Os Dragões Não Conhecem O Paraíso

Os Dragões Não Conhecem O Paraíso Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu




Resenhas - Os Dragões Não Conhecem O Paraíso


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Eric 23/02/2017

Leitura Finalizada

Começo dizendo que este livro obscurece qualquer dia feliz e te deixa deprimido com tantas histórias sobre a crueldade que a vida proporciona nos sentimentos humanos. Nessa obra, o autor irá mostrar as faces dolorosas do amor, do abandono, depressão, arrependimento, morte e tudo de negativo que o homem tem contato em sua existência.
Nesses 13 contos somos transportados para uma melancolia contagiante, identificando - se com algumas das histórias contadas. A sensibilidade pertinente a cada página é tão rica e de fácil compreensão que ficamos até mesmo deprimido com o destino de cada personagem.
Caio Fernando Abreu não poupa eufemismos, o autor faz questão de mostrar a verdade nua e crua. Conclui - se que os resquícios de positividade na vida de pessoas transtornadas com certas situações são miseráveis, o que promove o devoramento da identidade do homem pelas faces escuras da tristeza, do abandono, da doença ou até mesmo da falsa auto - estima.
Os Dragões não conhecem o paraíso é uma obra que não busca te mostrar o que precisa para se sentir melhor, e sim mostrar aquilo que nos faz sentir impotente diante da grandeza de sentimentos negativos que a vida pode nos proporcionar.

????
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Jé Cerqueira | @contudoeentretanto 08/02/2017

RESENHA | OS DRAGÕES NÃO CONHECEM O PARAÍSO – CAIO FERNANDO ABREU
Os Dragões não conhecem o paraíso foi meu primeiro contato com Caio Fernando Abreu (tirando aquelas famosas frases que via no orkut, tumblr e até hoje no facebook), e achei sensacional. Em todo o conto eu sentia que ele escrevia de uma forma pessoal, como se falasse com o leitor em uma conversa casual. Várias vezes me peguei pensando se determinados contos ele não estava falando dele mesmo, por ser tão natural e sentimental.

A escrita do Caio Fernando Abreu é tão tocante, poética, sincera e visceral que não tem como você não pensar sobre cada historia e não se emocionar. Ele não se priva das palavras, do pudor e nem as emoções que pode passar através da escrita, o que é maravilhoso, entretanto tem alguns palavrões e cenas para maiores de 18 anos.
...
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site: http://contudoeentretanto.com.br/resenha-os-dragoes-nao-conhecem-o-paraiso-caio-fernando-abreu/
Chris 10/02/2017minha estante
Gostei




hanny.saraiva 06/02/2017

Perguntas banais, caminhos transversos
Nas palavras retiradas do próprio livro sua definição: "tudo é blues, azul e dor mansinha". O livro é um "monstro marinho viscoso, vômito na manhã" e ao mesmo tempo "branca estrela-do-mar.

É um estilo único, para quem gosta de literatura brasileira que inspira suor e dúvida.

Citações preferidas:
- Que esse era o melhor jeito de chegar ao fundo: pelos caminhos transversos, pelas perguntas banais.
- Você goza sempre com o que tá na sua cabeça, não com quem tá na cama.
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Arícia 06/09/2016

Melhor livro de contos.
Maravilhoso como o Caio escreve. Meu livro de contos favorito. Vale muito à pena a leitura.
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Marcus 14/06/2016

Amor, solidão e desejo
A relação entre o ser humano e o sentir me fez refletir bastante sobre tudo na minha vida. Uma leitura leve, emocionante e linda.
Um livro que irei levar para a vida toda!
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Léia Viana 27/02/2015

"Eu tinha um dragão que morava comigo..."
“Se o leitor quiser, este pode ser um livro de contos. Um livro com 13 histórias independentes, girando sempre em torno de um mesmo tema: amor. Amor e sexo, amor e morte, amor e abandono, amor e alegria, amor e memória, amor e medo, amor e loucura. Mas se o leitor também quiser, este pode ser uma espécie de romance-móbile. Um romance desmontável, onde essas 13 peças talvez possam completar-se, esclarecer-se, ampliar-se ou remeter-se de muitas maneiras umas às outras, para formarem uma espécie de todo. Aparentemente fragmentado mas, de algum modo – suponho –completo.”

Sempre que Leio Caio fico impressionada de como seus textos, contos conseguem transmitir tantos sentimentos de uma maneira difícil de não se identificar, de se achar ali, no meio daquelas palavras que se transformam em emoção pura e genuína. Caio tinha o dom de escrever contos nada convencionais, mas possíveis na vida real, sem qualquer privação ou pudor ele não se privava.

Tinha conhecimento da imensa amizade entre Caio e Ana C. Cesar (para quem gosta de poesia, recomendo a leitura), e ler o conto "Sem Ana blues" tão dolorido, cheio de amor, saudade e desespero foi belo, mesmo sabendo da tristeza do autor ao escrevê-lo. Foi o melhor texto que transcreve a falta que uma pessoa faz em nossas vidas, a dor, a saudade e o nunca mais muito bem escritos.

Caio, é sempre uma leitura recomendada!
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Carla 24/06/2014

Que seja doce, sete vezes pra dar sorte =]
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Kinha Fonteneles 05/10/2013

"Tenho um dragão que mora comigo."
O livro que vou levar para vida toda!
Caio Fernando Abreu, em seu contos, revela uma aura de mistério, sonhos, amores, amizades, loucura... tudo que almejamos e que nem sempre conseguimos.

Meu livro preferido. O livro que me inspirou amores, desamores, afetos e desafetos.

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Marjorie 26/11/2012

O máximo de CFA.
Os Dragões não Conhecem o Paraíso é fantástico! Revela o sofrimento interno de milhares de pessoas que se sentem sufocadas pela sociedade e suas formas de aceitação (ou não) em situações simplesmente humanas. Caio Fernando foi incrível ao expor tanto sofrimento, dor, e verdade em apenas um livro! Não há como ler e não se identificar com algum trecho.
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Carol 08/07/2012

Cara
Esse foi o primeiro livro que li do Caio. Me ensinou a querer ler cada vez mais suas obras. Simples e real....a linguagem é nossa! Fala comigo como se me conhecesse. Genial!
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Potterish 19/06/2012

A paixão – e o desbunde – segundo Caio Fernando Abreu
Resenhado por Thiago Terenzi

Obra constantemente classificada nas livrarias como coletânea de contos, o livro se preocupa desde o princípio em negar-se: “Se o leitor quiser, este pode ser um livro de contos [...] Mas se o leitor também quiser, este pode ser uma espécie de romance-móbile”. Classificação bem mais interessante, esta confere ao livro ares de romance, como se seus 13 contos, aparentemente independentes, formassem um todo unitário – e, de fato, forma. Se assim, obviamente, o leitor desejar.

Os contos – ou capítulos – do romance têm sempre uma temática em comum: a paixão. A forma ímpar com que Caio Fernando Abreu lida com este sentimento tão peculiar é de fato apaixonante. Negando qualquer senso comum ou saída fácil pelo viés romântico, Caio desconstrói a paixão remontando-a livremente ao seu modo: de forma torta e imperfeita, como lhe era comum.

A paixão em Caio Fernando Abreu abandona seus ares de sentimento nobre e ganha um novo rosto: multifacetado e paradoxal, por vezes cercado de alguma melancolia. “Eles se ignoram. Porque pressentem que [...] se cederem à solidão um do outro, não sobrará mais espaço algum para fugas”, narra Caio em um dos contos.

PARA LER A RESENHA COMPLETA ACESSE: WWW.POTTERISH.COM/RESENHAS
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a-trovoada 12/04/2012

Já amava os textos do Caio F. Abreu, mas esse livro é tipo, incrivel! Mais de 10 contos de um dos meus autores favoritos em um lugar só?!
Você, com toda certeza vai se identificar com pelo menos um dos contos.... Mas na minha opnião "Sem Ana" é o melhor!
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Ynnah 21/01/2011

Gostei do livro!
conta histórias de amor, admiração, amizade e por aí vai.
No começo eu tava achando as histórias meio confusas, mas depois elas foram ficando boas! altas lições e até risadas! muito bom mesmo!
as que eu mais gostei foram:
*o rapaz mais triste do mundo
*uma praiazinha de areia bem clara, ali, na beira da sanga
*a dama da noite
*mel e girassóis
*Pequeno Monstro
*Os dragões não conhecem o paraíso
é isso!
(:
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Janus 08/01/2011

Fantastico é pouco para descrever esse livro, mais posso dizer que ele vale cada centavo gasto ...
O LIvro é formado de contos que conta a diversas caracteristicas do amor, apesar ter sido escrito em 86, os contos permanecem atemporais.
Entre os contos, os que me marcaram foram:

* Sapatinho Vermelho
* Pequeno Monstro
* Os Dragões Não Conheçem o Paraiso.
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_CKlein 01/01/2011

Então que seja doce,
Um daqueles livros capazes de mudar sua maneira de enxergar o mundo. Só se necessita um pouco de sensibilidade...
Dois trechos:
Os dragões não conhecem o paraíso, onde tudo acontece perfeito e nada dói nem cintila ou ofega, numa eterna monotonia de pacífica falsidade. Seu paraíso é o conflito, nunca a harmonia.


“... Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se fosse nada..."
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