A Cor Púrpura

A Cor Púrpura
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Resenhas - A Cor Púrpura


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Lucianamogi 24/02/2012

Não haveria melhor nome: A Cor Púrpura
Já assisti o filme A Cor Púrpura e foi inevitável a comparação com os atores. Fica difícil imaginar outra Celie que não seja a Whoopi Goldberg. rsss Esse é um dos motivos que sempre prefiro ler o livro primeiro, mas nesse caso, resolvi dar uma espiadinha em uma das páginas aleatoriamente (como sempre faço antes da escolha)e achei magnífica a reflexão da personagem através de uma das cartas que escrevia endereçada a Deus/sua irmã Nettie. A leitura fluiu muito bem desde o início e não teve uma só linha se quer que não fosse interessante. Li de um dia para o outro, tão compenetrada fiquei com a história envolvente e tão real. Interessante como a autora conseguiu esmiuçar em detalhes a personalidade de cada uma das personagens. Adorei o livro e recomendo.
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amands 10/04/2016

Um livro que todos deviam ler pelo menos uma vez na vida
"Logo a gente começou a conversar sobre fazer amor. Shug na verdade num fala fazer amor. Ela fala uma coisa indecente. Ela fala fuder." Pág. 134

A cor púrpura com certeza está no topo da lista de livros que TODO MUNDO deveria ler pelo menos uma vez na vida. Esta foi a segunda vez que o li, e mesmo assim esta obra de arte não deixou de me surpreender - até porque eu percebi coisas que eu não havia notado na minha primeira leitura.

Este livro conta a dura história de Celie, uma mulher negra que aos 14 anos era estuprada pelo pai, com quem acabou tendo dois filhos que sumiram, e que logo foi obrigada a casar-se com um homem muitos anos mais velho, e que já possuía muitos filhos, e simplesmente a via como uma empregada.

Passado entre as duas Grandes Guerras Mundiais, no Sul dos Estados Unidos, o livro mostra a dura realidade do machismo e racismo enfrentado na época. Separada de sua irmã mais nova, Nettie, Celie narra sua história através de cartas que dirige à Deus e, depois, à irmã. Sua vida consistia em ser espancada pelo marido enquanto cozinhava e cuidava de seus enteados ingratos, até que Shug Avery, uma cantora e ex-amante de Albert, chega à cidade quase morrendo e eles a acolhem, e tudo começa a mudar.

"De todo jeito, eu falei, o Deus pra quem eu rezo e pra quem eu escrevo é homem. E age igualzinho aos outro homem queu conheço. Trapaceiro, isquecido e ordinário." Pág. 227

Este é o tipo de livro que você consegue ler em uma sentada se tiver tempo sobrando. Em primeira pessoa, ele é escrito do mesmo jeito que uma pessoa sem escolaridade fala oralmente - cheio de erros gramaticais e vícios linguísticos - o que torna a leitura muito fluída e mais real, te trazendo mais perto da personagem. É uma história extremamente triste, que terão partes de dar ódio, mas impressiona o quanto é verdadeiro e como milhares de pessoas já passaram, e provavelmente ainda passam, por experiências assim.

A história de Celie não deixa de ser uma história de superação e afirmação da mulher negra na sociedade. Nela há personagens femininas extremamente fortes como Shug Avery, Sofia e a própria Celie, apesar de no começo ela não achar isso, que lutam contra a soberania masculina que permeia a sociedade e época em que elas vivem.

Um livro que aborda temas que infelizmente continuam muito atuais, como racismo e machismo, mas, por um lado bom, trata também da temática gay, e não em uma visão tão preconceituosa da época.

Vencedor do Prêmio Pulitzer, a história foi adaptada para o cinema por Steven Spelbeirg em 1985, estrelando Whoopie Goldberg e Oprah Winfrey, sendo indicado a 10 Oscar - e não sei como não venceu nenhum, porque certamente merecia vários.

"Deus ama todos esses sentimento. Eles são uma das melhores coisa que Deus fez. E quando você sabe que Deus ama eles, você gosta inda mais. Você aí pode relaxar, e acompanhar tudo o que tá acontecendo, e louvar a Deus gostando do que você gosta." Pág. 231


site: http://escritoseestorias.blogspot.com.br/2016/04/resenha-140-cor-purpura.html
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Lê Vieira 14/04/2016

Este não é mais um livro sobre racismo. Este é o livro que apresenta de forma simples, envolvente e emocionante a história de Celie, uma mulher que sofreu desde a infância e aprendeu a se comportar como um ser inferior, como uma negra feia, inútil e que deveria apenas servir.

Durante a narrativa conhecemos os sentimentos e pensamentos da protagonista através de suas cartas para Deus. Encontramos erros ortográficos e uma fala nada culta, afinal, estamos falando de uma protagonista que não teve a oportunidade de ser uma "dama da sociedade".

"É melhor você nunca contar pra ninguém, só pra Deus. Isso mataria sua mãe."

Celie, uma mulher repleta de dores, recordações tristes e perdas, mas que continua seguindo sua vida da forma como aprendeu que deveria ser. Sempre sendo vítima, mesmo sem reconhecer tal condição. Foi vítima ao ser abusada pelo pai, ao ser entregue a um homem que não conhecia, ao ser espancada, ao ser maltratada e discriminada. Uma Celie que não conhece sua força, mas que continua forte e viva.

"Ele riu. Quem você pensa que é? ele falou. Você num pode amaldiçoar ninguém. Olhe pra você. Você é preta, é pobre, é feia. Você é mulher. Vá pro diabo, ele falou, você num é nada."

O leitor se vê preso aos dramas da protagonista e à sua ingenuidade, um ser tão complexo e ao mesmo tempo tão simples que fica difícil descrever. Uma mulher que sofre, mas que quer ajudar na medida do possível e que anseia por ser amada.

A autora criou com maestria os personagens desta história. Por mais que o foco seja a frágil e forte Celie, também é possível conhecer profundamente outros membros importantes desta história. Mulheres mais fortes e realistas, outras mais sonhadoras, homens machistas e outros mais apaixonados. Todos compondo uma história maravilhosa que proporciona ótimos momentos de leitura.

Esteja pronto para ler uma obra rica e complexa, que permite ao leitor a mais profunda reflexão e as diversas comparações com a atualidade. Afinal, ainda existe preconceito, discriminação, machismo e desigualdades.

site: http://www.confraria-cultural.com/2016/03/a-cor-purpura.html
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Luiza 28/03/2016

A Cor Púrpura
Lembro-me de ter visto esse filme quando era mais nova (uns 17 ano, talvez), e, como não podia deixar de ser diferente, fiquei tão doida por este livro que o comprei uma semana antes de um exemplar chegar como livro de ação.

Achei interessante que este livro veio com outros dois livros que, de uma maneira ou de outra, abordam a questão da mulher dentro da sociedade.

Célie, a protagonista desta obra, é uma criança negra que vive no Sul dos Estados Unidos, em algum ponto entre 1900 e 1940. Pobre, analfabeta, estuprada pelo padrasto e forçada a se casar com um viúvo que é pai de quatro filhos que enxergava a esposa como uma empregada e que não se cansava de lhe agredir física e moralmente.

Ainda assim, Célie escreve para Deus, e é por meio destas cartas que ficamos conhecendo sua vida, a vida dos que estão a sua volta, os acontecimentos pelos quais ela passa e todas as pequenas, mansas, mas muito significativas reviravoltas em seu caminho. Lá pelas tantas, e junto com Célie, passamos a ler as cartas de Nettie, irmã mais nova da protagonista, que se tornou missionária da Africa após ir embora da casa do marido de Celie.

Apesar de a vida de Celie ser bem triste e sofrida, a história dela não é feita apenas de lágrimas. Celie tem uma maneira bem particular de ver a vida, se contentando com a alegria nas pequenas coisas e suportando as que ela não pode mudar. Ao mesmo tampo, ela não é nem um pouco fraca, e acho que foram poucos os personagens que chegaram a dizer isso para ela. Célie é resiliente, e isso a faz forte. E é quando a força de Celie vem a tona que sua vida muda mais efetivamente e ela passa a viver uma fase de descobertas sobre si e sobre a vida.

Gostei bastante da leitura. A Editora José Olympio está, cada vez mais, se tornando uma das minhas editoras favoritas. :3

site: http://www.oslivrosdebela.com/2016/03/a-cor-purpura-alice-walker.html
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Charlene 25/07/2016

Sobre empoderamento.
A cor púrpura é um livro narrado de forma epistolar, em que os acontecimentos são evidenciados nas cartas escritas por Celie e depois por sua irmã Nettie. Os personagens desse livro são tão cativantes que é impossível que o leitor não se envolva com a história, que se passa no sul da América, no início do século XX e que trata da vida da Celie, uma mulher negra e semi analfabeta, violentada pelo seu pai, que se ver afastada da irmã e que acaba se casando com um homem que ela não ama e que a trata como escrava.

Esse é um livro que trata sobre o preconceito, sobre o racismo, sobre o descaso com relação aos direitos dos negros, das mulheres, sobre violência e subserviência. É um livro forte, que nos faz pensar e que nos faz sentir diversas emoções, que vão do ódio ao riso.

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Carla Reverbel 26/03/2016

No início, a frustração...
Eu assisti ao filme várias vezes antes de ler o livro. Inicialmente, o estilo de narrativa escolhido pela autora me aborreceu um pouco. Depois, o estilo da narrativa escolhida pela autora para as cartas da irmã da protagonista me aborreceram um pouco. Em suma, a narração não me conquistou de início, ao contrário do tema, da abordagem do tema, do desenrolar da história, os quais eu gostei bastante desde o princípio. Mas, ao final do livro eu estava chorando feito uma desgraçada. A minha nota é 5 por que é um daqueles livros cuja sinopse é tão forte, pungente e emocionante que superam todos os obstáculos. P.S.: a adaptação do Spielberg é primorosa, genial, maravilhosa, tão boa quanto o livro.
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Samuel 11/02/2016

Profundo e tocante.
O livro é narrado de forma muito simples através de cartas da Protagonista Celie p/ Deus e para sua irmã que foi separada dela logo no começo da história.. é tudo muito sincero,verdadeiro,cru e tocante ao mesmo tempo..mostrando como era a realidade naquela época de escravidão. Com frases marcantes, A COR PURPURA é um livro profundo em várias questões e com um final emocionante,recomendo e muito! ( Não é a toa que é vencedor do Premio Pulitzer de literatura).
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Radija Praia 21/03/2016


Ambientado no Sul dos Estados Unidos, por volta do período de 1900 a 1940, o livro “A Cor Púrpura”, de Alice Malsenior Walke, publicado em 1982 e vencedor do Prêmio Pulitzer de 1983, conta a história de Celie, jovem negra nascida na pobreza em uma cidade segregada.

Estuprada pelo “pai”, teve dois filhos desse abuso, e foi obrigada a se separar deles e de sua irmã para se casar de modo forçado com um marido abusivo e violento. Em uma série de cartas para Deus e para sua irmã Nettie, Celie conta a história de sua vida.

As cartas de Celie carregam o conto de isolamento e de amor, de violência e sexualidade, da pobreza e da ambição, das relações atrito entre homens negros e mulheres negras e de uma espiritualidade interior que não é facilmente contida. Sua voz encorpada emerge temperamental e honesta em uma forma literária inerentemente íntima. Enquanto ela é a protagonista do romance, não é a protagonista de seu mundo.

Eu tenho que admitir, no começo foi muito difícil entrar na narrativa, principalmente por causa da escrita, mas quando cheguei gradualmente mais profundo fui capaz de me adaptar a linguagem de Celie. Suas cartas escritas em dialeto quebrado resultaram aqui em justaposição surpreendente e lirismo.

No romance o leitor não só assiste a mudança da personagem, como também sente essa mudança através do ritmo de suas palavras.

Os temas aqui são: violação, questão da sexualidade, violência doméstica, racismo... Então, eu aconselho as pessoas que estão interessadas em ler este livro a ficarem conscientes disso.

"A Cor Púrpura” é um romance de contrastes: a opressão sexual e liberação sexual; violência e protesto silencioso. É sobre encontrar o seu próprio caminho, e isso é exatamente o que Celie fez no decorrer da narrativa.

Sua voz aqui cristaliza as experiências de uma geração de mulheres negras e, provavelmente, mulheres de todas as nacionalidades.

Alice Walker leva o leitor à beira de um abismo, onde desviar o olhar não é uma opção.

P.S. Existe uma adaptação cinematográfica de 1985, dirigida Steven Spielberg.
___

"Se ao menos eu tivesse compreendido então o que eu sei agora!" ele falou.
"Mas como poderia? Existem tantas coisas que nós não compreendemos. E tanta infelicidade acontece por causa disso."

@rhadijapraia


site: https://www.instagram.com/p/BDOSEE9HakC/
Ana Lícia 03/04/2016minha estante
Quero muito este livro.




Ana 13/03/2016

Já tinha ouvido falar do filme A Cor Púrpura, dirigido pelo incrível Steven Spilberg, tendo Whoopi Goldberg no papel principal (que, inclusive, lhe rendeu a indicação ao Oscar de melhor atriz 1986). Não assisti ao filme, primeiro porque não sou muito fã de filmes no geral, segundo porque morria de vontade de ler o livro antes, de qualquer forma. Vocês não calculam a minha felicidade quando vi A Cor Púrpura nas opções que a Editora Record mandou para os parceiros em fevereiro.

Neste romance, Alice Walker descreve a história de Celie, entre 1900 e 1940. O livro todo é narrado através de cartas que Celie escreve, primeiro para Deus, depois para sua irmã, Nettie. Nessas cartas, a protagonista faz um desabafo do seu dia-a-dia: primeiro os abuso sexuais que sofria pelo Pai, depois o relacionamento violento com o marido, além das dificuldades impostas pela sociedade, já que Celie é mulher, pobre e negra, além de semi-analfabeta.

O fato de Celie não ter sido educada adequadamente, faz com que a linguagem de todo livro seja totalmente alegórica, o que faz o leitor se sentir íntimo da personagem. A maioria das cartas são bastante rápidas e pungentes, com ortografia próxima à língua oral, e reais até demais para o meu gosto. Os relatos são tão sofridos que dão pena e até raiva em alguns momentos, principalmente nos episódios em que as mulheres eram rebaixadas.

Não conheço outras obras de Alice Walker, mas posso dizer que ela desenvolveu A Cor Púrpura com tremenda maestria. Desde as primeiras páginas me vi totalmente absorta e, ao mesmo tempo, assustada e agoniada. Como não se impressionar com um livro que tem uma cena de estupro em sua segunda página? Walker tratou não só do racismo (que atinge ambos os sexos), mas todas as outras consequências de uma sociedade incrivelmente machista e paternalista para nós, mulheres. Imaginem só: ser mulher, naquela época, era motivo para ser "menos"; ser mulher e negra agravava ainda mais a situação.

Com o passar do tempo, acompanhamos uma mudança de atitude de Celie, principalmente depois que Shug Avery entra em sua vida. Sua ânsia para se libertar de todo os seus sofrimentos era tão grande que, com a ajuda dessa mulher ímpar e de diversas outras que acabam aparecendo no decorrer da história, luta por si mesma, passando por cima de todos os preconceitos da época. Assim, ela percebe que, como todo ser humano, tem valor e, principalmente, direitos. Sendo assim, A Cor Púrpura é um livro com um tema totalmente atual, apesar de ter sido escrito no século passado, principalmente se levarmos em conta os movimentos de igualdade de gênero.

A vida de Celie e de todas as suas companheiras serve de inspiração para vermos as milhares de coisas que conquistamos daquele tempo para cá, mas, infelizmente, acaba se tornando, também, um recado para lembrarmos de que ainda há muito para se conquistar. Não só se referindo às mulheres, mas aos direitos humanos em si.

site: http://www.roendolivros.com.br
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Fledson.# 08/04/2010

Gostei da história. Já havia visto o filme, e gostado muito.
Uma coisa que eu não sabia era que a Celie era lésbica, pois no filme eles deixaram meio subentendido, acho que por causa da censura da época,o filme é de 1985.
Me emocionei com o livro também, muito bom, recomendo. =D
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Leitora Viciada 06/04/2016

Resenha para o blog Leitora Viciada
Originalmente publicado em 1982, A Cor Púrpura (The Color Purple), obra-prima de Alice Walker, ganhou o Pulitzer e o American Book Award. Relançado em 2016, pela Editora José Olympio (do Grupo Editorial Record) em uma nova edição revisada, com novo e lindo formato. A décima edição do livro no Brasil recebeu nova imagem de capa, páginas são levemente amareladas (papel off-white), fonte tradicional e diagramação simples, orelhas informativas e revisão cuidadosa. Pela linguagem particular creio que o romance tenha sido complexo para os editores; as equipes de tradução, revisão e diagramação realizaram um trabalho primoroso.
Considerado um dos melhores títulos da literatura contemporânea para alguns críticos, enquanto que para outros especialistas sua importância é maior: um dos melhores de toda a história da literatura. Particularmente, uma das mais marcantes obras que já li. É poderosa, inquietante, reflexiva e genuína. Tão franca, crua e verdadeira e com personagens tão sinceras e estruturadas que a história se torna viva e crível ao ponto de me fazer pensar por diversos momentos se não seria verídica. E é, de certa forma, visto que mostra a dureza da vida de mulheres negras americanas no início do século XX. Com dramaticidade e exploração extraordinária de personagens marcantes, Alice Walker nos apresenta uma ideia do sofrimento e malefícios causados pelo machismo, ignorância e racismo. Não parece ficção e esse é o ponto mais chocante da leitura, imaginar como situações semelhantes às que Celie, Nettie, Shug Avery, Sofia, Tampinha, Corrine, Olivia e Tashi sofrem ou presenciam eram corriqueiras e continuam a ocorrer em nossa sociedade em pleno século XXI.
A Cor Púrpura foi inspiração para Steven Spielberg compor uma obra cinematográfica homônima em 1985, com Whoopi Goldberg, Margaret Avery, Oprah Winfrey e Danny Glover no elenco. Foi indicado a onze Ocars em 1986, mas não ganhou nenhum. Goldberg ganhou por Melhor Atriz os prêmios Golden Globe Awards 1986 e National Board of Review 1986; esta premiação também escolheu A Cor Púrpura como Melhor Filme.
Em 2016, A Cor Púrpura ganhou adaptação na Broadway com Cynthia Erivo, Jennifer Hudson, Danielle Brooks e Isaiah Johnson.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2016/04/a-cor-purpura.html
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