Razão e Sensibilidade

Razão e Sensibilidade Jane Austen




Resenhas - Razão e Sensibilidade


267 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


pusum 14/09/2019

Pela primeira vez conhecendo o mundo de Jane Austen
Comecei bem o Mundo de Jane Austen! Razão e Sensibilidade é uma obra linda da autora, contendo drama, romance e amizade. Duas irmãs que do início ao fim ficam unidas entre a Razão e a Sensibilidade.
comentários(0)comente



Leiturinha da Bi 21/08/2019

Razão e Sensibilidade e a Mulher no Século XIX
Trata-se aqui de uma história linear que acompanha o amadurecimento de duas irmãs, Elinor e Marianne, até que encontrem o equilíbrio entre o espírito racional e lógico da primeira e a alma extremamente passional da segunda e é neste aspecto que a amizade entre as duas é uma das relações mais lindas que a literatura pôde produzir.

Observar o papel e o comportamento da mulher no início do século XIX, ainda que de uma posição claramente privilegiada, traz compreensão do quanto progredimos enquanto sociedade e o quanto ainda temos que avançar. Confesso, porém, que o pano que Mrs. Auten passou para o comportamento de Willoughby me incomodou demais, mesmo considerando o período em que o livro foi escrito e em que a própria história se desenvolve. Esse, entretanto, é um dos grandes méritos do livro; os personagens são tão bem construídos e desenvolvidos que ensejam ao leitor sentimentos, muitos sentimentos, mesmo que seja o de raiva, desprezo e revolta.

É mais um trabalho brilhante de Jane Auten (nem por isso com menos valor), onde cada frase parece metodicamente construída buscando atingir a perfeição e comunicar sentimentos, de tal forma que a identificação destes em nós mesmo se torna inevitável.
comentários(0)comente



Clara.Pamponet 27/07/2019

Resenha Razão e sensibilidade
Foi o segundo livro da Jane Austen que eu li e diga-se de passagem tenho uma pitada de arrependimento, pelo simples fato de não ter me apegado a história em si, a escrita da Jane é incrível, porém quando chegou mais da metade do livro me vi sendo obrigada a terminá-lo para não abandoná-lo.

O livro conta a história das irmãs Dashwood, Marianne e Elinor e mesmo no período que se passa a história, pode-se ver a força feminina nos discursos delas.
Hannah 31/07/2019minha estante
Estou com essa mesma impressão! Passei da metade, mas estou presa a termina-lo o mais rápido. Não está fluindo, entende?




Malu 21/07/2019

Jane Austen sendo Jane Austen.
Esse livro traz em seu enredo o enfoque em duas irmãs: Elinor e Marianne, respectivamente, a mais velha e a mais nova. Ambas muito unidas, atravessam juntas situações semelhantes -embora reagindo de maneiras extremamente diferentes-.
Começo a tecer minhas críticas sobre esse livro na questão do enfoque narrativo exagerado em Marianne e seus dilemas, amor e sofrimento. A menina mimada que Marianne se mostra é, muitas vezes, alvo do narrador e dos pensamentos da irmã, além, claro, de seus próprios. Então, o narrador sacrifica o protagonismo de Elinor em prol de Marianne. Isso se torna um problema a partir do momento em que é claramente traçado o objetivo de haver uma equivalência entre a importância das irmãs. O mais estranho é quando as luzes estão com Elinor, ela ainda está pensando na sua irmã e em como agir. Em contrapartida, de maneira totalmente antagônica, o final de Marianne é traçado, literalmente, nas últimas cinco páginas, passando a sensação para o leitor de que a autora precisava “correr com a história” e por isso o finalizou de uma maneira que, ao meu ver, deixou muito a desejar.
É ainda preciso discorrer sobre a semelhança entre esse romance e Orgulho e Preconceito, sendo o último lançado dois anos depois do primeiro. As semelhanças são inúmeras: uma irmã com a personalidade mais forte, outra mais passiva frente a vida; reviravoltas; pessoas falsas; paixões avassaladoras em uma das irmãs e paixões mais comedidas com a outra; passeios extensos por jardins; parentes pedantes e etc. Dessa forma, por já ter lido Orgulho e Preconceito, o livro me pareceu repetitivo e previsível. Além disso, esse último me parece muito superior a narrativa que aqui resenho por inúmeros motivos que não cabem aqui apontar. Ou seja, se for para escolher uma primeiro livro ou só um livro para ler da autora, entre esses dois, a resposta para essa escolha é óbvia: Orgulho e Preconceito.
Embora tenha tecido inúmeras críticas ao livro, não nego a sua qualidade. É uma narrativa bem construída, extremamente envolvente e que não nos deixa soltar o livro. Austen possui um talento incrível para criar personagens femininas extremamentes fortes e memoráveis. Além disso, é interessante apontar a crítica social que esse livro tem, e, dentre outras, é importante lembrar da forma que os ricos são retratados: verdadeiros idiotas. Eles se mostram oscilando entre extremos (em diferentes personagens, claro) de pessoas frias e falsas ou extremamente calorosas e sem modo algum.
Jane Austen acaba cumprindo o que prometeu, sendo repetitiva (no lado ruim) em seu enredo e (no lado bom) em suas narrativas que são deliciosas e de uma qualidade excepcional.
comentários(0)comente



Malu 21/07/2019

Jane Austen sendo Jane Austen.
Esse livro traz em seu enredo o enfoque em duas irmãs: Elinor e Marianne, respectivamente, a mais velha e a mais nova. Ambas muito unidas, atravessam juntas situações semelhantes -embora reagindo de maneiras extremamente diferentes-.
Começo a tecer minhas críticas sobre esse livro na questão do enfoque narrativo exagerado em Marianne e seus dilemas, amor e sofrimento. A menina mimada que Marianne se mostra é, muitas vezes, alvo do narrador e dos pensamentos da irmã, além, claro, de seus próprios. Então, o narrador sacrifica o protagonismo de Elinor em prol de Marianne. Isso se torna um problema a partir do momento em que é claramente traçado o objetivo de haver uma equivalência entre a importância das irmãs. O mais estranho é quando as luzes estão com Elinor, ela ainda está pensando na sua irmã e em como agir. Em contrapartida, de maneira totalmente antagônica, o final de Marianne é traçado, literalmente, nas últimas cinco páginas, passando a sensação para o leitor de que a autora precisava “correr com a história” e por isso o finalizou de uma maneira que, ao meu ver, deixou muito a desejar.
É ainda preciso discorrer sobre a semelhança entre esse romance e Orgulho e Preconceito, sendo o último lançado dois anos depois do primeiro. As semelhanças são inúmeras: uma irmã com a personalidade mais forte, outra mais passiva frente a vida; reviravoltas; pessoas falsas; paixões avassaladoras em uma das irmãs e paixões mais comedidas com a outra; passeios extensos por jardins; parentes pedantes e etc. Dessa forma, por já ter lido Orgulho e Preconceito, o livro me pareceu repetitivo e previsível. Além disso, esse último me parece muito superior a narrativa que aqui resenho por inúmeros motivos que não cabem aqui apontar. Ou seja, se for para escolher uma primeiro livro ou só um livro para ler da autora, entre esses dois, a resposta para essa escolha é óbvia: Orgulho e Preconceito.
Embora tenha tecido inúmeras críticas ao livro, não nego a sua qualidade. É uma narrativa bem construída, extremamente envolvente e que não nos deixa soltar o livro. Austen possui um talento incrível para criar personagens femininas extremamentes fortes e memoráveis. Além disso, é interessante apontar a crítica social que esse livro tem, e, dentre outras, é importante lembrar da forma que os ricos são retratados: verdadeiros idiotas. Eles se mostram oscilando entre extremos (em diferentes personagens, claro) de pessoas frias e falsas ou extremamente calorosas e sem modo algum.
Jane Austen acaba cumprindo o que prometeu, sendo repetitiva (no lado ruim) em seu enredo e (no lado bom) em suas narrativas que são deliciosas e de uma qualidade excepcional.
comentários(0)comente



Alessandra 14/07/2019

Cérebro e coração.
Elinor e Marianne, apesar de irmãs, são moças completamente diferentes. Esta age apenas pelo impulso e com o coração, aquela conjectura sobre tudo e acaba colocando os demais à frente de seus próprios interesses. São, respectivamente, razão e sensibilidade, daí o título desse clássico.

Conhecemos a família Dashwood quando do falecimento do patriarca, que já se encontrava em seu segundo casamento. Pelas regras testamentárias, toda a fortuna acaba sendo deixada para o filho do primeiro enlace, que acaba tomando posse da residência atual delas, fazendo com que se mudem para um chalé simples a alguns quilômetros de distância de seu logradouro pretérito.

Elinor possui uma paixão quase platônica por Edward, irmão de sua cunhada por parte do primeiro casamento de seu pai. Marianne se encanta por Willoughby, um rapaz com intelecção excelente sobre artes e que compartilha seu entusiasmo com ela.

Desses relacionamentos, apesar de distintos em muitos aspectos, ambas acabam enfrentando situações similares de melancolia, que só se tornam muito díspares em virtude da personalidade de cada uma. O enfrentamento da situação é acompanhado pelo leitor ao longo de todo o livro.

Este é o meu terceiro contato com a autora e, de todos os que já li, Persuasão continua sendo meu favorito.

A meu ver, Elinor foi pouco explorada na trama e merecia mais destaque do que teve Marianne. É como se a autora corresse com o final da história e esquecesse de desenvolver melhor as angústias vivenciadas, principalmente por Elinor.

Os últimos capítulos foram surpreendentes e trouxeram um ótimo clímax para a narrativa, mas ainda sim faltou alguma coisa para ter merecido ganhar cinco estrelas. .
Recomendo a leitura. Jane Austen escreve muito bem, os capítulos são muito fluídos e todas as tramas são interessantes. Além do mais, não é a toa que esse livro é considerado um clássico. Para quem quer iniciar esse tipo de leitura ela é bom ponto de partida.

site: https://euamolivrosnovos.blogspot.com
comentários(0)comente



Nanda Malfoy 23/06/2019

bom
Uma leitura muito boa para passar o tempo, mesmo eu ter enrolado demais para ler. Amei Marianne, com certeza minha preferida, enganei-me ao pensar que iria me afeiçoar mais a Elinor.
comentários(0)comente



Lorena Braga 22/06/2019

Altos e baixos
Um livro que me deixou muito presa do início até a metade. Depois disso, parece que a história começou a desandar e ficar muito massante. Parecia que a Jane estava com preguiça de terminar a história e resolveu acabar do jeito que aconteceu. Eu amei esse livro, mas também tenho alguns ressentimentos.
comentários(0)comente



Arcanjo 26/05/2019

Não achei nada demais.
Minha resenha será breve diante uma leitura que finalizei rapidamente com grande entusiasmo, a fama de Jane Austen me levou a ler este primeiro livro dela e de inicio fui cativada pela escrita envolvente e uma riqueza de descrição que nos leva a se sentir transportado para a história, fora isso nada mais me cativou na leitura.
Tenho que admitir que é um livro que deve-se considerar o contexto da época e isso Jane Austen é muito feliz pois transmite de forma clara as convenções sociais da inglaterra naquele século. Entretanto, apesar disto o enredo em si não apresentou grande riqueza em especial em seu desfecho, o final da história apresentou reviravoltas que me pareceu um tanto apressadas considerado o tempo que a autora levou para nos ambientar com o cenário e personagens que a próposito não são poucos.
É um livro interessante mas talvez pela grande expectativa que tive não me surpreendeu muito.
comentários(0)comente



Luh Monteiro 22/05/2019

Um clássico que não pode faltar a sua estante.
Primeiro romance de Jane, publicado em 1811, conta a historia das irmãs Elinor e Marianne, onde sofrem perdas, amores, desilusões, amizades e esperança. As irmãs vivem em uma sociedade dominada pelo dinheiro e interesses, cheio de regras e injustiças, e são obrigadas a aceitarem um destino infeliz por não terem dinheiro e um bom dote. Mesmo assim tentam amenizar os sentimento com a razão e não perder a esperança de um final feliz.
.
💬 O que dizer desse livro? Ele foi o meu clássico escolhido do mês, conforme minha meta do @skoobnews, e meu segundo contato com a escrita de Jane e adorei o livro.
O livro é contado alternadamente entre as irmãs Elinor e Marianne, sobre a forma como se apaixonam e como lidam com a desilusão.
Elinor é sensata, honrada, sensivel, altruísta e benevolente, a forma que ela guarda o próprio sofrimento para ajudar sua irmã a lidar com o dela eterneceu o meu coração. Marianne é intensa, apaixonada, impetuosa e verdadeira, apesar de na época ter todo um decoro, Marianne não se importa muito com que os outros pensam, e não tem muitas papas na língua.
Novamente é citado a superficialidade humana, o culto ao dinheiro, a beleza exterior, onde você vale aquilo que tem no bolso, e a negligência familiar.
Imaginei vários finais para esse livro, queria que aparecesse um príncipe no cavalo branco e as salvassem daquelas desilusões, mas Jane sendo Jane, mostrou que a felicidade depende apenas de você, que o sofrimento vem e vai, assim como os amores, mas que só depende de você se entregar ou erguer a cabeça e buscar ser feliz.
Ainda bem que ele entrou para minha lista de metas no ano.
A leitura e indicada para todos que apreciam um bom clássico, e um romance maravilhoso.

site: https://www.instagram.com/p/BxxIpHmAi0N/
comentários(0)comente



Annie - @queriaseralice 06/05/2019

Tão lindo...
“Não me importa quem saiba que estou arrasada. O triunfo de me ver assim pode ser distribuído a todo o mundo. (...) os que sofrem pouco podem ser tão orgulhosos e independentes quanto quiserem, podem resistir ao insulto ou devolver a humilhação... mas eu não posso. Tenho de sentir... tenho de estar arrasada... e sejam eles bem-vindos para apreciar a consciência disso...”⠀

Elinor, Marianne e Margaret Dashwood são irmãs com personalidades bastante distintas: a primeira é a mais sensata, discreta, sensível e gentil; a segunda é a mais sonhadora, intensa, romântica e imprevisível; e a última, por ser a mais jovem, é a mais enérgica, irresponsável, aventureira e tímida.⠀

Razão e sensibilidade tem como foco a vida das irmãs mais velhas – Elinor e Marianne.⠀

Após a perda de seu pai, a família Dashwood teve de sofrer com algumas mudanças, e talvez a mais significativa delas foi a escolha de um novo lar, o Chalé Barton – localizado em Devonshire, bem distante do condado de Sussex e da propriedade de Norland.⠀

Lá, ambas precisam lidar com sentimentos um tanto intensos e conflituosos. Elinor deixou para trás Edward Ferrars, um rapaz que ela não tem certeza se a corresponde amorosamente. E Marianne, por sua vez, conhece um rapaz chamado John Willoughby ao mesmo tempo em que é cortejada pelo coronel Brandon.⠀

A narrativa é intercalada entre o desenrolar dos fatos relacionados a Elinor e Marianne, mas é possível conhecer e mergulhar na vida de todos os outros personagens – tanto a mãe das meninas quanto o passado do coronel Brandon, por exemplo.⠀

Como toda obra da Jane Austen, possui momentos de calmaria e outros de êxtase, o que acabam por tornar a leitura extremamente agradável e emocionante.⠀

Razão e sensibilidade foge da minha zona de conforto – um tanto fantasiosa 🦄👽👾 – mas possui algo que eu amo e admiro muito: protagonistas fortes, corajosas, inteligentes, sonhadoras e singulares. 💙⠀

Gosto cada vez mais da escrita impecável da Jane Austen e da sua previsibilidade um tanto imprevisível! 😆 Portanto, recomendo muitíssimo a leitura! ✨

site: https://www.instagram.com/p/BvDKLuPDiTz/
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Rafaela (@exlibris_sc) 12/04/2019

Um clássico obrigatório da literatura inglesa!
Jane Austen nasceu em Steventon, Hampshire, na zona rural da Inglaterra, no dia 16 de dezembro de 1775. Com 17 anos escreveu seu primeiro romance, “Lady Susan”, uma paródia no estilo sentimental do escritor Samuel Richardson. Em 1797 já havia escrito mais dois livros, “Razão e Sensibilidade” e “Orgulho e Preconceito”, que foram rejeitados pela editora, mas publicados em 1811 e 1813 respectivamente, com o pseudônimo de “A Lady”. As obras se transformaram em clássicos da literatura inglesa. Faleceu em Winchester, Inglaterra, no dia 18 de julho de 1817.

Ao tratar do cotidiano das pessoas comuns com uma aguda percepção psicológica e um estilo de uma ironia sutil, dissimulada pela leveza da narrativa, Jane Austen mostra porque suas obras são clássicos obrigatórios da literatura inglesa. Logo nas primeiras páginas, presenciamos uma conversa – de base essencialmente egoísta e manipuladora – entre John Dashwood e sua esposa, a respeito da morte de seu pai e uma promessa que não será cumprida devidamente. O vai e vem das conversas, afetos e personagens é uma característica da autora, que usa e abusa deles com genialidade sem perder as belas descrições dos ambientes e suas peculiaridades.

Vivenciamos a vida que varia entre a provinciana e industrial, os bailes de sociedade, as expectativas de bons casamentos, as visitas de cortesia e curiosidade. Nesta obra, a autora mostra, de um lado, o comedimento, o equilíbrio dos sentimentos e o bom senso, a razão que é personificada na personagem da irmã mais velha, Elinor; e do outro, a emoção desenfreada da paixão e entrega total ao desespero louco e doentio da decepção, que é personificada na irmã do meio Marianne.

“Razão e sensibilidade” é um romance histórico contagiante como uma brisa de verão em meio ao rigoroso inverno ao mesmo tempo que mostra dois lados de uma sociedade cheia de regras, vaidades e extremo preconceito com classes sociais distintas, como também cheia de diversões, boa conduta e educação.


site: https://www.instagram.com/p/BwKqU-aA4h_/
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Malu 30/03/2019

Razão e Sensibilidade, narra a história de duas irmãs que lutam contra os preconceitos de uma sociedade machista e materialista, em busca do amor verdadeiro. Elinor e Marianne têm suas vidas transformadas devido as circunstâncias que estão fora de controle. Elinor, filha mais velha tem um coração nobre e sempre procura ver os outros com a razão que a situação exige, deixando muitas vezes em segundo plano seu próprios sentimentos. Marianne é dona de uma sensibilidade única, que muitas vezes não é bem vinda, pois, devido sua sinceridade e honestidade, não consegue esconder suas emoções, e deixa bem claro quando um acontecimento ou uma pessoa não lhe agrada. Confidentes e muito próximas, as duas irmãs sofrem ao mesmo tempo pelo seus amados, encontrando uma na outra o apoio e a compreensão, necessários para suportarem o sofrimento que lhes é causado e lutarem pela felicidade desejada. Meu segundo livro de Jane Austen, orgulho e preconceito foi o primeiro e continua sendo o favorito, porém ainda assim a sensibilidade e a beleza da narrativa de Austen, são percebidas e apreciadas nessa história. Apesar de em certos momentos, devido a linguagem culta, característica da época, tornar a leitura um pouco difícil, durante todo o tempo, fiquei na torcida para as duas irmãs darem a volta por cima, encontrarem a felicidade, enfrentando com sabedoria as dificuldades daquela época.
comentários(0)comente



267 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |