entre a provinciana e industrial, os bailes de sociedade, as expectativas de bons casamentos, as visitas de cortesia e curiosidade. Nesta obra, a autora mostra, de um lado, o comedimento, o equilíbrio dos sentimentos e o bom senso, a razão que é personificada na personagem da irmã mais velha, Elinor; e do outro, a emoção desenfreada da paixão e entrega total ao desespero louco e doentio da decepção, que é personificada na irmã do meio Marianne.

“Razão e sensibilidade” é um romance histórico contagiante como uma brisa de verão em meio ao rigoroso inverno ao mesmo tempo que mostra dois lados de uma sociedade cheia de regras, vaidades e extremo preconceito com classes sociais distintas, como também cheia de diversões, boa conduta e educação.


site: https://www.instagram.com/p/BwKqU-aA4h_/
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Malu 30/03/2019

Razão e Sensibilidade, narra a história de duas irmãs que lutam contra os preconceitos de uma sociedade machista e materialista, em busca do amor verdadeiro. Elinor e Marianne têm suas vidas transformadas devido as circunstâncias que estão fora de controle. Elinor, filha mais velha tem um coração nobre e sempre procura ver os outros com a razão que a situação exige, deixando muitas vezes em segundo plano seu próprios sentimentos. Marianne é dona de uma sensibilidade única, que muitas vezes não é bem vinda, pois, devido sua sinceridade e honestidade, não consegue esconder suas emoções, e deixa bem claro quando um acontecimento ou uma pessoa não lhe agrada. Confidentes e muito próximas, as duas irmãs sofrem ao mesmo tempo pelo seus amados, encontrando uma na outra o apoio e a compreensão, necessários para suportarem o sofrimento que lhes é causado e lutarem pela felicidade desejada. Meu segundo livro de Jane Austen, orgulho e preconceito foi o primeiro e continua sendo o favorito, porém ainda assim a sensibilidade e a beleza da narrativa de Austen, são percebidas e apreciadas nessa história. Apesar de em certos momentos, devido a linguagem culta, característica da época, tornar a leitura um pouco difícil, durante todo o tempo, fiquei na torcida para as duas irmãs darem a volta por cima, encontrarem a felicidade, enfrentando com sabedoria as dificuldades daquela época.
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GeL 27/03/2019

Resenha para o blog Garotas entre Livros
Hey galera, como estamos?

Hoje vim conversar com vocês sobre Razão e Sensibilidade, o primeiro livro publicado pela maravilhosa Jane Austen. Esse é o quarto livro do desafio #12livrospara2019 e eu estava bem ansiosa para comentar com vocês as minhas impressões, mas antes um breve resumo do enredo. Vou tentar ser breve para evitar spoilers.

Razão e Sensibilidade traz duas irmãs como protagonistas, Elinor e Marianne, as duas jovens vivem com a irmã mais nova e a mãe que acabou de ficar viúva. Elas tem ainda um irmão mais velho, fruto do primeiro casamento do Sr. Dashwood, que após a morte do pai herda toda a herança da família e a responsabilidade de cuidar das meias-irmãs. Porém as promessas feitas no leito de morte nem sempre são bem interpretadas e nossas mocinhas ficam à mercê da boa vontade do irmão e de sua esposa nada generosa.

Até receberem um convite de um primo distante, que ao saber da situação da família oferece um chalé para elas morarem. É lá que a história se desenvolve, elas conhecem várias pessoas, criam laços de amizade e as confusões e problemas amorosos acontecem.

Elinor e Marianne tem personalidades muito distintas e cada uma traduz o título do livro. A mais velha é razão e a mais nova, sensibilidade. Enquanto Elinor é analítica, centrada, controlada e tenta ver tudo pelos olhos da razão sem se deixar levar pelas emoções, Marianne é toda sentimentos. Ela tem vários arroubos de emoção e sofre tanto a ponto de afetar sua saúde.

“Essa conduta muitas vezes os tornava motivo de riso, mas o ridículo não os envergonhava e parecia não incomodá-los de modo algum.”

Cada uma tem um interesse amoroso, Edward logo se encanta por Elinor. Ele é irmão da cunhada de nossa mocinha e quando se conhecem logo passam a ter uma conexão, se tornam inseparáveis, porém o relacionamento não era bem visto pela família do rapaz por Elinor não ser rica.

Já Marianne conhece o jovem Willoughby e no mesmo instante parece ter conhecido sua alma gêmea. Eles se completavam, porém algo impedia o casal de dar o próximo passo que seria o casamento, e isso não contarei para deixá-los curiosos rs.

A história vai girar em torno das irmãs tentarem encontrar a felicidade amorosa e a forma como elas lidam com os obstáculos que vão surgindo no caminho, e olha… são muitos!

Eu adorei ter lido esse livro, foi o terceiro da Jane que li contando com Emma e o mais famoso Orgulho e Preconceito. Achei Razão e Sensibilidade tão divertido! Apesar do sofrimento da Marianne eu a achava tão engraçada quando dramatizava por qualquer coisa que me rendeu umas boas gargalhadas. Sensacional! Já com a Elinor aconteceu uma profunda identificação, a personalidade dela é muito parecida com a minha e por isso se tornou minha personagem favorita.

“Elinor era o conforto dos outros mesmo em sua própria tristeza, que não era menor do que as deles, e era capaz de dar todo consolo que poderia ser dado pela segurança de sua própria força interior.”

Razão e Sensibilidade me pareceu ser uma prévia para Orgulho e Preconceito, é possível observar certas semelhanças entre as obras, e O&P parece ser uma versão aperfeiçoada de R&S, claro que com seu próprio e enredo. Isso não faz com que R&S perca seu mérito, foi o livro de estreia da Jane e com ele, ela já foi muito bem sucedida.

Mas nem tudo é perfeito e teve alguns detalhes que me fizeram tirar uma estrela da minha avaliação. Os mocinhos são um desastre… decepcionantes. Sim, eu sei que nem todos podem ser o Sr. Darcy rsrs, mas Edward e Willoughby são muito fracos em personalidade e caráter. Um é perdoável, o outro não. Por sorte temos o coronel Brandon para dar uma aliviada na situação, mas nem ele salva tudo.

Fora isso, R&S é um ótimo livro. A leitura flui que é uma beleza e quando pisquei tinha acabado. Adorei o desfecho e como tudo se resolveu, juro que para um dos casos não via mais solução, mas temos finais felizes para ambas as mocinhas e isso é perfeito.

Ah, depois de finalizar a leitura, assisti a adaptação de 1995 com a Kate Winslet. Que adaptação ótima, fica a dica! Cortaram o que era superficial na história e mantiveram o essencial, filme maravilhoso. Tem na Netflix, então se forem ler esse livro, te convido a fazer como eu e assistir a adaptação em seguida.

Espero que vocês tenham gostado e em breve volto com mais.
Até lá!

site: https://www.garotasentrelivros.com/2019/03/resenha-265-razao-e-sensibilidade.html
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GeL 27/03/2019

Resenha para o blog Garotas entre Livros
Hey galera, como estamos?

Hoje vim conversar com vocês sobre Razão e Sensibilidade, o primeiro livro publicado pela maravilhosa Jane Austen. Esse é o quarto livro do desafio #12livrospara2019 e eu estava bem ansiosa para comentar com vocês as minhas impressões, mas antes um breve resumo do enredo. Vou tentar ser breve para evitar spoilers.

Razão e Sensibilidade traz duas irmãs como protagonistas, Elinor e Marianne, as duas jovens vivem com a irmã mais nova e a mãe que acabou de ficar viúva. Elas tem ainda um irmão mais velho, fruto do primeiro casamento do Sr. Dashwood, que após a morte do pai herda toda a herança da família e a responsabilidade de cuidar das meias-irmãs. Porém as promessas feitas no leito de morte nem sempre são bem interpretadas e nossas mocinhas ficam à mercê da boa vontade do irmão e de sua esposa nada generosa.

Até receberem um convite de um primo distante, que ao saber da situação da família oferece um chalé para elas morarem. É lá que a história se desenvolve, elas conhecem várias pessoas, criam laços de amizade e as confusões e problemas amorosos acontecem.

Elinor e Marianne tem personalidades muito distintas e cada uma traduz o título do livro. A mais velha é razão e a mais nova, sensibilidade. Enquanto Elinor é analítica, centrada, controlada e tenta ver tudo pelos olhos da razão sem se deixar levar pelas emoções, Marianne é toda sentimentos. Ela tem vários arroubos de emoção e sofre tanto a ponto de afetar sua saúde.

“Essa conduta muitas vezes os tornava motivo de riso, mas o ridículo não os envergonhava e parecia não incomodá-los de modo algum.”

Cada uma tem um interesse amoroso, Edward logo se encanta por Elinor. Ele é irmão da cunhada de nossa mocinha e quando se conhecem logo passam a ter uma conexão, se tornam inseparáveis, porém o relacionamento não era bem visto pela família do rapaz por Elinor não ser rica.

Já Marianne conhece o jovem Willoughby e no mesmo instante parece ter conhecido sua alma gêmea. Eles se completavam, porém algo impedia o casal de dar o próximo passo que seria o casamento, e isso não contarei para deixá-los curiosos rs.

A história vai girar em torno das irmãs tentarem encontrar a felicidade amorosa e a forma como elas lidam com os obstáculos que vão surgindo no caminho, e olha… são muitos!

Eu adorei ter lido esse livro, foi o terceiro da Jane que li contando com Emma e o mais famoso Orgulho e Preconceito. Achei Razão e Sensibilidade tão divertido! Apesar do sofrimento da Marianne eu a achava tão engraçada quando dramatizava por qualquer coisa que me rendeu umas boas gargalhadas. Sensacional! Já com a Elinor aconteceu uma profunda identificação, a personalidade dela é muito parecida com a minha e por isso se tornou minha personagem favorita.

“Elinor era o conforto dos outros mesmo em sua própria tristeza, que não era menor do que as deles, e era capaz de dar todo consolo que poderia ser dado pela segurança de sua própria força interior.”

Razão e Sensibilidade me pareceu ser uma prévia para Orgulho e Preconceito, é possível observar certas semelhanças entre as obras, e O&P parece ser uma versão aperfeiçoada de R&S, claro que com seu próprio e enredo. Isso não faz com que R&S perca seu mérito, foi o livro de estreia da Jane e com ele, ela já foi muito bem sucedida.

Mas nem tudo é perfeito e teve alguns detalhes que me fizeram tirar uma estrela da minha avaliação. Os mocinhos são um desastre… decepcionantes. Sim, eu sei que nem todos podem ser o Sr. Darcy rsrs, mas Edward e Willoughby são muito fracos em personalidade e caráter. Um é perdoável, o outro não. Por sorte temos o coronel Brandon para dar uma aliviada na situação, mas nem ele salva tudo.

Fora isso, R&S é um ótimo livro. A leitura flui que é uma beleza e quando pisquei tinha acabado. Adorei o desfecho e como tudo se resolveu, juro que para um dos casos não via mais solução, mas temos finais felizes para ambas as mocinhas e isso é perfeito.

Ah, depois de finalizar a leitura, assisti a adaptação de 1995 com a Kate Winslet. Que adaptação ótima, fica a dica! Cortaram o que era superficial na história e mantiveram o essencial, filme maravilhoso. Tem na Netflix, então se forem ler esse livro, te convido a fazer como eu e assistir a adaptação em seguida.

Espero que vocês tenham gostado e em breve volto com mais.
Até lá!

site: https://www.garotasentrelivros.com/2019/03/resenha-265-razao-e-sensibilidade.html
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Ale 24/03/2019

"Razão e Sensibilidade" no blog 'Estante da Ale'
Neste enredo, o grande foco será a vida das irmãs Dashwood, que após a morte do pai precisam mudar-se para um chalé e viver de maneira mais humilde. Elinor, a mais velha, é muito inteligente e sempre toma decisões baseada na razão. Ela está envolvida com Edward Ferrars, mas mesmo assim, sempre se mostra controlada e com os pés no chão. Agora, Marianne é seu oposto, totalmente voluntariosa, a garota de 16 anos é a sensibilidade em pessoa e acaba se apaixonando pelo Willoughby, um sobrinho de seus vizinhos.

Neste enredo, o grande foco será a vida das irmãs Dashwood, que após a morte do pai precisam mudar-se para um chalé e viver de maneira mais humilde. Elinor, a mais velha, é muito inteligente e sempre toma decisões baseada na razão. Ela está envolvida com Edward Ferrars, mas mesmo assim, sempre se mostra controlada e com os pés no chão. Agora, Marianne é seu oposto, totalmente voluntariosa, a garota de 16 anos é a sensibilidade em pessoa e acaba se apaixonando pelo Willoughby, um sobrinho de seus vizinhos.

Outro fator que vou destacar é a presença de personagens masculinos frustrantes. A beleza da história fica unicamente com a relação de irmandade das protagonistas, pode sim existir a busca pelo amor, mas nenhum homem ali é realmente cativante, que nos faz torcer para o casal dar certo. E considero isso algo positivo, pois as mulheres aqui são os destaques e precisam superar cada particularidade sozinhas. Ou no máximo, em família.


site: http://estante-da-ale.blogspot.com/2019/03/livro-razao-e-sensibilidade.html
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Mallú 23/03/2019

J'ai lu...
Queridos leitores...
Apesar das constantes alegações de que "Razão e sensibilidade" é uma cópia de "Orgulho e preconceito" (o que já está errado, porque "Razão e sensibilidade" foi escrito primeiro...), na verdade Austen explora outro universo social nas páginas desse romance.
Aqui é onde vemos as irmãs Dashwood, Elinor e Marianne, sob uma lente de aumento e somos forçados a nos aventurar em nossas próprias batalhas internas sobre seguir a razão ou o coração. Como qualquer outra obra de Austen, esse livro tornou possível uma analise baseada em confiança e desconfiança sobre a personalidade humana e somos expostos ao mais amplo julgamento da autora, mesmo nos dias de hoje.
(Eu fiz uma resenha mais clara sobre essa obra lá no meu blog. Dá uma passadinha lá e checa a minha edição do livro, que não é essa aqui, mas como essa foi a única que eu achei aqui no SKOOB... Tem vários textinhos sobre Austen lá no meu blog também, então dá uma passadinha por lá.)

site: https://malluamabili.blogspot.com/2018/02/jai-lu-razao-e-sensibilidade-jane-austen.html
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Rodrigues 22/03/2019

Encontre minha opinião sobre esse livro bem aqui https://www.instagram.com/p/Bd4DSQND8gk/
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raquelfsmagalhaes 19/03/2019

circular
a estória enrola até engatar uma narrativa cativante. apesar de trazer inúmeros pensamentos e falas bonitas ao livro, Jane Austen não conseguiu inovar no romance, sendo previsível e pouco emocionante.
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Nayla / Instagram @nailaeoslivros 06/03/2019

*LIVRO:RAZÃO E SENSIBILIDADE(SENSE AND SENSIBILITY) *AUTOR:JANE AUSTEN *EDITORA:editorapedaletra *PÁGINAS:335
*LIVRO:RAZÃO E SENSIBILIDADE(SENSE AND SENSIBILITY)
*AUTOR:JANE AUSTEN
*EDITORA:editorapedaletra
*PÁGINAS:335
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O romance conta o relacionamento entre as irmas Dashwood- Elinor a sensata e Marianne a emocional.Após a morte do patriarca da família,a Sra. Dashwood e suas filhas, são obrigadas a trocar sua mansão e sua vida confortável,por um chalé e uma vida de simplicidade.Com a vida completamente alterada,elas precisam aprender à lidar com as perdas.Enfrentam grandes desafios em suas vidas amorosas, e para alcançarem a felicidade precisam encontrar o limite entre RAZÃO E SENSIBILIDADE.
. "Seja quais forem suas ocupações, sua entrega ao que se faz não deve ter limites, nem deixar que tenha o senso do cansaço."
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Uma mulher realmente à frente do seu tempo.A escritora britânica #janeausten (1775-1817),nos dá uma lição através de seus textos maravilhosamente escritos e cheios de ironias e críticas a sociedade da época. Razão e Sensibilidade foi o primeiro romance da autora, publicado em 1811,com o pseudônimo "By a Lady" (A Lady).A trama gira em torno do contraste entre o senso de razão de Elinor, e o emocionalismo de Marianne,as duas irmãs 'podem' ter sido inspiradas no relacionamento da própria Jane e sua irmã mais velha Cassandra.Onde a irmã seria a razão e Jane a sensibilidade.
Narrado em terceira pessoa e com diálogos incríveis e muitas vezes irônicos,Austen faz várias críticas a sociedade materialista,onde "quem não tinha posses e influência estava condenado a um destino infeliz".Ao modo como era tratado o casamento,que na maioria,era um negócio,um investimento.E principalmente ao papel da mulher na época, que só podia almejar uma coisa,"se casar".Enfim, mais um super clássico.E pra quem quer conhecer mais sobre janeausten vale a pena ler também o livro JANE AUSTEN A LIFE da autora Claire Tomalin.
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"...expectativas impostas por uma sociedade materialista,um ambiente onde quem não tem fortuna e influência se vê fadado a um destino infeliz."
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