Adeus às armas

Adeus às armas Ernest Hemingway




Resenhas - Adeus às armas


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EltonLM 30/05/2019

Ambulâncias na Primeira Guerra?
O livro é baseado na experiência de Hemingway como motorista de ambulância na Primeira Guerra Mundial, porém por trás da aparente superficialidade do tema, esconde-se a profundidade de percepção.
O mérito desse livro está nos bastidores da guerra, não nas batalhas em si. Não é um livro de história, mas sim um relato autobiográfico do autor. Nele podemos aprender sobre o que os soldados faziam quando não estavam em batalha, o que pensavam, o que comiam, o que temiam e o que sonhavam.

Livros desse tipo passam a nos oferecer um visão humana da guerra, o que gera compaixão em nós, pelas vidas perdidas na guerra.

O único ponto fraco do livro é a representação das relações amorosas - de homem e mulher - entre os personagens. Hemingwy nunca foi um romântico e a sua superficialidade nesse sentido é, por vezes, cansativa.
9/10.


site: bibliothequeopinatio.wordpress.com
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Vinícius 06/03/2019

Surpreendente
Hemingway não tem uma escrita com palavras rebuscadas mas diz de maneira tão franca coisas que muitos de nós fantasiamos para deixar mais palatáveis. Adeus às armas é uma linda história de amor. Um relato dramático da primeira guerra mundial com um desfecho surpreendente, tristíssimo, inesperado, mas muito plausível. Na vida nunca esperamos o pior, mas Hemingway escreve essas possibilidades em suas obras de uma maneira muito crua, sincera, que nos leva a refletir sobre esses temas tão difíceis, mas tão comuns.
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André 17/01/2019

Trágico
Que final é esse? Deus! A guerra acabou com o personagem em todas as formas. Apesar de alguns diálogos cansativos e sem muito significado a primeira vista, o livro vale muito a leitura. Os relatos da guerra e o final são a cereja do bolo!
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Gustavo.Romero 16/01/2019

A guerra, aquela constante companheira
É incrível como Hemingway conseguiu, através da divisão do livro, conduzir uma narrativa que soava quase trivial para uma visão amarga e, infelizmente, real e atual sobre a guerra e a condição humana: voce pode fugir delas, mas elas não fugirão se você. Enfim, Hemingway em sua faceta mais pungente e dolorosa.
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Karinny 14/01/2019

Quem sabe no futuro...
Sou uma admiradora de Hemingway desde meu primeiro contato com o autor, lendo O Velho e o Mar. Lembro de pensar que gostaria de escrever como ele, sem rodeios e carregado de sentimento. A partir dessa minha estreia, com esse livro que, até hoje, é um dos meus favoritos, passei a ler um livro dele por ano, sempre em janeiro. Eis que chega 2019 e tiro da estante o já empoeirado Adeus às Armas... e que decepção! Os diálogos são tão rasos, que não consegui simpatizar com nenhuma personagem. O contexto histórico é atraente, mas a abordagem também é superficial e, apesar da descrição do território e de algumas batalhas, não fornece um pano de fundo que sustente a vontade de ler. A leitura é rápida, já que é repleto de diálogos curtos, meio folhetinescos, que não levam nada a lugar nenhum. Por amor ao escritor, darei uma nova chance ao livro, quando terminar de ler todos os seus romances e quando não mais lembrar de Catherine.
André 15/01/2019minha estante
Estou na metade do livro e o que me incomoda é o amor exacerbado entre os dois. Chega a ser infantil, mas talvez essa seja a intenção do autor... O mundo está desmoronando e o único refúgio seja esse amor ou esse momento.


Karinny 15/01/2019minha estante
Pois é, André, o romantismo de ?tudo ou nada? faz muito sentido no contexto da guerra e entendi a intenção dele. O que me incomoda de verdade é que não emociona, em momento nenhum. As personagens não são profundas, como normalmente acontece com as criações de Hemingway. Os diálogos são quase bobos. Mas talvez ainda me falte sensibilidade para aproveitar a verdadeira mensagem do livro. Pretendo voltar a ele, num futuro distante.


André 17/01/2019minha estante
Terminei o livro nesse momento... Que final é esse meu Deus do céu???? Trágico pra caramba! O final é espetacular!




Peleteiro 28/07/2018

Um grandioso romance
Hemingway nos presenteou com um majestoso romance. Embora descreva bem cada lugar e sensação, de modo algum é prolixo ou cansativo. Sua narrativa flui e condi o leitor de modo que as páginas se findam sem que ele perceba. A sensibilidade ao tratar da guerra, o realismo cru e o romantismo das pessoas que não tinham medo de se arriscar a migrar mostrar bem o contexto da guerra. Este livro é um patrimônio cultural.
Laura Migliorini 28/07/2018minha estante
quero muito ler esse :)


Peleteiro 28/07/2018minha estante
Vale muito a pena, Laura! Os capítulos são curtos e é cheio de diálogos, você lê que nem sente as páginas se passando, rs.


Laura Migliorini 10/08/2018minha estante
Ahhh que demais! Adoro a escrita fluida dele :)




Kaio 07/07/2018

É apenas um livro bom
Iniciei a leitura com grande expectativa de ser o primeiro livro de Hemingway que leio, mas, confesso, que não me surpreendeu.

Tanto se fala da obra de Hemingway e de sua geração que cheguei acreditar que Adeus às armas fosse um grande livro, mas não foi bem isso.

Não é um livro ruim, o contexto é interessante, o desenrolar dos fatos são fascinantes e os diálogos curtos dão uma leveza à leitura.

É um livro autobiográfico e o realismo talvez não tenha impressionado tanto.

Ainda assim, tenho muitas expectativas quanto aos outros livros do autor e espero que encontre neles a tão conhecida maestria de Hemingway.
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Perolitzzz 04/05/2018

Fiz uma releitura desse clássico e não curti a experiência. Lembro que o li no início dos anos 2000 e eu fiquei tão encantada! Creio q o problema nessa edição, seja a tradução do Monteiro Lobato... ficou datada, caducou, sei lá, achei estranha.
As partes sobre as descrições de combate são in-críveis!! Já as partes de diálogos do par romântico, puuuuuts! Levaram a Feminista q há em mim, ter ânsias de vômito! Me sinto tão mal falando isso de um livro do Hemingway... quero acreditar q foi a tradução; tenho problemas com o Monteiro Lobato rsrs.
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thais.moore 24/03/2018minha estante
quote perfeito


Carol Nery 24/03/2018minha estante
Nossa, muito profunda e verdadeira!




Thiago 18/02/2018

..E ninguém consegue acabar com a guerra, porque todos já enlouqueceram. Há pessoas que nunca se dão conta disso..
Henry é um tenente americano que se alista no exército italiano como motorista e responsável pelas ambulâncias de resgate aos soldados aliados da Primeira Grande Guerra Mundial, nos fronts italianos com a Áustria. Henry conhece Catherine, por quem se apaixona e ama perdidamente, e com quem permeia todo o contexto da guerra, das relações e das expectativas de vida.

Hemingway, embora não seja um sentimentalista, é extremamente romântico. Isso é claro quando percebemos na escrita o fio cru da guerra, as atrocidades da carnificina, e como ele trata desses assuntos sem idealismos ou sentimentalismos, mas, na relação entre Henry e Catherine, há ali diálogos maravilhosos de um amor forte, inquebrável e profundo, marcado pela ideia romântica da fusão de dois seres em um, quase cristão. A construção dos diálogos me impressionou. Hemingway tem um jeito todo próprio de por os personagens em diálogos, sejam entre si ou consigo mesmos, em que as falas não são extensas (e cansativas) nem curtas (e simplórias), mas econômicas e muito realistas. Ernest não é um grande frasista, daqueles que impactam com uma bela frase construída, mas abraça com o conjunto.

OBS.: nessa edição da Bertrand Brasil há um grandessíssimo spoiler na orelha do livro, portanto, não leiam. rs. Pode não ser um grande spoiler pra todos, mas pra mim foi bem desnecessário.
Lucas 18/04/2018minha estante
Concordo, o spoiler foi desnecessário, a editora poderia ter um cuidado maior nesse ponto, costumo pular o prefácio pois já tomei outros spoilers em outros livros, mas não esperava de um tão grande assim logo na orelha do livro.




Nélio 10/01/2018

Um bom livro.Nele vemos o horror de uma guerra pelos olhos e sofrimentos de quem deseja fugir dela, mesmo não conseguindo. Um tenente motorista de ambulância que sofre, tenta fugir dos sofrimentos e acaba encontrando um amor. Muitos diálogos bons de se ler, apenas um pouquinho meloso em alguns instantes... O final do livro emocionou-me! Gostei!
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Henrique 19/10/2017

Genial
Este foi o livro que mais me tocou, uma obra prima.
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