Ninguém é de ninguém

Ninguém é de ninguém Harold Robbins




Resenhas - Ninguém é de ninguém


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Mike 21/06/2010

Ninguém é de ninguém - Harold Robbins
Esse é um ótimo livro que conta sobre a história de um executivo que após recusar um emprego que renderia 60 mil doláres por ano, passa a ter problemas com o homem que seria seu novo chefe.
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ngommes 15/04/2012

Ninguem e de ninguem
Nossa !!! Como é bom ler uma historia que me faz refletir sobre os valores que esse mundo nos oferecer. valores que todos sempre seguir: Dinheiro, poder, honra e decencia...
Harold Robbins e um escritor excelente, como sempre sua forma de contar historia e bem simples que envolver e prede do começo ao fim.
Vale apenas ler a historia de Brad Rowan e Elaine...



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Laris Neal 07/05/2011

Resenha: Ninguém é de Ninguém
Já falei várias vezes sobre as histórias maravilhosas que Harold Robbins escreve, em como segura seus leitores e lhes revela surpresas e extravaza as emoções. O livro da vez é Ninguém É De Ninguém, e conta a história de um amor arrebatador entre uma moça e um homem casado, paralelamente e ainda assim, relacionadamente, traz o mundo dos negócios, como sempre.

Brad, casado e com dois filhos, uma menina de dezesseis anos e um garoto ingressando na faculdade, tem uma empresa de relações públicas, um ótimo escritório. Tudo corria bem, dentro da rotina, até ela aparecer. Elaine, sua doce Elaine, encantou-se de imediato pela moça que deveria ajudar na campanha contra a paralizia infantil. Sem conseguir tirar os olhos dela, não deu-se conta de que a paixão arrebatadora começara ali, naquele instante.

Elaine, sobrinha do nada mais, nada menos, Matt Brady, um figurão poderoso dono de uma empresa enorme, magnata do aço. Em negócios com Brady, Brad é chamado pelo magnata para trabalhar em sua empresa e não aceita. Brady, acostumado a ter exatamente tudo o que quer, enfureceu-se, e começou a sua saga de destruição a empresa de Brad. Paralelamente, Brad torna-se infiel a esposa, alimentando sua paixão correspondida pela encatadora Elaine.

Estamos tão acostumados a atribuir nossas atitudes em nome do amor que sentimos, mas não seria isso nada mais do que nosso puro egoísmo, fazendo o que queremos para o nosso único e bel prazer? Harold demonstra como amor e ódio, vida e morte, sucesso e fracasso podem andar lado a lado nessa roda vida, chamada Vida. Acha que a sua está estagnada a tempos demais? Pois venha embarcar nesta aventura sem igual dentro do mundo cruel dos negócios, da ternura e violência da paixão e da certeza dentro da incerteza do amor.
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Simeia Silva 16/04/2014





Em seu primeiro capítulo temos a rotina na vida do assessor de relações públicas. Brad Rowan, 43 anos, era casado há quase vinte anos com a Sra. Marge. Tinham dois filhos: Brad Rowan Júnior de 19 anos e cursava o primeiro ano de faculdade e Jeanie, de 16 anos que estava no colégio.
E em um dia normal de trabalho, Paul Remy ligou ao escritório de Brad Rowan, pedindo para que ele fizesse o favor de atender uma das amigas de sua mulher, a Sra. Editih Remy, envolvida em uma obra de caridade. E, mesmo acreditando ser essa amiga, mais uma dessas senhoras que se utilizavam dessas obras de caridade para se promover, atendeu ao pedido do amigo em atender a Sra. Hortense E. Shuryler.
No mesmo dia, já se esquecendo desse compromisso, a Sra. Shurley o procurou, e ele pensando ser uma senhora espantou-se ao vê-la. E seus cabelos, olhos, rosto e boca, tudo lhe impressionou.
Ela preferiu que ele a chamasse apenas de Elaine. Começaram a conversar e como Elaine havia sido eleita pelo comitê local da campanha de paralisia infantil, ela queria fazer uma campanha publicitária nesse sentido.
Brad Rowan não se interessou e pensou ser essa mulher fosse uma das muitas que queriam se promover. E ela, percebendo o pouco caso do publicitário, ficou indignada e disse-lhe que realmente estava interessada naquela campanha em função de haver perdido os dois filhos e o marido, atacados pela doença.
Foram interrompidos várias vezes, pois Brad Rowan estava empenhado em uma campanha para o Instituo Americano do Aço. Ela ouvindo a conversa, disse que era sobrinha de Mattew Brady.
Mattew Brady era um grande homem de negócios, um dos magnatas do aço, presidente da Consolidated, uma companhia de milhões de dólares, onde todos curvavam-se e rejeitavam-se perante ele.
Sentindo-se constrangido pela má impressão que causou na moça e pelo grande interesse que esta lhe provocou, no final da conversa, convidou-a para jantar e ela recusando, disse que voltaria na semana seguinte para um eventual almoço.
Na semana seguinte, Elaine foi até seu escritório e percebendo que poderia uma possível relacionamento mais íntimo entre ambos, recusou-se em almoçar com ele, por não querer sofrer novamente e foi embora.
No entanto, nesse mesmo dia, Paul Remy o chamou para um jantar com ele sua esposa Edith. E, a pedido da Sra. Edith, Elaine compareceu ao jantar e Rowan e Elaine acabaram se reencontrando. Foi ele quem a deixou no hotel e ao ficaram a sós, acabaram beijando-se. Brad Rowan queria vê-la novamente, mas ela sabia que o que ele queria não era tão importante quanto o que ela queria.
Ao chegar em casa, sua esposa estava esperando-o e neste momento sentiu-se culpado e também sentiu muita afeição por sua esposa.
Como Brad e Chris estavam preparando uma campanha publicitária para o Instituto do Aço, marcou uma reunião com o Dr. Mattew Brady, para fechar um contrato de meio milhão de dólares. Nesta reunião, o magnata do aço, tratou-lhes com pouco caso, dizendo-lhes que aquele tipo de campanha que eles estavam sugerindo não lhe dava segurança para atingir seu público.
Brady Rowan ficou enfurecido e disse-lhe que aquela campanha não lhe havia interessado pois aquela campanha havia sido realmente destinada aos interesses de toda a indústria do aço, e não aos interesses pessoais dele.
Assim, todos ficaram perplexos frente ao afrontamento de Brad Rowan a Mattew Brady, fazendo com que a campanha que havia sendo planejada há meses fosse por água abaixo.
Logo que saiu da reunião, Brad foi direto ao hotel onde Elaine estava. Falou com sua esposa e também com Chris, onde este comunicou-lhe que Matthew Brady queria conversar com ele, no escritório de Pittsburg no dia seguinte pela manhã.
Dessa maneira, Brad foi até ao escritório super luxo do magnata do aço. Enquanto esperava para ser atendido, apreciou a bela recepcionista que lhe atendeu.
Já na sala de Matthew Brady, este o convidou para assumir o cargo de Vice- Presidente e Diretor de Relações Públicas, por Brad ter-lhe impressionado em vista das verdades que Brad dissera, oferecendo-lhe ainda sessenta mil dólares por ano.
No entanto, Matthew Brady tinha em mãos um dossiê completo da vida de Brad, e este estava desconfiado das informações contidas naqueles papéis, ainda mais quando o Sr. Brady disse-lhe que havia ali o registro de que na noite anterior, Brad Rowan havia saído com uma moça que não era sua esposa.
A partir disso, Brad decidiu não aceitar a proposta. Saiu nervoso, pensando que o Sr Matthew Brady poderia saber que ele estava saindo com sua sobrinha Elaine.
Saindo e ao parar em um bar, reconheceu que a secretária do Sr. Matthew estava lá, a Srta. Sandra Wallace. Ela disse-lhe que seu patrão era capaz de tudo para conseguir o que queria e que ela não gostava muito dele e apesar disso, ele nunca a deixara sair dali.
Brad a conquistou e propôs que se ela conseguisse o dossiê, ele a tiraria daquele lugar. Saíram do bar, voltaram para a Consolidated e Sandra entregou-lhe o relatório onde não havia evidências sobre Elaine.
Comunicou ao seu assessor e à família sobre sua recusa em trabalhar para Brady e foi-se encontrar com Elaine, ainda em Pittisburg.
O pai de Brad era taxista, e quando Brad retornou com Elaine para Nova York, foi justamente o taxi de seu pai a quem eles chamaram. Brad, a princípio não o reconheceu, mas depois ficou em constrangido quando deparou-se com seu pai, que ficou conversando com Elaine. Deixaram-na no hotel e seu pai o levou para casa.
Depois disso, Elaine lhe telefonou, dizendo estar realmente decidida em abandoná-lo e também para avisar que seu tio estaria indo para Nova York para encontrar-se com ele.
Ao chegar em seu escritório, o Sr. Matthew Brad já o estava esperando, mas ele não quis atendê-lo e pediu para que ele falasse com Chris.
Como Brad estava furioso com a decisão de Elaine, pediu para que Sandra Wallace fosse ao seu encontro em Nova York. E ela foi, satisfez aos desejos impetuosos de Brad e retornou para Pittisburg.
Assim, desde que não aceitou em trabalhar para Matthew Brady, o “magnata do aço” declarou-lhe uma verdadeira guerra.
O primeiro a deixar-lhe foi seu assessor, Chris e pouco a pouco, Brad Rowan foi perdendo seus melhores clientes. Sua firma estava indo à ruína.
Sua única saída foi procurar a pessoa que menos gostava de Matthew, que segundo Elaine era o Sr Richard Martin Levi, um advogado especializado em legislação antitruste. Além disso, utilizou também Elaine para atacar o magnata, fazendo com que saísse publicado na imprensa, a presença de sua sobrinha com ele nos principais eventos da cidade. Apesar da desconfiança de sua esposa, a Sra. Marge, ela estava conivente com a situação.
Após muitas tentativas, Brad descobriu que esse advogado, o Sr Levi havia se mudado com sua esposa para Wapping Falls, em Nova York. Brad foi a sua procura e o famoso advogado agora era tratador de cães.
A princípio, o Sr Levi não lhe falara nada sobre o Sr Matthew, pensando ser Brad um dos homens do magnata, do qual tinha muito medo, pois este ameaçara sua esposa. No entanto, após ser convencido pela própria esposa, o Sr. Richard Levi o procurou na semana seguinte em seu escritório.
Ao conversar com o Sr. Levi, Brad ofereceu-lhe um emprego, na tentativa de reerguer a empresa. E começaram a trabalhar juntos.
Sandra Wallace voltou a procurar por Brad, e foi ao seu escritório. Elaine, ao chegar em sua sala, viu ambos. Elaine estagnou-se e saiu. Sandra também foi embora.
Como o Sr. Levi estava lá, viu a presença de Sandra Wallace, e disse a Brad Rowan ser ela filha de Matthew Brady. E as únicas pessoas que sabiam disso eram o Sr. Levi, em função da descoberta de transferências de 500 ações em fideicomisso, a mãe de Sandra, e um senhor que o que Sr. Brady contratou para casar-se com a mãe de Sandra da qual era amante. Daí as razões de Sr. Brady manter Sandra em sua empresa, e de manter afastado o Sr. Levi, que sabia de tal situação.
A partir de então, Brad Rowan, juntamente com o Sr Levi, foi atrás de todas as provas que pudessem comprovar tal fato e conseguiram.
Depois disso, Brad foi ao encontro do Sr. Matthew Brady para dizer-lhe apenas que era um homem como os outros e que sua filha lhe odiava. A princípio, o Sr. Brady acusou-lhe de mentiroso, mas depois reconheceu dizendo que havia providenciado tudo que sua filha tivesse o que necessitasse.
Nesse momento, o grande magnata do aço, reconheceu sua fraqueza, lamentando-se por não ter contado a sua esposa, que já era inválida, que tinha uma filha, e reconheceu Brad como um grande lutador.
Assim, Brad decidiu não tornar público o caso da filha do Sr. Matthew Brady, e ali ficou-se decidido que a firma de Brad Rowan iria fazer a campanha publicitária das relações políticas das empresas do Sr. Matthew Brady.
Brad Rowan encontrou-se com Elaine novamente e ela disse-lhe que sentiu-se na posição de sua esposa quando lhe viu com Sandra, e decididamente resolveu terminar o caso com ele. Ambos não resistiram ao momento e entregaram-se um ao outro.
E após passarem uma noite juntos, Brad já estava decidido em separar-se de Marge, sua esposa, quando ainda no hotel onde estava com Elaine, recebeu um telefonema de seu pai, dizendo que seu filho, Brad Júnior, estava muito doente e que Marge já havia viajado para ver o filho.
Assim, Brad Rowan sentiu-se enganando a si mesmo e foi diretamente ao hospital onde seu filho estava internado. Encontrou Marge, que estava chorando e rezando junto ao filho que estava com paralisia infantil. Sentiu uma imensa ternura pelos dois.
Seu filho recuperou-se em uma semana, e seus clientes voltaram quando souberam das pazes que havia feito com o Sr. Brady.
No entanto, não esqueceu-se de Elaine, e ficou de telefonar-lhe após uma reunião do Comitê do Aço. Antes da reunião, Sandra Wallace levou-lhe um envelope que Elaine havia pedido para entregar-lhe e também contou-lhe que o Sr. Brady estava tratando-a como uma filha.
O envelope continha uma carta onde Elaine dizia as razões pelas quais não poderiam ficar juntos. E Elaine já estava morta havia mais de doze horas, demonstrando assim o desfecho da trama no começo do livro.
Nesse sentido, vemos que a mensagem que o livro nos passa é a de que a ambição é uma coisa implacável e pode levar um homem a vários caminhos, alguns bem pouco recomendáveis.
Além disso, certas atitudes tomadas por Brad Rowan, na obra em questão no leva a refletir que cada homem não vale mais do que o outro pela posição que ocupa, pela fortuna ou pelas circunstâncias.
Apesar disso, Brad Rowan encontrou muitas mulheres a quem amou, usou e destruiu, mas no entanto, jamais poderia imaginar que, em sua vida, ainda haveria lugar para o mais sublime de todos os sentimentos: seu amor por Elaine.
Harold Hobbins, ao narrar o drama da sobrevivência de um homem no mundo dos negócios, através das lutas, dos fracassos e das traições demonstra seu extraordinário talento, expondo de forma crua as complexas relações de poder que regem a sociedade norte-americana. E, nesse sentido, valores morais, como honra, integridade e decência, não importam.
Como vimos, Robbins prende os leitores com essa fantástica história, mesclando com incrível facilidade tragédia, oportunismo e frivolidade.
“ Ninguém é de ninguém” é alguns dos maiores “best sellers” do mundo.

Bjs

site: http://ateliedoslivros.blogspot.com.br
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Cássia Cardoso 15/02/2009

Uma historinha bem legal, mas definitavemente não foi dos melhores livros que li. É legal pra passar o tempo. Na verdade comprei em uma loja de sebo achando ser outro. A leitura é rápida.
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Piatã 19/05/2010minha estante
Tive a mesma impressão. Comprei o Indomável (livro do mesmo autor) num sebo de Curitiba e tive a mesma sensação. Geralmente os livros de Harold Robbins só servem para passar o tempo, pois o cara abusa dos clichês para montar as suas histórias. Como eu sempre digo: Se não houver Clichês, o livro não vende.







Rodolfo 24/03/2012

Ao estilo
O problema de ler um autor best seller por uma de suas melhores obras é ler romances menos conhecidos lançados anteriormente a obra prima, não há como deixar de esperar algo extraordinário mesmo em poucas páginas.
A leitura vale pela sutileza nas viradas e amarrações da trama. Uma das curiosidades desta edição é a tradução foi feita por Nelson Rodrigues, aliás toda a obra do autor foi traduzida pelo romancista brasileiro sendo uma das principais influências em sua obra.
Por vários momentos em Ninguém é de ninguém, tem-se a impressão de se estar lendo um romance barato por alguns diálogos pouco verossímeis mas não menos curiosos.
O trunfo do livro é o apelo característico do autor: poder e imoralidade que te obriga a ler capítulo pós capítulo, pelos momentos de traição e disputa de moral financeira das famosas avenidas de Nova Iorque, fazendo com que o leitor torça a favor do protagonista em alguns momentos e contra em outros, dá pra ter aquela ansiedade de chegar no final e querer mais.
Um dos recursos utilizados pelo autor é começar a história pelo fim, causando choque de início ao anunciar a morte de um dos personagens principais da trama, diria até que este é tipo de recurso que te faz terminar o último capítulo e voltar para o primeiro curioso por ter deixado passar algum detalhe já que tudo é muito bem amarrado.
Outra característica do romance é poder conhecer um pouco mais do ambiente que autor viveu, como alguns sabem Harol Robbins compartilhava muitos traços de seus personagens, regados a vícios e vida desregrada. Recomendo para os momentos que se deseja interromper leituras densas e sérias. Como boa parte de seus livros, que inspiraram filmes, este certamente renderia um bom roteiro principalmente para o público feminino.
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eletricista 09/05/2015

ninguém é de ninguém
achei um ótimo livro . Ainda mais com esses casos antagônicos ... _ aprendi com o livro , que , sendo hipócrita não chega a lugar nenhum. não vai levar você ao auge . cuja ambição do personagem do livro, que no final acabou ficando somente com sua usina e sua filha e esposa.
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T 30/07/2012

O inicio me pareceu como o final..

A historia demorou se desenvolver, ou é o que eu senti..

O nosso Brad tem 43 anos e não é necessariamente aquele cara sedutor, irresistivel, milionario, com o corpo magnifico etc. Ele é um cara normal como digamos de passagem, a maioria dos homens que nós miseras mulheres teremos a oportunidade de conhecer.
O livro é narrado por ele e tem algumas partes interessantes, no tipo 'auto reflexão' e muitas vezes me peguei pensando.. poxa nunca tinha pensado assim.
Algo me chamou bastante atenção no como o autor descreveu o homem, dizendo.. "Há uma época na vida do homem em que a mulher é de capital importância, e sexo e romance são sinônimos. Mas isso acontece quando se é moço, não aos quarenta e três anos. Nessa idade, o homem tem outras coisas em que pensar. Faz parte do amadurecimento, e tenho visto isso em quase todos os homens que conheço. Aos quarenta e três anos, o sexo e o romance exigem muito esforço e provocam um desgaste material e emocional muito grande. Essa energia é necessária para outras coisas. Para os negócios, por exemplo."

O reencontro de Elaine e Brad eu achei um pouco puxado, no estilo de.. não me pareceu fazer muito sentindo. achei forçado a atitude de elaine e simplismente não consigo imaginar uma mulher reagindo assim para com um homem que ela acabou de conhecer.
Tudo bem, que Elaine não tenha tido uma vida facil, mas mesmo assim.

Tive que lutar com a minha vontade de não abandonar o livro, mas eu ouvi tantas coisas de Harold Robbins que eu decidir ir alem..

O livro é bem realista, nada de flores e corações, nhenhenhes, é a crua realidade da vida. Talvez seja por isso que não gostei tanto, acho que realidades cruas não são necessariamente o que busco num livro.
De tristeza e relacionamentos que acontecem sem amores já basta a vida real. E como o Brad trai a esposa dele na cara dura faz com que eu perco a pouca fé que eu já tinha nos homens rs.
Enfim, gosto de um pouco mais de sonhos, digamos que "contos de fadas?"

O Brad é um cara muito honesto, ao menos o julga ser. (Eu o acho longe disso)
E a confiança que a mulher Marge tem nele chega a ser frustrante.

Resumindo, não gostei do livro e estava esperando mais!
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Virgílio César 23/08/2016

Um bom livro de Harold Robbins, mas não chega a ser excelente como várias outras obras do autor.
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Melissa 06/02/2013

Ninguém é de ninguém- breve história
Brad Rowan, um publicitário de sucesso, casado com dois filhos esta prestes a fazer o acordo mais complicado de sua vida com Matt Brady, um magnata no ramo do aço, quando conhece por acaso sua sobrinha Elisabeth por qual se apaixona e vive um romance trabalhando junto em campanhas publicitárias de paralisia infantil. Brad não consegue o acordo porém Matt oferece uma vaga de trabalho ganhando 60 mil por ano, Brad não aceita pelo relacionamento que mantém com a sobrinha pois poderia arriscar tudo. O magnata então começa a destruir a carreira de Brad, levando-o quase a falencia, nisso seu sócio o trai. Brad conhece Sandra, secretária do magnata, que fica a seu favor na luta. Tudo continua dando errado até que Rowan conhece um advogado que no passado enfrentou Matt e este revela que Sandra é filha do magnata. Assim vence a luta e Matt realiza o acordo proposto. O filho de Rowan é diagnosticado com paralisia infantil e Brad acaba por abandonar Elisabeth, sem intenção, para cuidar do seu filho que fica curado em pouco tempo. Rowan fica com sua familia, Elisabeth se mata pela tristeza e vontade de estar junto com seus filhos e marido que já estão mortos, revelando que ninguém substituira esse amor.
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ÃLINHO 15/05/2010

Sempre um bom autor
Uma boa história,mas nada demais, comparando-o com outras obras do grande Harold Robbins.
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