Cartas a um jovem indeciso

Cartas a um jovem indeciso José Roberto Whitaker Penteado Filho




Resenhas - Cartas a um jovem indeciso


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Renata 05/04/2012

A intenção é boa, mas a realidade é outra
A intenção é boa, mas a realidade é outra

A intenção do livro é muito boa, principalmente na proposta de desculpabilizar o fato de muitos sofrerem diante da decisão do que fazer da vida, pelo resto da vida.

Entretanto, o livro se fundamenta nas experiências do autor quando jovem, trata-se de um mundo completamente diverso do que temos hoje. Deste modo poucos são os que poderiam conseguir o tipo de experiência que o autor relata, antes mesmo ter cursado uma faculdade. E hoje em dia sabemos que diploma de graduação tem valor irrisório em currículo.
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Rapudo 25/05/2016

não sei bem porquê embarquei nessa
último livro que comprei na carga nobre, no meu último dia de PUC - juntamente com o do Pilatti sobre a Constituição de 1988 e eles os juízes vistos por um advogado.
até hoje acho uma curiosa seleção para um advogado recém formado, embora bastante óbvio em diversos aspectos.
bom, os outros li imediatamente, mas este ficou passeando de estante em estante até que voltei a fazer terapia e, aguardando a entrega do livro a que tinha prometido minha vontade, resolvi que talvez pudese me trazer alguma inspiração neste momento da minha vida.
não trouxe. pra piorar o cara é marqueteiro metido a humanista.
sequer suavizou a antipatia que tenho pela publicidade e congêneres.
a única parte que atraiu minha atenção foi a narrativa que ele fez sobre a trajetória profissional dele, o resto são clichês de auto ajuda e orientação vocacional.
não esperava um grande livro, mas achava que podia ter algum ponto de luz que me acrescentasse.
talvez seja um problema desta série "cartas a um jovem", pois li também o do advogado (do Mussnich) e achei um lixo, passei a ter mais antipatia do autor do que já tinha pelos tititis que tinha ouvido pelos fóruns e relatos sobre sua atuação em favor do Opportunity quando da disputa ao controle administrativo da Brasil Telecom.
anyway, o cara nasceu em 1941, estudou em bons colégios particulares e não pareceu ser um playboy; pareceu ao menos ter começado a trabalhar bem cedo.
mas sem querer desmerecê-lo, teve muitas oportunidades tanto no brasil quanto no exterior em razão da influência de seu pai, um dos precursores da publicidade no rádio e figura importante na área.
depois, já tendo passado por diversas multinacionais e feito sua própria rede de contatos, voltou ao Brasil e passou a ser valorizado por grandes empresas e, logicamente, multinacionais que atuavam no país.
enfim, mérito o cara teve, mas é gritante que uma pessoa com acesso a oportunidades tão privilegiadas não é parâmetro para medir a liberdade que um "homem médio" tem sobre suas escolhas profissionais.
pra piorar metade do livro é composto por cases de profissionais importantes de diferentes àreas (que ou exerceram a mesma profissão por toda a vida ou tiveram sucesso exercendo multiplas profissões ou depois de grandes viradas) e listas de profissões (quase 30 páginas só nisso).
se te interessou, ótimo, está à disposição para pegar quando quiser..
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