O Símbolo Perdido

O Símbolo Perdido Dan Brown




Resenhas - O Símbolo Perdido


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Jim do Pango 21/09/2010

Me rendo ao sr. Dan Brown
Considero que algumas das melhores e mais produtivas atividades que alguém pode tomar parte são: (i) rever velhos conceitos; (ii) repensar antigos dogmas; (iii) questionar aparentes verdades; (iv) indignar-se frente às próprias convicções, ao usual, ao conhecido e ao aceitável; ou (v) simplesmente perguntar: “porquê”?

Claro que nem sempre essa tarefa é fácil, gratificante ou mesmo exitosa. Se fosse fácil assim encontrar todas as respostas, arrisco dizer que o próprio Sócrates teria esgotado todo o assunto que diz respeito à Filosofia.

Digressões à parte, ler O Símbolo Perdido me fez perceber que havia um Dan Brown diferente daquele autor de O Código Da Vinci que eu estimava conhecer.

Confesso que esse mega sucesso que o gindou do dia para a noite à posição de grande escritor me infundiu alguma desconfiança. Seria ele um oportunista, um escritor de segunda classe beneficiado pela força da mídia e pela polêmica inerente à sua obra?

Dan Brown foi ao mesmo tempo celebrado e severamente criticado e eu fiquei muito tempo com essa impressão. Por fim, quando li o Código Da Vinci lembro de ter gostado bastante do estilo do autor e, notadamente, dos temas abordados.

Dessa vez, iniciei a leitura de O Símbolo Perdido atraído pelo tema central e esperando encontrar muitas referências a outros assuntos interessantes. Nada mais que isso.

A surpresa foi que me vi mais uma vez preso, página a página, ao suspense da narrativa, aos capítulos curtos de Dan Brown, que sempre se interrompem no limiar de alguma revelação importante para o enredo e dão lugar a um outro cenário onde se passa outro fragmento imprescindível para a compreensão da estória sempre intrigante, que, por sua vez, é desvelada com extremo vagar. Pequenas doses de perplexidade, administradas lentamente quase não me deixaram largar o livro até que tudo ficasse esclarecido.

Em dado momento, lá pelo meio do livro, o autor se digna a dar explicações sobre as origens e principalmente acerca da motivação do vilão da estória e se sai muito mal na tarefa. Isso foi péssimo. Apenas corroborou a primeira impressão de que esse é mais um daqueles romances encomendado por um editor sedento de lucros e que por isso, e também pela inépcia do autor, agora eu era obrigado a aceitar uma explicação daquele gênero.

Por algum motivo o referido excerto não estava em harmonia com o resto do livro e, avançando novamente na leitura as peças voltam a se encaixar. A narrativa mais uma vez começa a me absorver e quando que já estava quase esquecendo aquele verdadeiro “furo” sobre a origem e a motivação do vilão (afinal, aquilo não era motivo para alguém fazer o que aquele sujeito estava fazendo), eis que me deparo com a explicação da explicação.

Ou seja, aquilo não foi falta de imaginação e sim um recurso, pois agora sim e da forma mais surpreendente possível finalmente fico sabendo quem verdadeiramente é aquele vilão tatuado e sinistro e porque exatamente ele resolveu transformar a vida do conhecido herói Robert Langdon em um inferno particular, naquela noite em Washington D.C.

Por outro lado, como é sabido, a obra trata da Maçonaria e de seus mistérios. Assim, durante toda a leitura o leitor acaba se questionando se no final haverá algo de concreto a dizer sobre os cobiçados Antigos Mistérios da Maçonaria. Para a minha grande surpresa, a revelação final sobre esse segredos é maravilhosa. A mensagem circunscrita nessa revelação é belíssima.

Por todas essas razões é que me rendi ao camarada Dan Brown. Esse senhor é seguramente um grande escritor e merece a projeção que alcançou. É um novo Umberto Eco? Não, claro que não. Penso que essa nem mesmo é a proposta dele. Eco é um intelectual e seus romances não possuem paralelos.

Dan Brown, por seu turno, possui a grande qualidade de escrever estórias que induzem ao questionamento e à pesquisa. Conforme já dito, um grande escritor.

Não há nada como reconsiderar e, assim, permitir-se novas definições.
Lu 05/07/2010minha estante
Acho que esta é uma das resenhas mais bem escritas que eu já tive o prazer de ler. Parabéns.


Terto 13/07/2010minha estante
Excelente resenha traz o verdadeiro prazer que o livro proporciona.


Victor 27/02/2011minha estante
Tudo que você disse é verdade. Dan Brown nos induz a pesquisar sobre o assunto do livro e a ficar se perguntando se os fatos ali expostos são de verdade. Mas ele é um homem muito inteligente. Escrever seus livros não é um tarefa fácil. Exige muita pesquisa e estudo. E muito tempo de dedicação. O crédito que ele tem é totalmente merecido.
Sim, a sua resenha foi muito boa. Tá de parabéns :)


Isabella 31/03/2011minha estante
Eu concordo que os textos são bem escritos, que a pesquisa feita é rica. O que questiono Dan Brown é o estilo, pois "O Código da Vinci" é fantástico em todos os aspectos. Os outros são mais do mesmo!!! Muda a cidade, a mocinha, o crime e o criminoso, porém o roteiro é muito parecido um do outro...


Cleverson 12/05/2011minha estante
Parabéns pela resenha, eu mergulhei em uma aventura quando li O Simbolo Perdido, e concerteza daqui a algum tempo eu vou voltar a reler.


Rebeca 13/05/2011minha estante
"Me rendo ao sr. Dan Brown" haha a mesma coisa que pensei depois de acabar Anjos e Demônios. Quanto a "mesmice" que algumas pessoas veem em Dan Brown, pode ser explicada se pararmos pra pensar por que as pessoas que amam Agatha Christie a amam? É a receita de sempre com novos ingredientes!


Cristiane Bruno 28/10/2013minha estante
Engraçado, vi-me diante desse dilema há muito pouco... relutei muito em assumir que estava me tornando refém de um autor best-seller. Hoje, rendida, acho que Dan Brown aprendeu uma fórmula de agradar vários níveis de intelectualidade diferentes e , por isso, tornou se um vendedor de bestseller. Seria muito ingenuidade minha, porém, dizer que, diferentemente da maioria dos outros, ele não teve essa intenção, claro, mas essa, gosto de crer, não foi a razão primordial.


Fe queroz 29/05/2015minha estante
a resenha ficou fantástica e sim é exatamente desta forma que acontece,esse foi o melhor livro que li de Dan Brown, o enredo é fantástico e lhe leva a crer que as coisas são de uma forma ,quando na verdade são de outra. O livro é de fato fantástico.




Danilo.Sousa 31/05/2020

Mais uma obra de Dan Brown que vem carregada de enigmas, suspense e segredos. Esse livro, gira em torno da Maçonaria e de alguns enigmas que envolve pessoa de grandes nomes, que fazem parte e são marçon. Uma obra que que tem um grande suspense do início ao fim.
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Ramiro Catelan 23/10/2010

Um suplício inimaginável
Tinha prometido a mim mesmo que não iria ler esse livro. Por quê? Porque eu já sabia qual seria o resultado. Mas, teimoso como sou, desperdicei meu dinheiro e adquiri um exemplar. Errei, contudo. Imaginava que o livro ia ser ruim. Só que ele não é ruim - é PÉSSIMO.

Depois de Fortaleza Digital, o primeiro livro do autor, o que se deu foi uma sequência de roteiros idênticos e pré-programados: leu um, leu todos, como dizem por aí. E isso é uma das piores coisas que um escritor pode fazer. A repetição. A extrapolação da paciência do leitor. Uma sensação horrenda de deja vu, que eu, agora definitivamente, não pretendo experimentar de novo.

Acontece que, com O Símbolo Perdido, Dan Brown quebrou as barreiras do ridículo. Além da sensação de que já se leu a mesma coisa outras quatro vezes, ele consegue irritar o leitor BEM MAIS do que nos livros anteriores. É uma ladainha sem tamanho, com direito a monólogos patéticos e pseudo-filosóficos, distorções científicas e um puxa-saquismo explícito da Maçonaria. Vamos combinar: quem aqui confia nos "fatos" que Dan Brown expõe em seus livros? Querem saber o que são esses "fatos"? Oportunismo barato, mentiras sensacionalistas, invenções sem pé nem cabeça!

As últimas 50 páginas do livro são o ápice... o ápice da irritação, do asco. Foi uma tortura chegar até o fim! Além de os personagens serem inverossímeis e caricaturais, desta vez a trama consegue triplicar o nível de babaquice "religiosa-filosófica-científica", ao ponto de fazer querer largar o livro na metade. E só não o fiz porque paguei caro no livro e não iria jogar meu dinheiro fora. E porque queria ver se, afinal, eu estava errado ao supor que não gostaria. Não estava!

Isto pode parecer mais um desabafo do que uma resenha, mas que seja! Cansei dessa literatura de baixa qualidade que recebe grande destaque na mídia, enquanto tantos bons autores - incluindo brasileiros - continuam no anonimato. Se fosse para recomendar algum livro dele, ISOLADAMENTE, eu diria para ir direto ao Ponto de Impacto. Mas sem ler absolutamente nenhum outro, porque não vale a pena: Dan Brown é um autor "cíclico" (no sentido da repetição) e, pelo visto, não vai deixar de ser.

http://abstraindoarealidade.wordpress.com/2010/07/25/resenha-o-simbolo-perdido/
Tatiana T 21/01/2010minha estante
Ramiro, eu ainda não li este livro, vou ler nos próximos dias, mas gostaria de "comentar o seu comentário"... o cara é um escritor, ele não disse em nenhum momento que o que ele escreve é a mais pura verdade.... são estórias. Ele inventa tudo isso. TODO ESCRITOR INVENTA, mesmo que usando alguns fatos reais. "ALGUNS" fatos reais...



É a mesma coisa com o Paulo Coelho. Ele escreve o que ele acha, não as verdades do mundo... e é sacrificado por meio mundo por causa do que escreve.



Infeliz de que acha que é tudo verdade.... são estórias para momentos de lazer.



É isso, só queria comentar.



Obrigada.


Pandora 28/08/2010minha estante
Você me fez desanimar (ainda mais) para começar a ler esse livro rsrs Está aqui comigo faz tempo e acho que vou devolver ao dono sem nem tentar ler =P


redomingos 08/09/2010minha estante
Ramiro infelizmente eu não li sua resenha antes de começar a leitura,se não eu nem teria começado. Eu concordo com tudo que vc desse. Eu nunca tinha lido Dan Brown e com certeza não vou voltar a ler. O Livro irrita. Eu sinto que leio a mesma coisa uma dez vezes. Mas agora que comecei vou até o fim. Ainda bem que eu paguei só R$12,00 pelo livro.


Sandra de Oliveira 23/10/2010minha estante
concordo com você Ramiro, acabei de ler e tenho a impressão de "mais do mesmo". Infelizmente. É o mais fraco, pelo menos da "trilogia" Langdon.


Rodrigo 22/11/2010minha estante
Olá Ramiro,

Tive a mesma impressão ao ler esse livro. Dan Brown exagerou em muitos aspectos nessa estória, e isso transformou uma trama que poderia ser muito mais rica numa grande chatice de quase 500 páginas. Eu sinceramente esperava algo melhor, mas nem o final me foi surpreendente. E tem gente que ainda espera ansiosamente pelo filme... bem, gosto é gosto. Pessoalmente acho que se contentar com filmes advindos de enlatados de propaganda americana é meio triste. Triste, é a única definição que encontro para esse último livro de Dan Brown...


rlprofile 21/12/2010minha estante
Concordo com a resenha, livro chato e desnecessário. Irritante e de teor decadente.




vee 14/05/2020

perfeito.
Um dos melhores livros que li esse ano. Mais uma obra prima genial de Dan Brown, não esperava menos.
Dani 14/05/2020minha estante
Seu comentário me fez colocar ele na minha lista de leitura, obg




Tata 20/06/2010

Dan Brown sabe desenvolver um thriller, isso não é segredo pra ninguém.

O problema é que todos os livros dele parecem ser a mesma coisa. Personagem principal leva uma vida legal até ser praticamente tragado pra dentro de uma trama diabólica. Personagem principal é perseguido por policiais/FBI/CIA/FUCKING ALIENS, mas consegue escapar. Personagem principal encontra mulher elegante e atraente. Mulher elegante e atraente ajuda personagem principal a desvendar os mistérios, fugir das pessoas que os estão perseguindo e matar o maníaco assassino culpado por tudo.

De verdade, vc leu um, vc leu todos.
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Márcio 29/12/2009minha estante
Muito boa a resenha, vc só esqueceu de falar que aquela pessoa que persegue o protagonista naverdade está tentando ajudá-lo e que aquele cara que parece de confiança é na verdade um dos vilões.




Jheni 28/08/2020

Perfeito. Sem palavras. O livro te prende do começo ao fim.
Rodrigo.Silva 28/08/2020minha estante
Para mim o melhor livro do Dan Brown.


Jheni 28/08/2020minha estante
Dele eu só esse e O Código Da Vinci, gostei muito dos dois. Estou louca para ler o restante, esse autor é muito bom!




Tarcísio 20/07/2010

Quando uma pessoa vai ao cinema assistir a um filme do 007 ou Missão Impossível já sabe (ou pelo menos deveria saber) que vai encontrar uma série de situações que desafiam a lógica e que só são possíveis em Hollywood. Não adianta sair do cinema reclamando que o filme tem muita mentira.

O mesmo acontece com os leitores de Dan Brown. Desde "Anjos e Demônios" e "O Código da Vinci", passando por "Fortaleza Digital" e "Ponto de Impacto", o autor usa e abusa de sua criatividade criando situações e acontecimentos inverossímeis, totalmente desconectados do mundo real. Isso não é um defeito, é apenas uma característica do autor, um estilo. Cabe a cada um gostar ou não.

"O Símbolo Perdido" é Dan Brown no melhor estilo Dan Brown. Houve um intervalo muito grande depois do lançamento de "O Código da Vinci" (sim, "Anjos e Demônios" foi escrito antes), tempo suficiente para o autor exercitar seu talento e fazer suas pesquisas, criando uma história cheia de detalhes, minúcias e pormenores. O tema central gira em torno de mistérios da Maçonaria, com o herói Robert Langdon usando seus conhecimentos em simbologia para ajudar importantes maçons e a CIA a evitar mortes e revelações bombásticas.

Brown sabe como poucos prender o leitor ao livro. Capítulos curtos, sempre finalizados de forma a despertar a curiosidade. O leitor que gosta deste estilo vai se envolvendo e não encontra "brecha" para interromper a leitura.

O livro é bom, apesar de um certo surto exagerado de imaginação do autor. O fim é meio decepcionante, o tão propalado mistério sobre o qual a história toda se refere acaba se mostrando algo simples e trivial. De qualquer forma é garantia de bons momentos de diversão e leitura agradável.
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Zé Pedro 01/12/2009

Creio que Dan Brown desta vez errou 'a fórmula'. Depois do “Código DaVinci” e “Anjos e demônios”, em que o leitor ficava preso à história desde o início até o arremate final, quando todos os mistérios eram desvendados, neste “O símbolo perdido”, a estapafúrdia estória não emplaca em nenhum momento. O vilão é caricato e o 'mistério' que envolve a sua personalidade secreta é tão mal formulado que, até eu, que sou sempre o último a descobrir, desta vez já imaginava de quem era aquela personalidade exótica e doentia autodenominada Mal'akh...
O final é tedioso, já que não há mais mistérios a serem desvendados, só o tal segredo maçon, chega a dar sono, vontade de pular algumas página a alcançar o ‘The End’ de um livro que não me pareceu ficar nem à sombra do “Código DaVinci” e “Anjos e Demônios”.
Creio que Dan Brown tem que se reciclar e mudar um pouco o estilo porque, parece, esta fórmula está esgotada.
Rafael Moss 08/12/2009minha estante
É por aí mesmo.



Não é atoa que esse livro caiu rapidinho do primeiro lugar no NYTimes.



Quando o hype passar, esse livro vai despencar em tudo quanto é lista, assim como algumas pessoas irão notar a ruindade dele.



Achei sua nota alta até.


Lena 10/12/2009minha estante
Concordo... Depois de 4 livros com vilões surpreendentes, vem o tal do Mal'akh... decepcionante :/


Cássia 09/10/2011minha estante
De fato, é um livro muito previsível. Quem tem costume de ler livros de suspense saca logo qual é a identidade de Mal'akh.




Fernanda @bookloverbrasil 22/06/2020

O que achei de... O símbolo perdido (+ quotes)
EDIÇÃO: Acho essa a capa mais bonita da série - mas que pertence ao meu livro menos favorito. A arqueiro novamente fez uma edição muito confortável de se ler, bem nos moldes do anterior.

ESCRITA: Se eu pudesse escolher qual escrita eu gostaria de ter pra mim, seria a do Dan Brown. Eu simplesmente amo como ele descreve a ambientação, como ele volta no tempo, como (apoiado na tradução) ele usa uma língua padrão beirando a rebuscada, porque é exatamente isso que os enredos que escreve traz: aventuras modernas mergulhadas no passado.

ENREDO: Eu considero o início um dos mais intrigantes de toda a série, e acho curioso que esse livro não se passa na Europa, e talvez isso seja um dos fatores pelos quais não considerado esse um favorito. O mistério é tão rico quanto, mas em alguns momentos eu senti que estávamos dando voltas demais no enredo (senti isso quando li Fortaleza Digital também), e nem toda a expertise do protagonista me prendeu. Aprendi muito, é claro, mas este não tem o mesmo fascínio que todos os outros da série pra mim. Aliás, gostei que esse dá um vislumbre maior no passado de Langdon.

PERSONAGENS: Aqui mora o principal problema pra mim: o vilão não me convenceu. Cara, se tem algo que não pode acontecer na leitura é isso. Eu comecei intrigada, mas quanto mais eu lia, menos apelo eu sentia por ele - não posso esperar um como o de Anjos e demônios, MAS posso querer alguém pelo menos como de Inferno. Suas motivações não me convenceram, suas atitudes não me pareceram justificáveis, e seu desfecho foi misericordioso demais pro meu gosto. Os mocinhos não tinham tanto apelo, mas se teve alguém que me irritou ali foi Sato. Ela é uma das personagens ambíguas que não temos certeza de que lado está até já no ápice, mas desde o início ela me irritou. Só o Robert realmente valeu ali. E ainda bem que não li na época do lançamento, ou teria morrido com as reviravoltas.

+: O terceiro livro de Robert Langdon não é tão envolvente quanto os outros da série, mas ainda é uma aventura que vale a pena se arriscar. Suas mensagens sobre respeito, amizade e perdão são valiosas, assim como todas as lições que aprendemos no decorrer da leitura.

"Abram a mente, meus amigos.Todos nós tememos aquilo que foge à nossa compreensão."

"Quanto mais o homem aprendia, mais se dava conta de sua ignorância."

"Nós não chegamos nem perto de usar todo o potencial de nossas mentes e nossos espíritos."

"O conhecimento é uma ferramenta, como todas as ferramentas, seu impacto está nas mãos do usuário."

"A aceitação generalizada de uma ideia não é prova de sua validade."

"Eu aprendi a nunca fechar a mente a nenhuma ideia pelo simples fato de ela parecer milagrosa."

"Imploro a você que se lembre de que riqueza sem sabedoria pode muitas vezes terminar em tragédia."

"Existem segredos por aí que transcendem a compreensão humana."

"Meu corpo não passa de um receptáculo para o meu mais poderoso tesouro... minha mente."

"Se a história nos ensinou alguma coisa, foi que as estranhas ideias que hoje ridicularizamos um dia serão verdades celebradas."

"Desde as Cruzadas até a política norte-americana, passando pela Inquisição, o nome de Jesus vinha sendo usado em vão em todo tipo de disputa de poder. Os ignorantes sempre haviam gritado mais alto, convocando as massas incautas e forçando-as a fazer o que mandavam. Defendiam seus desejos mundanos citando Escrituras que não compreendiam. Celebravam sua intolerância como prova de suas convicções."

"A hora mais sombria é sempre a que precede o amanhecer."

"Quem sabe não existe uma verdade universal embutida na alma de todas as pessoas? [...] Talvez todos carreguemos a mesma história dentro de nós, como uma constante compartilhada em nosso DNA. Talvez essa verdade coletiva seja a responsável pela semelhança em todas as nossas histórias."

"Os tesouros mais preciosos muitas vezes são os mais simples."

"O que fizemos apenas por nós mesmos morre conosco. O que fizemos pelos outros e pelo mundo permanece e é imortal." (Albert Pike)

"Existe um mundo escondido por trás do que todos nós vemos."
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Mari 13/06/2020

Nota oficial:
Me rendi a Dan Brown! Na verdade, desde Anjos e Demônios que me sinto assim. Que leitura! Acalma a alma e enche o coração de alegria.
Já li TODOS, mas confesso que fiquei com uma boa resseca literária depois desse. É perfeito, simplesmente perfeito.
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carvalholiterario 24/06/2020

Uma leitura instigante
Esse livro foi uma experiência magnífica, o meu primeiro contato com o autor.
Confesso que o total de páginas me fez pensar que não seria tão bom assim, a leitura, que erro o meu! Logo me vi presa a um mistério, querendo desvendar a trama na qual o Dan Brown trabalhou tão magnificamente.
É uma leitura instigante, cheia de detalhes e informações importantes, quanto ao final, eu teci muitas teorias, e confesso que passou pela minha cabeça o que iria acontecer, porém logo descartei. Foi surpreendente o desenrolar da história, já quero outros do autor!!!

Indico para aqueles que gostam de mistérios, e curtem um pouco mais de informação e textos descritivos, e que se pegam tentando descobrir mais, e mais, de uma história, assim como eu!!!
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Luciano Altoé 17/06/2010

Um ritmo ágil, mas repleto de furos na história.
Fast food. Acredito que assim possa ser resumido este livro de Dan Brown. Assim como essas comidas rápidas, este livro passa ligeiro, é gostoso de ler, mas jamais será eleito o prato preferido de alguém.

Nesta obra, acompanhamos mais uma aventura do simbologista Robert Langdon, que se envolverá (novamente) em uma trama repleta de símbolos escondidos, que, caso revelados, mudarão os rumos da humanidade.

Dan Brown elege, desta vez, a capital americana como cenário para sua trama e os mistérios da francomaçonaria como motriz dos personagens principais. Nesse trajeto, portanto, somos levados à lugares escondidos de Washington, investigando os segredos por trás de toda a arquitetura americana; a qual foi inspirada em rituais maçônicos (haja vista que seus fundadores eram irmãos de maçonaria) e no anseio de liberdade que movia todos os participantes do projeto de independência e unificação dos estados americanos.

Evidentemente, como este é um livro de “teoria da conspiração”, a parte do “anseio de liberdade” é posta de lado, dando lugar principalmente à forma mística de criação da capital americana. O que não deixa de ser uma pena, pois a história americana foi um marco inigualável na luta pelos direitos humanos e no delinear do constitucionalismo, ou seja, o estudo da Constituição como norma máxima de um Estado.

Mas esse é um livro fast food. Essas questões demandam um aprofundamento de discussões sérias e densas, as quais não tem espaço nas quase 500 páginas da obra (como se não houvesse tempo para elas).

O tempo, aliás, é fator essencial na obra e na forma de leitura do livro. A ação toda se desenrola em aproximadamente 12 horas da vida de Robert Langdon, então, não há tempo a perder com discussões “menos importantes” como as mencionadas anteriormente.

Eu não li “O Símbolo Perdido”, eu o devorei. Fato inédito para mim, pois sempre adorei degustar um livro com calma; sempre leio algumas poucas páginas por dia. Assim, posso assimilar toda a leitura, a narrativa, pensar nas atitudes dos personagens, enfim, viver a aventura com intensidade e de maneira plena. Contudo, simplesmente não consegui parar de ler o este livro de Dan Brown, especialmente a partir da página 250, aproximadamente, quando a coisa toda engrena de forma definitiva.

Lendo o parágrafo acima, você, leitor, pode imaginar: “Nossa, então esse livro é ótimo!!!”. Não é bem assim.

Este é um livro de símbolos e códigos. Quando terminei a leitura, analisei tudo o que tinha vivido antes e tirei várias conclusões.

A primeira delas é que, sendo um livro de códigos, somente eles interessavam durante a leitura. Li quase 300 páginas em um dia (coisa que nunca havia feito antes na vida), simplesmente para saber o segredo dos símbolos. Então, até descobrir tudo o que eles escondiam, eu lia desesperadamente, sem atenção, quase sem prazer de ler, eu somente tinha que descobrir o significado. Entretanto, quando a verdade é revelada e alguns segredos da narrativa são iluminados (alguns bem decepcionantes, por sinal), o objetivo do livro se esvai. O que sobra são quase 50 páginas para serem lidas, as quais eu também devorei, mas por outro motivo... o livro já acabara e eu ainda estava com ele na mão, precisava terminá-lo, então li desesperadamente, sem atenção, quase sem prazer de ler. Tinha, apenas, que encerrar aquelas páginas para poder pegar uma próxima obra.

Não deveria ser assim. Um bom livro é aquele que você lê com vontade, mas sente um aperto no coração ao ver que o fim se aproxima; deseja encerrar a leitura, mas gostaria que tivesse mais algumas páginas para gozar aquele sentimento um pouco mais.

A segunda conclusão é que “O Símbolo Perdido” é SOMENTE um livro sobre códigos e símbolos, não sobre personagens. Este é o seu principal ponto negativo. O autor, em momento algum, preocupa-se em desenvolver os personagens da trama ou criar um vínculo afetivo entre eles e o leitor.

Dan Brown, por sinal, da mesma forma que é ótimo para criar coincidências em sua obra é terrível em desenvolver personagens, pois todos, sem qualquer exceção, são absolutamente desinteressantes; incluindo o próprio Robert Langdon, o qual, em teoria, deveria representar a mente humana, racionalizando toda a mística que envolve o cotidiano dos homens. Ele deveria ser a ciência em meio aos bárbaros, com todos os questionamentos, dúvidas e medos que envolvem o caminhar pelo desconhecido. Todavia, suas dúvidas soam tão artificiais, mecânicas, que não conseguimos nos envolver, nos identificar com aquele que seria a representação do nosso cérebro.

Também pudera, na tentativa de criar empatia entre Langdon e o leitor, Brown limita-se apenas a narrar a história que originou sua claustrofobia e a mostrar, vez por outra, o ridículo relógio do Mickey. É pouco, muito pouco para desenvolver sentimento de afeição para com o público.

Tão ruim quanto ou pior é o desenvolvimento dos irmãos Solomon, que na obra tem papel essencial. Para demonstrar que eles são pessoas boas e honestas o autor, em um arroubo de criatividade, resume toda a natureza desses indivíduos, a pessoas com “olhos cinzentos”. Uma pergunta: Que diabos significa ter, a pessoa, olhos cinzentos? Bem, ao menos para o autor, isso significa: “esse cara é bacana, nele você pode confiar”.

O problema maior de não saber desenvolver os personagens é que você não consegue dar a mínima para o futuro deles. Morram, vivam, sofram... pouco importa. Eles não são nada para você, então, o que venha a acontecer também será totalmente irrelevante.

Esse é um erro crasso em um livro que discute o futuro da humanidade. Para que os símbolos tenham relevância, para que você sinta os efeitos drásticos da sua elucidação, você precisa se preocupar com os indivíduos imediatamente atingidos pelos efeitos dos mesmos, os personagens. Se eles são irrelevantes, os símbolos também perdem sua força.

Por último, não posso deixar de mencionar uma artimanha ridícula do autor. O livro é narrado em 3ª pessoa onisciente, portanto, o narrador (e o leitor) conhece os personagens em seu interior. Porém, em certo momento da história, o narrador conta todo o passado de um dos personagens principais da obra de maneira enganosa; o narrador mente para o leitor (o que é ilógico, pois os dois deveriam funcionar como um só), contando de maneira errada o passado deste personagem com o único objetivo de criar (não há palavra melhor que defina o que Dan Brown fez neste ponto do livro) uma reviravolta ridícula no final. Qualquer escritor que se preze tem de inventar formas de tornar a história verossímil, acredito que mentir não é a melhor forma de se fazer isto.

Como disse no início, este é um livro fast food. Seu tema são os símbolos e os segredos que os envolvem, é esta a mola impulsionadora da história. Os personagens são irrelevantes. É uma pena Dan Brown não ter percebido que, no final das contas, o importante são os indivíduos e os efeitos que os segredos desvendados podem fazer em suas vidas. Sem os personagens, o livro fica estéril, sem vida. Ao término da leitura essa é a sensação; o livro é rápido e os códigos são interessantes, porém, são totalmente sem sentido, pois não é possível conectar-se a quem realmente deveria ser a parte principal da obra, as pessoas.
Bianca.Nazari 22/06/2010minha estante
Incrível, tudo que eu sentia e não sabia expressar vc disse! Ótima resenha! Livro fast-food, é isso aí!




Daniel 26/12/2009

Interessante... mas não o melhor!
Dan Brown despontou nos últimos anos como o escritor responsável pelo aumento do hábito da leitura entre os jovens... e com razão... o código, anjos e demonônios e ponto de impacto realmente prendem a atençao do leitor de cabo a rabo... mas infelizmente não encontrei com tanta intensidade essa sensação neste último livro... tem mistério, tem perseguição, tem um monte de coisas que os outros tb tinham, mas não chega a empolgar, e o próprio autor assume esta possíbilidade ao dizer que se sentiu pressionado ao escrevê-lo... e (minha opinião) o final ficou meio "Paulo Coelho"... hehehe...
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Becky Cunha 29/12/2009minha estante
tenho medo de ler esse livro. depois de ler "Código da Vinci", eu pirei para ler "Anjos e Demônios", o que despertou minha atenção para outros livros do autor. E eu detestei os outros. E prestando mais atenção, as narrativas são idênticas, e isso me dá nos nervos.


Aline Costa 11/01/2010minha estante
Concordo com você, eu gostei tanto dos outros livros que ele escreveu que acabei criando altas expectativas em relação a esse livro e me decepcionei.




Daniel 16/04/2020

Do Dan Brown, o pior
Sou muito fã do Dan Brown enquanto escritor de best sellers. A maneira como que ele consegue imantar seu leitor na história é ótima e realmente alucinante.
Mas a impressão que tive com este livro é que ele pareceu escrevê-lo com pressa, sem o devido cuidado com o desenrolar da história, como fez com o memorável Anjos e Demônios.
Eu li todos os livros da saga de Robert Langdon, alguns mais de uma vez, e sou apreciador da maneira como Brown construiu e sedimentou a personagem. Mas neste livro há uma história mais pesada, em alguns momentos chata.
Eu gostei, mas não tanto.
Não vejo Dan Brown como fonte de informações históricas ou científicas, mas sim como um entretenimento de qualidade.
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Rodrigo.Silva 15/08/2020

A redescoberta do saber.
Dan Brown usa uma fórmula muito conhecida em cada um de seus livros, porém, essa realmente me tocou.

Me identifiquei bastante com o tema, as conexões do misticismo e da ciência, a apoteose dos homens e o verbo perdido ao longo dos anos.
A reinvenção da ciência em unidade.
Os símbolos, o tema e o rodeio de ideais é sensacional.

O livro é RECHEADO de conhecimento e de conteúdo histórico. Realmente foi um trabalho muito bem feito. Tenho poucas ressalvas quanto à estrutura do enredo. Mas no fim me garantiu bons momentos de pesquisa e descoberta.

Mind-blowing.
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